Hormônios em Ebulição [Capítulo 2]

Continua a história dos nossos quatro amigos e suas mães.Compartilho este relato que encontrei há vários anos.CAPÍTULOS ANTERIORES:

Hormônios em Ebulição [Capítulo 1]..........................................................................................................................................................Acordei de manhã umas nove horas. Não sabia direito o que ia rolar naquele dia. À noite, a gente tinha se masturbado, eu e minha mãe, e, embora ela não parecesse muito preocupada com o que aconteceu, eu não sabia como ela reagiria quando ficasse mais consciente de tudo.

Levantei e, depois de tomar banho, fui pra cozinha pegar algo pra comer e depois sair pra encontrar o resto da galera umas onze e meia, como todo dia. Esperava não trombar com minha mãe. Passei pela porta do quarto dela e lá estava meu pai deitado, descansando depois da noite inteira trabalhando.

Ela não tava na cozinha nem eu tinha visto ela no resto da casa, então achei que tinha saído pra comprar alguma coisa. Só consegui tomar um Toddy, porque não tava com ânimo pra quase nada e ainda queria vazar de casa rápido. Saí umas onze e dei uma volta antes de chegar na praça onde a gente sempre se encontrava.

Enquanto isso…

Marta tava fazendo compras nas lojas perto da casa dela. Já tinha comprado o necessário pro almoço daquele dia e tava indo embora pra casa. Já eram dez e meia e, com certeza, o filho preguiçoso dela ainda nem tinha levantado. Ela parou na frente de uma vitrine pra olhar as roupas novas que tinham chegado. Na cabeça dela, ficava repetindo o que tinha rolado na noite anterior com o filho. Aquilo não era certo, mas o prazer que ela tinha sentido ao ter o filho entre as pernas, esfregando o pau dele nela, fazia tempo que não sentia algo assim. Ela sentiu a buceta ficar molhada de novo só de pensar naquilo e teve que fazer um esforço pra tirar a lembrança da cabeça. À noite, o marido dela estaria em casa e ela ia transar com ele pra esquecer o que sentiu com o filho.

— Oi, Marta! — Ouviu a voz da cunhada Maria Luísa atrás dela, que a tirou bruscamente dos pensamentos. — Vai tomar um café? Preciso falar com você.

— Claro. Aconteceu alguma coisa ruim?

— Não, não, fica tranquila! É por causa das crianças…

As duas Entraram num bar que ficava perto dali. Enquanto tomavam café, Maria Luísa começou a contar pra Marta o que tinha acontecido com o filho dela na tarde anterior.

- É isso mesmo, filha, eles estavam me espionando enquanto eu tava no banheiro, subidos nos banquinhos pra me ver... - Maria falava, mas tinha algo mais que a incomodava, e Marta percebia. - Mas o pior não foi eu estar pelada... - Ela parou pra pensar no que ia dizer pra cunhada. - Olha, Marta, é que quando eu tava no banheiro, eu tava me masturbando...

- Ué, isso é normal! - Disse Marta pra acalmá-la. - Os meninos tão crescendo e por enquanto buscam sexo na fonte mais perto: nas mães deles... Com certeza vai passar quando as hormonas se acalmarem! - Marta mostrou um sorriso tranquilizador no rosto.

- Mas... - Continuou Maria, mostrando ainda mais preocupação. - Como eu te falei, quando cheguei em casa, os quatro estavam na sala. Falei com eles, recolhi as coisas que estavam pelo meio, e eles foram pro quarto do Eduardo...

- E...? - Perguntou Marta, intrigada.

- Aí fui na cozinha pra jogar fora os papéis que estavam em cima da mesa, e eles estavam molhados... - Os olhos de Maria brilharam de um jeito especial. - Sujei a mão neles e quando cheirei...

- O que aconteceu? - Marta mal podia esperar a cunhada confirmar o que a mente dela já começava a suspeitar. - O que era aquilo? As gozadas dos meninos? - Maria confirmou com a cabeça, e Marta sentiu um formigamento gostoso na racha da buceta.

- Marta, o Manolo faz tempo que não me come direito. Ele chega muito cansado do trabalho, e quando a gente transa, eu praticamente sou a boneca inflável dele, ele mete e tira até gozar e depois dorme. O cheiro dos meninos me esquentou, e eu me masturbava com o papel na mão, cheirando ele, enquanto eles me olhavam pela janela. Não sei se eles perceberam isso. Que vergonha!

- Calma, com certeza com a excitação de te ver... nua, elas nem perceberam o que você tinha na mão.

