Minha primeira vez num carro.

Hoje vou contar uma das minhas muitas histórias. Talvez eu não seja boa em escrever com conteúdo de qualidade, mas quero caprichar.

Meu nome verdadeiro é Penelope Belen, costumam me chamar de Belu ou Peni, tinha 14 anos e estudava num colégio particular com a roupa típica: saia curta, meia-calça ou meias longas, sapato de salto médio, camisa branca, gravatinha vermelha tipo tira, blazer e, opcional, uma tiara. Também usava óculos de leitura e aparelho nos dentes.

Lá eu cursava o primeiro ano, estava bem fraca em algumas matérias, principalmente matemática. O professor, muito inteligente, bonito, alto e grandão, parecia um macho poderoso, mas sempre pegava no meu pé porque eu não conseguia lidar com os números. Sempre quis dar um baita beijo na boca dele, os lábios pareciam firmes e ele tinha um cheiro muito gostoso. Toda noite, quando pensava nele, me tocava muito, meus mamilos ficavam duros e o clitóris também, e depois eu molhava a calcinha em cada punheta que dava nesses sonhos acordados, adorava. Me masturbava no banheiro, no quintal de casa, no carro do pai ou onde desse, estando sozinha. Sempre com um dedinho.

Chegando no final de outubro, quando os dias ficam quentes e tem umas tempestades de chuva, decidi falar com ele. Me aproximei na sala do buffet, cumprimentei e sentei pra conversar sobre matemática, minha desculpa era aprender extraclasse, e ele foi muito cavalheiro em me ajudar. As horas passavam, eu olhava pra ele, ele olhava pra mim, minhas pernas balançavam como gangorra e eu queria tocá-lo com meus pés, os saltos faziam barulho e ele dizia:

— Tá nervosa?
Eu — Não, é ansiedade...
— Por aprender muito?
Eu — Não, só ansiosa... é o calor...

E ele sorriu e baixou o olhar. Eu também sorri e mordi os lábios de tão fofa que achei a situação.
Queria chegar numa conversa que não fosse números e equações, mas algo fez clique em mim.

— Quer conversar num lugar mais tranquilo?
Eu — Tipo lá fora, perto da quadra de basquete?
— Sim, ali mesmo.

Ele leu minha mente. de forma que não esperava, imaginava que beijava ele, que devorava a boca dele sem controle. Chegamos no parque, sentamos debaixo de uma árvore, vi uma coisa que me chamou atenção... um volume enorme na calça dele... nunca tinha visto um pau ao vivo, já tinha visto paus numa revista do meu avô com a revista velha de Penthouse dele e muitas bucetas, mas um volume daqueles ali na minha frente, nunca... aí minha imaginação mudou de foco.

Ele falava comigo e eu tava perdida, sem saber o que fazer.

- Tem namorado?
Eu - não, sou lésbica
- Ainda tão juntas?
Eu - sim e não, é mais uma amiga de brincadeira.
- ah...

Eu tava de casal com uma amiga que crescemos juntas, mas nossa relação tava meio sem graça, sem interesse da parte dela, ela costumava me chifrar com outras minas.

Não sei porque ele fez essa pergunta, mas gostei que ele fez.

Eu - e você? casado?
- não, separado, com uma filha e sem pressa
- ah...

Nossa conversa ia além dos "ah..." haha claro que tinha química, mas faltava um isqueiro pra isso pegar fogo, foi aí que ele falou:

- Não tem aula nesse horário?
Eu - não, a professora faltou e fiquei livre, por isso vim ver os assuntos de matemática.
- muito bem.
- Vamos comer no Mc?
Eu - bora!

Feliz, peguei minha mochila com minhas coisas e fui na caminhonete dele, não me perguntem a marca porque não faço a menor ideia, é tipo uma Ecosport grande mas de outra marca meio chinesa, preta.
Fomos no Mc, pedimos uns hambúrgueres duplos cada um pra levar.
Ele contava coisas da vida dele com amigos que costumavam ir pra um sítio longe da cidade, lá faziam churrasco e acampamento até as noites bem frias, o que me levou até lá e o lugar era lindo, muito verde, acho que tinha até uma lagoa ao longe, muito morro e mato.

