Tô com uns probleminhas de saúde, coisa da idade: dor nas pernas, no quadril, essas coisas. O médico falou que eu me alimento mal e que preciso comer mais saudável. Falei pra ele: "Não enche o meu saco, vou continuar comendo churrasco, pizza e macarrão pra sempre, quem esse otário pensa que é?" Ninguém me dá ordens, ainda mais um médico. Saí do consultório puta da vida e fui direto pra uma pizzaria. Pedi uma grande de presunto e pimentão, três fatias de faina e uma cerveja de 600ml. A vida tem que ser aproveitada! Depois pedi um pudim com creme e doce de leite. Eram 21h de uma terça-feira. Meu marido disse que ia chegar tarde, e eu pensei: "Se esse idiota vai sair por aí, eu também vou." Comecei a andar pela Avenida Córdoba em direção ao centro. Não fazia ideia pra onde diabos ir, mas tava com vontade de passear. Não tinha muita gente na rua. De repente, um carro para do meu lado. O motorista abaixa o vidro e fala: "E aí, coroa, entra aqui e chupa minha rola." Falei que ele era um sem-vergonha e que seguisse em frente ou eu chamava a polícia. Continuei andando, muito nervosa, porque tem muito maluco solto por aí. "Vai, coroa, tô tesudo", ele insistiu. Eu tava cada vez mais agitada. "Vai, Martita, não se faz de difícil que a gente se conhece", ele disse. Aí eu parei. Olhei pra ele pela janela, mas não reconheci a cara. "Quem é você? De onde me conhece?", perguntei. Ele disse que a gente se conheceu num cinema pornô do centro, que eu falei meu nome e contei coisas da minha vida. Depois de pensar um pouco, entrei no carro. Era um cara de uns 30 anos, bem moreno, do jeito que eu gosto. E ele tinha um pau enorme, porque já tinha aberto a braguilha. "O que achou dessa rola?", perguntou enquanto dirigia. Falei que era bonita, mas que a gente podia bater o carro e que era melhor ele guardar. Mas ele não ligou. Pegou minha mão e colocou em cima do pau dele. pau e comecei a acariciar ele, "chupa, Martita", ele falou, e eu que já tava toda molhada, disfarçadamente abaixei a cabeça e comecei a chupar, por incrível que pareça nunca tinha chupado uma rola dentro de um carro, ainda mais andando na rua, e me deu uma adrenalina a possibilidade de sermos vistos, de repente ele parou o carro, levantei a cabeça, estávamos dentro de uma garagem, ele falou que estávamos num hotel, eu tava excitada e surpresa, porque não pensei que ele ia ter uma atitude dessas, imaginei que depois do boquete, ele ia me largar num ponto de ônibus. Fazia anos que ninguém me levava pra um hotel, entramos num quarto lindo, com vidro no teto, hidromassagem, um luxo! O rapaz, que se chamava Diego, tirou a roupa, eu fiz o mesmo, depois ele tirou de uma mochila um consolo preso num cinto, Diego falou que se chamava "strapon" ou algo assim, colocou na minha cintura, ele ficou de quatro e falou "Me come bem, Martita", eu fiquei perplexa, nunca passei por algo assim, falei que não tava acostumada com essas práticas, que o meu negócio era o clássico, mas ele pediu pra eu penetrar ele, então peguei e enfiei o consolo de uma vez, entrou sem problema, o cu dele tava bem dilatado, eu me mexia e comia ele, mas me sentia muito estranha. "Viu que cu arrombado que eu tenho?", ele falou, era verdade, tava bem aberto, "Fala umas putarias pra mim, Marta", falei que ele era muito viado, que com certeza aquele cu já tinha levado pica milhares de vezes, ele falou que sim, que nos cinemas pornô ele dava o cu e adorava, depois de uns minutos ele gozou, ficou sério e falou que tinha feito tarde, que eram 11 da noite e a namorada dele tava esperando em casa, porque moravam juntos, falei que eu não tinha gozado, que ele me comesse uns minutos porque eu tava muito tesuda, mas não teve jeito, nos vestimos e fomos embora, ele me deixou no ponto do 10 e eu voltei pra Sarandí, quando a gente tava indo embora ele tava tão apertado, que esqueceu de guardar na mochila o consolo com o strapon, então eu peguei ele. Vou perguntar pro bocó do meu marido se ele quer que eu meta com isso, haha, capaz que ele goste!
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