Elas por cima.

E aí, galera!
Post número 50 do Paspado! E promoção para a categoria Avançado!
Para um homem de quarenta e poucos anos, que só publica textos sem uma fotinho ou vídeo, tô indo muito bem...
Todos temos a tendência de comemorar os números redondos. Eu comemoro ter chegado aos 50 posts porque gosto de fazer isso. Curto muito escrever essas pequenas histórias eróticas-pornográficas e esquentar suas mentes e corpos.
Aproveito para agradecer a todos que costumam passar pelas minhas humildes páginas e deixam suas boas vibrações. Especialmente a:
@tfy01 por ser uma sensibilidade linda e escrever relatos flamejantes com sua pena sutil.
@Pervberto que foi um dos primeiros a me apoiar e a quem agradeço sempre.
@Lomorocha, @mimilau e @Lady_GodivaII três damas que sabem esquentar e fazer desejar com seus posts, cada uma do seu jeito.
@EscritorOculto, @YanziV, @grancucon,@enrosario,@InvisibleT, @real-visceral, @amigolo que sempre dão boa energia e vontade de continuar. E aos que não me lembro, obrigado também. Beijos e deixo vocês com mais um capítulo da saga de voyeurs que tenho me divertido ultimamente.link:https://www.youtube.com/watch?v=WPnOEiehONQConnie chegou do trabalho por volta das três da tarde. Estava um pouco quente, era primavera. Ela tinha passado a manhã inteira com sua câmera atrás de uma manifestação de funcionários bancários e estava um pouco atordoada com o ressoar dos tambores. Ficou conversando um tempo com um produtor de rádio de quem gostou. Ela ficou excitada com o visual desarrumado dele, um pouco barbudo, um pouco desleixado. Ele disse que ligaria para passar não sei que informação. Era evidente que queria comer ela. Não conseguiu tirar o olho do decote em nenhum momento. Sempre acontecia.

De volta em casa, comeu uma salada rápida e deitou para dormir. Naquele dia tinha acordado estranhamente cedo para cobrir a manifestação e precisava de algumas horinhas de sono. Lembrou do homem de terno da frente. Foi uma surpresa total vê-lo algumas noites atrás. Elas estavam transando com Miranda. Connie sentada no rosto dela para que chupasse sua buceta, de modo que ficou agachada olhando para a janela. Ela estava gozando daquela língua gostosa que a fazia voar de prazer quando o viu. Parecia um homem um pouco gordo. De estatura mais baixa e vestia terno. Era evidente que ele estava vendo elas e uma eletricidade ainda maior começou a percorrer seu corpo. A língua de Miranda passando úmida e quente por seu clitóris e lábios vaginais e aquele olhar pervertido cravado em seus peitos a fizeram sentir um prazer mórbido estranho. Sabia que ele estava vendo as duas, mas não quis dizer nada para Miranda. Queria toda a situação só para ela. Gozava das carícias, gozava do morbo de ser espiada e ainda gozava do outro morbo de Miranda não saber. Sentiu-se suja, degenerada, excitada.

