Compartilho este relato que encontrei há vários anos.@negro66678 @4trujillo52 @pacovader @disnastes @FreddySab @yacaremisionero @mirageeeeeeeee @dantejack @SexyBubis @putanavidad @pablooo_2 @eldanus @feryjon1501 @uhuh_po @sampacat @sicap @elexbahiense @arkthourios @HunterPussy @nolaveoporlapanza @petoo13 @putanavidad @elGuatonFilipino @Ore08 @abriles @strong89 @aquilesbailouy @soymrbean @kekoss_22 @LibrerosF @elexbahiense @juan_xxx_84 @gastonaramburuCAPÍTULOS ANTERIORES:
De férias com minha mãe e as amigas dela [Capítulo 1]
De férias com a minha mãe e as amigas dela [Capítulo 2]............................................................................................................................................................3 de julho, finalmente minha noite.
Mati passou uns quarenta e cinco minutos no apartamento. Tinham mudado de ideia e passariam aquela noite e o dia seguinte em outra praia, a uns cento e cinquenta quilômetros de onde estávamos. Enquanto arrumava uma malinha pra levar umas roupas, não parava de falar com as duas amigas, na dúvida e sem saber bem o que fazer, mas no final minha mãe e a Maribel conseguiram convencê-la a viver aquela aventura, tomando muito cuidado, mas pra se jogar.
Quando nós três ficamos sozinhos de novo, decidimos tomar banho e jantar. Depois de arrumar tudo, fomos pro quarto da Maribel. Quando entrei no quarto, minhas duas milf já estavam me esperando na cama. Assim que me viram, se viraram de bruços, deixando as bundas redondas quase descobertas pelas camisetas que usavam como pijama. Me posicionei na cama, de joelhos entre elas, e comecei a acariciar as bundas delas.
— Oi, filho! — Minha mãe falou. — Veio nos dar carinho?
— Não, mãe! — Eu disse. — Pode até o prédio cair que essa noite vou meter nas duas... mesmo que precise tomar vitaminas.
— Com certeza não precisa, com a força que seu pau mostra debaixo da calça! — Disse a Maribel, apontando pra minha calça.
Tirei a calça e liberei meu pau com as bolas raspadas, continuei acariciando elas. Queria meter nas duas e decidi que minha mãe seria a primeira. Levantei o pano que cobria a bunda dela e comecei a dar pequenas mordidas nos glúteos. Peguei a beiça da calcinha dela e tirei. Virei ela e lambi a bocetinha dela.
— Filho, quero que enfie esse pau duro que você tem! — O tom de voz dela mostrava a safadeza que tava tomando conta.
Me coloquei entre as pernas dela e peguei meu pau. Passei ele na bocetinha dela, separando os lábios. A Maribel tava acariciando minha bunda. A respiração da minha mãe acelerou quando comecei a empurrar pra penetrar ela. Devagar, meu pau começou a entrar.
— Deus, outra interrupção! — Minha mãe disse quando o celular tocou no criado-mudo. de noite. - Pega ele você, Maribel, quero dar pro meu filho!
Deixei meu corpo cair sobre o da minha mãe e o calor da buceta dela foi envolvendo meu pau. Ela gemia e tremia enquanto eu me enterrava dentro da minha mãe.
- Não façam barulho, é o Mati! – Disse Maribel, que atendeu a chamada. – Ele precisa falar com você.
Minha mãe se recusava a atender, falando com a Maribel por sinais enquanto eu me mexia entre as pernas dela e a penetrava. Ela teve que pegar o telefone e, embora fizesse sinais para eu parar de penetrá-la, continuei, não parei de dar prazer pra ela enquanto ela falava com a amiga.
Olhava pra baixo e via como meu pau entrava sem dificuldade na buceta molhada dela. Ela estava sentindo prazer e tinha que fazer um esforço enorme pra não gemer, falando com dificuldade, tentando dizer sim ou não, sem ter que se estender muito. A mão dela se agarrou no meu braço e as unhas cravaram na minha pele. Os olhos dela se arregalaram e ela segurou o primeiro orgasmo sem soltar um único gemido enquanto o Mati falava com ela. Ela tava ficando louca de prazer e não podia dar sinais disso. Eu acelerei as penetrações pra dar mais prazer e ela se contorcia.
- Tá bom, tá bom, cuidado! – Disse minha mãe, desligou o telefone e jogou na cama. Me abraçou forte e fez com que eu me deitasse sobre ela. - Vai, filho da puta, come a sua mãe!
Eu me mexia o mais rápido que podia e meu pau entrava e saía da racha molhada dela. Ela soltava gemidos enormes. Se contorcia com cada estocada que eu dava. Ela tava gozando.
Maribel, excitada ao ver como a amiga se divertia, se despiu e passava os peitos nas minhas costas, como se quisesse aproveitar o sexo incestuoso de mãe e filho. A mão dela acariciava minha bunda, que endurecia cada vez que meu pau entrava no fundo da minha mãe, arrancando gemidos enormes de prazer. Eu sentia meu pau encharcado pelos fluidos que saíam dela.
- Eu também preciso do seu pau! – Ela sussurrou no meu ouvido e mordiscou suavemente minha orelha. - Me pega, crava esse pau duro em minha racha e me deixa louca!
Minha mãe ainda se contorcia levemente debaixo do meu corpo. Ela relaxou e esperou que eu desse a ela meu sêmen. Virei o rosto para olhar para Maribel. Lá estava aquela mulher madura, gostosa, morrendo de vontade de me ter por cima dela e receber a mesma coisa que eu tinha dado à minha mãe, meu pau duro. Ela estava totalmente nua e com as pernas abertas, mostrando a buceta depilada. Os dedos dela brincavam com os lábios que guardavam a entrada da sua boceta. Os peitos caíam para os lados do corpo, e os mamilos escuros e eretos pediam para ser acariciados. Ela fechou os olhos quando começou a sentir prazer com a própria mão.
Me afastei da minha mãe depois de dar um beijo apaixonado na boca dela. Me ajoelhei entre as pernas de Maribel. Ela abriu os olhos e separou os lábios para me mostrar o caminho rosado e brilhante que oferecia para o meu pau percorrer. Me inclinei e lambi um pouco da sua racha molhada.
— Isso, meu filho! Dá prazer pra tia Maribel!
Subi com a língua pela racha dela e senti o clitóris enorme. Lambi uma vez e continuei subindo pelo corpo dela. Minha língua brincou com o umbigo dela e seguiu caminho até as duas montanhas de cumes escuros que eu via lá longe. Minha língua escalou uma, e meus lábios envolveram o mamilo duro, e comecei a chupar.
Debaixo da minha barriga, sentia o calor que saía da boceta ardente daquela mulher, que gemia e se contorcia com minhas carícias. As pernas dela levantavam o quadril, buscando meu pau para que eu a penetrasse. Minhas mãos se agarravam aos peitos dela, e minha boca passava de um mamilo para o outro.
— Quero ele dentro, quero ele dentro… — Ela choramingava e reclamava. — Dá ele pra tia Maribel! — As mãos dela esfregavam minhas costas com força, querendo que meu corpo subisse e meu pau a penetrasse.
Deixei os peitos gostosos dela e subi pelo pescoço até chegar à boca, que me recebeu aberta, desesperada, mordendo meus lábios de leve. Meu pau estava em cima da buceta dela, e eles se esfregavam um no outro.
— Coloca ele Entra, por favor!" — ela implorava. — "Mete ele inteiro!"
Eu me mexi e senti minha glande deslizar entre os lábios dela, começando a entrar. As pernas dela ergueram o quadril, e meu pau entrou quase por completo. Um grande suspiro de prazer escapou da boca dela ao se sentir cheia pelo seu jovem amante. Nós dois nos movíamos e aproveitávamos aquele sexo. Senti a necessidade de soltar meu esperma e deixei a delicadeza de lado, virei um animal e não conseguia parar minhas cadeiras, que se agitavam arrancando gemidos da boca de Maribel. Não demorou mais de dois minutos até eu sentir que me esvaziava dentro dela. Muito sêmen jorrou e caiu na buceta estéril da minha amante, que se contorcia.
— Desculpa ter gozado tão rápido sem fazer você gozar! — falei, com meu pau ainda dentro dela, soltando um pouco de sêmen.
— Filho, eu gozei três vezes antes de você gozar dentro de mim! — ela acariciou meu rosto enquanto falava. — Eu queria tanto te ter que tive um orgasmo assim que senti seu pau na entrada da minha buceta!
Eu estava por cima de Maribel, beijando e acariciando ela, com meu pau ainda dentro dela, que ficava de pernas abertas. Minha mãe se aproximou de nós e me ofereceu a boca para eu beijar. Eu beijava uma e outra, aproveitando o amor daquelas duas milf, mulheres gostosas e excitantes.
— Ai, meu Deus, o que vocês estão fazendo! — ouvimos a voz de Mati atrás de nós.
Eu pulei em cima de Maribel, assustado ao ouvir nossa amiga, e meu pau saiu da minha amante. Maribel e minha mãe nem se mexeram.
— Ora, tá vendo, filha! — disse Maribel. — Ensinando nosso Paco como se deve amar uma mulher!
