Anelzinho da Anita (03)

De tarde, minha mãe levou minha prima pra fazer compras, imaginei que fosse de lingerie, depois do que eu tinha feito com a que ela tava usando de manhã, com certeza ia precisar de mais.

Naquela noite, fui dormir sentindo um peso na consciência e um pouco de remorso pelo que aconteceu... mas me justifiquei pensando que minha prima, inocente, inocente não era. Além disso, era melhor que tivesse sido eu a desvirginar ela, do que um dos meus amigos do bairro ou da faculdade... e do que uma cenoura.

- Bom, já passou, já fizemos... e se repetir? Bem, a gente vê depois... o importante é não ser descoberto... falei pra mim mesmo.

E virando esses pensamentos na cabeça, finalmente peguei no sono. Na manhã seguinte, acordei com uma ereção daquelas, meio atordoado sem saber o que tinha causado, porque não lembrava de ter tido nenhum sonho erótico. Olhei pras minhas partes íntimas...

Descobri que minha priminha tinha puxado as cobertas e descoberto meu pau pela abertura da minha cueca. Quando a Anita percebeu que eu tinha acordado, começou a chupar ele, me olhando de um jeito safado de canto de olho...

- O que você tá fazendo? Vão nos descobrir... reclamei.

Dando uma pausa no serviço, só de boca, porque a mão dela continuava me masturbando:

- Dorminhoco, sua mãe já foi... temos uma hora... e pensei que você ia me ensinar mais coisas.

Sentindo um alívio danado, deixei ela fazer. A menina começou a chupar que nem uma expert.

- E o que você gostaria de aprender hoje?... perguntei com ironia.

- Bom, tem uma coisa que eu queria fazer, mas não sei... ela disse meio envergonhada.

- Fala, conta... perguntei curioso.

- Deixa pra lá... disse Anita, ficando vermelha.

- Vamos... insisti... depois de tudo que já rolou, você não confia em mim?

Percebi que ela hesitava...

- Vai ser nosso segredo... falei, piscando um olho.

- Tá bom... mas não zoa... ela disse feito menininha. envergonhada.
- Te juro... falei tentando ficar sério.
- Antes de vir pra cidade, na minha vila, eu vi... hesitei de novo em contar.
- O que você viu?... insisti curioso.
- Bom... vi como... como dois cachorros faziam... e sei lá... fiquei com curiosidade...
- Curiosidade de quê?... perguntei estranhando.
- De saber... de saber o que sentia... o que aquela puta sentia naquela posição... falou finalmente com um certo alívio por ter desabafado aquele pensamento.
- Você quer dizer que gostaria de ser comida nessa posição (feito uma puta)?... me atrevi a perguntar e vi ela corar.
- Bom... sim... gostaria de saber... gostaria de saber como é... mas não importa, esquece... respondeu envergonhada pelo pedido.
- Não, não... Tá tudo bem, a gente pode fazer... falei animado.

Porra!, pensei, tirei a sorte grande... comer ela de quatro tinha sido uma das minhas fantasias desde que uma vez vi ela encerando a sala, exatamente de quatro, rebolando a bunda com um shortinho apertado que não deixava nada pra imaginação... meu pau ficou mais duro do que nunca ao lembrar disso.

Apressei, levantei, tirei os lençóis e aproveitando que ela estava ajoelhada na frente da cama, com os braços apoiados nela, levantei a camisola comprida que ela usava, ela não estava de calcinha, ela sem se mexer aceitava o que eu fazia, percebi ela meio nervosa.

Dessa vez vai ser preciso excitá-la um pouco, pensei vendo a buceta dela meio seca. Me abaixei e enfiei minha língua entre a moita de pelos, Anita tremeu dos pés à cabeça...
- O que você tá fazendo?... perguntou alterada mas sem se mexer.
- Não se preocupa... eu sei o que tô fazendo... falei acalmando ela.

Continuei com minha lambida feroz nos lábios jovens da buceta dela, Anita contraía os músculos de prazer e começava a gemer...
- Aaaiii... o que você tá fazendo comigo... hummmmm... que gostoso... exclamava, toda agitada.

