Continua a história dos nossos quatro amigos e suas mães.Compartilho este relato que encontrei há vários anos.CAPÍTULOS ANTERIORES:
Hormônios em Ebulição [Capítulo 1]..........................................................................................................................................................Acordei de manhã lá pelas nove. Não sabia bem o que ia rolar naquele dia. De noite, a gente tinha se masturbado, eu e minha mãe, e, embora ela não parecesse muito preocupada com o que aconteceu, eu não sabia como ela reagiria quando ficasse mais consciente de tudo.
Levantei, tomei um banho e fui pra cozinha pegar alguma coisa antes de sair pra encontrar o resto da galera lá pelas onze e meia, como todo dia. Esperava não trombar com minha mãe. Passei pela porta do quarto dela e lá estava meu pai deitado, descansando depois de trabalhar a noite inteira.
Ela não estava na cozinha nem em nenhum outro canto da casa, então achei que tinha saído pra comprar alguma coisa. Só consegui tomar um Toddy, porque não tava com ânimo pra quase nada e ainda queria vazar de casa rápido. Saí lá pelas onze e dei uma volta antes de chegar na praça onde a gente sempre se encontrava.
Enquanto isso…
Marta estava fazendo compras nas lojas perto de casa. Já tinha comprado o necessário pro almoço do dia e tava indo embora. Já eram dez e meia e com certeza o filho preguiçoso dela ainda nem tinha levantado. Ela parou na frente de uma vitrine pra olhar as roupas novas que tinham chegado. Na cabeça dela, ficava repetindo o que tinha rolado na noite anterior com o filho. Aquilo não era certo, mas o prazer que ela sentiu ao ter o filho entre as pernas, esfregando o pau dele nela, fazia tempo que não sentia algo assim. Ela sentiu a buceta ficar molhada só de pensar naquilo e teve que fazer um esforço pra tirar aquela lembrança da cabeça. De noite, o marido estaria em casa e ela ia transar com ele pra esquecer o que sentiu com o filho.
— Oi, Marta! — Ouviu a voz da cunhada Maria Luísa atrás dela, que a tirou bruscamente dos pensamentos. — Vai tomar um café? Preciso falar com você.
— Claro. Aconteceu alguma coisa ruim?
— Não, não, fica tranquila! É por causa dos meninos… Entraram num bar que ficava perto dali. Enquanto tomavam café, Maria Luísa começou a contar pra Marta o que tinha rolado com o filho dela na tarde anterior.
- É isso mesmo, filha, eles estavam me espionando enquanto eu tava no banheiro, subidos nos banquinhos pra me ver... - Maria falava, mas tinha algo mais que a incomodava, e Marta percebia. - Mas o pior não foi eu estar pelada... - Ela parou pra pensar no que ia dizer pra cunhada. - Olha, Marta, é que quando eu tava no banheiro, eu tava me masturbando...
- Ué, isso é normal! - Disse Marta pra acalmá-la. - Os meninos tão crescendo e por enquanto buscam sexo na fonte mais perto: nas mães deles... Com certeza vai passar quando as hormonas deles se acalmarem! - Marta mostrou um sorriso tranquilo no rosto.
- Mas... - Continuou Maria, ainda mais preocupada. - Como eu te falei, quando cheguei em casa, os quatro estavam na sala. Conversei com eles, juntei as coisas que estavam espalhadas, e eles foram pro quarto do Eduardo...
- E...? - Perguntou Marta, curiosa.
- Daí fui pra cozinha jogar fora os papéis que estavam na mesa, e eles estavam úmidos... - Os olhos de Maria brilharam de um jeito especial. - Sujei a mão neles e quando cheirei...
- O que foi? - Marta mal podia esperar a cunhada confirmar o que a mente dela já tava imaginando. - O que era aquilo? As gozadas dos meninos? - Maria confirmou com a cabeça, e Marta sentiu um formigamento gostoso na racha da buceta.
- Marta, o Manolo faz tempo que não me come direito. Ele chega muito cansado do trabalho, e quando a gente transa, eu sou praticamente a boneca inflável dele: ele mete e tira até gozar e depois dorme. O cheiro dos meninos me esquentou, e eu me masturbava com o papel na mão, cheirando ele, enquanto eles me olhavam pela janela. Não sei se eles perceberam isso. Que vergonha!
- Fica tranquila, com certeza com a excitação de te ver... Nua, elas nem perceberam o que você tinha na mão.
- Foi o que pensei. Ontem, com a vergonha, não consegui brigar com meu filho e só mandei ele pra cama de forma brusca, falei que hoje conversaria com ele. – Marta lembrou do que tinha feito com Enrique e que, mais cedo ou mais tarde, teria que encarar o filho e falar sobre o ocorrido. – Acordei cedo e fico dando voltas pensando no que dizer... sobre o que ele fez, tenho certeza que preciso puni-lo, mas não sei se ele vai me jogar na cara que eu me masturbava com o sêmen deles.
- Calma, se ele jogar na cara, você vai ter que ser mais firme pra ele não se achar. Eduardo às vezes tem umas reações muito bruscas...
Ficaram em silêncio por alguns segundos. Marta lembrou do que aconteceu com Enrique e hesitou em contar aquilo pra cunhada poder ajudá-la. Sem dúvida, os meninos estavam numa idade difícil e o sexo os atraía, mas que as mães fossem o centro dos desejos deles era algo obsceno e impossível, aquilo era incesto e pensar nisso fazia Marta sentir um medo terrível se a situação escapasse do controle das mães... a buceta dela ficou excitada de novo e ela se sentiu suja pelo desejo e terrivelmente molhada na boceta.
