Antes de mais nada, muito obrigado pelos comentários e pelos pontos, me motiva muito a compartilhar minhas experiências com vocês. Deixo aqui o link do relato anterior.http://www.poringa.net/posts/relatos/2906237/La-companera-nueva.htmlDepois que Rebeca saiu do banho, eu não sabia se a gente era namorados, amigos, amigos com benefícios ou o que estava rolando entre nós. Então perguntei o que ela achava, e ela foi clara: "A gente só é colega de casa e de trabalho. Podemos ser amigos também, mas isso vai depender de como as coisas andarem." Eu convidei ela pra dormir comigo, mas ela disse pra eu não confundir as coisas. Pra ser sincero, fiquei confuso, nunca tinha passado por uma situação dessas. Aquela noite passou sem maiores problemas, mas os dias seguintes no escritório foram brutais. Eu não conseguia olhar pra ela sem pensar naquela trepada foda que a gente tinha dado, e em casa não era diferente.
Umas 5 ou 6 dias depois da primeira vez que a gente transou, eu falei: "Rebeca, sinceramente, não consigo tirar você da minha cabeça. Você é uma puta gostosa na hora de trepar, espero que não se ofenda, mas como eu queria que a gente fizesse de novo." Ela me olhou e respondeu: "É, a trepada foi muito boa, na verdade nunca gozei assim, mas aquilo foi só pelo tesão que você me deu. Agora, pra ser sincera, não tô mais a fim." Eu não soube o que responder e fiquei calado. Ela foi pro quarto dela, e eu pro meu. Aí ouvi ela colocando um pornô, e me senti muito mal, pensei: "Ela prefere ver pornô do que dar pra mim." A noite passou assim, e eu dormi deprimido. Na manhã seguinte, acordei cedo e, enquanto preparava o café da manhã, ouvi ela sair do quarto. Gritei pra ela vir comer. Lá pela metade do café, ela disse: "Ei, por que você não foi pro quarto ontem à noite? Até coloquei um pornô pra te animar." Na hora, fiquei calado e falei: "Ué, você disse que não queria mais nada." Ela me olhou com cara de 'você é idiota?' e respondeu: "Olha, garoto, vou te falar uma coisa: se você realmente quer me comer, tem que me procurar, me excitar, tem que ser mais bruto e mais direto com o que quer. E não é só comigo, é com quase qualquer mulher." Fiquei calado e olhei pra ela por uns segundos. Minutos depois, continuamos tomando café da manhã e, quando ela estava lavando a louça, falei: "Então vou fazer isso, vou ser mais direto". Me joguei nela e tentei beijá-la, mas ela me afastou na hora e disse: "Eu te falei que me excita, não que me estupra". Isso me deixou bem confuso, porque na real eu era um novato nisso, e pelo resto do dia preferi deixar as coisas quietas.
Já no fim da tarde, enquanto descansava no escritório, comecei a ler alguns dos contos que têm aqui e tirei algumas ideias. Uma em particular me chamou muito a atenção — não sei se era uma história real ou não, mas era sobre uma mina que adorava pegar transporte público pra levar uns amassos e sentir como excitava os caras. Aí pensei: já que a Rebeca tinha adorado quando eu passei a mão na bunda gostosa dela, provavelmente ia ficar doida se levasse uns amassos bem dados. De noite, quando saímos, a caminho de casa, começamos a conversar sobre feiras e festivais, mas obviamente tudo foi planejado pra convidar ela pra ver uns fogos de artifício que iam ter na orla. Ela primeiro falou que não, mas aí eu disse, todo esperto: "Bom, na real eu quero ir sim. A gente se vê em casa então, que vou rápido pra pegar". Ela respondeu na hora: "E não vai me acompanhar? O apê tá muito sozinho". Eu falei que não, porque queria ir e era só uma vez por ano, então ela não teve escolha senão ir comigo. Uma coisa que me excita pra caralho é que ela sempre se veste elegante, sempre usa saias e blusas sociais ou roupas formais — isso, afff, me deixa louco. É tipo aquelas fantasias de comer uma professora ou uma secretária. Quando chegamos na orla, procuramos um lugar pra ver os fogos, mas tava tão