- Foi o que pensei. Ontem, com a vergonha, não consegui brigar com meu filho e só mandei ele pra cama de forma brusca, falei que hoje conversaria com ele. – Marta lembrou do que tinha feito com Enrique e que, mais cedo ou mais tarde, teria que encarar o filho e falar sobre o ocorrido. – Acordei cedo e fiquei dando voltas pensando no que dizer... sobre o que ele fez, tenho certeza que preciso castigá-lo, mas não sei se ele vai me jogar na cara que eu me masturbava com o esperma deles.

- Calma, se ele jogar na cara, você vai ter que ser mais firme pra ele não se achar. Eduardo às vezes tem umas reações muito bruscas...

Ficaram em silêncio por alguns segundos. Marta lembrou do que aconteceu com Enrique e hesitou em contar aquilo pra cunhada poder ajudar. Sem dúvida, os meninos estavam numa idade difícil e o sexo os atraía, mas que as mães fossem o centro dos desejos deles era algo obsceno e impossível, aquilo era incesto e pensar nisso fazia Marta sentir um medo terrível se a situação escapasse do controle das mães... a buceta dela ficou excitada de novo e ela se sentiu suja pelo desejo e terrivelmente molhada.

- Então entendo o que aconteceu comigo ontem à noite com meu filho... – Ela se atreveu a contar tudo pra cunhada. – Olha, ontem à noite, quando o Enrique chegou, eu tava vendo um filme de terror e pedi pra ele deitar comigo porque seu irmão tava trabalhando. A gente dormiu e eu comecei a sonhar que tava transando com um homem que não era meu marido. Nunca traí seu irmão e aquela situação me deixou muito excitada. Eu me masturbava com a mão dele e me entreguei ao desejo. Tava no paraíso e quando me dei conta, o Enrique tava em cima de mim, esfregando o pau duro dele na minha buceta.

- Nossa, Marta! – Exclamou Maria, fingindo se chocar e sentindo a luxúria da história molhar a buceta dela, que tava adormecida. – Vocês transaram? —Que bruta você é falando! — Marta repreendeu a cunhada, e aquela palavra "foderam" a excitou ainda mais. — Ele não chegou a me penetrar, mas conseguiu que eu gozasse esfregando o pau dele na minha buceta.

— Oi, meninas! — Junto a elas estava Lúcia, mãe do Paco, o gato, uma mulher linda de cinquenta anos de quem o filho herdou os olhos verdes. — Posso tomar um café com vocês?

— Claro, lógico! — Respondeu Marta. — E a Laura?

— Ela está pedindo os cafés. Vimos as crianças na praça, todos os quatro, e foram para a casa dela brincar.

Laura se aproximava entre as mesas com dois cafés nas mãos. Era a mãe do David, o de três pernas. Como era mulher, não tinha o mesmo pau, mas com certeza o pau exagerado do menino tinha a ver com as tetas enormes que ela carregava. Laura estava separada há dez anos e, graças a ter ganhado uma bolada na loteria, não precisava trabalhar e vivia confortavelmente com vários investimentos. Lúcia era casada com um médico muito conhecido e famoso que quase sempre estava trabalhando ou viajando pelo mundo dando palestras e tal. Ela sabia que o marido não era fiel, mas raramente precisava cumprir com ele no sexo e achava que cada trepada que dava com ele era seu trabalho para que ele sustentasse ela e o filho. Podia viver num lugar mais luxuoso, mas preferia morar na casa antiga da mãe, onde foi criada e onde estavam as lembranças da infância. Tinha um corpo perfeito, já que, para o marido ficar satisfeito com ela e não a largar, gastava uma grana se cuidando e tinha feito algumas plásticas para se manter gostosa.

— Oi, mães do mundo! — Disse Laura, toda zombeteira, quando chegou e largou os cafés na mesa. — Hoje tá um dia lindo!

— O que aconteceu que você tá tão animada? — Perguntou Maria Luísa.

— Cheguem mais perto, cheguem mais perto! — Disse Laura e começou a falar baixinho. – Ontem à noite meu filho chegou e quase não jantou. Foi direto pro quarto dele e se deitou. Depois de um tempo, eu fiz o mesmo e, antes de entrar no meu quarto, passei na porta dele pra ver se já tava dormindo. – Um sorriso safado e excitado se desenhou na boca dela. – A porta tava meio aberta e eu olhei sem tocar nela, porque a luz tava acesa. Meu filho tava de cueca na cama… – Ela chegou mais perto das outras pra contar um segredo e quase sussurrando disse. – Ele tava se masturbando com o pau todo pra fora!

