A Mayte não liga que seja o namorado dela

A May é a recepcionista da academia que eu frequento. Uma garota muito gostosa e bastante simpática. Ela costuma ir bem provocante pro trabalho, então é fácil nossos olhos irem atrás dela, e ela sabe muito bem disso.

Nas sextas, depois de treinar à tarde, um grupinho que inclui o namorado dela costuma ficar num bar em frente pra tomar alguma coisa e fizemos bastante amizade. Várias vezes já tínhamos combinado de jantar e sair pra beber. Ela sempre que vinha pros encontros ficava ainda mais sexy do que no trabalho, e a noite em que tudo aconteceu não seria diferente. Ela usava uma camiseta preta justa com apenas uma manga longa, uma saia curta plissada cor cáqui e meia-calça transparente que deixavam as pernas dela maravilhosas.

No jantar, eu estava sentado perto do namorado dela, o Javi, mas ela estava na outra ponta da mesa com as outras mulheres. Estávamos conversando, Javi e eu, sobre câmeras fotográficas, porque ele queria comprar uma e me pediu conselho, já que eu sou fotógrafo. Então ela sentou do nosso lado, ficando no meio da gente, e continuamos a conversa. A Mayte não parava de me tocar com as mãos, mas não de forma inocente, eram carícias bobas mas intencionais. O Javi foi ao banheiro e então a Mayte, enquanto falava comigo, apoiou a mão na minha coxa bem lá em cima, inclinando-se na minha direção. Quando o Javi voltou, ela se inclinou um pouco mais e falou no meu ouvido. Simplesmente sussurrou que pela academia corria o boato de que eu fazia fotos sensuais muito boas. Então se levantou sorrindo e foi embora. Pelo visto ela sabia que eu tinha feito sessões hot com várias garotas da academia, o que, somado às investidas dela e ao quanto ela é gostosa, estava me deixando muito excitado.

A Mayte apareceu com uma bandeja de shots. Foi distribuindo pra todo mundo e nos deixou por último. Deixou a bandeja na mesa e, como agora não tinha cadeira vazia do meu lado, sentou nas minhas pernas e, logicamente, uma das minhas mãos acabou pousada na perna dela. Depois de tomarmos o shot, ela se inclinou pra beijar o Javi, o que fez minha mão acariciar bem... sua perna coberta pela fina meia.

Depois do jantar, fomos a uma boate e lá as provocações bobas continuaram dos dois lados, porque eu já não estava me segurando e, quando podia, pegava a Mayte pela cintura para dançar ou a encostava bem para que sentisse minha ereção, mas sem ir além. Tudo deu um passo adiante um pouco depois, quando a boate fechou. O Javi já estava bem bêbado, mas sugeriu ir pra casa dele tomar a penúltima. Eu, com o tesão, aceitei logicamente, e outro casal também. Então pedimos alguns táxis e fomos.

Lá tomamos uns drinks e a Mayte, o Javi e o outro cara ainda fumaram uns baseados. A Mayte me pediu para acompanhá-la para pegar mais gelo e maconha que estavam na cozinha. Ela pegou um banquinho e subiu nele para alcançar o alto de um armário. Me pediu que a segurasse, e eu não me contive, agarrando-a por trás, bem pelos seus músculos e movendo minhas mãos um pouco pra cima e pra baixo para poder acariciá-los um pouco. A Mayte estava gostando da minha ousadia, pois me disse para agarrar mais forte, já que não queria cair. Então subi mais minhas mãos, que já quase entravam por sua saia curta. Antes de descer do banquinho, ainda havia mais uma surpresa por parte da Mayte. Ela me perguntou se ela tinha uma bunda boa para fazer uma sessão de fotos, enquanto levantou a saia, me deixando ver sua linda bunda com o fio de uma calcinha fio-dental preta e coberta pelas meias transparentes, que a deixavam ainda mais gostosa. Subi ainda mais uma das minhas mãos para acariciá-la, enquanto dizia que era perfeita para umas fotos.

Voltamos para a sala e o Javi estava quase dormindo no sofá de solteiro. A Mayte preparou um novo baseado e, depois de fumarem os três, o Javi já estava completamente dormindo. O casal, quando acabou o drink, disse que tinha que ir; por sorte, eu ainda tinha o copo cheio e isso serviu como desculpa para ficar lá. Quando a Mayte voltou de acompanhar o casal até a porta, sentou-se ao meu lado e, depois de comentar com um sorrisinho como o Javi estava dormindo, se jogou sobre mim e nos beijamos. I stood up to move us somewhere more discreet, but Mayte pulled me back down, saying no, that it turned her on having her boyfriend right there. I couldn't have been more turned on.

We started kissing, and I placed my hands on her legs. Mayte sat sideways on my lap, and I ran a hand around her waist. Like that, while we kept kissing, I could caress her legs even better. My hand crept further and further under her short skirt. I loved the feel of those stockings on Mayte's amazing thighs. I ran my hands up and down them until I reached her pussy. I'd caress it a little and then go back to her thighs, only to travel back up again.

I grabbed an ice cube and ran it over her neck. I licked the wet trail with my tongue. Her nipples got so hard, and since she wasn't wearing a bra, they showed perfectly through her tight t-shirt. I lowered my head and began licking them through the fabric. Mayte took off her t-shirt, and I couldn't do anything but devour and caress those beautiful breasts she revealed. I put my hand back on her thighs, caressing them while I feasted on her tits.