— É, ele também meteu o pau duro dele em mim! — disse minha mãe quando Mati apontou o dedo para ela. — Quer experimentar também?
4 de julho.
Na manhã seguinte, eu ainda estava como num sonho. Tinha transado com minha mãe e com a amiga dela, Maribel. A única coisa que estragou a noite foi a chegada inesperada da Mati. Minha mãe e a Maribel ficaram um tempão conversando com ela sobre o que ela tinha visto. Ela não se convenceu totalmente com os argumentos que deram, mas aceitou o que rolava ali, embora não fosse participar.
E como todas as manhãs, nós quatro preparamos tudo pra passar um bom tempo na praia… e como todas as manhãs, eu caminhava admirando os corpos delas… e como todas as manhãs, a gente se sentava na areia, prontos pra dar um mergulho.
— Oi, Paco! — Ouvi a voz de um cara me chamando.
— E aí, Luis! — Cumprimentei meu amigo do colégio.
Luis era um ano mais velho que eu. A gente estudou junto e era amigão. Fazia um tempinho que eu não falava com ele. Ficamos um bom tempo batendo papo enquanto Maribel, Mati e minha mãe nadavam. Ele estava com a mãe dele, uma mulherão de quarenta e cinco anos, que tinha se separado do pai do Luis dois anos atrás e agora vivia da grana que ele mandava todo mês.
— Anota aí! — Ele disse. — Seis, quatro, quatro, sete, dois, dois, zero, zero, um. Me liga e a gente marca um dia… Melhor, me liga hoje à tarde e amanhã a gente faz um churrasco lá em casa, a gente tem até piscina.
Quando voltei pra minha mãe e as amigas dela, tive que explicar quem era aquele garoto, porque as três gostaram dele. A verdade é que o Luis tinha um corpo bem definido, já que malhava pra caramba.
De tarde, liguei pra ele e combinei de nos ver mais tarde na casa dele pra jantar. E lá fomos nós quatro, pra um chalé a uns dois quilômetros da costa. Quem nos recebeu foi a Laura, mãe do Luis. Depois de nos mostrar a casa linda dela, fomos pro jardim, onde íamos fazer o churrasco. Entre conversas, todo mundo preparou tudo pra começar. Eu e o Luis cuidávamos do fogo enquanto as mulheres traziam e preparavam a comida. mesa. Aos poucos fomos tirando a comida e colocando na mesa.
Nossas mães se conheciam dos anos que estudamos juntos no colégio e batiam papo animadas sobre nosso passado e futuro. Mati e Maribel estavam na conversa, mas Maribel não tirava os olhos do meu amigo, porque ele era a fraqueza dela, jovem e bem dotado, do jeito que ela gostava dos homens. Luis percebia que despertava uma certa tesão em Maribel e não parava de falar com ela.
— Então, se quiser, dou uma massagem nos seus ombros… — ouvi Luis dizer pra Maribel. Ele se levantou e ficou atrás dela.
— Valeu, filho! — ela disse e começou a curtir a massagem.
O resto de nós continuava conversando enquanto Maribel ronronava com a massagem que o novo amigo dela tava dando. Era uma noite quente e quase todo mundo olhava pra piscina com uma vontade danada de pular nela.
— Querem se molhar? — perguntou Laura.
— Olha, cairia bem com esse calor, mas não trouxemos maiô… — disse minha mãe.
— Ah, que nada! — falou Laura. — Não temos tanta intimidade, mas se vocês não se importam, a gente se banha pelado!
— Se o seu filho continuar me dando essa massagem na água, pra mim não tem problema! — disse Maribel.
— Na verdade, outro dia nós quatro fomos numa praia e fizemos um nudismo… — disse minha mãe. — Eu também adoraria me banhar… Ninguém vai nos ver?
— Relaxa, eu e meu filho nos banhamos pelados direto, até em plena luz do dia, e aqui é isolado, ninguém consegue ver a gente.
— Então vamos nessa! — falou Maribel, levantando da cadeira e indo em direção à piscina, já se despindo e largando a roupa no chão. — Vem, Luis! — chamou o massagista dela. — Você tem que continuar me trabalhando!
Quando chegou na borda da piscina, já tava completamente nua. Ela pulou na água. Luis tirou a sunga que tava usando e caminhou até a piscina.
— Vamos, todo mundo pra água que tá uma delícia! — disse Maribel, sem tirar os olhos do belo pau que o filho dela exibia. Massagista inesperado. — Você, corre que acho que dei um mau jeito!
Luis se jogou na água e foi até ela por baixo da água escura. Laura se levantou e foi até um painel de controle para acender a luz da piscina. Toda a água se iluminou e Luis segurava por trás sua "paciente" enquanto ela curtia uma massagem.
— Que tal, vocês se animam? — Disse Laura, e sua saia caiu no chão, mostrando sua linda calcinha. — Tô com muito calor pra ficar mais tempo aqui fora!
Do nosso lado, ela tirou toda a roupa e colocou cuidadosamente numa das cadeiras. O corpo dela era maravilhoso, totalmente remodelado com cirurgia, mas lindo. Dava pra ver que era uma mulher madura, mas a bunda redonda, durinha e firme; os peitos volumosos e redondos; aquelas pernas bem torneadas e firmes… Era uma delícia de olhar, e mais gostoso ainda seria poder transar com ela. Ela andava nua com aqueles sapatos de salto que a deixavam ainda mais sensual.
Eu fui o próximo, me despi completamente e coloquei minha roupa na cadeira. Mati nos observava e começou a se despir junto com minha mãe. Eu ia entrar na água quando minha mãe me pegou pela mão. Mati vinha atrás, a dois passos. Laura já estava na água quando olhou pra gente. O sorriso que ela deu ao nos ver andando de mãos dadas mostrou que ela já tinha sacado que entre nós havia algo mais que um amor de mãe e filho.
Assim que chegamos na borda da piscina, empurrei minha mãe na água e depois me joguei também. Mati sentou na borda com os pés dentro d'água. Luis parou de massagear a Maribel e nadou até onde Mati estava.
— Vamos, entra na água! — Ele disse, e ela se jogou da borda, empurrando com os braços. — É uma delícia aqui na água!
— Esse garoto faz milagres com as mãos! — Disse Maribel ao chegar perto deles e se segurar na borda da piscina.
— Fica de barriga pra cima e estica um pé! — Ele disse pra Mati, que obedeceu. Luis agarrou o pé dela e começou a dar um massagem suave. - Tá gostando?
Ela balançou a cabeça que sim e ele podia ver os peitos lindos dela saindo da água enquanto ela flutuava de costas, segurando na borda da piscina. Os mamilos daquela mulher gostosa estavam durinhos, assim como o pau dele, que tava adorando tocar as duas novas amigas.
- Eu também posso te dar uma massagem que vai te deixar louco! – Falou Maribel, chegando perto dele e se colocando atrás.
Ela passou a mão pela cintura dele até tocar no pau duro dele. Cresceu e endureceu ainda mais quando os dedos de Maribel seguraram aquele jovem tesão. Luis tirou o pé da Mati da água e começou a chupar os dedos molhados dela, passando a língua entre eles. Mati começou a gemer baixinho ao sentir aquela massagem sensual.
- Nunca provei nada tão bom! – Disse Mati, se deixando levar pelas novas sensações que tomavam conta do corpo dela.
- Meu filho já começou! – Falou Laura. – Tenho um problema com ele, vive pensando em transar, quando tem alguma mulher por perto acaba comendo ela… - Fez uma pausa e olhou pra minha mãe na cara. – E o melhor é que quando não tem nenhuma, ele tem que se aliviar com o que tiver mais perto.
- Meu Paco, – Disse minha mãe. – tá começando agora. Outra noite ele transou com uma mulher pela primeira vez…
- E quem iniciou? – Perguntou Laura, maliciosa.
- Maribel queria ser a primeira, mas meu menino me escolheu.
- Você dividiria ele? – Ela perguntou.
- Você topa? – Minha mãe me perguntou, me olhando.
- Claro! – Falei, agarrando Laura pela cintura e colando ela em mim. – Adoraria transar com duas mães tão gostosas! – Beijei na boca a Laura e depois minha mãe chegou perto da gente e eu enrolei o outro braço nela.
Beijava uma boca e depois a outra, brincando com as línguas delas, enquanto meu pau crescia, louco pra possuir aquelas milf mães. Minha mãe me excitava, mas o corpo da Laura me deixava doido. A mão de Laura agarrou firme meu pau e começou a acariciar ele até descer pros meus testíbooties.
—Deus, como eu adoro uns ovo bem lisinho! — Disse Laura. — Preciso fazer meu filho ficar assim também! Já vi que você também se depilou, — disse pra minha mãe — vocês fizeram juntas?
—Sim. — Respondemos eu e minha mãe.
—Se quiser, a gente pode tentar depilar o Mati e o Luis… — Disse minha mãe.
—Isso ia ser ótimo! — Disse Laura. — Já volto com as coisas pra tentar.
