Hoje de manhã, meu marido saiu cedo.
Meu marido me disse que deixou uns papéis pro meu sobrinho entregar pra minha irmã. Eu já tava mais que tarada só de pensar que meu sobrinho vinha e a gente ia ficar sozinho.
Assim que ele foi embora, entrei no banheiro e me depilei pra ficar pronta pra ocasião. Quando saí do banho, ouvi a porta e sabia que era meu sobrinho, mas como tava pelada, corri pra pegar uma roupa e abrir a porta.
Vesti um robe transparente na altura da coxa, bem soltinho, daqueles que só amarram com um cinto na cintura, e fui na gaveta pegar uma calcinha fio dental branca, também transparente. Como eu ainda tava meio molhada da água, tudo grudou no meu corpo, então dava pra ver meus peitos e minhas pernas desenhados pelo robe, e a calcinha fio dental aparecia clarinho, minhas nádegas e até que eu tava depilada. A verdade é que eu queria me ver bem ousada.
Vesti a roupa, penteiei o cabelo rapidinho que tava encharcado e abri a porta. Virei de costas na hora, mas naquele segundo rápido eu vi a cara de incredulidade dele.
Agi com toda naturalidade, e ele andou rápido atrás de mim pra não perder a visão da minha bunda molhada grudada no robe transparente. Fui até a sala de jantar e estendi a mão com o envelope que deixaram pra ele, com as instruções do que fazer. Agora eu tava de frente pra ele. Ele tentava olhar pro envelope, mas não conseguia; ficava olhando de leve pra minha buceta, e eu me fazendo de sonsa.
Perguntei se ele queria café e fomos pra cozinha. Comecei a preparar o café, mas como meus peitões enormes balançavam quando eu andava, o robe de tecido tão fino foi soltando o cinto que amarrava, e o nó foi cedendo com o movimento e o peso das minhas tetas. E eu me fiz de sonsa. Tava com tanta vontade de deixar ele excitado... Sei que é errado, mas me faz sentir tão gostosa.
Me abaixei um pouco pra pegar o café e, mesmo sabendo que meu sobrinho Eu estava na porta da cozinha, ele me encarando descaradamente a bunda. Me inclinei de um jeito que o roupão subiu e ele pôde ver minha bunda toda à vontade. Na verdade, eu tava fingindo demência. Quando me endireitei, o nó do roupão não aguentou mais e se soltou, e bem nessa hora eu me virei em direção à geladeira, onde ele estava encostado, com a intenção de pegar café. Como eu tava com as mãos ocupadas — o café numa mão e a jarra da cafeteira na outra — o roupão ficou totalmente aberto na frente do meu sobrinho. Meus peitos empurravam o roupão pra um lado, então a calcinha fio dental aparecia claramente, naturalmente. Parei, olhei meu corpo e depois levantei a cabeça. Meu sobrinho tava literalmente babando, boca aberta, olhando meu corpo.
Ele se virou de costas e pediu desculpas. Eu acalmei ele, dizendo: "Não seja bobo, me faz um favor. Abotoa meu roupão, que eu tô nua na sua frente e com as mãos ocupadas."
Ele se virou rapidamente pra mim, mas agora com um sorriso safado. Dava pra ver o volume da calça dele inchado, e eu continuei como se nada. Falei: "Como se nunca tivesse me visto." Ele não sabia o que dizer, ficou parado me olhando com aquele sorriso cheio de tesão, enquanto eu segurava o café e a jarra com o roupão totalmente aberto na frente dele.
Cortei ele e falei: "Você não precisa dizer nada. Se não me incomoda, você não tem por que se sentir mal. Aliás, gostei muito e não sabia como te dizer que adoro quando você me olha. Seu tio nunca me satisfaz toda, então é o único jeito de eu ter prazer de mulher."
Agora meu sobrinho suava, eu tava molhada, então a transparência do fio dental ficava ainda mais evidente. Tinha formado uma mancha do meu líquido no clitóris, e eu continuava ali parada. Ele me olhava e agora se tocava descaradamente, tentando se dar prazer.
