Nos conhecemos, atração mútua, um tempo de flerte e coisa boa... Faz um mês que estamos saindo. Tudo muito certo desde o começo, gostos parecidos, sem traumas com sexo, fomos pra cama no segundo ou terceiro encontro e foi sensacional. Nós dois tínhamos experiências anteriores e soubemos aproveitar, na hora de transar... transar de verdade, sem complexos nem frescura. Foi assim que chegou a quinta-feira da semana passada (vamos dizer, na verdade isso foi no verão) com tudo nos trilhos.
- No sábado minha família vai fazer uma reunião no sítio pelo aniversário da minha avó, quero que você vá
Fiquei muda, uma reunião de família mas não conheço ninguém...
- Você tá me pedindo pra ir numa festa da sua família? Nunca me levou na sua casa, não conheço...
Ele me interrompe
- Bom, já tá na hora.
Na minha cabeça mil ideias todas juntas... "Ele vai me apresentar pros pais"... "Não tenho roupa"... "Nunca falamos das nossas famílias e muito menos de apresentação"...
- Tem piscina, então você tem que levar biquíni... E espero que seja bem sexy... A mais gostosa de todas!
- Cê é louco, não me conhecem e quer que eu vá quase pelada...
- Até minha mãe anda de fio dental no sítio, os babacas dos meus amigos sempre quiseram pegar ela...
- Filhos da puta...
- Por quê? Eu dei mole pra eles mais de uma vez, faria bem pra coroa levar umas boas gozadas.
- Cê é um sem-vergonha...
Bom, naquela noite transamos como nunca, eu tava exultante... Ele tava me apresentando pra família... Tava me levando a sério. No sábado, coloquei meu biquíni preto, não o menor que tenho mas um bem sexy, com meu cabelo loiro e a pele já bronzeada pelo sol ficava exatamente como o Nico queria sem ser muito ousado. Por cima, uma blusa soltinha bem decotada mas não muito curta. Como tudo terminava cedo, não precisava de roupa pra trocar e o calor tava apertando, então não precisava de mais nada. Nico... Desculpa, não me apresentei, eu sou a Rosi e meu gato (namorado?) é o Nico. O Nico passou pra me buscar cedo e quando mostrei o que tava vestindo, ele ficou encantado
— Com certeza vou com a mina mais gostosa da festa!
— Você disse que era um encontro de família, não uma festa
— É um jeito de falar... Não se assusta, não é nada formal.
Chegamos, ele me apresentou pra mãe, os tios, primos e no final a avó, uma véia maravilhosa, amou o presente que levei e todo mundo me tratou como se me conhecesse há anos. Já na piscina tinha vários grupos de amigos, muitos da nossa idade, amigos do Nico e dos primos dele. Conhecia dois ou três amigos do Nico de já ter saído em grupo alguma vez.
Passou o almoço e por causa do calor passamos quase a tarde toda na piscina. Não é bom eu falar isso, mas era sem dúvida, se não a mais gostosa, a que chamava todas as olhadas dos caras, uns com discrição e outros sem nenhum pudor. O Nico tava radiante, me passeava pela cintura me exibindo como um troféu e, verdade seja dita, isso inflou meu ego pra caralho, me sentir assim valorizada pelo Nico e... Até diria desejada pelos outros caras, mesmo tendo outras minas muito gostosas e algumas mais ousadas que eu.
No fim da tarde os mais velhos foram indo embora e no final ficaram só alguns amigos, a mãe do Nico, ele e eu. Terminamos de guardar tudo e quando faltavam umas poucas cadeiras do jardim, a mãe se despede e pede pro Nico fechar a casa.
Com um casal e mais dois ou três caras, ficamos tomando uns drinks antes de ir embora, o calor tinha aliviado, então entrei e tirei o biquíni molhado e vesti só o solero. Sentados nos sofás do quintal, continuamos tomando mais uns drinks, eu já tava meio alterada e o Nico ficou todo dengoso, entre a emoção do dia inteiro e os drinks, não resisti nada, muito pelo contrário, fiquei com tesão na hora e começamos a nos beijar e acariciar sem ligar pro resto.
Depois de um tempo, achei que ouvi alguém se despedindo, mas nem nos demos ao trabalho de levantar pra cumprimentar, continuamos na nossa. O Nico me levanta de Na cintura e me coloca montada na saia dela, começa a levantar meu vestido e aí lembrei que não tava usando nada por baixo.