I slid my hand deep under her skirt. I caressed her pussy over her panties until I slipped my hand under her stockings and thong. My fingers played with her clit and then immediately began to finger her. While I did that, we kissed, and I kept tasting her breasts. Mayte asked me to eat her pussy, so I knelt between her legs. I was about to pull down her stockings when Mayte grabbed them at the crotch and tore a small hole. I made it bigger and, pushing her thong aside, buried my tongue in, sucking on that delicious clit. Mayte pressed my head against her, so my tongue wasn't just licking her clit anymore. It was delving deep inside that wet pussy.

I stood up. Mayte unbuttoned my pants and pulled them down along with my boxers. She grabbed my cock and began stroking me while looking at her boyfriend and telling him things about it. She slowly licked the head of my cock. com a língua dela, e de vez em quando ela me beijava com aqueles lábios maravilhosos. Minhas bolas também foram introduzidas na boca dela várias vezes. Quando ela me deixou com o pau bem duro, enfiou ele inteiro na boca e começou a chupar.

Me sentei no sofá e voltamos a nos beijar, enquanto ela me masturbava e eu acariciava suas pernas deliciosas. Mayte se colocou de quatro no sofá e voltou a me chupar. Eu adorava ver como o pau entrava e saía inteiro da boca dela. Levantei sua saia e, durante a chupada, minha mão acariciou bem sua bunda gostosa, coberta por aquelas meias macias. Cada vez que eu olhava pro lado e via o namorado dela dormindo, eu ficava ainda mais excitado, se é que isso era possível.

Mayte se ajoelhou, me deixando entre suas pernas, e nos beijamos, enquanto eu acariciava seus peitos. Mayte me perguntou se eu tinha camisinhas e, depois que eu confirmei, ela me disse para pegar. Quando eu peguei, ela agarrou meu pau e me levou até o quarto dela. Ela sentou na cama e eu fiquei na frente para que ela pudesse me chupar de novo. Ela colocou a camisinha e deitou na cama. Me joguei em cima dela e nos beijamos enquanto acariciava suas coxas. Levantei sua saia, enfiei meu pau pelo buraco das meias e, com o fio dental de lado, começamos a foder. Eu era incapaz de parar de acariciar aquelas coxas enormes enquanto fazíamos.

Me levantei da cama e pedi para Mayte ficar de quatro na beirada, com a bunda virada para mim. Levantei sua saia e comecei a acariciar aquele cuzão e a bater nele com meu pau duro. Me ajoelhei e, enquanto acariciava, mordia e beijava sua bunda. Passei meus dedos várias vezes pelo seu ânus e então perguntei se ela gostava por ali. Assim que ouvi o "sim" saindo da boca dela, peguei o buraco das meias e o alarguei até deixar seu ânus exposto. Então me levantei, joguei o fio dental dela para o lado e enfiei meu pau inteiro dentro. Se eu aumentava o ritmo do anal, Mayte gemia um pouco mais alto que o normal, então eu parava imediatamente, mas ela queria mais e mais rápido, então eu não podia fazer nada além de satisfazê-la para dar prazer a ela. Vendo que isso a deixava... Mesmo assim, eu já tinha esquecido que o namorado dela podia acordar, e simplesmente aproveitei a adrenalina pelo aspecto pervertido da situação.
Sentei na beirada da cama e ela montou em cima de mim. Enfiei meu pau na sua buceta, ela me abraçou pelo pescoço e começamos a transar. Nos beijávamos e eu mordisquei seus mamilos, enquanto minhas mãos voltavam a aproveitar aquelas coxas enormes que ela tinha. Ficamos fodendo até que a Mayte me agarrou forte pelo pescoço e disse que ia gozar. Quando ela gozou, mudei meu pau da buceta para o cu dela, ainda na mesma posição sentada. Os beijos que a Mayte me dava eram mais intensos que antes, acho que por causa do prazer que o anal estava dando a ela.
Eu percebi que também não faltava muito para eu gozar, então pedi para ela descer. Ela se ajoelhou entre minhas pernas, tirou a camisinha e me deu um boquete na velocidade máxima até que eu gozei e enchi toda a boca dela com meu sêmen. Ela engoliu tudo.

Sentou nas minhas pernas e eu voltei a acariciar suas pernas enquanto nos beijávamos. Mayte se levantou para ir ao banheiro. Eu pensei que ela fosse mijar, mas como a primeira coisa que ouvi foi a torneira da água, peguei a outra camisinha e me aproximei. Mayte estava se refrescando um pouco o rosto. Fiquei atrás dela, deixei a camisinha na pia, agarrei sua cintura e nos olhamos através do espelho. Comecei a beijar seu pescoço e minhas mãos subiram até seus peitos, que acariciei. Inclinei ela em direção à pia, e sua bunda ficou bem colada no meu pacote. Esfreguei bem nela antes de minhas mãos começarem a acariciá-la. Coloquei a camisinha e fiz um anal delicioso nela de novo. Nos olhávamos no espelho e eu podia ver a cara de prazer da Mayte. Não parei o anal até gozar dentro. Então Mayte se agachou, tirou a camisinha e limpou meu pau com sua língua e boca.

Desde aquela noite, além de ser a recepcionista da academia, Mayte é uma grande amiga e amante minha.

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