Bom, faz um tempo que estou aqui nessa comunidade maravilhosa, mas não participei muito. Só que agora, por questões pessoais, estou com bastante tempo livre e escrevi algumas experiências que vou compartilhar com vocês.
É o seguinte: desde muito cedo meus desejos sexuais despertaram, e a obsessão que cresceu em mim pela minha vizinha foi enorme. Tudo começou quando nos mudamos com minha família para um bairro do governo, onde as casas são uma do lado da outra (dividindo a parede). Na época, eu devia ter uns onze ou doze anos, não conhecíamos ninguém, até que ela apareceu: uma morena linda, com um sorriso no rosto maravilhoso, uma bunda divina, peitos caidinhos. O mais interessante: uma mulher divorciada que, na minha inocência, me fazia acreditar que eu teria chance.
Minha adolescência foi foda, não posso reclamar, mas a vontade por ela era enorme. Por questões de convivência, minha mãe e ela ficaram muito amigas, então ela estava sempre na minha casa ou a gente ia na dela. Tenho que admitir que não foi fácil com ela, porque durante todo esse tempo ela teve vários ficantes, e meu quarto ficava do lado do dela. Então, além da raiva por todos os caras que ela pegava, ouvir ela gemer de prazer à noite me deixava puto e ao mesmo tempo me excitava.
Várias vezes cuidamos da casa dela nas férias, e eu era o encarregado de ir sempre, o que eu adorava porque tinha acesso ao quarto dela. Quando ficava excitado por qualquer motivo, pegar as calcinhas dela, sentir o cheiro, era a melhor coisa. As punhetas que eu bati e roubei uma fio dental que nunca devolvi e ela também nunca reclamou, haha. Depois fui atrás de mais, procurava outras coisas que me excitavam na época, e acabei encontrando brinquedos, fotos... sabia que ela era bem puta. Mas comigo, ela me tratava como sobrinho, com carinho, mas de forma materna. Sempre foi muito agarrada, e isso não me ajudava porque me deixava excitado. Em casa, ninguém nunca desconfiou dos meus desejos por ela.
O dia foi... A festa de 15 anos da filha, uma festa normal, família, amigos e a gente como mais uma família pra eles. Eu já tinha 19 anos, e ela 37 do outro lado. Em vez de olhar pra aniversariante, meus olhos estavam na mãe. Quando vi ela entrar no salão, acho que não fui muito discreto naquele momento. Ela tava com um vestido preto, colado no corpo, um decote nas costas que me matou. Uma senhora, e eu não imaginava o que podia rolar, mas naquele momento eu falei pra mim mesmo: essa gostosa é minha, como um desejo.
Depois de tantos anos de punheta dedicada a ela, não imaginava o que estava por vir.
Pela nossa relação tão próxima, eu sabia toda a história dela. Então na hora do brinde, óbvio que cumprimentei a aniversariante, me aproximei dela e dediquei umas palavras pessoais que a deixaram sem graça. Ela me olhou e disse: "Meu menino, você tá um homem feito, tão maduro pra sua idade, sabe que a gente sempre vai estar aqui." A verdade é que não gostei muito do que ela disse, então comecei a jogar pesado, já convencido de que era minha chance. Enquanto ela me abraçava, eu segurei ela firme pela cintura e puxei pra perto de mim, falei: "Sabe que já não sou mais nenhum menino", enquanto a segurava forte. Ela me olhou como quem diz "lembra quem eu sou", veio alguém cumprimentar ela e eu me afastei.
