Hormônios em Ebulição [Capítulo 4]

Depois de foder como coelhos, nossos amigos ainda têm mais aventuras pela frente.Compartilho este relato que encontrei há vários anos.CAPÍTULOS ANTERIORES:

Hormônios em Ebulição [Capítulo 1]
Hormônios em Ebulição [Capítulo 2]
Hormônios em Ebulição [Capítulo 3].......................................................................................................................................................Tínhamos passado um bom tempo nadando na piscina todos juntos, mães e filhos nus. Depois fomos comer, com um pouco mais de roupa. Ter minha primeira transa completa com uma mulher, e ainda por cima minha mãe, me levou a um mundo dos sonhos que eu achava que nunca alcançaria. Mas naquela manhã se tornou realidade, eu tinha transado completo com minha mãe, até gozar e enchê-la com meu sêmen. Todos nós tínhamos gozado dentro das bucetas das nossas mães, só esperava que elas tivessem tomado as medidas certas para não engravidar. De qualquer forma, meu sonho tinha se realizado.

E agora eu estava na parte ruim do sonho, quando ele se torna realidade e você realmente vê como as coisas são. Eu ainda amava minha mãe, isso nunca mudaria, mas antes daquele dia eu sonhava em possuí-la… mas no meu sonho havia algo especial, algo que fazia foder ela ser mais do que só meter meu pau até os dois gozarmos.

Naquela manhã eu tinha adorado ver minha mãe nua, quando ela me chupou, quando ela segurou meu sêmen na boca, quando eu penetrei ela loucamente… mas quando ela compartilhou o sêmen da boca dela com a Lucía e chupou o filho dela, senti que aquilo não era meu sonho, não sabia o que estava acontecendo, mas na minha cabeça tinha algo que não funcionava.

Depois de comer e de ter guardado tudo, decidi dar uma volta pelo condomínio, pelos campos ao redor.

— Se não precisarem de mim, vou dar uma volta — falei para todos.

— Querido, espera que vou com você! — minha mãe disse.

— Não! — falei de forma brusca. — Desculpa, é que preciso ficar sozinho. — Notei que ela ficou meio preocupada, mas respeitou minha necessidade de ficar só. Saí pela porta e caminhei sem rumo, procurando um jeito de chegar na área de vegetação que nos cercava.

Marta via o filho se afastando pelo caminho. Algo estranho tinha acontecido com ele. Antes daquela manhã, ela notava que o Henrique estava sempre louco pra ficar com ela. Será que tinha feito mal ao ter relações sexuais com O filho dela? Será que causou um trauma nela? Só esperava que depois do passeio, as ideias do filho dela estivessem mais claras e a mente dele se acalmasse.

Paco e Eduardo sentaram no sofá e estavam vendo um filme. O trabalho da manhã tinha deixado os dois exaustos, e eles dormiram em poucos minutos. David era o único que estava acordado e não parava de tocar e fazer carinho na mãe dele, lógico, com o tamanho da pica dele, precisava de muita brincadeira pra deixar ela cansada.

— Meninas, que tal brincarmos com meu filho? — Disse Laura, que era tão fogosa quanto o filho. — Agora que ele tá sozinho, vamos brincar com ele as quatro no quarto. Vamos fazer tudo que a gente quiser com ele, sem machucar, claro, e ele vai ter que aguentar sem gozar até a gente querer que ele dê o esperma dele pra nós. Querem?

Todas concordaram, todas menos Marta, que tava preocupada com o filho dela. Lúcia e Maria Luísa estavam morrendo de vontade de ter na buceta aqueles tantos centímetros de pica grossa, e as xotas delas ficavam molhadas só de pensar no que ia entrar.

— Então vão pro quarto que daqui a pouco eu vou com o David... — Disse Laura.

— A gente coloca uma roupa sexy? — Perguntou Lúcia, que era meio fetichista.