— Para, porque tô pelada por baixo.
— Sem problema, somos todos amigos, além disso já tá meio escuro.
Um pouco porque era verdade que tava anoitecendo, mas principalmente por causa dos drinks que já tinham me deixado bem tonta, deixei ele fazer. Ele acariciava minhas nádegas e com os lábios deslizou pelo decote até chegar nos meus mamilos, eles endureceram na primeira mordida, eu tava muito excitada e o Nico sabe como me deixar louca. Desci uma mão e procurei o pau dele dentro da sunga. Tava duríssimo, uma tentação total, masturbei ele e coloquei pra dentro do vestido pra esfregar aquela glande brilhante contra minha pele, com a outra mão apertava a cabeça dele no meu peito pra ele não parar de chupar meus mamilos.
— Coloca pra dentro.
— Não, vão nos ver.
— E daí? Eles já devem estar achando que a gente tá transando mesmo.
— Não, morro de vergonha.
— Por quê? Somos todos amigos, não seja boba.
— Você não liga que te vejam?
— Me deixa mais excitada.
Com a mão dele, tirou a minha, apontou pra minha buceta e com o pau tão duro que ele tava e eu tão molhada, entrou até o fundo. Na minha bebedeira de álcool se somou a erótica, o Nico se movia devagar percorrendo toda a minha buceta e eu me deixei levar e comecei a subir e descer naquele pau que fazia a gente perder a cabeça. O vestido tava todo enrolado na minha cintura. Ao me sentir assim nua, olhei por cima do ombro.
— Para, Nico, tão nos olhando.
— Deixa eles, não vamos parar agora.
— Tão se masturbando!
— Não é pra menos, nos ver transando não é qualquer coisa.
— Mas...
Ele tapou minha boca com um beijo e avançou mais com o pau dele. De novo perdi o controle, esse cara me domina, conhece cada ponto pra me enlouquecer... As mãos dele... A boca dele, aquela língua brincalhona... O pau dele, quente, duro e ao mesmo tempo macio, os olhos que não desviam dos meus e parecem me hipnotizar como os do tarado pro pássaro... À beira do Gozei tanto que virei pra olhar pra trás de novo. Tinham dois amigos do Nico que eu não conhecia direito, só tinha visto uma vez com ele num bar, mas nem me apresentou. Naquela tarde descobri que eram o Fredy e o Polo, se conheciam desde a escola.
Mesmo com o Polo e o Fredy bem perto, não consegui segurar o orgasmo. Talvez por causa da bebida, ou por tão bem que a gente tinha se divertido a tarde toda, ou pela estranheza da situação, mas foi um orgasmo sublime, nada silencioso nem disfarçado...
Quando parei de me sacudir em cima do pau do Nico, ele tava com um sorriso de vitorioso, tipo "viu como você gozou mesmo com eles olhando?". Não resisti e dei um beijo de filme pornô nele, enquanto ele continuava se mexendo e me esquentando de novo.
Voltei a rebolar em cima do Nico e coloquei a cabeça dele entre meus peitos, queria mais e mais...
Tava nessa, bem focada em dar uma trepada gloriosa com o Nico, quando sinto uma mão a mais nas minhas costas.
— Que gostosa que é sua mina, Nico!
— Mais que gostosa!
Fiquei paralisada. O Nico não, ele continuava comendo... Parecia que pra ele, os amigos chegarem perto e me tocarem enquanto a gente transava era de boa.
Passaram as mãos pelas minhas costas e chegaram na minha bunda. Um se atreveu mais e passou um dedo num dos meus mamilos.
— Toda boa mesmo!
Nessa hora, ia reclamar. Com o susto, a bebedeira tinha passado, e mesmo ainda agitada de tesão, abri a boca pra parar com essa situação toda que eu não tava entendendo, mas não consegui falar nada...
O Polo, o que tinha passado o dedo no meu mamilo, me deu um beijo que encheu minha boca toda. Que beijo! A língua sabia o que queria e não pedia licença, os lábios firmes e macios ao mesmo tempo... Nunca tinha sido beijada assim. Minha temperatura subiu como se nada daquela estranheza de ter plateia primeiro e depois eles quererem participar estivesse acontecendo.