Paramos num lugar onde não tinha muito acesso de carro, como se ninguém conhecesse. Paramos lá, abaixei o vidro, entre o calor do dia e eu mesma, era tipo uma cadela no cio. Comi meu meião de hambúrguer porque era muito ou eu tava muito nervosa.
A gente conversou muito pouco desde então, só falava que lugar lindo e que seria lindo morar ali.

De repente, um silêncio longo... ele tava de camisa listrada e uma calça bege... olhei pro rosto dele, desci o olhar até o volume, mas parecia que ele tinha um controle remoto, perguntei sorrindo pra ele não perceber que eu tava assustada ou algo assim:

Eu – O que é isso aí?
– Quer mesmo saber? É um controle remoto!

Ele leu meu pensamento...

Eu – não, sério, não me enche, o que é isso aí?

Ele pegou minha mão e colocou em cima daquele volume... era duro e ao mesmo tempo macio, tinha pele, pensei comigo haha mas depois senti mexer e crescer... acariciei de frente pra trás como se fosse um brinquedo, dava pra ver muito na calça dele do lado direito da perna, sou meio burra com matemática mas calculo que era uns 20cm... tava meio quentinho, olho nos olhos dele e ele fala:

– Quer ver?
Eu – sorrindo – sei lá, hmm tá, bora

Ele abaixa o zíper, a borda da cueca, enfia a mão e tira uma coisa enorme pra minha vista... grossa, veiuda na parte de baixo, cabeçuda com a borda bem marcada e dava pra puxar a pele pra trás haha,

Eu segurava com minha mão pequena e não conseguia juntar os dedos, meio pesadinha. Era algo que eu não acreditava, uma pica na minha mão e que cock!!

Eu – posso cheirar?
– Claro, faz o que quiser com ela

Ele pisca o olho pra mim, haha mais lindo.

Cheiro ela... tem cheiro de pinto mesmo haha. Acaricio a ponta grossa com meus dedos, parecia meio morena a cock porque era meio branquela naquela época.

Acariciava de cima pra baixo com delicadeza e ele ficava excitado, parecia que ficava mais dura, eu mordia os lábios de prazer, aproveitava pra me tocar... aí lembrei que devia ter me depilado, tava muito peluda.. fuck!

Ele fala que eu tenho um uniforme lindo que excitava ele, me conta que sempre me achou gostosa e é por isso que me abaixava as notas, embora eu realmente não entendesse nada do que ele explicava na aula... confirmado, sou burra. 😛
Enquanto olhava nos olhos dele, confessei:

eu - nunca chupei um pinto, só beijos de boca.
- não se preocupa, sempre tem uma primeira vez
eu - vai incomodar um pouco os meus aparelhos kkk
- kkk não cria drama, só faz se você estiver a fim

Sorriso de orelha a orelha.

Chupei ele, mas como inexperiente, só coloquei minha boca na ponta do pinto dele, na cabeçona, meus lábios envolvendo, minha língua molhando e sugando um pouquinho.
Ele diz:

- que jeito de chupar hein,

fiquei assim por um tempinho até que, aos poucos, comecei a descer minha boca até a metade do pau dele, senti aquilo entrando como uma barra de carne, duribranda... ele mandou eu chupar como se fosse um sorvete ou um pirulito, e foi o que fiz, devagar, descendo e subindo a pele, até pegar o ritmo, um pouco mais rápido... de repente, senti que ele ficou muito excitado e algo pulou dentro da minha boca, me afastei um pouco do pinto dele e ele disse:

- isso se chama sêmen, é a porra, tá gostosa?
eu - sim, só que me assustei um pouco porque bateu forte no céu da boca, tipo um cuspe com força
- kkkk que fofa você

(ruim)

Mas tava gostosa, doce, meio viscosinha, translúcida, eu gostei. Continuei chupando e saía mais.