Foi aí que o homem tirou o pau da calça e ela entrou em êxtase. Era enorme. Chamava a atenção os movimentos exagerados que ele tinha que fazer para se masturbar. Ela se jogou para frente, apoiando as mãos entre as pernas de Miranda e deixou cair seus peitos enormes que ficaram balançando olhando no colchão. Ela sentia que estava afogando Miranda com seus fluidos. Se sentia linda, mimada, observada. Sentia que queria que aquele momento durasse para sempre, assim, desfrutando do seu corpo e que os outros desfrutassem vendo-a gozar. Ela viu claramente três jatos de sêmen se chocarem contra o vidro quando o homem gozou. Três cusparadas de porra que escorriam pesadamente pelo vidro e o homem quieto, de olhos fechados, aproveitando. De repente, ele percebeu algo e saiu quase correndo do quarto, apagando a luz atrás de si. No mesmo instante em que as luzes se apagaram, ela gozou ruidosamente, quase gritando, apertando sua buceta contra o rosto de Miranda, que, depois de alguns segundos, a empurrou com força para cima.
— Você vai me afogar, Conina! Ufff, que porra! Olha, você encharcou meu rosto.
Connie se virou e, abraçando-a, beijou-a apaixonadamente. Sentiu seus próprios fluidos misturados com seu suor, que molhavam completamente seu rosto, muito vermelho pela pressão de sua própria buceta de alguns segundos atrás.
Um andar abaixo, Fabrício respondia mensagens do WhatsApp em dois ou três grupos simultaneamente. Lúcia estava tomando banho, e ele estava deitado nu na cama de casal. Ela o havia trazido pela primeira vez à sua casa. Ele havia começado a trabalhar recentemente na empresa onde Lúcia ocupava um cargo mais ou menos alto. A diferença de idade era grande, mas ele gostava da "veterana", como chamava quando contava suas aventuras aos amigos. Lúcia gostava do "garotão", como dizia quando contava à irmã, e ele funcionava como entretenimento, tentando esquecer o que aconteceu com Félix.
Além de Lúcia, Fabrício transava frequentemente com Amélia, uma colega do curso de marketing. Da mesma idade, ela tinha esperanças de concretizar algo mais sério. Ele, não.
Enquanto respondia mensagens, ouviu os gemidos de mulher vindos do andar superior. Deixou o celular ao lado na cama. O pau dele endureceu instantaneamente. Prestou muita atenção. Era uma mulher gemendo. Parecia que estava gozando muito. Estava toda descontrolada. Ele lembrou de uma tarde em que foi com a Amelia a um hotel e o casal do quarto ao lado gritava que nem louco. Aqueles gritos o deixaram com tanto tesão que sentiu que ia perder o controle. Acabou tendo um orgasmo fortíssimo. A Amelia estranhou, achou que era o hotel, ou que talvez ele estivesse se apaixonando por ela. Ele nunca explicou.

Quando o Fabricio ouviu o chuveiro desligar, saiu disparado para o banheiro, endemoniado de tesão. A vontade de ouvir a vizinha transando o deixou louco, e ele entrou sem nem bater. Ela estava secando o cabelo na frente do espelho. Ele a pegou por trás e começou a passar o pau na entrada da buceta, agarrando seus peitos.

— Vem, agora que você tá toda limpinha, vou te sujar de novo, putinha — disse ele, amassando e apoiando nela com lascívia.

Ela viu as mãos do jovem a agarrando de surpresa e não entendeu muito. De um empurrão, ele a enfiou e começou a foder como um coelho descontrolado. No início, ela se sentiu estranha — sempre dizia que precisava das preliminares para esquentar, e esse ataque repentino, essa foda sem cuidado, a chocou. Sentiu-se um pouco agoniada. Mas, no instante seguinte, viu no espelho a cara de tesão do Fabricio, como ele olhava sua bunda e a comia com toda a força, aproveitando seu corpo como um animal, e morreu de tesão por ser usada assim, como um objeto. Era a boneca, o brinquedo que o garoto usava para tirar o leite. Essa ideia a deixou louca. Tocando o clitóris, ela gozou primeiro. Depois, ele derramou o sêmen nas suas costas e na bunda. Só tinham se passado alguns minutos. Mas, em vez de parar, ele enfiou de novo na buceta e continuou metendo. A Lucía sentiu o pau um pouco mole no começo, mas aos poucos foi endurecendo e recuperando o vigor. Rápido, forte, sem cuidado, ele a fodeu de novo, sem nem prestar atenção no que ela sentia. Só bombeava e bombeava dentro dela. use the word: buceta. E ela adorava. Jogou a cabeça pra frente, quase enfiando na pia e se deixou levar. Cada empurrão, cada investida era uma espécie de impulso animal que ela nunca tinha sentido e agora curtia como algo novo, diferente. Os dois gemiam como animais, não diziam nada.