Quando Laura saiu da água, reparei na buceta dela e como era linda depiladinha. Abracei minha mãe contra a borda da piscina e beijei ela na boca. Meu pau encostava na barriga dela e dava pra sentir como eu tava excitado com aquela noite que a gente tava passando. Não sabia se a rapidez com que todo mundo tava transando era boa, mas a verdade é que todo mundo tava curtindo aquele banho de lua.
Maribel beijava a orelha do Luis enquanto as mãos dela não paravam de acariciar o corpo todo dele. Mati tava adorando o massagem que a língua do Luis dava nela. Ela não aguentou, baixou os pés e se agarrou nele pra beijar. Se fundiram num beijo e ela sentiu a língua jovem invadindo a boca dela. Maribel não se separou deles e ficava excitada sentindo os outros dois se acariciando. Mordiscou o pescoço do jovem que tava preso entre as duas e puxou o queixo dele pra oferecer a boca. Ele aceitou e enfiou a língua na boca madura.
—Vocês três! — Disse Laura da beira da piscina. — Saiam que eu quero que meu filho não tenha um pelo sequer nas partes dele!
Enquanto eu e minha mãe nos beijávamos na água, Laura, Maribel e Mati colocaram Luis numa espreguiçadeira e abriram as pernas dele. A mãe passou creme e, entre ela e Maribel, depilaram ele até deixar a buceta dele completamente lisinha.
—Agora sim tá macio! — Disse Laura. — Do jeito que sempre sonhei! — Levantou ele e levou pro chuveiro, começando a jogar água. Se ajoelhou e tirou todo o resto de espuma. — Agora tá do meu gosto pra Comer ela! – Passou a língua dos testículos até a glande endurecida.
– Quero depilar a Mati! – Disse Luis. – Vejo que é a única que não está depilada!
– Não… eu não! – Disse ela se afastando dos três.
– Vamos, Mati, com certeza você vai gostar! – Animou-a Maribel.
Minha mãe e eu sentamos na borda da piscina pra ver como levavam a Mati até a espreguiçadeira, sentavam ela e abriam suas pernas. Luis começou a passar o creme e Mati começou a rir como uma louca, suas gargalhadas ecoavam pela casa toda.
– Pelo amor de Deus! – Dizia sem parar de rir. – Isso me faz muitas cócegas.
As duas mulheres a seguravam enquanto ele espalhava o creme e começava a depilar com muito cuidado. Mati parou de rir ao sentir os dedos do jovem barbeiro massageando seu clitóris, dando-lhe um novo prazer. Ele foi depilando até que só deixou um pouco de pelo acima da racha dela. Levantou-a e levou-a pro chuveiro. Enquanto a água escorria pelo corpo dela até chegar na buceta, Luis acariciava seu púbis pra tirar todo o creme que tivesse. Mati começou a se sentir cada vez mais excitada e sentia sua buceta vibrando com as carícias daquele jovem. Apoiou-se em Maribel e Laura, que estavam perto dela, e suas pernas tremeram de prazer quando o dedo dele acariciou diretamente seu clitóris endurecido. Ela abriu um pouco mais as pernas pra oferecer toda sua intimidade, que nunca tinha oferecido a ninguém.
– Deus, o que você está fazendo comigo! – Gritou Mati.
Luis tinha aproximado a boca da racha molhada dela e sua língua lambia docemente seu clitóris. As pernas de Mati não aguentavam tanto prazer. Entre os três, levaram-na de volta pra espreguiçadeira. Maribel e Laura acariciavam todo o corpo dela… tudo menos a entrada quente e molhada daquela mulher que provava pela primeira vez os prazeres do sexo… do sexo oral que aquele jovem, que sabia bem onde e como acariciar a parte mais íntima de uma mulher, lhe dava.
Mati se contorcia e gemia, sentia que se derretia quando um calor e um câimbra de prazer percorriam todo o corpo dela até nublar a mente. Luis continuava saboreando os fluidos que emanavam dela. Luis parou de beijar os lábios dela e a beijou na boca.
— Mati, quero ser o primeiro a possuir teu corpo! — Mati agarrou a cabeça dele e o beijou freneticamente. — Vamos pra dentro de casa.
Maribel e Mati caminhavam com Luis, enquanto Laura veio nos buscar, eu e minha mãe, pra todo mundo entrar em casa.
Laura nos levou pra sala ampla e tiramos uma mesinha que tinha entre os sofás, deixando um tapete no chão. Maribel fez Luis deitar ali no meio. Eu sentei no meio de um dos sofás, e de um lado sentou minha mãe, do outro a Laura.
— Vamos, Mati! — Maribel indicava pra amiga. — Abre as pernas e se agacha pra colocar sua buceta na boca dele.
Mati obedeceu, e o rosto dela mostrou o prazer que aquele jovem de novo dava com a língua, fuçando entre os lábios da xereca dela, entrando um pouco na buceta pra penetrar. Mas o rosto dela tremeu quando os lábios dele rodearam o clitóris castigado dela e chupou como se fosse um mamilo. Laura agarrou o pau de Luis e começou a brincar com a língua, percorrendo todo o comprimento do membro duro e desejado dele, que vibrava ao contato da mão dela.
Do sofá, a gente via os três amantes, pelados, gozando dos corpos deles… gozando dele. A mão da minha mãe acariciava meu pau, e Laura se agitava do meu lado, excitada com a cena que via na frente dela.
Maribel engolia o sexo duro dele, dando umas sugadas grandes e barulhentas. Parou e ofereceu pra Mati.
— Toma, passa a língua aqui! — Ela apontava a glande com um dedo. — Depois engole ele inteiro e chupa, vai ver como tu gosta!
Mati gemia entrecortado de prazer, se inclinou pra frente e esticou a língua. A glande avermelhada daquele jovem tava na frente dos olhos dela. Ela colocou a língua sobre a pele dura e sentiu a maciez. O cheiro chegou até ela. daquele líquido transparente que começava a aparecer no orifício daquele pênis dilatado. Não sabia se gostava ou não daquele cheiro, mas se sentiu mais excitada e desejava com mais vontade de engolir ele. Seus lábios o envolveram e sentiu na língua o empurrão daquele pau, não sabia como tinha que fazer, mas aos poucos encaixou o amante dentro da boca e começou a chupar.
Laura tirou meu pênis da mão da minha mãe e se inclinou para engolir ele quase por completo. Sabia dar prazer com a boca. Minha mãe me beijava e me acariciava. Me ofereceu os peitos e comecei a lamber eles enquanto sentia Laura engolir todo o meu pau. Eu estava sentado totalmente ereto, no meu colo nossa amiga brincava com meu sexo. Minha mãe se levantou e colocou um pé de cada lado do meu corpo. Na frente dos meus olhos estava a racha da buceta dela, aquela buceta depilada que se oferecia pra eu saborear. Ela se inclinou pra mim e a racha dela estava cada vez mais perto da minha boca. Com dois dedos separou os lábios e o interior molhado estava ao alcance da minha língua. Ereto me esperava o clitóris dela. Minha língua acariciou ele e saboreei os fluidos que de dentro dela me presenteava. Gozava com minhas carícias e eu com as da Laura.
— Eu também quero que você me dê disso! — Disse Laura sem parar de acariciar meu pau.
Os gritos e gemidos da Mati fizeram todos pararem de dar prazer ao nosso amante e olharmos pra eles. As pernas dela se contorciam incontrolavelmente pelo prazer que sentia na buceta com as carícias da língua do Luis. Se agarrava no pau dele mas não conseguia nem se mexer, era tão intenso o orgasmo que a única coisa que podia fazer era gemer e gritar presa do prazer.
Luis tirou ela de cima e colocou ela de barriga pra cima no chão. Ela estava presa da luxúria que aquele garoto arrancava dela, só gemia e se deixava fazer esperando sentir mais prazer ainda. Ele levantou as pernas dela e abriu elas completamente deixando a buceta dela totalmente à mercê dele. Aquela buceta estava desejosa de ser penetrada e A buceta dela mostrava um pouco de dilatação. Ele se posicionou entre as pernas dela, pronto pra penetrar. Maribel pegou aquele pau e chupou pra enchê-lo bem de saliva, mesmo a buceta da Mati já estando toda molhada. A mão de Maribel guiou a cabeça do pau até a entrada da amiga. Luis sentiu o calor ardente que vinha de dentro da Mati e empurrou, e o pau dele começou a penetrar ela.
Mati soltou um gemido profundo e o rosto dela se desfez ao sentir pela primeira vez um pau separando as paredes da buceta dela e fazendo ela dilatar até se acomodar lá dentro. Ela se abraçou gemendo no amante, e ele mexia a cintura pra penetrar cada vez mais fundo. Maribel observava os dois e acariciava o jovem.
Coloquei minha mãe e a Laura de barriga pra cima no sofá, com a bunda na beirada e as pernas bem abertas. Tinha as duas bucetas à minha disposição, ambas loucas pra eu chupar. Me posicionei entre as pernas da Laura, e ela afastou os lábios pra me oferecer a buceta dela. Comecei a lamber, e ela acariciava minha cabeça. Ela levantou as pernas até os coxas ficarem no peito dela, segurou elas com as mãos, e a racha dela ficou completamente aberta. Continuei lambendo, e ela gemia de prazer.
