Aldana é uma mulher de 25 anos. Solteira, pelo que sei. Amiga de um amigo meu, o Walter, que também é amigo do meu irmão.
Meu irmão e o Walter começaram a trampar juntos há uns anos, hoje em dia são inseparáveis. Todas as semanas, ou a cada 15 dias, eles se juntam pra comer com mais amigos e amigas.
Uma quarta-feira, eles se reuniram na casa do meu irmão, em São Paulo. Me convidaram, como sempre (não vou muito); mas dessa vez fui. Tinha umas 20 pessoas, entre amigos em comum e amigos de amigos que sempre aparecem nessas resenhas. Entre eles estava a Aldana, morena, 1,70m mais ou menos, olhos verdes, cabelo longo, lindíssima!!!
Enquanto jantávamos, tudo normal, a gente zoava entre os conhecidos e conversava com gente nova... Depois da sobremesa, tipo 1 da manhã, começamos a organizar uma saída. Eu não trampava no dia seguinte, então entrei na zoeira, fomos pra um bar/balada tranquila, pra tomar umas e dar uma mexida (não danço, então tanto faz kkk).
Fui no meu carro com meu amigo Ezequiel, quando chegamos os outros já estavam sentados numa mesa longa perto do balcão tomando uns espumantes. Nos juntamos à mesa (estava Aldana e as amigas dela) do lado do Walter e do meu irmão.
Continuamos dançando e tomando uns drinks, e do nada o Walter se aproxima e me fala:
— Vem aqui que tenho que te contar uma coisa — ele já estava meio alterado, então nem entendi direito.
— Que foi, Walter? — ele me leva pra perto do banheiro.
— Ei, sabe que estavam perguntando de você...
— Ah, é? Quem? — nem imaginava quem poderia ser.
— Olha — ele aponta pra pista, mais precisamente pra Aldana. — Já sabe onde tem que mirar.
— Beleza, valeu — ainda surpreso, foi tudo que consegui dizer.
Imediatamente comecei a pensar no que diabos fazer, sou casado há 4 anos e não tô mal, mas também sou muito tarado e uma gostosa dessas se oferecendo assim na sua vida (ainda não acredito kkk)...
Vou pro banheiro pra pensar um pouco, eram 3 da manhã, então... que pelo menos 2 ou 3 horinhas a mais de liberdade eu tinha antes de voltar pra casa. Saio do banheiro e agarro meu amigo que tinha vindo comigo no carro:
- Cara, preciso dar um rolê.
- Que foi? Aconteceu alguma coisa?
Contei pra ele.
- Vou ver o que posso fazer, se for assim como o Walter falou, vou me mandar logo.
- Beleza, se você não voltar até as 6, peço pro seu irmão me levar.
- Valeu, mano, obrigado.
Com a aprovação do Ezequiel, me dirijo até ela. Tava com as amigas, todas gatas, mas sem dúvida ela era a que tinha entrado na minha cabeça e eu só conseguia pensar nisso.
Me aproximo com um drink na mão e entro na roda com meu irmão e o Walter. Ela, toda safada, rebolando como nunca, eu a mil.
Ela me olha e eu encaro firme, como se dissesse "você sabe que se pudesse, já te bagunçava toda", com aquela habilidade que as gostosas têm de te deixar maluco num instante. Dançamos um pouco até que ela vai pro lado dos banheiros. Obviamente, vou atrás dela que nem um louco.
Fico do lado de fora do banheiro, fazendo cara de bobo, até que ela sai e me vê:
- Ei, tudo bem?
- Tudo, e você? - falo sem tirar os olhos por um segundo daqueles lindos olhos verdes dela.
- Tudo, um pouco cansada já... - faz carinha de coitadinha.
- Ah, é? Trampo pesado hoje?
- É, e aqui tá meio parado - era verdade, no bar tinha pouca gente.
- Eu também tava meio na fossa. Quer beber alguma coisa?
- Sei lá, porque não sei o que as meninas vão fazer - pensei que tudo tava perdido.
- Ah, beleza, se quiser a gente vai pra lá, elas tão sentadas com os caras.
- Você faz o que aqui? Não tava casado? - continuava me afundando aos poucos.
- É, mas agora tô solteiro, por assim dizer.
- Ahhh, hahaha - ela dá uma risada, como se dissesse "não pode ser puro papo furado".
- E você, como é que tá?
- Nada, solteira, de boa.
- Olha só, sem compromisso.
- Claro, é isso aí.
- Então, não quer beber nada?
- Sei lá, o que você vai trazer? - voltei a ver uma luz no fim do túnel, haha.
Imediatamente fui até o bar. e com toda a dor do mundo gastei 350 pila num shampoo, tudo por essa gatinha infernal que eu tava tentando pegar.
- Olha - mostro o troféu
- Bom, assim até que eu fico pra tomar alguma coisa com você - ela faz cara de menininha
Continuamos conversando enquanto bebíamos, eu já tava meio alterado então com o shampoo já tava meio alegre, ela bem mais alegre mas ainda consciente.