lotado que mal achamos um cantinho perto do píer. Eu, só de pensar no meu plano, já tava duro, mas ela, como não queria estar ali, tava meio chata. Quando anunciaram no microfone que o espetáculo ia começar, Encostei nas costas dela e, disfarçadamente, comecei a esfregar minha buceta na bundinha pequena dela. Naquele dia, ela tava usando uma saia nem curta nem longa, um comprimento normal, só uns centímetros acima do joelho. Como tinha um monte de gente, era normal que empurrassem, e eu, com a desculpa de que tavam me empurrando, não falava nada. Aproveitando que tava ali, comecei a sussurrar umas frases no ouvido dela. Isso já acendeu ela na hora, porque ela começou a mexer a bundinha devagar. Eu desci minhas mãos aos poucos pelo corpo dela, passando pela cintura e depois descendo direto pros quadris, onde segurei firme e deixei ela parada por um momento. Dava pra sentir que ela queria se mexer, e eu falei no ouvido de novo: "O que foi, cê gosta de levar roçada em público?" Ela balançou a cabeça e disse que sim. Com uma das mãos, mantive ela quieta, e com a outra comecei a procurar a buceta dela por baixo da saia. Já tava toda molhada. Na hora, falei: "Ô, calma aí, se você se molhar assim, vão perceber. É isso que cê quer?" Ela ficou parada por um instante, se virou e disse: "Tô morrendo de vontade, a gente precisa ir pro apê agora." Naquele momento, ela já era toda minha. Eu falei que não, que a gente precisava ficar ali mais um pouco, e ela me olhou com uma cara de que eu sou um filho da puta. Aí eu falei: "A gente vai com uma condição." Ela me olhou estranha e disse: "O quê? O que cê quer?!" E eu respondi: "Se você fizer uma punheta por cima da calça, a gente vai pro apê." Ela me olhou com uma cara de tesão que não dava pra esconder. Como naquele momento ela já tava de frente pra mim, ela disse: "Tá bom, mas não vai gozar." E começou a fazer uma massagem muito gostosa por cima da roupa. Depois de uns minutinhos assim, eu falei: "Uff, que puta gostosa você é." E ela só me olhou com uma cara que eu não saberia descrever. Nisso, ela disse: "Vamos logo, ou vou embora com o primeiro filho da puta que eu ver pra transar." A gente pegou um táxi de volta, e enquanto íamos no caminho, não dava pra parar de nos beijar. O motorista do táxi teve um puta espetáculo, porque eu quase tava comendo ela ali mesmo. Transando ali, a gente mal tinha chegado no apê e ela já se jogou em cima de mim, me dando um beijão na boca que eu mal consegui reagir. Ela tirou minha camisa e falou: "Agora sim, você vai saber tudo que eu sei fazer". Tirei a blusa dela enquanto ela tava em cima de mim, e o que eu vi me excitou o dobro do que eu já tava. Ela não tava de sutiã nem nada, os peitinhos dela naturais, pequenos e bem redondinhos. Sem pensar duas vezes, comecei a chupar eles gostoso, os biquinhos dela tavam durinhos, sentia ela me abraçando pra eu continuar chupando aqueles peitos lindos. Meu pau já não aguentava mais dentro da calça, e eu falei: "Vem, que meu pau tá te esperando". Ela levantou, deu um passo pra trás e ajoelhou. Nisso, eu levantei e baixei a calça. Ela, como se fosse um animal, começou a me dar um boquete do caralho. Segurei a cabeça dela e comecei a movimentar pra ela engolir tudo. Ela não resistiu nada, até se apoiou nas minhas pernas pra não cair. Depois de uns minutos, ela começou a babar, tirei ele da boca dela e ela falou: "Vai, deita aí, vou te dar um presente". Eu, bem obediente, deitei no sofá. Na sequência, ela levantou minha perna e colocou minhas bolas na boca. Uffff, foi uma sensação incrível. Ela chupava minhas bolas e me punhetava, me mamava e massageava elas. E de repente, sem avisar, passou o vibrador dela no meu cu. Eu fiquei meio sem reação porque nunca tinham feito isso comigo, e ela só falou: "Vai, aproveita, porque depois quero que você me coma até não aguentar mais". Eu, meio na dúvida, deitei de