Os gritos de prazer da Mati enchiam a casa toda. Ela tava tendo o primeiro orgasmo dela com as penetrações do amante vigoroso e tava ficando louca de tesão.
— Eu também preciso de você! — Disse Maribel, que tinha se ajoelhado de quatro ao lado deles, esperando a vez dela.
Luis esperou a Mati terminar o orgasmo que ela tinha sentido e sentia ela se contorcendo nos braços dele. Ele se afastou dela e se posicionou atrás da bunda redonda da Maribel, que esperava oferecendo a buceta completamente. Ele chupou uns dedos e passou na buceta dela, que se mexeu ao ser tocada. Da racha dela já brotavam os fluidos. Ele acariciou as nádegas dela e as afastou. Maribel sentiu a língua do amante acariciando o cu dela. Nunca antes tinham feito isso com ela. Feito isso, sentiu um prazer imenso. Luis tinha a mão acariciando os lábios da buceta e sentiu os fluidos jorrarem quando a língua dele lambeu o cu dela. Enquanto chupava o rabo dela, aproveitou pra enfiar os dedos na buceta. Ela se mexia e pedia mais, que desse mais prazer.
Luis virou ela de costas, abriu as pernas dela e levantou até que a buceta e o cu ficassem ao alcance dele. Começou a lamber a racha sem pelo e com a língua separava os lábios. Procurou o clitóris dela e brincou com ele, arrancando gemidos da sua amante madura. Depois, se dedicou a lamber tudo, deixando ela louca.
Minha mãe se ajoelhou no sofá, deixando o rabo empinado e me oferecendo a buceta molhada.
— Vem, filho, fode a sua mãe!
Acariciei o rabo dela e me posicionei atrás. A buceta dela tava bem molhada. Encostei nela e senti a mão dela pegar na minha cabeça e guiar até a entrada da buceta dela. Empurrei um pouco e escorreguei, roçando de leve no clitóris dela. Deu prazer pra ela, e ela segurou meu pau com a mão enquanto eu esfregava o clitóris dela com a cabeça. Já tava pronta pra ser penetrada. Ela empurrou meu pau até a cabeça encaixar na entrada da buceta dela. Empurrei de novo, e a mão dela manteve a posição do pau pra eu ir entrando. Senti o calor da buceta da minha mãe envolvendo meu pau.
— Que delícia essa pica entrando! — gemeu minha mãe. — Empurra com força, filho!
Me agarrei na cintura dela e segurei enquanto me mexia pra penetrar. Ela ronronava e gemia, enquanto eu via o corpo todo dela se mexendo enquanto a gente transava.
— Enfia tudo no pussy! — ouvimos o grito da Maribel quando sentiu o Luis começando a penetrar ela.
Olhei pro meu amigo. Nós dois tínhamos uma mulher de quatro, e nossos paus entravam nelas. A Laura se levantou do nosso lado e se posicionou perto da Maribel e do Luis, abriu as pernas e colocou cada uma de um lado do corpo da Maribel, olhando pro filho dela que, de joelhos, penetrava a sua amante. Laura tinha a boceta na altura da boca dele. Ela se aproximou mais e afastou os lábios daquela boceta quente para oferecê-la ao filho.
Luis sentia o pau dele entrando na buceta molhada da Maribel, enquanto a língua dele lambia a boceta molhada que a mãe dele oferecia. Mati abraçou ele por trás e começou a beijar o pescoço dele.
— Mãe, vamos virar e ver o show que os outros estão dando! — Falei pra minha mãe.
Nós nos separamos e eu sentei no sofá com a bunda na borda, meu pau ereto ameaçava dar prazer pra minha mãe. Ela abriu as pernas e se colocou em cima do meu pau, de costas pra mim, sem parar de olhar pros outros. Agarrou meu pau e sentou em cima até enfiar tudo na buceta dela. Ela rebolava e se empalava à vontade.
— Isso eu não aguento! — Disse Laura olhando pra gente enquanto o filho chupava o clitóris dela. — Não resisto à visão de uma buceta sendo bem penetrada por um pau!
Laura se separou dos outros e, de quatro, se aproximou da gente. Ela abriu mais um pouco minhas pernas e isso fez as da minha mãe se abrirem mais. Eu podia ver perfeitamente meu pau entrando e saindo entre os lábios molhados dela. Ela enfiou a cabeça entre minhas pernas e senti a língua dela nas minhas bolas. Minha mãe tinha dificuldade de se mexer com a cabeça da Laura ali, parou com meu pau completamente enterrado nela. Laura subiu com a língua pelo pouco do meu pau que ficava de fora até chegar no clitóris da minha mãe. Começou a lamber e minha mãe começou a sentir outro orgasmo. Ela se mexia e Laura acompanhava o movimento pra não parar de castigar o clitóris dela.
— Laura, pelo amor de Deus, você tá me deixando louca! — Gritou minha mãe empurrando a cabeça dela contra nossos sexos que se esfregavam.
Minha mãe enlouqueceu em cima do meu pau e os movimentos dela ficaram mais rápidos. Eu me mexi o máximo que pude pra meter forte nela e Laura parou de lamber e começou a masturbar ela com a mão enquanto meu pau a penetrava. As pernas da minha mãe começavam a tremendo de prazer que sentia e enfiou tudo de uma vez no momento em que sentiu o auge daquele orgasmo. Laura tirou meu pau encharcado da buceta da minha mãe e começou a lamber até me dar um boquete. Minha mãe ficou destruída, largada no sofá do nosso lado.
Maribel sentia o jovem amante penetrando ela até o fundo da buceta, com estocadas fortes que a deixavam louca. Luis apoiou a mão direita na bunda dela e com o dedão começou a brincar com o cu dela, acariciando no começo, enquanto o pau entrava bruto nela. Aos poucos foi empurrando o dedo contra o esfíncter até que foi cedendo. Uns minutos depois, Maribel tinha o pau inteiro dentro da buceta e aquele dedo penetrando fundo no cu dela. Ele comia ela com os dois ao mesmo tempo e aquilo a deixava doida. Ela não aguentou, começou a gemer e gritar e teve um orgasmo enorme enquanto ele aumentava o ritmo sem deixar ela descansar.
Luis tirou o pau encharcado dos fluidos de Maribel e olhou pra gente. Laura estava montada em cima de mim, de pernas abertas, cavalgando no meu pau. Ela gemia e não parava de quicar pra enfiar tudo. Ela olhou pra trás quando sentiu um dedo do filho tocando o cu dela.
— Quer experimentar uma coisa nova? — Luis perguntou pra mãe dele.
Ela não disse nada, agarrou as próprias nádegas e separou. O pau do filho dela estava duro e molhado dos fluidos das amantes anteriores. Ele parou a bunda da mãe e aproximou a glande até ficar perto do cu dela. Cuspiu no cu escuro dela e começou a empurrar pra penetrar. Laura se tensionou ao sentir o esfíncter sendo forçado além do que nunca tinha sido dilatado.
— Devagar, amor! — Laura disse pra ele.
Ele empurrou um pouco mais e os fluidos das outras mulheres ajudaram a tornar a penetração menos dolorosa.
— Para um pouco! — Laura falou.
A glande tinha entrado e ela precisava que o cu se acostumasse com o pau grosso que estava entrando. Ele empurrou um pouco mais pra continuar. penetrando ela. Dava pra sentir o empurrão do pau do Luis contra o meu, que já tava dentro da buceta da mãe dele. Mais um pouco e os dois paus estavam completamente dentro da Laura.
— Ufa, nunca tinha sentido duas rolas dentro de mim! — exclamou ela, se sentindo totalmente cheia. — Agora me fode com os dois ao mesmo tempo!
A gente começou a se mover, meio desengonçado no começo, até sincronizar os movimentos. Enquanto meu pau entrava na buceta dela, o do Luis saía do cu dela, numa alternância que arrancava gritos e gemidos loucos de prazer.
Aquela forma de transar, nós três juntos, eu e o Luis metendo no corpo da mãe dele, me dava uma excitação diferente de quando eu tinha comido qualquer outra só com meu pau. Além de sentir a buceta quente e molhada da Laura, eu sentia lá dentro o roçar dos nossos paus jovens e duros, se esforçando pra fazer ela gozar.
A Laura se agitava, gemia, gritava, me mordia a boca, arranhava com as unhas as coxas do filho... enlouquecia com as metidas que a gente dava. Quando não aguentou mais, o corpo dela começou a tremer de prazer. Ela tava tendo um orgasmo, e a gente acelerou as penetrações. Tão excitados que a gente tava, que no exato momento em que a Laura mostrou o orgasmo tomando conta dela, eu jorrei meu gozo, empurrando meu pau com tudo contra a buceta dela. O Luis empurrou o dele contra o cu dilatado da mãe e despejou o leite dele. Nós três estávamos ligados, curtindo o prazer que a gente tinha se dado.
Todo mundo tinha transado do jeito que queria, e a gente descansava na sala, relaxando e recuperando as forças.
Continua...
