Queríamos ficar de boa, então naquele verão alugamos uma cabana num resort novo; pouca gente, poucos comércios... Nada pra fazer além de descansar... Quinze dias de relax pra nós dois.
Era um complexo de seis cabanas e um restaurante que era o único ponto de encontro nos arredores. Estávamos bem afastados da zona turística e comercial.
Escolhemos também o mês de março pra não ter tanta molecada, então o que não faltava era sossego.
Na primeira semana, todas as cabanas estavam ocupadas, mas na segunda ficaram só três casais e quatro caras solteiros que ocupavam uma.
Durante o dia, vinham pessoas que eram hóspedes das cabanas pra praia, mas não muitas, então a gente se enturmou com nossos companheiros tanto pras atividades na praia quanto depois, à noite, se comíamos no restaurante ou íamos mais tarde tomar um drink, ouvir música e dançar, coisa que fazíamos toda noite. Eu e o Diego, meu parceiro, adoramos dançar e durante o ano temos poucas chances de nos dar esse luxo, e os outros casais também embarcaram toda noite. Quando os caras cansavam, a gente, as minas, continuava sozinhas ou algum dos caras solteiros se aproximava, que eram muito divertidos e respeitosos.
Assim, todo mundo foi criando intimidade e, vendo que a música rolava, chamar de DJ é muito, foi colocando umas músicas mais animadas e de putaria, e a gente, principalmente as minas, ficou mais ousada. Se nos deixavam sozinhas dançando, a gente fazia bem provocante pra nossos parceiros voltarem a dançar. Se não, a gente se esfregava umas nas outras ou fazia sinal pros caras, que, se a gente tava muito soltinha, se aproximavam com receio de que nossos machões ficassem putos...
Devo admitir que me chamou a atenção o Diego não falar nada por eu dançar com os caras, principalmente porque na segunda semana, que já éramos poucos e já na maior intimidade, as mulheres ficaram as maiores putas na dança e, como ninguém reclamava, os Rapaziada foi se animando e, se a música baixava o ritmo, eles se aproximavam e apertavam bem a gente.
Foi embora outro casal, então ficamos Fernando e Marisa, os quatro rapazes, Diego e eu, Caro. Fernando, o mais velho, uns 35, Marisa 29 ou 30, Diego 30, os caras entre 24 e 25 e eu 25. Nenhum feio, Fernando meio fora de forma mas não dá pra chamar de gordo, Marisa meio baixinha mas muito bem feita e com uma graça danada. Do Diego, o que posso dizer? O homem da minha vida, alto, elegante, seguro de si... Os caras com pinta de atletas, acho que comentaram que jogavam algum esporte mas não prestei atenção, e eu, eu sou uma preciosura... Um metro e setenta, como quando era pequena me diziam que ia ser gordinha, peguei o costume de fazer academia modeladora desde antes da adolescência e nunca parei, então tenho tudo no lugar e bem durinho. Pra alguns falta um pouco de peitinho, mas com a bunda que tenho, calo a boca de todo mundo.
Uma noite estávamos dançando e Fernando para e diz que vai pescar num barco e sai de madrugada. Peço pra ele deixar a Marisa e ele diz que sim, sem problema, ele vai se divertir e ela que faça o mesmo.
Diego fica dançando um pouco com as duas mas vai buscar uns drinks e senta, nos deixa sozinhas e, como sempre que dançamos sozinhas, colocam música pra rebolarmos e claro... rebolamos.
Marisa, não sei se porque estava sozinha queria competir comigo, mas tava um monstro, mexia a bunda e encostava em mim de um jeito que até me esquentou. Na segunda vez que chamamos Diego e ele não veio, dois dos caras se aproximaram. Ao ver o quanto a gente tava puta com a Marisa, os outros não demoraram pra se juntar. Assim ficamos as duas, cada uma feita de sanduíche entre dois caras que apertavam cada vez mais.
Quando o ritmo baixou um pouco, nos abraçaram um na frente e outro atrás, primeiro de leve, mas logo o que estava atrás de mim, com a desculpa de falar comigo, encostou o corpo todo e me fez sentir. O sexo dele no meu Booty e ele sussurrou no meu ouvido
- Ele não pesca?
- Quem?
- Seu marido
Não sei se por não ter vindo me resgatar ou o quê, mas esclareci que não éramos casados. Assim que ele ouviu isso, as mãos ficaram muito mais ousadas.
Por sorte, a música mudou e nos separamos porque estávamos as duas bem encurraladas...
Com a desculpa de procurar algo pra beber, fomos com Diego e, um tempo depois, acompanhamos a Marisa até a cabana dela e fomos pra nossa.
- Por que você não foi nos resgatar do baile?
- Resgatar vocês de quê? Vocês estavam se divertindo pra caralho...
- É, divertindo demais... Queriam pegar nós duas.
- É que vocês estavam tão gostosas que me deu pena... Parecia o começo de um filme pornô...
- Diego!
Não tive coragem de perguntar, mas será que ele tinha ficado excitado vendo os dois caras me apertando? A resposta foi sim, ele tava tesudo e me comeu igual uma fera.
