Skype do Cordobês (parte 4)

Dany saiu de repente e me deixou com a buceta fervendo e meus quadris levantados.
Olhei pra ele, pasma e tentando recuperar o fôlego:

- Que cê tá fazendo????

Ele me deixou à beira do orgasmo e não sei como percebeu isso, ou foi na sorte ou fez de propósito. Não sei.
Ele tirou a camisa, a calça, o tênis e se aproximou da cama. Agarrei ele pelo braço e fiz ele perder o equilíbrio, caindo de costas no colchão. Cruzei uma perna por cima e segurei os pulsos dele contra o travesseiro. Era minha vez.

Esfreguei minha buceta toda molhada, amassando a pica dele contra a barriga dele, tava duríssima e fiz um joguinho que deixou ele ainda mais quente.
Com todo meu peso sobre os pulsos dele, ele não conseguia me tocar, então esticou o pescoço pra lamber meus peitos. Me abaixei o suficiente pra ele dar umas chupadinhas gostosas, mas minha atenção tava naquela pica quente que eu esfregava debaixo da minha buceta. Não sei quem sofria mais, se ele ou eu me segurando e não deixando ele me penetrar.

Afrouxei a pressão nos pulsos dele e ele não fez nada, então ajustei uma perna e peguei a pica dele, comecei a passar a cabecinha contra os lábios da minha buceta, molhando ela com meus suquinhos. Dany gemia e eu mexia os quadris brincando com a pica dele. Mas não aguentei muito mais. Apoiei e sentei devagar naquela peça que foi entrando suave e delicioso.

Ah... aquela coisa quente abrindo minha buceta e me fazendo tremer. Fui até o fundo e subi devagar de novo. Fiz isso umas vezes até Dany começar a mexer os quadris e meter mais rápido. Apoiei as mãos no peito dele e montei na pica com toda vontade. Sentia ele entrando tudo, tudo... até o mais fundo, e isso me deixava louca.

Ele me agarrou pelas nádegas e parecia controlar meus movimentos. Me inclinei pra frente e busquei a boca dele, enrolando nossas línguas enquanto ele me comia num ritmo frenético.
De vez em quando, ele levantava a pélvis e me enterrava até o talo. fundo e ficava um instante assim com a pica toda dentro de mim e me dava uma sensação tremenda que me fazia dar um gritinho, depois voltávamos ao nosso ritmo e sentia que me inundava um fogo. Dura, cabeçuda e toda ensopada era a coisa mais gostosa que eu tava comendo.
Dany parou mais duas vezes enquanto me agarrava os peitos, me beijava a boca ou acariciava meus quadris. Aí me levantei, querendo dar vazão ao meu fogo e gozar em cima dele. Não aguentava mais.
Aumentei o ritmo e de repente senti que tava gozando... consegui tirar a pica da buceta e um jato bateu no abdômen do Dany. Me esfreguei a buceta e veio mais.
Senti o corpo afrouxar e ele me segurou pela cintura.

- Ai... ai... ai... olha o que você faz, vagabundo!

Apoiei as mãos de lado e o Dany se espremeu entre minhas pernas e veio por trás.

- Não, espera que...

Não esperou, meteu a pica de novo e começou a me comer. Me agarrava as nádegas e as abria, o que me deixava ainda mais excitada.
A força dos meus braços sumiu e fiquei com a cara contra os lençóis. Dany não parava, me apalpava a bunda, me agarrava os peitos, me esfregava o clitóris, me deixava num estado de loucura total.
Não aguentava mais... tava vindo o segundo orgasmo e comecei a dar gritinhos. Coloquei uma mão no abdômen dele e o afastei pra tirar a pica e dar mais dois jatos lindos da minha buceta.

Tava suada e molhada, exausta. Os lençóis molhados com minhas gozadas e o Dany ainda com a pica dura.

- Goza de uma vez, idiota, não aguento mais...
- Tá, mas você já sabe onde eu quero.

Bati uma punheta pra ele por um tempo pra me dar uns segundos e me recuperar.

- Onde?

Ele se apoiou nas minhas costas e sussurrou no meu ouvido

- No cuzinho

Olhei pra ele e sorri

- Que vagabundo que você é...
- Ah é?? agora o vagabundo sou eu?

Senti a mão dele acariciando minha buceta toda molhada e logo depois os dedos procuraram o buraquinho do meu cu. Dei um pulinho e olhei pra ele nos olhos como pedindo explicações.
Cuspiu na minha buceta e enfiou um dedo. Uma dorzinha se misturou com uma sensação de prazer, depois a dor sumiu ou foi que o prazer foi maior, não sei... mas só de lembrar já tô me tocando de novo!

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