O seguinte evento aconteceu uma semana depois que comecei a transar com a Janet. Tava voltando pra casa depois da escola, morrendo de calor. Quando faltavam umas quadras pra chegar, ouvi uma voz do meu lado: "Oi, Adriancito". Virei a cabeça e lá estava a Nadia, no uniforme do último ano do ensino médio, com uma saia curta azul-marinho e uma camisa de botão branca com o logo da escola. Ela tava muito gostosa, como sempre. "Oi, Nadia, vejo que também saiu da aula, não é meio cedo pra você?" Ela disse que era o fim do semestre e que cada dia que passava tinha menos coisa pra fazer, só entrega de trabalhos e provas. "Bom, isso é ótimo, mais tempo livre. Por que não foi dar uma volta com as amigas ou com o namorado?" Ela explicou que o namorado tava ocupado com os trabalhos finais e que preferia ir pra casa. Aí fomos caminhando até chegar na minha casa. Falei: "Bom, a gente se vê." Então ela disse: "Posso entrar um momento? Queria falar com você sobre uma coisa." "Tá bem, não tenho nada pra fazer e tô entediado de ficar sozinho." Na real, queria aproveitar o tempo pra bater uma punheta, mas não dava pra simplesmente mandar a Nadia embora, afinal sou o vizinho gente boa. Abri a porta com a chave e convidei ela pra entrar, ofereci algo pra beber, ela aceitou um copo d'água. Falei que na sala a gente ficaria mais confortável, liguei o ar condicionado. Convidei ela pra sentar onde quisesse. A gente tinha uma sala de três peças: um sofá individual, um de dois lugares e um de três. Sentei no individual e ela no de dois, bem na minha frente. "Bom, tô todo ouvidos. Do que você quer falar?" "A Janet me contou que você ajudou ela a instalar o computador na semana passada." "Ah, sim", falei, "eu ajudei ela." E de quebra abri a buceta dela, pensei. "Em parte, vim agradecer pela ajuda." "Não precisa, foi um prazer", falei. "Bom, também tem uma coisa que quero te perguntar. Naquele dia, você notou algo estranho na Janet? Ela tava se comportando muito... Raro, mesmo com o computador novo, ela quase não mostrou interesse e foi dormir bem cedo, mesmo sendo o dia de folga dela e teoricamente não ter feito nada. No dia seguinte, notei que ela tava andando meio estranho. Cê sabe se aconteceu alguma coisa com ela? Bom, eu falei, não notei nada de estranho naquele dia. Ela franziu a testa e perguntou: "Tem certeza?" O jeito dela me deixou nervoso, e mesmo tentando me controlar, gaguejei um pouco e falei: "S-sim, certeza." "Tá bom", disse a Nadia, cruzando as pernas e os braços. "Olha, eu sei que alguma coisa rolou." "Não sei do que você tá falando, Nadia." Ela parecia cada vez mais irritada, e eu tava meio desconfortável. Naquele dia, eu cheguei em casa mais cedo, e não vou dizer que te vi, porque não é verdade. A porta tava fechada, e eu pensei que a Janet tivesse com o namorado ou algo assim. Mas ouvi uma voz muito familiar saindo do quarto. "É mesmo?" "Sim", disse a Nadia, me encarando. Eu tava muito nervoso, não sabia como reagir, nem o que a Nadia ia me pedir em troca do silêncio dela, mas continuei me fazendo de bobo. "De quem era a voz? Era você, Adrianzinho, não se faz de bobo. Eu ouvi você falando um monte de putaria pra minha irmã. O que mais me surpreendeu foi que ela tava entrando na sua onda. Como é possível? Ela é bem mais velha que você." Naquele momento, me toquei que a Nadia tava controlando a situação, e isso dava uma vantagem enorme pra ela. Então, resolvi arriscar uma parada ousada, mas se funcionasse, eu poderia sair dessa de boa. "Ok, Nadia, ok, era eu. Transei com a Janet, mas não forcei nada. Além disso, sua irmã já é bem grandinha e sabe o que faz." A Nadia franziu a boca e parecia realmente puta. Acho que ela tava esperando que eu ficasse quieto e levasse uma bronca. "Não sei qual é o problema. Se você quer me dedurar pra minha mãe ou algo assim, sugiro que primeiro pense no problema que isso ia causar pra sua irmã." "Não", ela disse, "não tenho intenção de te dedurar, não sou burra. Isso pode virar um escândalo, e não quero que por causa da