Nunca soube dos meus limites até conhecer o Juan. Ele era meu vizinho. Eu tinha me mudado da casa dos meus pais e era uma experiência nova pra mim. A gente se esbarrava no elevador e trocava olhares, mas só isso. Eu via ele quase sempre com a namorada, mas ela ainda não morava com ele. Começamos a conversar quando nos encontrávamos no parque perto do prédio onde a gente morava. Eram só papos rápidos, mas me deixavam com tesão. Cada vez que eu via ele, fazia de tudo pra chamar a atenção dele. Quando ele falava comigo, eu mordia os lábios ou roçava meus peitos com os braços.
Uma tarde, quase de noite, saí pra correr no parque e a gente se encontrou de novo, mas dessa vez foi diferente. Eu tava usando um shortinho preto apertado que mostrava minha buceta de um jeito sugestivo e uma regata branca que destacava meus mamilos. A gente sentou num daqueles bancos que têm na praça, e meu tesão aumentava cada vez que ele falava comigo, ainda mais quando a mão dele tocou minhas pernas. Eu não sabia como reagir, nunca tinha acontecido nada antes. A mão dele foi subindo entre minhas pernas e eu fiquei imóvel. A primeira coisa que fiz foi olhar pra todo lado pra ver se ninguém tava chegando perto. A mão dele chegou rápido na minha buceta e me fez tremer, fazendo eu cruzar as pernas. Com um dedo só, ele foi subindo... me tocando. Eu pedi pra ele parar, falei que iam nos ver, mas ele continuou, não tava nem aí. O dedo dele roçou meus mamilos, e eles já estavam bem duros, bem eretos. Eu olhava pra ele e não dizia nada, fiquei muda, só trocávamos olhares enquanto as mãos dele me apalpavam. Me senti nua e violada. De repente, ele se grudou em mim e levou minha mão até o volume dele. Senti ele bem duro... firme. Um grupo de pessoas passou do nosso lado e me fez cair na real. Minha respiração tinha acelerado e senti a adrenalina no corpo, uma mistura de vergonha, pudor e tesão que eu nunca tinha sentido antes. Levantei e fui embora.
Passou uma semana sem a gente se ver. Uma tarde, eu tava chegando em casa depois do trabalho e o elevador não tava funcionando. Decidi subir pelas escadas e não tinha notado que o Juan... Subia atrás de mim quando notei as mãos dele tocarem minha bunda, me assustei e me virei, dando um tapa na cara dele. Ele me olhou e enfiou as mãos por baixo do meu short, enquanto me despia com o olhar. Pedi pra ele parar, e ele disse: "cala a boca, puta". Me encostou na parede e as mãos dele começaram a me apalpar toda. Mordi os lábios dele e comecei a gemer no ouvido dele. Ele tinha despertado em mim uma sensação de prazer por me tratar como uma puta. Eu estava de fio dental, e ele foi subindo ele sem abaixar meu short, o que me fez gemer mais ainda ao sentir aquela apertada. Abri a boca num suspiro quando ele tocou minha buceta, senti a ponta dos dedos dele cravando em mim… O short foi caindo, e eu já estava me despindo na escada. Tava a poucos passos da porta do meu apê, e me aproximei rápido pra ninguém me ver quase nua. Enquanto tirava a chave e abria a porta, ele me apoiava por trás, e eu sentia o pau duro dele inteiro na minha bunda… queria me comer ali mesmo. Entramos, e a primeira coisa que ele fez foi me ajoelhar. Abri a braguilha dele com minha boquinha, olhando nos olhos dele com minha carinha de puta. Mostrei minha linguinha e passei por cima da cueca dele, encharcando e molhando ainda mais. Dava pra ver o pau dele duríssimo querendo sair, e ele ficava mais excitado ao sentir a cueca toda molhada. Ele tirou rápido, e o pau dele tava ali, apontando pra mim… pra minha boquinha… hummm. Comecei a gemer e mordi de leve a ponta do pau dele com meus dentes, sentindo eles cravarem. Ele sentiu meus lábios apertando e minha língua enrolando no pau dele… Segurou meu cabelo pra cima, puxando, o que me fez suspirar e abrir minha boquinha, e ele me engasgou com o pau dele, até o fundo, até me deixar sem ar. Eu sentia minhas lágrimas caindo sem aguentar… e adorava aquilo. Ele tirou o pau da minha boca e me obrigou a pedir mais… pau. Eu mal conseguia falar, e ele voltou a foder minha boca com o pau dele. Minha saliva escorria nas bolas dele, minhas pernas se cruzavam apertando minha buceta, me molhando ainda mais. "Quer mais, puta?" — Juan me perguntava. Eu só aceitava balançando a cabeça. e olhando nos olhos dele... ele cuspiu na minha cara e falou: continua chupando, puta... nunca tinha sido humilhada daquele jeito e isso me excitava pra caralho, dava pra ver porque eu começava a molhar mais a calcinha fio dental e escorrer entre minhas pernas... CONTINUA...