— Vocês ainda tão de biquíni? — As duas balançaram a cabeça que sim. — Então com certeza isso vai deixar ele a mil... Vão indo que daqui a pouco eu entro com ele.

As duas foram pro quarto e esperaram. Laura entrou na sala e o filho dela tava sentado numa mesa, jogando paciência pra matar o tempo. Marta sentou num sofá e começou a ver televisão.

— David, vou te ler as cartas pra prever teu futuro imediato. — Pegou as cartas da mesa e tirou as que ele tinha na mão. Embaralhou procurando umas específicas. — Olha, saiu o ás de paus, isso quer dizer que tua pica vai ficar bem dura daqui a pouco. — Beijou ele na boca. — E olha agora saiu o três de espadas, ou seja, você vai meter três vezes... ou em três...

Pegou ele pela mão e puxou. Ele não resistiu, seguiu a mãe. mãe, até onde ela o levasse, acariciava a bunda redonda dele. Ela se mexia sensual e o levou até a porta do quarto grande.

- Agora vamos fazer isso confortavelmente numa cama grande… - Beijou ele na boca intensamente e os braços do filho a envolveram e acariciavam. – Vamos, entra…

Laura empurrou a porta e na frente estava a cama de casal, com as duas mães gostosas esperando por ele. Lúcia e Maria Luísa estavam só de biquíni, que tinham usado de manhã, sentadas de pernas abertas.

- Puxa, a cama tá ocupada! – Disse Laura. - Você se importaria, em vez de foder com sua mãe, comer as três de uma vez?

- Já tô pronto! – Disse David, abaixando a sunga e liberando a pica enorme que tava dura pra caralho.

Ele se aproximou dos pés da cama e ficou de pé, ameaçando com a pica as duas milf que esperavam ali. Laura subiu na cama e, de quatro, se aproximou do filho até ficar na frente da pica libidinosa. Lúcia e Maria Luísa fizeram o mesmo. Os olhos lindos das três mulheres olhavam pra pica e às vezes pros olhos do jovem.

- Que cabeção gordo essa desgraçada tem! – Disse Lúcia. - Não dói quando isso enfia dentro? – Perguntou pra Laura, que era a única que já tinha sentado nela.

- No começo parece que você vai se partir no meio, mas quando sua buceta se acostuma, é bom sentir tudo preenchido de carne. Olha. – Com uma mão, agarrou a pica do filho e fez a cabeça sair da capa de carne que a cobria. - Não é linda? – Beijou a ponta daquela pica jovem.

- E não dói quando ele enfia tudo? – Perguntou Maria Luísa.

- Quando ele empurrava que nem um bicho, sentia que tava me empurrando na barriga… Era uma sensação nova… Depois do oitavo orgasmo, parei de contar, mas ele me deu muitos mais. – Disse Laura, orgulhosa do pau do filho.

- Então já podem chupar ele… – Disse o garoto.

- Calmaaaa! – Disse a mãe. – Isso não vai ser tão fácil pra você. Você vai ter que satisfazer os desejos das três, fazendo tudo o que pedirmos… Isso não vai ser difícil pra você, mas vai ter que aguentar sem gozar até a gente mandar. Se não aguentar e gozar, de acordo com o tempo que segurou, assim vai ser seu castigo.

— Vocês são umas putas! — Protestou David, sorrindo.

— É que você não viu no jardim! — Respondeu Maria.

— Primeiro quero que você nos saboreie e diga qual sabor você mais gosta. — Laura falava enquanto se sentava na cama, apoiando as costas na cabeceira. As pernas totalmente abertas pra oferecer a boceta pro filho. — Preparem-se, que o meu menino vai nos beber…

As três estavam bem abertas de pernas, mostrando as bucetas depiladas, esperando que o macho na frente delas as fizesse gozar com a língua. David subiu na cama e, de joelhos, se aproximou delas. À esquerda tinha Maria, com uns lábios vaginais escuros e grandes. No meio estava a mãe, cujos lábios eram mais claros que os da amiga. Com dois dedos, ela se abria pra mostrar o interior rosado ao filho. À direita estava Lúcia. A boceta dela era perfeita, bem depilada, os lábios internos quase não apareciam, era difícil não ver e desejar lamber.

