Eram 5 horas em ponto quando cheguei no lobby, o Claudio estava sozinho esperando o resto. Me surpreendi de vê-lo tão informal: camisa aberta, um par de correntes no pescoço e uma calça jeans com botas estilo vaqueiro. Bom, eu também estava bem informal: jeans, camisa preta e sapatos de couro, já não aguentava mais usar sapatos sociais. — Dude!! Gostou do que te mandei?? — Eu comecei a rir. — Sim, verdade, gostei. Agora você virou o dude, hein!! Não precisava — Ele riu. — Eu sei, mas uma mão extra sempre ajuda. Como você se divertiu?? — Ele colocou a mão no meu ombro. — Foi foda, véi!! — O olhar dele só pedia detalhes. Contei mais ou menos como foi tudo, e ele respondeu: — Filho da puta!!! — Os olhos dele brilhavam igual ouro. — Mas o que você tá fazendo aqui?? Se eu faço isso, me internam — Ele começou a bater na minha costa. — Esqueço que você é o dude e parece mais velho — Eu aparento uns 30 anos ou mais, mas tenho só 25. O pessoal começou a chegar pra gente ir, e fomos pra um bar no Centro de Córdoba tomar uns drinks. Em um momento, saí do bar pra dar um descanso pro cérebro de tanto quarteto e decidi ligar pra casa. — Oi, amor!!! Como cê tá?? — Minha mulher atendeu com a voz tão meiga. — Tô aqui me acabando de beber com esses otários!!! — Fiz a melhor imitação cordobesa que consegui. — Hahahaha, parece que você tá se divertindo. Como tá a loira?? — Ela perguntou. — Deixei ela dormindo no quarto. Tá toda safada, ainda mais depois do que a gente conversou de manhã — Ouvi um murmúrio. — O que vocês conversaram de manhã?? — Ela ficou curiosa. — Falamos sobre as fantasias dela e sobre você — Suspeito que pegou ela de surpresa. — Como assim, sobre mim?? O que ela disse?? — Eu soltei uma risadinha. — Que uma das fantasias dela é ficar com uma garota e fazer um ménage, e que você é o tipo dela — Ouvi um suspiro. — A gente tem mais facilidade do que eu pensava — A conversa tava mudando de tom. — É, e ainda falei que você é bem selvagem, e parece que ela quer ficar no seu nível — Ouvi uma gargalhada. — É, ela se soltou demais e quase me machucou — Ela continuou rindo. — Vou me divertir com ela — Fiquei excitado só de pensar nisso. —Então amanhã vem me buscar de carro e a gente leva ela pra casa, lá tu ataca ela e com certeza convence. Se arruma bem gostosa e um pouquinho slut — ele ouviu ela andar um pouco — Hum, deixa eu ver... (barulho de roupa no armário) Já sei — ela parecia contente — Vê só... — já tinha me deixado curioso — A saia jeans curtinha que valoriza bem minhas pernas, e uma regatinha decote V bem justa que realça um pouco as poucas tetas que eu tenho — eu gostei do visual — Sim, e a roupa íntima?? — ouvi uma risadinha perversa — Sem, amor — puta merda, fiquei de pau duro — Te amo tanto, sua slut — a risada dela me deixava a mil — eu também te amo!! A gente se vê amanhã — ela se despediu com um tom sensual — Tá, beijinhos, linda — Fiquei pensando em tudo que ainda vinha e me perguntava se ia aguentar o tranco: a festa, a putaria noturna com a Abril, no dia seguinte, a viagem curta, a manhã com minha mulher e, se o plano desse certo, talvez com a Abril também, e ainda a noite com minha mulher e a Soledad. A dúvida era se eu ia chegar vivo no sábado. Ainda por cima, comecei a ter imagens na mente: a Abril e minha mulher se beijando e depois me dando uns momentos gostosos de prazer oral, até imaginei a situação com a Soledad no meio. Minha mente tava acelerando, até que um tapa forte me tirou do transe (Acontece muito de eu viajar legal) — Vamo logo que tão te esperando!!! — Era o Claudio — O que foi?? Tá viajando — ele olhou pro meu celular na mão — Já te ligou a loira pra tu meter fogo de novo? — Na real, eu não sabia o quanto o Matías tinha