Na manhã seguinte, resolvi entrar na brincadeira pra ver o que o Diego fazia. Coloquei um biquíni que tinha comprado pra usar só em casa, de tão ousado que era. Diego me olhou, elogiou e disse como eu tava gostosa, mas não pediu pra eu não usar.
Na praia, não passei despercebida, e o cara que queria que o Diego me deixasse sozinha pra ir pescar repetiu várias vezes como o biquíni ficava bem em mim.
- Fica lindo em você, mas ele não fica com ciúmes?
- Ciúmes? Tenho que ter orgulho de ter a mulher mais gostosa, a que todo mundo deseja.
Não tínhamos ouvido o Diego se aproximar enquanto jogávamos tejo com os caras e a Marisa. Fernando estava tentando convencer o Diego de como esses passeios de pesca eram bons, e o Diego explicando que não gosta de pescar.
Naquela noite, o Fernando não foi pescar, então foi tudo na calma, mas a Marisa me contou que no dia anterior tinha ficado com muito sono no barco, então no dia seguinte pretendia jantar cedo e dormir antes de ir pro porto, e se a gente pudesse passar lá depois da janta, porque se ele fosse, ela não tinha. Por que ficar pra dormir.
Insisti no dia seguinte com o biquíni provocante e à noite... Roupa íntima, uma tanga preta de renda bem pequenininha... Uma saia plissada bem curta e uma jaqueta curta que deixava ver a base dos meus peitinhos... Sem sutiã, claro...
Diego fez a gente dançar por um bom tempo, mas eu, que conheço ele, percebi que ele tava fazendo por obrigação, que o que ele queria mesmo era nos deixar sozinhas. Os caras ainda não tinham chegado, sempre vinham um pouco mais tarde. Pra dar a chance pro Diego nos deixar, pedi pra ele buscar uns drinks. Assim que ele foi, agarrei a Marisa pela cintura e comecei a dançar bem sensual, bem colada nela.
- O que que há? Entre o biquíni de manhã e essa roupinha, você tá tramando alguma coisa.
- Não, nada... São os últimos dias e quero me divertir pra caralho...
- Hum... Sei não...
Diego deixou os drinks pra gente e foi pra mesa. Marisa aproveitou a música pra me fazer girar, e assim a saia levantava, mostrava a tanga inteira e, principalmente, o que ela não cobria... Num desses giros, os caras entraram, e Marisa continuou com as voltas e me levou pra mesa onde o Diego tava. Ele, vendo os giros e a saia voando, não teve ideia melhor do que aplaudir e assobiar. Aí o cara do som não parava de botar salsa, e todo mundo se deliciou com minha bunda, e algum outro se atreveu a assobiar e aplaudir também.
Logo os caras vieram, e quatro mãos percorreram minha cintura, minha barriga e se atreveram até a borda da jaqueta, roçando meus peitinhos, e colaram os corpos, fazendo eu sentir a excitação deles.
Diego continuava sem reagir ao avanço dos dois caras, que já era mais que ousado. Eles até beijavam meu pescoço e atrás das orelhas enquanto murmuravam como eu tava gostosa e como tava deixando eles excitados. Eu tinha decidido deixar eles fazerem pra ver o que o Diego fazia, e a verdade é que tanta mão boba e palavras sexy me esquentaram, e eu já não tava no controle da situação.
Perto das duas da manhã... na hora em que fechavam o bar, o Diego se aproximou e eu pensei que era pra acabar com o assédio que eu tava sofrendo, mas não, ele chama todo mundo e diz:
— Já que os caras vão embora de manhã e as férias de todo mundo tão acabando, convido todos pra cabana pra brindar e continuar a festa, porque aqui fecha daqui a pouco.
— Perfeito. Cê tem alguma coisa ou a gente leva um champanhe daqui?
— Champanhe eu não tenho, então é melhor levar uns... Marisa, você também vem, depois a gente te acompanha.
— Se tem brinde, não vou perder...
O olhar de tesão entre os quatro caras com a proposta do Diego foi nítido, e nem preciso falar da minha surpresa, e ainda por cima brindar com champanhe... Ele sabe o que me excita...
No caminho, um dos caras tentou me separar do grupo, mas aí o Diego interveio, dando as garrafas pra eles e pegando eu e a Marisa pela cintura pra nos levar até a cabana, e durante todo o trajeto ele me acariciou e me deu uns beijos muito quentes...
Assim que chegamos, o Diego colocou uma música bem lenta, romântica, daquelas pra dançar bem coladinho, e serviram champanhe que, com o calor que tava, a gente tomou como se fosse água. O Diego me puxou pra dançar e me apertou e me beijou, me esquentando ao máximo. Pensei: "beleza, ele resolveu me proteger..." Todo mundo tava olhando pra gente, e de repente ele me solta e puxa a Marisa pra dançar, e eu fico parada sozinha, coisa que os dois caras que mais me seguiam aproveitam na hora, me abraçando pela cintura e encostando a pélvis na minha bunda. Os outros dois não perdem tempo e se aproximam da Marisa, e o Diego, depois de umas voltas, entrega ela pra eles e vai pegar mais bebida pra todo mundo, traz pra gente, mas não faz nada pra nos separar. Quando a gente esvazia os copos, ele leva e senta.