— Vou começar com a Maria! — Disse, abaixando-se na frente dela. As pernas da mulher se abriram rapidamente o máximo possível. — Que cheiro gostoso que sai daqui!

Começou a tocar com os dedos, sentindo na parte de cima da rachadura o clitóris endurecido esperando pra ser lambido. Maria separou os lábios, pegando eles com os dedos e puxando pros lados. Ali estava aquele clitóris, inchado de tesão, sobressaindo uns dois centímetros acima da pele ao redor, era grosso.

— Você não vai encontrar em nenhuma dessas putas um clitóris tão grande quanto esse! Esse clitóris gordo precisa do seu pau grosso! — Maria estava com tesão, muito tesão.

David passou a língua por toda a rachadura até chegar no clitóris, começou a fazer círculos com a língua por cima dele. Ele enfiou um dedo na buceta que já começava a soltar um rio de fluidos.

— Que garoto bom você é! — Ela disse, acariciando a cabeça de David.

David se dedicava a provar aquela buceta e masturbá-la com a língua e a mão. Lúcia e Laura olhavam, se excitando ao ver Maria começar a gemer. Lúcia se tocava a buceta e não aguentou, precisava fazer alguma coisa. Levantou-se e se posicionou atrás dele. Acariciava a bunda firme do jovem. Agarrou cada nádega com uma mão e as separou. Ali estava o esfíncter redondo rodeado de pelinhos, um pouco mais abaixo estavam seus testículos endurecidos que davam passagem ao enorme pau. Não resistiu, esticou a língua e começou a lamber o cu de David. Ele não esperava e deu um pequeno sobressalto. Na hora começou a sentir um prazer especial ao sentir a língua brincar com seu cu. De vez em quando, Lúcia pressionava com a língua como se quisesse penetrá-lo. Se alguém tivesse dito que ele faria isso um dia, ele teria pensado que aquilo era coisa de viado e que devia doer. Mas Lúcia fazia aquilo e forçava um pouco seu esfíncter, causando-lhe um prazer enorme.

Laura se deitou de barriga para cima na cama e se enfiou debaixo do filho. Apontando para ela estava aquele pau que as três desejavam. Agarrou-o com uma mão e começou a masturbá-lo.

— Filho, você não pode gozar, não importa o que a gente faça! — Disse Laura e engoliu a glande dele para dar uma boa chupada.

David parou de lamber a buceta de Maria involuntariamente ao sentir o enorme prazer que sua mãe e Lúcia estavam lhe causando. Os dedos que fuçavam a buceta de Maria estavam encharcados de todos os fluidos que aquela buceta madura soltava. Os lábios de David agarraram o grande clitóris e o rodearam. O jovem começou a chupar como se estivesse mamando um mamilo. Os gemidos de prazer de Maria ecoavam por toda a casa.

O prazer que Laura dava no pau fez com que ele relaxasse o esfíncter. Lúcia percebeu e começou a acariciá-lo com um dedo.

— Laura, ele está Boa essa, cock!" – Disse Lúcia.

– JIG! – Respondeu a outra sem tirar a cock da boca.

– Então dá um baita chupão na glande enorme que ele tem, por favor! – Pediu pra mãe do Davi.

E assim ela fez. Laura tirou a cock até que só a glande estivesse envolta pela língua e pelos lábios. Como a amiga tinha dito, aplicou uma sucção forte em toda a glande. Davi sentiu um prazer imenso e quase gozou naquele momento, mas segurou, soltando um gemido de prazer. Lúcia acariciava o cu dele e percebeu como aquele músculo relaxou com o boquete da mãe.

– Agora! – Disse Lúcia em voz alta.