contado pra ele, mas decidi abrir o jogo e contar exatamente como contei pro Matías a verdade de tudo — Olha, não sei o quanto o outro te contou disso, mas quero te explicar como é essa situação, já que você me ofereceu seu apoio e amizade sem me conhecer, e acho justo que seja assim — ele ficou sério, o que não era muito dele — Tô ouvindo — Nessa hora, tentei resumir tudo o máximo possível: as fantasias da minha mulher, o novo interesse dela por mulheres e o plano pra me levar junto. Abril foi pra cama comigo, além das liberdades que ela já tinha me dado — o rosto dela foi se transformando, de repente cortou a seriedade com um —...E não tem um lugar pra mim?? — só consegui explodir em risada — Não, ainda não tá ligada nessa vibe, mas quem sabe com a Abril a gente consegue fazer alguma coisa — falei sorrindo e mais relaxado — Você é meu ídolo — ela disse e me deu o cartão dela — Olha, ia te dar de qualquer jeito, mas pega, quando precisar de algo no trampo é só me ligar que a gente resolve, além disso, queria que a gente se encontrasse com o outro e você fosse contando como tá sendo bom — Fechado!! — entramos no bar pra um brinde final e depois cada um foi se preparar pra festa.
Quando cheguei no hotel, comecei a sentir as pernas pesadas, os dias tinham sido intensos, muita farra e pouco descanso, mas não podia reclamar. Aí, vendo que ainda faltava uma hora e meia, me joguei na cama e levantei as pernas na parede pra melhorar a circulação, cochilei um pouco e de repente reconheci outro bilhete em cima do que já tinha deixado, era da Abril "Fui me arrumar pra festa, te vejo lá, beijos". Na hora da festa, me arrumei um pouco e fui pro salão.
Quando cheguei, todo mundo mais formal, os garçons circulando com comida que não desprezei nem um pouco. Me encontrei com o Claudio — Neneeee, como cê tá?? — começamos a falar de outras coisas mais profissionais e que na próxima ele queria que eu fosse na próxima viagem, que seria no começo de dezembro e blá blá blá. Num momento, vejo ele se distrair e falar — Porra!!! Tão te procurando, campeão — quando me virei, vi a Abril mais gostosa do que nunca, um vestido curto vermelho paixão, bem colado no corpo que destacava a silhueta dela e principalmente a bunda linda, com um decote generoso que destacava os peitos pequenos mas bem redondinhos, o cabelo loiro solto, e maquiada com os lábios pintados de vermelho intenso. Ela se aproximou de nós — Boa noite, Cavalheiros — impostou a voz parecendo mais séria — Fecha a boca, otário — o Claudio falou baixinho, eu percebi. disso - Na verdade, não achei que você ia estar tão linda hoje - Abril corou um pouco e me olhou - Você gostou, Gordo? - Eu ainda tava me recuperando do impacto visual - Você tá divina - só consegui falar. Ela deu um beijo no rosto de cada um de nós - Obrigada, vocês são muito fofos - Mas a gente percebeu que não era o único deslumbrado com a silhueta da Abril, muitos dos nossos colegas, de outras empresas e até alguns garçons olhavam pra ela com desejo. Durante a noite, a gente se separou um pouco, mas toda vez que se cruzava, trocávamos olhares que diziam muito. Eu fiquei com meu grupo de colegas, comendo e bebendo bastante, e a gente morria de rir de tudo que rolava. Era muito engraçado ver os urubus indo atrás da Abril e tomando toco depois que ela dava uma baita enganada. Depois de um tempo, a gente se olhou, ela fez que ia arrumar o cabelo e, da bolsa, mostrou o cartão do quarto e foi em direção à saída do salão. Eu fui até onde o Claudio tava - Tô morto, vou dormir - num movimento disfarçado, deslizei meu cartão extra dentro do bolso do paletó dele - Valeu por tudo - Ele sorriu, me abraçou - Aproveita, campeão - Dei um tchau geral pro resto e fui embora.
