OLÁ AMIG@S DO PORINGA.NET:
Aqui vai mais uma das minhas histórias nunca contadas, espero que gostem tanto quanto eu gostei de contar.
Hoje apresento pra vocês a Valéria, uma amiga de infância. A gente se criou como irmãos, morava na mesma rua e era da mesma série e colégio.
Com ela a gente descobriu, através de brincadeiras, o tesão e a descoberta do sexo, com os hormônios fervendo.
Isso foi despertando a vontade e a gente foi se descobrindo.
Com brincadeiras, a gente descobriu o sexo.
Aquela adolescência quente de foder escondido e ser cúmplice de tudo.
Sendo amigos, a gente aproveitou pra caralho aquela época.
A vida deu suas voltas e a gente se separou, mas nunca esquecemos daquela fase linda das nossas vidas.
Com o tempo, ela voltou a morar na casa dos pais, que já tinham falecido.
Ela passou pra me visitar assim que se mudou.
Foi uma surpresa enorme pra mim rever ela.
Com muita alegria, a gente se abraçou e começou a conversar felizes pelo reencontro.
Ela me apresentou o marido e o filho dela de 6 anos.
O marido, um cara que era bem mais velho que ela.
Me cumprimentou com alegria.
Me falou que ela vivia falando maravilhas de mim e que eu era o amigo de infância que ela mais lembrava.
Cara gente boa, parecia ser legal.
Um dia ela chegou na minha oficina pra conversar comigo e a gente relembrou os velhos tempos.
Foi aí que ela confessou como tava sofrendo com o marido.
Que sentia muita falta das nossas loucuras e de como a gente se divertia junto, e entre risadas e brincadeiras, a conversa foi esquentando.
Conheço a Valê desde pequena e sei que ela queria aproveitar o sexo.
Se sentir uma puta gostosa na cama, o marido raramente dava um orgasmo bom pra ela, se sentir completa.
O que ela mais gostava era ser chupada inteira.
Ela confessou que sempre quis dar uns chifres nele, mas que nunca tinha conseguido com ninguém.
ELA: Maury, você não sabe como sinto falta de tudo isso.
Antes eu aproveitava, agora tenho que implorar pra ser comida.
Você não sabe como é minha vida com esse cara.
EU: Não acredito. O que você disse, amiga.....
Tá tão mal assim?
Ela: Nem imagina.... Além disso, fodo só numa posição.
Sexo oral só eu faço.
Ele não curte chupar nem os peitos.
Sinto tanta falta de poder foder e ser comida direito.
Sentir umas metidas boas e me entregar de vez ao tesão.
Como bom amigo, me ofereci sem pensar.
Enquanto ela me olhava, peguei no rosto dela e dei um beijão, que a calou na hora.
Minha mão apertou a bunda redonda e firme dela, e ela segurou firme no meu pau.
Voltamos pra adolescência de novo. Por um tempo.
Não tinha muito o que dizer, os dois estavam de acordo e não dava pra esperar.
Fechei o portão da minha oficina e, sem parar de nos pegar, fomos pra minha casa, deixando um rastro de roupa pelo caminho.
Já nus, fomos direto ao ponto.
Ela chupava meu pau e eu chupava a buceta dela, com a mesma putaria de anos atrás.
Era só prazer pros dois.
ELA: Meu Deus, não acredito, sua pica tá cada vez melhor.
Tão dura e grandona como eu lembrava.
Mmm... é, você sabe mesmo, filho da puta, mmm...
Que chupada gostosa na buceta... pelo amor de Deus
Assim, Mau... assim, gostoso...
Ufs... para um pouco, vou gozar... ha... ah... ha...
Mmmm... Ha... Ha... Ha... Chega, por favor... mmm...
Ai... Deus... Ai... Gozei...
A buceta dela se inundou, deixando-a louca.
O corpo dela tremia e os dedos dos pés ficavam tensos.
Eu não parei, continuei dando aquele prazer que ela não sentia há anos.
Enquanto eu enterrava minha cara na buceta quente dela, ela chupava com fúria minha pica.
ELA: Ufs... Não aguento mais, filho da puta...
Você sempre me faz gozar pra caralho...
Mmm... Por favor, não me negue mais o prazer da sua pica...
Por favor, Mau...
Quero sua pica bem dentro de mim.
Coloca uma camisinha e me fode toda.
Procurei uma camisinha no criado-mudo, mas só tinha a caixa vazia.
EU: A buceta da minha mãe, não tenho mais.
O que a gente vai fazer???
Nós dois nos olhamos com decepção.
EU: Vou até a banca e compro, quer???
Peguei minha pica com a mão e dei uma puxada até onde ela estava.
