E aí, meus queridos poringa boys, hoje quero contar uma parada que aconteceu faz um tempo. Trampo num escritório onde passo umas 8 a 10 horas sentado na frente do computador, e pra ser sincero, é um serviço bem chato. Mas uns meses atrás, tudo mudou.
Sempre fui daqueles que chegam cedo no escritório e saem tarde, bem comprometido com a empresa, mesmo estando começando a me perguntar se isso era bom. Aí um dia, chego no trampo e vejo que tem uma mina nova, uns 27 a 29 anos, uns olhos espetaculares, um rostão lindo, parecia modelo mesmo. Ela tava sentada, mas dava pra ver que era uma gostosa. Por acaso, ela ficou na mesa bem atrás da minha. Como bom colega, cheguei e cumprimentei, mas ela não parecia muito afim de fazer amizade, porque no começo só respondeu meio forçado. Naquele dia, ela foi embora cedo, já que era nova e não tinha muita carga de trabalho. Os dias foram passando, e como eu tava sempre focado no trampo, nem tinha reparado no corpo dela direito. Até que uns 6 ou 7 dias depois, levantei pra pegar água e, caralho, vi ela com uma calça justa e uma blusa também colada no corpo, meio decotada. Ela tem entre 1,60 e 1,70, não é muito curvilínea, tem pouca peita e pouca bunda, mas o que tem é bem no lugar e bem formado. O que é bem curvado são os quadris dela, puta merda, aquela calça tava no limite. Não conseguia parar de olhar, além de ser linda, é uma gostosa. Ela logo percebeu, porque virou pra me encarar, mas eu fingi demência enquanto servia a água. Voltei pra minha mesa e não parei de olhar ela pelo reflexo do monitor. Aí terminou aquele dia. Quando cheguei em casa, ainda tava tão excitado com o que vi que bati uma punheta daquelas. Sério, não sei o que ela tinha que me deixava tão louco.
Um belo dia, chegou um monte de trampo pra mim. Atrasado e tive que ficar no escritório até tarde, tava vidrado no meu monitor quando de repente ouvi alguém falar: "Como você trabalha, não cansa da vista?" Na real, me assustei porque nem tinha percebido que tinha mais alguém ali, e quando virei, vi que era ela. Falei que sim, mas que já queria terminar e preferia aguentar um pouco o cansaço só pra poder ir pra casa logo. Ela começou a dizer que os olhos dela tavam doendo porque tinha trabalhado o dia inteiro e ainda faltava muito pra acabar. Na hora, percebi que era minha chance de ser cavalheiro com ela e ver se tinha alguma oportunidade de sair ou pelo menos tentar algo. Então me ofereci pra ajudar ela a terminar mais rápido, e ela respondeu que já era muito tarde e que preferia chegar cedo no dia seguinte. Fiquei meio desanimado. Ela levantou e disse que já ia embora. Eu, por outro lado, queria mesmo terminar, então fiquei. Umas 5 minutos depois que ela saiu do escritório, ela voltou e falou: "Ei, e se você me acompanhar até o parque? Vão passar pra me pegar, e tô com um pouco de medo, já é muito tarde." Eu nem pensei duas vezes e falei que sim. Naquele dia, ela tava usando uma saia longa bem elegante e uma blusa igualmente chique. Já fora do escritório, no caminho pro parque, começamos a falar de trabalho e tal, mas num momento ela disse que não queria mais falar disso e me perguntou o que eu fazia fora do expediente. Falei que tinha acabado de me mudar pra um apê perto do escritório, mas que tava planejando me estabilizar num lugar mais fixo. Perguntei o que ela fazia, e ela contou uma história bem longa, mas resumindo: tava morando com a irmã, mas elas brigavam muito e ela tava procurando um lugar pra morar. Eu, brincando, falei que a gente podia ser colegas de apartamento, e acho que naquele momento ela tava tão desesperada que vi no olhar dela... um sorriso lindo, e ela me disse que adoraria, mas que não tinha muita grana e não queria ser um peso. Eu falei que a gente podia dividir os gastos e que pra mim não tinha problema nenhum, até disse que ia