Quando saí, encontrei a Abril encostada na parede - Desculpa, tô perdida, não sei como chegar no meu quarto - disse, balançando o cartão do meu quarto. Peguei na mão dela e levei até o elevador, descemos pros quartos. Durante o trajeto, a gente se beijou muito. Quando chegamos no quarto, nem sei como entramos, ela de um jeito me fez cair na cama, fiquei olhando pra ela. Ela afrouxou o vestido e deixou cair, o corpo gostoso dela ficou à mostra, só com uma calcinha fio dental preta. Ela subiu em cima de mim - Essa noite você é meu - Eu tava no controle dela, e isso também me agrada. Ela começou a me beijar com muita intensidade, desceu pelo meu pescoço e começou a desabotoar minha camisa, me dando beijos no peito e na barriga. Afrouxou o cinto e puxou minha calça até o tornozelo, fez o mesmo com a cueca - Mmmm olhei o que encontrei — comecei a me masturbar com as duas mãos e a chupar minhas bolas, eu só podia aproveitar aquilo. Depois ela enfiou todo o meu pau na boca dela, e chupou com uma ternura e dedicação esplêndida, eu estava num turbilhão de luxúria e prazer. De repente, ela tirou o pau da boca e se colocou por cima de mim para um 69, mexeu um pouco na calcinha fio-dental preta dela e me presenteou com a buceta dela para eu saborear. Não perdi tempo, aproveitei cada centímetro da vulva molhada, quente e deliciosa dela. Os gemidos que batiam no meu pau me excitavam ainda mais, ela me masturbava pra deixar meu pau só nas mãos dela — Você gosta assim, né? Gosta da puta que eu sou? — ela empurrava a buceta mais contra a minha cara. Eu aumentei a força da minha lambida de repente, ela se levantou e assim se sentou no meu pau me olhando e enfiou tudo de uma vez, soltou um gemido lindo, começou a cavalgar rápido apoiando as mãos no meu peito, gemendo forte, ia cada vez mais forte, e nesse ritmo gozou de um jeito precioso — Ahhh sim ahhh sim — gemeu ela, relaxou e se apoiou no meu peito — Gostou de eu ser tão puta? — eu a envolvi nos meus braços — Sim, adorei — Ela não tinha percebido que agora eu tinha o controle de tudo com minhas mãos, envolvi os quadris dela e comecei a movê-la — Ahh para ahh não assim siiim ahh — era tarde pra ela retomar o controle — Agora você é minha — falei enquanto dava investidas firmes por baixo, acariciava a bunda dela, os gemidos dela não paravam de ecoar, o quarto sentia a fricção dos sucos dela com meu pau, a temperatura do corpo dela aumentava, a bunda dela já acompanhava minhas investidas, o segundo gozo estava chegando — Não goza dentro de mim, quero na boquinha, quero tomar tudo todinho — meti com mais força e assim ela gozou de novo, outra vez desabou sobre mim, mas dessa vez me deu um beijo lindo. — Vai, tira meu leite, fica de 69 de novo, quero chupar você toda — ela fez o que eu pedi e começou a me masturbar com muita força, tirei a calcinha fio-dental dela e eu brincava tranquilo com minha língua na buceta dela e meus dedos também brincavam. com o cu dela que ainda mostrava vestígios da batalha da tarde. Ela continuava focada no meu pau e conseguiu arrancar uma gozada muito intensa, 3 jatos bem potentes que ela pegou na boca, sentia ela engolindo aos poucos, depois me limpou bem o pau -mmm que gostoso- ela dizia sem parar de me bater uma com as mãos, não chegou a baixar, tava duro de novo num movimento coloquei ela na posição tipo colherzinha, levantei um pouco a perna dela e enfiei na pussy e comecei a meter num ritmo gostoso -Ahhh sim assim que eu gosto!!! Me dá Mais assim- ela gemia, ajustei minhas mãos nos peitos dela e comecei a brincar com eles -Que peitos lindos você tem- eu dizia enquanto chupava o pescoço dela, os gemidos e suspiros dela eram a melodia mais perfeita pro