Comi a Chun-Li

Olá, faz tempo que não posto nada, mas trouxe um relato, ou melhor, uma série de relatos que começam de um jeito bem inacreditável.
Uns anos atrás, comecei um curso de fotografia, paisagismo, etc, etc, etc, mas quando me formei, me dediquei a tirar fotos num campo bem suculento e bem inexplorado: O FANDOM ARGENTINO. Pois é, rapaziada, vocês não fazem ideia das belezas ocultas desse país. Muitas estão à vista de todos nas convenções de anime. Obviamente, os nomes das minas que fotografei são falsos, e todas eram maiores de 18... e às vezes precisei pedir o documento pra fazer as fotos, porque NÃO PARECIAM TER MAIS DE 15.

Primeiro as primeiras coisas, algo meio clichê: digamos que me chamo... Ruben... tenho quase trinta anos, gordo, não obeso nem mórbido, só barrigudo mesmo, haha. Muito educado, olhos castanhos, careca (por opção, raspo a cabeça). Tenho 1,80m, peso 136kg. Obviamente, isso e o fato de ter começado com vontade de ser fotógrafo me renderam a confiança de algumas cosplayers. Conquistei um certo reconhecimento nesse submundo, por assim dizer. As minas que deixavam eu fotografá-las eram muito lindas, muito parceiras. Fiz shoots de personagens de todas as séries clássicas: Dragon Ball, Cavaleiros do Zodíaco, Ranma ½, e até algumas me chamavam pra fazer shoots bem quentes pras páginas de Facebook ou Instagram delas. Nunca coloquei marca d'água, me importava mais com a confiança das minas do que com o reconhecimento. Pelo menos até eu cruzar com... digamos... "Marielita", uma garota miúda, cabelo curto, castanho claro, olhos pretos, corpo pequeno, deixando um pouco de lado o aspecto lolita... O encontro foi com uma das minhas garotas que fazia versões femininas de personagens masculinos, tipo Seiya...

(Esclarecimento: não posso postar fotos das garotas, prefiro que vocês as imaginem e que elas possam seguir a vida em paz, sem serem reconhecidas nas convenções e encherem o saco. Entendam, por favor.)

Foi no dia 3 de abril de 2015, no meu estúdio. Estava... fazendo os retoques pra tirar o fundo bosta azul e poder colocar fundos das séries pra ficar mais profissional, quando o Skype toca, atendo e é a "Marcel"
- Oi, Ruben! Beleza? Te peguei ocupado?
- Oi, negra, não, tava terminando os retoques do ensaio que fiz pra você semana passada do cosplay da Louise.
- Ah, que massa! Me manda uma prévia, já quero ver!
- Não, não... se segura, só faltam uns retoques, e amanhã foda-se os originais, as cópias digitais e os finais, eu fico, claro se você deixar, pra vender nas convenções...
- Ah, não seja ruim... tudo bem, sem problema... Ei! Tenho uma amiga que quer fazer um ensaio, e ela gostou do jeito que você tira as fotos, e garanti que você não é nenhum tarado... Você tem o estúdio disponível agora?
- Sempre, meu estúdio tá sempre aberto pra todas as cosplayers que quiserem fazer ensaios, quando vocês querem vir?
- Dá pra ser hoje?
- Claro, já preparo tudo, venham na boa
- Já estamos indo praí, você é um amor, gordão... e desligou

sabendo que as minas iam vir, comecei a preparar as telas, as luzes, os rolos (sim, gosto de usar filme junto com o digital). não tinha passado nem 2 horas quando a campainha toca, desço pra abrir a porta e me deparo com uma gostosa de 1,60, vestida de colegial, cabelo preto com cachos naturais, ela se virou e eu vi uns olhos pretos profundos, lábios carnudos mas de algum modo finos, que davam vontade de beijar, ela tava chupando um pirulito de coca Booty, um corpo torneado que era absolutamente de cair o cu da bunda... pelo menos foi assim que a Marcel me descreveu quando desceu do carro

