Olá, pessoal poring@s, sou membro há um tempão, devo confessar que tinha vergonha de compartilhar qualquer tipo de material, mas aos poucos vou me soltando. Essa história que vou contar é 100% real. Aconteceu quando me independizei financeiramente dos meus pais, meio que na marra hahaha. Desde muito novo, sempre fui sexualmente ativo, não sei se por ser desenrolado, ter lábia, ser bombado ou o pacote completo, nunca me faltou gente pra fuder. Hoje em dia, devo dizer que sou bissexual, embora tenha mais histórias com gatinhas do que com caras — atualmente a proporção é 30 gatinhas e 5 caras.
Desde moleque, sempre tive a ideia de me independizar por motivos de não gostar de cumprir ordens: acordar em tal hora, não voltar depois da 1:30, proibido trazer mulher, fazer bagunça, etc. Na real, sempre quebrei as regras e meus pais tinham me dado um ultimato, ainda mais quando me pegaram três vezes fudendo em casa, a ponto de me tirarem a chave da casa dos meus pais. Eu tava trabalhando com um tio, o irmão mais novo da minha mãe, que montou uma empresa de mudanças. A ponto de eu ser um dos 10 funcionários dele, ganhava bem, então bancava qualquer mimo em roupa, balada, motel, férias, algum eletrônico, etc.
A putaria de morar com meus pais acabou quando, em vez de buscar meu irmão de 9 anos na escola, eu tava com uma ex-colega de colégio num parque, me esquentando no carro dos meus pais, e um tira nos pegou. Depois de ouvir o sermão do meu velho por me tirar da polícia, sobre falta de maturidade, responsabilidade, etc., eu tinha que sair de casa, sem chance. Minha mãe queria que eu alugasse, e meu pai, pra evitar mais rolo com estranhos, queria me ajudar a construir algo ou comprar algo pra reformar. A questão é que meu pai me ajudou a pagar um crédito pela casa onde meu avô morou antes de morrer, que ele alugava. Ficava no cu do judas de qualquer balada, supermercado, trampo, da casa dos meus pais — até tinha que andar cinco quarteirões se quisesse pegar um busão. A casa é térrea, pequena, 3 quartos, cozinha, sala de jantar, lavanderia, um quintal decente e um banheiro. Precisava de uma reforma urgente porque tinha cara (estilo) de casa dos anos 60, mas modelo 80, com teto baixo. Meu velho me segurou e só fizemos uma desinfecção e pintura.
Tava tudo tranquilo, eu super independente, aprendendo a lavar roupa suja quando não sobra uma limpa kkkk, aprendendo a cozinhar porque delivery te deixa liso na semana, aprendendo a limpar mais quando sua mãe aparece de surpresa no primeiro mês e entra gritando: "AI NÃOOOOOOOOOOOOOO RAUL, SEU FILHO É UM DOENTE DE SUJO. FALA ALGO PELO AMOR DE DEUS!" kkkk, a véia é foda.
A primeira coisa que quebrou na casa foram os fios. Tinha TAMPÕES, rapaziada, não são os da tomada, são os da luz da época de Maria Castanha. Se eu tomasse banho, tinha que desligar a geladeira ou apagar o ar, senão ficava no escuro. No verão, você fuma até sair pelado pra trocar; no inverno, nem fodendo você sai kkkk. Tive que pagar uma instalação completa: quadro novo, disjuntor, DR, etc. Custou um olho da cara e metade do outro. Aí entendi por que roubam cobre pra vender.
A segunda coisa que quebrou foi — segura essa, rapaziada — de novo a FOSSA NEGRA kkkk. Quis morrer, juro. Dar descarga com uns tolete que, em vez de descer, subiam pra te cumprimentar kkkk. Que filhos da puta, pelo amor de Deus, tô me mijando de rir lembrando. Espero que vocês estejam curtindo até aqui.
A história finalmente começa quando chamei o cara do caminhão de fossa e ele me disse que, por muitos anos sem esvaziar, tudo solidificou, e a fossa já era. Solução possível: fazer outra fossa ou me conectar à rede de esgoto.
Como eu tava pagando metade do conserto da luz, pra pagar tudo não tinha grana, e uma casa sem banheiro não serve pra nada. Então combinei com meu velho: eu pagava os materiais no cartão e ele pagava a mão de obra.
Consegui mil orçamentos diferentes, mas escolhi um cara que era quase o mais caro. mas trabalha bem, é limpo, rápido e, acima de tudo, se cerca de trabalhadores honestos — você pode deixar 10 centavos que ninguém encosta.
O Carlos foi na minha casa, me pediu os projetos etc., desenhou por onde passariam os canos. Eu achava que a fossa era só pro banheiro, mas não inclui também cozinha, lavanderia e chuveiro. Então todos os pisos da casa tiveram que ser quebrados.