novo e ela continuou com aquele boquete foda. Depois, com um dos dedos, começou a massagear meu cu, e puta merda, como tava me excitando. Sentia que meu pau ia explodir. Nisso, ela enfiou o dedo e minha reação foi apertar. Ela só riu um pouco e falou: "Calma, gostoso, você vai gozar pra caralho". Continuou enfiando o dedo um pouco enquanto me punhetava. Aí tirou o dedo, levantou e falou: "Já volto". Foi correndo pro quarto dela, e quando vi ela voltar, tava com um vibrador enorme enfiado, daqueles que elas usam. comer outras mulheres, eu parei e falei "Nem pense que vai enfiar isso em mim", e ela respondeu "Anda, filho da puta, ou será que não quer mais trepar?" eu, verdade seja dita, queria continuar, mas aquilo passava dos limites das minhas experiências passadas, ela se aproximou e começou a me bater uma punheta com uma mão enquanto com a outra me apalpava a bunda, eu tava excitado pra caralho, admito, muito confuso, mas no fim das contas muito excitado, e ela sussurrou no meu ouvido, "olha, vai ser só um pouquinho e depois você se vinga nas minhas nalgas" eu, meio sem querer, falei "Tá bom, mas devagar que nunca fiz isso" ela sorriu e disse "Então fica de quatro que você vai ver o que é bom" eu, verdade seja dita, tava com um certo medo, mas já tava ali e não podia voltar atrás, fiquei de quatro no sofá e ela falou, mas primeiro um beijinho, começou a me dar uma lambida violenta na bunda que eu já nem sabia quem era, nisso senti que com os dedos ela passou um pouco de lubrificante e encostou o consolo em mim, eu tava tão excitado com a lambida de cu que ela tinha dado que, verdade seja dita, nem pensei naquele momento, senti como se aos poucos estivesse entrando e o mais estranho é que não doía, era como se meu cu estivesse adorando receber aquela porra, e de repente ela disse "Uff, vou te montar igual você me montou outro dia" e enfiou tudo de uma vez, sentia entrando e saindo, eu, verdade seja dita, naquele momento nem pensava que tavam me comendo, pelo contrário, não aguentava de tanto prazer, sentia que a pica tava maior do que nunca e Rebeca nisso me deu um tapa na bunda e falou "Você gosta, putinha? Gosta de levar no cu?" eu sem pensar respondi que sim e ela só disse "Uff, como me excita, putinha" enquanto continuava me comendo com tudo, eu sentia que ia gozar, mas não gozava, era uma sensação tão estranha, nisso ela começou a me bater uma punheta e pelo amor de Deus, bem quando tocou na minha pica, senti meus mamilos ficarem durinhos, eu instintivamente comecei a apertá-los e tudo era um mar de prazer, sentir aquela Tremenda parada no meu cu, ela batendo uma pra mim e nos meus mamilos, por um instante nem sabia o que tava fazendo e até babava de tão excitado que tava, aí ela começou a me punhetar mais rápido e eu gozei como se fosse a primeira vez, caí exausto no sofá, tava muito cansado e excitado, ela se levantou e falou "Nossa, você é um putão, mas agora é minha vez". Eu, mesmo cansado, tava com o pau duro e a verdade é que queria mais, queria sentir aquelas bundinhas que me excitam tanto, me virei no sofá e ela disse "mas antes uma limpadinha" e começou a me fazer um boquete mais suave, eu ainda tava meio tonto, mas com toda a energia no talo, nisso joguei ela bruscamente no sofá e ela começou a falar "Ai papai, sim, faz o que quiser comigo", eu tava mais que excitado e tratei ela como uma verdadeira puta, nem medi minha força, abri as pernas dela e dei uma lambida na buceta que foi de lascar, enquanto chupava aquele clitóris lindo enfiava dois dedos, ela tava toda molhada, já tava pronta pra eu meter, nisso levantei ela e coloquei de quatro, ela falou "Filho da puta, não esquece a camisinha hein", eu nem respondi, meti de uma vez na brutalidade e dei umas palmadas que com certeza ouviram até na esquina, ela só gemia e arqueava um pouco de prazer, enquanto eu tava metendo até onde dava e mais...