Chega o melhor momento da festa, a dança. Vejo que ela não tava dançando. Pra isso, minha família já tava indo embora e eu ia ficar sozinho porque tinha que ajudar a arrumar quando tudo terminasse. Vejo que é minha hora e convido ela pra dançar. Tudo bem, como dança uma tia com um sobrinho: risadas, conversa, dança em roda, trenzinho, Ricky Maravilla, haja. E já começava a cumbia, que permite mais um roçamento. Então, aos poucos, vou me aproximando. E numa volta que eu faço ela girar, encosto. Senti toda aquela bunda que eu tanto desejei por anos. Ela se virou rápido, eu continuei insistindo com as encostadas e segurando ela pela cintura. Aí ela pede pra ir pegar uma bebida porque tava sem ar, haja. Na conversa, ela me diz: "Agora como se dança, hein? Ela me apoia muito e fica se tocando bastante, eu só dou risada. Pego ela e voltamos pra pista, toca uma música e começa o cuarteto, que dança melhor pra transar, hehe é minha única chance. Com cuidado pra fazer a tarefa fina, as músicas vão passando e ela vai se soltando, já passei a pica na bunda dela milhões de vezes e é quando ela começa a me procurar e me oferece a raba. A gente vai descendo, rebolando, apertei ela contra mim várias vezes e ela nunca negou ou mostrou rejeição. O melhor de tudo é que ninguém percebia ou reparava no que tava rolando.
Minha última jogada: começo a me aproximar do ouvido dela e tentar roubar um beijo. Pensando friamente, uma burrice — festa de 15, cheio de gente e a mãe da aniversariante se beijando comigo, mas beleza, tinha bebido uns copos a mais. É aí que ela me para e fala: "O que você tá fazendo?" Eu digo: "Desculpa", só isso, e ela volta com o discurso: "Você é como um filho pra mim, sua mãe, blá blá..." haha. Paramos de dançar e eu penso: "Fodeu, já era."
Bom, a festa termina por ordem municipal, tem que desmontar tudo. Eu sem vontade nenhuma de ajudar, mas beleza, foi por isso que tinha ficado. Depois de várias viagens carregando coisas, era a penúltima viagem e ela fala: "Me acompanha, tem coisas pesadas pra descer." Eu vou. No caminho, era como se tivéssemos esquecido o que tinha rolado, a única coisa que a gente mencionava era como tudo tinha saído bem e como a filha tava feliz. Aí ela para num posto de gasolina, e eu mais nervoso do que nunca, sabia que não ia falar nada, mas tinha ficado parecendo um otário.
Chegamos na casa dela, do lado da minha, haha. Descemos tudo e peço desculpa pelo que aconteceu, e ela, como se estivesse esperando o momento pra ter a mesma conversa, volta com o papo: "Você é meu menininho..." Mas eu, no baile, vi a vontade que ela tinha. E me aproximo e falo: "Já não sou mais um menininho." E vou me aproximando mais, ela em silêncio, olhando surpresa, e eu falo de novo: "Não sou seu menininho, não quero ser. Quero ser seu homem." Nesse Pego ela pela cintura e puxo pra perto de mim, a gente fica de frente uma pra outra, ela fala que é loucura, pra parar, volta atrás e diz que eu sou um homem, mas que não pode por causa da história que a gente tem, fala que sua mãe tá do lado. É aí que eu solto uma frase clichê que vi no Face e lembrei: "melhor se arrepender do que fez do que do que não aconteceu" – era mais ou menos isso, mas ela entendeu. Pelo jeito que me olhava, vi na cara dela que já tinha se entregado. Então beijo ela e ela faz o mesmo, com uma paixão, a gente se pega como se não faltasse vontade. Ela ri e fala "já era", e a gente vai pro quarto dela. Enquanto passamos por um corredor curto, no caminho, empurro ela contra a parede e encosto toda a pica na bunda dela, que já tava com uma ereção foda. Ela pega na minha mão e a gente entra. A gente se beija, e ela se joga na cama, no mesmo lugar onde tantas vezes me toquei pensando nela. Me jogo em cima dela, tudo tava se