Já mais acelerada, desci mais a boca até sentir na campainha e aí engasguei, ele apoiou a mão na minha cabeça empurrando pra baixo no ritmo da chupada, eu engasgava um pouco e ele apertava mais, mas eu gostava, era muito quente... depois senti a mão dele na minha bunda, levantou minha saia, puxou a calcinha, a panty, e colocou a mão grande na minha buceta, que já tava molhada e peludinha kkk...
colocou o polegar no meu cu ou ânus... senti uma sensação fortíssima, me deu uma vontade de chupar pinto, quanto mais forte eu fazia, mais ele me tocava e enfiava os dedos, não dois, mas três... uma delícia, pedi pra ele me tocar mais e mais
Ele me tocava Meus peitos estavam muito duros, nunca me senti tão tesuda naquele dia, queria explodir de tanto tesão... quanto mais eu chupava ele, mais ele me tocava...

Ele me chamava de: slut linda e eu ficava ainda mais excitada.

Já quase toda suada e molhada por trás, sentia a aguinha escorrendo pela minha perna, ou o suquinho da pussy como eu chamo, né.

Nós descemos do carro e nos abraçamos, nos olhamos e nos beijamos com muita paixão, foi um beijo bem intenso, beijo de língua...

Olhei pra ele de novo nos olhos, ele sorriu pra mim e eu devolvi o sorriso, me ajoelhei e comecei a chupar ele de novo, já com muita vontade de mais gozo, a cock estava uma delícia, linda, dura e quente, uma cock tão gostosa que eu enfiava toda na boca e ele cada vez mais excitado, pedia mais e eu chupava mais.

Ele pega na minha cabeça e enfia bem até a pélvis dele, eu me engasgava muito, o rímel escorria entre as lágrimas e o suor do calor intenso, ele enchia minha boca de porra e depois eu derramava na camisa e na saia do meu uniforme.

Respirava um pouco e mais cock, mais gozo na minha boca, tão fundo que eu sentia na garganta, dava ânsia quase vomitava... que gostoso que era.

Ele não parava de gozar, eu engolia todo o gozo dele.

Eu dizia pra ele:

Eu - Quero ser sua slut, sua slut linda, fala putaria pra mim, muitas sacanagens.
- Você não tem ideia de como me excita, sweet girl, seu uniforme, sua Booty, sua carinha de putinha, seu jeito de andar bem slut. Você é demais e chupa muito bem.
Eu - ah sim, eu gosto de ser slut, sua sweet girl putinha e me excita saber que você gosta que eu chupe você. Faz comigo tudo que você tem vontade de fazer, sou toda sua slut.

Foi assim que começou a parte mais "hardcore" do dia, ele pegou a pica enorme dele, se masturbou e me jogou jatos de gozo na cara, no meu cabelo, nos meus óculos, até na minha camisa, eu tirei a camisa pra ele gozar nos meus peitos, tirei o sutiã, mesmo não tendo peitos grandes, mas ele ficava louco nos meus peitinhos, toda banhada de porra.

Ele colocou a cock na minha cara e eu ela esfregava na minha cara, com o rímel borrado, entre meu rosto e meus óculos, ele se masturbava gostoso, até com meu cabelo comprido.

- como você gosta da pica, sua putinha gostosa, agora vai sentir algo delicioso

Ele me pegou pela nuca e me levou pra parte da frente da caminhonete, era o cara, na lateral do motorista, meio tronco pra cima e o resto pra baixo, meus pés com meus sapatinhos mal tocavam o chão na pontinha, ele me pressionou um pouco contra a caminhonete e começou a apalpar meu corpo todo, meus peitos, minha cintura, minha bunda, minhas pernas.

- Adoro teu corpo pequenininho, tuas perninhas com essa meia preta que deixa tudo à mostra, esses sapatos de puta boa, tua bundinha minúscula que precisa de um pouco de pica, você gosta assim, não é, putinha?
eu - sim, me dá tudo que você tem, coração
- uuhh sim, você se molhou toda aqui

Ele tocou minha buceta, não ligou que tava meio peludinha, aí... arrancou com as mãos a calcinha e também a bombacha, me deixou com a buceta e a bundinha de fora,

- Deixei um furinho na sua meia pra poder saborear essa bolacha gostosa

Começou a lamber muito, eu tava num ponto que explodia, ele pressionava com os lábios meu clitóris, sentia um rio correndo dentro de mim e de repente... jorrei...

