Anelzinho da Anita (01)

A história que vou contar aconteceu quando eu tinha terminado o primeiro ano de faculdade e estava pronto pra curtir umas férias de verão tranquilas… só que algo… melhor dizendo, alguém ia bagunçar todo o meu mundo…

Naquele verão, chegou em casa minha priminha Anita, filha do irmão mais novo do meu pai, que vivia como agricultor, trabalhando as terras da família do meu pai num povoado pequeno no sul do país.

A família da Anita tava passando por uns apertos financeiros, teve uma colheita ruim, então decidiram mandar a filha mais velha pra passar as férias de verão com meus pais (os tios dela), enquanto eles resolviam os problemas de grana.

Eu tinha visto ela pela última vez uns anos atrás, quando ainda era uma menina, e olha que o tempo não passa em vão… agora a Anita era uma adolescente de dar água na boca. Ela teve um desenvolvimento precoce, por isso já usava sutiã aos 10 anos, parecia que tinha um desequilíbrio hormonal ou algo assim, que os médicos tentaram controlar com uns remédios… e pelo que eu tava vendo (e agradeço por isso)… os remédios não fizeram muito efeito.

Bom, a Anita tinha uns 1,60m, com um peito apetitosamente desenvolvido (não enorme, mas bem formado), uma bunda que era uma delícia (redonda e firme), olhos castanhos, pele morena clara e cabelo castanho escuro e comprido, até o meio das costas… e com um sorriso de menina sapeca que te matava…

Quando eu vi ela, quase montei a barraca no meio da sala e na frente dos meus pais… pra aliviar o tesão que tava subindo na calça, tive que pensar em coisas bem desagradáveis… e pra completar meu martírio… a Anita ia dormir no quarto em frente ao meu.

A Anita começou a ajudar nas tarefas de casa, conquistando o carinho da minha mãe, com quem ia pra cima e pra baixo no mercado e fazer umas comprinhas. Comigo, a Anita se comportava de forma educada, mas meio tímida, parecia ser uma garota bem inocente. afinal de contas, ela vinha de uma cidade pequena. Nem preciso dizer que os caras do bairro logo deitaram o olho nela, e me enchia o saco, o mais mansinho me chamava de "cunhado" e outras palavras bem mais pesadas. Se eles soubessem que eu também queria botar a mão naquela novinha que todo mundo achava que tinha 18 anos ou mais, mas o problema é que eu era da família e ela era menor de idade. Então, se me desse na telha de fazer alguma coisa, com certeza ia virar um deus-nos-acuda dentro de casa. A tarefa também ia ser difícil com a minha mãe como protetora dela... por mim, eu me deliciava olhando pra ela sempre que podia, principalmente quando ela varria, com aqueles shorts curtinhos, rebolando aquele rabo suculento... claro que eu tinha que me fazer de louco e disfarçar toda vez que minha mãe passava. Num sábado quente pra caralho, minha mãe teve a brilhante ideia de eu levar minha priminha pra dar um passeio, porque ela só saía com a minha mãe ou ficava enfiada em casa, era jovem e também precisava sair e conhecer a cidade… Imagina, minha mãe queria que eu levasse ela pra conhecer minha faculdade, talvez pra motivar ela a estudar mais pra frente. Mas era uma ideia horrível, depois que vissem minha prima, meus amigos da universidade iam cair na minha casa com qualquer desculpa, só pra tentar pegar minha prima. Pra minha sorte, percebi que a ideia pareceu meio chata pra minha prima, eu também desanimei mais ainda, dizendo que, com todo mundo de férias, a faculdade ia estar vazia… Pra onde a gente iria? Como tava muito calor… e pra completar meu martírio… a menina deu na telha de ir pra piscina. Por um lado, ia ser um espetáculo visual gostoso ver minha priminha com menos roupa que o normal, ver as curvas dela ao vivo… e por outro, ia ser uma tortura, era tipo: olha mas não toca… embora talvez eu pudesse dar um jeito de tocar em alguma coisa, mas "sem querer". Me veio a ideia de levar ela pra uma piscina nos arredores da cidade, já que não queria trombar com nenhum amigo ou conhecido inconveniente. da escola, bairro ou faculdade, muito menos com algum parente que reconhecesse minha prima.

Apesar de Anita usar um traje conservador, de uma peça só, suas curvas apareciam nitidamente, despertando os olhares de vários lobos, que me incomodavam mais a mim do que a ela. Ela parecia não perceber os prodígios que a natureza lhe dera, e que nós homens estamos acostumados quase por instinto a observar.

Conforme a manhã passava, ela foi ganhando mais confiança, se soltou mais e começamos a brincar sobre coisas triviais. Até que escapou um comentário sexual meu, e notei que ela corou, então tentei não ir por esse caminho para não deixá-la desconfortável. Até que ela disse:

— Primo, vamos para a água… — falou sorrindo como uma menina.