momento -Siiim assim assim continua me comendo assim- ela continuava dizendo antes de gozar com uns gritos que quase me deixaram surdo, mas eu continuei comendo ela, e os suspiros dela me enlouqueciam -Como você gosta do pau- ela entre suspiros se vira e me beija com muita paixão, eu já tava quase gozando também, e antes que eu perguntasse onde ela queria meu gozo, ela me pede -me dá na boca- eu sorri pra ela e dei umas estocadas fortes que arrancaram uns gemidos lindos dela. Tirei de uma vez e peguei ela pela cabeça, ela abriu a boca entregue ao que ia acontecer, meti na boca dela, acho que em 5 movimentos soltei uma carga fraca de gozo, que não teve dificuldade pra engolir dessa vez, meu pau ao sair da boca dela desmaiou. Eu aproveitei pra tirar a roupa que ainda tava e fiquei totalmente nu, me deitei do lado dela que se recuperava também do último orgasmo. Depois de um tempo ela me abraçou e começou a falar coisas do que ia vir - Como é que eu faço agora pra não te devorar no escritório??- me deu um beijo -Como é que eu faço pra não te foder em cima da fotocopiadora ou quando almoçamos em cima da mesa- respondi ela riu -Não sei vamos ter que aguentar- me abraçou -Conheço as regras disso, você tem mulher que também te Também me agrada, então vai ser mais difícil — aí ela me deu uma rasteira bem baixa. Talvez com um tempinho (vai ser bem pouco) eu consiga convencê-la a realizar uma ou duas das suas fantasias — aí ela me olhou estranho. Vou ser sincero com você — pela metade. Minha mulher sabe agora o que a gente tá fazendo, faz um tempo que ela me deu liberdade pra ficar com outras garotas, desde que eu realize uns caprichos que ela tem com outras minas. Abril ficou chocada — Sério?? — eu abracei ela forte — Sim, então se você topa, a gente vai poder se ver direto — abracei ela forte — Mas ela fica só com outras garotas?? — me olhava estranho — Sim, e às vezes a gente fez uns menage — a mão dela começou a brincar com meu pau debaixo dos lençóis — Então a gente podia fazer algo, se você quiser, amanhã mesmo — minha mão começou a tocar a pussy dela — hmm, sei não — ela me beijava — pergunta pra ela diretamente — ela ria um pouco — Parece que você acordou pra mais um pouco — ela disse puxando os lençóis — Claro, falta o mais importante pra terminar — eu beijei ela — Minha raba? Jeje — ela disse dando uns tapinhas — Vamos fazer um 69 e vemos — ela se ajeitou rapidinho e começou a chupar meu pau de um jeito super quente, eu lambi a pussy bem molhada dela, estiquei a mão até o criado-mudo e peguei o lubrificante. Passei um pouco no dedo e comecei a introduzir na raba dela fazendo movimentos circulares, a pussy dela ficava muito molhada e os gemidos eram deliciosos — Ahhh sim, eu gosto, siiiim — ela me punhetava, eu coloquei outro dedo sem dificuldade — enfia logo, me dá teu pau — ela disse entre gemidos. Aí eu peguei ela pela cintura e coloquei ela em cima de mim, mandei ela abrir as pernas e com a mão guiei o pau até a entrada da raba dela — Respira fundo — ela fez e eu enfiei, ela gemeu bem forte, agarrei as pernas dela e comecei a bombar devagar — Hmm, mais, siiiim — ela dizia, eu beijava o pescoço dela, acelerava e ela gemia de prazer, sentia os fluidos dela escorrendo no meu pau e lubrificando ainda mais — Vou gozar, vou gozar — ela gritou — Espera um Pouco que eu também aguentei... queria encher a rabeta dela de porra. Gozamos juntos ao mesmo tempo, num gemido só, minha descarga foi pouca, ficamos imóveis por um tempo, e depois nos deliciamos com beijos e carícias. Depois de um tempo, ela foi tomar banho, eu fiquei mais um pouco na cama, ela saiu e se vestiu — Valeu por esses dias — mandou um beijinho e saiu do quarto.
