E aí, prazer, tô aqui faz uns dois anos mas nunca tive coragem de postar nada.
Meu nome é Diego, tenho 20 anos e, apesar de nunca ter tido um encontro com outro cara, me considero bissexual. Passei o último ano num relacionamento com uma mulher e, depois que terminou, quero expandir meus horizontes e experimentar coisas novas (como paus hehehe).
Minha curiosidade começou um dia em que eu e minha mina tínhamos combinado de sair — a gente se via direto, mesmo sem plano nenhum. Fomos ver um filme e comer, e na saída passamos por um motel. Fiquei olhando pra ele um tempão.
— Quer entrar? — ela perguntou com uma cara de safada, e, apesar da vontade enorme que eu tava, respondi:
— Não, imagina, só tava olhando o prédio — falei, dando uma risada falsa, porque não queria mostrar o quanto a ideia me excitava.
— Sério????? Porque isso aqui tá me dizendo outra coisa — ela respondeu, enquanto de repente colocava a mão no meu volume, que tava crescendo cada vez mais.
Não sabia o que fazer, minha mente ficou em branco, já que ela começou a me acariciar no meio da rua.
— Se... é melhor a gente entrar — respondi entre suspiros, não conseguia segurar a vontade de transar que ela despertou em mim.
Rapidamente a gente pediu um quarto, e assim que entramos, ela me empurrou na cama.
— Hoje você vai ser meu, só meu — ela sussurrou no meu ouvido enquanto começava a me despir bruscamente.
Logo tava completamente nu, e ela tirou da bolsa uma venda, com a qual cobriu meus olhos. Tava tão excitado que nem liguei, só fui na onda.
Ela começou com um beijo muito apaixonado na minha boca, a língua dela entrou fundo na minha garganta, entre suspiros e mordidas. As mãos geladas dela começaram a percorrer meu corpo inteiro, do começo ao fim. Ela me pegou pelo pescoço e foi descendo devagar até chegar no meu pau, que tava tão duro que até doía. Não aguentava mais, tava prestes a explodir e mal tinha começado. começou aquela longa noite. Com minha visão cega, era uma explosão de sensações, ela pega no meu pau e começa a me masturbar, cada vez mais rápido enquanto, de tanto nos beijarmos, começou a morder meu pescoço, mas continuei, sem me importar.
— Por favor, deixa eu colocar na sua boca — falei, soluçando de prazer e desejo que ela provocou em mim.
Ao que ela começou a descer sem tirar a língua do meu corpo até finalmente sentir sua boca quente no meu pau duro, sua língua quente percorria meu pênis, eu podia sentir o piercing dela deslizando em mim, mais e mais rápido e mais fundo. Eu estava prestes a gozar, mas antes que pudesse, ela tirou da boca e me disse:
— Você só vai gozar quando eu permitir — rapidamente ela pegou meus pulsos e me algemou na cama, e foi aí que comecei a ficar inquieto.
— O que você tá fazendo, amor? — perguntei, e ela só respondeu:
— Tô te transformando na minha putinha, então grita o mais alto que puder, hehehe — ela disse, seguida de uma risada perturbadora.
De repente, ela pegou minhas pernas e senti ela começar a lamber meu cu, nunca tinha sentido algo assim antes, mas amei, não conseguia parar de gemer e gritar.
— Então você gosta? Você é uma raposinha mesmo — ela disse enquanto recuperava o fôlego.
— Então isso você vai gostar mais — ela falou enquanto, de repente, começou a enfiar os dedos no meu cu, o que doeu pra caralho e finalmente eu soltei aquele grito de dor que ela tanto queria.
— Tira, tira, por favor — gritei, já que não podia fazer mais nada.
— Achei que você gostava de brincar com seu cu, mas ainda não vou fazer isso, aliás, por que não subimos de nível? — ela disse enquanto enfiava três dedos em mim. Mexia cada um dos dedos de um lado para o outro, a dor era insuportável, mas aos poucos meu corpo se acostumou, não podia acreditar que minha namorada estava fazendo isso comigo, a dor virou prazer e comecei a implorar por mais.
— AAAAH, mais, por favor, MAAAAIS — gritei.
— Você é uma putinha mesmo — ela disse enquanto enfiava quatro dedos em mim. Com uma mão e com a outra, ela pega na minha rola e começa a me masturbar. Cada vez mais rápido, a ponto de meu corpo começar a se mover por inércia.
— ME COME MAIS FORTE — Gritei com todas as minhas forças, esperei outro comentário, mas ela simplesmente enfiou meu pau na boca dela de novo e começou a me devorar.
— NÃO PARA, ME DÁ MAIS — Continuei gritando, e ela me dava cada vez mais forte no cu, até que ela me diz:
— GOZA, SUA FOXY MALDITA, ME ENCHE TODA —
Ela enfiou os dedos até o fundo de mim, e eu enfiei meu pau no fundo da garganta dela enquanto gritava.
— TÔ GOZANDO — Enquanto soltei todo meu leite na garganta dela, e de repente ela me dá um beijo ainda com meu sêmen nela e me obrigou a engolir tudo, o que fiz sem problema nenhum, apesar de nunca ter provado sêmen antes, cujo sabor adorei.
— Então você é uma putinha mesmo — ela repetia uma e outra vez, ao que eu respondi:
— Não, eu sou SUA putinha —
Bom, essa é a minha história, espero que tenham gostado tanto quanto foi viver e escrever.
