Aconselho todo mundo que tiver a chance de fazer isso a adotar um cachorro. Vocês não fazem ideia da alegria que isso traz e como é bom ter, durante o dia inteiro, um carinho que eles nos dão sem pedir nada.
Como bônus, quando você passa a mão no pelo sedoso deles, as tristezas vão embora e as boas lembranças tomam conta.
Vicky, forte – mais do que gostosa – de corpo – peitos, bunda e pernas alucinantes – tava ferrada em cálculo.
Eu, bem de anatomia mas sem sobras pra me gabar, tinha certeza de várias coisas, entre elas duas: Cálculo III e que queria comer a Vicky.
Vivia dando em cima dela, mas sem sucesso. Um dia, chamei ela no meu apê alugado pra dar umas aulas de reforço, mas de olho na buceta dela. Contra o que imaginei, ela topou, e no segundo dia já tava com a mão na coxa dela e meus lábios nos dela.
– O que a gente tá fazendo? – reclamou, sem muita convicção na voz.
– Desculpa – me desculpei.
– Achei que você também queria – completei.
– Tirar minhas dúvidas de matemática, isso sim… embora… – ela fez uma pausa.
Tirei a mão da perna dela e acariciei o cabelo sedoso.
– … claro que quero. Faz tempo que você me mexe. Mas você não tem namorada?
– Tenho, mas longe, em Pilar. E você não tem namorado?
– Tenho, mas mais longe que sua namorada.
– … se ele e ela não tão por perto… de algum jeito a gente tem que aliviar a dor.
– Não tem outro jeito! – respondeu, sorrindo com malícia.
Num instante, a gente se enroscou num monte de beijos e amassos libidinosos, e no fim os dois estavam pelados.
Ela se deixou levar pro chuveiro. Quando abri a torneira, a água caía sobre nossos corpos nus. Ao mesmo tempo que trocávamos beijos doces e apaixonados e línguas brincalhonas, acariciei cada canto da pele dela, meio morena do verão na praia. Naturalmente, minhas mãos demoravam nos lugares chave: peitos, bunda e buceta. As dela faziam o mesmo no meu pau e nas minhas bolas.
Fechada a torneira, a duras penas Chegamos na sala, toalhas na mão, sem nos secar. Estendi a minha no tapete e nos deixamos cair, eu por cima e, imediatamente, dentro dela, encharcados de água e dos fluidos dela.
Começamos uma disputa lenta de quadris, com a consequente entrada e saída do meu pau na buceta dela. Não demorou pra dança leve ficar cada vez mais acelerada, com ofegos, sorrisos, gemidos, monossílabos, gritinhos, beijos e apalpadelas nas partes que estavam ao nosso alcance. Vicky agarrou meu cabelo com tanta força como se quisesse que minha piroca batesse no fundo da xota dela.
Acabamos, felizes pra caralho, com uma bagunça de fluidos vaginais e porra.
Essa foda e a seguinte na cama, mais dentro dos usos e costumes humanos, completaram uma tarde, lá longe nos tempos de faculdade, feliz pra nós dois.
Acabei de lembrar disso ao passar a mão no lombo sedoso do meu pastor alemão, Tucho, que botou a língua pra fora e se lambeu várias vezes, enquanto esses detalhes do passado desfilavam na minha mente. Transmissão de pensamento?
PS: Pros "mente podre" esclareço:
Vicky passou em Análise III, na cagada, na cadeira e
Erotismo, de sobra, no meu apê.
Como bônus, quando você passa a mão no pelo sedoso deles, as tristezas vão embora e as boas lembranças tomam conta.
Vicky, forte – mais do que gostosa – de corpo – peitos, bunda e pernas alucinantes – tava ferrada em cálculo.
Eu, bem de anatomia mas sem sobras pra me gabar, tinha certeza de várias coisas, entre elas duas: Cálculo III e que queria comer a Vicky.
Vivia dando em cima dela, mas sem sucesso. Um dia, chamei ela no meu apê alugado pra dar umas aulas de reforço, mas de olho na buceta dela. Contra o que imaginei, ela topou, e no segundo dia já tava com a mão na coxa dela e meus lábios nos dela.
– O que a gente tá fazendo? – reclamou, sem muita convicção na voz.
– Desculpa – me desculpei.
– Achei que você também queria – completei.
– Tirar minhas dúvidas de matemática, isso sim… embora… – ela fez uma pausa.
Tirei a mão da perna dela e acariciei o cabelo sedoso.
– … claro que quero. Faz tempo que você me mexe. Mas você não tem namorada?
– Tenho, mas longe, em Pilar. E você não tem namorado?
– Tenho, mas mais longe que sua namorada.
– … se ele e ela não tão por perto… de algum jeito a gente tem que aliviar a dor.
– Não tem outro jeito! – respondeu, sorrindo com malícia.
Num instante, a gente se enroscou num monte de beijos e amassos libidinosos, e no fim os dois estavam pelados.
Ela se deixou levar pro chuveiro. Quando abri a torneira, a água caía sobre nossos corpos nus. Ao mesmo tempo que trocávamos beijos doces e apaixonados e línguas brincalhonas, acariciei cada canto da pele dela, meio morena do verão na praia. Naturalmente, minhas mãos demoravam nos lugares chave: peitos, bunda e buceta. As dela faziam o mesmo no meu pau e nas minhas bolas.
Fechada a torneira, a duras penas Chegamos na sala, toalhas na mão, sem nos secar. Estendi a minha no tapete e nos deixamos cair, eu por cima e, imediatamente, dentro dela, encharcados de água e dos fluidos dela.
Começamos uma disputa lenta de quadris, com a consequente entrada e saída do meu pau na buceta dela. Não demorou pra dança leve ficar cada vez mais acelerada, com ofegos, sorrisos, gemidos, monossílabos, gritinhos, beijos e apalpadelas nas partes que estavam ao nosso alcance. Vicky agarrou meu cabelo com tanta força como se quisesse que minha piroca batesse no fundo da xota dela.
Acabamos, felizes pra caralho, com uma bagunça de fluidos vaginais e porra.
Essa foda e a seguinte na cama, mais dentro dos usos e costumes humanos, completaram uma tarde, lá longe nos tempos de faculdade, feliz pra nós dois.
Acabei de lembrar disso ao passar a mão no lombo sedoso do meu pastor alemão, Tucho, que botou a língua pra fora e se lambeu várias vezes, enquanto esses detalhes do passado desfilavam na minha mente. Transmissão de pensamento?
PS: Pros "mente podre" esclareço:
Vicky passou em Análise III, na cagada, na cadeira e
Erotismo, de sobra, no meu apê.
2 comentários - Lembrança de uma tarde gostosa