Meus queridos poringa boys, é isso por hoje, tenho que fazer coisas amanhã cedo, mas se der, de noite eu posto a próxima parte pra vocês terminarem de ler. Aqui já são 3:24 da manhã.
Se tiverem algo a dizer, não hesitem em deixar um comentário, espero que tenham gostado e aguardem a próxima parte!
Umas 5 ou 6 dias depois da primeira vez que a gente transou, eu falei: "Rebeca, sinceramente, não consigo tirar você da minha cabeça. Você é uma puta gostosa na hora de trepar, espero que não se ofenda, mas como eu queria que a gente fizesse de novo." Ela me olhou e respondeu: "É, a trepada foi muito boa, na verdade nunca gozei assim, mas aquilo foi só pelo tesão que você me deu. Agora, pra ser sincera, não tô mais a fim." Eu não soube o que responder e fiquei calado. Ela foi pro quarto dela, e eu pro meu. Aí ouvi ela colocando um pornô, e me senti muito mal, pensei: "Ela prefere ver pornô do que dar pra mim." A noite passou assim, e eu dormi deprimido. Na manhã seguinte, acordei cedo e, enquanto preparava o café da manhã, ouvi ela sair do quarto. Gritei pra ela vir comer. Lá pela metade do café, ela disse: "Ei, por que você não foi pro quarto ontem à noite? Até coloquei um pornô pra te animar." Na hora, fiquei calado e falei: "Ué, você disse que não queria mais nada." Ela me olhou com cara de 'você é idiota?' e respondeu: "Olha, garoto, vou te falar uma coisa: se você realmente quer me comer, tem que me procurar, me excitar, tem que ser mais bruto e mais direto com o que quer. E não é só comigo, é com quase qualquer mulher." Fiquei calado e olhei pra ela por uns segundos. Minutos depois, continuamos tomando café da manhã e, quando ela estava lavando a louça, falei: "Então vou fazer isso, vou ser mais direto". Me joguei nela e tentei beijá-la, mas ela me afastou na hora e disse: "Eu te falei que me excita, não que me estupra". Isso me deixou bem confuso, porque na real eu era um novato nisso, e pelo resto do dia preferi deixar as coisas quietas.
Já no fim da tarde, enquanto descansava no escritório, comecei a ler alguns dos contos que têm aqui e tirei algumas ideias. Uma em particular me chamou muito a atenção — não sei se era uma história real ou não, mas era sobre uma mina que adorava pegar transporte público pra levar uns amassos e sentir como excitava os caras. Aí pensei: já que a Rebeca tinha adorado quando eu passei a mão na bunda gostosa dela, provavelmente ia ficar doida se levasse uns amassos bem dados. De noite, quando saímos, a caminho de casa, começamos a conversar sobre feiras e festivais, mas obviamente tudo foi planejado pra convidar ela pra ver uns fogos de artifício que iam ter na orla. Ela primeiro falou que não, mas aí eu disse, todo esperto: "Bom, na real eu quero ir sim. A gente se vê em casa então, que vou rápido pra pegar". Ela respondeu na hora: "E não vai me acompanhar? O apê tá muito sozinho". Eu falei que não, porque queria ir e era só uma vez por ano, então ela não teve escolha senão ir comigo. Uma coisa que me excita pra caralho é que ela sempre se veste elegante, sempre usa saias e blusas sociais ou roupas formais — isso, afff, me deixa louco. É tipo aquelas fantasias de comer uma professora ou uma secretária. Quando chegamos na orla, procuramos um lugar pra ver os fogos, mas tava tão lotado que mal achamos um cantinho perto do píer. Eu, só de pensar no meu plano, já tava duro, mas ela, como não queria estar ali, tava meio chata. Quando anunciaram no microfone que o espetáculo ia começar, Encostei nas costas dela e, disfarçadamente, comecei a esfregar minha buceta na bundinha pequena dela. Naquele dia, ela tava usando uma saia nem curta nem longa, um comprimento normal, só uns centímetros acima do joelho. Como tinha um monte de gente, era normal que empurrassem, e eu, com a desculpa de que tavam me