Bom, chegou o dia da obra. Ele apareceu com três caras de uns 30 anos e um guri de 18 ou 20, todos muito gatos, cortes modernos, costões, um mais trincado que o outro e uns bundões de pêssego que faziam o pau pulsar na hora. Nesse dia, me ajudaram a mover todos os móveis e marcaram onde ia quebrar. No mesmo dia, quebraram todos os pisos — só faltava cavar e dar a profundidade certa pra inclinação correr os líquidos. Deixaram o banheiro por último, que era a única coisa que eu ainda podia usar. Não tinha pia, tanque, nada. Só podia um banho por dia, um mijão e, se desse pra não cagar, melhor.
Nesse dia, trabalharam das 7 da manhã até as 13 horas sem parar. Minha mãe deixou pra eu oferecer água, um refrigerante, frutas e sanduíches de milanesa pra preparar. Então ofereci o que tinha, eles aceitaram comer e beber, e compartilhei o almoço com eles. Foi uma puta risada com histórias de obra, zoação de futebol entre eles, os apelidos, piadas sobre as gatas (mulheres fáceis) que eles comiam por aí. Um deles pegou o celular e mostrou umas fotos de uma mina estilo roqueira que ele tava macetando. Nisso, o guri mais novo pediu pra ir no banheiro, e os outros retrucaram:
— É burro, você? Não percebe que o cara não pode cagar e você quer mijar? Vai mijar num balde — fala outro — bota o balde de 20 litros.
Então colocaram o balde num canto da garagem, que é aberta, e cada um foi lá mijar, antes de zoar quem tava urinando.
Pro guri, diziam: — A gente passa a pinça de depilar pra você segurar. — Passa outro e fala: — Passa o cavalete pra ele não molhar a cabeça com a urina do moleque. — Pra outro: Ele gritava "corta o barro que enche o balde", uma puta risada sem parar.
Nisso chega o Carlos e leva os 3 mais velhos pra pintar a casa de um idoso, e o cara ficou pra tirar os entulhos e começar a cavar a vala da cozinha.
Aí eu tava no computador batendo uma punheta, quando chega o cara — vamos chamar ele de Javier — e me pede dinheiro pra comprar cigarro, pra não falar nada pro Carlos que depois ele me paga. Nisso eu levanto da cadeira e o cara me dá um tapinha na barriga, não dei bola e o maluco foi comprar. Aí chega o Carlos e pergunta por ele, respondo que ele falou que ia comprar cigarro, mas eu já tinha dito antes que no bairro respeitava a sesta e não tinha nada perto.
Carlos: "Ah, então agora esse otário vai se perder por uma hora e meia."
Eu: "Não se estressa, trabalharam a manhã toda pesado."
Carlos: "Que merda, se destruíram tudo com o martelo elétrico, se fosse na mão era outra história. Quando ele voltar, manda me ligar que tenho que avisar o que fazer amanhã."
Eu: "Fechou, assim que chegar eu falo."
Nisso o Javier volta uns 45 minutos depois, sem camisa, mostrando um lombo marcado, peitoral e abdômen, costas largas, dava pra ver que veio sem camisa porque tava suando. Quando ele ia entrar pra vestir a camiseta, eu falo: "Não me incomoda se você ficar sem camisa, se tá confortável e com calor." E ele me toca a barriga de novo. Aí já achei estranho, ninguém fica tocando a barriga de outro cara que mal conhece. Passo o recado e ele liga. Aí ele fala que vai embora, mas volta amanhã. A gente se despede, ele volta pra pegar as coisas no quintal: mochila, óculos, etc. Quando passa pela porta, me dá outro tapinha na pança com a parte de cima da mão.
Primeiro fiquei sem graça, não dei bola na hora, mas depois comecei a ficar bolado. Devo dizer que quando pequeno sofri uma tentativa de abuso, e por isso agora uso roupa bem larga, mesmo tendo o lombo todo marcado de anos de academia. meu corpo só mostro na intimidade, nem foto eu tiro. E tava pensando se esse cara me tocava achando que eu era gordo mórbido e agora sou magro. E as poucas fodas que tive com caras foram conhecidos, em situações pontuais íntimas que rolaram por acaso e tesão.
Por causa do trampo, fiquei 5 dias sem ver nenhum dos trabalhadores, eu saía cedo pra trabalhar e chegava de noite, e sempre meu pai dava uma mão, passando as chaves pro Carlos e vice-versa.
No sexto dia chego e tão todas as valas cavadas a ponto de, se um ladrão fosse magrinho, dava pra passar pelo buraco e entrar na minha casa. Trombei com o pedreiro que os colegas diziam ter a pica grande, que ofereciam o cavalete, e ele fala:
Oscar: e aí, mano, agradece tua mãe pela comida, e hoje à noite, se tiver alguém pra ficar, melhor, porque isso aqui tá aberto como cê vê.
EU: mas não dá pra botar alguma coisa?
Oscar: se quiser, a gente encaixa os canos e bota umas pedras aqui na frente pra não aparecer a luz, é melhor não acender.
EU: que merda, não vou pregar o olho.
Oscar: arruma uma puta e fode a noite inteira, se entrar um ladrão, divide com ele, que com certeza pagam meio a meio, hahaha.
EU: tomara, desde que me mudei pra cá, tô numa seca do caralho.
Oscar: ah, nisso aí não posso te ajudar.