– Mas isso é normal na idade dele! – Disse Lucía. – Nossos quatro filhos tão naquela fase em que batem uma mais que macaco. Meu Paco gasta pacotes de lenço às centenas…

– Sim, sim…! – Laura interrompeu. – Mas é que vocês não viram as leggings do meu David! Uma coisa assim! – Ela marcou com as duas mãos uma distância no ar pra elas terem uma ideia.

– Qual é, não exagera! – Disse María Luísa. – Isso só existe em filme!

– Sim, claro! – Respondeu Laura. – Me impactou tanto ver aquilo que fiquei olhando até ele gozar…

– Você é uma pervertida! – Disse Marta. – Espiar seu filho enquanto ele bate uma…

– Marta, se você tivesse visto aquela maravilha, com certeza também teria batido uma igual eu fiz junto com meu filho… – Marta ficou vermelha. – Qual é o problema? Sou eu que me masturbei espiando meu filho e não tenho vergonha…

– É que… – Marta não se atrevia a contar o que aconteceu na noite anterior. Uma coisa era a cunhada dela…

– Ontem à noite nossos filhos me espiaram enquanto eu tava no banheiro… – Disse María Luísa. – Mas tô vendo que não são só eles que tão com os hormônios alterados, vejo que a gente tem as bucetas adormecidas e eles tão acordando elas…

– Assim que tava o pau do meu pobre David! – Disse Laura. – Com certeza você provocou isso!

– Mas a puta aqui é você! – Disse María ameaçando a amiga de brincadeira. Eles foram os que me provocaram, porque deixaram os papéis com as gozadas deles por aí!

- Como assim? – Disse Lúcia. – Eles te deixaram os papéis de terem se limpado depois de baterem uma?

- Sim… – Respondeu Maria. – E o cheiro de sêmen jovem me deu um tesão tão grande que eu estava me masturbando quando eles me espiavam… O ruim é que não consegui gozar porque percebi a presença deles antes.

- E você, Marta… – Disse Laura. – Se masturbou olhando pro seu filho?

- Não, eu não precisei…

- Puxa, uma mãe normal! – Disse Lúcia.

- Não precisei… – Continuou Marta. – Porque quando acordei de um sonho molhado, meu filho estava entre minhas pernas e esfregava o pau dele na minha buceta até me fazer gozar.

- Então todas vocês caíram de algum jeito ontem à noite. – Disse Lúcia.

- E você, não? – Respondeu Maria, desprezando Lúcia por ser a mãe mais forte e que não tinha caído no desejo do filho.

- Eu ontem à noite não… – Disse Lúcia. – Ontem o Paco veio e dormiu cedo… – Um sorriso safado e excitado apareceu. – Do jeito que eu gosto. Desde que o verão começou e com a pouca roupa que ele usa, é só ver meu filho que eu fico toda arrepiada. Espero ele dormir e sento ao lado dele na cama. Toco o corpo dele, principalmente a bunda durinha, enquanto a outra mão acaricia minha buceta até eu gozar várias vezes.

- Olha só! – Disse Maria Luísa. – Então somos umas mães incestuosas que se excitam ao ver os filhos! – Ela se inclinou pra frente, olhando pras outras que se aproximaram, as quatro caras juntas. – Vocês estariam dispostas a transar com seus filhos?

- Eu desejo ter aquele pau enorme me preenchendo por completo. – Disse Laura, pronta pra tudo.

- Eu adoraria tocar a bunda dele enquanto ele enfia o pau em mim, deve ficar duríssima. – Lúcia falava e sentia a calcinha molhando.

- Nossos sexos já estiveram juntos. – Disse Marta, se referindo à buceta dela e ao pau do filho. – Da próxima vez, vou que tirar toda a roupa pra ele meter com força até o talo.

- Pois é, como eu tava dizendo. – Falou Maria. – A gente tem que dar um jeito de fazer as pirocas dos nossos filhos nos darem todo o prazer possível… – Ela parou e pensou um pouco. – Vocês topariam trocar de filhos e foder com o filho da outra?

- E até com dois ao mesmo tempo! – Disse Lúcia.

- E as quatro enfiadas no meu corpo de uma vez! – Laura ria, toda excitada, igual às outras.

- Mas te falta um buraco pra enfiar todas! – Brincou Marta.

- Então enfia duas no mesmo buraco e, se não couber, empurra que com certeza eles têm força suficiente! – Completou Maria.

Todas riam e as bucetas delas não paravam de escorrer com aquelas ideias que iam tendo.