— Tá bem, mas já está na hora de você me chamar pelo nome… ou é que estou muito velho? — perguntei quase flertando, mas duvidava que ela percebesse.

— Não, de jeito nenhum, "João" — disse enfatizando meu nome com uma coqueteria que até então não tinha ouvido dela, e completou: — mas vem, vamos nos banhar.

Entramos na água, e notei como os peitos dela endureceram rapidamente ao contato com a água fria, os biquinhos aparecendo através da roupa de banho, me dava vontade de mordê-los, saboreá-los, chupá-los… felizmente ela começou a nadar antes que eu colocasse essa ideia em prática.

Naquele dia nadamos, brincamos na água, e entre uma brincadeira e outra eu buscava um jeito de me aproximar e tocá-la de forma discreta para não despertar desconfiança. Assim consegui roçar nos peitos dela, nas coxas e dava um ou outro abraço carinhoso… uff, estava no paraíso, com os seios dela se abrindo contra meu peito e os biquinhos marcando meu tórax.

Ela correspondia aos meus abraços com risadinhas inocentes que me faziam duvidar do que estava fazendo, depois se afastava jogando água em mim e rindo de forma travessa. Notei como outros me invejavam e como adorariam estar no meu lugar. Anita também acabou percebendo, sobre tudo por um cara que parecia que nunca tinha visto uma mulher, o olhar tarado dele começou a incomodar ela.

- Ei, Juan, aquele senhor não para de me olhar... ela disse, meio nervosa.

- Quer que eu fale com ele? falei, quando na verdade eu queria era encher ele de porrada, ela percebeu minhas intenções.

- Não, não... Não arruma confusão... só... só finge que é meu namorado... assim ele vai saber que não estou sozinha e vai cansar de olhar... pediu Anita, tentando me acalmar.

- Tá bom... falei, mas ainda estava puto, então nem prestei muita atenção no que ela dizia.

- Vem, vamos para a borda... ela disse, com medo, me pegando pela mão.

Na borda da piscina, ela tentava mudar de assunto para me distrair, até que...

- Lá está ele de novo... ela disse, nervosa.

Fiz um movimento de querer sair da água, queria acertar as contas com aquele babaca que ficava encarando a Mili e deixando nós dois desconfortáveis... mas ela me segurou pelo braço.

- Vem... me abraça... falando isso, ela se colocou na minha frente e me abraçou.

Ao sentir os peitos da Anita de novo, esqueci de tudo o mais... depois ela se virou, encostando as costas no meu peito, pegou minhas mãos e as levou devagar até a cintura dela. Instintivamente, apertei ela contra mim e a bunda enorme dela afundou na minha virilha... meu coração começou a bater mais forte, assim como minha ereção.

As nádegas dela foram se abrindo, dando espaço pra minha ereção iminente... eu quase nem respirava, com medo de gozar rápido. Anita não reclamava, talvez nem percebesse, porque estava mais preocupada com aquele tarado que agora tinha entrado na água.

- Lá vem ele... ela disse, com medo.

Ela se virou, os peitos dela afundaram de novo contra meu peito, cheguei a ver aquele cara se aproximando nadando e olhei pra ele com ódio. Anita segurou meu queixo e fez eu virar a cabeça para ela, quando conseguiu minha atenção, me olhou com carinho e Depois... bom, depois... ela me beijou...

Me pegou de surpresa, me pegou frio, no começo não soube como reagir... aí lembrei das palavras dela "finge que é meu namorado"... e devolvi o beijo com a mesma intensidade, ou até maior, que ela tava me dando. Parecia que não tava fingindo, e se tava... então era muito boa nisso.

- Uhmmm... ouvi um gemidinho baixinho na respiração ofegante dela.

Os lábios quentes e molhados dela passeavam, deslizavam pelos meus, e eu os prendia com paixão. Embora alguns movimentos dela fossem meio desajeitados e mostrassem que tinha pouca experiência, isso era compensado por uma mistura de ternura e tesão que os lábios dela imprimiam.

Não sei se foram segundos ou minutos que ficamos assim, só sei que quando o beijo acabou (não por nossa causa, mas porque um chato nos respingou de água), eu tava segurando ela firme pela cintura, os braços dela rodeavam meu pescoço, nossas pernas estavam entrelaçadas e a cara de satisfação que ela mostrava era nítida, acho que a minha também.

Aí, voltando a si, percebendo a situação, ela se afastou um pouco e olhou ao redor, e notamos que aquele espião tinha sumido... quanto tempo teria passado?...

- Ééé... acho que já tá na hora de ir, primo... falou ela, meio sem graça.

- É, você tem razão... respondi meio confuso, sentindo que ainda tava com uma certa ereção.