- Po, você sempre deixando todos os caras que te olham de queixo caído... - comentou a Marcel dando a volta no carro com uma mochila enorme nas costas
- Ah, nada a ver... Você é o fotógrafo? - a mina me perguntou quando viu que eu fiquei paralisado
- Eh... oi, sou o Ruben, fotógrafo... - falei eu embelezado
- hahaha tira essa cara, senão a Mariela vai achar que eu menti - comentou me dando uma cotovelada no estômago
- eh, ah sim, mil perdões, é que com a luz e tudo, fiquei wooosh... respondi tentando salvar minha baixa autoestima como fotógrafo
- viu! te falei que não sou muito fotogênica... - disse quase gritando a Mariela pra amiga
- gor... cê pode falar pra ela parar de falar merda... ela é linda - me implorava o Marcel com cara de cansaço, parecia que já tinham discutido esse problema antes
- é um crime - comentei no ar sem perceber
- eh?
- como? - perguntei saindo da minha burrice
- o que cê disse? - me perguntou a Mariela com uma cara meio desconfiada meio sorrindo
- falei pra não pensar assim, cê é muito gata e vai sair ultra linda
- ah. e eu ouvi que era um crime...
- hahahahahahaha - explodiu em gargalhadas o Marcel enquanto subíamos as escadas

uma vez lá em cima, mostrei o provador pra Mariela, e falei pra ela não se apressar, fazer com calma e que ninguém ia apressar ela...

- negri.... cê tem certeza que quer que eu fotografe ela..? - perguntei nervoso - pelo menos me fala que ela é de maior...
- ai que idiota que cê é, claro que tenho certeza, e certeza absoluta que ela é de maior, é dois anos mais nova que eu...
- ou seja, ela tem 19!?? - perguntei completamente desorientado
- sim, viu, é uma gostosa, super meiga, e quando cê conhecer ela mais... hahaha....
- quando eu conhecer ela mais...? - perguntei um pouco mais nervoso - cê sabe que por via das dúvidas vou pedir o RG dela... e umas assinaturas...
- ai deus, tá bom... faz isso se te deixar tranquilo

depois de alguns minutos, o Marcel foi com a Mariela pra ajudar ela, e eu fiquei encarregado de escrever e imprimir a carta que tinha falado; quando as minas voltaram, fiz o que disse, e depois de terminar a papelada, que pelo visto deixou a Mariela mais tranquila, botamos a mão na massa

quando a Mariela tirou o roupão, por baixo, tinha um cosplay prateado de um vestido chinês justo ao corpo sem rugas nem nada que não deixasse nada pra imaginação, uma figura mais que... perversa, a Mariela tinha uma peruca que criava dois chumaços, com tranças. Junto com o Marcel, começaram a passar um pouco de maquiagem, os últimos retoques do cosplay, e eu fiquei encarregado de tirar as fotos.

No começo, a Mariela estava muito nervosa, muito desconfortável. Tentei fazer ela relaxar, mas era a primeira vez que ela fazia cosplay, que alguém tirava foto dela além das fotos escolares e de família, ou as do Facebook.
— Bom, pra soltar um pouco, que dá pra ver o nervosismo, vamos com umas fotos mais normais. Aqui na tela vão aparecer algumas poses da Chun-Li, se quiser copiar, me fala, se não, também sem problema.
— Tá bom, beleza. — respondeu enquanto se virava de costas copiando a imagem, mas dava pra ver que tava nervosa.
— Muito bem, deixa eu mover o refletor um pouco pra trás, e... — quando mexi o trambolho, e a luz mudou de ângulo, a pose ficou perfeita. Chamei ela pra ver — Gostei da imagem, vem ver.
— Deixa eu ver. — ao olhar a tela da câmera, o rosto ficou vermelho que nem um tomate — Sou eu essa?
— Sim. Ficou muito boa, você é realmente muito fotogênica fisicamente... Pronta pra se soltar um pouco mais?
— Sim, acho que sim... Me dá um momento?
— Claro... — ao dizer isso, a Mariela saiu correndo pro vestiário, demorou uns dez minutos, e voltou. Não sei se foi impressão minha ou o quê, mas quando voltou, não sei o que ela tinha feito, mas ela tava muito diferente. Depois eu ia descobrir — Bom, vamos retomar?
— Sim, bora...

O ensaio saiu perfeito. Conforme eu ia mostrando as poses, a Mariela copiava, até teve a ideia de fazer uma sequência de snap pra imagem da Chun-Li com o chute alto... algo que não tinha me ocorrido, e ficou perfeito. Por último, com um pouco de criatividade entre nós três, tiramos uma foto que poucos, ou ninguém, conseguiria fazer sem ideias fora da caixa: colocamos uma mesa sobre uma base giratória automática e a Mariela em cima fazendo um espacate. Fizemos girar, devagarzinho pra pegar velocidade, e poder dar o chute tornado. Essa mina tava me sugando até o talo e eu tava adorando...

