Meu marido, Martín, é viajante comercial e um bom homem, que me deu uma boa condição financeira e até posso me dar vários mimos extras e caros. Temos seis anos de casamento, ele é muito formal, com pouca chama e pouca criatividade. Entre os lençóis é muito previsível e rotineiro. Não tem uma ideia nova: uma vez por semana, papai e mamãe, gozada e "até logo, se não for ver". Talvez o problema seja eu, mas a verdade é que na cama com ele eu fico entediada e, raramente, tenho um orgasmo decente.
Quando ele está viajando, paciência, mas se está em casa, eu gostaria de uma dose de pau diária ou quase, como minha amiga Mabel me conta do marido dela Ricardo (Riky) "que na cama aguenta feito um touro", que o pau dele é um portento, que ele mete, repetidamente, em qualquer lugar da casa e a deixa, invariavelmente depois de múltiplos orgasmos, com a buceta inundada e acabada.
Um dia, surpreendentemente, recebi um whatsapp do Riky:
"Quando o Martin volta? Preciso falar com ele"
"Posso ajudar eu?" respondi.
"Adoraria, mas não nessa, outra hora... pode ser."
..........
A partir desse breve diálogo, trocamos muitos outros – com qualquer pretexto, válido ou como desculpa – sem contar aos nossos parceiros, um segredo entre nós dois.
Ele foi soltando cautelosos "balões de ensaio" e, pra mim, gostei do joguinho.
As mensagens foram adquirindo, nas duas direções, um tom erótico cada vez mais pesado.
Com o aviso prévio: "Te comprei uns presentinhos. Passo na sua casa e deixo. Óbvio que isso fica entre a gente", no fim da tarde, um dia ele tocou a campainha. Quando abri a porta o encontrei com, na mão, uma daquelas casinhas de madeira, para passarinhos, que se penduram nas árvores, na altura da virilha dele com a "portinha" virada pra ele.
Fiquei intensamente corada:
*A casinha tinha mais de 20 cm de profundidade
*A "portinha" estava orientada pra ele
*Me veio à mente que o "pau portentoso, segundo Mabel" tinha introduzido na casinha.
Ele percebeu que sua estratégia tinha dado certo e tirou sarro de mim. Separou o brinquedo do corpo e disse:
— Não seja mal pensada, os presentinhos são estes — e colocou na minha mão uma sacola de papel, com a logo de um shopping conhecido. Deu um beijo na minha bochecha e foi embora, dizendo:
— Já está tarde, tenho que buscar o carro na oficina antes que feche. Amanhã a gente se fala.
Dentro da embalagem havia um perfume caro e um conjunto — calcinha e sutiã — preto muito bonito, um cartãozinho com a mensagem “Tomara que, em breve, você deixe eu ver como ficam em você, os dois presentes — Beijo”. Dentro da minha calcinha havia umidade.
No dia seguinte:
“E aí, gostou das coisinhas que deixei?”
“Muito lindas, obrigada”
“Amanhã, se puder, passo depois do almoço, confio que esteja usando”
Martín, alheio a tudo, ia viajar cedo. Na noite anterior, enquanto me comia, a imagem de Riky adoçando meus ouvidos vinha à mente… não resisti…
“Tá bom… a lingerie está ótima, eu visto… mas… e a fragrância?”
“Põe uma gota em cada um dos seus sete buracos”
Com as informações que tinha da Mabel, sobre as preferências do marido, me preparei com cuidado: cabelo preso em rabo de cavalo, pubis depilado, a lingerie dada de presente, salto alto, minissaia minúscula, decote generoso e perfume à vontade.
Ele chegou logo depois das 13h, ambos sabíamos o motivo da visita. Foi direto ao ponto, sem rodeios. Antes das 14h já estávamos transando.