Depois de um tempo de moleza, tomei um banho e arrumei a mala pra voltar pra Cidade da Fúria. Nisso, no chão, encontro a legging da Abril com o buraco na rabeta. Embrulhei nas minhas coisas, algum uso eu daria. Bom, terminei de preparar tudo e estava pronto pra deixar esses dias pra trás e começar (sem ainda ter notado) a viver de um jeito diferente. Minha volta trouxe muitas experiências novas. Que ficarão pra futuros relatos.
Saudações e espero que tenham gostado.
Quando cheguei no hotel, comecei a sentir as pernas pesadas, os dias tinham sido intensos, muita farra e pouco descanso, mas não podia reclamar. Aí, vendo que ainda faltava uma hora e meia, me joguei na cama e levantei as pernas na parede pra melhorar a circulação, cochilei um pouco e de repente reconheci outro bilhete em cima do que já tinha deixado, era da Abril "Fui me arrumar pra festa, te vejo lá, beijos". Na hora da festa, me arrumei um pouco e fui pro salão.
Quando cheguei, todo mundo mais formal, os garçons circulando com comida que não desprezei nem um pouco. Me encontrei com o Claudio — Neneeee, como cê tá?? — começamos a falar de outras coisas mais profissionais e que na próxima ele queria que eu fosse na próxima viagem, que seria no começo de dezembro e blá blá blá. Num momento, vejo ele se distrair e falar — Porra!!! Tão te procurando, campeão — quando me virei, vi a Abril mais gostosa do que nunca, um vestido curto vermelho paixão, bem colado no corpo que destacava a silhueta dela e principalmente a bunda linda, com um decote generoso que destacava os peitos pequenos mas bem redondinhos, o cabelo loiro solto, e maquiada com os lábios pintados de vermelho intenso. Ela se aproximou de nós — Boa noite, Cavalheiros — impostou a voz parecendo mais séria — Fecha a boca, otário — o Claudio falou baixinho, eu percebi. disso - Na verdade, não achei que você ia estar tão linda hoje - Abril corou um pouco e me olhou - Você gostou, Gordo? - Eu ainda tava me recuperando do impacto visual - Você tá divina - só consegui falar. Ela deu um beijo no rosto de cada um de nós - Obrigada, vocês são muito fofos - Mas a gente percebeu que não era o único deslumbrado com a silhueta da Abril, muitos dos nossos colegas, de outras empresas e até alguns garçons olhavam pra ela com desejo. Durante a noite, a gente se separou um pouco, mas toda vez que se cruzava, trocávamos olhares que diziam muito. Eu fiquei com meu grupo de colegas, comendo e bebendo bastante, e a gente morria de rir de tudo que rolava. Era muito engraçado ver os urubus indo atrás da Abril e tomando toco depois que ela dava uma baita enganada. Depois de um tempo, a gente se olhou, ela fez que ia arrumar o cabelo e, da bolsa, mostrou o cartão do quarto e foi em direção à saída do salão. Eu fui até onde o Claudio tava - Tô morto, vou dormir - num movimento disfarçado, deslizei meu cartão extra dentro do bolso do paletó dele - Valeu por tudo - Ele sorriu, me abraçou - Aproveita, campeão - Dei um tchau geral pro resto e fui embora.