realizando. Ela pede pra ajudar a tirar o vestido, então levanto e ela vira de costas. Desabotoo, o vestido cai devagar, e eu já tava no céu. Começo a beijar o pescoço dela e vou descendo pelas costas. Ela fica de pé, e eu faço o mesmo por trás, enquanto a gente se segurava pelas mãos, eu esfregava toda a bunda na pica. Ela vira e abaixa pra desabotoar minha calça, antes afrouxa o cinto. Me empurra, enquanto tira minha cueca, levanta um pouco minha camisa, começa a lamber meu abdômen, e começa chupando minhas bolas. O paraíso era real, via que minha vizinha, aquele corpo escultural, tava me fazendo um boquete foda. Ela pedia silêncio, eu pensava "não sei como você vai fazer, sua filha da puta, se você geme pra caralho" haha. Ela chega no meu ouvido e fala: "tô molhadinha, quando você começou a crescer, comecei a te querer". Sobe em cima de mim e começa a cavalgar, me olhava, a safada, e eu todo bobo de prazer. Depois de um tempo assim, falo pra ela ficar de quatro, começo Devagar, começando a meter com força pra ir aumentando o ritmo. Eu tava morrendo de vontade de gritar, mas me segurava. Mesmo assim, tampei a boca dela pra não fazer barulho, kkk. Virei ela e coloquei as pernas dela nos meus ombros... Meti tão forte até gozar. Mesmo assim, não liguei quando ela pediu pra gozar fora porque tava sem camisinha, mas não consegui me controlar. Perguntei se ela tinha gozado, e ela disse que sim, várias vezes, kkk. A gente só ria, mas tudo abafado pra não fazer barulho e ninguém ouvir do outro lado. Ela falou pra eu me trocar e ir pra casa, que precisava voltar pro salão buscar o que faltava. Nos despedimos na porta com um beijo, e ela disse: "Amanhã a gente fala, vem de tarde tomar chimarrão, minha filha não vai estar, vai dormir na casa de uma amiga."
A história continuou por uns três anos, sempre escondido, até que teve que acabar. Primeiro porque ela conheceu alguém da idade dela, com quem tá agora, e depois porque já não era mais a mesma coisa, o tesão tinha meio que se perdido.
É o seguinte: desde muito cedo meus desejos sexuais despertaram, e a obsessão que cresceu em mim pela minha vizinha foi enorme. Tudo começou quando nos mudamos com minha família para um bairro do governo, onde as casas são uma do lado da outra (dividindo a parede). Na época, eu devia ter uns onze ou doze anos, não conhecíamos ninguém, até que ela apareceu: uma morena linda, com um sorriso no rosto maravilhoso, uma bunda divina, peitos caidinhos. O mais interessante: uma mulher divorciada que, na minha inocência, me fazia acreditar que eu teria chance.
Minha adolescência foi foda, não posso reclamar, mas a vontade por ela era enorme. Por questões de convivência, minha mãe e ela ficaram muito amigas, então ela estava sempre na minha casa ou a gente ia na dela. Tenho que admitir que não foi fácil com ela, porque durante todo esse tempo ela teve vários ficantes, e meu quarto ficava do lado do dela. Então, além da raiva por todos os caras que ela pegava, ouvir ela gemer de prazer à noite me deixava puto e ao mesmo tempo me excitava.
Várias vezes cuidamos da casa dela nas férias, e eu era o encarregado de ir sempre, o que eu adorava porque tinha acesso ao quarto dela. Quando ficava excitado por qualquer motivo, pegar as calcinhas dela, sentir o cheiro, era a melhor coisa. As punhetas que eu bati e roubei uma fio dental que nunca devolvi e ela também nunca reclamou, haha. Depois fui atrás de mais, procurava outras coisas que me excitavam na época, e acabei encontrando brinquedos, fotos... sabia que ela era bem puta. Mas comigo, ela me tratava como sobrinho, com carinho, mas de forma materna. Sempre foi muito agarrada, e isso não me ajudava porque me deixava excitado. Em casa, ninguém nunca desconfiou dos meus desejos por ela.
