Família no inverno

O inverno onde eu moro é realmente terrível, a gente congela até os ossos. E com aquele vento gelado que sopra nessa cidadezinha no norte do meu país, na época do frio, ninguém quer fazer nada. A gente passa o tempo bebendo café, chá, tequila, chocolate e todo tipo de bebida que dê um pouco de calor no corpo. Já de noite, a gente vai dormir bem cedo, umas 9 da noite no máximo, e quando o frio aperta mais, ninguém sai de casa, muito menos levanta da cama.

Era nesses momentos que a mamãe gostava que a gente se deitasse todo mundo na mesma cama pra "aguentar mais o frio" e se esquentar uns nos outros, já que, sendo uma família humilde, a gente não tinha aquecedor ou calefação pra ajudar a aliviar o maldito frio que fazia.

Mas a cama era muito pequena pra nós quatro. Meu pai, Santos, um cara de 45 anos, alto e muito gordo, barba comprida, mãos grandes, pra não dizer enormes, de gênio forte e às vezes até violento, porque vivia bebendo, parecia um urso. Ele já tinha parado de trabalhar desde que se acidentou na fábrica onde trampava e ficou incapacitado pra vida toda.

Depois tinha dona Juana, minha mãe, que ia fazer 40 anos. A principal característica dela era o cabelo comprido e cacheado que batia na bunda. Ela era de pele morena, olhos grandes e uma boca com lábios grossos e carnudos. Media uns 1,60, não era gorda, mas era robusta, cheia de curvas por todo lado, peitos enormes e uma bunda totalmente redonda e bem empinada que ela exibia no calor com shorts minúsculos ou calças bem justas que grudavam naquele par de nádegas que a mamãe tinha.

Susy era a mais nova, com seus 19 anos. Susy não tinha crescido muito, media só 1,50 e era bem magrinha. Os peitos pequenos, do tamanho de uma laranja, mal apareciam, e a bunda dela era redondinha e pequena, mais ou menos do tamanho de um melão. como eu aguentava ela, o que mais marcava a Susy era a voz fina e chiada igual a de um esquilo, mas tenho que confessar que a Susy era muito gostosa, tinha herdado os olhos grandes e os lábios carnudos da mãe, mas a pele dela era mais clara, quase branca, diferente da Juana.

Sempre naqueles tempos de frio extremo, a mãe nos levava pro quarto dela, primeiro tirava toda a roupa do pai, passava o "creme contra o frio" no corpo inteiro dele e o pai já se enfiava na cama debaixo das cobertas. Depois fazia a mesma coisa com a Susy, passava nos braços, pernas, peitos, pés e na bunda até deixar ela toda coberta de creme contra o frio, e assim pelada ela se metia na cama com o pai, que já esperava ansioso.

Depois vinha a minha vez, a mãe tirava minha roupa e passava creme contra o frio no corpo todo, sempre colocava bastante na minha pica, adorava passar muito creme bem ali, dizia que assim o calor durava mais no meu corpo. Depois pedia pra eu passar nela.

Começava sempre pelas costas, depois descia até a bunda dela, colocava uma boa quantidade ali. "Passa até ficar bem escorregadia", me dizia a mãe. "Deixa minha bunda super escorregadia, meu filho", falava dona Juana. Às vezes ela passava nos peitos sozinha, mas em outras pedia pra eu fazer. Ela gostava que eu passasse sempre devagar em volta dos mamilos, e depois de um tempo, que eu esfregasse o creme contra o frio nos mamilos com força. Inclusive ela se beliscava sozinha, eu via como ela mordia os lábios e fechava os olhos quando eu esfregava os mamilos roxos da mãe. Depois ela subia na cama e, por último, eu.