puta da minha irmã eu também seja castigada por não ter falado nada. ter denunciado ela no mesmo dia. O que eu quero é entender o que aconteceu, como é que um adolescente imberbe como você conseguiu comer uma mulher como a minha irmã. Do que você tá falando, Nadia? Não sou cega, Adrianinho, eu sei que minha irmã é muito gostosa e tem um corpo do caralho. Ela pega qualquer homem que quiser, e eu sei disso porque no final ela sempre acaba me contando tudo. O que me irrita é que, mesmo eu tendo dito que sabia que ela tinha transado naquele dia, ela se recusou a me contar com quem e ainda negou tudo, até eu falar que tinha ouvido ela. Ela me disse qualquer merda, mas não me falou com quem. Se eu não tivesse te ouvido, não teria descoberto que foi você. Agora quero que você me conte como enganou minha irmã pra transar com você. O tom dela era enérgico e autoritário. Quero deixar uma coisa clara, Nadia: eu não enganei sua irmã. Foi totalmente por vontade dela, sem nenhum tipo de chantagem. Vamos supor que seja verdade, como é que você conseguiu convencer ela? Cruzei os braços e falei: sério, você quer saber como convenci sua irmã a transar comigo? Sim, ela disse com segurança. Mostrei meu pau. O que você tá dizendo, degenerado? O que você ouviu: convenci sua irmã a olhar meu pau e, depois disso, ela não conseguiu resistir, implorou pra deixar ela tocar. Você tá mentindo, ela disse, meio perturbada. Ah não, a situação toda me excitou e eu já tava com uma ereção. Fiquei de pé na frente dela, o que fez ela recuar no sofá, como se afastando. O que você tá fazendo? ela perguntou, meio nervosa. Vou te mostrar que não tô mentindo. Abri o zíper da minha calça e, enquanto tirava meu pau, Nadia tentou fugir. Segurei ela com o braço livre e com o outro tirei o pau. Olha, falei, olha bem. Não, me solta, pervertido. Quando Nadia viu meu pau completamente duro, arregalou os olhos e continuou mandando eu soltar ela. Então soltei o braço dela e segurei a cabeça dela firmemente com as mãos. E falei: olha bem. Isso. foi o que eu meti na sua irmã e sabe o que mais? Eu curti pra caralho. Aí percebi que a parada tava ficando séria demais e decidi que o melhor era soltar ela. Soltei e comecei a me desculpar, quando ela se levantou e falou: "você é um filho da puta" e me deu um tapa na cara. Eu tava pensando no que fazer e como agir quando ela disse: "mas você tem um pauzão grosso", falou enquanto apertava ele com uma das mãos. A situação toda parecia inacreditável, eu sabia que a Nadia tinha namorado, porque já tinha visto eles juntos umas vezes, então não achei que ela fosse agir daquele jeito. Aí falei: "vamos pro meu quarto, aqui pode aparecer alguém". Subimos rápido pro meu quarto, verdade que nem lembro como chegamos lá, assim que entramos tranquei a porta, não queria mais surpresas. Peguei a Nadia pela cintura e beijei ela do jeito mais safado que consegui, minha língua se mexeu na boca dela com firmeza e rapidez, acariciando o céu da boca, igual aprendi depois de muito praticar. Enquanto beijava, amassava os peitos dela, ela se afastou e falou: "já sei que não são iguais aos da minha irmã, mas são bem firmes", aí desabotoou a blusa, tirou a camiseta e depois o sutiã, jogando tudo no chão do meu quarto. Antes dela tirar a saia, falei: "espera, quero te comer com a saia". Ela sorriu e disse: "nossa, você é um pervertido, hein, Adrián". Abracei ela por trás e falei enquanto encostava o pau na bunda dela e amassava os peitos: "vi que você ouviu por aí que não gosto que me chamem de Adrianzinho". "Sim, ouvi bem alto e claro, custou a virgindade do cu da minha irmã e eu não quero fazer nada que te incomode." "Bom", falei apertando os bicos duros dela, "você me deu um tapa, acho justo me compensar por isso, putinha." Beijei o pescoço dela e ela gemeu quando minha mão foi por baixo da saia e começou a brincar com a bucetinha dela ainda coberta por um short. de lycra além da calcinha dela. Tira o short e a calcinha, sentei na minha cama, tirei a calça e a camiseta, enquanto