- Então, entendo o que aconteceu comigo ontem à noite com meu filho... – Ela se atreveu a contar tudo pra cunhada. – Olha, ontem à noite, quando o Enrique chegou, eu tava vendo um filme de terror e pedi pra ele deitar comigo, porque seu irmão tava trabalhando. A gente dormiu e eu comecei a sonhar que tava transando com um homem que não era meu marido. Nunca traí seu irmão e aquela situação me deixou muito excitada. Eu me masturbava com a mão dele e me entreguei ao desejo. Tava no paraíso e quando percebi, o Enrique tava em cima de mim, esfregando o pau duro dele na minha boceta.
- Nossa, Marta! – Exclamou Maria, fingindo se escandalizar e sentindo a luxúria da história molhar a boceta dela, que tava adormecida. – Vocês transaram? —Que bruta você é falando! — Marta repreendeu a cunhada, e aquela palavra "foderam" a excitou ainda mais. — Ele não chegou a me penetrar, mas conseguiu que eu gozasse esfregando o pau dele na minha buceta.
—Oi, meninas! — Junto a elas estava Lúcia, mãe do Paco, o gato, uma mulher linda de cinquenta anos de quem o filho tinha herdado os olhos verdes. — Posso tomar um café com vocês?
—Claro, lógico! — Respondeu Marta. — E a Laura?
—Ela está pedindo os cafés. Vimos as crianças na praça, os quatro, e foram para a casa dela brincar.
Laura se aproximava entre as mesas com os dois cafés nas mãos. Era a mãe do Davi, o de três pernas. Como era mulher, não tinha o mesmo pau, mas com certeza o pau exagerado do menino tinha a ver com as tetas enormes que ela carregava. Laura estava separada há dez anos e, graças a um prêmio grande na loteria, não precisava trabalhar e vivia confortavelmente com vários investimentos. Lúcia era casada com um médico muito conhecido e famoso que quase sempre estava trabalhando ou em alguma viagem pelo mundo dando palestras e tal. Ela sabia que o marido não era fiel, mas raramente precisava cumprir com ele no sexo e achava que cada trepada que dava com ele era seu trabalho para que ele sustentasse ela e o filho. Podia viver num lugar mais luxuoso, mas preferia morar na casa antiga da mãe, onde foi criada e onde estavam as lembranças da infância. Tinha um corpo perfeito, já que, para o marido ficar satisfeito com ela e não a largar, gastava muito dinheiro se cuidando e tinha feito algumas plásticas para se manter gostosa.
—Oi, mães do mundo! — Disse Laura, toda brincalhona, quando chegou e largou os cafés na mesa. — Hoje tá um dia lindo!
—O que aconteceu que você tá tão animada? — Perguntou Maria Luísa.
—Cheguem mais perto, cheguem mais perto! — Disse Laura e começou a falar baixinho. – Ontem à noite meu filho chegou e quase não jantou. Foi direto pro quarto dele e deitou. Depois de um tempo, eu fiz o mesmo e, antes de entrar no meu quarto, passei na porta dele pra ver se já tava dormindo. – Um sorriso safado e excitado se desenhou na boca dela. – A porta tava meio aberta e eu olhei sem tocar, porque a luz tava acesa. Meu filho tava de cueca na cama… – Ela chegou mais perto das outras pra contar um segredo e quase sussurrando disse. – Ele tava se masturbando com o pau todo pra fora!
– Mas isso é normal na idade dele! – Disse Lucía. – Meus quatro filhos tão nessa fase de bater uma mais que macaco. Meu Paco gasta pacotes de lenço às centenas…
– Sim, sim…! – Laura interrompeu. – Mas é que vocês não viram a rola do meu David! Uma coisa daquelas! – Ela marcou com as duas mãos uma distância no ar pra elas terem uma ideia.
– Qual é, não exagera! – Disse María Luisa. – Isso só existe em filme!
– Sim, claro! – Respondeu Laura. – Me impactou tanto ver aquilo que fiquei olhando até ele gozar…
– Sua pervertida! – Disse Marta. – Ficar espiando teu filho enquanto ele bate punheta…
– Marta, se você tivesse visto aquela maravilha, com certeza também teria batido uma igual eu, junto com meu filho… – Marta ficou vermelha. – Qual é o problema? Fui eu que me masturbei espiando meu filho e não tenho vergonha…
– É que… – Marta não se atrevia a contar o que aconteceu na noite anterior. Uma coisa era a cunhada dela…
– Ontem à noite nossos filhos me espiaram enquanto eu tava no banho… – Disse María Luisa. – Mas tô vendo que não são só eles que tão com os hormônios alterados, vejo que a gente tá com a buceta adormecida e eles tão acordando ela…
– Assim que tava o pau do meu pobre David! – Disse Laura. – Com certeza você provocou isso!
– Mas a puta aqui é você! – Disse María, ameaçando a amiga de brincadeira. Eles foram os que me provocaram, porque deixaram os papéis com as gozadas deles por aí!
- Como assim? – Disse Lúcia. – Eles deixaram os papéis de terem se limpado depois de baterem uma pela casa?
- Sim… – Respondeu Maria. – E o cheiro de sêmen jovem me deu um tesão tão grande que eu estava me masturbando quando eles me espiavam… O ruim é que não consegui gozar porque percebi a presença deles antes.
- E você, Marta… – Disse Laura. – Se masturbou olhando pro seu filho?