Ela saiu da água, vi de novo a silhueta bem molhadinha dela, até que se cobriu com a toalha:

- Juan, por que você não sai da água?... perguntou curiosa.

- Já já eu saio, vou dar um último mergulho... falei, não dava pra sair até a excitação baixar e a ereção diminuir.

Uns minutos depois saí, nos trocamos e voltamos pra casa. No caminho quase não conversamos, na verdade estávamos cansados, sonolentos e pensativos pelo que tinha rolado... quase chegando em casa, ela criou coragem pra falar: Sobre o que rolou na piscina... sobre aquele cara e depois... ela me disse, envergonhada.

Vendo pra onde a confusão tava indo na cabecinha inocente dela e sem deixar ela terminar, respondi:

- Não se preocupa... não vou falar nada... se você não falar nada... falei pra acalmar ela.

Anita me deu um sorriso tímido, ainda não convencida.

- Esse vai ser nosso segredo... não deixa o que aconteceu estragar o dia gostoso que a gente passou na piscina... completei, tentando acalmar ela.

- É, você tem razão... ela respondeu, mais animada.

Quando cheguei em casa, minha mãe tava nos esperando com um lanche e perguntas:

- E aí, como foi?

- Eu me diverti... falei, e lembrando do incidente do beijo, olhei pra minha prima e pisquei o olho.

- Eu também me diverti pra caramba, tia... ela disse e me olhou com um sorriso safado de cumplicidade.

Na sequência, Anita contou pra minha mãe tudo que a gente fez... bem, quase tudo... o que ela viu no caminho pra piscina e outras coisas que eu nem tava prestando muita atenção porque ainda tava lembrando do corpo da minha prima, da pele macia dela e, principalmente, daquele beijo ingênuo mas ardente.

Por sorte, um amigo da faculdade me ligou e me chamou pra uma festa que ele tava organizando pro fim do período. Aceitei na hora, queria tirar da cabeça aquele episódio com minha prima, pra não atrapalhar minha vida familiar normal.

Passei horas bebendo e dançando com umas minas que tavam longe de ter o corpo da minha prima, claro que vestidas mais chamativas, com roupas mais curtas, mas com menos pra mostrar. Assim, meio decepcionado por não encontrar ninguém que me fizesse esquecer a Anita... voltei pra casa completamente bêbado... já sabe como é, o chão balança e tudo fica girando...

Não quis acordar meus pais entrando pela porta da frente que faz barulho, então entrei na surdina pela porta dos fundos, que dá num jardim. Cambaleando, me aproximei de casa, fiquei curioso pra ver minha priminha, o álcool no meu corpo tinha soltado minha libido. Tentando fazer o menor barulho possível, me aproximei da janela do quarto dela... e foi tão grande minha surpresa com o que vi, que praticamente me tirou do meu estado etílico...

Aquela garotinha inocente e doce aos meus olhos, que eu não queria desgraçar por causa da pouca idade e, principalmente, pelo nosso parentesco familiar, estava deitada na cama, se contorcendo de prazer... um prazer provocado pelos próprios dedos: acariciando a buceta jovem mas peluda, enfiando o dedo do meio e tremendo a cada entrada naquela xota molhada... ela acelerava os movimentos, parecia estar chegando ao clímax.

Eu olhava atônito, agachado na janela: Porra!, se essa menina não é tão inocente quanto eu pensava, então, como bom primo mais velho e experiente, acho que é meu dever ajudá-la... foi o que eu disse a mim mesmo, e na minha consciência ainda alcoolizada, isso soou completamente lógico...

Então, sem mais hesitar, me dirigi ao corredor que levava à porta do quarto dela:

- Agora essa garota vai saber o que é bom... eu disse.

Estava na frente da porta do quarto dela, girei a maçaneta suavemente, sem fazer barulho... de repente, alguém acendeu a luz do corredor...

- Puta que pariu... sussurrei.

Era meu pai... aparentemente, não tinha sido tão silencioso quanto pensei, e no meu andar desajeitado, tinha chutado um vaso. Ao me ver, meu velho disse, irritado:

- Moleque!... você está tão bêbado que já não lembra onde fica seu quarto... ali dorme sua prima... seu quarto é o da frente... então dá meia-volta e vai dormir... amanhã a gente conversa...

Resmungando, com o rabo entre as pernas, fui para meu quarto... mas tive que aliviar o tesão com uma baita punheta. Não ia conseguir dormir com toda a porra acumulada que tinha depois de ver aquele espetáculo que minha "inocente" priminha me ofereceu.

Só tinha a certeza de que, daqui pra frente, minhas relações familiares com minha priminha iam ficar muito mais próximas... muito mais do que naquele dia molhado...

Continua...

5 comentários - Anelzinho da Anita (01)