a Nadia se requebrava na minha frente de costas pra mim, enfiou as mãos por baixo da saia e tirou o short com a calcinha junto. Abaixa um pouco, sem dobrar os joelhos, como se fosse pegar alguma coisa, espera, melhor ainda, pega a blusa do teu uniforme e veste, sem abotoar. A vista era muito boa, a bunda da Nadia era muito linda, não era carnuda como a da irmã dela, mas era muito melhor do que eu podia esperar. Os lábios da buceta começavam a brilhar de tesão, aí ela se virou e com um olhar de colegial inocente disse, assim que você gosta, Adrián. Foi perfeito, vem aqui que eu quero chupar sua bucetinha gostosa. A Nadia se aproximou, me beijou e acariciou meu pau por um momento, depois se deitou com as pernas abertas me mostrando sem nenhuma vergonha a ppk dela. A ppk dela era mais depilada que a da irmã, só tinha um bigodinho na parte de cima, o que dava um aspecto mais provocante. Cheirei o melzinho dela e o aroma me deixou ainda mais tarado, me joguei como um cachorro sedento pra lamber e chupar com fúria. Issooooo Adrián, me chupa, me come, mmmmmm se meu namorado soubesse fazer isssooooooo, você é um animal. A cintura dela subia e as mãos dela me empurravam, coloquei meus dedos em ação e comecei a masturbar ela enquanto lambia e chupava o clitóris dela, que era grande e grosso. Aí, aí sua puta, não para não, caralho, vou gozaaaaaaaaaaaaaaaaaar. A Nadia gozou, diferente da irmã dela o melzinho foi menos e o orgasmo não deixou ela totalmente fora de combate. Ela respirava ofegante mas parecia ter energia pra continuar, então eu falei. Agora sim puta, você vai ver o que é uma boa pica, não igual a que teu namorado te dá. Sim, Adrián, por favor enfia em mim, ela mesma separou os lábios da buceta com a mão, a visão era das mais pornográficas, a saia levantada sem calcinha, a blusa meio vestida, o rosto vermelho e o cabelo bagunçado. Eu gostaria de poder Te gravar em vídeo, você parece super puta. Sou super puta e não se preocupa, se você fizer metade do bem que fez pra minha irmã, você e eu vamos ser muito amigos. Sorri e comecei a meter meu pau na bucetinha dela, diferente da irmã, a Nadia foi mais corajosa, não fechou os olhos nem deixou transparecer se tava sofrendo, mesmo a bucetinha dela sendo bem apertada. Você é bem apertadinha, Nadia, seu namorado não te come ou o quê? Meu namorado não tem nem metade do grosso que o seu, seu filho da puta, empurra, me abre, deixa o corno ver que fui comida por um homem de verdade. Isso me deixou com muito tesão, então empurrei com força e senti a buceta dela ceder de boa vontade pro novo inquilino. Mmmmmm seu pau é uma delícia, filho da puta. Posso ser filho da puta, mas você agora é minha puta. Siiiiim, seu filho da puta, o que você quiser, mas não para. Continuei empurrando e falei: Agora você vai me contar o que ouviu no dia que comi sua irmã. Mmmm ouvi desde que você tava enfiando no cu dela, quando falou que aquele cu era seu e de mais ninguém. Mmmmmm puta que pariu, que gostoso me comer, fiquei com muito tesão naquele dia. Chamei meu namorado e fomos transar, mas ele não conseguiu me fazer gozar, nem comigo toda molhada, mete mais forte, fiquei uma semana me masturbando todo dia e quando te vi mais cedo não aguentei, decidi que tinha que te comer. Assim que ela falou isso, comecei a me mover mais rápido e ela começou a gemer e gemer até gozar pela segunda vez. Como eu já tava quase gozando, tentei sair e ela falou: "Aonde você vai?" e me abraçou com as pernas, me impedindo de sair. Quero que você goze dentro de mim, quero sentir seu gozo, não se preocupa com nada, tomo pílula. É isso que você quer? Então toma. Movi o quadril com mais força e terminei jorrando gozo dentro dela. A Nadia tava respirando muito ofegante, me deitei ao lado dela e ficamos nos beijando por uns minutos, aí lembrei que tinha que compensar o tapa e falei no ouvido dela: Me dá. Sua bunda. Mmmm, Adrian, você é um filho da puta mesmo, mas tem a melhor rola que já tive. Só por você ser quem é, vou deixar você estrear, mas com