Assim que o Polo me soltou, o Fredy me agarrou e também me beijou na boca. Sinto eles acariciando meus peitos, mas já não sei qual dos três é. quero sair dessa situação mas tô paralisada...
Fredy se afasta e eu olho pro Nico, ele tem uma cara de diversão e luxúria total, as mãos nos meus peitos são do Fredy e do Polo... Nico se move dentro de mim como se nada tivesse acontecendo
-Goza
-Não, assim não consigo
-Consegue sim, se solta... Fecha os olhos... Isso... Se mexe...
-Nico, eles vão entrar também...
-Você não ia gostar? Com o quanto você tá molhada, acho que sim
-Mas e depois?
-Goza... Assim... Isso...
-Nico, tô perdendo o controle...
-Não quero que você se controle, quero que você goze... Que a gente goze tudo...
Senti que tava indo embora, que aquela ali não era eu... Aquela mulher entre aqueles três homens era outra pessoa e eu parecia ver ela se balançando no pau do Nico, balançando a cabeça e deixando as seis mãos acariciarem ela, as bocas beijarem ela...
Ouvi meus gemidos e suspiros como se fossem de outra, respirei o cheiro do prazer, tremi num novo orgasmo e me entreguei
-Nico, não quero recriminação, foi você que me trouxe até aqui.
Parece que era isso que o Nico tava esperando ouvir. Ele inchou dentro de mim e senti a gozada dele com uma força única, tanto que tive outro orgasmo.
Nico me levantou depois de me beijar e me colocou no sofá, se levantou e eu vi ele ir pra torneira tirando a camisinha.
Sem dizer uma palavra, Polo e Fredy tiraram o meu solero e Polo mal roçou meus lábios e com beijos muito suaves foi descendo pelo meu corpo até chegar na minha buceta que depois das gozadas com o Nico tava mais que sensível...
Polo não só sabia beijar muito bem... Também sabe chupar como nenhum outro... A língua, os lábios, dentes... Suave, forte...
Fredy tirou a calça e começou a brincar com o pau perto da minha cara, sem dizer nada, me olha fixo, eu sei que ele quer mas não pede, a decisão tem que ser minha... Já perdi o controle... Pego nele e começo a bater uma... Ele chega mais perto.
Olho pro Nico, ele tá batendo uma com um sorriso cheio de luxúria. Espero. algum gesto ou sinal dele, mas não vem.
Sem tirar os olhos do Nico, coloco na boca a rola do Fredy, chupo devagar, sei fazer isso, sinto ela crescer dura contra minha língua. Polo acelera a chupada que tá me dando e eu faço o mesmo com o Fredy. Os gemidos dos dois se misturam. Procuro os olhares do Polo e do Fredy, quase os desafio. O Fredy tá muito tesudo, sinto as veias inchadas na minha boca e a pressão na minha mão, ele me encara fixo.
— Quero te comer.
Ele tem uma camisinha na mão, sai da minha boca e toca no ombro do Polo, que se levanta e chega perto do meu rosto, ainda de calças, dá pra ver a ereção dele, sei que ele é o culpado de eu ter perdido o controle, com os beijos dele e nem preciso falar da chupada. Agora vou mostrar pra ele o que é ficar louco, eu também tenho minhas habilidades...
Me aproximo do volume dele, sem tocar, entreabro os lábios... Puxo a calça dele de uma vez e, sem dar tempo de reagir, passo a ponta da minha língua da base até a glande, só roçando. Ele empurra tentando entrar na minha boca e eu me afasto, dou um beijo na ponta e passo a língua de novo de uma ponta à outra, acaricio minhas bochechas com a glande dele e passo dois dedos ao longo, e só aí vou colocando ele entre meus lábios, apertados contra a rola dele.
Entretida em enlouquecer o Polo, me esqueci do Fredy, ele se acomodou entre minhas pernas e, sem avisar, entrou com tudo que tem na minha buceta, totalmente excitada e sensível. Com a surpresa, fechei a boca e quase mordi a rola do Polo, mas por sorte não aconteceu, ele levou na brincadeira e soltou um suspiro de prazer.