Quando terminamos o ensaio, o Marcel chega perto de mim e fala uma coisa que deixou a gente meio sem graça:
- Gordi, tenho que ir, já tô atrasado pra facul e ainda tenho que pegar uma colega...
- Ah, beleza, tranquilo... Querem ir indo e eu ligo quando editar as fotos? – perguntei, tentando disfarçar o desconforto de ficar sozinho com a Mariela.
- Eu posso ficar de boa, você me deixou bem à vontade, e queria ver como as fotos ficaram, se não te incomodar – falou a Mariela, sentando na minha frente, meio corada.
- Fechou, resolvido. A gente se vê depois. Dá pra levar ela em casa depois, gordi? Sim? Você é um amor – quando o Marcel fazia isso, todo mundo sabia que não dava pra dizer não.

Com um portão, o Marcel vazou, e eu fiquei olhando pra porta uns 20 segundos. Quando percebi que a Mariela tava se mexendo, levantei na hora:
- Vou pegar os negativos da câmera e ir pro quarto escuro...
- Posso entrar com você? Ou não pode?
- Ahh... pode, sim.
- Legal, é que queria te conhecer melhor, pra ficar mais à vontade quando você tirar mais fotos minhas – ela disse, se posicionando de um jeito que a luz marcava todo o corpo dela.
- Legal... – falei no automático, meu cérebro não processou rápido o que ela disse – Vem comigo.

Depois de pegar os negativos, fomos pro quarto escuro. Com a calma que o trabalho de revelar o filme me dava, comecei a conversar com a Mariela, que tinha trocado de roupa...
- Como você conseguiu esse lugar? Deve ser caro manter...
- Nada disso. Me custou um susto e uma chantagem, haha – falei sem tirar os olhos dos químicos que tava preparando e cortando os rolos.
- Como assim? – perguntou a mina, curiosa pra valer.
- Uns anos atrás... Eu nem me imaginava como fotógrafo. Uns anos atrás, queria ser jogador de futebol, até que, indo fazer um teste num clube, um carro me atropela, me joga pelos ares e a única coisa que consegui fazer foi ver a placa. Era um carro municipal. Óbvio, chamaram a ambulância, avisaram uns vizinhos e vazaram na hora... Óbvio, quando tava no hospital, veio o prefeito e um monte de advogado me dizer que ofereciam o que eu pedisse, se não processasse nem fizesse barraco, porque era época de eleição. Aí eu falei que queria um pé de meia.

- E te deram? - interrompeu ela, assustada.
- Haha, não. Mas falaram que se eu aceitasse algo menor, conseguiam. E me mostraram uns carros, umas propriedades, até um cargo político... Mas fiquei com esse galpão aqui. Quando eles viram isso, me deram um papel notariado dizendo que eu seria dono do lugar, livre de impostos pra sempre, e com gastos mínimos.
- Faaa, você se deu bem... hahaha.
- Verdade, sim. Quando eu vi o lugar, era uma imundície, cheio de lixo... e de coisas abandonadas... - enquanto respondia, as primeiras imagens apareceram. Nas folhas, as fotos eram as melhores, mas tinha algo nelas que, com a luz e sem um zoom, não dava pra saber o que era... Mas eu notei e ia ver no computador. - Então limpei tudo, e com um crédito que ainda tô pagando, montei a casa aqui, reforcei as paredes, troquei o telhado, e pronto, casa e estúdio... all in one... Aqui, já terminei. Vamos pro PC.

Já na sala com a máquina, fui ver nas imagens o que tinha me chamado a atenção. Escaneei as fotos e, com a máxima qualidade, comecei a revisá-las. As primeiras fotos não tinham nada de estranho, mas eram as mais ousadas, as que me faziam prestar atenção na entreperna da garota. Era a primeira vez que isso me acontecia. Quando chamei a atenção da Mariela, falei pra ela vir.

