Oi, como vocês estão? Ontem meu sogro veio aqui em casa, porque ia arrumar umas coisas pra gente. Como vocês sabem, tava muito quente, então de manhã eu tinha vestido um vestido soltinho de tecido fino e bem curto, mal tapava a bunda. Quando abri a porta, meu sogro me viu e disse que agora não sabe se toca a campainha da porta ou as minhas. Esse comentário me fez sentir muito desejada e com tesão ao mesmo tempo, fazia um tempão que eu não pegava meu sogro.
Depois de várias horas trabalhando em casa, ele terminou de consertar tudo. E como tava calor, eu levava bebidas geladas pra ele toda hora, e ele aproveitava pra me olhar de cima a baixo e acariciar minhas mãos cada vez que eu dava alguma bebida. Quando terminou, ofereci se ele queria uma cerveja bem gelada na cozinha pra descansar um pouco e se refrescar, e ele aceitou de bom grado por causa do calor. Perguntei se ele queria um pote de berinjela que eu tinha feito, e ele disse que sim. Quando me abaixei pra pegar, por causa do vestido curto que eu tava usando, minha bunda ficou à vista dele, só coberta por uma minúscula calcinha fio-dental preta. Sem me dar tempo pra nada, sinto as mãos dele na minha cintura e o pau duro dele na minha bunda.
E ele fala: "Sami, como essa bunda me excita, e esse fio-dental que se perde entre suas nádegas." Eu fiquei muito molhada ao ouvir essas palavras, e me virando, ele tira o pau do short. "Abaixa e chupa", ele diz, e eu me ajoelho na frente dele.
Me segurando pela cabeça pra eu chupar o pau dele. Mal conseguia colocar na boca de tão grosso que era. Do jeito que dava, comecei a chupar, ele me segurando pela cabeça e movendo pra frente e pra trás. Eu tava quase me engasgando quando ele tira tudo, pra meter de novo. "Como você chupa bem, putinha", ele dizia. "Continua, Sami, continua chupando assim." Essas palavras me faziam sentir uma gata danada. Eu, misturada entre o medo do meu marido chegar e a excitação, tava completamente molhada. Ele tira o pau da minha boca de novo, dizendo que ia encher meus peitos de porra. — Agora vou te arrebentar essa buceta na pica — ele me diz, realmente me tratava como uma puta e não como a mãe da neta dele.
Então ele me manda levantar e me apoiar na mesa da cozinha, ficando ele atrás de mim, e eu empinando minha raba pra fora, digo que tô tesuda, quero que me coma, e fico rebolando minha raba, sentindo o pau dele já duro. Com uma mão, apoio a cabeça na mesa, enquanto ele arranca minha calcinha encharcada dos meus sucos. Eu, apoiada na mesa, só com o vestido, e ele apalpando toda a minha raba até começar a meter um dedo dentro dela — que delícia que era. Até que ele abriu bem minha raba e meteu de uma vez, quase até a metade.
Meus gritos deixavam ele ainda mais excitado, e ele terminou de meter tudo de uma só vez. Meu sogro dizia: "Que raba mais carnuda e dura você tem", enquanto metia dentro dela e, com as mãos, apalpava meus peitos. "Dói, eu sei, mas você vai se acostumar", e começou a meter e tirar devagar.
Já não doía mais, e eu deixei claro com meus gemidos:
— Assim, sogrinho, me come. Dá essa pica toda na minha raba — eu dizia.
Depois de um tempo, ele tira o pau e me manda deitar no chão. Dito isso, ele se joga em cima de mim e arranca meu vestido de um puxão, ficando eu totalmente nua, e começou a chupar meus peitos.
— Assim, sogrinho, que gostoso — ele pega minhas pernas e coloca nos ombros dele, e mete o pau todo de uma vez na minha buceta.
— Sou sua, sogrinho. Meu sogro começou a meter e tirar cada vez mais rápido. A cada estocada, as bolas dele batiam nos meus lábios vaginais de tão fundo que ele metia. Ficou me comendo por um bom tempo, arrancando dois orgasmos intensos que tensionaram meu corpo da cabeça aos pés.
— Sami, vou gozar, vou encher seus peitos de porra — ele diz. — Toma toda minha porra pra você. E eu comecei a sentir a porra quente dele enchendo meus peitos. Me senti tão puta, jogada na cozinha, recebendo a porra do meu sogro nos meus peitos. Quando ele terminou de gozar, eu... Parei e fiquei de joelhos, abri minha boca e chupei a porra que tinha escorrido dela.