Tô sendo apertada e acariciada, eles me viram pra trocar quem fica na frente e quem fica atrás, respiram cada vez mais perto, os lábios roçam minhas bochechas até a beirada da boca. Sinto o Diego levantar e vir na nossa direção. Pensar que ele vai me salvar me excita... Ao lado e seguindo pela escada em direção ao banheiro, assim que a porta se fecha, uma boca gruda na minha. Não consigo evitar abrir meus lábios e as línguas se entrelaçam num beijo muito quente... Me viram e trocam de lugar... Estou me beijando com dois homens ao mesmo tempo...
Abro os olhos e vejo Diego sentado na escada, olhando enquanto um me beija a boca e o outro, a nuca, os ombros, as costas. Não tem nenhuma reação no olhar dele, é como se estivesse assistindo a um filme. Olho pro lado e vejo Marisa num sofá, transando com os outros dois caras.
O que me beija na boca solta a regatinha, que cai, e eu olho pro Diego como quem pergunta o que ele vai fazer. Ele tá me beijando os peitos e nada. Mantenho o olhar nos olhos de Diego, mas transformo ele em desafiador. Ele não reage... Sinto uns lábios e uma língua descendo pelas minhas costas. Sem parar de olhar pra ele, solto a saia e deixo cair... Nada. Até parece que ele aumenta mais o sorriso no canto da boca...
Vai descendo, beijando toda a minha barriga, e o outro, pela minha coluna. Quando chegam na beirada da calcinha fio-dental, arrancam ela de uma vez e me lambem sem vergonha minha buceta e meu cu. O que tá na frente me levanta no colo enquanto o outro abre o sofá e me deitam de barriga pra cima. Um fica entre minhas pernas, beijando minhas coxas até focar na minha buceta e chupar ela sem economizar esforço. O outro cuida da minha boca e dos meus peitinhos. Quando, de tão excitada, começo a ofegar, ele se afasta pra tirar a roupa bem devagar, com os olhos cravados nos meus. Depois de pelado, pega o pau dele e com ele acaricia meu peito, gira em cima do meu mamilo. Eu, que sempre tive um certo complexo com meus peitos por serem pequenos, o fato de darem atenção a eles me deixa com um tesão danado, e ele percebe. Sobe no meu peito e esfrega o pau contra meus dois peitinhos, que estão durinhos de tesão. Pega minhas mãos e leva pro pau dele pra eu continuar a brincadeira nos meus peitos. Tudo isso enquanto tão me fazendo um boquete dos bons. Não me seguro mais, me deixo levar, e eu, que sou de ter... Muitos orgasmos, não aguento e gozo.
Ela continua me chupando e o outro coloca almofadas debaixo da minha cabeça e aproxima o pau da minha boca. Faz anos que o único pinto que eu tenho é o do Diego, então, além da minha excitação, tem a curiosidade. Vou devagar, lambendo e conhecendo esse novo. Não é maior nem menor, é outro. Com a minha chupada, ele fica duro e vejo na cara dele o tesão e o quanto ele tá se segurando. Ele procura na roupa e tira uma caixa de camisinha, me passa um envelope como quem avisa que vai me comer. Olho pra escada e o Diego continua lá com a mesma atitude. De canto de olho, vejo que a Marisa tá transando no outro sofá. Com os dentes, rasgo o envelope e tiro a camisinha. Pra provocar o Diego, faço uma coisa que aprendi com ele: coloco com a boca. O guri me olha surpreso e dá pra ver que isso deixa ele a mil.
Ele desce, passando o pau por todo o meu corpo até o meu púbis. O outro se afasta pra um lado. Sem parar de me olhar nos olhos, ele abre meus lábios com o pinto e se molha com meu mel. Passa o pau inteiro pela minha frestinha. Quero gritar pra ele me comer, mas me seguro e só imploro com o olhar. Ele entra devagar enquanto amassa meus quadris, me balançando e marcando o ritmo. O outro entrega o pau dele pra eu chupar.
Se vocês tão esperando que eu conte um filme pornô, já aviso que não. Nós três távamos quentes demais, e o que tava me comendo acelerava o ritmo. Eu já falei que sou multiorgásmica, e o outro também tava apressado pra me comer. Gozei com um gemido que não deixou dúvida, o que fez um se apressar e o outro começar a colocar a camisinha. O que tava me comendo gozou em cima de mim, me beijando, e quando senti que ele apertou bem no fundo da minha buceta e a camisinha inchou, tive outro orgasmo.
Ele não demorou pra sair e deixar o outro ocupar o lugar. Mudou minha posição, levantando minhas pernas nos ombros dele, e, em vez de entrar devagar como o anterior, enfiou tudo de uma vez e arremeteu com força. Essa mudança me encantou. Mais tesuda impossível. estar.