ser bom ter companhia porque morar sozinho tava sendo meio pesado. Chegamos no parque e passaram pra buscar ela. No dia seguinte, cheguei no escritório e ela tava me esperando lá fora com umas malas. Mal ia cumprimentar ela quando ela disse: "Pensei muito no que você falou e aceito sua oferta de dividir a casa". Na hora, não consegui esconder minha empolgação, e ela completou: "Mas não pensa que vai rolar nada, a gente vai ser só colegas de casa". Aquele dia no escritório passou voando, tava super animado com a ideia. Saímos e fomos pra minha casa. Naquela noite, nos viramos como deu pra nos acomodar, e aos poucos, nos dias seguintes, ela foi se instalando e a gente foi se acostumando a morar junto. Era muito estranho ter uma mulher morando na minha casa sem a gente ser nada além disso. Passou mais ou menos um mês e meio morando juntos quando, num dia de folga, eu tava em casa vendo um pornô enquanto Rebeca (vou chamar ela assim daqui pra frente) tava no escritório. A verdade é que eu tinha deixado o volume alto e, como ela só ia voltar à noite, nem me preocupei em fechar a porta ou algo assim. De repente, sem aviso, ouço ela dizer: "Tá vendo pornô?" com uma voz meio brava. Não soube reagir, fechei o laptop rápido e me cobri, e falei: "Sim, sim, desculpa, mas é que não pensei que você ia chegar tão cedo". Ela respondeu, num tom brincalhão e bravo: "Devia ter me falado, tive que ver pornô de fone esse tempo todo, e isso é muito desconfortável". Fiquei em silêncio, sem saber o que dizer. Aí ela continuou: "O quê?! Acham que mulher não vê pornô também? A gente também tem necessidades, sabia? Pra ser sincera, pensei que você era gay ou meio lerdo, porque nesse tempo todo não tentou nada". Eu falei: "Bom, não... é isso, só não queria que você se ofendesse ou algo assim, nem todas as mulheres pensam desse jeito" aí ela me disse "todas somos assim, só que umas se fazem de santinhas e outras são mais liberais" isso meio que relaxou a situação e ela falou "bom, vou indo que só vim pegar o pen drive" já de noite eu não sabia se devia ser mais ousado com ela ou o quê, mas definitivamente queria conversar sobre o assunto, esperei ela na sala e bem quando ela entrou me disse "Ei, uma pergunta" e eu falei "fala" "Você já bateu uma pensando em mim?" na verdade com um pouco de medo eu disse que sim e ela sem falar nada se aproximou e sussurrou no meu ouvido "que delícia, não quer que eu te faça uma?" enquanto passava a mão na minha entreperna, com isso já fiquei durasso (nesse ponto da história imagino que já perceberam que não sou muito bom com mulheres) aí ela me disse "ei garoto, vamos ver o que você tem aí embaixo" abaixou o zíper da minha calça e tirou ele pra fora, eu até aquele momento sempre achei que tinha ele pequeno, mas ela falou "affff que pica enorme" e começou a me masturbar enquanto mordia meus mamilos, eu já tinha estado com outras mulheres, mas ela era uma verdadeira domadora de homens, depois se aproximou e disse "quanto mede, cê sabe né" eu falei 17,5 e ela respondeu "Comprida e grossa, do jeito que eu gosto" eu sinceramente não sabia o que estava acontecendo, tava mais ocupado aproveitando o que tava rolando, nisso ela fala "deita, quero sentir você dentro de mim" eu me deitei e ela sem tirar nenhuma roupa montou em mim e começou a se soltar, tava tão molhada e apertada, eu por outro lado tentava reagir à situação, nisso ela me dá um tapa e fala "reage, porra, ter uma pica dessa não significa que você não vai fazer nada" isso não sei porquê mas me excitou pra caralho, então me levantei e deitei ela no sofá, abri as pernas dela e me meti debaixo da saia, dei uma chupada na buceta que nem eu sei de onde tirei tanta energia, ela Ela só me dizia pra continuar e que tava adorando, lembro que ela me apertava com as mãos e com as pernas pra eu não parar