empurrando, não falava nada. Aproveitando que tava ali, comecei a sussurrar umas frases no ouvido dela. Isso já acendeu ela na hora, porque ela começou a mexer a bundinha devagar. Eu desci minhas mãos aos poucos pelo corpo dela, passando pela cintura e depois descendo direto pros quadris, onde segurei firme e deixei ela parada por um momento. Dava pra sentir que ela queria se mexer, e eu falei no ouvido de novo: "O que foi, cê gosta de levar roçada em público?" Ela balançou a cabeça e disse que sim. Com uma das mãos, mantive ela quieta, e com a outra comecei a procurar a buceta dela por baixo da saia. Já tava toda molhada. Na hora, falei: "Ô, calma aí, se você se molhar assim, vão perceber. É isso que cê quer?" Ela ficou parada por um instante, se virou e disse: "Tô morrendo de vontade, a gente precisa ir pro apê agora." Naquele momento, ela já era toda minha. Eu falei que não, que a gente precisava ficar ali mais um pouco, e ela me olhou com uma cara de que eu sou um filho da puta. Aí eu falei: "A gente vai com uma condição." Ela me olhou estranha e disse: "O quê? O que cê quer?!" E eu respondi: "Se você fizer uma punheta por cima da calça, a gente vai pro apê." Ela me olhou com uma cara de tesão que não dava pra esconder. Como naquele momento ela já tava de frente pra mim, ela disse: "Tá bom, mas não vai gozar." E começou a fazer uma massagem muito gostosa por cima da roupa. Depois de uns minutinhos assim, eu falei: "Uff, que puta gostosa você é." E ela só me olhou com uma cara que eu não saberia descrever. Nisso, ela disse: "Vamos logo, ou vou embora com o primeiro filho da puta que eu ver pra transar." A gente pegou um táxi de volta, e enquanto íamos no caminho, não dava pra parar de nos beijar. O motorista do táxi teve um puta espetáculo, porque eu quase tava comendo ela ali mesmo. Transando ali, a gente mal tinha chegado no apê e ela já se jogou em cima de mim, me dando um beijão na boca que eu mal consegui reagir. Ela tirou minha camisa e falou: "Agora sim, você vai saber tudo que eu sei fazer". Tirei a blusa dela enquanto ela tava em cima de mim, e o que eu vi me excitou o dobro do que eu já tava. Ela não tava de sutiã nem nada, os peitinhos dela naturais, pequenos e bem redondinhos. Sem pensar duas vezes, comecei a chupar eles gostoso, os biquinhos dela tavam durinhos, sentia ela me abraçando pra eu continuar chupando aqueles peitos lindos. Meu pau já não aguentava mais dentro da calça, e eu falei: "Vem, que meu pau tá te esperando". Ela levantou, deu um passo pra trás e ajoelhou. Nisso, eu levantei e baixei a calça. Ela, como se fosse um animal, começou a me dar um boquete do caralho. Segurei a cabeça dela e comecei a movimentar pra ela engolir tudo. Ela não resistiu nada, até se apoiou nas minhas pernas pra não cair. Depois de uns minutos, ela começou a babar, tirei ele da boca dela e ela falou: "Vai, deita aí, vou te dar um presente". Eu, bem obediente, deitei no sofá. Na sequência, ela levantou minha perna e colocou minhas bolas na boca. Uffff, foi uma sensação incrível. Ela chupava minhas bolas e me punhetava, me mamava e massageava elas. E de repente, sem avisar, passou o vibrador dela no meu cu. Eu fiquei meio sem reação porque nunca tinham feito isso comigo, e ela só falou: "Vai, aproveita, porque depois quero que você me coma até não aguentar mais". Eu, meio na dúvida, deitei de novo e ela continuou com aquele boquete foda. Depois, com um dos dedos, começou a massagear meu cu, e puta merda, como tava me excitando. Sentia que meu pau ia explodir. Nisso, ela enfiou o dedo e minha reação foi apertar. Ela só riu um pouco e falou: "Calma, gostoso, você vai gozar pra caralho". Continuou enfiando o dedo um pouco enquanto me punhetava. Aí tirou o dedo, levantou e falou: "Já volto". Foi correndo pro quarto dela, e quando