Aquele encontro no hotel foi uma grande despedida. Voltei a ver a Mariana, era inevitável morando separados só por um corredor.
Os primeiros dias foram muito difíceis, eu estava excitado, muito tarado, só queria atravessar aquele corredor, bater na porta dela e comer ela. Não pensava em mais nada. Passou uma semana e não melhorou nem um pouco, eu tava desesperado.
Um dia no elevador, cheguei perto do ouvido dela e falei: "tô com vontade de te foder até você pedir pra parar". Ela me olhou e só disse: "sou fiel, um de cada vez. Tira essas ideias da cabeça, já passou". Outro dia tentei de novo pra ver se o corpo dela se interessava pelo meu, mas não, eu tinha que me conformar que a coroa não me queria mais, que os peitos dela não seriam mais meus, que eu não sentiria a boca dela de novo.
A gente se viu de novo numa quinta à noite, eu voltava já tarde, exausto de mais um dia e sabendo que era o dia em que meus vizinhos de cima iam se ver... iam transar como se fosse o fim do mundo. Ela desceu pra abrir a porta do prédio na mesma hora que eu cheguei. Uma mulher esperava por ela, uma que eu não tinha querido imaginar pra não pensar em quem podia ser o encontro dela, em como ela seria na cama.
A gente trocou olhares, entramos eu e a amiga dela, ela se ofereceu pra dividir o elevador e nos apresentou. Nora - Andrés, um aperto de mão sem beijo (eu não tinha dado nem pra Mariana) e me permiti olhar um pouco pra ela. Alta, magra, e tenho certeza que tinha sido ainda mais magra quando jovem, tanto que provavelmente não era a garota atraente. Mariana, por outro lado, tinha sido a bombinha sensual do grupo, disso eu não tinha dúvida. Hoje aquele físico caía bem nela, suspeitei naqueles poucos segundos que ela tinha colocado silicone nos peitos, mas não quis deixar ela desconfortável, talvez não quis me excitar.
A cama dos meus vizinhos ia se desmontar, o atrito com o chão era como o de toda semana. Não sei se eles só se viam às quintas, ou se no resto dos dias transavam em outro horário com o mesmo pique enquanto eu não tava. Eu já não pensava na Mariana, pensava nela e na amiga dela, as duas juntas, uma de cada vez, tanto faz.
Passou mais de uma Bom, minhas vizinhas se foram, minha janta cedo sumiu do prato, minha noite voltou a ser chata e solitária. Mas algo foi diferente, Mariana me perguntou se eu queria passar no apê dela pra bater um papo. Não pude recusar.
Nora não parou de me olhar, eu olhava pras duas. E a conversa fiada foi desviando aos poucos pro sexo. Quando ela se levantou pra ir no banheiro, me joguei em cima da Mariana e pedi informação: "ela sabe que a gente transava?" "Sabe tudo, até que você tem pica pequena. Não incomoda ela." Fiquei gelado. Nora voltou, sentou do meu lado e continuou falando, e a gente começou devagar a se tocar, primeiro um braço, um ombro, uma mão na coxa. A gente tava pegando confiança.
Mariana cortou o papo: "vou tomar banho, lembra que daqui a pouco vem nos buscar". Nora chegou mais perto e falou: "cê fica de pau duro pela Mariana, né?... só por ela?" enquanto passava a mão na minha coxa. Já tava duro, só precisei levar a mão dela e responder sem palavras.
Um beijo na boca e minhas mãos nos peitos dela, ela respondeu abaixando meu zíper e a cabeça dela. Minha calça jeans e a cueca no joelho, o corpo dela de lado de quatro e os lábios dela fazendo mágica. Como ela chupa bem, melhor que a Mariana, mas não ia falar isso. Ela tava vestida, mas curtia o que fazia com as minhas mãos. Não era uma novinha, dava pra ver que tinha anos no corpo e na boca dela, que prazer que me dava! Enquanto ela continuava entre minhas pernas, consegui descer a calça dela, a calcinha violeta de renda me atraiu, movi meus dedos e comecei a tocar ela. Tava molhada, isso me deixou mais tesudo.