- Mari... posso te chamar de Mari?
- Me chama melhor de Jill... tipo a Valentine de Resident Evil... gosto da personagem... Bom, então, vamos lá, vem aqui que quero te mostrar uma coisa estranha que apareceu nas fotos.
— Uhhh — exclamei com entusiasmo. — Será que é um fantasma?
— Não, algo mais... normal, mas nem tanto.
— Ah... — a voz já parecia um pouco nervosa.
— Olha, essas são as primeiras fotos, que tirei de você. Dá pra ver que você tava nervosa, tensa, quase dura... e nessas outras... mais solta... tá me acompanhando?
— Tô, tô te acompanhando... qual é a coisa estranha? — o nervosismo na voz virou um pouco de medo. Mas um medo quase sexual... não sei como explicar, era como se ela não quisesse que descobrissem algo, mas ao mesmo tempo torcia pra que sim.
— Bom, não quero que você pense que sou um tarado, mas me chamou a atenção uma sombra, num lugar que é estranho ter uma sombra — sentia meu rosto queimando, como se um milhão de agulhas quentes estivessem me furando.
— Tá, mas se você fala assim e fica nesse silêncio do nada, vou começar a pensar qualquer coisa... me fala que eu tô ficando nervosa à toa... — dava pra perceber que ela tava mais acelerada, meio desconfortável.
— É na sua entreperna... uma sombra na sua entreperna que não deveria estar, e eu não tô julgando ninguém... é que me pegou de surpresa, e na minha cabeça só vêm duas possibilidades... — pronto, eu já tinha me queimado todo. Se eu falasse mais, nenhuma cosplayer pisaria no meu estúdio de novo, pelo menos foi o que pensei.
— Bom, dessas duas opções, descarta uma, é impossível isso. É a outra... — a voz da garota parecia vidro esticado, prestes a estourar. Era ardente, mas ela tentava soar fria e controlada...
— Então quer dizer que tenho que pensar que você é um cara... e tá fazendo crossplay??? — a surpresa na minha voz era palpável, eu tava realmente chocado.
— Não, idiota... sou garota, sou mulher... eu tava usando um... um... — a garganta dela fechou, ela tava vermelha igual luz de semáforo, se segurando nas mãos como se quisesse sumir.
— Um vibrador... é um vibrador! Você tava com um vibrador enfiado!!
— Tá bom, para de repetir isso pelo amor de deus... não é nada de outro mundo... -agarrava a cabeça, se corroendo de vergonha- agora entende por que não queria que o Marcel me trouxesse... eu gosto de cosplay, sou boa nisso. mas infelizmente, sou muito... pervertida... preciso sentir algo proibido e... - se interrompeu
- que algo quase degenerado você pode fazer na frente dos outros sem que percebam. te excita se exibir...
- o quê? não... bah... sei lá, bom, se você não quiser que eu volte, vou entender... não precisa me levar, pego um busão, tem um que passa perto de casa - ela disse e foi embora assim, saí atrás dela que nem um foguete, alcancei ela no estúdio e gritei lá do fundo do meu ser

- quero que você volte... mais que isso, quero tirar fotos suas assim, do jeito que tá...
- o quê? sério? não vai ficar bravo nem se ofender?
- me ofender por quê? por que uma mina gosta de usar um vibrador? eu vejo hentai... e me excito com lolis... pronto, a gente é igual, se quiser ir embora, te abro a porta se sentir nojo de um fotógrafo que vê hentai de lolis e colegiais...
- ISSO é pervertido... e que fotos você tiraria de mim?
- as melhores que eu poderia tirar, porque você é gostosa...

ela me sorriu, um sorriso inocente, mas carregado de luxúria.
mariela se levantou na frente da tela, e sentou com as pernas cruzadas na frente, peguei a câmera digital e tirei fotos, os flashes me deram umas imagens lindas das pernas torneadas dela, a pele brilhava com a luz, e um bônus, aparecia a calcinha vermelha linda dela. mariela mudou de pose, dobrou as pernas e abriu a camisa, me deixou ver um sutiã de renda, que segurava um par de peitos um pouco maiores do que pareciam com a roupa. as pernas dela dobradas pra trás e levantando a saia, me deixando ver as coxas, depois ficou de quatro, de costas pra mim, a saia não cobria a bunda, e deixava a mancha vermelha da calcinha à mostra.