ELA: Vim pra ser fodida, e é isso que você vai fazer.
Sei que você é bom em segurar e vai me foder como sempre.
Nunca usamos camisinha antes, por que começar agora, Maury?
Foda-se, mas não goza dentro de jeito nenhum.
Chupei a buceta dela mais uma vez.
Brincando com a cabeça da minha pica nos lábios vaginais e no clitóris dela.
Fui entrando devagar. A buceta dela era como uma luva apertada na minha pica, ainda conservava a apertura depois de ter um filho e ser casada.
ELA: Isso... Mmm... Isso é uma pica... Não a merda que tenho em casa, fina e corta.
Ha.. Ai... Ah...... Que pedaço gostoso. Mmmm.....
Tô sentindo ele me abrindo.... Ufs... sim....Ha....
Mmmm... Que sensação gostosa Maury.....Mmm.......
Ai.... Assim.... Ai.... Mmm.... Que delícia.
Ai... por favor, que pica boa.......Mmm...
Assim..... Tô quase gozando de novo, não acredito.....
Mmm sim..... Pra você, corno, que não sabe me fazer gozar.
Ah...Ha....Ai.... Mmmm...
Ha...... Sim..... Mmm..... Que filho da puta você é......
Não tão forte..... Não... Ai... Meu Deus, que bom.....
Que puta você me faz sentir, seu filho da puta.....
Cada posição era igualmente quente, orgasmo após orgasmo, eu dedicava tudo ao marido dela.
Dizendo mil coisas que me faziam querer comer ela mais e mais.
Cada vez mais forte e pesado.
Ela provocou mais dois orgasmos cavalgando meu pau duro.
Chupei a bunda dela como um louco, isso deixava ela ainda mais tesuda.
ELA: Chegou a hora do melhor... Mmm...
Você vai me foder, né...
Sim, Maury... Como sempre, minha buceta é toda sua.
Sempre gostei e gosto que você me coma como sempre, meu amor... mmm...
EU: Claro que sim, sei que você também gosta... Mmmm...
Se o teu marido não come... É tudo meu... Mmmm...
ELA: Quero sentir de novo aquilo que eu gostava tanto.
uau... Ofs... Ufs... Oh... Deus... Uau...
Filho da puta, devagar com isso. Não se empolga... Ai...
Ai, Deus, esqueci que doía tanto... Ai... Ai... A...
uf... Gostou da minha bunda, hein? Uau... Ai...
Dá pra ver que sim... Filho da puta de mil putas...
Chega... Animal, quando vai gozar? Tá me matando...
Filho da puta, como aguenta, hein? Ai...
EU: Adoro sua bunda... Mmm...
Desde sempre, amiguinha... mmm...
Ainda continua apertadinha... mmm...
ELA: Dá pra ver que você não mudou nada, amiguinho...
Mas minha bunda não é de borracha. Ai...
Será que você lembra como eu gosto que você goze?
É minha vez de fazer o que mais gosto e sei que você curte.
Ajoelhada na minha frente, começou a chupar que nem uma louca.
Pedia a gozada como uma puta.
Uma boa esporrada na boca, do jeito que ela gostava.
Me masturbei até tirar minha porra branca e grossa na boca dela.
Um pouco no rosto dela, na boca dela.
Ela não deixava cair uma gota, tudo ia pra língua dela e depois sumia na garganta.
Enquanto saboreava e curtia.
ELA: Mmm... Deus...
Fazia tempo que não engolia porra...
Você sabe me dar os meus gostos, hein...
Viu, não precisava comprar camisinha, seus bebês sempre terminam na minha garganta, hahaha.
EU: Uff... Sim, minha vida... Mmm...
Por Deus, que puta transa gostosa... Usf...
Bem-vinda de volta, amiga...
Como sentia sua falta... mmm...
ELA: Valeu, amigão do coração. Agora vou vir mais vezes, igual quando éramos crianças.
Como antes, tô feliz de te ver...
Te amo e você sempre foi o amor da minha vida...
A gente relaxa e se ama por um bom tempo.
O corno nunca desconfiou de nada. Aliás, ele adora nossa amizade e o quanto somos unidos.
Desde pequenos a gente se entendia.
Ela e eu somos os velhos amigos de antes que transam e sempre curtem a amizade.
Por coisas da vida, nunca fomos namorados ou casal.
Agradecidos por ter tudo claro, a gente trepa e, além disso, somos amigos e muito cúmplices.
Sem ciúmes nem problemas.
Do nosso reencontro, curtimos muito o sexo, e minha amiga e eu seguimos assim até hoje.
Continua...
PS: Espero que gostem e comentem, seus pontos e comentários não incomodam.
Valeu por passar 😃
Até a próxima...