cuidado. Ela se levantou e, colocando as duas mãos na minha cama, rebolou a bunda ainda coberta pela saia. Que tesão me dava comer ela com o uniforme. Levantei a saia dela e acariciei as nádegas, eram umas bundinhas bonitas, pequenas, mas firmes e com carne boa. Com uma pequena pinta numa das nádegas. Comecei a beijar e acariciar aquela bunda, depois a lamber o cuzinho dela. Aos poucos, fui introduzindo meu dedo indicador, arrancando uns gemidos e suspiros dela. — Com cuidado, Adrian, dói um pouco. — Relaxa, putinha, vai ver como você vai gostar. — Pra quantas você já falou a mesma coisa, seu filho da puta? — Umas cinco, adoro arrombar cuzinhos. — E não duvido, vendo a grossura da sua pica mmmmm, é estranho mas tô gostando. — Espera um pouco, ainda precisa abrir mais. Comecei a masturbar a bucetinha dela, e quando tirei um pouco de meladinha, usei pra lubrificar o cu dela. Com isso e um pouco de paciência, consegui enfiar primeiro dois, depois três e finalmente quatro dedos. — Já tá aberto. Agora vamos ver se você é tão ou mais corajosa que sua irmãzinha. — Vai ver que sou melhor que a Janet, enfia em mim. Sem dizer nada, apontei minha rola e comecei a pressionar firme a bunda dela. Dessa vez não tinha espelho, então não pude ver a cara dela, mas a Nadia não soltou nem um gemido de reclamação. Quando a cabeça entrou, Nadia só soltou um "uff", então continuei pressionando e enfiando o resto do pau, devagar, até estar completamente dentro. — O que achou, putinha? Já tá com o cu aberto. — É incrível, não consigo explicar, me deixa com muito tesão sentir sua rola no meu cu, por favor, me come. Isso foi inesperado, geralmente recebo muitas reclamações e pedem pra tirar, e em alguns casos tentam se soltar na marra. — Se é isso que você quer, mexe sua bunda você mesma, vai, putinha, eu sei que você tá gostando do que sente. Então Nadia começou a balançar pra frente e pra trás devagar. A bunda dela tava apertada e quente, me apertava como se quisesse me espremer. A sensação era maravilhosa, me arrancava gemidos de satisfação. Nadia, ao ouvir minha reação, riu e começou a se mexer mais rápido enquanto dizia: "Você gosta de como eu como sua bunda, Adrianzinho?" Isso me irritou, então peguei ela pelos quadris e falei: "Quer saber como uma puta come? Agora você vai ver." E comecei uma fodida selvagem, metendo e tirando meu pau até a metade, e então Nadia começou a gritar e gemer. "Que que cê tá sentindo, puta? Que que cê tá sentindo ao ser comida por um homem de verdade?" "SIIIIIIIIIIIIIIIII, FILHO DA PUTA, ME COME! RACHA MINHA BUNDA! VOU GOZAR!" Como eu tinha acelerado muito as investidas e o ritmo, eu também cheguei no meu limite, então tirei ele todo e, de uma só enfiada, enfiei até o fundo e gozei a jatos. Nadia tava destruída, só respirava ofegante. Deixei meu pau dentro, sentia a bunda dela se contrair e me apertar, mas era óbvio que eu não ia ter outra ereção naquele dia. Tava exausto. "O que você achou, puta?" falei enquanto beijava a orelha dela e acariciava o cabelo. "Adorei, me diz que a gente pode repetir outro dia." "Claro que sim, puta. Agora sua bunda é minha e de mais ninguém, e posso te comer quando eu quiser." "Sim, igual à minha irmã, né? Hehe, claro, as bundinhas delas são todas minhas." "Você vai me obrigar a terminar com meu namorado?" "Não, você pode fazer da sua vida pessoal o que quiser, só tem que lembrar que esse rabo é meu. Entendeu?" "Sim, entendi bem. Só espero que minha mãe acredite que eu tô andando estranho porque caí." "Acho que Janet não vai acreditar nessa desculpa, mas problema dela por não me contar a verdade." Nadia se vestiu e eu também. Acompanhei ela até a porta, onde nos despedimos com um beijo de língua selvagem. "A gente se vê em breve, Adrián." Nadia foi embora andando como se tivesse caído de costas, a roupa dela meio amassada e o cabelo meio bagunçado. Comecei a pensar no fato de que nunca tinha comido duas irmãs e me perguntar se aceitariam um menage.
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