Quando saí, encontrei a Abril encostada na parede - Desculpa, tô perdida, não sei como chegar no meu quarto - disse, balançando o cartão do meu quarto. Peguei na mão dela e levei até o elevador, descemos pros quartos. Durante o trajeto, a gente se beijou muito. Quando chegamos no quarto, nem sei como entramos, ela de um jeito me fez cair na cama, fiquei olhando pra ela. Ela afrouxou o vestido e deixou cair, o corpo gostoso dela ficou à mostra, só com uma calcinha fio dental preta. Ela subiu em cima de mim - Essa noite você é meu - Eu tava no controle dela, e isso também me agrada. Ela começou a me beijar com muita intensidade, desceu pelo meu pescoço e começou a desabotoar minha camisa, me dando beijos no peito e na barriga. Afrouxou o cinto e puxou minha calça até o tornozelo, fez o mesmo com a cueca - Mmmm olhei o que encontrei — comecei a me masturbar com as duas mãos e a chupar minhas bolas, eu só podia aproveitar aquilo. Depois ela enfiou todo o meu pau na boca dela, e chupou com uma ternura e dedicação esplêndida, eu estava num turbilhão de luxúria e prazer. De repente, ela tirou o pau da boca e se colocou por cima de mim para um 69, mexeu um pouco na calcinha fio-dental preta dela e me presenteou com a buceta dela para eu saborear. Não perdi tempo, aproveitei cada centímetro da vulva molhada, quente e deliciosa dela. Os gemidos que batiam no meu pau me excitavam ainda mais, ela me masturbava pra deixar meu pau só nas mãos dela — Você gosta assim, né? Gosta da puta que eu sou? — ela empurrava a buceta mais contra a minha cara. Eu aumentei a força da minha lambida de repente, ela se levantou e assim se sentou no meu pau me olhando e enfiou tudo de uma vez, soltou um gemido lindo, começou a cavalgar rápido apoiando as mãos no meu peito, gemendo forte, ia cada vez mais forte, e nesse ritmo gozou de um jeito precioso — Ahhh sim ahhh sim — gemeu ela, relaxou e se apoiou no meu peito — Gostou de eu ser tão puta? — eu a envolvi nos meus braços — Sim, adorei — Ela não tinha percebido que agora eu tinha o controle de tudo com minhas mãos, envolvi os quadris dela e comecei a movê-la — Ahh para ahh não assim siiim ahh — era tarde pra ela retomar o controle — Agora você é minha — falei enquanto dava investidas firmes por baixo, acariciava a bunda dela, os gemidos dela não paravam de ecoar, o quarto sentia a fricção dos sucos dela com meu pau, a temperatura do corpo dela aumentava, a bunda dela já acompanhava minhas investidas, o segundo gozo estava chegando — Não goza dentro de mim, quero na boquinha, quero tomar tudo todinho — meti com mais força e assim ela gozou de novo, outra vez desabou sobre mim, mas dessa vez me deu um beijo lindo. — Vai, tira meu leite, fica de 69 de novo, quero chupar você toda — ela fez o que eu pedi e começou a me masturbar com muita força, tirei a calcinha fio-dental dela e eu brincava tranquilo com minha língua na buceta dela e meus dedos também brincavam. com o cu dela que ainda mostrava vestígios da batalha da tarde. Ela continuava focada no meu pau e conseguiu arrancar uma gozada muito intensa, 3 jatos bem potentes que ela pegou na boca, sentia ela engolindo aos poucos, depois me limpou bem o pau -mmm que gostoso- ela dizia sem parar de me bater uma com as mãos, não chegou a baixar, tava duro de novo num movimento coloquei ela na posição tipo colherzinha, levantei um pouco a perna dela e enfiei na pussy e comecei a meter num ritmo gostoso -Ahhh sim assim que eu gosto!!! Me dá Mais assim- ela gemia, ajustei minhas mãos nos peitos dela e comecei a brincar com eles -Que peitos lindos você tem- eu dizia enquanto chupava o pescoço dela, os gemidos e suspiros dela eram a melodia mais perfeita pro momento -Siiim assim assim continua me comendo assim- ela continuava dizendo antes de gozar com uns gritos que quase me deixaram surdo, mas eu continuei comendo ela, e os suspiros dela me enlouqueciam -Como você gosta do pau- ela entre suspiros se vira e me beija com