Eu falei: "Olha o que você fez." Ele se assustou. "Molhei toda a calcinha pensando em você se divertindo comigo. visão nua, então
coloquei o café e a cafeteira no balcão e estiquei os braços para trás,
meu roupão deslizou rápido pelo meu corpo até o chão e fiquei só de fio dental,
parei de prestar atenção nele e no que ele fazia e me preocupei com a mancha
no fio dental, me fazendo de sonsa. Olha o que você fez, respondi de novo,
fiquei toda molhada por sua culpa, você me deixou muito excitada e comecei a tirar o fio dental.
Ele estava se tocando a pica, mas não se atrevia a mais nada,
então aproximei a mão dele da minha buceta e fiz ele tocar, eu tava muito excitada e falei, olha do que você é responsável, ele tocava minha buceta molhada e eu tava em chamas,
ele tocou minha mão, era um roçar
suave, muito delicado, como de um amor platônico, eu estava nua completamente
na frente dele. Com força, mas com muita sutileza, me aproximei dele e pensei que
ia me beijar, mas não fez, em vez disso, com a outra mão enfiou direto
no meu clitóris e na minha racha, sem rodeios nenhum, e finalmente quebrou o silêncio dele,
entre baforadas de ar que ele pegava conseguiu articular: "Você tá mesmo molhada". Eu falei
claro que sim, tudo com muita naturalidade, e o que me irrita de estar molhada é
que não sei o que fazer, deixo o café pra você, peguei meu roupão e minha calcinha fio dental e fui pro meu quarto.
Entrei, mas deixei a porta aberta, eu apostava que ele ia
me seguir, me deitei na minha cama e comecei a me masturbar, quando fechei os olhos
calculei uns 5 minutos, quando abri, ele estava na frente da minha cama, pedi pra ele
fechar a porta e ele fechou, perguntei se ele queria provar e ele balançou a cabeça
afirmativamente e fiz sinal pro meu clitóris e falei me beija aqui
Queria ver a pica dele e chupar ela. Parei ele e falei pra
tirar a roupa e mais rápido que ligeiro ele tirou, tava com a pica dura,
a verdade é que me lembrou muito meu marido quando a pica dele era assim, era muito parecida, mas
não posso reclamar do meu marido nos momentos em que ele conseguiu enterrar o pau em mim, eu tinha aproveitado, então Sem rodeios, pedi pra ele meter em mim. O cara tava felizão e eu também. Ele tava encaixando aquela rola dura e quente, e eu tava gozando.
Pra ser sincera, não sentia remorso nenhum, só curtia a rola do meu sobrinho, que tava satisfazendo meus desejos carnais. Eu gozei, e gozei de novo, foi como estourar um balde d'água. Lembro que saiu muita porra, tava super quente.
Quando ele tava quase gozando e eu tinha que ir trabalhar, não quis que ele gozasse nas minhas tetas, então me ajoelhei e enfiei na boca. Fiquei chupando ele de cima pra baixo, com força, até cansar. Minha mandíbula tava doendo e aquele homem nada de gozar, a porra dele tinha travado. Aí decidi meter de novo, mas dessa vez eu fiquei por cima. Comecei a cavalgar ele de novo, ele me olhava com carinho e muito amor, e mexia nos meus bicos que estavam duros. Gozei mais uma vez, e meu sobrinho ainda não tinha acabado.
Ele percebeu que eu tava cansada e falou: "É que sou duro de gozar". E eu pensei: "Fabuloso, saiu até profissional". De novo, ele subiu em cima de mim e ficou ali uns 15 minutos até a gente estourar junto de novo. Foi realmente sensacional. Ele tirou a rola bem na hora que ia estourar, e me respingou até no rosto. Aquele homem tinha um monte de porra guardada. A rola dele pulsava e jorrava porra, me banhando toda, do rosto ao corpo, meus peitos, tudo coberto de porra dele, e eu sorria de satisfação vendo ele daquele jeito. Ele caiu em cima de mim e disse: "Quero te falar uma coisa". Coloquei o dedo na boca dele e falei: "Não fala nada, por favor, só não fala nada". Não queria ouvir o quanto ele me amava, ia me fazer sentir mal com isso, porque eu não sinto nada por ele, foi só uma questão de tesão meu. A verdade é que meu sobrinho me excita pra caralho e já tá virando costume transar com ele quando dá vontade.