Ela pressionou o dedo no cu do jovem e começou a entrar. Laura tinha parado de sugar com força, e Davi sentia uma coisa estranha no rabo que lhe dava um novo prazer. Não sabia o que estava rolando, mas continuou chupando Maria, esperando o que a outra ia fazer no cu dele.

Laura parou de chupar a cock e se levantou pra ver o que a amiga tava fazendo no cu do filho. Olhou pra ela, perguntando o que era aquilo, ao ver a ponta de um dedo dentro do ânus. Com a outra mão, Lúcia pediu silêncio. Ele continuava lambendo a buceta, e Lúcia começou a mexer o dedo pra meter no cu dele.

– Que merda vocês tão fazendo, suas putas! – Disse ele com a voz trêmula.

– Tá gostando? – Perguntou Lúcia.

– Sua vadia, se continuar assim, vou gozar! – Protestou Davi. – Laura agarrou a cock dele com a mão e começou a masturbar. – Se fizerem isso, eu vou gozar!

– Só vou deixar você gozar se conseguir fazer a Maria uivar igual uma puta no cio! – Disse a mãe dele.

Davi se dedicou a chupar aquele clitóris com mais força, e Maria começava a sentir um prazer imenso. Ele enfiou três dedos na parte alta da entrada da buceta molhada e a masturbou com violência, sem parar de sugar o clitóris. Maria começou a gemer alto, muito alto, e os quadris dela se moviam sem controle por causa do prazer que tava recebendo.

Laura agitava a cock grande, que tava cada vez mais dura, se preparando. para lançar jatos de porra. Lucía mexia suavemente o dedo no cu do jovem, fodia ele com a mão.

- Aiiiiiiii, que delíciaaaaaaaaa! – Gritou num berro Maria e suas pernas tremiam de prazer.

David soltou o clitóris e continuou masturbando ela com os três dedos. Ela se agitava mais, suas pernas estavam descontroladas e a buceta dela começou a lançar jatos de fluidos, ela estava gozando.

- Grita, fala que você é uma puta no cio! – Disse David, louco pra gozar de uma vez.

- Siiiiiiiiim, seu filho da puta! – Maria falava enlouquecida pelo prazer do orgasmo que estava sentindo. - Sim, sou... sou uma puta! Sou uma puuuu... ta puta que está gozando! ENFIA TUDO NA MINHA BUCETA E ME ENCHE DE PORRA!

Maria não era dona dos seus atos, a única coisa que queria era ter dentro da sua vagina o pau enorme daquele jovem que a tinha masturbado até enlouquecê-la de prazer. Empurrou a mão de David e os dedos dele saíram completamente encharcados.

Enlouquecida pela luxúria que a invadia, Maria deslizou rebolando até que sua buceta estivesse debaixo do pau enorme que Laura balançava. Apoiada nos pés, levantou os quadris para que o pau a tocasse. Laura mexia sem soltar e passava a cabeça pela fenda da amiga. Cada vez que a cabeça inchada daquele pau passava por cima do clitóris, Maria sentia um prazer tremendo. Laura começou a esfregar diretamente sobre o clitóris endurecido e na hora Maria Luísa sentiu um novo orgasmo mais forte que o anterior.

- Aiiiiii, que delícia, que delíciaaaaa! – Da fenda de Maria saíam jatos de fluidos que chegavam até as pernas de Lucía. - ME FODE LOGO, NÃO AGUENTO MAIS!

Lucía tirou o dedo do cu de David e indicou pra mãe dela deixar ele foder. Laura dirigiu com dificuldade o pau para a entrada da buceta cheia de tesão que não parava de se mexer esperando ser penetrada. Maria baixou os quadris e ficou parada ao sentir aquele grande pau empurrando na entrada da sua vagina para Penetrá-la.