- você não quer que eu tire mais fotos, né? - essas palavras saíram da minha boca quase como algo que eu precisava dizer, como confessando
- não, mas não me importaria se você continuasse fazendo isso enquanto a gente faz outras coisas... - ao dizer isso, terminou de tirar a camisa, os peitos transbordavam dentro do sutiã, quando os soltou, só disse uma coisa que me deixou louco- você vai gostar dessa lolita de 110...

não perdi mais tempo, me aproximei, tirei umas fotos enquanto ela amassava os peitos com os braços olhando pra cima, larguei a câmera e me ajoelhei, comecei a apalpar aqueles peitos, mariela se deixou levar, a voz dela se desfazia em gemidos, tinha os olhos fechados enquanto curtia enquanto minhas mãos afundavam nos peitos dela, não me segurei, comecei a beliscar os bicos, ela cedeu com delicadeza, arrastou minha cabeça até os peitos dela, e eu me entreguei, minha boca se prendeu no bico dela como se fosse uma boquilha de oxigênio, os gemidos mudos foram ficando mais altos
- me morde... me morde eles... - a voz dela era um sussurro entrecortado, a respiração acelerada, a pele começava a esquentar, o bico foi ficando duro na minha boca, molhado pela minha saliva, as mãos seguravam minha cabeça me impedindo de soltar- me morde eles forte, eu gosto quando dói- quando ela falou assim simplesmente cravei os caninos e o grito que ela soltou foi lindo-

minhas mãos começaram a percorrer o corpo dela sem nenhuma vergonha, passei pelas costas tentando tirar toda a roupa, levantei a saia dela e comecei a apertar as bundas, macias ao toque, firmes pra agarrar, um pecado feito pra ser cometido.

- você tá com muita roupa... - as mãos da mariela saíram da minha cabeça e trataram de tirar minha roupa como uma desesperada - sabe de uma coisa... não sei por que isso tá acontecendo... você não é meu tipo de homem
- então para... - minha resposta deixou ela meio congelada, minhas mãos soltaram as bundas dela, minha boca os bicos-
- sério? vai me deixar assim, do nada? - a cara dela realmente mostrava a vontade de continuar sendo apalpada, algo em mim fez clique, e tirei uma foto dela- não me fotografa assim — Você não gosta que eu faça isso? Ou gosta, mas não tanto quanto o que estava rolando entre a gente?
— Adorava, você tava me deixando louca, esquece o que eu falei — ela foi se aproximando de quatro, bem devagar — Você não gostava do que a gente tava fazendo? Não quer saber o que eu posso fazer com você? — quando chegou em mim, as mãos já estavam pegando no meu cinto com destreza, com agilidade, desfez a fivela, abriu os botões e puxou pra fora — Você é bem caprichado, gosto disso no homem, mas adoro mais o cheirão que você tem... — abriu a boca e o calor me envolveu.

A boca da Mariela era algo que eu nunca senti na vida, a umidade, o calor, Deus, o jeito que ela me envolvia com a língua, a cabeça da minha pica tava no paraíso.
— Mar... Mariela... para... ahh haaa para um pouco... se você fizer assim..
— Você vai gozar mais rápido... não tô nem aí... adoro chupar... adoro sentir o calor, saborear, deixa sair, me dá — terminou de falar e voltou pro que tava fazendo, não consegui evitar, era incrível o movimento da cabeça dela, a delicadeza ao chupar, e depois passar a chupar com tanta força, era como se ela quisesse tirar de mim, e acho que conseguiu, porque eu gozei a primeira vez na boca dela. Fazia meses que não transava, muito menos tempo pra me masturbar, então quando senti saindo, segurei a cabeça dela e mantive ali, sentia jorrando pra caralho, enchendo a boca dela, mas ela não tava engolindo, ela mantinha na boca. Mariela me abraçava pelos quadris enquanto levava minha pica na boca, mantinha ela inteira até o fundo enquanto recebia toda minha porra, eu de olhos fechados ouvia ela saboreando tudo.
— Mmmmm.... mmmmm
— Ai, meu Deus, o que foi que você fez?
— Mmm mhhmmm
— Engole devagar...
— Mm mmmm — ela com o sorriso de menina, me olhava enquanto um fio de porra escorria pelo canto da boca, me fazendo sinal pra eu tirar. foto,
- Então você quer que eu tire fotos suas com a boquinha cheia de porra - ela assentiu com a cabeça enquanto jogava a cabeça pra trás e abria a boca. Peguei a câmera e vi ela brincar com a língua esbranquiçada, filmava ela com a boca cheia de sêmen enquanto ela simplesmente saboreava tudo e brincava com a língua, e de repente começou a engolir tudo aos poucos sem fechar a boca.
- Acho que não é só isso que você quer que a gente faça, né...
- Mmm, você leu minha mente... mas quero que você faça o que quiser comigo...
- Isso realmente não parece real...
- Bom, te informo que isso é real, e pra falar a verdade... essa é a minha primeira vez... em todos os sentidos...
- E você quer fazer isso comigo?
- Melhor com você do que com algum idiota que depois vai me tratar como troféu... além disso, parece muito divertido a gente ser dois degenerados juntos... podemos nos divertir pra caralho, entre nós, e com outros também... - a expressão da garota dizia tudo, Mariela me tinha onde queria... ou era eu que a tinha...