Eu tocava ela e a respiração dela mudava. Ela não aguentou e parou de chupar meu pau, ficou de joelhos no sofá. A camiseta dela voou, deixou o sutiã cair e dois peitos redondos caíram na minha cara. Quase em pé, foi descendo a calça dela. Ficou de calcinha na minha frente, nunca tinha visto uma coroa tão gostosa, era quase de cinema o corpo dela. Os peitos redondos, as pernas torneadas, a cintura fininha. Não consegui resistir a beijar aquele corpo e ela deixou eu fazer. Ouvi o barulho do pacotinho. Do forro, eu já tinha preparado. Continuei chupando os peitos dela, agarrando a bunda dela já nua enquanto ela me batia uma e finalmente colocou a camisinha em mim.
Ela se apoiou nas minhas pernas, se apertou contra o meu corpo, senti a mão dela guiar meu pau pra dentro da buceta dela, esfregou com os lábios até que eu levantei um pouco o quadril, desesperado pra entrar. Ela desceu a cintura de uma vez e gemeu. Tinha enfiado tudo que dava do meu pau. Subiu de novo, trazendo os peitos na minha cara, quase tirando meu pau de dentro, e desceu outra vez. A bunda dela quicava nas minhas pernas. Deixei ela curtir o domínio por uns minutos, depois joguei ela no sofá, de quatro. Quando levantei, vi a Mariana, toalha na mão, encostada na porta do quarto, olhando pra gente. "Continua", ela disse. Eu congelei. "Vai, eu gosto de olhar." Não sabia o que fazer.
A Nora, de joelhos, de costas pra mim, se apoiava no sofá com uma mão, com a outra se tocava, gemia, tava adorando. Não tava nem aí pra outra pessoa no quarto. A Mariana esperava eu meter meu pau duro de novo no corpo dela. Eu ainda tava ali, travado. Ela veio pro meu lado, nua por baixo da toalha, "sou fiel, fodo só com um. Mas gosto de olhar", com o mesmo tom que usou no elevador. Eu ainda tava duro. Meu pau duro, meu corpo duro. A Nora se virou, ainda de joelhos, e me chupou sem tirar a camisinha. Já tava transando na frente da Mariana sabendo que ela tava me olhando, tinha quebrado o gelo.
Passei a mão nos peitos dela, a boca dela percorreu tudo que quis beijar e consegui relaxar. Dava pra ver a Mariana assistindo a cena, esperando me ver agir no show pra uma pessoa que a gente tinha montado na sala dela. "Come ela", ela ordenou. A Nora de novo de quatro no sofá. Ela continuava se tocando, não falava, não pedia, não reclamava, olhava pra amiga, buscava os desejos dela e realizava. Meti o pau e com os dedos tentei fazer ela gozar rápido. Esqueci por um instante que éramos três, me inclinei no pescoço dela, e enquanto chupava ela Sentia as respirações dela, os gemidos e como ela soltava o orgasmo. Precisava ver ela olhando pra gente, sentada, coberta com a toalha, nos olhando extasiada. Sentia que não aguentava mais, e ela já tinha gozado, tirei ele de dentro. Tirei a camisinha e ofereci meu corpo pra minha amante que virou voyeur, que não aguentou e tava se tocando.
Nora me deu um tapa na bunda, "é tudo meu", ela disse. Molhou os lábios e mordeu um pouco o de baixo enquanto pegava meu pau, me punhetava e esperava minha gozada. Chupa ele, pedi. Não sei pra quem, pra ela, ou pra Mariana que agora via minhas costas. Fechei meus olhos e quando abri de novo, um jato de porra tava nos peitos dela.
Se limpa, Nor, vamos embora. Você, cara, vai fazer a gente se atrasar.