Aqui vai mais uma das minhas histórias nunca contadas, espero que gostem tanto quanto eu gostei de contar.
Hoje apresento pra vocês a Valéria, uma amiga de infância. A gente se criou como irmãos, morava na mesma rua e era da mesma série e colégio.
Com ela a gente descobriu, através de brincadeiras, o tesão e a descoberta do sexo, com os hormônios fervendo.
Isso foi despertando a vontade e a gente foi se descobrindo.
Com brincadeiras, a gente descobriu o sexo.
Aquela adolescência quente de foder escondido e ser cúmplice de tudo.
Sendo amigos, a gente aproveitou pra caralho aquela época.
A vida deu suas voltas e a gente se separou, mas nunca esquecemos daquela fase linda das nossas vidas.
Com o tempo, ela voltou a morar na casa dos pais, que já tinham falecido.
Ela passou pra me visitar assim que se mudou.
Foi uma surpresa enorme pra mim rever ela.
Com muita alegria, a gente se abraçou e começou a conversar felizes pelo reencontro.
Ela me apresentou o marido e o filho dela de 6 anos.
O marido, um cara que era bem mais velho que ela.
Me cumprimentou com alegria.
Me falou que ela vivia falando maravilhas de mim e que eu era o amigo de infância que ela mais lembrava.
Cara gente boa, parecia ser legal.
Um dia ela chegou na minha oficina pra conversar comigo e a gente relembrou os velhos tempos.
Foi aí que ela confessou como tava sofrendo com o marido.
Que sentia muita falta das nossas loucuras e de como a gente se divertia junto, e entre risadas e brincadeiras, a conversa foi esquentando.
Conheço a Valê desde pequena e sei que ela queria aproveitar o sexo.
Se sentir uma puta gostosa na cama, o marido raramente dava um orgasmo bom pra ela, se sentir completa.
O que ela mais gostava era ser chupada inteira.
Ela confessou que sempre quis dar uns chifres nele, mas que nunca tinha conseguido com ninguém.
ELA: Maury, você não sabe como sinto falta de tudo isso.
Antes eu aproveitava, agora tenho que implorar pra ser comida.
Você não sabe como é minha vida com esse cara.
EU: Não acredito. O que você disse, amiga.....
Tá tão mal assim?
Ela: Nem imagina.... Além disso, fodo só numa posição.
Sexo oral só eu faço.
Ele não curte chupar nem os peitos.
Sinto tanta falta de poder foder e ser comida direito.
Sentir umas metidas boas e me entregar de vez ao tesão.
Como bom amigo, me ofereci sem pensar.
Enquanto ela me olhava, peguei no rosto dela e dei um beijão, que a calou na hora.
Minha mão apertou a bunda redonda e firme dela, e ela segurou firme no meu pau.
Voltamos pra adolescência de novo. Por um tempo.
Não tinha muito o que dizer, os dois estavam de acordo e não dava pra esperar.
Fechei o portão da minha oficina e, sem parar de nos pegar, fomos pra minha casa, deixando um rastro de roupa pelo caminho.
Já nus, fomos direto ao ponto.
Ela chupava meu pau e eu chupava a buceta dela, com a mesma putaria de anos atrás.
Era só prazer pros dois.
ELA: Meu Deus, não acredito, sua pica tá cada vez melhor. Tão dura e grandona como eu lembrava.
Mmm... é, você sabe mesmo, filho da puta, mmm...
Que chupada gostosa na buceta... pelo amor de Deus
Assim, Mau... assim, gostoso...
Ufs... para um pouco, vou gozar... ha... ah... ha...
Mmmm... Ha... Ha... Ha... Chega, por favor... mmm...
Ai... Deus... Ai... Gozei...
A buceta dela se inundou, deixando-a louca.
O corpo dela tremia e os dedos dos pés ficavam tensos.
Eu não parei, continuei dando aquele prazer que ela não sentia há anos.
Enquanto eu enterrava minha cara na buceta quente dela, ela chupava com fúria minha pica.
ELA: Ufs... Não aguento mais, filho da puta...
Você sempre me faz gozar pra caralho...
Mmm... Por favor, não me negue mais o prazer da sua pica...
Por favor, Mau...
Quero sua pica bem dentro de mim.
Coloca uma camisinha e me fode toda.
Procurei uma camisinha no criado-mudo, mas só tinha a caixa vazia.
EU: A buceta da minha mãe, não tenho mais.
O que a gente vai fazer???
Nós dois nos olhamos com decepção.
EU: Vou até a banca e compro, quer???
Peguei minha pica com a mão e dei uma puxada até onde ela estava.
ELA: Vim pra ser fodida, e é isso que você vai fazer.