EU: heeeee, Oscarcito, uma ajuda pro amiguinho, apontando pra pica.
Oscar: que filho da puta você é, liga pra Manuela (punheta), atende 24 horas e 365 dias por ano, é só avisar que ela, bem gaúcha, te ajuda.
EU: naaaaa, já dei entrada VIP, hahaha.
Oscar: que filho de uma puta você é, bom, amanhã vem alguém, mas não sei quem.
EU: beleza, eu saio cedo, mas volto mais ou menos umas 13.
No outro dia, tô saindo cedo pro trampo e trombo com Javier na porta. Ele passou a mão na minha barriga de novo e me contou que ficou com uma gatinha (mina, mulher) e gastou toda a grana (dinheiro), se eu podia deixar algo pros cigarros e pra comer. Dei as chaves pra ele, avisei que meu pai ia vir, que deixava o mate preparado e tinha umas Contas do dia anterior que meu velho ia trazer a comida do almoço.
Já no trampo, não parava de pensar no cara e dar em cima pra ver se ele tava a fim e meter uma trepada. Nisso, tava no banheiro do trampo mijando e toca o celular (o aparelho) meu velho, atendo e era a voz do Javier avisando que meu velho tinha esquecido o celular carregando.
Aí aproveitei e puxei um papo, pedi pra ele contar como foi a noite dele e falei: "não dá detalhes pesados porque você me pegou com a pica na mão mijando" – ele começa a rir e me conta como a mina era gostosa, pelos detalhes, uma modelo russa no mínimo.
Quando voltei pra casa, tava todo mundo subindo na caminhonete do Carlos e ele fala: "vamos bem com a obra, agora é só esperar a inspeção que tá tudo certo e a gente continua" – nisso, meu velho chega, começa a falar com o Carlos e eu entro em casa indo pro banheiro, onde encontro o Javier saindo com ferramentas e ele me diz:
Javier: "te notei com vontade de foder"
EU: "é, tô com inveja de quem tá comendo"
Javier: "que pica que você é"
EU: "bom, pergunta e não quer acreditar, problema seu, tão te esperando lá fora"
Os dias foram passando, o inspetor nem sinal de aparecer. Eu com a casa parecendo um queijo suíço de tantos buracos, já tinha passado uma semana e nada. Liguei pro Carlos e pedi pra ele resolver isso, porque eu quase não conseguia dormir de medo de alguém entrar e dos cachorros dos vizinhos que latiam a noite toda.
Lembro que saí naquele fim de semana, meu velho deu uma força pra ficar cuidando da casa. Voltei no outro dia à tarde depois de um after, me deitei e apaguei de vez, a ponto de que na segunda-feira não fui trabalhar e tinha todos os peão trabalhando na casa.
Acordei com uma ressaca da puta que pariu, um humor de merda e fui pro banheiro mijar quando cheguei lá, metade do banheiro tinha sumido – não tinha mais piso, nem vaso. Fui pro quintal procurar alguma coisa e encontro o Javier no tanque e ele me diz:
Javier: "e aí, mestre, beleza? EU: segurando minha pica, falo -por que não tá olhando pra minha cara então-
Javier: se liga, mano, porque vou te encher de porrada.
Eu: chupa minha pica, seu otário.
Nisso o cara levanta pra vir pra cima de mim, Carlos, que tava ouvindo nossa conversa, interveio, mandou ele trabalhar lá fora e começou a falar comigo, perguntando o que tava rolando e um monte de merda. Deixei ele falando, peguei um balde, fechei a porta do lavandouro e mijei. Meu velho chegou e perguntou por que eu tava tratando todo mundo mal, me colocou no carro e me levou pra casa dele, onde continuei dormindo até terça-feira.
Nisso fui trabalhar, um puta tédio, e encontro o Javier indo pra minha casa. Ofereci carona e ele nem ligou, seguiu o caminho dele. Fui do lado dele falando e ele não respondia nada. Aí falei: hoje volto umas 17, me espera e a gente resolve isso na malandragem, senão você se caga. Depois de falar isso, acelerei a moto e fui embora.
Quando voltei às 17, ele tava me esperando. Começamos a nos provocar: "qual é o seu problema, seu viado de merda?" e começamos a trocar porrada. Nisso ele desvia de um gancho, se jogando pra trás, perde o equilíbrio quando enfia uma das pernas no buraco do cano e bate feio a cabeça. Paramos de brigar e levei ele pra um posto de saúde, que nos encaminhou pra um hospital.
Disseram que tava tudo bem, mas que se ele tivesse vômito ou tontura, não dormisse e voltasse pro hospital.
Levei ele pra casa dele, ele morava numa pensão, alugava um quarto tipo kitnet, mas menor.
Nisso ele senta, me agradece e vejo a intenção dele de tocar minha barriga, então pego a mão dele e levo direto pro meu volume e faço pressão pra ele sentir bem.
Javier: para, pica, o que cê tá fazendo?
Eu: nada, enquanto ele continuava puxando a mão.
Javier: para, otário, eu não curto viado.