Bom, se a gente vai continuar, vamos fazer no quarto, senão vamos ficar doentes. Quando ela fez menção de pegar a roupa:
- Não, melhor me acompanhar assim... melhora muito o visual...
- Você é um degenerado, sabia disso... - o sorriso no rosto dela me fez entender que ela adorava a ideia -
- Você não fica atrás... e traz o brinquedo...

Caminhamos juntos até o quarto, era um corredor curto, a primeira porta à minha direita. Mariela não demorou nada pra entrar e se jogar de conchinha na cama.
- Você me tem na cama, nos conhecemos há 3 horas e meia, e estamos prestes a transar. Você acredita em destino ou almas gêmeas?
- Acredito, sim, mas também acredito que somos dois punheteiros que se encontraram com muita sorte.
- Brindo a isso... agora... o assunto principal... - ela me olhava enquanto com as mãos separava os lábios da buceta dela, com um sorriso - o que você faria comigo se me encontrasse assim no seu quarto?

Não respondi, simplesmente tirei a roupa, me deitei na cama e comecei a passar a língua nela. língua na entreperna, por si só já tava mais que inundada, mas tinha um perfume de lavanda que se misturava com o cheiro dos fluidos dela, minha língua percorria com delicadeza os lábios dela, e eu não parava de deixar ela louca.
- ai, tô morrendo de vontade de você me morder, de fazer umas coisas... de me comer
- você não gosta que eu chupe assim, bem suave?
- gosto, mas me excita mais quando você é bruto, não sei por quê...

quando ela falou isso, simplesmente decidi fazer o que ela pedia, comecei a mordiscar a pussy dela devagar, comecei pela parte de fora, fui pros lábios inferiores, mas o que me assustou, e me encantou ao mesmo tempo, foi quando eu mordi o clitóris dela, nunca vi uma mulher gostar tanto de ter o clitóris mordido, eu mordi suave no começo, mas depois mordi de novo com força, mariela soltou um grito do fundo dos pulmões
- ai deus... dói... você tá cravando os dentes aí... ayyy ayyy não para de me morder... adoro... adoro... ahhh haaaa ayyy - os espasmos que vieram depois que mariela se curvou pra trás formando um arco com as costas e as mãos dela enterrando minha cabeça na pussy. enquanto começava a jorrar um rio de fluidos, achei que ela tinha gozado, e feito um idiota, perguntei
- você gozou, foi?
- foi... gozei que nem uma besta... acho que foi um enorme e vários menores... mas fiquei super sensível...
- excelente... era isso que eu queria ouvir...
- hein? por que excelente? - a pergunta morreu nos olhos dela, quando entendeu que eu ia meter imediatamente...
- espera, deixa eu descansar, acabei de gozar, deixa eu recuperar o fôlego
- não, esquece... adorei seu jeito... com certeza você vai adorar isso... - sem mais palavras, coloquei meu cock na entrada da pussy e comecei a empurrar, mariela começou a balbuciar, que sim, que não, que espera, que faz, que não me faz esperar... a única coisa que perguntei foi - você gosta forte?
- sim, adoro duro... enfia com força... não se preocupa comigo... me come me come sem medo..- dito e feito, enfiei de uma vez, da ponta até os ovos, mariela me prendeu com as pernas enquanto meu pau entrava nela pela primeira vez, era verdade que ela era virgem e eu tava metendo inteiro com tudo e ela tava adorando, me abraçou forte e ficamos enroscados assim - entrou toda... entrou toda, me come não fica parado... tô adorando... ai deus eu amei isso - cê tá bem? - perguntei enquanto bombava a buceta com força- - sim amei... amei essa dor aguda, o jeito que pareceu algo quente me picando... e agora gosto, a dor vai embora e eu gosto ainda mais - e eu que não acreditei que cê era virgem... e agora sinto que cê quase vai arrancar meu pau de tão apertada que cê tá... - mmm haaa e cê não imagina a surpresa que tenho pra você... se me comer assim... posso viciar no seu pau... - por mim não tem problema...- minha resposta foi sustentada pelo jeito que comecei a bombar a buceta, ela era bem pequenininha, e a buceta apertada não era muito funda, o que eu adorava, porque enquanto a gente transava eu sentia a ponta do meu pau batendo no fundo, uma e outra e outra vez, e como ela ia apertando pra sentir ainda mais.... -nunca pensei que meu pau não caberia inteiro numa buceta... acho que sua buceta foi feita pro meu pau te meter bomba - cê sabe namorar uma mina falando coisas românticas na hora certa... por isso quero que cê meta seu pau até a base... por favor faz eu sentir ele todo dentro mariela sabia como fazer todo o painel dar curto-circuito em mim... deus, nunca tinha transado daquele jeito, coloquei a baixinha em cima de mim, agarrei bem a cintura dela... e avisei que íamos começar, ela sentou, enfiou até sentir a ponta do meu pau beijar o colo do útero,,, sim, tava beijando com a ponta do meu pau a porta do útero, e ela queria que eu metesse mais fundo... então quando ficamos assim, dei um empurrão forte pra baixo. Mariela se agarrou em mim, não sabia o que fazer, tava dura, queria gritar mas eram como gritos mudos, eu tava ficando louco sentindo como empurrava tudo pra dentro, meu pau e o interior dela... quando ficamos parados um segundo, posso jurar que sentia o movimento roçando na minha glande...