- Que suquinho gostoso, putinha, quase me encharcou de tão quente que você tá.
eu - me fode, me fode, me fode!!
- e bem forte!

Com a buceta escorrendo até dentro dos meus sapatos, sem calcinha, sem camisa, encharcada de porra até nos meus óculos, ele me levou pro banco de trás, me meteu pra dentro e me ajeitou, sentada com as pernas abertas pra ele.
Ele tirou a roupa e fechou a porta, tava muito calor mas eu não ligava, queria a pica dele dentro de mim.

- como você quer? Forte e direto ou devagar?
Eu - me dá tudo de uma vez, me fode toda porque eu sou puta, me fode, me fode
- beleza, aí vai

Sem mais palavras, com meus olhos grandes e cheios de desejo... entrou aquela pica grossa na minha buceta apertada, senti uma dor imensa que cheguei a gritar por um tempinho, senti como se ele me atravessasse toda lá dentro. Devia ter pedido pra ele ir devagar, mas, mesmo com dor, foi muito melhor.

Ele entrava e saía, entrava e saía, um pau incrível, lágrimas escorriam de tanta dor, mas essa dor se transformou num prazer delicioso.

Cada vez que ele se mexia mais rápido, mais eu ficava excitada, era a melhor coisa que já me aconteceu, a melhor da vida, a melhor transa que já tive. Queria mais pau.

– Eu – me come, forte, assim, assim (repetia toda hora)
– Linda putinha, toda uma princesa que gosta de paus assim
Eu – quero todos os paus
– Já vai ver quantos paus existem nesse mundo

Cada vez que ele enfiava bem fundo, dava pra ouvir as bolas batendo na minha buceta, ele tira minha camisa e apalpa todos os meus peitos, puxava meus bicos e chupava tudo, até o pescoço, enquanto metia forte, se mexia mais rápido e mais me esquentava, aí senti outro jorro da minha buceta..

– Que jeito de soltar suquinho, putinha
Eu – quero te comer

Quando ele parou um pouco, tirou o pau e vi que escorria gozo pra dentro de mim, minha buceta ficou meio molhada e aberta, ele me pegou pelos braços e me virou de costas pra ele, olhando pro vidro, de joelhos no banco de trás,

– Agora vou meter por trás nessa buceta suculenta de putinha

Ele meteu ainda mais forte, parecia que de outra posição sentia diferente, eu adorava mais, ele tirava e metia, tirava e metia, tirava e metia, bem forte, batendo as bolas no meu corpo, ainda sentia ele apertando lá dentro com o pau.

– Sua buceta é pequena, putinha linda
eu – sim, enche ela

Mais forte ele penetrava bem fundo, eu não aguentava mais de tão excitada, aí foi minha vez de comer ele, ele sentou e levantou o pau pronto pra enfiar na minha rachinha, eu sentei ali, apalpei bem, tava muito quente, molhada e duríssima,
Ao enfiar com força, foi outra sensação gostosa, montei em cima e sentia como se estivesse no meu estômago, minha buceta apertada minha buceta se sentiu à vontade com o quanto grossa ela era...
Que gostoso...
Tirei minha saia, fiquei só de calcinha, sapatilhas e meus óculos.

- Agora, você vai conhecer o mais gostoso
eu - vai doer?
- se nunca conheceu, então vai doer
eu - ah tá bom, quero, mas assim como com minha buceta

Viro de novo de costas, com minha calcinha furada e encharcada.. senti que molhou um pouco meu cu.. acho que não sabia se tava pronta pra isso, mas tava com muita vontade.
E senti ela, e muito mais, doeu pra caralho, gemi forte, gritei, chorei mais um pouco, mordi os lábios, a dor era foda mas... eu tava gostando!!
Ela metia bem forte e cada vez aumentava o ritmo, sempre batendo as bolas no meu corpo, na minha bunda,

- que cu gostoso, sweet girl slut, vou te foder esse rabo mil vezes
eu - dói muito mas gosto demais
- você gosta? fuck you mais cock quando quiser, slut

Eu tava sendo comida e comida, passou mais tempo na minha bunda do que na minha buceta. Enquanto isso, eu me masturbava com minha xota molhada, escorrendo de novo, e o banco de couro tava todo banhado de fluidos e suor... lá dentro ainda fazia um calor que parecia uma sauna finlandesa.