O dia foi... A festa de 15 anos da filha, uma festa normal, família, amigos e a gente como mais uma família pra eles. Eu já tinha 19 anos, e ela 37 do outro lado. Em vez de olhar pra aniversariante, meus olhos estavam na mãe. Quando vi ela entrar no salão, acho que não fui muito discreto naquele momento. Ela tava com um vestido preto, colado no corpo, um decote nas costas que me matou. Uma senhora, e eu não imaginava o que podia rolar, mas naquele momento eu falei pra mim mesmo: essa gostosa é minha, como um desejo.
Depois de tantos anos de punheta dedicada a ela, não imaginava o que estava por vir.
Pela nossa relação tão próxima, eu sabia toda a história dela. Então na hora do brinde, óbvio que cumprimentei a aniversariante, me aproximei dela e dediquei umas palavras pessoais que a deixaram sem graça. Ela me olhou e disse: "Meu menino, você tá um homem feito, tão maduro pra sua idade, sabe que a gente sempre vai estar aqui." A verdade é que não gostei muito do que ela disse, então comecei a jogar pesado, já convencido de que era minha chance. Enquanto ela me abraçava, eu segurei ela firme pela cintura e puxei pra perto de mim, falei: "Sabe que já não sou mais nenhum menino", enquanto a segurava forte. Ela me olhou como quem diz "lembra quem eu sou", veio alguém cumprimentar ela e eu me afastei.
Chega o melhor momento da festa, a dança. Vejo que ela não tava dançando. Pra isso, minha família já tava indo embora e eu ia ficar sozinho porque tinha que ajudar a arrumar quando tudo terminasse. Vejo que é minha hora e convido ela pra dançar. Tudo bem, como dança uma tia com um sobrinho: risadas, conversa, dança em roda, trenzinho, Ricky Maravilla, haja. E já começava a cumbia, que permite mais um roçamento. Então, aos poucos, vou me aproximando. E numa volta que eu faço ela girar, encosto. Senti toda aquela bunda que eu tanto desejei por anos. Ela se virou rápido, eu continuei insistindo com as encostadas e segurando ela pela cintura. Aí ela pede pra ir pegar uma bebida porque tava sem ar, haja. Na conversa, ela me diz: "Agora como se dança, hein? Ela me apoia muito e fica se tocando bastante, eu só dou risada. Pego ela e voltamos pra pista, toca uma música e começa o cuarteto, que dança melhor pra transar, hehe é minha única chance. Com cuidado pra fazer a tarefa fina, as músicas vão passando e ela vai se soltando, já passei a pica na bunda dela milhões de vezes e é quando ela começa a me procurar e me oferece a raba. A gente vai descendo, rebolando, apertei ela contra mim várias vezes e ela nunca negou ou mostrou rejeição. O melhor de tudo é que ninguém percebia ou reparava no que tava rolando.
Minha última jogada: começo a me aproximar do ouvido dela e tentar roubar um beijo. Pensando friamente, uma burrice — festa de 15, cheio de gente e a mãe da aniversariante se beijando comigo, mas beleza, tinha bebido uns copos a mais. É aí que ela me para e fala: "O que você tá fazendo?" Eu digo: "Desculpa", só isso, e ela volta com o discurso: "Você é como um filho pra mim, sua mãe, blá blá..." haha. Paramos de dançar e eu penso: "Fodeu, já era."
Bom, a festa termina por ordem municipal, tem que desmontar tudo. Eu sem vontade nenhuma de ajudar, mas beleza, foi por isso que tinha ficado. Depois de várias viagens carregando coisas, era a penúltima viagem e ela fala: "Me acompanha, tem coisas pesadas pra descer." Eu vou. No caminho, era como se tivéssemos esquecido o que tinha rolado, a única coisa que a gente mencionava era como tudo tinha saído bem e como a filha tava feliz. Aí ela para num posto de gasolina, e eu mais nervoso do que nunca, sabia que não ia falar nada, mas tinha ficado parecendo um otário.