Os primeiros dias foram muito difíceis, eu estava excitado, muito tarado, só queria atravessar aquele corredor, bater na porta dela e comer ela. Não pensava em mais nada. Passou uma semana e não melhorou nem um pouco, eu tava desesperado.
Um dia no elevador, cheguei perto do ouvido dela e falei: "tô com vontade de te foder até você pedir pra parar". Ela me olhou e só disse: "sou fiel, um de cada vez. Tira essas ideias da cabeça, já passou". Outro dia tentei de novo pra ver se o corpo dela se interessava pelo meu, mas não, eu tinha que me conformar que a coroa não me queria mais, que os peitos dela não seriam mais meus, que eu não sentiria a boca dela de novo.
A gente se viu de novo numa quinta à noite, eu voltava já tarde, exausto de mais um dia e sabendo que era o dia em que meus vizinhos de cima iam se ver... iam transar como se fosse o fim do mundo. Ela desceu pra abrir a porta do prédio na mesma hora que eu cheguei. Uma mulher esperava por ela, uma que eu não tinha querido imaginar pra não pensar em quem podia ser o encontro dela, em como ela seria na cama.
A gente trocou olhares, entramos eu e a amiga dela, ela se ofereceu pra dividir o elevador e nos apresentou. Nora - Andrés, um aperto de mão sem beijo (eu não tinha dado nem pra Mariana) e me permiti olhar um pouco pra ela. Alta, magra, e tenho certeza que tinha sido ainda mais magra quando jovem, tanto que provavelmente não era a garota atraente. Mariana, por outro lado, tinha sido a bombinha sensual do grupo, disso eu não tinha dúvida. Hoje aquele físico caía bem nela, suspeitei naqueles poucos segundos que ela tinha colocado silicone nos peitos, mas não quis deixar ela desconfortável, talvez não quis me excitar.
A cama dos meus vizinhos ia se desmontar, o atrito com o chão era como o de toda semana. Não sei se eles só se viam às quintas, ou se no resto dos dias transavam em outro horário com o mesmo pique enquanto eu não tava. Eu já não pensava na Mariana, pensava nela e na amiga dela, as duas juntas, uma de cada vez, tanto faz.
Passou mais de uma Bom, minhas vizinhas se foram, minha janta cedo sumiu do prato, minha noite voltou a ser chata e solitária. Mas algo foi diferente, Mariana me perguntou se eu queria passar no apê dela pra bater um papo. Não pude recusar.
Nora não parou de me olhar, eu olhava pras duas. E a conversa fiada foi desviando aos poucos pro sexo. Quando ela se levantou pra ir no banheiro, me joguei em cima da Mariana e pedi informação: "ela sabe que a gente transava?" "Sabe tudo, até que você tem pica pequena. Não incomoda ela." Fiquei gelado. Nora voltou, sentou do meu lado e continuou falando, e a gente começou devagar a se tocar, primeiro um braço, um ombro, uma mão na coxa. A gente tava pegando confiança.
Mariana cortou o papo: "vou tomar banho, lembra que daqui a pouco vem nos buscar". Nora chegou mais perto e falou: "cê fica de pau duro pela Mariana, né?... só por ela?" enquanto passava a mão na minha coxa. Já tava duro, só precisei levar a mão dela e responder sem palavras.
Um beijo na boca e minhas mãos nos peitos dela, ela respondeu abaixando meu zíper e a cabeça dela. Minha calça jeans e a cueca no joelho, o corpo dela de lado de quatro e os lábios dela fazendo mágica. Como ela chupa bem, melhor que a Mariana, mas não ia falar isso. Ela tava vestida, mas curtia o que fazia com as minhas mãos. Não era uma novinha, dava pra ver que tinha anos no corpo e na boca dela, que prazer que me dava! Enquanto ela continuava entre minhas pernas, consegui descer a calça dela, a calcinha violeta de renda me atraiu, movi meus dedos e comecei a tocar ela. Tava molhada, isso me deixou mais tesudo.