- teu colo do útero tá se mexendo contra meu pau, sinto ele abrindo e fechando...
- é que minha buceta quer seu gozo - respondeu com uma voz ofegante, faminta de sexo - e eu quero que você meta tudo
- tem certeza? - perguntei meio desconfiado
- sim, não se preocupa, vai ficar tudo bem...

quando fiquei na dúvida por meio segundo, mariela já tinha decidido por mim que não ia ficar na vontade, nos jogou na cama e eu fiquei por cima dela, e instintivamente comecei a comê-la... e comi, e comi de novo... enchi a buceta dela uma, duas, três vezes... fazia meses que queria ter essa quantidade de sexo, mas por ficar em contato com garotas o dia todo, não tinha vontade de chegar em casa e me masturbar... quando consegui focar o olhar, vi que mariela tava irreconhecível, tinha os olhos virados e uma expressão realmente degenerada...

- já sei, pareço... uma ninfomaníaca total, né?
- obviamente... e te cai bem... pena que não tenho a câmera pra te fotografar assim...
- noo, te mato...
- haha, sei sim, tá ficando tarde, é melhor você ficar pra dormir...
- sério? se eu ficar, sabe que vamos continuar trepando igual animais
- tem razão... é melhor você ficar...
- não tava pensando em ir embora...
- adoro essa ideia... mas amanhã a gente passa na farmácia... melhor prevenir
- ah, isso não esquenta... não precisa de pílula nem nada
- mariela, mesmo que seja seu dia seguro, tem chance de eu engravidar você...
- essa era a recompensa
- o quê, te engravidar?
- NÃO BOBO.... não posso engravidar.... Faz muitos anos que meus velhos bateram o carro, eu tava atrás... por isso me salvei, mas no acidente uns ferros entraram na minha bacia, meus ovários funcionam a nível hormonal, mas não produzo óvulos, então enche minha buceta de leite tranquilo...
- por isso tua aparência tão loli?
- exato...
- e se um dia quiser filhos??
- só preciso fazer um implante externo... meu útero funciona, meus ovários funcionam... mas não tem comunicação entre eles...
- hoje à noite te entupo de porra
- para de falar coisa romântica.... e me come como se não houvesse amanhã...
- antes de continuar... você vai na comicon esse ano?
- tô sentindo o pervertido vibrando... vou sim... por quê?
- segredo...

e assim continuamos trepando enquanto aguentávamos... não sei até que horas ficamos... só sei que no outro dia tava doendo o pau de tanto fuder... e eu amava isso

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