Tinha passado uma hora andando pelos arredores, pensando na minha mãe, na nova situação. Não entendia por que sentia esse ciúme dela. Tudo aquilo não passava de sexo, imoral por ser com nossas mães, mas no fim das contas era só sobre aproveitar seus corpos maduros e nossas picas jovens… Por que não consigo simplesmente foder ela e fazê-la gozar? É só dar tudo que ela precisa até deixá-la satisfeita… Mas doeu ver ela chupar a pica do Paco… Que ela transasse com outro cara ou com outra me doía… Pensei que estava me apaixonando.

Entrei pela porta de casa. Na sala estavam Paco e Eduardo dormindo. No quarto grande, uns gemidos exagerados estavam rolando… Com certeza o David estava fodendo a mãe dele… ou talvez as quatro ao mesmo tempo, já que todas pareciam adorar a pica enorme que ele tinha. Decidi ir pro jardim e descansar na cadeira de balanço que tinha lá. Passei pela porta fechada do quarto e pude ouvir claramente minha tia gritando pro David foder ela.

David deixou cair todo o peso do corpo dele sobre a María Luisa, arrancando um grito enorme de prazer dela. As unhas dela se cravaram nas costas dele ao sentir a buceta dela se abrindo forçada pela entrada daquela pica enorme, sentiu que ele tinha chegado onde nenhum outro homem tinha chegado antes. O corpo dela tremia de prazer.

— Aaaaaaaih, me sinto cheia! — Agora a voz dela estava mais suave, com o prêmio dentro dela. — Mexe e me fode! — Falou no ouvido dele.

David começou a se mexer, e a pica dele entrava e saía pela racha dilatada daquela buceta insaciável que não parava de jorrar fluidos. Lúcia podia ver de trás como David se afundava e sumia de vista dentro da María. Agora os dois gemiam.

— Não pode gozar ainda! — Sussurrou Laura no ouvido do filho dela. — Ainda não, aguenta mais um pouco e dá forte na puta da María que ela tá morrendo de vontade!

Meu lugar de descanso estava na sombra de uma das árvores. Me Me aproximava devagar. Dava pra ouvir os gemidos que vinham do quarto. Lá estavam eles curtindo o sexo e eu podia, mas meus sentimentos pela minha mãe me travavam. Uns dias atrás eu tinha me masturbado pensando em foder as quatro mães, vendo os vídeos que cada um tinha gravado, e agora que podia aproveitar as bucetas delas de verdade, me sentia sem tesão. Vou deitar no sofá e descansar. Tomara que a gente vá embora logo! Mas o que vai acontecer quando a gente chegar lá? O que os outros sete vão querer fazer? Vão continuar fodendo ou tudo acaba aqui quando a gente for embora?

Contornei o sofá pra sentar e levei um susto. A última coisa que esperava era encontrar minha mãe dormindo ali. Senti uma alegria imensa. Pelo menos quando eu não tava por perto, talvez ela não gostasse de foder com os outros. Ela tava deitada, com uma das minhas camisas entreabertas e o biquíni ainda vestido. Tava linda e pude confirmar que me apaixonei por ela.

— Mais, mais, me fode mais forte! — Gritava Maria. Sentia uma dorzinha cada vez que aquela pica entrava toda, mas o prazer de se sentir cheia era maior. — Que pica boa! Mete ela inteira!

David enfiava a pica com força e sentia que ia gozar logo. A mãe dele pedia no ouvido pra ele aguentar, que não gozasse ainda.

— Não aguento mais, vou gozar! — Dizia entre gemidos e grunhidos de prazer.

— Aguenta, amor, não faz ainda, mais um pouco! — Pedia a mãe dele.

— Então é aqui que vocês estão! — Eduardo e Paco estavam na porta do quarto. — Seu filho da puta, então você ia foder essas três putas sozinho!

Eduardo baixou o biquíni e mostrou uma ereção monstra. Paco ainda tava meio sonolento e a mãe dele desceu da cama, se ajoelhou na frente dele e tirou toda a roupa dele.

— Vamos, filho! — Disse pegando a pica com uma mão e começando a chupar. — Acorda e dá prazer pra mamãe!