Mal nos sentamos, lado a lado, no sofá da sala, ele me estremeceu com seus lábios nos meus, sua língua entrelaçada com a minha, suas mãos fortes acariciando minhas pernas, bunda e buceta, com a calcinha no meio. Pouco depois, partiu para minha blusa, sutiã, minissaia, calcinha e sapatos, fiquei nua à mercê dele.
Em poucos segundos, ele se livrou da roupa, seu membro, firme ao toque, não me pareceu tão impressionante como a Mabel descrevia, mas era considerável em comprimento e diâmetro.
Ele me deitou, abriu minhas pernas, senti sua pele quente contra a minha, seu peito esmagando meus mamilos, minha buceta nua esbarrando em algo, eu o guiei com uma mão e ele pressionou suavemente fazendo com que entrasse, dobrei os joelhos, ele entrou até eu sentir seus testículos baterem nas minhas nádegas e um prazer impossível de descrever enquanto ele me preenchia. Algumas "bombadas" depois, eu gritei, explodi, tive um primeiro orgasmo intenso. Ele não tinha feito mais do que meu marido propunha... mas era completamente diferente. Ele continuou com a entrada e saída, me presenteando com mais alguns orgasmos, até que a vez de gritar foi a dele, enquanto inundava minha buceta com seu sêmen.
Em seguida, após uma breve pausa, no quarto, Ricky confirmou com sobras o que minha amiga Mabel me havia dito sobre ele: "que na cama aguenta como um touro". Ele me deu para ter e guardar: sexo oral – nisso eu retribuí algo chupando seu pau –, três novas transas, uma delas culminando no meu cu, orgasmos múltiplos. Quatro, fantásticas, ejaculações em uma tarde, nem de longe eu havia imaginado isso antes.
Ao nos despedirmos, eu tinha buceta e cu doloridos, cheios de sua porra, mas uma euforia "descontrolada" pelo festival dos sentidos que havia desfrutado.
Diariamente, quando Martín se aconchega atrás de mim, às vezes me abraça, finjo estar dormindo, mas, bem no fundo, sinto a reprovação dele e da minha amiga Mabel, pela minha falta de lealdade.
No entanto, mal posso esperar para que meu marido viaje novamente.
Quando ele está viajando, paciência, mas se está em casa, eu gostaria de uma dose de pau diária ou quase, como minha amiga Mabel me conta do marido dela Ricardo (Riky) "que na cama aguenta feito um touro", que o pau dele é um portento, que ele mete, repetidamente, em qualquer lugar da casa e a deixa, invariavelmente depois de múltiplos orgasmos, com a buceta inundada e acabada.
Um dia, surpreendentemente, recebi um whatsapp do Riky:
"Quando o Martin volta? Preciso falar com ele"
"Posso ajudar eu?" respondi.
"Adoraria, mas não nessa, outra hora... pode ser."
..........
A partir desse breve diálogo, trocamos muitos outros – com qualquer pretexto, válido ou como desculpa – sem contar aos nossos parceiros, um segredo entre nós dois.
Ele foi soltando cautelosos "balões de ensaio" e, pra mim, gostei do joguinho.
As mensagens foram adquirindo, nas duas direções, um tom erótico cada vez mais pesado.
Com o aviso prévio: "Te comprei uns presentinhos. Passo na sua casa e deixo. Óbvio que isso fica entre a gente", no fim da tarde, um dia ele tocou a campainha. Quando abri a porta o encontrei com, na mão, uma daquelas casinhas de madeira, para passarinhos, que se penduram nas árvores, na altura da virilha dele com a "portinha" virada pra ele.
Fiquei intensamente corada:
*A casinha tinha mais de 20 cm de profundidade
*A "portinha" estava orientada pra ele
*Me veio à mente que o "pau portentoso, segundo Mabel" tinha introduzido na casinha.