de lamber ela. Daí comecei a sentir um jato de água saindo, por um instante pensei que era xixi, mas aí ela falou: "por Cristo, que filho da puta você é, é o primeiro que faz eu gozar assim". Ela tava toda ofegante, aí eu falei: "não pensa que acabou", e ela só riu. Então coloquei ela de quatro, levantei a saia dela um pouco e comecei a meter como se não houvesse amanhã. Ela não parava de gemer, tava falando alguma coisa, mas não dava pra entender nada, até que ela disse: "vai filho da puta, continua me comendo". Aí eu peguei ela pela raba de cavalo e puxei pra trás, deu pra ver que ela adorou porque começou a rebolar igual uma louca. Aí me aproximei e falei: "puta vadia que você é, e eu achando que você não quebrava nem um prato". Ela falou alguma coisa, mas também não dava pra entender nada. Depois de alguns minutos metendo assim, lambi meu dedo e enfiei sem avisar no cu dela. Ela só gemeu e não falou nada. Aí falei: "olha só que puta, já deram por aqui, né?" Ela só respondeu com um "sim" que mal deu pra ouvir e pediu pra eu pegar a bolsa dela. Do jeito que dava, peguei a bolsa e comecei a tirar o que tinha, e qual não foi minha surpresa: veio um consolo de uns 20 ou 25 cm. Falei: "já sei o que você quer, mas tem que pedir, senão não tem prêmio". Ela, como pôde, pediu pra eu enfiar no cu dela. Aí respondi que ia fazer algo melhor. Tirei a pica e mandei ela virar. Pra falar a verdade, nem me reconhecia, não sei de onde tirei tanta energia. Peguei ela pela cabeça e fiz ela me dar um boquete bem gostoso. Ela tava meio alucinada, sentia a saliva dela escorrendo pelas minhas bolas e pernas. Ela acariciava minhas bolas enquanto me fazia um boquete do caralho. A puta mexia a língua como poucas fazem, e aí tirou a boca e falou: "vai filho da puta, não aguento mais, enfia no meu cu". buceta" eu coloquei ela de quatro de novo e passei a pika naquela bunda tão gostosa que ela tem, peguei o vibrador e coloquei no máximo que tinha e enfiei na pussy dela, as pernas começaram a tremer e ela caiu rendida, ficou deitada no sofá com o vibrador bem enfiado entre as pernas e eu, com tudo que tinha rolado, não aguentava mais. Então abri as nadeguinhas dela, lambi um pouco e depois enfiei a cabeça, nisso ela me fala "vai devagar", eu fui enfiando aos poucos e ela gemia já mais baixinho, quando tava na metade ela começou a rebolar e me dizia "caralho que gostoso", mexia em círculos e depois de uns 2 ou 3 minutos enfiei tudo de uma vez, ela arqueou um pouco e disse que tinha doído, eu não falei nada e comecei a meter forte, ela só se agarrava no lençol que tava no sofá e não dizia nada. Nisso eu falei "ufffff que rabão do caralho você tem, Rebeca, já não aguento mais, tá muito apertado", aí peguei de novo naquele rabo de cavalo dela e puxei, ela não parava de gritar e quando eu já tava quase gozando ela me fala "vai filho da puta, goza no meu cu", eu comecei a meter com tudo que tinha e gozei, nunca na minha vida tinha gozado tanto, fiquei largado em cima dela, aos poucos a ereção foi baixando e eu sentia a porra escorrendo da bunda dela, ela não falou mais nada na hora. Depois de uns minutos levantei e fiquei sentado, ela ficou lá deitada, dava pra ver uma cara de felicidade nela, falei que ia tomar banho e ela só balançou a cabeça que sim. Quando eu tava saindo do banho ela entrou no banheiro e falou "você é um filho da puta, já tava precisando dar uma fudida, até as pernas tão doendo", eu falei que tinha sido muito bom e que tinha me surpreendido com aquilo dela, perguntei se ela ia tomar banho e ela disse que sim, mas que eu saísse porque não queria que eu visse ela pelada, eu saí e não parei de rir por um bom tempo. Depois disso a gente se encontrou várias vezes, mas isso eu conto depois. Até mais. Espero que vocês gostem da minha história, a gente se vê em outro post.