- Não, eu não precisei…
- Puxa, uma mãe normal! – Disse Lúcia.
- Não precisei… – Continuou Marta. – Porque quando acordei de um sonho molhado, meu filho estava entre minhas pernas esfregando o pau dele na minha buceta até me fazer gozar.
- Então todas vocês caíram de algum jeito ontem à noite. – Disse Lúcia.
- E você, não? – Respondeu Maria, desprezando Lúcia por ser a mãe mais forte e que não tinha caído no desejo do filho.
- Eu ontem à noite não… – Disse Lúcia. – Ontem à noite o Paco veio e dormiu cedo… – Um sorriso lascivo e excitado apareceu. – Do jeito que eu gosto. Desde que o verão começou e com a pouca roupa que ele usa, é só ver meu filho que eu fico toda excitada. Espero ele estar dormindo e sento ao lado dele na cama. Toco o corpo dele, principalmente a bunda durinha, enquanto a outra mão acaricia minha buceta até eu gozar várias vezes.
- Ora, ora! – Disse Maria Luísa. – Então somos umas mães incestuosas que ficam com tesão ao ver os filhos! – Ela se inclinou pra frente olhando pras outras, que se aproximaram dela, as quatro caras juntas. – Vocês estariam dispostas a transar com seus filhos?
- Eu desejo ter aquele pau enorme me preenchendo por completo. – Disse Laura, disposta a tudo.
- Eu adoraria tocar a bunda dele enquanto ele enfia o pau em mim, deve ficar duríssima. – Lúcia falava e sentia a calcinha molhando.
- Nossos sexos já estiveram juntos. – Disse Marta, se referindo à buceta dela e ao pau do filho. – Da próxima vez, vou que tirar toda a roupa pra ele meter com tudo.
- Pois é, como eu tava dizendo. – Disse Maria. – A gente tem que dar um jeito de fazer os paus dos nossos filhos nos darem todo o prazer possível… – Ela parou e pensou um pouco. – Vocês topariam trocar de filhos e foder com o filho da outra?
- E até com dois ao mesmo tempo! – Disse Lúcia.
- E as quatro ao mesmo tempo enfiadas no meu corpo! – Laura ria, toda excitada, igual às outras.
- Mas te falta um buraco pra enfiar todas! – Brincou Marta.
- Então que enfiem duas no mesmo buraco, e se não couber, que empurrem, que com certeza eles têm força suficiente! – Completou Maria.
Todas riam, e as bucetas delas não paravam de soltar fluidos com aquelas ideias que iam tendo.
- Então é isso. – Disse Lúcia. – Hoje à tarde a gente reúne os quatro meninos na casa da Laura às cinco horas, e lá a Maria vai dar uma bronca neles pelo que fizeram ontem. Depois, como castigo, a gente leva eles na semana que vem pra casa da serra pra limpar o jardim, com certeza o mato cresceu. Acho que passando uma semana lá, sozinhas com nossos filhos, a gente vai realizar muitos sonhos! Não é? Alguém tem problema?
Todas concordaram e começaram a preparar tudo pra deixar os maridos sozinhos em casa e partir com os filhos jovens pra maior aventura sexual que já tinham imaginado.
Passei a manhã toda com meus amigos. Primeiro fomos na casa do Três Pernas. Ficamos lá uns trinta minutos e saímos antes da mãe dele chegar.
- Entrem, entrem. – Disse Davi. – Quero que vocês vejam umas imagens… Todos pro meu quarto antes da minha mãe chegar.
Nós três sentamos na cama e ele colocou um vídeo no computador.
- Lembram da mini câmera que eu comprei? – Todos balançamos a cabeça. – Então olha pra que serve!
Na imagem aparecia o banheiro dele, e a mãe dele entrava. A imagem era de um móvel que tinha lá, e desde o começo… Todos destacamos o belo canal que as duas tetas da mãe dele formam. Ela se despiu devagar até ficar completamente nua. Pegava nas próprias tetas na frente do espelho e se admirava, orgulhosa delas. Virava de lado e se inclinava pra frente pra deixar a bunda empinada e se ver no espelho. Depois de alguns minutos se olhando, entrou no chuveiro e começou a se lavar. A gente via ela atrás do box que era transparente, mas aos poucos a imagem foi embaçando.
— Aqui eu corto, porque com a umidade embaçou e não dá mais pra ver nada disso. — Disse David.
— Porra, cara, tua mãe é mais gostosa que a minha! — Disse Eduardo. — Você vai deixar eu comer ela um dia?
— Porra, maluco! — Disse Paco. — Você é um sem-vergonha! Vocês seriam capazes de deixar a mãe de vocês transar com um amigo?
— Paco, o que acontece é que sua mãe é muito gostosa e você tem ciúmes de outro comer ela… — Eu falei, e ele ficou vermelho, uma merda com meu primo na frente.
— Porra, Paco, você é apaixonado pela sua mãe! — Eduardo zoava o amigo de forma cruel. — Ha, ha, ha! Se ontem eu mostrei minha mãe no banho é porque tô louco pra comer ela… Bom, ela e qualquer uma que aparecer na minha frente. Ultimamente fico doido com as milf igual nossas mães. Umas boas punhetas que já bati imaginando as quatro mães nos mamando e me comendo! Se isso virasse realidade, com certeza gozava na hora que elas me propusessem!
— Pois eu também sou louco por milf. — Disse David. — Mas ó, se uma novinha gostosa me entregar a buceta, eu meto. Mas imaginar nossas mães e tantas coroas gostosas que não são comidas direito… É que eu gozo só de pensar em encontrar uma dessas! E você, Suave, o que acha?