Ele sentou de novo e me puxou pro colo dele,

- agora vou te ensinar como foder de costas, olhando pra frente
eu - assim?

Sentei na cock dele, grossa, dura e cabeçuda, tive um pouco de trabalho pra enfiar essa pica, ele me ajudou, depois coloquei minhas pernas em cima das dele, com meus pés.
Comecei a montar ele com minha bunda, a cock dele era deliciosa e pelo cu, melhor... mais gostoso!

Ele ficava com tesão porque eu tava só com poucas peças do uniforme

A gente transou muito tempo ali, repetimos anal de novo e depois vaginal, eu dominava ele mas ele sempre tinha a posse porque eu era a puta. No final, um boquete gostoso, de leve porque já távamos cansados.

A gente se vestiu, depois eu tinha que lavar minhas roupas, comprar meias novas, tava rasgada e molhada de porra e suco de buceta haha, até dentro dos sapatos, quando coloquei eles Tipo, eu tava com os pés afogados de porra, nem imaginava a quantidade que a gente gastou kkk.

Já perto de casa (avisei meus pais pra não se preocuparem, antes de tudo isso), era quase noite, não tinha muito movimento no bairro. Pra me despedir dele, fiz um boquete bem forte, tirei toda a porra que ele tinha de reserva e montei em cima. O pau dele tava duro de novo e cresceu dentro da minha buceta, isso foi genial!!! Ele gozou bastante dentro de mim, depois me pegou de novo, me virou pra frente e meteu no meu rabo. Que gostoso que era, gorda, grandona, quente e suculenta no meu rabo. A gente ficou meia hora transando. No final, falei pra ele jogar a porra na minha cara que depois eu me arrumava pra ninguém perceber em casa...

E ele jogou tudo que tinha guardado, eu engoli tudinho.

Depois a gente se despediu, fui pra casa e, pra ninguém me ver assim, entrei rápido no chuveiro... Mágico aquele dia.

Tava sentindo cócegas no rabo e na buceta, como se algo tivesse arrasado ali, ficou sensacionalmente gostoso e indescritível.

Que transa gostosa ♥

Espero que vocês gostem do meu relato, é um dos tantos que quero contar. Desculpa ser longo, com alguns erros, meio burra, mas sei que vocês vão amar tanto quanto eu, que fiquei louca.

Meu professor tinha 39 anos. Hehe.

10 comentários - Minha primeira vez num carro.

Muy bueno, que lindo ser tu profe ja ja
Muchas gracias por tomarte el tiempo de leerlo, mmmuaksss. Jaja si eres un abuelito, seguro que si jaja Besitos ♥
Sublime... Una entrega más que encantadora llena de pasión sensible e inagotable fuente de imágenes y sensaciones que excitan y transportan al placer que describis... Un interesante pasado se esconde en esa mente y saberlo plasmar en palabras es sólo el primer paso mi estimada... Quede excitado y con ganas de más.... Dejo puntos y me dejas las ganas de conocerte profundamente...
Muchas gracias, me alegra que te gusto, no todos se toman el tiempo minimo de leer algo tan rico como una anecdota. Ya redactare mas relatos deliciosos para que puedas deleitarte. Besitos ♥
Muy buen relato y sobre todo muy caliente que suerte tuvo ese profesor de romperte la cola y disfrutarla tanto tiempo
Muy buen relato y muy caliente sobre todo!! Tremenda putita hermosa!
Excelente relato sobre todo muy hot. Felicitaciones van puntos!!!
Tremendo relato, no sabes como me dejó la pija jaja
De ahí viene lo putita qhe sos, no?
Saludos hermosa y dejo puntos