Sempre fui daqueles que chegam cedo no escritório e saem tarde, bem comprometido com a empresa, mesmo estando começando a me perguntar se isso era bom. Aí um dia, chego no trampo e vejo que tem uma mina nova, uns 27 a 29 anos, uns olhos espetaculares, um rostão lindo, parecia modelo mesmo. Ela tava sentada, mas dava pra ver que era uma gostosa. Por acaso, ela ficou na mesa bem atrás da minha. Como bom colega, cheguei e cumprimentei, mas ela não parecia muito afim de fazer amizade, porque no começo só respondeu meio forçado. Naquele dia, ela foi embora cedo, já que era nova e não tinha muita carga de trabalho. Os dias foram passando, e como eu tava sempre focado no trampo, nem tinha reparado no corpo dela direito. Até que uns 6 ou 7 dias depois, levantei pra pegar água e, caralho, vi ela com uma calça justa e uma blusa também colada no corpo, meio decotada. Ela tem entre 1,60 e 1,70, não é muito curvilínea, tem pouca peita e pouca bunda, mas o que tem é bem no lugar e bem formado. O que é bem curvado são os quadris dela, puta merda, aquela calça tava no limite. Não conseguia parar de olhar, além de ser linda, é uma gostosa. Ela logo percebeu, porque virou pra me encarar, mas eu fingi demência enquanto servia a água. Voltei pra minha mesa e não parei de olhar ela pelo reflexo do monitor. Aí terminou aquele dia. Quando cheguei em casa, ainda tava tão excitado com o que vi que bati uma punheta daquelas. Sério, não sei o que ela tinha que me deixava tão louco.
Um belo dia, chegou um monte de trampo pra mim. Atrasado e tive que ficar no escritório até tarde, tava vidrado no meu monitor quando de repente ouvi alguém falar: "Como você trabalha, não cansa da vista?" Na real, me assustei porque nem tinha percebido que tinha mais alguém ali, e quando virei, vi que era ela. Falei que sim, mas que já queria terminar e preferia aguentar um pouco o cansaço só pra poder ir pra casa logo. Ela começou a dizer que os olhos dela tavam doendo porque tinha trabalhado o dia inteiro e ainda faltava muito pra acabar. Na hora, percebi que era minha chance de ser cavalheiro com ela e ver se tinha alguma oportunidade de sair ou pelo menos tentar algo. Então me ofereci pra ajudar ela a terminar mais rápido, e ela respondeu que já era muito tarde e que preferia chegar cedo no dia seguinte. Fiquei meio desanimado. Ela levantou e disse que já ia embora. Eu, por outro lado, queria mesmo terminar, então fiquei. Umas 5 minutos depois que ela saiu do escritório, ela voltou e falou: "Ei, e se você me acompanhar até o parque? Vão passar pra me pegar, e tô com um pouco de medo, já é muito tarde." Eu nem pensei duas vezes e falei que sim. Naquele dia, ela tava usando uma saia longa bem elegante e uma blusa igualmente chique. Já fora do escritório, no caminho pro parque, começamos a falar de trabalho e tal, mas num momento ela disse que não queria mais falar disso e me perguntou o que eu fazia fora do expediente. Falei que tinha acabado de me mudar pra um apê perto do escritório, mas que tava planejando me estabilizar num lugar mais fixo. Perguntei o que ela fazia, e ela contou uma história bem longa, mas resumindo: tava morando com a irmã, mas elas brigavam muito e ela tava procurando um lugar pra morar. Eu, brincando, falei que a gente podia ser colegas de apartamento, e acho que naquele momento ela tava tão desesperada que vi no olhar dela... um sorriso lindo, e ela me disse que adoraria, mas que não tinha muita grana e não queria ser um peso. Eu falei que a gente podia dividir os gastos e que pra mim não tinha problema nenhum, até disse que ia ser bom ter companhia porque morar sozinho tava sendo meio pesado. Chegamos no parque e passaram pra buscar ela. No dia seguinte, cheguei no escritório e ela tava me esperando lá