— Bom, acho que cada buceta tem suas coisas. — Falei de forma diplomática. — As milf têm mais experiência, embora desvirgar uma novinha da nossa idade também não seria ruim…
— Tá bom, Suave, você como sempre… — Disse meu primo. — Mas A questão é se você fodia a sua mãe… Kkkk.
- E a sua, se ela der mole! – Respondi desafiador. – Tenho pau e fôlego pra foder as duas ao mesmo tempo e arrebentar o cu da sua.
- Pois se ela gostar, que aproveite. – Eduardo estava desafiador e se divertindo. – Se minha mãe fosse uma puta, a buceta dela ia curtir, kkkk.
- Então proponho uma coisa. – Disse David. – Vou deixar a câmera um dia pra cada um e a gente grava nossas mães. Domingo a gente se reúne e compartilha as gravações pra todo mundo ter imagens das nossas quatro mães milf. OK?
Todos concordamos. Depois ficamos andando pela cidade, pensando nas gravações que queríamos fazer e jurando que aquelas imagens nunca sairiam do grupo. Já era quase duas da tarde quando fui pra minha casa.
Meu pai já estava sentado à mesa esperando pra comer. Minha mãe estava na cozinha, servindo a comida. Não queria chegar perto dela sozinha com medo de levar uma bronca pelo que aconteceu na noite anterior. Lavei as mãos e sentei à mesa pra esperar.
- Enrique, vem filho! – Ela me chamou da cozinha. – Me ajuda!
- Vai lá, filho, dá uma mão pra sua mãe! – Disse meu pai, e eu pensei “ontem à noite eu comi ela”.
Entrei na cozinha esperando ver qual seria a reação da minha mãe.
- Pega esses pratos e leva pra mesa! – Ela agia normal, talvez não estivesse brava. – Um pra você e outro pro seu pai.
Me aproximei pra pegá-los mais tranquilo, parecia que ela não estava irritada. Quando já ia levantá-los, a mão dela agarrou meu braço e me parou pra falar no meu ouvido.
- Hoje às cinco vamos na casa do seu amigo David, vocês estão encrencados com o que fizeram ontem… – E me soltou pra levar os pratos.
Durante a comida, o comportamento da minha mãe era normal. Não parecia brava. Naquela tarde iam nos fuzilar por causa da minha tia. Sem dúvida, de manhã as quatro tinham conversado e iam nos castigar. Todos. Certeza que minha mãe não teria pena de mim depois do que aconteceu de noite… Esperava que ela não tivesse contado pras outras mães.
Eram cinco para as dez da noite. Meu pai tinha deitado um pouco pra descansar. Minha mãe se vestiu e a gente foi pra casa dos nossos amigos. Aos poucos todo mundo chegou. As quatro mães mandaram a gente sentar no sofá da sala, nós quatro juntos, e elas ficaram de pé na nossa frente.
Uma por uma foi dando sermão, botando disciplina por ter feito aquela sacanagem com a Maria Luísa, a mãe de um dos nossos amigos. Mas a gente não tava ali, pelo menos eu não. Eu tava admirando a beleza daqueles corpos maduros. Cada uma tinha umas coisas que me excitavam. A Maria Luísa tinha se maquiado e tava com aquela cara de putona que me deixava doido. As tetonas enormes da Laura que eu tinha visto umas horas antes naquele vídeo do filho dela. O corpo artificial, mas excitante, da Lúcia, cuidado nos mínimos detalhes. E a minha mãe, que só por ser minha mãe já fazia minha luxúria crescer ao máximo, ainda mais depois que eu tinha provado os peitos dela e gozado em cima dela.
— Então, de castigo, semana que vem a gente vai pra casa da serra da Lúcia limpar e deixar tudo pronto! — A Laura falou num tom autoritário e todo mundo escutou, mesmo que só víssemos os peitos dela. — Agora vão embora daqui. E se fizerem qualquer outra putaria dessas, vão se ferrar. Entenderam? — Todo mundo concordou com a cabeça enquanto saía de casa e ia embora.
Na casa ficaram as quatro mães. Já tinham dado bronca e castigado os filhos, e tavam seguras de que eles não iam mais espionar elas.
— Bom, meninas! — Disse a Laura. — Já tão castigados! O que não sei é se vou aguentar até segunda!
— Tem que aguentar! — Falou a Maria Luísa. — Se tiver muito desesperada, bate uma como eu faço! Meu marido de novo não tá em casa e vou ter que usar o vibrador! —Pois eu também! — Disse Lúcia. — Essa noite minha buceta vai arder de tão gostosa que eu tô! Vou aguentar, com certeza!
— Pois meu marido saiu pra trabalhar à noite e com certeza essa noite ele não vai conseguir dormir. — Disse Marta. — Com certeza pelo menos uma trepada vai rolar.
— Que sorte que essa Promíscua tem! — Disse a cunhada dela.
Já tinham se passado três dias e Eduardo, Paco e eu tínhamos gravado nossas mães. Nos encontramos na minha casa e fizemos uma cópia de todos os vídeos das nossas mães pra cada um. Todos nós tínhamos quatro arquivos e depois nos separamos pra preparar tudo pra segunda-feira seguinte, quando íamos pro castigo na serra com nossas mães pra cumprir ele.
Continua...
Hormônios em Ebulição [Capítulo 3]
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Desculpe, não posso traduzir esse conteúdo.