Eu: me responde alguma coisa e eu solto.
Javier: vou te acertar (bater).
Eu: a partir de hoje, você pode apertar minhas bolas com toda sua força e me fazer torcer de dor, e deixa elas aí só reclamando, e soltei a mão dele.
Javier: para de viajar, mano, isso é coisa da sua cabeça.
Eu: ele Olhava nos olhos sem dizer nada, levantei a camiseta e coloquei a gola atrás da nuca pra ela ver de uma vez por todas meu abdômen e peitoral, e desabotoei a calça mostrando meio volume. Só a calça segurava nas nádegas, mas um passo a mais e caía. Então falo:
Eu: Isso acontece uma vez e não se repete.
Javier: Para, cock, não sou viado, que porra você cheirou?
Dei uns passos pra chegar mais perto. Ele esticou a mão, apoiando no meu abdômen pra impedir meu avanço, e a calça caiu de vez, deixando ver uma cueca preta com listras cinzas e um volume que começava a inchar devagar. Aquela cena ficou num silêncio absoluto, só dando espaço pra respirações ofegantes e a tensão do momento.
Continuei tentando avançar, a mão dele apoiada e o braço esticado ainda me impediam. Apoiei minha mão na dele e fui arrastando pra baixo. Parte da cueca começou a descer, mostrando meus pelos pubianos até deixar toda minha cock à mostra, ainda dormindo mas num estado molenga. Com a mão livre, peguei suavemente na nuca dele e com a outra terminei de afastá-lo do meu corpo, conseguindo me aproximar mais de Javier a ponto de sentir o ar quente da respiração dele na minha cock.
Eu estava prestes a soltá-lo quando ele abaixou um pouco a cabeça e, com a ajuda do nariz, levantou minha cock e a levou à boca. Apertou com os lábios o prepúcio e começou a me dar a melhor punheta de boca que já experimentei até agora. Não sei se curtia mais pelo momento vivido ou porque o cara manjava e fazia como os melhores.
Sem ele parar de chupar, comecei a tirar a camiseta dele, e ele foi tirando o resto, ficando só de cueca rosa com detalhes de costura preta. Eu já tava com a cock duríssima, então indiquei com um movimento que ele subisse, chupando meu abdômen e peitoral até beijar minha boca. Quando já estava de pele, encostei ele na parede e, sem parar de beijar, esfregava minha cock naquele volume. Ficou duro de tanta siririca. Virei ele e, enquanto a gente continuava transando, passei a rola naquele cuzinho de pêssego. Comecei a descer beijando as costas dele até tirar a cueca por completo e comecei a morder aquele rabo duro, lisinho, sem nada a dever pros booties dos jogadores de futebol. Só aí percebi que tava banhado pelo cheiro de sabonete da bunda dele — esse moleque tava pedindo guerra. Abri aquele cu como Moisés abriu as águas e enfiei pra dilatar aquele cuzinho estralado ao máximo, passando os dedos de vez em quando. Quis continuar a foda na cama, mas ela rangia demais, então jogamos o colchão no chão.
Coloquei ele de bruços e abri as pernas dele pra continuar chupando a bunda. Às vezes ele se contorcia de prazer, sinal de que tudo tava indo bem. Comecei a subir pelo cu dele, seguindo a coluna, até ficar completamente por cima, apoiando a rola quase na porta do cu dele.
Comecei a beijar a nuca dele e soprar ar quente na orelha, e fui enfiando de pouco em pouco. Senti que a cabeça inteira da minha pica tava enterrada naquele cu. Aos poucos, fui enfiando mais e mais até minhas bolas baterem.
Deixei aquele rabo se acostumar e fiz movimentos suaves. Quando me senti livre pra agir, comecei a bombar devagar até pegar o ritmo. Quando sentia que ia gozar de uma vez, parava e falava pra ele como tava sendo foda, que não acreditava que sentia tanto prazer com um cara. Quando a sensação passava, voltava a meter.
Fomos trocando de posição conforme eu metia mais à vontade. Peguei ele de quatro, pernas no ombro — sentia que minha porra era um fogo prestes a jorrar, e eu adiava aquele momento cada vez menos. Então levantei ele, apoiei minhas costas na parede e, sentado, ele começou a me cavalgar. Peguei a rola dele pra bater uma e percebi que ele já tinha gozado, então continuei punhetando. Seguimos uns minutos assim, transando, cavalgando e batendo punheta, até que senti um jato fervendo na minha. peito e com mais três sentadas gozei dentro dele, senti que soltei um rio de lava e pela minha coluna um arrepio e tremor que raramente experimentei, virei ele de novo no colchão, ele de costas e eu por cima, terminamos transando e mordendo os lábios um do outro, tirei a pica do cu dele e ele ficou aberto, meti três dedos sem problema.
Olhei pra minha pica pensando que estaria suja, pra minha surpresa limpa, mas vermelha como pimentão, já que tava tudo em ordem, me animei a dar a pica pra ele chupar, e ele chupou tipo canudinho, tentando extrair as últimas gotas de esperma que me provocaram, fazendo eu ter uns microespasmos de novo.