Lucía depois contou pra sua analista que o que mais a excitava era que, no fundo, eles eram estranhos, sem conexão. Que o garoto pra ela também era um objeto, uma pica sem rosto que a fodia até deixá-la louca de prazer.

Terminaram e se vestiram sem dizer nada. Ele foi embora alguns minutos depois, dando um beijinho de compromisso.

Descendo as escadas, Fabricio pensou que na próxima vez a surpreenderia do mesmo jeito, comendo ela pelo cu.

De volta à tarde em que Connie dormia a soneca, já tinham passado algumas horas e estava anoitecendo. Ela acordou se espreguiçando. Tinha curtido a soneca. Se sentiu um pouco excitada ao lembrar do vizinho de novo. Levantou e tomou banho. Ao sair, sempre gostava de ficar um tempinho pelada. Lendo ou ouvindo música. Era o momento em que curtia seu corpo sem as amarras da roupa.

Naquela tarde, colocou um disco do Tom Waits e começou a ler um livro de fotografia que estava pendente há alguns dias. Pelada, deitada na cama, com uma mão segurava o livro e com a outra acariciava devagar o mamilo direito, quase como uma carícia furtiva, mais do que pra se excitar.

Passou um tempo e, voltando ao mundo real, lembrou do vizinho de novo. A imagem da pica enorme dele, da cara de degenerado, do corpo quadrado a perseguiam há alguns dias e a deixavam bem excitada.

O telefone tocou. Era uma mensagem da Miranda dizendo que estava atrasada. Deixou ele em cima da cama. Teve vontade de espiar pela janela. As cortinas estavam fechadas, mas abriu uma pequena fresta por onde viu que o vizinho estava no quarto da frente. Sozinho, olhando algo no computador. Fechou de novo e começou a andar em círculos. Hesitante. Sua buceta pedia para se exibir. Ela estava com tesão e queria ver aquele pau enorme de novo. Também sentia um pouco de medo. Ficava indo e voltando, agarrando os peitos instintivamente. Enormes, ela os segurava entre as mãos, passando o polegar por cima do mamilo, escuros e grandes, que iam ficando duros de excitação. Foi ao banheiro. Começou a se olhar nua no espelho. Observava detalhadamente seus peitos enormes, sua barriga, sua virilha completamente depilada. Seus lábios grossos. Levou a mão até tocar o clitóris. Estava duro. Estava se molhando de tesão.

- Chega, vamos! - disse resoluta e foi até a janela. Lentamente abriu as cortinas e ficou parada olhando para a janela da frente. Ele demorou alguns segundos para perceber. Segundos que pareceram uma eternidade. Ela morria de tesão e medo. De nervosismo por ser vista e de excitação justamente por estar sendo observada. Especialmente por ele e seu pau enorme.

Quando finalmente percebeu, ele deu um pulo da cadeira de balanço. Um movimento totalmente desajeitado que quase derrubou o computador no chão. Ficou duro ao lado da janela. Tinha um binóculo com o qual a encarava fixamente. Connie ficou ainda mais excitada sabendo que ele estava preparado para ela. Depois ele puxou o pau para fora e começou a se masturbar como um louco. Duro, firme, mas com a mão indo e vindo rapidíssimo. Ela tocava os próprios peitos e passava a língua pelo lábio superior.

Foi nisso que os dois estavam, se comendo com os olhos à distância, quando Connie ouviu a porta de entrada do apartamento se abrir e a voz de Miranda chamando por ela.

Entrou no quarto e se surpreendeu ao vê-la nua.

- Estava te esperando, Miru. Quer? - disse, quase se jogando em cima dela.