Chegamos na casa dela, do lado da minha, haha. Descemos tudo e peço desculpa pelo que aconteceu, e ela, como se estivesse esperando o momento pra ter a mesma conversa, volta com o papo: "Você é meu menininho..." Mas eu, no baile, vi a vontade que ela tinha. E me aproximo e falo: "Já não sou mais um menininho." E vou me aproximando mais, ela em silêncio, olhando surpresa, e eu falo de novo: "Não sou seu menininho, não quero ser. Quero ser seu homem." Nesse Pego ela pela cintura e puxo pra perto de mim, a gente fica de frente uma pra outra, ela fala que é loucura, pra parar, volta atrás e diz que eu sou um homem, mas que não pode por causa da história que a gente tem, fala que sua mãe tá do lado. É aí que eu solto uma frase clichê que vi no Face e lembrei: "melhor se arrepender do que fez do que do que não aconteceu" – era mais ou menos isso, mas ela entendeu. Pelo jeito que me olhava, vi na cara dela que já tinha se entregado. Então beijo ela e ela faz o mesmo, com uma paixão, a gente se pega como se não faltasse vontade. Ela ri e fala "já era", e a gente vai pro quarto dela. Enquanto passamos por um corredor curto, no caminho, empurro ela contra a parede e encosto toda a pica na bunda dela, que já tava com uma ereção foda. Ela pega na minha mão e a gente entra. A gente se beija, e ela se joga na cama, no mesmo lugar onde tantas vezes me toquei pensando nela. Me jogo em cima dela, tudo tava se realizando. Ela pede pra ajudar a tirar o vestido, então levanto e ela vira de costas. Desabotoo, o vestido cai devagar, e eu já tava no céu. Começo a beijar o pescoço dela e vou descendo pelas costas. Ela fica de pé, e eu faço o mesmo por trás, enquanto a gente se segurava pelas mãos, eu esfregava toda a bunda na pica. Ela vira e abaixa pra desabotoar minha calça, antes afrouxa o cinto. Me empurra, enquanto tira minha cueca, levanta um pouco minha camisa, começa a lamber meu abdômen, e começa chupando minhas bolas. O paraíso era real, via que minha vizinha, aquele corpo escultural, tava me fazendo um boquete foda. Ela pedia silêncio, eu pensava "não sei como você vai fazer, sua filha da puta, se você geme pra caralho" haha. Ela chega no meu ouvido e fala: "tô molhadinha, quando você começou a crescer, comecei a te querer". Sobe em cima de mim e começa a cavalgar, me olhava, a safada, e eu todo bobo de prazer. Depois de um tempo assim, falo pra ela ficar de quatro, começo Devagar, começando a meter com força pra ir aumentando o ritmo. Eu tava morrendo de vontade de gritar, mas me segurava. Mesmo assim, tampei a boca dela pra não fazer barulho, kkk. Virei ela e coloquei as pernas dela nos meus ombros... Meti tão forte até gozar. Mesmo assim, não liguei quando ela pediu pra gozar fora porque tava sem camisinha, mas não consegui me controlar. Perguntei se ela tinha gozado, e ela disse que sim, várias vezes, kkk. A gente só ria, mas tudo abafado pra não fazer barulho e ninguém ouvir do outro lado. Ela falou pra eu me trocar e ir pra casa, que precisava voltar pro salão buscar o que faltava. Nos despedimos na porta com um beijo, e ela disse: "Amanhã a gente fala, vem de tarde tomar chimarrão, minha filha não vai estar, vai dormir na casa de uma amiga."
A história continuou por uns três anos, sempre escondido, até que teve que acabar. Primeiro porque ela conheceu alguém da idade dela, com quem tá agora, e depois porque já não era mais a mesma coisa, o tesão tinha meio que se perdido.
6 comentários - Vizinha gostosa depois do baile