Foi uma das experiências mais loucas e arriscadas da minha vida, foi o primeiro cara que comi logo depois de conhecer. Espero que essa história real tenha sido do agrado de vocês e que o tipo de narração tenha sido agradável.
Bom, muito obrigado a todos que passaram pra ler esse relato.
Desde moleque, sempre tive a ideia de me independizar por motivos de não gostar de cumprir ordens: acordar em tal hora, não voltar depois da 1:30, proibido trazer mulher, fazer bagunça, etc. Na real, sempre quebrei as regras e meus pais tinham me dado um ultimato, ainda mais quando me pegaram três vezes fudendo em casa, a ponto de me tirarem a chave da casa dos meus pais. Eu tava trabalhando com um tio, o irmão mais novo da minha mãe, que montou uma empresa de mudanças. A ponto de eu ser um dos 10 funcionários dele, ganhava bem, então bancava qualquer mimo em roupa, balada, motel, férias, algum eletrônico, etc.
A putaria de morar com meus pais acabou quando, em vez de buscar meu irmão de 9 anos na escola, eu tava com uma ex-colega de colégio num parque, me esquentando no carro dos meus pais, e um tira nos pegou. Depois de ouvir o sermão do meu velho por me tirar da polícia, sobre falta de maturidade, responsabilidade, etc., eu tinha que sair de casa, sem chance. Minha mãe queria que eu alugasse, e meu pai, pra evitar mais rolo com estranhos, queria me ajudar a construir algo ou comprar algo pra reformar. A questão é que meu pai me ajudou a pagar um crédito pela casa onde meu avô morou antes de morrer, que ele alugava. Ficava no cu do judas de qualquer balada, supermercado, trampo, da casa dos meus pais — até tinha que andar cinco quarteirões se quisesse pegar um busão. A casa é térrea, pequena, 3 quartos, cozinha, sala de jantar, lavanderia, um quintal decente e um banheiro. Precisava de uma reforma urgente porque tinha cara (estilo) de casa dos anos 60, mas modelo 80, com teto baixo. Meu velho me segurou e só fizemos uma desinfecção e pintura.
Tava tudo tranquilo, eu super independente, aprendendo a lavar roupa suja quando não sobra uma limpa kkkk, aprendendo a cozinhar porque delivery te deixa liso na semana, aprendendo a limpar mais quando sua mãe aparece de surpresa no primeiro mês e entra gritando: "AI NÃOOOOOOOOOOOOOO RAUL, SEU FILHO É UM DOENTE DE SUJO. FALA ALGO PELO AMOR DE DEUS!" kkkk, a véia é foda.
A primeira coisa que quebrou na casa foram os fios. Tinha TAMPÕES, rapaziada, não são os da tomada, são os da luz da época de Maria Castanha. Se eu tomasse banho, tinha que desligar a geladeira ou apagar o ar, senão ficava no escuro. No verão, você fuma até sair pelado pra trocar; no inverno, nem fodendo você sai kkkk. Tive que pagar uma instalação completa: quadro novo, disjuntor, DR, etc. Custou um olho da cara e metade do outro. Aí entendi por que roubam cobre pra vender.
A segunda coisa que quebrou foi — segura essa, rapaziada — de novo a FOSSA NEGRA kkkk. Quis morrer, juro. Dar descarga com uns tolete que, em vez de descer, subiam pra te cumprimentar kkkk. Que filhos da puta, pelo amor de Deus, tô me mijando de rir lembrando. Espero que vocês estejam curtindo até aqui.
A história finalmente começa quando chamei o cara do caminhão de fossa e ele me disse que, por muitos anos sem esvaziar, tudo solidificou, e a fossa já era. Solução possível: fazer outra fossa ou me conectar à rede de esgoto.
Como eu tava pagando metade do conserto da luz, pra pagar tudo não tinha grana, e uma casa sem banheiro não serve pra nada. Então combinei com meu velho: eu pagava os materiais no cartão e ele pagava a mão de obra.
Consegui mil orçamentos diferentes, mas escolhi um cara que era quase o mais caro. mas trabalha bem, é limpo, rápido e, acima de tudo, se cerca de trabalhadores honestos — você pode deixar 10 centavos que ninguém encosta.
O Carlos foi na minha casa, me pediu os projetos etc., desenhou por onde passariam os canos. Eu achava que a fossa era só pro banheiro, mas não inclui também cozinha, lavanderia e chuveiro. Então todos os pisos da casa tiveram que ser quebrados.
Bom, chegou o dia da obra. Ele apareceu com três caras de uns 30 anos e um guri de 18 ou 20, todos muito gatos, cortes modernos, costões, um mais trincado que o outro e uns bundões de pêssego que faziam o pau pulsar na hora. Nesse dia, me ajudaram a mover todos os móveis e marcaram onde ia quebrar. No mesmo dia, quebraram todos os pisos — só faltava cavar e dar a profundidade certa pra inclinação correr os líquidos. Deixaram o banheiro por último, que era a única coisa que eu ainda podia usar. Não tinha pia, tanque, nada. Só podia um banho por dia, um mijão e, se desse pra não cagar, melhor.