O que tinha gozado tirou a camisinha em cima dos meus peitos e me lambuzou toda com o esperma dele, limpei como pude com as mãos e levei à boca, isso excitou muito o que estava me comendo e ele se jogou a toda velocidade fazendo os testículos dele baterem na minha bunda. Ele não gozou dentro de mim, saiu, tirou a camisinha e se derramou na minha barriga apertando o pau com as duas mãos contra mim. Sem parar de chupar o outro, me espalhei todo o esperma pela barriga e ele trouxe o pau dele pra eu chupar também, então fui alternando de um pro outro.
O que gozou primeiro se colocou num "69" mas meio de lado, deixando espaço pra eu chupar os dois e me chupou também, não só minha buceta, focou com muita dedicação no meu cu. Depois de ter enfiado bem a língua, passou a meter os dedos, eu via ele vindo e ao invés de parar, fiquei mais excitada. Chupava, gemia e me contorcia mexendo a cintura como se já estivesse dando.
Ele se separou e bem na minha frente colocou outra camisinha, fez sinal pra eu virar, não me mexi
- Vira
- Devagar, tá?
Ele mostra o sachê de lubrificante que vem com as camisinhas com um sorriso, largo o pau que tava na boca e viro levantando minha bunda com o rosto apoiado na cama. O frio do lubrificante me faz tremer, ele espalha com o pau no meu cu e se apoia, olho pra escada por cima do ombro de novo, não tem dúvida, ele tem aquele sorriso nos lábios. Abaixo mais a cabeça e levo minha bunda pra trás metendo o pau no meu cu, ele segura minha cintura e termina de entrar. Sai totalmente e acaricia toda minha bunda, aperta minhas nádegas e volta a entrar. Ele já tinha gozado então tava mais relaxado, aproveitava o tempo dele curtindo minha bunda apertada, adoro sexo anal, faço sempre e sei como dar prazer pro outro mas tenho muita dificuldade em ter orgasmos anais e mesmo assim me entrego inteira e curto pra caralho. O outro já tinha se recuperado e coloca uma camisinha e eles se revezam me comendo. Bum, quando sinto que os dois tão perto de gozar, eu me viro e puxo eles pros meus peitos, tiro as camisinhas e masturbo eles até gozarem nas minhas tetinhas, que adoram ser celebradas. Depois que eu espremi até não sobrar nada e esfreguei bem no meu peito, eles deitaram do meu lado e ficamos um tempão quietos, nós três. Na cama do lado também tava todo mundo tranquilo.
Quando a gente quase tava dormindo, o Diego bate palmas.
— Beleza, pessoal, chega de festa! Vocês vão embora daqui a pouco, então acho que querem tomar um banho e se trocar. A gente se vê na próxima.
Ele continuava batendo palmas, apressando os caras, que, surpresos, vestiram a roupa e saíram quase correndo.
Eu e a Marisa levantamos e, quase juntas, íamos falar alguma coisa, mas ele:
— Shhh, não falem nada, quietinhas as duas, vão pro chuveiro...
Ele pegou nós duas pela cintura e levou pro banheiro, abriu o chuveiro e nos colocou debaixo d'água juntas, e saiu. Não sei se pela surpresa ou pela quase ordem do Diego de não falar, a gente se ensaboou em silêncio e, quando tava enxaguando, ele entrou pelado e se meteu também no chuveiro, e acariciou nós duas, dando o sabão pra gente lavar ele.
Já banhado, ele me dá um selinho e, puxando a Marisa pela cintura, beija ela na boca. Ela corresponde e se pendura no pescoço dele, vejo as línguas dos dois se enroscando e os lábios se mordendo. Ele solta ela e faz o mesmo comigo, os beijos do Diego me dominam, não sei por que aconteceu o que aconteceu antes, mas mesmo assim me entrego...
Já na cama, entre nós duas, fazemos um boquete de cinema. Ele me surpreende ao me dar uma camisinha, mas eu coloco nele. Não pensei que ele fosse comer ela, mas ele sobe em cima da Marisa, que abre as pernas e recebe ele encantada. Vejo ele se mexer e sei que ele faz muito bem, sei o que ele faz sentir, me excita ver os quadris dele indo e vindo, pra cima e pra baixo, vejo a cara dele e a cara de prazer da Marisa, o orgasmo dela é notável...
Antes de sair de dentro da Marisa, ele me pega pelo pescoço e me beija na boca, não consigo me segurar. - Me come...
Ele me deita de lado, do jeito que sabe que eu gosto, montado numa das minhas pernas me penetra. Minha sensação é como voltar pra casa depois de ficar fora uns dias, apesar de tudo que tinha rolado agora há pouco, era disso que eu precisava, minha libido foi lá em cima.
Enquanto me metia, sem camisinha, me fazendo sentir todo aquele pau que conhecia cada cantinho de prazer, ele acariciava o furinho da minha bunda, esquentando ainda mais o clima. A Marisa estava colada nele e, pra completar a cena excitante, o Diego pega a mão dela e faz ela substituir os dedos dele no meu cu. Ela me acaricia meio tímida, mas o Diego empurra ela pra enfiar os dedos dentro do meu rabo e levanta minha perna no ombro dele. Os dois beijam meus dedos do pé até se encontrarem de boca e se darem um chupão de língua, lábios e dentes... O Diego se enterra no fundo da minha buceta e eu sinto o esperma dele com uma força que eu nunca tinha visto...