Agora cheguei no escritório exausta. da foda que meu sobrinho me deu, me senti tão gostosa e tesuda por causa daquela transa, espero pontos e comentários, beijos
Meu marido me disse que deixou uns papéis pro meu sobrinho entregar pra minha irmã. Eu já tava mais que tarada só de pensar que meu sobrinho vinha e a gente ia ficar sozinho.
Assim que ele foi embora, entrei no banheiro e me depilei pra ficar pronta pra ocasião. Quando saí do banho, ouvi a porta e sabia que era meu sobrinho, mas como tava pelada, corri pra pegar uma roupa e abrir a porta.
Vesti um robe transparente na altura da coxa, bem soltinho, daqueles que só amarram com um cinto na cintura, e fui na gaveta pegar uma calcinha fio dental branca, também transparente. Como eu ainda tava meio molhada da água, tudo grudou no meu corpo, então dava pra ver meus peitos e minhas pernas desenhados pelo robe, e a calcinha fio dental aparecia clarinho, minhas nádegas e até que eu tava depilada. A verdade é que eu queria me ver bem ousada.
Vesti a roupa, penteiei o cabelo rapidinho que tava encharcado e abri a porta. Virei de costas na hora, mas naquele segundo rápido eu vi a cara de incredulidade dele.
Agi com toda naturalidade, e ele andou rápido atrás de mim pra não perder a visão da minha bunda molhada grudada no robe transparente. Fui até a sala de jantar e estendi a mão com o envelope que deixaram pra ele, com as instruções do que fazer. Agora eu tava de frente pra ele. Ele tentava olhar pro envelope, mas não conseguia; ficava olhando de leve pra minha buceta, e eu me fazendo de sonsa.
Perguntei se ele queria café e fomos pra cozinha. Comecei a preparar o café, mas como meus peitões enormes balançavam quando eu andava, o robe de tecido tão fino foi soltando o cinto que amarrava, e o nó foi cedendo com o movimento e o peso das minhas tetas. E eu me fiz de sonsa. Tava com tanta vontade de deixar ele excitado... Sei que é errado, mas me faz sentir tão gostosa.
Me abaixei um pouco pra pegar o café e, mesmo sabendo que meu sobrinho Eu estava na porta da cozinha, ele me encarando descaradamente a bunda. Me inclinei de um jeito que o roupão subiu e ele pôde ver minha bunda toda à vontade. Na verdade, eu tava fingindo demência. Quando me endireitei, o nó do roupão não aguentou mais e se soltou, e bem nessa hora eu me virei em direção à geladeira, onde ele estava encostado, com a intenção de pegar café. Como eu tava com as mãos ocupadas — o café numa mão e a jarra da cafeteira na outra — o roupão ficou totalmente aberto na frente do meu sobrinho. Meus peitos empurravam o roupão pra um lado, então a calcinha fio dental aparecia claramente, naturalmente. Parei, olhei meu corpo e depois levantei a cabeça. Meu sobrinho tava literalmente babando, boca aberta, olhando meu corpo.
Ele se virou de costas e pediu desculpas. Eu acalmei ele, dizendo: "Não seja bobo, me faz um favor. Abotoa meu roupão, que eu tô nua na sua frente e com as mãos ocupadas."
Ele se virou rapidamente pra mim, mas agora com um sorriso safado. Dava pra ver o volume da calça dele inchado, e eu continuei como se nada. Falei: "Como se nunca tivesse me visto." Ele não sabia o que dizer, ficou parado me olhando com aquele sorriso cheio de tesão, enquanto eu segurava o café e a jarra com o roupão totalmente aberto na frente dele.
Cortei ele e falei: "Você não precisa dizer nada. Se não me incomoda, você não tem por que se sentir mal. Aliás, gostei muito e não sabia como te dizer que adoro quando você me olha. Seu tio nunca me satisfaz toda, então é o único jeito de eu ter prazer de mulher."
Agora meu sobrinho suava, eu tava molhada, então a transparência do fio dental ficava ainda mais evidente. Tinha formado uma mancha do meu líquido no clitóris, e eu continuava ali parada. Ele me olhava e agora se tocava descaradamente, tentando se dar prazer.