muita paixão, eu já tava quase gozando também, e antes que eu perguntasse onde ela queria meu gozo, ela me pede -me dá na boca- eu sorri pra ela e dei umas estocadas fortes que arrancaram uns gemidos lindos dela. Tirei de uma vez e peguei ela pela cabeça, ela abriu a boca entregue ao que ia acontecer, meti na boca dela, acho que em 5 movimentos soltei uma carga fraca de gozo, que não teve dificuldade pra engolir dessa vez, meu pau ao sair da boca dela desmaiou. Eu aproveitei pra tirar a roupa que ainda tava e fiquei totalmente nu, me deitei do lado dela que se recuperava também do último orgasmo. Depois de um tempo ela me abraçou e começou a falar coisas do que ia vir - Como é que eu faço agora pra não te devorar no escritório??- me deu um beijo -Como é que eu faço pra não te foder em cima da fotocopiadora ou quando almoçamos em cima da mesa- respondi ela riu -Não sei vamos ter que aguentar- me abraçou -Conheço as regras disso, você tem mulher que também te Também me agrada, então vai ser mais difícil — aí ela me deu uma rasteira bem baixa. Talvez com um tempinho (vai ser bem pouco) eu consiga convencê-la a realizar uma ou duas das suas fantasias — aí ela me olhou estranho. Vou ser sincero com você — pela metade. Minha mulher sabe agora o que a gente tá fazendo, faz um tempo que ela me deu liberdade pra ficar com outras garotas, desde que eu realize uns caprichos que ela tem com outras minas. Abril ficou chocada — Sério?? — eu abracei ela forte — Sim, então se você topa, a gente vai poder se ver direto — abracei ela forte — Mas ela fica só com outras garotas?? — me olhava estranho — Sim, e às vezes a gente fez uns menage — a mão dela começou a brincar com meu pau debaixo dos lençóis — Então a gente podia fazer algo, se você quiser, amanhã mesmo — minha mão começou a tocar a pussy dela — hmm, sei não — ela me beijava — pergunta pra ela diretamente — ela ria um pouco — Parece que você acordou pra mais um pouco — ela disse puxando os lençóis — Claro, falta o mais importante pra terminar — eu beijei ela — Minha raba? Jeje — ela disse dando uns tapinhas — Vamos fazer um 69 e vemos — ela se ajeitou rapidinho e começou a chupar meu pau de um jeito super quente, eu lambi a pussy bem molhada dela, estiquei a mão até o criado-mudo e peguei o lubrificante. Passei um pouco no dedo e comecei a introduzir na raba dela fazendo movimentos circulares, a pussy dela ficava muito molhada e os gemidos eram deliciosos — Ahhh sim, eu gosto, siiiim — ela me punhetava, eu coloquei outro dedo sem dificuldade — enfia logo, me dá teu pau — ela disse entre gemidos. Aí eu peguei ela pela cintura e coloquei ela em cima de mim, mandei ela abrir as pernas e com a mão guiei o pau até a entrada da raba dela — Respira fundo — ela fez e eu enfiei, ela gemeu bem forte, agarrei as pernas dela e comecei a bombar devagar — Hmm, mais, siiiim — ela dizia, eu beijava o pescoço dela, acelerava e ela gemia de prazer, sentia os fluidos dela escorrendo no meu pau e lubrificando ainda mais — Vou gozar, vou gozar — ela gritou — Espera um Pouco que eu também aguentei... queria encher a rabeta dela de porra. Gozamos juntos ao mesmo tempo, num gemido só, minha descarga foi pouca, ficamos imóveis por um tempo, e depois nos deliciamos com beijos e carícias. Depois de um tempo, ela foi tomar banho, eu fiquei mais um pouco na cama, ela saiu e se vestiu — Valeu por esses dias — mandou um beijinho e saiu do quarto.
Depois de um tempo de moleza, tomei um banho e arrumei a mala pra voltar pra Cidade da Fúria. Nisso, no chão, encontro a legging da Abril com o buraco na rabeta. Embrulhei nas minhas coisas, algum uso eu daria. Bom, terminei de preparar tudo e estava pronto pra deixar esses dias pra trás e começar (sem ainda ter notado) a viver de um jeito diferente. Minha volta trouxe muitas experiências novas. Que ficarão pra futuros relatos.
Saudações e espero que tenham gostado.
4 comentários - Seduzindo a Abril 3.3 (Abril em Chamas Pt. 2 Final)