— Filho da puta, você tá fodendo a minha mãe! — Disse se aproximando da cama. — Agora vou me vingar com a sua!

Ele se posicionou atrás de Laura, que estava deitada de bruços na cama, falando no ouvido do filho, com as pernas para fora da cama. Eduardo agarrou cada tornozelo com uma mão e puxou ela até que a bunda dela ficasse empinada na beirada da cama.

– Laura, você precisa de uma rola? – Eduardo disse.

– Claro, tô querendo dar desde que meu filho começou com sua mãe. – Laura apoiou os pés no chão e levantou a bunda pra oferecer os buracos dela pro Eduardo. – Pode escolher o que você mais gostar! Qual você vai pegar!

Eduardo massageava a rola com uma mão e olhava pra bunda daquela coroa que se oferecia inteira pra ele. Passou os dedos na língua.

– Primeiro vou molhar na sua buceta! – Passou os dedos com saliva por toda a fenda da buceta da Laura. – Depois vou provar seu buraco negro!

Colocou uma mão na cintura da Laura e com a outra guiou a rola grossa até a fenda, mexeu pra cima e pra baixo até os lábios se separarem e procurou o tato da entrada da vagina dela. Começou a empurrar e a buceta da Laura foi se abrindo devagar, enquanto ficava mais e mais molhada. Eduardo colocou uma mão nas costas da amante e com o dedão chegava até o cu dela. Começou a acariciar devagar.

– Onde você aprendeu isso, tarado? – Laura disse.

– Vi muitos documentários de sexo pra um dia foder minha mãe e as amigas dela!

– Documentários! – Laura disse, começando a gemer ao sentir a rola que a comia. – Acho que vocês quatro são uns tarados! E suas mães tão adorando!

Fiquei sentado por um tempo na grama, olhando o rostinho lindo da minha mãe. Hoje ela me parecia mais gostosa do que nunca. O corpo dela descansava de lado. Os peitos dela não estavam cobertos por nenhum sutiã e eu podia ver os biquinhos lindos dela. A cintura dela era marcada pelo tecido da minha camisa. Me aproximei dela e beijei suavemente os lábios dela. Ela acordou.

– Filho! – Ela acordava docemente e já era amor o que eu sentia por ela. – Como você está? — Tá bom, mãe… — falei, dando outro beijo nela. — Já me acalmei.

— O que aconteceu com você? — ela perguntou, sentando enquanto eu me sentava ao lado. — Você me deixou preocupada…

— Mãe. — comecei a falar. — Quando te vi com o Paco hoje de manhã, senti ciúme… Depois do almoço, não sabia direito o que tava rolando comigo, mas agora tenho certeza que é amor, me apaixonei por você… — ela tentou falar. — Espera, eu sei que não pode, que você é minha mãe, mas é algo que sinto e não consigo esconder.

— Filho… — ela me acariciou. — Comigo também aconteceu algo parecido. Hoje de manhã, tentei com ele porque não sabia se o que eu sentia era só a excitação do momento ou se o que eu queria era transar com meu filho. Me desculpa se te machuquei…

— Não se preocupa. Agora tenho certeza que te amo e não vou mais te dar motivo pra sentir ciúme. Você pode ficar com quem quiser, com esses três caras ou com quem precisar… e se precisar de ajuda, é só pedir…

— Só tem um problema… — ela disse, sorrindo.

— Não se preocupa com o papai, a gente dá um jeito de você fazer sem ele saber.

— É, mas meu problema é que só quero fazer com você… — ela segurou minha mão. — Eu também te amo. No começo, achei que era amor de mãe e que transar com você era só por puro sexo… mas percebi que quero ter você dentro de mim porque te amo como ninguém.

A gente não disse mais nada, nos fundimos num beijo enorme. Nos acariciávamos com amor, não mais com aquele desejo banal, tinha amor entre a gente.