Já perdendo todos os meus preconceitos e princípios, coloquei toda minha dedicação na chupada no Polo e em rebolar o quadril e apertar com minha buceta o Fredy, que se arqueava de prazer e mal segurava os gritos. O Fredy colocou minhas pernas nos ombros dele, empurrou uma vez e outra, mais e mais rápido, senti que ele ia gozar e, pra minha surpresa, isso me excitou tanto quanto ele, afastei o Polo por um momento e puxei o Fredy. contra meu corpo, abracei ele e acabamos juntos num gemido.
Fredy saiu devagar, nós dois estávamos muito agitados. Assim que fiquei livre, Polo se aproximou de novo e começou a brincar com um dedo na minha boca, primeiro só nos lábios, foi entrando fazendo eu chupar o dedo dele, girando na minha língua.
Percebendo que eu ainda estava excitada, que não precisava fazer mais nada, ele me alcançou o envelope de uma camisinha... Fechado, pra eu abrir e colocar nele... Um gesto super erótico com alguém de muita confiança, mas ele...
Abri o envelope com os dentes e coloquei a camisinha bem, bem devagar. Ele foi até minhas pernas e as acariciou sem parar de me olhar fixo nos olhos...
— Vira
— O quê?
— Vira de costas, fica de joelhos
Me ajoelhei no sofá apoiando os braços no encosto, ele acariciou minhas nádegas e abriu mais minhas pernas, senti a glande dele passar uma e outra vez por toda a minha buceta até que apertou bem entre meus lábios e entrou, devagar, sem pressa, ficou um momento parado bem dentro da minha buceta e aí sim, agarrou minha cintura e começou a me balançar, pra dentro e pra fora, sem parar.
Me surpreendeu que, sendo tão bom com a boca, na hora de foder ele tivesse tão pouca imaginação, não mudou nem o ritmo nem a posição. Queria que ele me fizesse gozar, precisava, até pedi
— Quero gozar, por favor não se apressa...
Ele não me ouviu... Se enterrou todo dentro de mim e ficou ali, parado... Eu muito tesuda...
Vejo o Nico se aproximar
— Gostoso... Muito gostoso...
— Você é um filho da pu...
— Achei que você tinha curtido
Ele acaricia meu cabelo e me dá um beijo de língua, penso em recusar mas não consigo, se tivesse me perguntado antes se eu queria transar com os amigos dele, teria mandado ele pastar, mas agora... Depois que já aconteceu... Não sei... Quero pensar com calma...
— Vamos tomar banho, a noite é longa...
Nico me diz e me levanta no colo...
- No sábado minha família vai fazer uma reunião no sítio pelo aniversário da minha avó, quero que você vá
Fiquei muda, uma reunião de família mas não conheço ninguém...
- Você tá me pedindo pra ir numa festa da sua família? Nunca me levou na sua casa, não conheço...
Ele me interrompe
- Bom, já tá na hora.
Na minha cabeça mil ideias todas juntas... "Ele vai me apresentar pros pais"... "Não tenho roupa"... "Nunca falamos das nossas famílias e muito menos de apresentação"...
- Tem piscina, então você tem que levar biquíni... E espero que seja bem sexy... A mais gostosa de todas!
- Cê é louco, não me conhecem e quer que eu vá quase pelada...
- Até minha mãe anda de fio dental no sítio, os babacas dos meus amigos sempre quiseram pegar ela...
- Filhos da puta...
- Por quê? Eu dei mole pra eles mais de uma vez, faria bem pra coroa levar umas boas gozadas.
- Cê é um sem-vergonha...
Bom, naquela noite transamos como nunca, eu tava exultante... Ele tava me apresentando pra família... Tava me levando a sério. No sábado, coloquei meu biquíni preto, não o menor que tenho mas um bem sexy, com meu cabelo loiro e a pele já bronzeada pelo sol ficava exatamente como o Nico queria sem ser muito ousado. Por cima, uma blusa soltinha bem decotada mas não muito curta. Como tudo terminava cedo, não precisava de roupa pra trocar e o calor tava apertando, então não precisava de mais nada. Nico... Desculpa, não me apresentei, eu sou a Rosi e meu gato (namorado?) é o Nico. O Nico passou pra me buscar cedo e quando mostrei o que tava vestindo, ele ficou encantado
— Com certeza vou com a mina mais gostosa da festa!
— Você disse que era um encontro de família, não uma festa
— É um jeito de falar... Não se assusta, não é nada formal.