O grito que saiu no meu orgasmo deve ter sido ouvido a quarteirões de distância...
Era um complexo de seis cabanas e um restaurante que era o único ponto de encontro nos arredores. Estávamos bem afastados da zona turística e comercial.
Escolhemos também o mês de março pra não ter tanta molecada, então o que não faltava era sossego.
Na primeira semana, todas as cabanas estavam ocupadas, mas na segunda ficaram só três casais e quatro caras solteiros que ocupavam uma.
Durante o dia, vinham pessoas que eram hóspedes das cabanas pra praia, mas não muitas, então a gente se enturmou com nossos companheiros tanto pras atividades na praia quanto depois, à noite, se comíamos no restaurante ou íamos mais tarde tomar um drink, ouvir música e dançar, coisa que fazíamos toda noite. Eu e o Diego, meu parceiro, adoramos dançar e durante o ano temos poucas chances de nos dar esse luxo, e os outros casais também embarcaram toda noite. Quando os caras cansavam, a gente, as minas, continuava sozinhas ou algum dos caras solteiros se aproximava, que eram muito divertidos e respeitosos.
Assim, todo mundo foi criando intimidade e, vendo que a música rolava, chamar de DJ é muito, foi colocando umas músicas mais animadas e de putaria, e a gente, principalmente as minas, ficou mais ousada. Se nos deixavam sozinhas dançando, a gente fazia bem provocante pra nossos parceiros voltarem a dançar. Se não, a gente se esfregava umas nas outras ou fazia sinal pros caras, que, se a gente tava muito soltinha, se aproximavam com receio de que nossos machões ficassem putos...
Devo admitir que me chamou a atenção o Diego não falar nada por eu dançar com os caras, principalmente porque na segunda semana, que já éramos poucos e já na maior intimidade, as mulheres ficaram as maiores putas na dança e, como ninguém reclamava, os Rapaziada foi se animando e, se a música baixava o ritmo, eles se aproximavam e apertavam bem a gente.
Foi embora outro casal, então ficamos Fernando e Marisa, os quatro rapazes, Diego e eu, Caro. Fernando, o mais velho, uns 35, Marisa 29 ou 30, Diego 30, os caras entre 24 e 25 e eu 25. Nenhum feio, Fernando meio fora de forma mas não dá pra chamar de gordo, Marisa meio baixinha mas muito bem feita e com uma graça danada. Do Diego, o que posso dizer? O homem da minha vida, alto, elegante, seguro de si... Os caras com pinta de atletas, acho que comentaram que jogavam algum esporte mas não prestei atenção, e eu, eu sou uma preciosura... Um metro e setenta, como quando era pequena me diziam que ia ser gordinha, peguei o costume de fazer academia modeladora desde antes da adolescência e nunca parei, então tenho tudo no lugar e bem durinho. Pra alguns falta um pouco de peitinho, mas com a bunda que tenho, calo a boca de todo mundo.
Uma noite estávamos dançando e Fernando para e diz que vai pescar num barco e sai de madrugada. Peço pra ele deixar a Marisa e ele diz que sim, sem problema, ele vai se divertir e ela que faça o mesmo.
Diego fica dançando um pouco com as duas mas vai buscar uns drinks e senta, nos deixa sozinhas e, como sempre que dançamos sozinhas, colocam música pra rebolarmos e claro... rebolamos.
Marisa, não sei se porque estava sozinha queria competir comigo, mas tava um monstro, mexia a bunda e encostava em mim de um jeito que até me esquentou. Na segunda vez que chamamos Diego e ele não veio, dois dos caras se aproximaram. Ao ver o quanto a gente tava puta com a Marisa, os outros não demoraram pra se juntar. Assim ficamos as duas, cada uma feita de sanduíche entre dois caras que apertavam cada vez mais.
Quando o ritmo baixou um pouco, nos abraçaram um na frente e outro atrás, primeiro de leve, mas logo o que estava atrás de mim, com a desculpa de falar comigo, encostou o corpo todo e me fez sentir. O sexo dele no meu Booty e ele sussurrou no meu ouvido
- Ele não pesca?
- Quem?
- Seu marido
Não sei se por não ter vindo me resgatar ou o quê, mas esclareci que não éramos casados. Assim que ele ouviu isso, as mãos ficaram muito mais ousadas.
Por sorte, a música mudou e nos separamos porque estávamos as duas bem encurraladas...
Com a desculpa de procurar algo pra beber, fomos com Diego e, um tempo depois, acompanhamos a Marisa até a cabana dela e fomos pra nossa.
- Por que você não foi nos resgatar do baile?
- Resgatar vocês de quê? Vocês estavam se divertindo pra caralho...
- É, divertindo demais... Queriam pegar nós duas.
- É que vocês estavam tão gostosas que me deu pena... Parecia o começo de um filme pornô...
- Diego!
Não tive coragem de perguntar, mas será que ele tinha ficado excitado vendo os dois caras me apertando? A resposta foi sim, ele tava tesudo e me comeu igual uma fera.