Eu tocava ela e a respiração dela mudava. Ela não aguentou e parou de chupar meu pau, ficou de joelhos no sofá. A camiseta dela voou, deixou o sutiã cair e dois peitos redondos caíram na minha cara. Quase em pé, foi descendo a calça dela. Ficou de calcinha na minha frente, nunca tinha visto uma coroa tão gostosa, era quase de cinema o corpo dela. Os peitos redondos, as pernas torneadas, a cintura fininha. Não consegui resistir a beijar aquele corpo e ela deixou eu fazer. Ouvi o barulho do pacotinho. Do forro, eu já tinha preparado. Continuei chupando os peitos dela, agarrando a bunda dela já nua enquanto ela me batia uma e finalmente colocou a camisinha em mim.
Ela se apoiou nas minhas pernas, se apertou contra o meu corpo, senti a mão dela guiar meu pau pra dentro da buceta dela, esfregou com os lábios até que eu levantei um pouco o quadril, desesperado pra entrar. Ela desceu a cintura de uma vez e gemeu. Tinha enfiado tudo que dava do meu pau. Subiu de novo, trazendo os peitos na minha cara, quase tirando meu pau de dentro, e desceu outra vez. A bunda dela quicava nas minhas pernas. Deixei ela curtir o domínio por uns minutos, depois joguei ela no sofá, de quatro. Quando levantei, vi a Mariana, toalha na mão, encostada na porta do quarto, olhando pra gente. "Continua", ela disse. Eu congelei. "Vai, eu gosto de olhar." Não sabia o que fazer.
A Nora, de joelhos, de costas pra mim, se apoiava no sofá com uma mão, com a outra se tocava, gemia, tava adorando. Não tava nem aí pra outra pessoa no quarto. A Mariana esperava eu meter meu pau duro de novo no corpo dela. Eu ainda tava ali, travado. Ela veio pro meu lado, nua por baixo da toalha, "sou fiel, fodo só com um. Mas gosto de olhar", com o mesmo tom que usou no elevador. Eu ainda tava duro. Meu pau duro, meu corpo duro. A Nora se virou, ainda de joelhos, e me chupou sem tirar a camisinha. Já tava transando na frente da Mariana sabendo que ela tava me olhando, tinha quebrado o gelo.
Passei a mão nos peitos dela, a boca dela percorreu tudo que quis beijar e consegui relaxar. Dava pra ver a Mariana assistindo a cena, esperando me ver agir no show pra uma pessoa que a gente tinha montado na sala dela. "Come ela", ela ordenou. A Nora de novo de quatro no sofá. Ela continuava se tocando, não falava, não pedia, não reclamava, olhava pra amiga, buscava os desejos dela e realizava. Meti o pau e com os dedos tentei fazer ela gozar rápido. Esqueci por um instante que éramos três, me inclinei no pescoço dela, e enquanto chupava ela Sentia as respirações dela, os gemidos e como ela soltava o orgasmo. Precisava ver ela olhando pra gente, sentada, coberta com a toalha, nos olhando extasiada. Sentia que não aguentava mais, e ela já tinha gozado, tirei ele de dentro. Tirei a camisinha e ofereci meu corpo pra minha amante que virou voyeur, que não aguentou e tava se tocando.
Nora me deu um tapa na bunda, "é tudo meu", ela disse. Molhou os lábios e mordeu um pouco o de baixo enquanto pegava meu pau, me punhetava e esperava minha gozada. Chupa ele, pedi. Não sei pra quem, pra ela, ou pra Mariana que agora via minhas costas. Fechei meus olhos e quando abri de novo, um jato de porra tava nos peitos dela.
Se limpa, Nor, vamos embora. Você, cara, vai fazer a gente se atrasar.
1 comentários - Três semanas sem ela. A amiga dela.