Chegamos, ele me apresentou pra mãe, os tios, primos e no final a avó, uma véia maravilhosa, amou o presente que levei e todo mundo me tratou como se me conhecesse há anos. Já na piscina tinha vários grupos de amigos, muitos da nossa idade, amigos do Nico e dos primos dele. Conhecia dois ou três amigos do Nico de já ter saído em grupo alguma vez.
Passou o almoço e por causa do calor passamos quase a tarde toda na piscina. Não é bom eu falar isso, mas era sem dúvida, se não a mais gostosa, a que chamava todas as olhadas dos caras, uns com discrição e outros sem nenhum pudor. O Nico tava radiante, me passeava pela cintura me exibindo como um troféu e, verdade seja dita, isso inflou meu ego pra caralho, me sentir assim valorizada pelo Nico e... Até diria desejada pelos outros caras, mesmo tendo outras minas muito gostosas e algumas mais ousadas que eu.
No fim da tarde os mais velhos foram indo embora e no final ficaram só alguns amigos, a mãe do Nico, ele e eu. Terminamos de guardar tudo e quando faltavam umas poucas cadeiras do jardim, a mãe se despede e pede pro Nico fechar a casa.
Com um casal e mais dois ou três caras, ficamos tomando uns drinks antes de ir embora, o calor tinha aliviado, então entrei e tirei o biquíni molhado e vesti só o solero. Sentados nos sofás do quintal, continuamos tomando mais uns drinks, eu já tava meio alterada e o Nico ficou todo dengoso, entre a emoção do dia inteiro e os drinks, não resisti nada, muito pelo contrário, fiquei com tesão na hora e começamos a nos beijar e acariciar sem ligar pro resto.
Depois de um tempo, achei que ouvi alguém se despedindo, mas nem nos demos ao trabalho de levantar pra cumprimentar, continuamos na nossa. O Nico me levanta de Na cintura e me coloca montada na saia dela, começa a levantar meu vestido e aí lembrei que não tava usando nada por baixo.
— Para, porque tô pelada por baixo.
— Sem problema, somos todos amigos, além disso já tá meio escuro.
Um pouco porque era verdade que tava anoitecendo, mas principalmente por causa dos drinks que já tinham me deixado bem tonta, deixei ele fazer. Ele acariciava minhas nádegas e com os lábios deslizou pelo decote até chegar nos meus mamilos, eles endureceram na primeira mordida, eu tava muito excitada e o Nico sabe como me deixar louca. Desci uma mão e procurei o pau dele dentro da sunga. Tava duríssimo, uma tentação total, masturbei ele e coloquei pra dentro do vestido pra esfregar aquela glande brilhante contra minha pele, com a outra mão apertava a cabeça dele no meu peito pra ele não parar de chupar meus mamilos.
— Coloca pra dentro.
— Não, vão nos ver.
— E daí? Eles já devem estar achando que a gente tá transando mesmo.
— Não, morro de vergonha.
— Por quê? Somos todos amigos, não seja boba.
— Você não liga que te vejam?
— Me deixa mais excitada.
Com a mão dele, tirou a minha, apontou pra minha buceta e com o pau tão duro que ele tava e eu tão molhada, entrou até o fundo. Na minha bebedeira de álcool se somou a erótica, o Nico se movia devagar percorrendo toda a minha buceta e eu me deixei levar e comecei a subir e descer naquele pau que fazia a gente perder a cabeça. O vestido tava todo enrolado na minha cintura. Ao me sentir assim nua, olhei por cima do ombro.
— Para, Nico, tão nos olhando.
— Deixa eles, não vamos parar agora.
— Tão se masturbando!
— Não é pra menos, nos ver transando não é qualquer coisa.
— Mas...
Ele tapou minha boca com um beijo e avançou mais com o pau dele. De novo perdi o controle, esse cara me domina, conhece cada ponto pra me enlouquecer... As mãos dele... A boca dele, aquela língua brincalhona... O pau dele, quente, duro e ao mesmo tempo macio, os olhos que não desviam dos meus e parecem me hipnotizar como os do tarado pro pássaro... À beira do Gozei tanto que virei pra olhar pra trás de novo. Tinham dois amigos do Nico que eu não conhecia direito, só tinha visto uma vez com ele num bar, mas nem me apresentou. Naquela tarde descobri que eram o Fredy e o Polo, se conheciam desde a escola.