Na manhã seguinte, resolvi entrar na brincadeira pra ver o que o Diego fazia. Coloquei um biquíni que tinha comprado pra usar só em casa, de tão ousado que era. Diego me olhou, elogiou e disse como eu tava gostosa, mas não pediu pra eu não usar.
Na praia, não passei despercebida, e o cara que queria que o Diego me deixasse sozinha pra ir pescar repetiu várias vezes como o biquíni ficava bem em mim.
- Fica lindo em você, mas ele não fica com ciúmes?
- Ciúmes? Tenho que ter orgulho de ter a mulher mais gostosa, a que todo mundo deseja.
Não tínhamos ouvido o Diego se aproximar enquanto jogávamos tejo com os caras e a Marisa. Fernando estava tentando convencer o Diego de como esses passeios de pesca eram bons, e o Diego explicando que não gosta de pescar.
Naquela noite, o Fernando não foi pescar, então foi tudo na calma, mas a Marisa me contou que no dia anterior tinha ficado com muito sono no barco, então no dia seguinte pretendia jantar cedo e dormir antes de ir pro porto, e se a gente pudesse passar lá depois da janta, porque se ele fosse, ela não tinha. Por que ficar pra dormir.
Insisti no dia seguinte com o biquíni provocante e à noite... Roupa íntima, uma tanga preta de renda bem pequenininha... Uma saia plissada bem curta e uma jaqueta curta que deixava ver a base dos meus peitinhos... Sem sutiã, claro...
Diego fez a gente dançar por um bom tempo, mas eu, que conheço ele, percebi que ele tava fazendo por obrigação, que o que ele queria mesmo era nos deixar sozinhas. Os caras ainda não tinham chegado, sempre vinham um pouco mais tarde. Pra dar a chance pro Diego nos deixar, pedi pra ele buscar uns drinks. Assim que ele foi, agarrei a Marisa pela cintura e comecei a dançar bem sensual, bem colada nela.
- O que que há? Entre o biquíni de manhã e essa roupinha, você tá tramando alguma coisa.
- Não, nada... São os últimos dias e quero me divertir pra caralho...
- Hum... Sei não...
Diego deixou os drinks pra gente e foi pra mesa. Marisa aproveitou a música pra me fazer girar, e assim a saia levantava, mostrava a tanga inteira e, principalmente, o que ela não cobria... Num desses giros, os caras entraram, e Marisa continuou com as voltas e me levou pra mesa onde o Diego tava. Ele, vendo os giros e a saia voando, não teve ideia melhor do que aplaudir e assobiar. Aí o cara do som não parava de botar salsa, e todo mundo se deliciou com minha bunda, e algum outro se atreveu a assobiar e aplaudir também.
Logo os caras vieram, e quatro mãos percorreram minha cintura, minha barriga e se atreveram até a borda da jaqueta, roçando meus peitinhos, e colaram os corpos, fazendo eu sentir a excitação deles.
Diego continuava sem reagir ao avanço dos dois caras, que já era mais que ousado. Eles até beijavam meu pescoço e atrás das orelhas enquanto murmuravam como eu tava gostosa e como tava deixando eles excitados. Eu tinha decidido deixar eles fazerem pra ver o que o Diego fazia, e a verdade é que tanta mão boba e palavras sexy me esquentaram, e eu já não tava no controle da situação.
Perto das duas da manhã... na hora em que fechavam o bar, o Diego se aproximou e eu pensei que era pra acabar com o assédio que eu tava sofrendo, mas não, ele chama todo mundo e diz:
— Já que os caras vão embora de manhã e as férias de todo mundo tão acabando, convido todos pra cabana pra brindar e continuar a festa, porque aqui fecha daqui a pouco.
— Perfeito. Cê tem alguma coisa ou a gente leva um champanhe daqui?
— Champanhe eu não tenho, então é melhor levar uns... Marisa, você também vem, depois a gente te acompanha.
— Se tem brinde, não vou perder...
O olhar de tesão entre os quatro caras com a proposta do Diego foi nítido, e nem preciso falar da minha surpresa, e ainda por cima brindar com champanhe... Ele sabe o que me excita...
No caminho, um dos caras tentou me separar do grupo, mas aí o Diego interveio, dando as garrafas pra eles e pegando eu e a Marisa pela cintura pra nos levar até a cabana, e durante todo o trajeto ele me acariciou e me deu uns beijos muito quentes...
Assim que chegamos, o Diego colocou uma música bem lenta, romântica, daquelas pra dançar bem coladinho, e serviram champanhe que, com o calor que tava, a gente tomou como se fosse água. O Diego me puxou pra dançar e me apertou e me beijou, me esquentando ao máximo. Pensei: "beleza, ele resolveu me proteger..." Todo mundo tava olhando pra gente, e de repente ele me solta e puxa a Marisa pra dançar, e eu fico parada sozinha, coisa que os dois caras que mais me seguiam aproveitam na hora, me abraçando pela cintura e encostando a pélvis na minha bunda. Os outros dois não perdem tempo e se aproximam da Marisa, e o Diego, depois de umas voltas, entrega ela pra eles e vai pegar mais bebida pra todo mundo, traz pra gente, mas não faz nada pra nos separar. Quando a gente esvazia os copos, ele leva e senta.