Eu falei: "Olha o que você fez." Ele se assustou. "Molhei toda a calcinha pensando em você se divertindo comigo. visão nua, então
coloquei o café e a cafeteira no balcão e estiquei os braços para trás,
meu roupão deslizou rápido pelo meu corpo até o chão e fiquei só de fio dental,
parei de prestar atenção nele e no que ele fazia e me preocupei com a mancha
no fio dental, me fazendo de sonsa. Olha o que você fez, respondi de novo,
fiquei toda molhada por sua culpa, você me deixou muito excitada e comecei a tirar o fio dental.
Ele estava se tocando a pica, mas não se atrevia a mais nada,
então aproximei a mão dele da minha buceta e fiz ele tocar, eu tava muito excitada e falei, olha do que você é responsável, ele tocava minha buceta molhada e eu tava em chamas,
ele tocou minha mão, era um roçar
suave, muito delicado, como de um amor platônico, eu estava nua completamente
na frente dele. Com força, mas com muita sutileza, me aproximei dele e pensei que
ia me beijar, mas não fez, em vez disso, com a outra mão enfiou direto
no meu clitóris e na minha racha, sem rodeios nenhum, e finalmente quebrou o silêncio dele,
entre baforadas de ar que ele pegava conseguiu articular: "Você tá mesmo molhada". Eu falei
claro que sim, tudo com muita naturalidade, e o que me irrita de estar molhada é
que não sei o que fazer, deixo o café pra você, peguei meu roupão e minha calcinha fio dental e fui pro meu quarto.
Entrei, mas deixei a porta aberta, eu apostava que ele ia
me seguir, me deitei na minha cama e comecei a me masturbar, quando fechei os olhos
calculei uns 5 minutos, quando abri, ele estava na frente da minha cama, pedi pra ele
fechar a porta e ele fechou, perguntei se ele queria provar e ele balançou a cabeça
afirmativamente e fiz sinal pro meu clitóris e falei me beija aqui
Queria ver a pica dele e chupar ela. Parei ele e falei pra
tirar a roupa e mais rápido que ligeiro ele tirou, tava com a pica dura,
a verdade é que me lembrou muito meu marido quando a pica dele era assim, era muito parecida, mas
não posso reclamar do meu marido nos momentos em que ele conseguiu enterrar o pau em mim, eu tinha aproveitado, então Sem rodeios, pedi pra ele meter em mim. O cara tava felizão e eu também. Ele tava encaixando aquela rola dura e quente, e eu tava gozando.
Pra ser sincera, não sentia remorso nenhum, só curtia a rola do meu sobrinho, que tava satisfazendo meus desejos carnais. Eu gozei, e gozei de novo, foi como estourar um balde d'água. Lembro que saiu muita porra, tava super quente.
Quando ele tava quase gozando e eu tinha que ir trabalhar, não quis que ele gozasse nas minhas tetas, então me ajoelhei e enfiei na boca. Fiquei chupando ele de cima pra baixo, com força, até cansar. Minha mandíbula tava doendo e aquele homem nada de gozar, a porra dele tinha travado. Aí decidi meter de novo, mas dessa vez eu fiquei por cima. Comecei a cavalgar ele de novo, ele me olhava com carinho e muito amor, e mexia nos meus bicos que estavam duros. Gozei mais uma vez, e meu sobrinho ainda não tinha acabado.
Ele percebeu que eu tava cansada e falou: "É que sou duro de gozar". E eu pensei: "Fabuloso, saiu até profissional". De novo, ele subiu em cima de mim e ficou ali uns 15 minutos até a gente estourar junto de novo. Foi realmente sensacional. Ele tirou a rola bem na hora que ia estourar, e me respingou até no rosto. Aquele homem tinha um monte de porra guardada. A rola dele pulsava e jorrava porra, me banhando toda, do rosto ao corpo, meus peitos, tudo coberto de porra dele, e eu sorria de satisfação vendo ele daquele jeito. Ele caiu em cima de mim e disse: "Quero te falar uma coisa". Coloquei o dedo na boca dele e falei: "Não fala nada, por favor, só não fala nada". Não queria ouvir o quanto ele me amava, ia me fazer sentir mal com isso, porque eu não sinto nada por ele, foi só uma questão de tesão meu. A verdade é que meu sobrinho me excita pra caralho e já tá virando costume transar com ele quando dá vontade.
Agora cheguei no escritório exausta. da foda que meu sobrinho me deu, me senti tão gostosa e tesuda por causa daquela transa, espero pontos e comentários, beijos
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