Mesmo com o Polo e o Fredy bem perto, não consegui segurar o orgasmo. Talvez por causa da bebida, ou por tão bem que a gente tinha se divertido a tarde toda, ou pela estranheza da situação, mas foi um orgasmo sublime, nada silencioso nem disfarçado...
Quando parei de me sacudir em cima do pau do Nico, ele tava com um sorriso de vitorioso, tipo "viu como você gozou mesmo com eles olhando?". Não resisti e dei um beijo de filme pornô nele, enquanto ele continuava se mexendo e me esquentando de novo.
Voltei a rebolar em cima do Nico e coloquei a cabeça dele entre meus peitos, queria mais e mais...
Tava nessa, bem focada em dar uma trepada gloriosa com o Nico, quando sinto uma mão a mais nas minhas costas.
— Que gostosa que é sua mina, Nico!
— Mais que gostosa!
Fiquei paralisada. O Nico não, ele continuava comendo... Parecia que pra ele, os amigos chegarem perto e me tocarem enquanto a gente transava era de boa.
Passaram as mãos pelas minhas costas e chegaram na minha bunda. Um se atreveu mais e passou um dedo num dos meus mamilos.
— Toda boa mesmo!
Nessa hora, ia reclamar. Com o susto, a bebedeira tinha passado, e mesmo ainda agitada de tesão, abri a boca pra parar com essa situação toda que eu não tava entendendo, mas não consegui falar nada...
O Polo, o que tinha passado o dedo no meu mamilo, me deu um beijo que encheu minha boca toda. Que beijo! A língua sabia o que queria e não pedia licença, os lábios firmes e macios ao mesmo tempo... Nunca tinha sido beijada assim. Minha temperatura subiu como se nada daquela estranheza de ter plateia primeiro e depois eles quererem participar estivesse acontecendo.
Assim que o Polo me soltou, o Fredy me agarrou e também me beijou na boca. Sinto eles acariciando meus peitos, mas já não sei qual dos três é. quero sair dessa situação mas tô paralisada...
Fredy se afasta e eu olho pro Nico, ele tem uma cara de diversão e luxúria total, as mãos nos meus peitos são do Fredy e do Polo... Nico se move dentro de mim como se nada tivesse acontecendo
-Goza
-Não, assim não consigo
-Consegue sim, se solta... Fecha os olhos... Isso... Se mexe...
-Nico, eles vão entrar também...
-Você não ia gostar? Com o quanto você tá molhada, acho que sim
-Mas e depois?
-Goza... Assim... Isso...
-Nico, tô perdendo o controle...
-Não quero que você se controle, quero que você goze... Que a gente goze tudo...
Senti que tava indo embora, que aquela ali não era eu... Aquela mulher entre aqueles três homens era outra pessoa e eu parecia ver ela se balançando no pau do Nico, balançando a cabeça e deixando as seis mãos acariciarem ela, as bocas beijarem ela...
Ouvi meus gemidos e suspiros como se fossem de outra, respirei o cheiro do prazer, tremi num novo orgasmo e me entreguei
-Nico, não quero recriminação, foi você que me trouxe até aqui.
Parece que era isso que o Nico tava esperando ouvir. Ele inchou dentro de mim e senti a gozada dele com uma força única, tanto que tive outro orgasmo.
Nico me levantou depois de me beijar e me colocou no sofá, se levantou e eu vi ele ir pra torneira tirando a camisinha.
Sem dizer uma palavra, Polo e Fredy tiraram o meu solero e Polo mal roçou meus lábios e com beijos muito suaves foi descendo pelo meu corpo até chegar na minha buceta que depois das gozadas com o Nico tava mais que sensível...
Polo não só sabia beijar muito bem... Também sabe chupar como nenhum outro... A língua, os lábios, dentes... Suave, forte...
Fredy tirou a calça e começou a brincar com o pau perto da minha cara, sem dizer nada, me olha fixo, eu sei que ele quer mas não pede, a decisão tem que ser minha... Já perdi o controle... Pego nele e começo a bater uma... Ele chega mais perto.
Olho pro Nico, ele tá batendo uma com um sorriso cheio de luxúria. Espero. algum gesto ou sinal dele, mas não vem.