Nesse dia, trabalharam das 7 da manhã até as 13 horas sem parar. Minha mãe deixou pra eu oferecer água, um refrigerante, frutas e sanduíches de milanesa pra preparar. Então ofereci o que tinha, eles aceitaram comer e beber, e compartilhei o almoço com eles. Foi uma puta risada com histórias de obra, zoação de futebol entre eles, os apelidos, piadas sobre as gatas (mulheres fáceis) que eles comiam por aí. Um deles pegou o celular e mostrou umas fotos de uma mina estilo roqueira que ele tava macetando. Nisso, o guri mais novo pediu pra ir no banheiro, e os outros retrucaram:
— É burro, você? Não percebe que o cara não pode cagar e você quer mijar? Vai mijar num balde — fala outro — bota o balde de 20 litros.
Então colocaram o balde num canto da garagem, que é aberta, e cada um foi lá mijar, antes de zoar quem tava urinando.
Pro guri, diziam: — A gente passa a pinça de depilar pra você segurar. — Passa outro e fala: — Passa o cavalete pra ele não molhar a cabeça com a urina do moleque. — Pra outro: Ele gritava "corta o barro que enche o balde", uma puta risada sem parar.
Nisso chega o Carlos e leva os 3 mais velhos pra pintar a casa de um idoso, e o cara ficou pra tirar os entulhos e começar a cavar a vala da cozinha.
Aí eu tava no computador batendo uma punheta, quando chega o cara — vamos chamar ele de Javier — e me pede dinheiro pra comprar cigarro, pra não falar nada pro Carlos que depois ele me paga. Nisso eu levanto da cadeira e o cara me dá um tapinha na barriga, não dei bola e o maluco foi comprar. Aí chega o Carlos e pergunta por ele, respondo que ele falou que ia comprar cigarro, mas eu já tinha dito antes que no bairro respeitava a sesta e não tinha nada perto.
Carlos: "Ah, então agora esse otário vai se perder por uma hora e meia."
Eu: "Não se estressa, trabalharam a manhã toda pesado."
Carlos: "Que merda, se destruíram tudo com o martelo elétrico, se fosse na mão era outra história. Quando ele voltar, manda me ligar que tenho que avisar o que fazer amanhã."
Eu: "Fechou, assim que chegar eu falo."
Nisso o Javier volta uns 45 minutos depois, sem camisa, mostrando um lombo marcado, peitoral e abdômen, costas largas, dava pra ver que veio sem camisa porque tava suando. Quando ele ia entrar pra vestir a camiseta, eu falo: "Não me incomoda se você ficar sem camisa, se tá confortável e com calor." E ele me toca a barriga de novo. Aí já achei estranho, ninguém fica tocando a barriga de outro cara que mal conhece. Passo o recado e ele liga. Aí ele fala que vai embora, mas volta amanhã. A gente se despede, ele volta pra pegar as coisas no quintal: mochila, óculos, etc. Quando passa pela porta, me dá outro tapinha na pança com a parte de cima da mão.
Primeiro fiquei sem graça, não dei bola na hora, mas depois comecei a ficar bolado. Devo dizer que quando pequeno sofri uma tentativa de abuso, e por isso agora uso roupa bem larga, mesmo tendo o lombo todo marcado de anos de academia. meu corpo só mostro na intimidade, nem foto eu tiro. E tava pensando se esse cara me tocava achando que eu era gordo mórbido e agora sou magro. E as poucas fodas que tive com caras foram conhecidos, em situações pontuais íntimas que rolaram por acaso e tesão.
Por causa do trampo, fiquei 5 dias sem ver nenhum dos trabalhadores, eu saía cedo pra trabalhar e chegava de noite, e sempre meu pai dava uma mão, passando as chaves pro Carlos e vice-versa.
No sexto dia chego e tão todas as valas cavadas a ponto de, se um ladrão fosse magrinho, dava pra passar pelo buraco e entrar na minha casa. Trombei com o pedreiro que os colegas diziam ter a pica grande, que ofereciam o cavalete, e ele fala:
Oscar: e aí, mano, agradece tua mãe pela comida, e hoje à noite, se tiver alguém pra ficar, melhor, porque isso aqui tá aberto como cê vê.
EU: mas não dá pra botar alguma coisa?
Oscar: se quiser, a gente encaixa os canos e bota umas pedras aqui na frente pra não aparecer a luz, é melhor não acender.
EU: que merda, não vou pregar o olho.
Oscar: arruma uma puta e fode a noite inteira, se entrar um ladrão, divide com ele, que com certeza pagam meio a meio, hahaha.
EU: tomara, desde que me mudei pra cá, tô numa seca do caralho.
Oscar: ah, nisso aí não posso te ajudar.
EU: heeeee, Oscarcito, uma ajuda pro amiguinho, apontando pra pica.
Oscar: que filho da puta você é, liga pra Manuela (punheta), atende 24 horas e 365 dias por ano, é só avisar que ela, bem gaúcha, te ajuda.
EU: naaaaa, já dei entrada VIP, hahaha.