Ele percebeu que sua estratégia tinha dado certo e tirou sarro de mim. Separou o brinquedo do corpo e disse:
— Não seja mal pensada, os presentinhos são estes — e colocou na minha mão uma sacola de papel, com a logo de um shopping conhecido. Deu um beijo na minha bochecha e foi embora, dizendo:
— Já está tarde, tenho que buscar o carro na oficina antes que feche. Amanhã a gente se fala.
Dentro da embalagem havia um perfume caro e um conjunto — calcinha e sutiã — preto muito bonito, um cartãozinho com a mensagem “Tomara que, em breve, você deixe eu ver como ficam em você, os dois presentes — Beijo”. Dentro da minha calcinha havia umidade.
No dia seguinte:
“E aí, gostou das coisinhas que deixei?”
“Muito lindas, obrigada”
“Amanhã, se puder, passo depois do almoço, confio que esteja usando”
Martín, alheio a tudo, ia viajar cedo. Na noite anterior, enquanto me comia, a imagem de Riky adoçando meus ouvidos vinha à mente… não resisti…
“Tá bom… a lingerie está ótima, eu visto… mas… e a fragrância?”
“Põe uma gota em cada um dos seus sete buracos”
Com as informações que tinha da Mabel, sobre as preferências do marido, me preparei com cuidado: cabelo preso em rabo de cavalo, pubis depilado, a lingerie dada de presente, salto alto, minissaia minúscula, decote generoso e perfume à vontade.
Ele chegou logo depois das 13h, ambos sabíamos o motivo da visita. Foi direto ao ponto, sem rodeios. Antes das 14h já estávamos transando.
Mal nos sentamos, lado a lado, no sofá da sala, ele me estremeceu com seus lábios nos meus, sua língua entrelaçada com a minha, suas mãos fortes acariciando minhas pernas, bunda e buceta, com a calcinha no meio. Pouco depois, partiu para minha blusa, sutiã, minissaia, calcinha e sapatos, fiquei nua à mercê dele.
Em poucos segundos, ele se livrou da roupa, seu membro, firme ao toque, não me pareceu tão impressionante como a Mabel descrevia, mas era considerável em comprimento e diâmetro.
Ele me deitou, abriu minhas pernas, senti sua pele quente contra a minha, seu peito esmagando meus mamilos, minha buceta nua esbarrando em algo, eu o guiei com uma mão e ele pressionou suavemente fazendo com que entrasse, dobrei os joelhos, ele entrou até eu sentir seus testículos baterem nas minhas nádegas e um prazer impossível de descrever enquanto ele me preenchia. Algumas "bombadas" depois, eu gritei, explodi, tive um primeiro orgasmo intenso. Ele não tinha feito mais do que meu marido propunha... mas era completamente diferente. Ele continuou com a entrada e saída, me presenteando com mais alguns orgasmos, até que a vez de gritar foi a dele, enquanto inundava minha buceta com seu sêmen.
Em seguida, após uma breve pausa, no quarto, Ricky confirmou com sobras o que minha amiga Mabel me havia dito sobre ele: "que na cama aguenta como um touro". Ele me deu para ter e guardar: sexo oral – nisso eu retribuí algo chupando seu pau –, três novas transas, uma delas culminando no meu cu, orgasmos múltiplos. Quatro, fantásticas, ejaculações em uma tarde, nem de longe eu havia imaginado isso antes.
Ao nos despedirmos, eu tinha buceta e cu doloridos, cheios de sua porra, mas uma euforia "descontrolada" pelo festival dos sentidos que havia desfrutado.
Diariamente, quando Martín se aconchega atrás de mim, às vezes me abraça, finjo estar dormindo, mas, bem no fundo, sinto a reprovação dele e da minha amiga Mabel, pela minha falta de lealdade.
No entanto, mal posso esperar para que meu marido viaje novamente.
10 comentários - Ricardo
Muy bueno !!
Gracias por compartir 👍
Yo comenté tu post, la mejor manera de agradecer es comentando alguno de los míos.
Espero que sigas escribiendo y de paso sigas disfrutando de los viajes de tu marido 🙂