vi ela voltar, tava com um vibrador enorme enfiado, daqueles que elas usam. comer outras mulheres, eu parei e falei "Nem pense que vai enfiar isso em mim", e ela respondeu "Anda, filho da puta, ou será que não quer mais trepar?" eu, verdade seja dita, queria continuar, mas aquilo passava dos limites das minhas experiências passadas, ela se aproximou e começou a me bater uma punheta com uma mão enquanto com a outra me apalpava a bunda, eu tava excitado pra caralho, admito, muito confuso, mas no fim das contas muito excitado, e ela sussurrou no meu ouvido, "olha, vai ser só um pouquinho e depois você se vinga nas minhas nalgas" eu, meio sem querer, falei "Tá bom, mas devagar que nunca fiz isso" ela sorriu e disse "Então fica de quatro que você vai ver o que é bom" eu, verdade seja dita, tava com um certo medo, mas já tava ali e não podia voltar atrás, fiquei de quatro no sofá e ela falou, mas primeiro um beijinho, começou a me dar uma lambida violenta na bunda que eu já nem sabia quem era, nisso senti que com os dedos ela passou um pouco de lubrificante e encostou o consolo em mim, eu tava tão excitado com a lambida de cu que ela tinha dado que, verdade seja dita, nem pensei naquele momento, senti como se aos poucos estivesse entrando e o mais estranho é que não doía, era como se meu cu estivesse adorando receber aquela porra, e de repente ela disse "Uff, vou te montar igual você me montou outro dia" e enfiou tudo de uma vez, sentia entrando e saindo, eu, verdade seja dita, naquele momento nem pensava que tavam me comendo, pelo contrário, não aguentava de tanto prazer, sentia que a pica tava maior do que nunca e Rebeca nisso me deu um tapa na bunda e falou "Você gosta, putinha? Gosta de levar no cu?" eu sem pensar respondi que sim e ela só disse "Uff, como me excita, putinha" enquanto continuava me comendo com tudo, eu sentia que ia gozar, mas não gozava, era uma sensação tão estranha, nisso ela começou a me bater uma punheta e pelo amor de Deus, bem quando tocou na minha pica, senti meus mamilos ficarem durinhos, eu instintivamente comecei a apertá-los e tudo era um mar de prazer, sentir aquela Tremenda parada no meu cu, ela batendo uma pra mim e nos meus mamilos, por um instante nem sabia o que tava fazendo e até babava de tão excitado que tava, aí ela começou a me punhetar mais rápido e eu gozei como se fosse a primeira vez, caí exausto no sofá, tava muito cansado e excitado, ela se levantou e falou "Nossa, você é um putão, mas agora é minha vez". Eu, mesmo cansado, tava com o pau duro e a verdade é que queria mais, queria sentir aquelas bundinhas que me excitam tanto, me virei no sofá e ela disse "mas antes uma limpadinha" e começou a me fazer um boquete mais suave, eu ainda tava meio tonto, mas com toda a energia no talo, nisso joguei ela bruscamente no sofá e ela começou a falar "Ai papai, sim, faz o que quiser comigo", eu tava mais que excitado e tratei ela como uma verdadeira puta, nem medi minha força, abri as pernas dela e dei uma lambida na buceta que foi de lascar, enquanto chupava aquele clitóris lindo enfiava dois dedos, ela tava toda molhada, já tava pronta pra eu meter, nisso levantei ela e coloquei de quatro, ela falou "Filho da puta, não esquece a camisinha hein", eu nem respondi, meti de uma vez na brutalidade e dei umas palmadas que com certeza ouviram até na esquina, ela só gemia e arqueava um pouco de prazer, enquanto eu tava metendo até onde dava e mais...
Meus queridos poringa boys, é isso por hoje, tenho que fazer coisas amanhã cedo, mas se der, de noite eu posto a próxima parte pra vocês terminarem de ler. Aqui já são 3:24 da manhã.
Se tiverem algo a dizer, não hesitem em deixar um comentário, espero que tenham gostado e aguardem a próxima parte!
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