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Hormônios em Ebulição [Capítulo 1]..........................................................................................................................................................Acordei de manhã lá pelas nove. Não sabia bem o que ia rolar naquele dia. De noite, a gente tinha se masturbado, eu e minha mãe, e, embora ela não parecesse muito preocupada com o que aconteceu, eu não sabia como ela reagiria quando ficasse mais consciente de tudo.
Levantei, tomei um banho e fui pra cozinha pegar alguma coisa antes de sair pra encontrar o resto da galera lá pelas onze e meia, como todo dia. Esperava não trombar com minha mãe. Passei pela porta do quarto dela e lá estava meu pai deitado, descansando depois de trabalhar a noite inteira.
Ela não estava na cozinha nem em nenhum outro canto da casa, então achei que tinha saído pra comprar alguma coisa. Só consegui tomar um Toddy, porque não tava com ânimo pra quase nada e ainda queria vazar de casa rápido. Saí lá pelas onze e dei uma volta antes de chegar na praça onde a gente sempre se encontrava.
Enquanto isso…
Marta estava fazendo compras nas lojas perto de casa. Já tinha comprado o necessário pro almoço do dia e tava indo embora. Já eram dez e meia e com certeza o filho preguiçoso dela ainda nem tinha levantado. Ela parou na frente de uma vitrine pra olhar as roupas novas que tinham chegado. Na cabeça dela, ficava repetindo o que tinha rolado na noite anterior com o filho. Aquilo não era certo, mas o prazer que ela sentiu ao ter o filho entre as pernas, esfregando o pau dele nela, fazia tempo que não sentia algo assim. Ela sentiu a buceta ficar molhada só de pensar naquilo e teve que fazer um esforço pra tirar aquela lembrança da cabeça. De noite, o marido estaria em casa e ela ia transar com ele pra esquecer o que sentiu com o filho.
— Oi, Marta! — Ouviu a voz da cunhada Maria Luísa atrás dela, que a tirou bruscamente dos pensamentos. — Vai tomar um café? Preciso falar com você.
— Claro. Aconteceu alguma coisa ruim?
— Não, não, fica tranquila! É por causa dos meninos… Entraram num bar que ficava perto dali. Enquanto tomavam café, Maria Luísa começou a contar pra Marta o que tinha rolado com o filho dela na tarde anterior.
- É isso mesmo, filha, eles estavam me espionando enquanto eu tava no banheiro, subidos nos banquinhos pra me ver... - Maria falava, mas tinha algo mais que a incomodava, e Marta percebia. - Mas o pior não foi eu estar pelada... - Ela parou pra pensar no que ia dizer pra cunhada. - Olha, Marta, é que quando eu tava no banheiro, eu tava me masturbando...
- Ué, isso é normal! - Disse Marta pra acalmá-la. - Os meninos tão crescendo e por enquanto buscam sexo na fonte mais perto: nas mães deles... Com certeza vai passar quando as hormonas deles se acalmarem! - Marta mostrou um sorriso tranquilo no rosto.
- Mas... - Continuou Maria, ainda mais preocupada. - Como eu te falei, quando cheguei em casa, os quatro estavam na sala. Conversei com eles, juntei as coisas que estavam espalhadas, e eles foram pro quarto do Eduardo...
- E...? - Perguntou Marta, curiosa.
- Daí fui pra cozinha jogar fora os papéis que estavam na mesa, e eles estavam úmidos... - Os olhos de Maria brilharam de um jeito especial. - Sujei a mão neles e quando cheirei...
- O que foi? - Marta mal podia esperar a cunhada confirmar o que a mente dela já tava imaginando. - O que era aquilo? As gozadas dos meninos? - Maria confirmou com a cabeça, e Marta sentiu um formigamento gostoso na racha da buceta.
- Marta, o Manolo faz tempo que não me come direito. Ele chega muito cansado do trabalho, e quando a gente transa, eu sou praticamente a boneca inflável dele: ele mete e tira até gozar e depois dorme. O cheiro dos meninos me esquentou, e eu me masturbava com o papel na mão, cheirando ele, enquanto eles me olhavam pela janela. Não sei se eles perceberam isso. Que vergonha!
- Fica tranquila, com certeza com a excitação de te ver... Nua, elas nem perceberam o que você tinha na mão.
- Foi o que pensei. Ontem, com a vergonha, não consegui brigar com meu filho e só mandei ele pra cama de forma brusca, falei que hoje conversaria com ele. – Marta lembrou do que tinha feito com Enrique e que, mais cedo ou mais tarde, teria que encarar o filho e falar sobre o ocorrido. – Acordei cedo e fico dando voltas pensando no que dizer... sobre o que ele fez, tenho certeza que preciso puni-lo, mas não sei se ele vai me jogar na cara que eu me masturbava com o sêmen deles.
- Calma, se ele jogar na cara, você vai ter que ser mais firme pra ele não se achar. Eduardo às vezes tem umas reações muito bruscas...
Ficaram em silêncio por alguns segundos. Marta lembrou do que aconteceu com Enrique e hesitou em contar aquilo pra cunhada poder ajudá-la. Sem dúvida, os meninos estavam numa idade difícil e o sexo os atraía, mas que as mães fossem o centro dos desejos deles era algo obsceno e impossível, aquilo era incesto e pensar nisso fazia Marta sentir um medo terrível se a situação escapasse do controle das mães... a buceta dela ficou excitada de novo e ela se sentiu suja pelo desejo e terrivelmente molhada na boceta.