Uma tarde, quase de noite, saí pra correr no parque e a gente se encontrou de novo, mas dessa vez foi diferente. Eu tava usando um shortinho preto apertado que mostrava minha buceta de um jeito sugestivo e uma regata branca que destacava meus mamilos. A gente sentou num daqueles bancos que têm na praça, e meu tesão aumentava cada vez que ele falava comigo, ainda mais quando a mão dele tocou minhas pernas. Eu não sabia como reagir, nunca tinha acontecido nada antes. A mão dele foi subindo entre minhas pernas e eu fiquei imóvel. A primeira coisa que fiz foi olhar pra todo lado pra ver se ninguém tava chegando perto. A mão dele chegou rápido na minha buceta e me fez tremer, fazendo eu cruzar as pernas. Com um dedo só, ele foi subindo... me tocando. Eu pedi pra ele parar, falei que iam nos ver, mas ele continuou, não tava nem aí. O dedo dele roçou meus mamilos, e eles já estavam bem duros, bem eretos. Eu olhava pra ele e não dizia nada, fiquei muda, só trocávamos olhares enquanto as mãos dele me apalpavam. Me senti nua e violada. De repente, ele se grudou em mim e levou minha mão até o volume dele. Senti ele bem duro... firme. Um grupo de pessoas passou do nosso lado e me fez cair na real. Minha respiração tinha acelerado e senti a adrenalina no corpo, uma mistura de vergonha, pudor e tesão que eu nunca tinha sentido antes. Levantei e fui embora.
Passou uma semana sem a gente se ver. Uma tarde, eu tava chegando em casa depois do trabalho e o elevador não tava funcionando. Decidi subir pelas escadas e não tinha notado que o Juan... Subia atrás de mim quando notei as mãos dele tocarem minha bunda, me assustei e me virei, dando um tapa na cara dele. Ele me olhou e enfiou as mãos por baixo do meu short, enquanto me despia com o olhar. Pedi pra ele parar, e ele disse: "cala a boca, puta". Me encostou na parede e as mãos dele começaram a me apalpar toda. Mordi os lábios dele e comecei a gemer no ouvido dele. Ele tinha despertado em mim uma sensação de prazer por me tratar como uma puta. Eu estava de fio dental, e ele foi subindo ele sem abaixar meu short, o que me fez gemer mais ainda ao sentir aquela apertada. Abri a boca num suspiro quando ele tocou minha buceta, senti a ponta dos dedos dele cravando em mim… O short foi caindo, e eu já estava me despindo na escada. Tava a poucos passos da porta do meu apê, e me aproximei rápido pra ninguém me ver quase nua. Enquanto tirava a chave e abria a porta, ele me apoiava por trás, e eu sentia o pau duro dele inteiro na minha bunda… queria me comer ali mesmo. Entramos, e a primeira coisa que ele fez foi me ajoelhar. Abri a braguilha dele com minha boquinha, olhando nos olhos dele com minha carinha de puta. Mostrei minha linguinha e passei por cima da cueca dele, encharcando e molhando ainda mais. Dava pra ver o pau dele duríssimo querendo sair, e ele ficava mais excitado ao sentir a cueca toda molhada. Ele tirou rápido, e o pau dele tava ali, apontando pra mim… pra minha boquinha… hummm. Comecei a gemer e mordi de leve a ponta do pau dele com meus dentes, sentindo eles cravarem. Ele sentiu meus lábios apertando e minha língua enrolando no pau dele… Segurou meu cabelo pra cima, puxando, o que me fez suspirar e abrir minha boquinha, e ele me engasgou com o pau dele, até o fundo, até me deixar sem ar. Eu sentia minhas lágrimas caindo sem aguentar… e adorava aquilo. Ele tirou o pau da minha boca e me obrigou a pedir mais… pau. Eu mal conseguia falar, e ele voltou a foder minha boca com o pau dele. Minha saliva escorria nas bolas dele, minhas pernas se cruzavam apertando minha buceta, me molhando ainda mais. "Quer mais, puta?" — Juan me perguntava. Eu só aceitava balançando a cabeça. e olhando nos olhos dele... ele cuspiu na minha cara e falou: continua chupando, puta... nunca tinha sido humilhada daquele jeito e isso me excitava pra caralho, dava pra ver porque eu começava a molhar mais a calcinha fio dental e escorrer entre minhas pernas... CONTINUA...
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