Oscar: que filho de uma puta você é, bom, amanhã vem alguém, mas não sei quem.
EU: beleza, eu saio cedo, mas volto mais ou menos umas 13.
No outro dia, tô saindo cedo pro trampo e trombo com Javier na porta. Ele passou a mão na minha barriga de novo e me contou que ficou com uma gatinha (mina, mulher) e gastou toda a grana (dinheiro), se eu podia deixar algo pros cigarros e pra comer. Dei as chaves pra ele, avisei que meu pai ia vir, que deixava o mate preparado e tinha umas Contas do dia anterior que meu velho ia trazer a comida do almoço.
Já no trampo, não parava de pensar no cara e dar em cima pra ver se ele tava a fim e meter uma trepada. Nisso, tava no banheiro do trampo mijando e toca o celular (o aparelho) meu velho, atendo e era a voz do Javier avisando que meu velho tinha esquecido o celular carregando.
Aí aproveitei e puxei um papo, pedi pra ele contar como foi a noite dele e falei: "não dá detalhes pesados porque você me pegou com a pica na mão mijando" – ele começa a rir e me conta como a mina era gostosa, pelos detalhes, uma modelo russa no mínimo.
Quando voltei pra casa, tava todo mundo subindo na caminhonete do Carlos e ele fala: "vamos bem com a obra, agora é só esperar a inspeção que tá tudo certo e a gente continua" – nisso, meu velho chega, começa a falar com o Carlos e eu entro em casa indo pro banheiro, onde encontro o Javier saindo com ferramentas e ele me diz:
Javier: "te notei com vontade de foder"
EU: "é, tô com inveja de quem tá comendo"
Javier: "que pica que você é"
EU: "bom, pergunta e não quer acreditar, problema seu, tão te esperando lá fora"
Os dias foram passando, o inspetor nem sinal de aparecer. Eu com a casa parecendo um queijo suíço de tantos buracos, já tinha passado uma semana e nada. Liguei pro Carlos e pedi pra ele resolver isso, porque eu quase não conseguia dormir de medo de alguém entrar e dos cachorros dos vizinhos que latiam a noite toda.
Lembro que saí naquele fim de semana, meu velho deu uma força pra ficar cuidando da casa. Voltei no outro dia à tarde depois de um after, me deitei e apaguei de vez, a ponto de que na segunda-feira não fui trabalhar e tinha todos os peão trabalhando na casa.
Acordei com uma ressaca da puta que pariu, um humor de merda e fui pro banheiro mijar quando cheguei lá, metade do banheiro tinha sumido – não tinha mais piso, nem vaso. Fui pro quintal procurar alguma coisa e encontro o Javier no tanque e ele me diz:
Javier: "e aí, mestre, beleza? EU: segurando minha pica, falo -por que não tá olhando pra minha cara então-
Javier: se liga, mano, porque vou te encher de porrada.
Eu: chupa minha pica, seu otário.
Nisso o cara levanta pra vir pra cima de mim, Carlos, que tava ouvindo nossa conversa, interveio, mandou ele trabalhar lá fora e começou a falar comigo, perguntando o que tava rolando e um monte de merda. Deixei ele falando, peguei um balde, fechei a porta do lavandouro e mijei. Meu velho chegou e perguntou por que eu tava tratando todo mundo mal, me colocou no carro e me levou pra casa dele, onde continuei dormindo até terça-feira.
Nisso fui trabalhar, um puta tédio, e encontro o Javier indo pra minha casa. Ofereci carona e ele nem ligou, seguiu o caminho dele. Fui do lado dele falando e ele não respondia nada. Aí falei: hoje volto umas 17, me espera e a gente resolve isso na malandragem, senão você se caga. Depois de falar isso, acelerei a moto e fui embora.
Quando voltei às 17, ele tava me esperando. Começamos a nos provocar: "qual é o seu problema, seu viado de merda?" e começamos a trocar porrada. Nisso ele desvia de um gancho, se jogando pra trás, perde o equilíbrio quando enfia uma das pernas no buraco do cano e bate feio a cabeça. Paramos de brigar e levei ele pra um posto de saúde, que nos encaminhou pra um hospital.
Disseram que tava tudo bem, mas que se ele tivesse vômito ou tontura, não dormisse e voltasse pro hospital.
Levei ele pra casa dele, ele morava numa pensão, alugava um quarto tipo kitnet, mas menor.
Nisso ele senta, me agradece e vejo a intenção dele de tocar minha barriga, então pego a mão dele e levo direto pro meu volume e faço pressão pra ele sentir bem.
Javier: para, pica, o que cê tá fazendo?
Eu: nada, enquanto ele continuava puxando a mão.
Javier: para, otário, eu não curto viado.
Eu: me responde alguma coisa e eu solto.
Javier: vou te acertar (bater).
Eu: a partir de hoje, você pode apertar minhas bolas com toda sua força e me fazer torcer de dor, e deixa elas aí só reclamando, e soltei a mão dele.
Javier: para de viajar, mano, isso é coisa da sua cabeça.