Ela me beijou na boca e foi pro banheiro lavar a pica, eu comecei a me levantar como dava, já que minhas pernas estavam tremendo um pouco. Quando terminei de me levantar, mais porra começou a escorrer das minhas tetas, então quando ela saiu, fui me lavar também. Realmente passei uma manhã muito quente e intensa. Beijos pra todos e deixem comentários e pontos.
Depois de várias horas trabalhando em casa, ele terminou de consertar tudo. E como tava calor, eu levava bebidas geladas pra ele toda hora, e ele aproveitava pra me olhar de cima a baixo e acariciar minhas mãos cada vez que eu dava alguma bebida. Quando terminou, ofereci se ele queria uma cerveja bem gelada na cozinha pra descansar um pouco e se refrescar, e ele aceitou de bom grado por causa do calor. Perguntei se ele queria um pote de berinjela que eu tinha feito, e ele disse que sim. Quando me abaixei pra pegar, por causa do vestido curto que eu tava usando, minha bunda ficou à vista dele, só coberta por uma minúscula calcinha fio-dental preta. Sem me dar tempo pra nada, sinto as mãos dele na minha cintura e o pau duro dele na minha bunda.
E ele fala: "Sami, como essa bunda me excita, e esse fio-dental que se perde entre suas nádegas." Eu fiquei muito molhada ao ouvir essas palavras, e me virando, ele tira o pau do short. "Abaixa e chupa", ele diz, e eu me ajoelho na frente dele.
Me segurando pela cabeça pra eu chupar o pau dele. Mal conseguia colocar na boca de tão grosso que era. Do jeito que dava, comecei a chupar, ele me segurando pela cabeça e movendo pra frente e pra trás. Eu tava quase me engasgando quando ele tira tudo, pra meter de novo. "Como você chupa bem, putinha", ele dizia. "Continua, Sami, continua chupando assim." Essas palavras me faziam sentir uma gata danada. Eu, misturada entre o medo do meu marido chegar e a excitação, tava completamente molhada. Ele tira o pau da minha boca de novo, dizendo que ia encher meus peitos de porra. — Agora vou te arrebentar essa buceta na pica — ele me diz, realmente me tratava como uma puta e não como a mãe da neta dele.
Então ele me manda levantar e me apoiar na mesa da cozinha, ficando ele atrás de mim, e eu empinando minha raba pra fora, digo que tô tesuda, quero que me coma, e fico rebolando minha raba, sentindo o pau dele já duro. Com uma mão, apoio a cabeça na mesa, enquanto ele arranca minha calcinha encharcada dos meus sucos. Eu, apoiada na mesa, só com o vestido, e ele apalpando toda a minha raba até começar a meter um dedo dentro dela — que delícia que era. Até que ele abriu bem minha raba e meteu de uma vez, quase até a metade.
Meus gritos deixavam ele ainda mais excitado, e ele terminou de meter tudo de uma só vez. Meu sogro dizia: "Que raba mais carnuda e dura você tem", enquanto metia dentro dela e, com as mãos, apalpava meus peitos. "Dói, eu sei, mas você vai se acostumar", e começou a meter e tirar devagar.
Já não doía mais, e eu deixei claro com meus gemidos:
— Assim, sogrinho, me come. Dá essa pica toda na minha raba — eu dizia.
Depois de um tempo, ele tira o pau e me manda deitar no chão. Dito isso, ele se joga em cima de mim e arranca meu vestido de um puxão, ficando eu totalmente nua, e começou a chupar meus peitos.
— Assim, sogrinho, que gostoso — ele pega minhas pernas e coloca nos ombros dele, e mete o pau todo de uma vez na minha buceta.
— Sou sua, sogrinho. Meu sogro começou a meter e tirar cada vez mais rápido. A cada estocada, as bolas dele batiam nos meus lábios vaginais de tão fundo que ele metia. Ficou me comendo por um bom tempo, arrancando dois orgasmos intensos que tensionaram meu corpo da cabeça aos pés.
— Sami, vou gozar, vou encher seus peitos de porra — ele diz. — Toma toda minha porra pra você. E eu comecei a sentir a porra quente dele enchendo meus peitos. Me senti tão puta, jogada na cozinha, recebendo a porra do meu sogro nos meus peitos. Quando ele terminou de gozar, eu... Parei e fiquei de joelhos, abri minha boca e chupei a porra que tinha escorrido dela.
Ela me beijou na boca e foi pro banheiro lavar a pica, eu comecei a me levantar como dava, já que minhas pernas estavam tremendo um pouco. Quando terminei de me levantar, mais porra começou a escorrer das minhas tetas, então quando ela saiu, fui me lavar também. Realmente passei uma manhã muito quente e intensa. Beijos pra todos e deixem comentários e pontos.
9 comentários - Sozinha com meu sogrão
,e encanta tu putez......