Tô sendo apertada e acariciada, eles me viram pra trocar quem fica na frente e quem fica atrás, respiram cada vez mais perto, os lábios roçam minhas bochechas até a beirada da boca. Sinto o Diego levantar e vir na nossa direção. Pensar que ele vai me salvar me excita... Ao lado e seguindo pela escada em direção ao banheiro, assim que a porta se fecha, uma boca gruda na minha. Não consigo evitar abrir meus lábios e as línguas se entrelaçam num beijo muito quente... Me viram e trocam de lugar... Estou me beijando com dois homens ao mesmo tempo...
Abro os olhos e vejo Diego sentado na escada, olhando enquanto um me beija a boca e o outro, a nuca, os ombros, as costas. Não tem nenhuma reação no olhar dele, é como se estivesse assistindo a um filme. Olho pro lado e vejo Marisa num sofá, transando com os outros dois caras.
O que me beija na boca solta a regatinha, que cai, e eu olho pro Diego como quem pergunta o que ele vai fazer. Ele tá me beijando os peitos e nada. Mantenho o olhar nos olhos de Diego, mas transformo ele em desafiador. Ele não reage... Sinto uns lábios e uma língua descendo pelas minhas costas. Sem parar de olhar pra ele, solto a saia e deixo cair... Nada. Até parece que ele aumenta mais o sorriso no canto da boca...
Vai descendo, beijando toda a minha barriga, e o outro, pela minha coluna. Quando chegam na beirada da calcinha fio-dental, arrancam ela de uma vez e me lambem sem vergonha minha buceta e meu cu. O que tá na frente me levanta no colo enquanto o outro abre o sofá e me deitam de barriga pra cima. Um fica entre minhas pernas, beijando minhas coxas até focar na minha buceta e chupar ela sem economizar esforço. O outro cuida da minha boca e dos meus peitinhos. Quando, de tão excitada, começo a ofegar, ele se afasta pra tirar a roupa bem devagar, com os olhos cravados nos meus. Depois de pelado, pega o pau dele e com ele acaricia meu peito, gira em cima do meu mamilo. Eu, que sempre tive um certo complexo com meus peitos por serem pequenos, o fato de darem atenção a eles me deixa com um tesão danado, e ele percebe. Sobe no meu peito e esfrega o pau contra meus dois peitinhos, que estão durinhos de tesão. Pega minhas mãos e leva pro pau dele pra eu continuar a brincadeira nos meus peitos. Tudo isso enquanto tão me fazendo um boquete dos bons. Não me seguro mais, me deixo levar, e eu, que sou de ter... Muitos orgasmos, não aguento e gozo.
Ela continua me chupando e o outro coloca almofadas debaixo da minha cabeça e aproxima o pau da minha boca. Faz anos que o único pinto que eu tenho é o do Diego, então, além da minha excitação, tem a curiosidade. Vou devagar, lambendo e conhecendo esse novo. Não é maior nem menor, é outro. Com a minha chupada, ele fica duro e vejo na cara dele o tesão e o quanto ele tá se segurando. Ele procura na roupa e tira uma caixa de camisinha, me passa um envelope como quem avisa que vai me comer. Olho pra escada e o Diego continua lá com a mesma atitude. De canto de olho, vejo que a Marisa tá transando no outro sofá. Com os dentes, rasgo o envelope e tiro a camisinha. Pra provocar o Diego, faço uma coisa que aprendi com ele: coloco com a boca. O guri me olha surpreso e dá pra ver que isso deixa ele a mil.
Ele desce, passando o pau por todo o meu corpo até o meu púbis. O outro se afasta pra um lado. Sem parar de me olhar nos olhos, ele abre meus lábios com o pinto e se molha com meu mel. Passa o pau inteiro pela minha frestinha. Quero gritar pra ele me comer, mas me seguro e só imploro com o olhar. Ele entra devagar enquanto amassa meus quadris, me balançando e marcando o ritmo. O outro entrega o pau dele pra eu chupar.
Se vocês tão esperando que eu conte um filme pornô, já aviso que não. Nós três távamos quentes demais, e o que tava me comendo acelerava o ritmo. Eu já falei que sou multiorgásmica, e o outro também tava apressado pra me comer. Gozei com um gemido que não deixou dúvida, o que fez um se apressar e o outro começar a colocar a camisinha. O que tava me comendo gozou em cima de mim, me beijando, e quando senti que ele apertou bem no fundo da minha buceta e a camisinha inchou, tive outro orgasmo.
Ele não demorou pra sair e deixar o outro ocupar o lugar. Mudou minha posição, levantando minhas pernas nos ombros dele, e, em vez de entrar devagar como o anterior, enfiou tudo de uma vez e arremeteu com força. Essa mudança me encantou. Mais tesuda impossível. estar.
O que tinha gozado tirou a camisinha em cima dos meus peitos e me lambuzou toda com o esperma dele, limpei como pude com as mãos e levei à boca, isso excitou muito o que estava me comendo e ele se jogou a toda velocidade fazendo os testículos dele baterem na minha bunda. Ele não gozou dentro de mim, saiu, tirou a camisinha e se derramou na minha barriga apertando o pau com as duas mãos contra mim. Sem parar de chupar o outro, me espalhei todo o esperma pela barriga e ele trouxe o pau dele pra eu chupar também, então fui alternando de um pro outro.