- Então é isso. – Disse Lúcia. – Hoje à tarde a gente reúne os quatro moleques na casa da Laura às cinco horas e lá a Maria vai dar uma bronca neles pelo que fizeram ontem. Depois, de castigo, a gente leva eles na semana que vem pra casa da serra pra limpar o jardim, com certeza o mato cresceu. Acho que passando uma semana lá sozinhas com nossos filhos, a gente vai realizar muitos sonhos! Não é? Alguém tem problema?

Todas concordaram e iam preparar tudo pra deixar os maridos sozinhos em casa e partir com os filhos jovens pra maior aventura sexual que já tinham imaginado.

Passei a manhã toda com meus amigos. Primeiro fomos na casa do Três Pernas. Ficamos lá uns trinta minutos e vazamos antes da mãe dele chegar.

- Entra, entra. – Disse Davi. – Quero que vocês vejam umas imagens… Todos pro meu quarto antes da minha mãe chegar.

Nós três sentamos na cama e ele botou um vídeo no computador.

- Lembram da mini câmera que eu comprei? – Todos balançamos a cabeça. – Então olha pra que serve!

Na imagem aparecia o banheiro dele e a mãe dele entrava. A imagem era de um móvel que tem lá e desde o começo Todos destacamos o belo canal que formam os dois peitos da mãe dele. Ela se despiu aos poucos até ficar completamente nua. Pegava nos próprios peitos na frente do espelho e se admirava, orgulhosa deles. Virava de lado e se inclinava pra frente pra deixar a bunda empinada e se ver no espelho. Depois de alguns minutos se olhando, entrou no chuveiro e começou a se lavar. A gente via ela atrás do box que era transparente, mas aos poucos a imagem foi embaçando.

— Aqui eu corto, porque com a umidade embaçou e não dá mais pra ver nada disso. — Disse David.

— Porra, cara, tua mãe é mais gostosa que a minha! — Disse Eduardo. — Você vai deixar eu comer ela um dia?

— Porra, doido! — Disse Paco. — Você é um sem-vergonha! Vocês seriam capazes de deixar a mãe de vocês transar com um amigo?

— Paco, o que acontece é que sua mãe é muito gostosa e você tem ciúmes de outro comer ela… — Eu falei, e ele ficou vermelho, algo péssimo com meu primo na frente.

— Porra, Paco, você é apaixonado pela sua mãe! — Eduardo zoava o amigo de forma cruel. — Ha, ha, ha! Se ontem eu mostrei minha mãe no banho é porque sou louco pra comer ela… Bom, ela e qualquer uma que aparecer na minha frente. De uns tempos pra cá, fico doido com as mulheres milf, tipo nossas mães. Umas boas punhetas eu já bati imaginando nossas quatro mães me chupando e me comendo! Se isso virasse realidade, com certeza eu gozava só de elas me convidarem!

— Pois eu também sou louco por milf. — Disse David. — Mas olha, se uma novinha gostosa me entregar a buceta, eu meto. Mas imaginar nossas mães e tantas coroas gostosas que não são comidas direito… É que eu gozo só de pensar em encontrar uma dessas! E você, Suave, o que acha?

— Bom, acho que cada buceta tem suas coisas. — Falei de forma diplomática. — As milf têm mais experiência, embora desvirgar uma novinha da nossa idade também não seria ruim…

— Tá bom, Suave, você como sempre… — Disse meu primo. — Mas A questão é se você fodeu a sua mãe... Ha, ha, ha.

- E a sua, se ela aparecer na minha frente! – Respondi desafiador. – Tenho pau e fôlego pra foder as duas ao mesmo tempo e arrebentar o cu da sua.

- Pois se ela gostar, que aproveite. – Eduardo tava desafiador e se divertindo. – Se minha mãe fosse uma puta, a buceta dela ia curtir, ha, ha, ha.

- Então vou propor uma coisa. – Disse David. – Vou deixar a câmera um dia pra cada um e a gente grava as nossas mães. No domingo a gente se reúne e compartilha as gravações pra todo mundo ter imagens das nossas quatro mães milf. OK?

Todo mundo topou. Depois ficamos andando pela cidade, pensando nas gravações que íamos fazer e jurando que aquelas imagens nunca sairiam do grupo. Já era quase duas da tarde quando fui pra minha casa.

Meu pai já tava sentado na mesa esperando pra almoçar. Minha mãe tava na cozinha, servindo a comida. Não queria chegar perto dela sozinha com medo de levar uma bronca pelo que rolou na noite anterior. Lavei as mãos e sentei na mesa pra esperar.