Aí coloquei meu dedo, e ele se perdeu na buceta dela, agora completamente molhada... essa invasão a impactou gostoso e ela reagiu incrivelmente, passando ela mesma a guiar meu dedo, se movendo pra frente e pra trás... tava completamente excitada.

- Ahhhh... hummmm... já... coloca ele dentro... ela implorava, se contorcendo de prazer.

Sem tirar a cueca e com meu pau, descoberto, durasso, me coloquei atrás dela, fiz cócegas na entrada da buceta dela com a cabeça do meu pinto, os lábios da buceta dela, totalmente molhados, pulsavam de ansiedade pra receber ele...

- Coloca ele dentro... insistia, completamente arrepiada.

Fui enfiando devagar até a metade, mas a Anita, na ansiedade de saber que a fantasia dela tava prestes a virar realidade, não aguentou mais, e foi recuando, até ter quase todo meu pau dentro dela... o que faltava enfiei com força, pra ela saber quem mandava, ela estremeceu...

- Ooooohhh... exclamou, meio dolorida mas gostando.

Peguei ela pela cintura e, sem mais delongas, comecei a bombar ela, vendo como meu pau sumia entre aquelas nádegas carnudas.

- Ohhhh... hummm... não tão forte... aiiii... ela pedia, se queixando.

Mas não liguei e continuei montando ela com força, fascinado com aquele rabo enorme que eu tinha nas mãos... depois de um tempo ela se acostumou com meu ritmo, então já não reclamava, só pedia:

- Ohhhh... isso... assim... assim, priminho lindo... uhmmm... ela gemia, satisfeita.

Eu tinha ela contra a cama, e naquela posição parecia uma menina rezando... pedindo, implorando pra ser comida por trás... a cama tremia com minhas investidas, e ela se contorcia de prazer.

- Uhmmm... não aguento maaais... aaahhhhh... ela exclamou num último gemido de prazer.

Eu também não aguentei mais, tirei meu pau e banhei as nádegas gordas dela com meu leite quente... ela caiu rendida na cama... depois eu caí por cima dela, abraçando ela.

- Ufff... Bom, agora você já sabe... já sabe como é a sensação... falei com a respiração ofegante.

- Siimm, agora sei como é ser uma putinha... ela disse sem pensar, e quando percebeu o que falou, ficou vermelha, mas depois a gente riu pra caramba...

Ficamos mais um tempinho naquela posição, recuperando as forças, até que finalmente me afastei e notei a bunda dela melada de porra, a buceta ainda molhada, e principalmente o cuzinho rosado dela... seria um desperdício não usar aquele buraquinho nas nossas brincadeiras sexuais, e como bom professor, eu deveria ensinar ela nesses assuntos, pensei.

Ela continuava deitada contra a cama, eu me levantei com a ideia de desvirginar o cuzinho dela, mas pra isso precisava reanimar meu guerreiro, que só de pensar nesse novo desafio já começava a endurecer de novo. Anita, achando que a gente ia repetir o mesmo esquema do dia anterior, virou pra mim e pegou meu pau com as mãos...

- Coitadinho... deve estar cansado, mas eu sei como animar você... disse ela de forma engraçada, conversando com meu pau, era uma delícia ouvir ela falar assim, com aquela inocência fresca e ao mesmo tempo safada...

Anita chupava e batia uma pra mim, e no rostinho dela parecia ter uma expressão de gratidão, por todo o prazer que aquela rola tinha dado pra ela. Sentindo que meu pau tava duro de novo e pronto pra guerra, me afastei. Anita me olhou estranho:

- O quê, não gostou?... perguntou Anita.

- Não é isso, é que quero tentar outra coisa... respondi.

- Vamos fazer de novo?... ela replicou, ansiosa.

- Sim... tudo bem pra você?

- Sim, acho que sim... de novo de quatro?... perguntou, tentando disfarçar a ansiedade.

Parece que a menina tinha adorado e queria repetir a dose, a safadinha da minha priminha.

- Sim, mas de um jeito um pouco diferente... falei.