- Então, entendo o que aconteceu comigo ontem à noite com meu filho... – Ela se atreveu a contar tudo pra cunhada. – Olha, ontem à noite, quando o Enrique chegou, eu tava vendo um filme de terror e pedi pra ele deitar comigo, porque seu irmão tava trabalhando. A gente dormiu e eu comecei a sonhar que tava transando com um homem que não era meu marido. Nunca traí seu irmão e aquela situação me deixou muito excitada. Eu me masturbava com a mão dele e me entreguei ao desejo. Tava no paraíso e quando percebi, o Enrique tava em cima de mim, esfregando o pau duro dele na minha boceta.
- Nossa, Marta! – Exclamou Maria, fingindo se escandalizar e sentindo a luxúria da história molhar a boceta dela, que tava adormecida. – Vocês transaram? —Que bruta você é falando! — Marta repreendeu a cunhada, e aquela palavra "foderam" a excitou ainda mais. — Ele não chegou a me penetrar, mas conseguiu que eu gozasse esfregando o pau dele na minha buceta.
—Oi, meninas! — Junto a elas estava Lúcia, mãe do Paco, o gato, uma mulher linda de cinquenta anos de quem o filho tinha herdado os olhos verdes. — Posso tomar um café com vocês?
—Claro, lógico! — Respondeu Marta. — E a Laura?
—Ela está pedindo os cafés. Vimos as crianças na praça, os quatro, e foram para a casa dela brincar.
Laura se aproximava entre as mesas com os dois cafés nas mãos. Era a mãe do Davi, o de três pernas. Como era mulher, não tinha o mesmo pau, mas com certeza o pau exagerado do menino tinha a ver com as tetas enormes que ela carregava. Laura estava separada há dez anos e, graças a um prêmio grande na loteria, não precisava trabalhar e vivia confortavelmente com vários investimentos. Lúcia era casada com um médico muito conhecido e famoso que quase sempre estava trabalhando ou em alguma viagem pelo mundo dando palestras e tal. Ela sabia que o marido não era fiel, mas raramente precisava cumprir com ele no sexo e achava que cada trepada que dava com ele era seu trabalho para que ele sustentasse ela e o filho. Podia viver num lugar mais luxuoso, mas preferia morar na casa antiga da mãe, onde foi criada e onde estavam as lembranças da infância. Tinha um corpo perfeito, já que, para o marido ficar satisfeito com ela e não a largar, gastava muito dinheiro se cuidando e tinha feito algumas plásticas para se manter gostosa.
—Oi, mães do mundo! — Disse Laura, toda brincalhona, quando chegou e largou os cafés na mesa. — Hoje tá um dia lindo!
—O que aconteceu que você tá tão animada? — Perguntou Maria Luísa.
—Cheguem mais perto, cheguem mais perto! — Disse Laura e começou a falar baixinho. – Ontem à noite meu filho chegou e quase não jantou. Foi direto pro quarto dele e deitou. Depois de um tempo, eu fiz o mesmo e, antes de entrar no meu quarto, passei na porta dele pra ver se já tava dormindo. – Um sorriso safado e excitado se desenhou na boca dela. – A porta tava meio aberta e eu olhei sem tocar, porque a luz tava acesa. Meu filho tava de cueca na cama… – Ela chegou mais perto das outras pra contar um segredo e quase sussurrando disse. – Ele tava se masturbando com o pau todo pra fora!
– Mas isso é normal na idade dele! – Disse Lucía. – Meus quatro filhos tão nessa fase de bater uma mais que macaco. Meu Paco gasta pacotes de lenço às centenas…
– Sim, sim…! – Laura interrompeu. – Mas é que vocês não viram a rola do meu David! Uma coisa daquelas! – Ela marcou com as duas mãos uma distância no ar pra elas terem uma ideia.
– Qual é, não exagera! – Disse María Luisa. – Isso só existe em filme!
– Sim, claro! – Respondeu Laura. – Me impactou tanto ver aquilo que fiquei olhando até ele gozar…
– Sua pervertida! – Disse Marta. – Ficar espiando teu filho enquanto ele bate punheta…
– Marta, se você tivesse visto aquela maravilha, com certeza também teria batido uma igual eu, junto com meu filho… – Marta ficou vermelha. – Qual é o problema? Fui eu que me masturbei espiando meu filho e não tenho vergonha…
– É que… – Marta não se atrevia a contar o que aconteceu na noite anterior. Uma coisa era a cunhada dela…
– Ontem à noite nossos filhos me espiaram enquanto eu tava no banho… – Disse María Luisa. – Mas tô vendo que não são só eles que tão com os hormônios alterados, vejo que a gente tá com a buceta adormecida e eles tão acordando ela…
– Assim que tava o pau do meu pobre David! – Disse Laura. – Com certeza você provocou isso!
– Mas a puta aqui é você! – Disse María, ameaçando a amiga de brincadeira. Eles foram os que me provocaram, porque deixaram os papéis com as gozadas deles por aí!
- Como assim? – Disse Lúcia. – Eles deixaram os papéis de terem se limpado depois de baterem uma pela casa?
- Sim… – Respondeu Maria. – E o cheiro de sêmen jovem me deu um tesão tão grande que eu estava me masturbando quando eles me espiavam… O ruim é que não consegui gozar porque percebi a presença deles antes.
- E você, Marta… – Disse Laura. – Se masturbou olhando pro seu filho?
- Não, eu não precisei…
- Puxa, uma mãe normal! – Disse Lúcia.
- Não precisei… – Continuou Marta. – Porque quando acordei de um sonho molhado, meu filho estava entre minhas pernas esfregando o pau dele na minha buceta até me fazer gozar.