De férias com minha mãe e as amigas dela [Capítulo 4]
![De vacaciones con mi madre y sus amigas [Capítulo 3] De vacaciones con mi madre y sus amigas [Capítulo 3]](http://i1194.photobucket.com/albums/aa379/julio809/barra_separadora_zps6pey4wpd.png)
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Lindas bucetas e rabinhos N°1
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De férias com minha mãe e as amigas dela [Capítulo 1]
De férias com a minha mãe e as amigas dela [Capítulo 2]............................................................................................................................................................3 de julho, finalmente minha noite.
Mati passou uns quarenta e cinco minutos no apartamento. Tinham mudado de ideia e passariam aquela noite e o dia seguinte em outra praia, a uns cento e cinquenta quilômetros de onde estávamos. Enquanto arrumava uma malinha pra levar umas roupas, não parava de falar com as duas amigas, na dúvida e sem saber bem o que fazer, mas no final minha mãe e a Maribel conseguiram convencê-la a viver aquela aventura, tomando muito cuidado, mas pra se jogar.
Quando nós três ficamos sozinhos de novo, decidimos tomar banho e jantar. Depois de arrumar tudo, fomos pro quarto da Maribel. Quando entrei no quarto, minhas duas milf já estavam me esperando na cama. Assim que me viram, se viraram de bruços, deixando as bundas redondas quase descobertas pelas camisetas que usavam como pijama. Me posicionei na cama, de joelhos entre elas, e comecei a acariciar as bundas delas.
— Oi, filho! — Minha mãe falou. — Veio nos dar carinho?
— Não, mãe! — Eu disse. — Pode até o prédio cair que essa noite vou meter nas duas... mesmo que precise tomar vitaminas.
— Com certeza não precisa, com a força que seu pau mostra debaixo da calça! — Disse a Maribel, apontando pra minha calça.
Tirei a calça e liberei meu pau com as bolas raspadas, continuei acariciando elas. Queria meter nas duas e decidi que minha mãe seria a primeira. Levantei o pano que cobria a bunda dela e comecei a dar pequenas mordidas nos glúteos. Peguei a beiça da calcinha dela e tirei. Virei ela e lambi a bocetinha dela.
— Filho, quero que enfie esse pau duro que você tem! — O tom de voz dela mostrava a safadeza que tava tomando conta.
Me coloquei entre as pernas dela e peguei meu pau. Passei ele na bocetinha dela, separando os lábios. A Maribel tava acariciando minha bunda. A respiração da minha mãe acelerou quando comecei a empurrar pra penetrar ela. Devagar, meu pau começou a entrar.
— Deus, outra interrupção! — Minha mãe disse quando o celular tocou no criado-mudo. de noite. - Pega ele você, Maribel, quero dar pro meu filho!
Deixei meu corpo cair sobre o da minha mãe e o calor da buceta dela foi envolvendo meu pau. Ela gemia e tremia enquanto eu me enterrava dentro da minha mãe.
- Não façam barulho, é o Mati! – Disse Maribel, que atendeu a chamada. – Ele precisa falar com você.
Minha mãe se recusava a atender, falando com a Maribel por sinais enquanto eu me mexia entre as pernas dela e a penetrava. Ela teve que pegar o telefone e, embora fizesse sinais para eu parar de penetrá-la, continuei, não parei de dar prazer pra ela enquanto ela falava com a amiga.
Olhava pra baixo e via como meu pau entrava sem dificuldade na buceta molhada dela. Ela estava sentindo prazer e tinha que fazer um esforço enorme pra não gemer, falando com dificuldade, tentando dizer sim ou não, sem ter que se estender muito. A mão dela se agarrou no meu braço e as unhas cravaram na minha pele. Os olhos dela se arregalaram e ela segurou o primeiro orgasmo sem soltar um único gemido enquanto o Mati falava com ela. Ela tava ficando louca de prazer e não podia dar sinais disso. Eu acelerei as penetrações pra dar mais prazer e ela se contorcia.
- Tá bom, tá bom, cuidado! – Disse minha mãe, desligou o telefone e jogou na cama. Me abraçou forte e fez com que eu me deitasse sobre ela. - Vai, filho da puta, come a sua mãe!
Eu me mexia o mais rápido que podia e meu pau entrava e saía da racha molhada dela. Ela soltava gemidos enormes. Se contorcia com cada estocada que eu dava. Ela tava gozando.
Maribel, excitada ao ver como a amiga se divertia, se despiu e passava os peitos nas minhas costas, como se quisesse aproveitar o sexo incestuoso de mãe e filho. A mão dela acariciava minha bunda, que endurecia cada vez que meu pau entrava no fundo da minha mãe, arrancando gemidos enormes de prazer. Eu sentia meu pau encharcado pelos fluidos que saíam dela.
- Eu também preciso do seu pau! – Ela sussurrou no meu ouvido e mordiscou suavemente minha orelha. - Me pega, crava esse pau duro em minha racha e me deixa louca!
Minha mãe ainda se contorcia levemente debaixo do meu corpo. Ela relaxou e esperou que eu desse a ela meu sêmen. Virei o rosto para olhar para Maribel. Lá estava aquela mulher madura, gostosa, morrendo de vontade de me ter por cima dela e receber a mesma coisa que eu tinha dado à minha mãe, meu pau duro. Ela estava totalmente nua e com as pernas abertas, mostrando a buceta depilada. Os dedos dela brincavam com os lábios que guardavam a entrada da sua boceta. Os peitos caíam para os lados do corpo, e os mamilos escuros e eretos pediam para ser acariciados. Ela fechou os olhos quando começou a sentir prazer com a própria mão.
Me afastei da minha mãe depois de dar um beijo apaixonado na boca dela. Me ajoelhei entre as pernas de Maribel. Ela abriu os olhos e separou os lábios para me mostrar o caminho rosado e brilhante que oferecia para o meu pau percorrer. Me inclinei e lambi um pouco da sua racha molhada.
— Isso, meu filho! Dá prazer pra tia Maribel!
Subi com a língua pela racha dela e senti o clitóris enorme. Lambi uma vez e continuei subindo pelo corpo dela. Minha língua brincou com o umbigo dela e seguiu caminho até as duas montanhas de cumes escuros que eu via lá longe. Minha língua escalou uma, e meus lábios envolveram o mamilo duro, e comecei a chupar.
Debaixo da minha barriga, sentia o calor que saía da boceta ardente daquela mulher, que gemia e se contorcia com minhas carícias. As pernas dela levantavam o quadril, buscando meu pau para que eu a penetrasse. Minhas mãos se agarravam aos peitos dela, e minha boca passava de um mamilo para o outro.
— Quero ele dentro, quero ele dentro… — Ela choramingava e reclamava. — Dá ele pra tia Maribel! — As mãos dela esfregavam minhas costas com força, querendo que meu corpo subisse e meu pau a penetrasse.
Deixei os peitos gostosos dela e subi pelo pescoço até chegar à boca, que me recebeu aberta, desesperada, mordendo meus lábios de leve. Meu pau estava em cima da buceta dela, e eles se esfregavam um no outro.
— Coloca ele Entra, por favor!" — ela implorava. — "Mete ele inteiro!"
Eu me mexi e senti minha glande deslizar entre os lábios dela, começando a entrar. As pernas dela ergueram o quadril, e meu pau entrou quase por completo. Um grande suspiro de prazer escapou da boca dela ao se sentir cheia pelo seu jovem amante. Nós dois nos movíamos e aproveitávamos aquele sexo. Senti a necessidade de soltar meu esperma e deixei a delicadeza de lado, virei um animal e não conseguia parar minhas cadeiras, que se agitavam arrancando gemidos da boca de Maribel. Não demorou mais de dois minutos até eu sentir que me esvaziava dentro dela. Muito sêmen jorrou e caiu na buceta estéril da minha amante, que se contorcia.
— Desculpa ter gozado tão rápido sem fazer você gozar! — falei, com meu pau ainda dentro dela, soltando um pouco de sêmen.
— Filho, eu gozei três vezes antes de você gozar dentro de mim! — ela acariciou meu rosto enquanto falava. — Eu queria tanto te ter que tive um orgasmo assim que senti seu pau na entrada da minha buceta!
Eu estava por cima de Maribel, beijando e acariciando ela, com meu pau ainda dentro dela, que ficava de pernas abertas. Minha mãe se aproximou de nós e me ofereceu a boca para eu beijar. Eu beijava uma e outra, aproveitando o amor daquelas duas milf, mulheres gostosas e excitantes.
— Ai, meu Deus, o que vocês estão fazendo! — ouvimos a voz de Mati atrás de nós.
Eu pulei em cima de Maribel, assustado ao ouvir nossa amiga, e meu pau saiu da minha amante. Maribel e minha mãe nem se mexeram.
— Ora, tá vendo, filha! — disse Maribel. — Ensinando nosso Paco como se deve amar uma mulher!
— É, ele também meteu o pau duro dele em mim! — disse minha mãe quando Mati apontou o dedo para ela. — Quer experimentar também?
4 de julho.