Surpresa, Miranda se deixou levar. Connie praticamente arrancou suas roupas. Beijava-a como há muito não fazia. Com uma paixão descontrolada, alucinada. Agitada e suada, queria chupá-la, beijá-la. Parecia que queria devorá-la inteira. Miranda, por sua parte, ficou excitada na hora. Adorava quando sua mulher ficava assim toda excitada. Ultimamente eles não estavam bem, mas há alguns dias parecia que tudo estava melhorando.

Ele via a Connie muito mais safada, com mais vontade de sentir as mãos dele. Isso o deixava feliz. E além de tudo, o excitava. Ele estava curtindo muito a nova Connie fogosa. Então deixou que ela tirasse suas roupas e o jogasse na cama. Ele amava o corpo curvilíneo dela. Seus peitos enormes. Sua buceta depilada e rosada. Seu clitóris grande. Começou a chupá-la com muita vontade. Sentia a Connie se contorcendo de prazer em seu rosto. De vez em quando a ouvia pedindo mais e mais.

Depois de alguns minutos, ele levantou o olhar e a viu com os olhos fixos atrás dele. Miranda se virou e viu no prédio em frente um homem de uns quarenta anos, vestindo terno, com o pau para fora da calça, se masturbando.

Um pavor percorreu seu corpo, ele entendeu imediatamente que Connie sabia da presença dele e não tinha dito nada. De um salto, ele se levantou e correu para fechar as cortinas.

— Que merda é essa, Connie? Você tá louca!!!! Como caralhos você não me avisa que tem um punheteiro nos espiando?????

Connie só conseguiu chorar.

15 comentários - Elas por cima.

¡¡¡¡ Muy Bueeeeeeno .... Sigue Interesante el Relato....No Tienen Paz las Chicas...Justo como Nos Gustan....Felicitaciones y Gracias por Compartirlas...!!!
gracicimas gracias al señor de los enormes comentarios! gracias y mas gracias por estar acompañando ésto siempre!
¡Qué honor! Muy grato de haber colaborado. El cuento, alucinante, como siempre.
insisto, vos sos el primero que me acompaño y te agradezco siempre el gesto. Abrazo!
mimilau +1
"Se sintió sucia, degenerada, caliente."
"...lo que más le calentaba era que en el fondo, eran extraños, sin conexión. Que el pibito para ella también era un objeto, una pija sin rostro que la cojía hasta hacerla volver loca de placer."

Excelente...

Gracias...
gracias a vos!
@paspadohastalos Y mil gracias por la mención... todo un honor ver mi nombre ahí...
Y con esta calidad brindo por cincuenta relatos más!!
Sin dudas no hace falta mostrar nada más que inteligencia para atraer mi atención y la de muchos!
Bravo! Y por supuesto espero más de esta linda vecindad 😘
con usuarios como vos me basta y sobra! gracias a vos y la vecindad va a seguir creciendo. viste "la ventana indiscreta"? por ahi vamos
Felicidades por el asenso y por tu trabajo, es un placer apoyarte en tu trabajo ya que es muy bueno.
El relato de hoy te deja pidiendo mas, tanto de ellas como del pendejo y su jefa, cuando pensas que la pareja de mujeres y su miron es lo mejor, aparecen ellos y sorprenden con lo que garchan. Gran relato. Espero el proximo post, saludos
creo que seguimos con la vecindad. gracias a vos por la onda!
@paspadohastalos me encantaria saber un poco mas del mundo sexual de la señora embarazada, pero queda en usted
Una belleza esta serie, casi se pueden leer estilo Rayuela, sin necesidad de un orden establecido, mi admiración y gracias por seguir escribiendo
gracias a vos por la buena onda! la idea es explorar desde todos los puntos de vista. ya que se estan mirando...
Y si señor, lo suyo es de coleccion!!
Felicitaciones por el ascenso, pertener tiene bocha de privilegios...cuac
tfy01 +1
vuelvo... extasiada con tal dedicatoria y semejante relato!!
gracias y besos!
gracias y vos te mereces la dedicatoria y muchos besos!