- Como?... perguntou curiosa.

- Já vai ver... não se mexe, fica assim mesmo...

- Tá bom... respondeu. sorrindo contente e virei a cabeça esperando que eu agisse.

De novo me coloquei atrás dela, e comecei a estimular com minha língua e meus dedos a buceta dela, que não demorou pra se molhar de novo. Aproveitando esses líquidos, molhei meus dedos neles e devagar os levei até o cuzinho dela, massageando. Anita reagiu nervosa, quis se virar:

- O que você tá fazendo?... perguntou meio assustada.

- Calma, confia em mim... só tô brincando... falei piscando um olho, e funcionou, porque ela voltou pra posição passiva.

Depois molhei com saliva meu dedo mindinho e empurrei no cuzinho enrugado dela. No começo ofereceu resistência, instintivamente ela contraiu o esfíncter e apertou as nádegas pra evitar a entrada daquele intruso que ousava explorar aquele território virgem.

Mas eu não ia desistir das minhas intenções, então apertei mais e mais, até que finalmente a caverninha dela se abriu, meu dedo entrando com dificuldade.

- Ufff... exclamou ela sentindo o cuzinho invadido.

Comecei a mexer pra frente e pra trás, tentando dilatar o cu dela, que aos poucos foi cedendo, assim como ela, que parou de apertar as nádegas... aproveitando essa distração, tirei rápido meu dedo mindinho e coloquei no lugar o dedo médio, ela tremeu um pouco ao sentir a diferença.

- Ohhh... exclamou e ficou com a pele arrepiada.

Continuei enfiando e tirando esse dedo até que ele entrava e saía com menos dificuldade do cu apertado dela. Aproveitando que Anita se acostumou com esse dedo e baixou a guarda... enfiei dois dedos (o mindinho e o anelar)... agora sim ela tremeu toda e arqueou as costas...

- Aiii... ouvi ela reclamar.

Mas com a outra mão, mantive a cintura dela pressionada contra a cama pra evitar que ela se levantasse e fugisse. Depois de um tempo ela se acostumou de novo com esses dois novos amigos que estavam desvirginando ela, e o corpo jovem dela começou a se contorcer na cama...

As manobras dos meus dedos estavam fazendo efeito e eu começava a me desesperar. Nublado pela excitação de possuir sua deliciosa e virgem bunda. Não aguentei mais e dirigi minha pica dura pra sua bunda gorda, Anita nervosa mexeu ela pro lado, me impedindo de acertar o alvo...

- Você vai meter isso em mim por aí?... perguntou assustada.

- Claro, o que você achou?... respondi com naturalidade.

- Pensei que você só estava brincando... respondeu nervosa.

- Não se preocupa, não vai doer muito... falei ansioso tentando acalmar ela.

Não queria perder mais tempo discutindo e comecei a pressionar a entrada do cu dela com meu pau...

- Aiiii nãooo... disse assustada e mexeu a bunda de novo.

- Não se mexe... falei com determinação.

Apoiei com mais força minha mão esquerda nas costas dela, na altura da cintura fina, pra manter ela deitada na cama. Ao sentir aquele peso, Anita se resignou entre soluços:

- Aiiii... nãooo... vai doer... falava vermelha e chorando.

De novo pressionei o cu dela, ofereceu resistência, então enfiei meus dois dedos de novo pra abrir espaço, eles entraram, dilatei o buraquinho ainda apertado e antes de tirar os dedos coloquei minha pica na posição pra substituí-los. Assim que tirei os dedos, empurrei meu pau contra o cu dela decidido a furar...

- Aiiii... nãooo... não vai entrar... uffff... reclamava Anita tremendo.

- Não resiste, que vai ser pior... avisei.

Mas ela continuou resistindo, então empurrei mais, empurrando ela contra a cama também. Nessa hora ela baixou a guarda e, com a força da minha investida, avancei mais... consegui enfiar a cabecinha do meu pau... um tremor percorreu a espinha dela ao sentir o buraquinho violado...

- Auuu... bruto... aiiii... reclamava Anita.