- Então todas vocês caíram de algum jeito ontem à noite. – Disse Lúcia.
- E você, não? – Respondeu Maria, desprezando Lúcia por ser a mãe mais forte e que não tinha caído no desejo do filho.
- Eu ontem à noite não… – Disse Lúcia. – Ontem à noite o Paco veio e dormiu cedo… – Um sorriso lascivo e excitado apareceu. – Do jeito que eu gosto. Desde que o verão começou e com a pouca roupa que ele usa, é só ver meu filho que eu fico toda excitada. Espero ele estar dormindo e sento ao lado dele na cama. Toco o corpo dele, principalmente a bunda durinha, enquanto a outra mão acaricia minha buceta até eu gozar várias vezes.
- Ora, ora! – Disse Maria Luísa. – Então somos umas mães incestuosas que ficam com tesão ao ver os filhos! – Ela se inclinou pra frente olhando pras outras, que se aproximaram dela, as quatro caras juntas. – Vocês estariam dispostas a transar com seus filhos?
- Eu desejo ter aquele pau enorme me preenchendo por completo. – Disse Laura, disposta a tudo.
- Eu adoraria tocar a bunda dele enquanto ele enfia o pau em mim, deve ficar duríssima. – Lúcia falava e sentia a calcinha molhando.
- Nossos sexos já estiveram juntos. – Disse Marta, se referindo à buceta dela e ao pau do filho. – Da próxima vez, vou que tirar toda a roupa pra ele meter com tudo.
- Pois é, como eu tava dizendo. – Disse Maria. – A gente tem que dar um jeito de fazer os paus dos nossos filhos nos darem todo o prazer possível… – Ela parou e pensou um pouco. – Vocês topariam trocar de filhos e foder com o filho da outra?
- E até com dois ao mesmo tempo! – Disse Lúcia.
- E as quatro ao mesmo tempo enfiadas no meu corpo! – Laura ria, toda excitada, igual às outras.
- Mas te falta um buraco pra enfiar todas! – Brincou Marta.
- Então que enfiem duas no mesmo buraco, e se não couber, que empurrem, que com certeza eles têm força suficiente! – Completou Maria.
Todas riam, e as bucetas delas não paravam de soltar fluidos com aquelas ideias que iam tendo.
- Então é isso. – Disse Lúcia. – Hoje à tarde a gente reúne os quatro meninos na casa da Laura às cinco horas, e lá a Maria vai dar uma bronca neles pelo que fizeram ontem. Depois, como castigo, a gente leva eles na semana que vem pra casa da serra pra limpar o jardim, com certeza o mato cresceu. Acho que passando uma semana lá, sozinhas com nossos filhos, a gente vai realizar muitos sonhos! Não é? Alguém tem problema?
Todas concordaram e começaram a preparar tudo pra deixar os maridos sozinhos em casa e partir com os filhos jovens pra maior aventura sexual que já tinham imaginado.
Passei a manhã toda com meus amigos. Primeiro fomos na casa do Três Pernas. Ficamos lá uns trinta minutos e saímos antes da mãe dele chegar.
- Entrem, entrem. – Disse Davi. – Quero que vocês vejam umas imagens… Todos pro meu quarto antes da minha mãe chegar.
Nós três sentamos na cama e ele colocou um vídeo no computador.
- Lembram da mini câmera que eu comprei? – Todos balançamos a cabeça. – Então olha pra que serve!
Na imagem aparecia o banheiro dele, e a mãe dele entrava. A imagem era de um móvel que tinha lá, e desde o começo… Todos destacamos o belo canal que as duas tetas da mãe dele formam. Ela se despiu devagar até ficar completamente nua. Pegava nas próprias tetas na frente do espelho e se admirava, orgulhosa delas. Virava de lado e se inclinava pra frente pra deixar a bunda empinada e se ver no espelho. Depois de alguns minutos se olhando, entrou no chuveiro e começou a se lavar. A gente via ela atrás do box que era transparente, mas aos poucos a imagem foi embaçando.
— Aqui eu corto, porque com a umidade embaçou e não dá mais pra ver nada disso. — Disse David.
— Porra, cara, tua mãe é mais gostosa que a minha! — Disse Eduardo. — Você vai deixar eu comer ela um dia?
— Porra, maluco! — Disse Paco. — Você é um sem-vergonha! Vocês seriam capazes de deixar a mãe de vocês transar com um amigo?
— Paco, o que acontece é que sua mãe é muito gostosa e você tem ciúmes de outro comer ela… — Eu falei, e ele ficou vermelho, uma merda com meu primo na frente.
— Porra, Paco, você é apaixonado pela sua mãe! — Eduardo zoava o amigo de forma cruel. — Ha, ha, ha! Se ontem eu mostrei minha mãe no banho é porque tô louco pra comer ela… Bom, ela e qualquer uma que aparecer na minha frente. Ultimamente fico doido com as milf igual nossas mães. Umas boas punhetas que já bati imaginando as quatro mães nos mamando e me comendo! Se isso virasse realidade, com certeza gozava na hora que elas me propusessem!
— Pois eu também sou louco por milf. — Disse David. — Mas ó, se uma novinha gostosa me entregar a buceta, eu meto. Mas imaginar nossas mães e tantas coroas gostosas que não são comidas direito… É que eu gozo só de pensar em encontrar uma dessas! E você, Suave, o que acha?