O que gozou primeiro se colocou num "69" mas meio de lado, deixando espaço pra eu chupar os dois e me chupou também, não só minha buceta, focou com muita dedicação no meu cu. Depois de ter enfiado bem a língua, passou a meter os dedos, eu via ele vindo e ao invés de parar, fiquei mais excitada. Chupava, gemia e me contorcia mexendo a cintura como se já estivesse dando.
Ele se separou e bem na minha frente colocou outra camisinha, fez sinal pra eu virar, não me mexi
- Vira
- Devagar, tá?
Ele mostra o sachê de lubrificante que vem com as camisinhas com um sorriso, largo o pau que tava na boca e viro levantando minha bunda com o rosto apoiado na cama. O frio do lubrificante me faz tremer, ele espalha com o pau no meu cu e se apoia, olho pra escada por cima do ombro de novo, não tem dúvida, ele tem aquele sorriso nos lábios. Abaixo mais a cabeça e levo minha bunda pra trás metendo o pau no meu cu, ele segura minha cintura e termina de entrar. Sai totalmente e acaricia toda minha bunda, aperta minhas nádegas e volta a entrar. Ele já tinha gozado então tava mais relaxado, aproveitava o tempo dele curtindo minha bunda apertada, adoro sexo anal, faço sempre e sei como dar prazer pro outro mas tenho muita dificuldade em ter orgasmos anais e mesmo assim me entrego inteira e curto pra caralho. O outro já tinha se recuperado e coloca uma camisinha e eles se revezam me comendo. Bum, quando sinto que os dois tão perto de gozar, eu me viro e puxo eles pros meus peitos, tiro as camisinhas e masturbo eles até gozarem nas minhas tetinhas, que adoram ser celebradas. Depois que eu espremi até não sobrar nada e esfreguei bem no meu peito, eles deitaram do meu lado e ficamos um tempão quietos, nós três. Na cama do lado também tava todo mundo tranquilo.
Quando a gente quase tava dormindo, o Diego bate palmas.
— Beleza, pessoal, chega de festa! Vocês vão embora daqui a pouco, então acho que querem tomar um banho e se trocar. A gente se vê na próxima.
Ele continuava batendo palmas, apressando os caras, que, surpresos, vestiram a roupa e saíram quase correndo.
Eu e a Marisa levantamos e, quase juntas, íamos falar alguma coisa, mas ele:
— Shhh, não falem nada, quietinhas as duas, vão pro chuveiro...
Ele pegou nós duas pela cintura e levou pro banheiro, abriu o chuveiro e nos colocou debaixo d'água juntas, e saiu. Não sei se pela surpresa ou pela quase ordem do Diego de não falar, a gente se ensaboou em silêncio e, quando tava enxaguando, ele entrou pelado e se meteu também no chuveiro, e acariciou nós duas, dando o sabão pra gente lavar ele.
Já banhado, ele me dá um selinho e, puxando a Marisa pela cintura, beija ela na boca. Ela corresponde e se pendura no pescoço dele, vejo as línguas dos dois se enroscando e os lábios se mordendo. Ele solta ela e faz o mesmo comigo, os beijos do Diego me dominam, não sei por que aconteceu o que aconteceu antes, mas mesmo assim me entrego...
Já na cama, entre nós duas, fazemos um boquete de cinema. Ele me surpreende ao me dar uma camisinha, mas eu coloco nele. Não pensei que ele fosse comer ela, mas ele sobe em cima da Marisa, que abre as pernas e recebe ele encantada. Vejo ele se mexer e sei que ele faz muito bem, sei o que ele faz sentir, me excita ver os quadris dele indo e vindo, pra cima e pra baixo, vejo a cara dele e a cara de prazer da Marisa, o orgasmo dela é notável...
Antes de sair de dentro da Marisa, ele me pega pelo pescoço e me beija na boca, não consigo me segurar. - Me come...
Ele me deita de lado, do jeito que sabe que eu gosto, montado numa das minhas pernas me penetra. Minha sensação é como voltar pra casa depois de ficar fora uns dias, apesar de tudo que tinha rolado agora há pouco, era disso que eu precisava, minha libido foi lá em cima.
Enquanto me metia, sem camisinha, me fazendo sentir todo aquele pau que conhecia cada cantinho de prazer, ele acariciava o furinho da minha bunda, esquentando ainda mais o clima. A Marisa estava colada nele e, pra completar a cena excitante, o Diego pega a mão dela e faz ela substituir os dedos dele no meu cu. Ela me acaricia meio tímida, mas o Diego empurra ela pra enfiar os dedos dentro do meu rabo e levanta minha perna no ombro dele. Os dois beijam meus dedos do pé até se encontrarem de boca e se darem um chupão de língua, lábios e dentes... O Diego se enterra no fundo da minha buceta e eu sinto o esperma dele com uma força que eu nunca tinha visto...
O grito que saiu no meu orgasmo deve ter sido ouvido a quarteirões de distância...
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