O difícil já tava feito, agora era só empurrar aos poucos... pressionei mais, até que entrou um quarto de pica. Metia e tirava até a altura de a cabecinha, pra ajudar a dilatar o cuzinho dela. Ela encostada na cama, com a cabeça virada de lado e as mãos arranhando os lençóis, aguentando como podia.

- Ai... é muito grosso... reclamava minha prima.

Aos poucos foi cedendo, e eu fui enfiando mais e mais meu pau... até que ela, percebendo que não tinha outra saída, tomou a iniciativa: levantou a bunda pra deixar eu enfiar tudo. Depois, pra minha surpresa, ela colocou as duas mãos nas nádegas carnudas, segurando e depois abrindo, e falou:

- Mete logo! E acaba com isso... exclamou, resignada a ser empurrada.

- Tem certeza?... perguntei ansioso.

- Sim, sim, vai... respondeu ela, pronta pra aguentar meu castigo.

Numa enfiada forte, motivado pela minha excitação, enfiei com muito esforço meu pau inteiro...

- Aaaiii, nãooo... tira... minha bundinha... aiii... se queixou Anita, soluçando.

Ela se arrependeu, mas já era tarde, eu tinha ela presa até as tripas e não ia soltar... praticamente deitado em cima dela, via ela sofrer: as bochechas vermelhas, os olhos apertados e lacrimejando, enquanto a boca fazia careta de dor...

- O pior já passou... falei satisfeito por ter empurrado aquela bunda deliciosa.

Ela foi se acalmando, relaxando e facilitando meus movimentos, devagar e com dificuldade comecei a meter e tirar meu pau de dentro dela... era incrível sentir o cuzinho virgem dela resistindo às minhas enfiadas, prendendo meu pau, essa fricção me excitava ainda mais...

- Aii... mais devagar... mais devagaaaar... que você vai me arrebentar... pedia Anita.

Eu me sentia febril, babando naquela bunda enorme com que tinha sonhado tantas vezes desde que ela chegou na minha casa, desde que a vi na piscina... queria partir aquela bunda avantajada...

- Aiii... mais suaveee... você tá me rasgando... Hummm... ela reclamava.

As nádegas redondas dela quicando na minha virilha, meu pau entrando e saindo, seu Anita oferecia menos resistência... ela aguentava, reclamava, soltava uns palavrões aqui e ali, e escapavam uns gemidos fracos dela...

- Ouhhhh.... hummmm.... chegaaa... ohhhh... não aguento maisss... ayyyyy...

- Já vou gozar... já vou gozar... eu dizia pra acalmá-la.

- Ahhhh... mas rápido... me arrebenta todinha... ohhhh

Até que, finalmente, peguei ela pela cintura e apertei com tudo meu pau contra ela, as nádegas dela se abriram feito o mar vermelho. Anita arqueou as costas, apoiando os cotovelos na cama... e meu pau estourou numa chuva de porra que inundou a cavidade apertada dela...

- Ahhh... ufff... Que trepada gostosa!... gritei satisfeito.

- Ooohhhh... ufffff... minha prima conseguiu responder.

Anita, exausta, se deitou de novo na cama... tentando recuperar o fôlego... e eu me apoiei nela, também cansado:

- Ufff... viu Anita... foi a melhor foda que já tive na vida... falei, com meu pau ainda enfiado no cu pulsante dela.

- Sério?... ela perguntou curiosa, com um certo ar de orgulho, esquecendo completamente a resistência que tinha feito minutos antes.

Anita ficou feliz por ouvir isso do primo experiente, que ela considerava talvez o maior elogio que já tinha recebido na vida. Pra completar, me levantei um pouco, e ela junto:

- Claro que sim... você tem a melhor buceta que já provei... respondi sem rodeios.

E ela, virando a cabeça, procurou meu olhar pra saber se era verdade o que eu dizia, meus olhos não mentiam. De alguma forma, Anita se sentiu ainda mais lisonjeada com aquele comentário bruto, então nossos lábios se encontraram naquela posição desconfortável...

...Bom, e foi assim que eu arrebentei o cuzinho da Anita...

Continua...

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