Sei que você é bom em segurar e vai me foder como sempre.
Nunca usamos camisinha antes, por que começar agora, Maury?
Foda-se, mas não goza dentro de jeito nenhum.
Chupei a buceta dela mais uma vez.
Brincando com a cabeça da minha pica nos lábios vaginais e no clitóris dela.
Fui entrando devagar. A buceta dela era como uma luva apertada na minha pica, ainda conservava a apertura depois de ter um filho e ser casada.
ELA: Isso... Mmm... Isso é uma pica... Não a merda que tenho em casa, fina e corta.
Ha.. Ai... Ah...... Que pedaço gostoso. Mmmm.....
Tô sentindo ele me abrindo.... Ufs... sim....Ha....
Mmmm... Que sensação gostosa Maury.....Mmm.......
Ai.... Assim.... Ai.... Mmm.... Que delícia.
Ai... por favor, que pica boa.......Mmm...
Assim..... Tô quase gozando de novo, não acredito.....
Mmm sim..... Pra você, corno, que não sabe me fazer gozar.
Ah...Ha....Ai.... Mmmm...
Ha...... Sim..... Mmm..... Que filho da puta você é......
Não tão forte..... Não... Ai... Meu Deus, que bom.....
Que puta você me faz sentir, seu filho da puta.....
Cada posição era igualmente quente, orgasmo após orgasmo, eu dedicava tudo ao marido dela. Dizendo mil coisas que me faziam querer comer ela mais e mais.
Cada vez mais forte e pesado.
Ela provocou mais dois orgasmos cavalgando meu pau duro.
Chupei a bunda dela como um louco, isso deixava ela ainda mais tesuda.
ELA: Chegou a hora do melhor... Mmm...
Você vai me foder, né...
Sim, Maury... Como sempre, minha buceta é toda sua.
Sempre gostei e gosto que você me coma como sempre, meu amor... mmm...
EU: Claro que sim, sei que você também gosta... Mmmm...
Se o teu marido não come... É tudo meu... Mmmm...
ELA: Quero sentir de novo aquilo que eu gostava tanto. uau... Ofs... Ufs... Oh... Deus... Uau...
Filho da puta, devagar com isso. Não se empolga... Ai...
Ai, Deus, esqueci que doía tanto... Ai... Ai... A...
uf... Gostou da minha bunda, hein? Uau... Ai...
Dá pra ver que sim... Filho da puta de mil putas...
Chega... Animal, quando vai gozar? Tá me matando...
Filho da puta, como aguenta, hein? Ai...
EU: Adoro sua bunda... Mmm...
Desde sempre, amiguinha... mmm...
Ainda continua apertadinha... mmm...
ELA: Dá pra ver que você não mudou nada, amiguinho...
Mas minha bunda não é de borracha. Ai...
Será que você lembra como eu gosto que você goze?
É minha vez de fazer o que mais gosto e sei que você curte.
Ajoelhada na minha frente, começou a chupar que nem uma louca.
Pedia a gozada como uma puta.
Uma boa esporrada na boca, do jeito que ela gostava.
Me masturbei até tirar minha porra branca e grossa na boca dela.
Um pouco no rosto dela, na boca dela.
Ela não deixava cair uma gota, tudo ia pra língua dela e depois sumia na garganta.
Enquanto saboreava e curtia.
ELA: Mmm... Deus... Fazia tempo que não engolia porra...
Você sabe me dar os meus gostos, hein...
Viu, não precisava comprar camisinha, seus bebês sempre terminam na minha garganta, hahaha.
EU: Uff... Sim, minha vida... Mmm...
Por Deus, que puta transa gostosa... Usf...
Bem-vinda de volta, amiga...
Como sentia sua falta... mmm...
ELA: Valeu, amigão do coração. Agora vou vir mais vezes, igual quando éramos crianças.
Como antes, tô feliz de te ver...
Te amo e você sempre foi o amor da minha vida...
A gente relaxa e se ama por um bom tempo.
O corno nunca desconfiou de nada. Aliás, ele adora nossa amizade e o quanto somos unidos.
Desde pequenos a gente se entendia.
Ela e eu somos os velhos amigos de antes que transam e sempre curtem a amizade.
Por coisas da vida, nunca fomos namorados ou casal.
Agradecidos por ter tudo claro, a gente trepa e, além disso, somos amigos e muito cúmplices.
Sem ciúmes nem problemas.
Do nosso reencontro, curtimos muito o sexo, e minha amiga e eu seguimos assim até hoje.
Continua...
PS: Espero que gostem e comentem, seus pontos e comentários não incomodam.
Valeu por passar 😃
Até a próxima...
5 comentários - Valéria queria dar uma galhada no marido.