Nessa ordem ficávamos na cama: primeiro o velho Santos, depois a Susy, a mãe e eu no final. O velho Santos adorava brincar com a Susy, pegava ela pelos braços e começava a esfregar a pica, primeiro bem devagar. Quando começava, a Susy sempre dizia pra mãe: "Mãe, o pai já vai me foder. novo!! mamãe só ria e dizia pra ela — deixa, Susy, você já sabe como seu pai é. a cama começava a balançar cada vez mais e depois vinham os gemidos do papai e os suspiros da Susy. filha, o que que foi, por que você tá fazendo esse barulho? perguntava mamãe pra Susy. é que... é que o papai tá enfiando a pica em mim, falava minha irmã com a voz cortada. e você não gosta, filha, do jeito que ele te come? insistia mamãe. sim, sim, eu gosto, mas o papai tem ela muito grossa e raspa tudo em mim e bate no fundo.

mamãe adorava perguntar coisas obscenas pra Susy quando ela tava atravessada pela pica do papai. me diz o que mais você sente, filha. Susy — sinto que vão me rasgar, mamãe, sinto que meu pai vai me romper com a pica dele toda na minha bundinha. já, papai, já goza, me deixa o leite dentro, já, papai, começava a falar Susy pra eles pararem, mas o senhor Santos metia mais e mais forte. mamãe ficava muito excitada vendo eles trepando do lado dela, tanto que primeiro começava a beijar Susy, os lábios carnudos delas se uniam e escorria saliva das bocas, depois passava a mão nos peitinhos pequenos da Susy. eu, com a pica duríssima, só era um espectador de tudo aquilo que rolava.

quando o papai ia gozar na Yuli, mamãe tirava ela — sai, filha, que esse filho da puta pode te engravidar. mamãe se abaixava e se agarrava na pica do papai feito uma puta pra engolir todo o leite. Susy, toda exausta e já bem comida, ficava de um lado meu, e mamãe, já do lado do papai, ficava tão excitada que não aguentava a vontade e subia em cima do papai e começava a se empalar sozinha. era um espetáculo ver a Juana pulando igual uma louca naquela pica grande e grossa, que sumia completamente dentro das nádegas gordas dela.

me empala, Santos, me empala forte, dizia mamãe, enquanto o papai puxava o cabelo dela e dava tapas duros na bunda dela. os orgasmos da dona Juana eram enormes, jorrava pra caralho. às vezes ela pegava a Susy pelo cabelo e falava — limpa isso, sua puta de merda, limpa a buceta da mamãe. Susy chupava a buceta peluda da mamãe como podia e depois mamãe se enfiava de novo no papai. que gozava várias vezes, até não aguentar mais,

me fode como você fode minha filha, me fode, santos. Papai colocava ela de quatro e na nossa frente comia ela, a gente ficava olhando pra mamãe até ela começar a gemer, e os dois gozavam. Papai, exausto, virava e dormia profundamente. Eu continuava com a pica dura pra caralho, às vezes esfregava um pouco na Susy, mas quando fazia isso, ela se afastava. "Deixa eu meter, irmã, olha como eu tô", falava baixinho no ouvido dela, enquanto colocava entre as nádegas dela. "Não quero, dorme, papai me deixou cansada. Mamãe, atende seu filho", Susy falava pra mamãe.

Enquanto isso, mamãe se virava pro meu lado e encostava a bunda na minha pica. Sentir aquelas nádegas enormes era foda, tinha que ir devagar pra não acordar papai. "Mete logo", mamãe falava rápido. Eu começava a foder. Adorava sentir a bunda dela escorregando nas minhas coxas e como a boceta dela apertava minha pica. Dava fortes estocadas devagar até gozar. "Deixa dentro, filho, deixa dentro", Juana falava quando eu gozava. Assim mamãe dormia bem fodida e com meu gozo dentro.

De manhã, eu ainda tava com vontade de comer a Susy. Então esperava papai acordar e ir pra cozinha pegar o café. Fingia que tava dormindo até ficar sozinho com a Susy. Subia em cima dela e passava a pica nas nádegas dela. Dona Juana acordava com o movimento e falava: "Dá no cu dela, filho, pra seu pai não perceber. Eu aviso quando ele voltar." Susy esperneava, mas quando eu subia em cima dela já tava bem presa, sempre metia de uma vez pra não perder tempo. Susy mordia o cobertor quando sentia tudo dentro, mas não fazia barulho, sabia que se papai ouvisse seria pior. E mamãe esfregava os peitos enquanto nos via, depois falava: "Daqui a pouco mete em mim também, filho", com voz de puta desesperada. Eu tava descendo em cima da Susy uma vez atrás da outra enquanto ela mordia o travesseiro e a bunda dela aguentava toda minha pica dura.

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