— Bom, acho que cada buceta tem suas coisas. — Falei de forma diplomática. — As milf têm mais experiência, embora desvirgar uma novinha da nossa idade também não seria ruim…
— Tá bom, Suave, você como sempre… — Disse meu primo. — Mas A questão é se você fodia a sua mãe… Kkkk.
- E a sua, se ela der mole! – Respondi desafiador. – Tenho pau e fôlego pra foder as duas ao mesmo tempo e arrebentar o cu da sua.
- Pois se ela gostar, que aproveite. – Eduardo estava desafiador e se divertindo. – Se minha mãe fosse uma puta, a buceta dela ia curtir, kkkk.
- Então proponho uma coisa. – Disse David. – Vou deixar a câmera um dia pra cada um e a gente grava nossas mães. Domingo a gente se reúne e compartilha as gravações pra todo mundo ter imagens das nossas quatro mães milf. OK?
Todos concordamos. Depois ficamos andando pela cidade, pensando nas gravações que queríamos fazer e jurando que aquelas imagens nunca sairiam do grupo. Já era quase duas da tarde quando fui pra minha casa.
Meu pai já estava sentado à mesa esperando pra comer. Minha mãe estava na cozinha, servindo a comida. Não queria chegar perto dela sozinha com medo de levar uma bronca pelo que aconteceu na noite anterior. Lavei as mãos e sentei à mesa pra esperar.
- Enrique, vem filho! – Ela me chamou da cozinha. – Me ajuda!
- Vai lá, filho, dá uma mão pra sua mãe! – Disse meu pai, e eu pensei “ontem à noite eu comi ela”.
Entrei na cozinha esperando ver qual seria a reação da minha mãe.
- Pega esses pratos e leva pra mesa! – Ela agia normal, talvez não estivesse brava. – Um pra você e outro pro seu pai.
Me aproximei pra pegá-los mais tranquilo, parecia que ela não estava irritada. Quando já ia levantá-los, a mão dela agarrou meu braço e me parou pra falar no meu ouvido.
- Hoje às cinco vamos na casa do seu amigo David, vocês estão encrencados com o que fizeram ontem… – E me soltou pra levar os pratos.
Durante a comida, o comportamento da minha mãe era normal. Não parecia brava. Naquela tarde iam nos fuzilar por causa da minha tia. Sem dúvida, de manhã as quatro tinham conversado e iam nos castigar. Todos. Certeza que minha mãe não teria pena de mim depois do que aconteceu de noite… Esperava que ela não tivesse contado pras outras mães.
Eram cinco para as dez da noite. Meu pai tinha deitado um pouco pra descansar. Minha mãe se vestiu e a gente foi pra casa dos nossos amigos. Aos poucos todo mundo chegou. As quatro mães mandaram a gente sentar no sofá da sala, nós quatro juntos, e elas ficaram de pé na nossa frente.
Uma por uma foi dando sermão, botando disciplina por ter feito aquela sacanagem com a Maria Luísa, a mãe de um dos nossos amigos. Mas a gente não tava ali, pelo menos eu não. Eu tava admirando a beleza daqueles corpos maduros. Cada uma tinha umas coisas que me excitavam. A Maria Luísa tinha se maquiado e tava com aquela cara de putona que me deixava doido. As tetonas enormes da Laura que eu tinha visto umas horas antes naquele vídeo do filho dela. O corpo artificial, mas excitante, da Lúcia, cuidado nos mínimos detalhes. E a minha mãe, que só por ser minha mãe já fazia minha luxúria crescer ao máximo, ainda mais depois que eu tinha provado os peitos dela e gozado em cima dela.
— Então, de castigo, semana que vem a gente vai pra casa da serra da Lúcia limpar e deixar tudo pronto! — A Laura falou num tom autoritário e todo mundo escutou, mesmo que só víssemos os peitos dela. — Agora vão embora daqui. E se fizerem qualquer outra putaria dessas, vão se ferrar. Entenderam? — Todo mundo concordou com a cabeça enquanto saía de casa e ia embora.
Na casa ficaram as quatro mães. Já tinham dado bronca e castigado os filhos, e tavam seguras de que eles não iam mais espionar elas.
— Bom, meninas! — Disse a Laura. — Já tão castigados! O que não sei é se vou aguentar até segunda!
— Tem que aguentar! — Falou a Maria Luísa. — Se tiver muito desesperada, bate uma como eu faço! Meu marido de novo não tá em casa e vou ter que usar o vibrador! —Pois eu também! — Disse Lúcia. — Essa noite minha buceta vai arder de tão gostosa que eu tô! Vou aguentar, com certeza!
— Pois meu marido saiu pra trabalhar à noite e com certeza essa noite ele não vai conseguir dormir. — Disse Marta. — Com certeza pelo menos uma trepada vai rolar.
— Que sorte que essa Promíscua tem! — Disse a cunhada dela.
Já tinham se passado três dias e Eduardo, Paco e eu tínhamos gravado nossas mães. Nos encontramos na minha casa e fizemos uma cópia de todos os vídeos das nossas mães pra cada um. Todos nós tínhamos quatro arquivos e depois nos separamos pra preparar tudo pra segunda-feira seguinte, quando íamos pro castigo na serra com nossas mães pra cumprir ele.
Continua...
Hormônios em Ebulição [Capítulo 3]
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Vizinha Gostosa 1-2-3-4-5-6-7.
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6 comentários - Hormonas en Ebullición [Capitulo 2]
Grx. por pasar. 😉
http://www.poringa.net/posts/relatos/2911584/Hormonas-en-Ebullicion-Capitulo-3.html
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