Eu: ele Olhava nos olhos sem dizer nada, levantei a camiseta e coloquei a gola atrás da nuca pra ela ver de uma vez por todas meu abdômen e peitoral, e desabotoei a calça mostrando meio volume. Só a calça segurava nas nádegas, mas um passo a mais e caía. Então falo:
Eu: Isso acontece uma vez e não se repete.
Javier: Para, cock, não sou viado, que porra você cheirou?
Dei uns passos pra chegar mais perto. Ele esticou a mão, apoiando no meu abdômen pra impedir meu avanço, e a calça caiu de vez, deixando ver uma cueca preta com listras cinzas e um volume que começava a inchar devagar. Aquela cena ficou num silêncio absoluto, só dando espaço pra respirações ofegantes e a tensão do momento.
Continuei tentando avançar, a mão dele apoiada e o braço esticado ainda me impediam. Apoiei minha mão na dele e fui arrastando pra baixo. Parte da cueca começou a descer, mostrando meus pelos pubianos até deixar toda minha cock à mostra, ainda dormindo mas num estado molenga. Com a mão livre, peguei suavemente na nuca dele e com a outra terminei de afastá-lo do meu corpo, conseguindo me aproximar mais de Javier a ponto de sentir o ar quente da respiração dele na minha cock.
Eu estava prestes a soltá-lo quando ele abaixou um pouco a cabeça e, com a ajuda do nariz, levantou minha cock e a levou à boca. Apertou com os lábios o prepúcio e começou a me dar a melhor punheta de boca que já experimentei até agora. Não sei se curtia mais pelo momento vivido ou porque o cara manjava e fazia como os melhores.
Sem ele parar de chupar, comecei a tirar a camiseta dele, e ele foi tirando o resto, ficando só de cueca rosa com detalhes de costura preta. Eu já tava com a cock duríssima, então indiquei com um movimento que ele subisse, chupando meu abdômen e peitoral até beijar minha boca. Quando já estava de pele, encostei ele na parede e, sem parar de beijar, esfregava minha cock naquele volume. Ficou duro de tanta siririca. Virei ele e, enquanto a gente continuava transando, passei a rola naquele cuzinho de pêssego. Comecei a descer beijando as costas dele até tirar a cueca por completo e comecei a morder aquele rabo duro, lisinho, sem nada a dever pros booties dos jogadores de futebol. Só aí percebi que tava banhado pelo cheiro de sabonete da bunda dele — esse moleque tava pedindo guerra. Abri aquele cu como Moisés abriu as águas e enfiei pra dilatar aquele cuzinho estralado ao máximo, passando os dedos de vez em quando. Quis continuar a foda na cama, mas ela rangia demais, então jogamos o colchão no chão.
Coloquei ele de bruços e abri as pernas dele pra continuar chupando a bunda. Às vezes ele se contorcia de prazer, sinal de que tudo tava indo bem. Comecei a subir pelo cu dele, seguindo a coluna, até ficar completamente por cima, apoiando a rola quase na porta do cu dele.
Comecei a beijar a nuca dele e soprar ar quente na orelha, e fui enfiando de pouco em pouco. Senti que a cabeça inteira da minha pica tava enterrada naquele cu. Aos poucos, fui enfiando mais e mais até minhas bolas baterem.
Deixei aquele rabo se acostumar e fiz movimentos suaves. Quando me senti livre pra agir, comecei a bombar devagar até pegar o ritmo. Quando sentia que ia gozar de uma vez, parava e falava pra ele como tava sendo foda, que não acreditava que sentia tanto prazer com um cara. Quando a sensação passava, voltava a meter.
Fomos trocando de posição conforme eu metia mais à vontade. Peguei ele de quatro, pernas no ombro — sentia que minha porra era um fogo prestes a jorrar, e eu adiava aquele momento cada vez menos. Então levantei ele, apoiei minhas costas na parede e, sentado, ele começou a me cavalgar. Peguei a rola dele pra bater uma e percebi que ele já tinha gozado, então continuei punhetando. Seguimos uns minutos assim, transando, cavalgando e batendo punheta, até que senti um jato fervendo na minha. peito e com mais três sentadas gozei dentro dele, senti que soltei um rio de lava e pela minha coluna um arrepio e tremor que raramente experimentei, virei ele de novo no colchão, ele de costas e eu por cima, terminamos transando e mordendo os lábios um do outro, tirei a pica do cu dele e ele ficou aberto, meti três dedos sem problema.
Olhei pra minha pica pensando que estaria suja, pra minha surpresa limpa, mas vermelha como pimentão, já que tava tudo em ordem, me animei a dar a pica pra ele chupar, e ele chupou tipo canudinho, tentando extrair as últimas gotas de esperma que me provocaram, fazendo eu ter uns microespasmos de novo.
Foi uma das experiências mais loucas e arriscadas da minha vida, foi o primeiro cara que comi logo depois de conhecer. Espero que essa história real tenha sido do agrado de vocês e que o tipo de narração tenha sido agradável.
Bom, muito obrigado a todos que passaram pra ler esse relato.
1 comentários - O peão gostoso da obra que me fodeu