Na manhã seguinte, eu ainda estava como num sonho. Tinha transado com minha mãe e com a amiga dela, Maribel. A única coisa que estragou a noite foi a chegada inesperada da Mati. Minha mãe e a Maribel ficaram um tempão conversando com ela sobre o que ela tinha visto. Ela não se convenceu totalmente com os argumentos que deram, mas aceitou o que rolava ali, embora não fosse participar.
E como todas as manhãs, nós quatro preparamos tudo pra passar um bom tempo na praia… e como todas as manhãs, eu caminhava admirando os corpos delas… e como todas as manhãs, a gente se sentava na areia, prontos pra dar um mergulho.
— Oi, Paco! — Ouvi a voz de um cara me chamando.
— E aí, Luis! — Cumprimentei meu amigo do colégio.
Luis era um ano mais velho que eu. A gente estudou junto e era amigão. Fazia um tempinho que eu não falava com ele. Ficamos um bom tempo batendo papo enquanto Maribel, Mati e minha mãe nadavam. Ele estava com a mãe dele, uma mulherão de quarenta e cinco anos, que tinha se separado do pai do Luis dois anos atrás e agora vivia da grana que ele mandava todo mês.
— Anota aí! — Ele disse. — Seis, quatro, quatro, sete, dois, dois, zero, zero, um. Me liga e a gente marca um dia… Melhor, me liga hoje à tarde e amanhã a gente faz um churrasco lá em casa, a gente tem até piscina.
Quando voltei pra minha mãe e as amigas dela, tive que explicar quem era aquele garoto, porque as três gostaram dele. A verdade é que o Luis tinha um corpo bem definido, já que malhava pra caramba.
De tarde, liguei pra ele e combinei de nos ver mais tarde na casa dele pra jantar. E lá fomos nós quatro, pra um chalé a uns dois quilômetros da costa. Quem nos recebeu foi a Laura, mãe do Luis. Depois de nos mostrar a casa linda dela, fomos pro jardim, onde íamos fazer o churrasco. Entre conversas, todo mundo preparou tudo pra começar. Eu e o Luis cuidávamos do fogo enquanto as mulheres traziam e preparavam a comida. mesa. Aos poucos fomos tirando a comida e colocando na mesa.
Nossas mães se conheciam dos anos que estudamos juntos no colégio e batiam papo animadas sobre nosso passado e futuro. Mati e Maribel estavam na conversa, mas Maribel não tirava os olhos do meu amigo, porque ele era a fraqueza dela, jovem e bem dotado, do jeito que ela gostava dos homens. Luis percebia que despertava uma certa tesão em Maribel e não parava de falar com ela.
— Então, se quiser, dou uma massagem nos seus ombros… — ouvi Luis dizer pra Maribel. Ele se levantou e ficou atrás dela.
— Valeu, filho! — ela disse e começou a curtir a massagem.
O resto de nós continuava conversando enquanto Maribel ronronava com a massagem que o novo amigo dela tava dando. Era uma noite quente e quase todo mundo olhava pra piscina com uma vontade danada de pular nela.
— Querem se molhar? — perguntou Laura.
— Olha, cairia bem com esse calor, mas não trouxemos maiô… — disse minha mãe.
— Ah, que nada! — falou Laura. — Não temos tanta intimidade, mas se vocês não se importam, a gente se banha pelado!
— Se o seu filho continuar me dando essa massagem na água, pra mim não tem problema! — disse Maribel.
— Na verdade, outro dia nós quatro fomos numa praia e fizemos um nudismo… — disse minha mãe. — Eu também adoraria me banhar… Ninguém vai nos ver?
— Relaxa, eu e meu filho nos banhamos pelados direto, até em plena luz do dia, e aqui é isolado, ninguém consegue ver a gente.
— Então vamos nessa! — falou Maribel, levantando da cadeira e indo em direção à piscina, já se despindo e largando a roupa no chão. — Vem, Luis! — chamou o massagista dela. — Você tem que continuar me trabalhando!
Quando chegou na borda da piscina, já tava completamente nua. Ela pulou na água. Luis tirou a sunga que tava usando e caminhou até a piscina.
— Vamos, todo mundo pra água que tá uma delícia! — disse Maribel, sem tirar os olhos do belo pau que o filho dela exibia. Massagista inesperado. — Você, corre que acho que dei um mau jeito!
Luis se jogou na água e foi até ela por baixo da água escura. Laura se levantou e foi até um painel de controle para acender a luz da piscina. Toda a água se iluminou e Luis segurava por trás sua "paciente" enquanto ela curtia uma massagem.
— Que tal, vocês se animam? — Disse Laura, e sua saia caiu no chão, mostrando sua linda calcinha. — Tô com muito calor pra ficar mais tempo aqui fora!
Do nosso lado, ela tirou toda a roupa e colocou cuidadosamente numa das cadeiras. O corpo dela era maravilhoso, totalmente remodelado com cirurgia, mas lindo. Dava pra ver que era uma mulher madura, mas a bunda redonda, durinha e firme; os peitos volumosos e redondos; aquelas pernas bem torneadas e firmes… Era uma delícia de olhar, e mais gostoso ainda seria poder transar com ela. Ela andava nua com aqueles sapatos de salto que a deixavam ainda mais sensual.
Eu fui o próximo, me despi completamente e coloquei minha roupa na cadeira. Mati nos observava e começou a se despir junto com minha mãe. Eu ia entrar na água quando minha mãe me pegou pela mão. Mati vinha atrás, a dois passos. Laura já estava na água quando olhou pra gente. O sorriso que ela deu ao nos ver andando de mãos dadas mostrou que ela já tinha sacado que entre nós havia algo mais que um amor de mãe e filho.
Assim que chegamos na borda da piscina, empurrei minha mãe na água e depois me joguei também. Mati sentou na borda com os pés dentro d'água. Luis parou de massagear a Maribel e nadou até onde Mati estava.
— Vamos, entra na água! — Ele disse, e ela se jogou da borda, empurrando com os braços. — É uma delícia aqui na água!
— Esse garoto faz milagres com as mãos! — Disse Maribel ao chegar perto deles e se segurar na borda da piscina.
— Fica de barriga pra cima e estica um pé! — Ele disse pra Mati, que obedeceu. Luis agarrou o pé dela e começou a dar um massagem suave. - Tá gostando?
Ela balançou a cabeça que sim e ele podia ver os peitos lindos dela saindo da água enquanto ela flutuava de costas, segurando na borda da piscina. Os mamilos daquela mulher gostosa estavam durinhos, assim como o pau dele, que tava adorando tocar as duas novas amigas.
- Eu também posso te dar uma massagem que vai te deixar louco! – Falou Maribel, chegando perto dele e se colocando atrás.
Ela passou a mão pela cintura dele até tocar no pau duro dele. Cresceu e endureceu ainda mais quando os dedos de Maribel seguraram aquele jovem tesão. Luis tirou o pé da Mati da água e começou a chupar os dedos molhados dela, passando a língua entre eles. Mati começou a gemer baixinho ao sentir aquela massagem sensual.
- Nunca provei nada tão bom! – Disse Mati, se deixando levar pelas novas sensações que tomavam conta do corpo dela.
- Meu filho já começou! – Falou Laura. – Tenho um problema com ele, vive pensando em transar, quando tem alguma mulher por perto acaba comendo ela… - Fez uma pausa e olhou pra minha mãe na cara. – E o melhor é que quando não tem nenhuma, ele tem que se aliviar com o que tiver mais perto.
- Meu Paco, – Disse minha mãe. – tá começando agora. Outra noite ele transou com uma mulher pela primeira vez…
- E quem iniciou? – Perguntou Laura, maliciosa.
- Maribel queria ser a primeira, mas meu menino me escolheu.
- Você dividiria ele? – Ela perguntou.
- Você topa? – Minha mãe me perguntou, me olhando.
- Claro! – Falei, agarrando Laura pela cintura e colando ela em mim. – Adoraria transar com duas mães tão gostosas! – Beijei na boca a Laura e depois minha mãe chegou perto da gente e eu enrolei o outro braço nela.
Beijava uma boca e depois a outra, brincando com as línguas delas, enquanto meu pau crescia, louco pra possuir aquelas milf mães. Minha mãe me excitava, mas o corpo da Laura me deixava doido. A mão de Laura agarrou firme meu pau e começou a acariciar ele até descer pros meus testíbooties.
—Deus, como eu adoro uns ovo bem lisinho! — Disse Laura. — Preciso fazer meu filho ficar assim também! Já vi que você também se depilou, — disse pra minha mãe — vocês fizeram juntas?
—Sim. — Respondemos eu e minha mãe.
—Se quiser, a gente pode tentar depilar o Mati e o Luis… — Disse minha mãe.
—Isso ia ser ótimo! — Disse Laura. — Já volto com as coisas pra tentar.
Quando Laura saiu da água, reparei na buceta dela e como era linda depiladinha. Abracei minha mãe contra a borda da piscina e beijei ela na boca. Meu pau encostava na barriga dela e dava pra sentir como eu tava excitado com aquela noite que a gente tava passando. Não sabia se a rapidez com que todo mundo tava transando era boa, mas a verdade é que todo mundo tava curtindo aquele banho de lua.