Sem tirar os olhos do Nico, coloco na boca a rola do Fredy, chupo devagar, sei fazer isso, sinto ela crescer dura contra minha língua. Polo acelera a chupada que tá me dando e eu faço o mesmo com o Fredy. Os gemidos dos dois se misturam. Procuro os olhares do Polo e do Fredy, quase os desafio. O Fredy tá muito tesudo, sinto as veias inchadas na minha boca e a pressão na minha mão, ele me encara fixo.
— Quero te comer.
Ele tem uma camisinha na mão, sai da minha boca e toca no ombro do Polo, que se levanta e chega perto do meu rosto, ainda de calças, dá pra ver a ereção dele, sei que ele é o culpado de eu ter perdido o controle, com os beijos dele e nem preciso falar da chupada. Agora vou mostrar pra ele o que é ficar louco, eu também tenho minhas habilidades...
Me aproximo do volume dele, sem tocar, entreabro os lábios... Puxo a calça dele de uma vez e, sem dar tempo de reagir, passo a ponta da minha língua da base até a glande, só roçando. Ele empurra tentando entrar na minha boca e eu me afasto, dou um beijo na ponta e passo a língua de novo de uma ponta à outra, acaricio minhas bochechas com a glande dele e passo dois dedos ao longo, e só aí vou colocando ele entre meus lábios, apertados contra a rola dele.
Entretida em enlouquecer o Polo, me esqueci do Fredy, ele se acomodou entre minhas pernas e, sem avisar, entrou com tudo que tem na minha buceta, totalmente excitada e sensível. Com a surpresa, fechei a boca e quase mordi a rola do Polo, mas por sorte não aconteceu, ele levou na brincadeira e soltou um suspiro de prazer.
Já perdendo todos os meus preconceitos e princípios, coloquei toda minha dedicação na chupada no Polo e em rebolar o quadril e apertar com minha buceta o Fredy, que se arqueava de prazer e mal segurava os gritos. O Fredy colocou minhas pernas nos ombros dele, empurrou uma vez e outra, mais e mais rápido, senti que ele ia gozar e, pra minha surpresa, isso me excitou tanto quanto ele, afastei o Polo por um momento e puxei o Fredy. contra meu corpo, abracei ele e acabamos juntos num gemido.
Fredy saiu devagar, nós dois estávamos muito agitados. Assim que fiquei livre, Polo se aproximou de novo e começou a brincar com um dedo na minha boca, primeiro só nos lábios, foi entrando fazendo eu chupar o dedo dele, girando na minha língua.
Percebendo que eu ainda estava excitada, que não precisava fazer mais nada, ele me alcançou o envelope de uma camisinha... Fechado, pra eu abrir e colocar nele... Um gesto super erótico com alguém de muita confiança, mas ele...
Abri o envelope com os dentes e coloquei a camisinha bem, bem devagar. Ele foi até minhas pernas e as acariciou sem parar de me olhar fixo nos olhos...
— Vira
— O quê?
— Vira de costas, fica de joelhos
Me ajoelhei no sofá apoiando os braços no encosto, ele acariciou minhas nádegas e abriu mais minhas pernas, senti a glande dele passar uma e outra vez por toda a minha buceta até que apertou bem entre meus lábios e entrou, devagar, sem pressa, ficou um momento parado bem dentro da minha buceta e aí sim, agarrou minha cintura e começou a me balançar, pra dentro e pra fora, sem parar.
Me surpreendeu que, sendo tão bom com a boca, na hora de foder ele tivesse tão pouca imaginação, não mudou nem o ritmo nem a posição. Queria que ele me fizesse gozar, precisava, até pedi
— Quero gozar, por favor não se apressa...
Ele não me ouviu... Se enterrou todo dentro de mim e ficou ali, parado... Eu muito tesuda...
Vejo o Nico se aproximar
— Gostoso... Muito gostoso...
— Você é um filho da pu...
— Achei que você tinha curtido
Ele acaricia meu cabelo e me dá um beijo de língua, penso em recusar mas não consigo, se tivesse me perguntado antes se eu queria transar com os amigos dele, teria mandado ele pastar, mas agora... Depois que já aconteceu... Não sei... Quero pensar com calma...
— Vamos tomar banho, a noite é longa...
Nico me diz e me levanta no colo...
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