fora com umas malas. Mal ia cumprimentar ela quando ela disse: "Pensei muito no que você falou e aceito sua oferta de dividir a casa". Na hora, não consegui esconder minha empolgação, e ela completou: "Mas não pensa que vai rolar nada, a gente vai ser só colegas de casa". Aquele dia no escritório passou voando, tava super animado com a ideia. Saímos e fomos pra minha casa. Naquela noite, nos viramos como deu pra nos acomodar, e aos poucos, nos dias seguintes, ela foi se instalando e a gente foi se acostumando a morar junto. Era muito estranho ter uma mulher morando na minha casa sem a gente ser nada além disso. Passou mais ou menos um mês e meio morando juntos quando, num dia de folga, eu tava em casa vendo um pornô enquanto Rebeca (vou chamar ela assim daqui pra frente) tava no escritório. A verdade é que eu tinha deixado o volume alto e, como ela só ia voltar à noite, nem me preocupei em fechar a porta ou algo assim. De repente, sem aviso, ouço ela dizer: "Tá vendo pornô?" com uma voz meio brava. Não soube reagir, fechei o laptop rápido e me cobri, e falei: "Sim, sim, desculpa, mas é que não pensei que você ia chegar tão cedo". Ela respondeu, num tom brincalhão e bravo: "Devia ter me falado, tive que ver pornô de fone esse tempo todo, e isso é muito desconfortável". Fiquei em silêncio, sem saber o que dizer. Aí ela continuou: "O quê?! Acham que mulher não vê pornô também? A gente também tem necessidades, sabia? Pra ser sincera, pensei que você era gay ou meio lerdo, porque nesse tempo todo não tentou nada". Eu falei: "Bom, não... é isso, só não queria que você se ofendesse ou algo assim, nem todas as mulheres pensam desse jeito" aí ela me disse "todas somos assim, só que umas se fazem de santinhas e outras são mais liberais" isso meio que relaxou a situação e ela falou "bom, vou indo que só vim pegar o pen drive" já de noite eu não sabia se devia ser mais ousado com ela ou o quê, mas definitivamente queria conversar sobre o assunto, esperei ela na sala e bem quando ela entrou me disse "Ei, uma pergunta" e eu falei "fala" "Você já bateu uma pensando em mim?" na verdade com um pouco de medo eu disse que sim e ela sem falar nada se aproximou e sussurrou no meu ouvido "que delícia, não quer que eu te faça uma?" enquanto passava a mão na minha entreperna, com isso já fiquei durasso (nesse ponto da história imagino que já perceberam que não sou muito bom com mulheres) aí ela me disse "ei garoto, vamos ver o que você tem aí embaixo" abaixou o zíper da minha calça e tirou ele pra fora, eu até aquele momento sempre achei que tinha ele pequeno, mas ela falou "affff que pica enorme" e começou a me masturbar enquanto mordia meus mamilos, eu já tinha estado com outras mulheres, mas ela era uma verdadeira domadora de homens, depois se aproximou e disse "quanto mede, cê sabe né" eu falei 17,5 e ela respondeu "Comprida e grossa, do jeito que eu gosto" eu sinceramente não sabia o que estava acontecendo, tava mais ocupado aproveitando o que tava rolando, nisso ela fala "deita, quero sentir você dentro de mim" eu me deitei e ela sem tirar nenhuma roupa montou em mim e começou a se soltar, tava tão molhada e apertada, eu por outro lado tentava reagir à situação, nisso ela me dá um tapa e fala "reage, porra, ter uma pica dessa não significa que você não vai fazer nada" isso não sei porquê mas me excitou pra caralho, então me levantei e deitei ela no sofá, abri as pernas dela e me meti debaixo da saia, dei uma chupada na buceta que nem eu sei de onde tirei tanta energia, ela Ela só me dizia pra continuar e que tava adorando, lembro que ela me apertava com as mãos e com as pernas pra eu não parar de lamber ela. Daí comecei a sentir um jato de água saindo, por um instante pensei que era xixi, mas aí ela