Maribel beijava a orelha do Luis enquanto as mãos dela não paravam de acariciar o corpo todo dele. Mati tava adorando o massagem que a língua do Luis dava nela. Ela não aguentou, baixou os pés e se agarrou nele pra beijar. Se fundiram num beijo e ela sentiu a língua jovem invadindo a boca dela. Maribel não se separou deles e ficava excitada sentindo os outros dois se acariciando. Mordiscou o pescoço do jovem que tava preso entre as duas e puxou o queixo dele pra oferecer a boca. Ele aceitou e enfiou a língua na boca madura.
—Vocês três! — Disse Laura da beira da piscina. — Saiam que eu quero que meu filho não tenha um pelo sequer nas partes dele!
Enquanto eu e minha mãe nos beijávamos na água, Laura, Maribel e Mati colocaram Luis numa espreguiçadeira e abriram as pernas dele. A mãe passou creme e, entre ela e Maribel, depilaram ele até deixar a buceta dele completamente lisinha.
—Agora sim tá macio! — Disse Laura. — Do jeito que sempre sonhei! — Levantou ele e levou pro chuveiro, começando a jogar água. Se ajoelhou e tirou todo o resto de espuma. — Agora tá do meu gosto pra Comer ela! – Passou a língua dos testículos até a glande endurecida.
– Quero depilar a Mati! – Disse Luis. – Vejo que é a única que não está depilada!
– Não… eu não! – Disse ela se afastando dos três.
– Vamos, Mati, com certeza você vai gostar! – Animou-a Maribel.
Minha mãe e eu sentamos na borda da piscina pra ver como levavam a Mati até a espreguiçadeira, sentavam ela e abriam suas pernas. Luis começou a passar o creme e Mati começou a rir como uma louca, suas gargalhadas ecoavam pela casa toda.
– Pelo amor de Deus! – Dizia sem parar de rir. – Isso me faz muitas cócegas.
As duas mulheres a seguravam enquanto ele espalhava o creme e começava a depilar com muito cuidado. Mati parou de rir ao sentir os dedos do jovem barbeiro massageando seu clitóris, dando-lhe um novo prazer. Ele foi depilando até que só deixou um pouco de pelo acima da racha dela. Levantou-a e levou-a pro chuveiro. Enquanto a água escorria pelo corpo dela até chegar na buceta, Luis acariciava seu púbis pra tirar todo o creme que tivesse. Mati começou a se sentir cada vez mais excitada e sentia sua buceta vibrando com as carícias daquele jovem. Apoiou-se em Maribel e Laura, que estavam perto dela, e suas pernas tremeram de prazer quando o dedo dele acariciou diretamente seu clitóris endurecido. Ela abriu um pouco mais as pernas pra oferecer toda sua intimidade, que nunca tinha oferecido a ninguém.
– Deus, o que você está fazendo comigo! – Gritou Mati.
Luis tinha aproximado a boca da racha molhada dela e sua língua lambia docemente seu clitóris. As pernas de Mati não aguentavam tanto prazer. Entre os três, levaram-na de volta pra espreguiçadeira. Maribel e Laura acariciavam todo o corpo dela… tudo menos a entrada quente e molhada daquela mulher que provava pela primeira vez os prazeres do sexo… do sexo oral que aquele jovem, que sabia bem onde e como acariciar a parte mais íntima de uma mulher, lhe dava.
Mati se contorcia e gemia, sentia que se derretia quando um calor e um câimbra de prazer percorriam todo o corpo dela até nublar a mente. Luis continuava saboreando os fluidos que emanavam dela. Luis parou de beijar os lábios dela e a beijou na boca.
— Mati, quero ser o primeiro a possuir teu corpo! — Mati agarrou a cabeça dele e o beijou freneticamente. — Vamos pra dentro de casa.
Maribel e Mati caminhavam com Luis, enquanto Laura veio nos buscar, eu e minha mãe, pra todo mundo entrar em casa.
Laura nos levou pra sala ampla e tiramos uma mesinha que tinha entre os sofás, deixando um tapete no chão. Maribel fez Luis deitar ali no meio. Eu sentei no meio de um dos sofás, e de um lado sentou minha mãe, do outro a Laura.
— Vamos, Mati! — Maribel indicava pra amiga. — Abre as pernas e se agacha pra colocar sua buceta na boca dele.
Mati obedeceu, e o rosto dela mostrou o prazer que aquele jovem de novo dava com a língua, fuçando entre os lábios da xereca dela, entrando um pouco na buceta pra penetrar. Mas o rosto dela tremeu quando os lábios dele rodearam o clitóris castigado dela e chupou como se fosse um mamilo. Laura agarrou o pau de Luis e começou a brincar com a língua, percorrendo todo o comprimento do membro duro e desejado dele, que vibrava ao contato da mão dela.
Do sofá, a gente via os três amantes, pelados, gozando dos corpos deles… gozando dele. A mão da minha mãe acariciava meu pau, e Laura se agitava do meu lado, excitada com a cena que via na frente dela.
Maribel engolia o sexo duro dele, dando umas sugadas grandes e barulhentas. Parou e ofereceu pra Mati.
— Toma, passa a língua aqui! — Ela apontava a glande com um dedo. — Depois engole ele inteiro e chupa, vai ver como tu gosta!
Mati gemia entrecortado de prazer, se inclinou pra frente e esticou a língua. A glande avermelhada daquele jovem tava na frente dos olhos dela. Ela colocou a língua sobre a pele dura e sentiu a maciez. O cheiro chegou até ela. daquele líquido transparente que começava a aparecer no orifício daquele pênis dilatado. Não sabia se gostava ou não daquele cheiro, mas se sentiu mais excitada e desejava com mais vontade de engolir ele. Seus lábios o envolveram e sentiu na língua o empurrão daquele pau, não sabia como tinha que fazer, mas aos poucos encaixou o amante dentro da boca e começou a chupar.
Laura tirou meu pênis da mão da minha mãe e se inclinou para engolir ele quase por completo. Sabia dar prazer com a boca. Minha mãe me beijava e me acariciava. Me ofereceu os peitos e comecei a lamber eles enquanto sentia Laura engolir todo o meu pau. Eu estava sentado totalmente ereto, no meu colo nossa amiga brincava com meu sexo. Minha mãe se levantou e colocou um pé de cada lado do meu corpo. Na frente dos meus olhos estava a racha da buceta dela, aquela buceta depilada que se oferecia pra eu saborear. Ela se inclinou pra mim e a racha dela estava cada vez mais perto da minha boca. Com dois dedos separou os lábios e o interior molhado estava ao alcance da minha língua. Ereto me esperava o clitóris dela. Minha língua acariciou ele e saboreei os fluidos que de dentro dela me presenteava. Gozava com minhas carícias e eu com as da Laura.
— Eu também quero que você me dê disso! — Disse Laura sem parar de acariciar meu pau.
Os gritos e gemidos da Mati fizeram todos pararem de dar prazer ao nosso amante e olharmos pra eles. As pernas dela se contorciam incontrolavelmente pelo prazer que sentia na buceta com as carícias da língua do Luis. Se agarrava no pau dele mas não conseguia nem se mexer, era tão intenso o orgasmo que a única coisa que podia fazer era gemer e gritar presa do prazer.
Luis tirou ela de cima e colocou ela de barriga pra cima no chão. Ela estava presa da luxúria que aquele garoto arrancava dela, só gemia e se deixava fazer esperando sentir mais prazer ainda. Ele levantou as pernas dela e abriu elas completamente deixando a buceta dela totalmente à mercê dele. Aquela buceta estava desejosa de ser penetrada e A buceta dela mostrava um pouco de dilatação. Ele se posicionou entre as pernas dela, pronto pra penetrar. Maribel pegou aquele pau e chupou pra enchê-lo bem de saliva, mesmo a buceta da Mati já estando toda molhada. A mão de Maribel guiou a cabeça do pau até a entrada da amiga. Luis sentiu o calor ardente que vinha de dentro da Mati e empurrou, e o pau dele começou a penetrar ela.
Mati soltou um gemido profundo e o rosto dela se desfez ao sentir pela primeira vez um pau separando as paredes da buceta dela e fazendo ela dilatar até se acomodar lá dentro. Ela se abraçou gemendo no amante, e ele mexia a cintura pra penetrar cada vez mais fundo. Maribel observava os dois e acariciava o jovem.
Coloquei minha mãe e a Laura de barriga pra cima no sofá, com a bunda na beirada e as pernas bem abertas. Tinha as duas bucetas à minha disposição, ambas loucas pra eu chupar. Me posicionei entre as pernas da Laura, e ela afastou os lábios pra me oferecer a buceta dela. Comecei a lamber, e ela acariciava minha cabeça. Ela levantou as pernas até os coxas ficarem no peito dela, segurou elas com as mãos, e a racha dela ficou completamente aberta. Continuei lambendo, e ela gemia de prazer.
Os gritos de prazer da Mati enchiam a casa toda. Ela tava tendo o primeiro orgasmo dela com as penetrações do amante vigoroso e tava ficando louca de tesão.
— Eu também preciso de você! — Disse Maribel, que tinha se ajoelhado de quatro ao lado deles, esperando a vez dela.