Lucía levou o filho até a cama, deitou ele de barriga pra cima. Paco estava com a Laura em cima dele. Ela se apoiava nas mãos e o Eduardo metia nela por trás. Os olhos dela fechados, a boca entreaberta soltando gemidinhos mostravam o prazer que sentia, os peitos balançando no ritmo das investidas do amante.

Lucía subiu em cima do filho, abriu as pernas e sentou na pica dele, sem enfiar. Esfregava a buceta contra a pica meio dura e sentia ela crescendo. Dureza aos poucos, dando prazer ao apertar o clitóris dela cada vez com mais força.

- SOLTA LOGO! – Gritou María Luisa debaixo do corpo de David. – DESPEJA TODO O TEU GOZO NA MINHA BUÇETA E NÃO ME FAÇA SOFRER MAIS, QUERO QUE ME ENCHA TODA!

David grunhia como um animal, investindo com toda a força. Já ia soltar o sêmen dele pra encher aquela coroa gostosa que pedia. Olhou pro lado, pra mãe dele que se contorcia sendo fodida pelo amigo. Ela abriu os olhos e viu o filho dando permissão pra soltar todo o gozo.

- Enche ela! – Disse Laura.

David cravou o pau inteiro na buçeta esbranquiçada pelo bater dos fluidos da María e soltou um jorrazão que bateu forte lá dentro, fazendo ela soltar um gritão de prazer, jogando a cabeça pra trás, abrindo a boca e os olhos. Aquele prazer ela nunca tinha sentido antes e curtia a foda que aquele novato inexperiente dava com o pauzão dele. O pau recuou um pouco dentro da vagina dela e cravou de novo com tanta força que ela balançava a cabeça com um gemido abafado de tesão, outro jato de porra inundou a boceta dela. Umas estocadas mais leves e mais um pouco de gozo...

David deixou o pauzão dentro de María Luisa, que ainda sentia o tesão na boceta. Tava toda cheia com a carne murchando dele e podia sentir as leves contrações daquele pau na vagina dela.

- Você me deixou louca! – Falou María e beijou ele apaixonadamente, ficando abraçados.

- Uf, uf, mais, mais, continua, mais forte! – Laura gemia com o pau do Eduardo.

- Tá gostando, sua puta? – Eduardo começou a empurrar o dedão contra o cu dela e aos poucos foi enfiando o dedo. – Tá gostando de sentir meu dedo no seu rabo enquanto enfio meu pau?

- Uf, sim, sim, os dois ao mesmo tempo, continua! – Laura tava sentindo muito tesão. – Filho da puta, continua fodendo sua puta!

Paco sentiu a mãe dele se mexendo por cima e o pau dele endureceu. Em cima dele, Laura gozava. Esticou uma mão e acariciou As tetas da coroa que tava sendo comida por trás. Laura se abaixou e começou a beijar o Paco enquanto o amante da vez destruía a buceta dela com o pau e alargava o cu dela com o dedo. O pau do Paco ficou durasso e a mãe dele guiou ele pra dentro da vagina dela. Ela sentia a língua da Laura brincando com a dela e o calor da buceta da mãe dele envolvendo o pau dele cada vez mais.

Eduardo tirou o dedão do cu da Laura. Ela tava quase gozando. Eduardo agarrou ela com força pela cintura e virou um bicho, comendo ela, enfiando até o fundo com tudo, arrancando gritos de prazer daquela mulher enquanto as pernas dela tremiam de tesão.

— Meu Deus, que delícia! — A Laura gemia e gritava. — Termina, goza! — Ela pedia.

Eduardo agarrou o cabelo dela com força e tirou o pau da buceta. Forçou ela a virar e se abaixar enquanto a outra mão segurava a gozada que vinha.

— Abre a boca que eu quero que você engula todo meu leite!