falou: "por Cristo, que filho da puta você é, é o primeiro que faz eu gozar assim". Ela tava toda ofegante, aí eu falei: "não pensa que acabou", e ela só riu. Então coloquei ela de quatro, levantei a saia dela um pouco e comecei a meter como se não houvesse amanhã. Ela não parava de gemer, tava falando alguma coisa, mas não dava pra entender nada, até que ela disse: "vai filho da puta, continua me comendo". Aí eu peguei ela pela raba de cavalo e puxei pra trás, deu pra ver que ela adorou porque começou a rebolar igual uma louca. Aí me aproximei e falei: "puta vadia que você é, e eu achando que você não quebrava nem um prato". Ela falou alguma coisa, mas também não dava pra entender nada. Depois de alguns minutos metendo assim, lambi meu dedo e enfiei sem avisar no cu dela. Ela só gemeu e não falou nada. Aí falei: "olha só que puta, já deram por aqui, né?" Ela só respondeu com um "sim" que mal deu pra ouvir e pediu pra eu pegar a bolsa dela. Do jeito que dava, peguei a bolsa e comecei a tirar o que tinha, e qual não foi minha surpresa: veio um consolo de uns 20 ou 25 cm. Falei: "já sei o que você quer, mas tem que pedir, senão não tem prêmio". Ela, como pôde, pediu pra eu enfiar no cu dela. Aí respondi que ia fazer algo melhor. Tirei a pica e mandei ela virar. Pra falar a verdade, nem me reconhecia, não sei de onde tirei tanta energia. Peguei ela pela cabeça e fiz ela me dar um boquete bem gostoso. Ela tava meio alucinada, sentia a saliva dela escorrendo pelas minhas bolas e pernas. Ela acariciava minhas bolas enquanto me fazia um boquete do caralho. A puta mexia a língua como poucas fazem, e aí tirou a boca e falou: "vai filho da puta, não aguento mais, enfia no meu cu". buceta" eu coloquei ela de quatro de novo e passei a pika naquela bunda tão gostosa que ela tem, peguei o vibrador e coloquei no máximo que tinha e enfiei na pussy dela, as pernas começaram a tremer e ela caiu rendida, ficou deitada no sofá com o vibrador bem enfiado entre as pernas e eu, com tudo que tinha rolado, não aguentava mais. Então abri as nadeguinhas dela, lambi um pouco e depois enfiei a cabeça, nisso ela me fala "vai devagar", eu fui enfiando aos poucos e ela gemia já mais baixinho, quando tava na metade ela começou a rebolar e me dizia "caralho que gostoso", mexia em círculos e depois de uns 2 ou 3 minutos enfiei tudo de uma vez, ela arqueou um pouco e disse que tinha doído, eu não falei nada e comecei a meter forte, ela só se agarrava no lençol que tava no sofá e não dizia nada. Nisso eu falei "ufffff que rabão do caralho você tem, Rebeca, já não aguento mais, tá muito apertado", aí peguei de novo naquele rabo de cavalo dela e puxei, ela não parava de gritar e quando eu já tava quase gozando ela me fala "vai filho da puta, goza no meu cu", eu comecei a meter com tudo que tinha e gozei, nunca na minha vida tinha gozado tanto, fiquei largado em cima dela, aos poucos a ereção foi baixando e eu sentia a porra escorrendo da bunda dela, ela não falou mais nada na hora. Depois de uns minutos levantei e fiquei sentado, ela ficou lá deitada, dava pra ver uma cara de felicidade nela, falei que ia tomar banho e ela só balançou a cabeça que sim. Quando eu tava saindo do banho ela entrou no banheiro e falou "você é um filho da puta, já tava precisando dar uma fudida, até as pernas tão doendo", eu falei que tinha sido muito bom e que tinha me surpreendido com aquilo dela, perguntei se ela ia tomar banho e ela disse que sim, mas que eu saísse porque não queria que eu visse ela pelada, eu saí e não parei de rir por um bom tempo. Depois disso a gente se encontrou várias vezes, mas isso eu conto depois. Até mais. Espero que vocês gostem da minha história, a gente se vê em outro post.
3 comentários - La compañera nueva