Luis esperou a Mati terminar o orgasmo que ela tinha sentido e sentia ela se contorcendo nos braços dele. Ele se afastou dela e se posicionou atrás da bunda redonda da Maribel, que esperava oferecendo a buceta completamente. Ele chupou uns dedos e passou na buceta dela, que se mexeu ao ser tocada. Da racha dela já brotavam os fluidos. Ele acariciou as nádegas dela e as afastou. Maribel sentiu a língua do amante acariciando o cu dela. Nunca antes tinham feito isso com ela. Feito isso, sentiu um prazer imenso. Luis tinha a mão acariciando os lábios da buceta e sentiu os fluidos jorrarem quando a língua dele lambeu o cu dela. Enquanto chupava o rabo dela, aproveitou pra enfiar os dedos na buceta. Ela se mexia e pedia mais, que desse mais prazer.
Luis virou ela de costas, abriu as pernas dela e levantou até que a buceta e o cu ficassem ao alcance dele. Começou a lamber a racha sem pelo e com a língua separava os lábios. Procurou o clitóris dela e brincou com ele, arrancando gemidos da sua amante madura. Depois, se dedicou a lamber tudo, deixando ela louca.
Minha mãe se ajoelhou no sofá, deixando o rabo empinado e me oferecendo a buceta molhada.
— Vem, filho, fode a sua mãe!
Acariciei o rabo dela e me posicionei atrás. A buceta dela tava bem molhada. Encostei nela e senti a mão dela pegar na minha cabeça e guiar até a entrada da buceta dela. Empurrei um pouco e escorreguei, roçando de leve no clitóris dela. Deu prazer pra ela, e ela segurou meu pau com a mão enquanto eu esfregava o clitóris dela com a cabeça. Já tava pronta pra ser penetrada. Ela empurrou meu pau até a cabeça encaixar na entrada da buceta dela. Empurrei de novo, e a mão dela manteve a posição do pau pra eu ir entrando. Senti o calor da buceta da minha mãe envolvendo meu pau.
— Que delícia essa pica entrando! — gemeu minha mãe. — Empurra com força, filho!
Me agarrei na cintura dela e segurei enquanto me mexia pra penetrar. Ela ronronava e gemia, enquanto eu via o corpo todo dela se mexendo enquanto a gente transava.
— Enfia tudo no pussy! — ouvimos o grito da Maribel quando sentiu o Luis começando a penetrar ela.
Olhei pro meu amigo. Nós dois tínhamos uma mulher de quatro, e nossos paus entravam nelas. A Laura se levantou do nosso lado e se posicionou perto da Maribel e do Luis, abriu as pernas e colocou cada uma de um lado do corpo da Maribel, olhando pro filho dela que, de joelhos, penetrava a sua amante. Laura tinha a boceta na altura da boca dele. Ela se aproximou mais e afastou os lábios daquela boceta quente para oferecê-la ao filho.
Luis sentia o pau dele entrando na buceta molhada da Maribel, enquanto a língua dele lambia a boceta molhada que a mãe dele oferecia. Mati abraçou ele por trás e começou a beijar o pescoço dele.
— Mãe, vamos virar e ver o show que os outros estão dando! — Falei pra minha mãe.
Nós nos separamos e eu sentei no sofá com a bunda na borda, meu pau ereto ameaçava dar prazer pra minha mãe. Ela abriu as pernas e se colocou em cima do meu pau, de costas pra mim, sem parar de olhar pros outros. Agarrou meu pau e sentou em cima até enfiar tudo na buceta dela. Ela rebolava e se empalava à vontade.
— Isso eu não aguento! — Disse Laura olhando pra gente enquanto o filho chupava o clitóris dela. — Não resisto à visão de uma buceta sendo bem penetrada por um pau!
Laura se separou dos outros e, de quatro, se aproximou da gente. Ela abriu mais um pouco minhas pernas e isso fez as da minha mãe se abrirem mais. Eu podia ver perfeitamente meu pau entrando e saindo entre os lábios molhados dela. Ela enfiou a cabeça entre minhas pernas e senti a língua dela nas minhas bolas. Minha mãe tinha dificuldade de se mexer com a cabeça da Laura ali, parou com meu pau completamente enterrado nela. Laura subiu com a língua pelo pouco do meu pau que ficava de fora até chegar no clitóris da minha mãe. Começou a lamber e minha mãe começou a sentir outro orgasmo. Ela se mexia e Laura acompanhava o movimento pra não parar de castigar o clitóris dela.
— Laura, pelo amor de Deus, você tá me deixando louca! — Gritou minha mãe empurrando a cabeça dela contra nossos sexos que se esfregavam.
Minha mãe enlouqueceu em cima do meu pau e os movimentos dela ficaram mais rápidos. Eu me mexi o máximo que pude pra meter forte nela e Laura parou de lamber e começou a masturbar ela com a mão enquanto meu pau a penetrava. As pernas da minha mãe começavam a tremendo de prazer que sentia e enfiou tudo de uma vez no momento em que sentiu o auge daquele orgasmo. Laura tirou meu pau encharcado da buceta da minha mãe e começou a lamber até me dar um boquete. Minha mãe ficou destruída, largada no sofá do nosso lado.
Maribel sentia o jovem amante penetrando ela até o fundo da buceta, com estocadas fortes que a deixavam louca. Luis apoiou a mão direita na bunda dela e com o dedão começou a brincar com o cu dela, acariciando no começo, enquanto o pau entrava bruto nela. Aos poucos foi empurrando o dedo contra o esfíncter até que foi cedendo. Uns minutos depois, Maribel tinha o pau inteiro dentro da buceta e aquele dedo penetrando fundo no cu dela. Ele comia ela com os dois ao mesmo tempo e aquilo a deixava doida. Ela não aguentou, começou a gemer e gritar e teve um orgasmo enorme enquanto ele aumentava o ritmo sem deixar ela descansar.
Luis tirou o pau encharcado dos fluidos de Maribel e olhou pra gente. Laura estava montada em cima de mim, de pernas abertas, cavalgando no meu pau. Ela gemia e não parava de quicar pra enfiar tudo. Ela olhou pra trás quando sentiu um dedo do filho tocando o cu dela.
— Quer experimentar uma coisa nova? — Luis perguntou pra mãe dele.
Ela não disse nada, agarrou as próprias nádegas e separou. O pau do filho dela estava duro e molhado dos fluidos das amantes anteriores. Ele parou a bunda da mãe e aproximou a glande até ficar perto do cu dela. Cuspiu no cu escuro dela e começou a empurrar pra penetrar. Laura se tensionou ao sentir o esfíncter sendo forçado além do que nunca tinha sido dilatado.
— Devagar, amor! — Laura disse pra ele.
Ele empurrou um pouco mais e os fluidos das outras mulheres ajudaram a tornar a penetração menos dolorosa.
— Para um pouco! — Laura falou.
A glande tinha entrado e ela precisava que o cu se acostumasse com o pau grosso que estava entrando. Ele empurrou um pouco mais pra continuar. penetrando ela. Dava pra sentir o empurrão do pau do Luis contra o meu, que já tava dentro da buceta da mãe dele. Mais um pouco e os dois paus estavam completamente dentro da Laura.
— Ufa, nunca tinha sentido duas rolas dentro de mim! — exclamou ela, se sentindo totalmente cheia. — Agora me fode com os dois ao mesmo tempo!
A gente começou a se mover, meio desengonçado no começo, até sincronizar os movimentos. Enquanto meu pau entrava na buceta dela, o do Luis saía do cu dela, numa alternância que arrancava gritos e gemidos loucos de prazer.
Aquela forma de transar, nós três juntos, eu e o Luis metendo no corpo da mãe dele, me dava uma excitação diferente de quando eu tinha comido qualquer outra só com meu pau. Além de sentir a buceta quente e molhada da Laura, eu sentia lá dentro o roçar dos nossos paus jovens e duros, se esforçando pra fazer ela gozar.
A Laura se agitava, gemia, gritava, me mordia a boca, arranhava com as unhas as coxas do filho... enlouquecia com as metidas que a gente dava. Quando não aguentou mais, o corpo dela começou a tremer de prazer. Ela tava tendo um orgasmo, e a gente acelerou as penetrações. Tão excitados que a gente tava, que no exato momento em que a Laura mostrou o orgasmo tomando conta dela, eu jorrei meu gozo, empurrando meu pau com tudo contra a buceta dela. O Luis empurrou o dele contra o cu dilatado da mãe e despejou o leite dele. Nós três estávamos ligados, curtindo o prazer que a gente tinha se dado.
Todo mundo tinha transado do jeito que queria, e a gente descansava na sala, relaxando e recuperando as forças.
Continua...
De férias com minha mãe e as amigas dela [Capítulo 4]
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31 comentários - De vacaciones con mi madre y sus amigas [Capítulo 3]
Me calentó muchísimo... me encanta como describís las situaciones, muy morbosas...
Gracias!!
Grx. por pasar. 😉
Van punticos + fav + reco
Gracias gracias
Grx. por pasar. 😉
Grx. por pasar. 😉
que buen relato se me para de una cuando lo empiezo a leer