Meu nome é Diego, tenho 20 anos e, apesar de nunca ter tido um encontro com outro cara, me considero bissexual. Passei o último ano num relacionamento com uma mulher e, depois que terminou, quero expandir meus horizontes e experimentar coisas novas (como paus hehehe).
Minha curiosidade começou um dia em que eu e minha mina tínhamos combinado de sair — a gente se via direto, mesmo sem plano nenhum. Fomos ver um filme e comer, e na saída passamos por um motel. Fiquei olhando pra ele um tempão.
— Quer entrar? — ela perguntou com uma cara de safada, e, apesar da vontade enorme que eu tava, respondi:
— Não, imagina, só tava olhando o prédio — falei, dando uma risada falsa, porque não queria mostrar o quanto a ideia me excitava.
— Sério????? Porque isso aqui tá me dizendo outra coisa — ela respondeu, enquanto de repente colocava a mão no meu volume, que tava crescendo cada vez mais.
Não sabia o que fazer, minha mente ficou em branco, já que ela começou a me acariciar no meio da rua.
— Se... é melhor a gente entrar — respondi entre suspiros, não conseguia segurar a vontade de transar que ela despertou em mim.
Rapidamente a gente pediu um quarto, e assim que entramos, ela me empurrou na cama.
— Hoje você vai ser meu, só meu — ela sussurrou no meu ouvido enquanto começava a me despir bruscamente.
Logo tava completamente nu, e ela tirou da bolsa uma venda, com a qual cobriu meus olhos. Tava tão excitado que nem liguei, só fui na onda.
Ela começou com um beijo muito apaixonado na minha boca, a língua dela entrou fundo na minha garganta, entre suspiros e mordidas. As mãos geladas dela começaram a percorrer meu corpo inteiro, do começo ao fim. Ela me pegou pelo pescoço e foi descendo devagar até chegar no meu pau, que tava tão duro que até doía. Não aguentava mais, tava prestes a explodir e mal tinha começado. começou aquela longa noite. Com minha visão cega, era uma explosão de sensações, ela pega no meu pau e começa a me masturbar, cada vez mais rápido enquanto, de tanto nos beijarmos, começou a morder meu pescoço, mas continuei, sem me importar.
— Por favor, deixa eu colocar na sua boca — falei, soluçando de prazer e desejo que ela provocou em mim.
Ao que ela começou a descer sem tirar a língua do meu corpo até finalmente sentir sua boca quente no meu pau duro, sua língua quente percorria meu pênis, eu podia sentir o piercing dela deslizando em mim, mais e mais rápido e mais fundo. Eu estava prestes a gozar, mas antes que pudesse, ela tirou da boca e me disse:
— Você só vai gozar quando eu permitir — rapidamente ela pegou meus pulsos e me algemou na cama, e foi aí que comecei a ficar inquieto.
— O que você tá fazendo, amor? — perguntei, e ela só respondeu:
— Tô te transformando na minha putinha, então grita o mais alto que puder, hehehe — ela disse, seguida de uma risada perturbadora.
De repente, ela pegou minhas pernas e senti ela começar a lamber meu cu, nunca tinha sentido algo assim antes, mas amei, não conseguia parar de gemer e gritar.
— Então você gosta? Você é uma raposinha mesmo — ela disse enquanto recuperava o fôlego.
— Então isso você vai gostar mais — ela falou enquanto, de repente, começou a enfiar os dedos no meu cu, o que doeu pra caralho e finalmente eu soltei aquele grito de dor que ela tanto queria.
— Tira, tira, por favor — gritei, já que não podia fazer mais nada.
— Achei que você gostava de brincar com seu cu, mas ainda não vou fazer isso, aliás, por que não subimos de nível? — ela disse enquanto enfiava três dedos em mim. Mexia cada um dos dedos de um lado para o outro, a dor era insuportável, mas aos poucos meu corpo se acostumou, não podia acreditar que minha namorada estava fazendo isso comigo, a dor virou prazer e comecei a implorar por mais.
— AAAAH, mais, por favor, MAAAAIS — gritei.
— Você é uma putinha mesmo — ela disse enquanto enfiava quatro dedos em mim. Com uma mão e com a outra, ela pega na minha rola e começa a me masturbar. Cada vez mais rápido, a ponto de meu corpo começar a se mover por inércia.
— ME COME MAIS FORTE — Gritei com todas as minhas forças, esperei outro comentário, mas ela simplesmente enfiou meu pau na boca dela de novo e começou a me devorar.
— NÃO PARA, ME DÁ MAIS — Continuei gritando, e ela me dava cada vez mais forte no cu, até que ela me diz:
— GOZA, SUA FOXY MALDITA, ME ENCHE TODA —
Ela enfiou os dedos até o fundo de mim, e eu enfiei meu pau no fundo da garganta dela enquanto gritava.
— TÔ GOZANDO — Enquanto soltei todo meu leite na garganta dela, e de repente ela me dá um beijo ainda com meu sêmen nela e me obrigou a engolir tudo, o que fiz sem problema nenhum, apesar de nunca ter provado sêmen antes, cujo sabor adorei.
— Então você é uma putinha mesmo — ela repetia uma e outra vez, ao que eu respondi:
— Não, eu sou SUA putinha —
Bom, essa é a minha história, espero que tenham gostado tanto quanto foi viver e escrever.
7 comentários - Minha namorada me transformou na putinha dela
y si me gustaría ver algunos ejemplos 😉
Me gustaría contigo hacer lo que hizo tu novia.
Saludos.