- Enrique, vem filho! – Ela me chamou da cozinha. – Me ajuda!

- Vai lá, filho, dá uma mão pra sua mãe! – Disse meu pai, e eu pensei “ontem à noite eu dei uma foda nela”.

Entrei na cozinha esperando ver qual seria a reação da minha mãe.

- Pega esses pratos e leva pra mesa! – Ela agia normal, talvez não tivesse brava. – Um pra você e outro pro seu pai.

Me aproximei pra pegar eles mais tranquilo, parecia que ela não tava irritada. Quando eu ia levantar, a mão dela segurou meu braço e me parou pra falar no meu ouvido.

- Hoje às cinco vamos na casa do seu amigo David, vocês tão encrencados com o que fizeram ontem... – E me soltou pra eu levar os pratos.

Durante o almoço, o comportamento da minha mãe era normal. Não parecia brava. Naquela tarde iam nos fuzilar por causa da minha tia. Sem dúvida, de manhã as quatro tinham conversado e iam nos castigar. Todos. Certeza que minha mãe não teria pena de mim depois do que aconteceu de noite… Esperava que ela não tivesse contado pras outras mães.

Eram cinco para as dez da noite. Meu pai tinha deitado um pouco pra descansar. Minha mãe se vestiu e a gente foi pra casa dos nossos amigos. Aos poucos todo mundo chegou. As quatro mães mandaram a gente sentar no sofá da sala, nós quatro juntos, e elas ficaram de pé na nossa frente.

Uma por uma foi dando sermão, botando disciplina por ter feito aquela putaria com a María Luisa, a mãe de um dos nossos amigos. Mas a gente não tava ali, pelo menos eu não. Eu só admirava a beleza daqueles corpos maduros. Cada uma tinha coisas que me excitavam. A María Luisa tinha se maquiado e tava com aquela cara de putona que me esquentava tanto. As tetonas da Laura, que eu tinha visto umas horas antes naquele vídeo do filho dela. O corpo artificial, mas excitante, da Lucía, cuidado nos mínimos detalhes. E minha mãe, que só por ser minha mãe já fazia minha luxúria crescer ao máximo, ainda mais depois de ter provado as tetas dela e gozado em cima dela.

— Então, como castigo, semana que vem a gente vai pra casa na serra da Lucía limpar e deixar tudo pronto! — A Laura falou num tom autoritário, e todo mundo escutava, mesmo que a gente só visse as tetas dela. — Agora vão embora daqui. E se fizerem qualquer outra sacanagem desse tipo, vão se ferrar. Entenderam? — Todo mundo concordou com a cabeça enquanto saía de casa e ia embora.

Na casa ficaram as quatro mães. Já tinham xingado e castigado os filhos, e tinham certeza de que eles não iam mais espionar.

— Então, meninas! — Disse a Laura. — Já tão castigados! O que eu não sei é se vou aguentar até segunda!

— Tem que aguentar! — Falou a María Luisa. — Se tiver muito desesperada, bate uma como eu faço! Meu marido de novo não tá em casa e vou ter que apelar pro consolo! —Pois eu também! — Disse Lúcia. — Essa noite minha buceta vai arder de tão gostosa que eu tô! Vou aguentar, com certeza!

— Pois meu marido saiu pra trabalhar à noite e com certeza hoje ele não vai conseguir dormir. — Disse Marta. — Com certeza pelo menos uma trepada vai rolar.

— Que sorte essa Promíscua tem! — Disse a cunhada dela.

Já tinham se passado três dias e Eduardo, Paco e eu tínhamos gravado nossas mães. Nos encontramos na minha casa e fizemos uma cópia de todos os vídeos das nossas mães para cada um. Todos nós tínhamos quatro arquivos e depois nos separamos para preparar tudo para na segunda-feira seguinte irmos de castigo pra serra com nossas mães pra cumprir.



Continua...


Hormônios em Ebulição [Capítulo 3]



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Desculpe, não posso traduzir esse conteúdo.
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6 comentários - Hormônios em Ebulição [Capítulo 2]

Quiero ver la continuacuon del relato aslo lo mas pronto posiblee q quiero saber q pasa
Pronto publicaré el cap 3.
Grx. por pasar. 😉
@ClonAngeluzMage dale avisame cuando lo publiques
@serybren0627 3°Capítulo publicado.
http://www.poringa.net/posts/relatos/2911584/Hormonas-en-Ebullicion-Capitulo-3.html
bruno24 +1
Me estoy haciendo fan de tus relatos! +10
Espero que el capítulo 3 y 4 también te gusten.
Grx. por pasar. 😉