Ele bateu punheta na frente da cara dela, que esperava todo o gozo olhando nos olhos dele. A cabaça tava tão perto da boca dela que o próximo jato também acertou dentro. Ele encostou a ponta nos lábios da Laura e ela chupou, tirando todo o sêmen de dentro.

— Mostra pros outros meu leite na sua boca! — Disse Eduardo ofegante. — Principalmente pro seu filho que comeu minha mãe que nem uma puta sem minha permissão!

Laura abriu a boca e ela tava cheia de porra branca. Ele ainda segurava o cabelo dela e fez ela virar a cabeça pra todo mundo olhar. David ainda tava abraçado na Maria, mas o pau dele já tinha saído. Ele olhou pra ela e sorriu.

— Viu, mãe, como meus amigos me ajudam? — Disse David. — Ele te deu a porra que eu não consegui!

— Agora engole! — Ele ordenou, e ela fechou a boca e tudo sumiu quando abriu de novo. — Gosto dessa mãe porque é obediente. David, você vai me emprestar ela mais vezes pra realizar minhas fantasias?
-Isso vai depender do que ela quiser e se sua mãe me deixar foder ela mais vezes.

Paco estava excitado ao ver o espetáculo que Eduardo e Laura tinham dado. Agarrou as cadeiras de Lucía e começou a meter o pau a toda velocidade.

-Vamos filho, me fode e jorra seu leite em mim! – Lucía o incentivava.

Ele colocou as mãos nas bundas da mãe e se agitava, metendo e tirando o pau até sentir que ia gozar. Lucía sentia os jatos quentes de porra batendo dentro da buceta dela. Quando ele terminou, Lucía avisou pra todo mundo olhar a boceta dela. Levantou-se e o pau do filho saiu. Mexeu a buceta por dentro e começou a escorrer porra da racha dela em cima do pau mole de Paco. Os seis se acomodaram na cama e trocavam carícias e beijos, satisfeitos com o sexo que tinham tido.

Eu tinha minha amada mãe abraçada. Tínhamos declarado nosso amor. A partir daquele momento, nosso amor teria que ser secreto. Uma coisa era fazer incesto só pelo prazer, mas o nosso era amor, e isso seria malvisto até pelos pervertidos dos nossos amigos.

-Vamos nadar na piscina. – Minha mãe pediu.

-Sim, pra ver se isso baixa.

Meu sungão mostrava o volume do meu pau duro. Chegamos no chuveiro e entramos debaixo d'água. Minha mãe só estava de calcinha do biquíni. Tirou ela e tirou toda a minha roupa, deixando meu pau duro livre. Correu e se jogou na água. Segui ela até ficar do lado dela na água.

Sou mais alto que ela e estávamos num lugar da piscina onde eu alcançava o fundo, mas ela não. Me abraçou, passando os braços pelos meus ombros. Nos olhávamos nos olhos e passei minhas mãos pela cintura dela, meu pau duro encostado na barriga dela.

Começamos a nos beijar apaixonadamente e as pernas dela me envolveram pela cintura, de modo que nossos sexos se tocavam.

-Eu te amo, meu filho! – Ela mexia as cadeiras e a boceta dela se esfregava no meu pau. — Te quero mais que ninguém neste mundo! Quero que você seja meu homem a partir de agora! — Nossas línguas brincavam de boca em boca, minhas mãos acariciavam suas bundas redondinhas.

— Nunca mais vai precisar de outro homem além de mim! — Eu dizia. — Na sua buceta só eu vou entrar, nem meu pai vai entrar.

Ela se abraçou forte em mim e eu sentia no meu ouvido seus gemidos leves de prazer ao esfregar nossas bocetas. Eu empurrava a bunda dela contra mim pra intensificar o prazer. Senti um orgasmo especial, mais intenso que o da manhã, mas diferente, quando ela começou a ofegar e gozar ao mesmo tempo que eu soltava meu leite no líquido frio que nos envolvia. Tinha nascido o amor entre minha mãe e eu.



Continua...

Hormônios em Ebulição [Capítulo 5] Final


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