- Quer tomar outra? - pergunto já querendo ir embora
- Mmmm não, não sei o que vou fazer
- Bom, se quiser eu tô de carro
- Ah é? Você veio sozinho?
- (desculpa Eze) sim, vim sozinho, se quiser te levo. Você tá de que?
- Vamo, vamo! Eu vim com as amigas, mas sem problema - meio gol já tá feito.
- Vou pegar minha jaqueta e já volto.
- Sim, eu também
Saí voando, peguei minha jaqueta que já nem tava ligando, dei tchau pro Ezequiel, Walter e pro meu irmão. Cheguei na saída e lá tava ela esperando. Apontei onde tava meu carro, subimos e aí começou a putaria:
- Pra onde vamos? Pra sua casa?
- Não sei, você dirige - ela me olha como dizendo, se me levar pra minha casa te mato
- Bom, então eu escolho
- Haha vamo, você decide
Saimos do estacionamento e começamos a andar, eu morava a 15 minutos do bar, no meio do caminho continuamos conversando até que chega o momento inevitável:
- Você é amigo do Walter?
- Sim, sim, ele trabalha com meu irmão, a gente se conhece há muito tempo - imagino que ela já saiba que o Walter falou dela pra mim, afinal ela mesma deve ter mandado ele falar comigo.
- Ele é um cara legal
- Sim, gente fina
- Eu confio muito nele
- Sim, eu também, ele falou bem de você - aí já tinha chutado o formigueiro
- Ah é? E o que ele disse? - ela ficou provocante
- Não sabe o que ele pode ter dito? - falo eu insinuando que ela tinha planejado
- Não, não sei
- Bom, não importa, só falou bem de você
- E você o que acha de mim? - ela vira pro meu assento me encarando fixo
- Bom, te conheço agora mas se tem uma coisa que tenho certeza é que você é linda
- Obrigada, você também é lindo - ela toca na minha perna, quase explodi. para-brisa da gostosa que eu tô levando
Começa a me acariciar, impossível me concentrar em dirigir com essa visão. A gente começa a se beijar e a se esfregar bem gostoso, quero parar em qualquer lugar, não tô nem aí.
Entramos no primeiro hotel que encontro perto de onde estamos, subimos sem olhar nada ao nosso redor. Começamos a transar, ela é linda, um corpo todo trabalhado (depois fico sabendo que ela faz pole dance ou dança do cano pra falar na nossa língua) com curvas perfeitas. Ela se mexe como se nunca tivesse dado essa bucetinha, e solta um gemido tão gostoso que dá pra ouvir a três quarteirões de distância, coloco ela de quatro e gozo também.
Deitamos por uns minutos e imediatamente partimos pro segundo round, dessa vez mais tranquilos os dois por ter tirado a vontade absurda que a gente vinha acumulando na viagem. Ela se move de um jeito incrível, goza pela segunda vez e chupa meu pau de um jeito lindo, enfia até o fundo, é uma putinha. E depois de mamar, engole toda a porra como se fosse água. Quero ficar pra dormir, pra viver, pra comer ela de novo! mas já são 6 e 30, tenho que chegar em casa.
Continua....(?)
Meu irmão e o Walter começaram a trampar juntos há uns anos, hoje em dia são inseparáveis. Todas as semanas, ou a cada 15 dias, eles se juntam pra comer com mais amigos e amigas.
Uma quarta-feira, eles se reuniram na casa do meu irmão, em São Paulo. Me convidaram, como sempre (não vou muito); mas dessa vez fui. Tinha umas 20 pessoas, entre amigos em comum e amigos de amigos que sempre aparecem nessas resenhas. Entre eles estava a Aldana, morena, 1,70m mais ou menos, olhos verdes, cabelo longo, lindíssima!!!
Enquanto jantávamos, tudo normal, a gente zoava entre os conhecidos e conversava com gente nova... Depois da sobremesa, tipo 1 da manhã, começamos a organizar uma saída. Eu não trampava no dia seguinte, então entrei na zoeira, fomos pra um bar/balada tranquila, pra tomar umas e dar uma mexida (não danço, então tanto faz kkk).
Fui no meu carro com meu amigo Ezequiel, quando chegamos os outros já estavam sentados numa mesa longa perto do balcão tomando uns espumantes. Nos juntamos à mesa (estava Aldana e as amigas dela) do lado do Walter e do meu irmão.
Continuamos dançando e tomando uns drinks, e do nada o Walter se aproxima e me fala:
— Vem aqui que tenho que te contar uma coisa — ele já estava meio alterado, então nem entendi direito.
— Que foi, Walter? — ele me leva pra perto do banheiro.
— Ei, sabe que estavam perguntando de você...
— Ah, é? Quem? — nem imaginava quem poderia ser.
— Olha — ele aponta pra pista, mais precisamente pra Aldana. — Já sabe onde tem que mirar.
— Beleza, valeu — ainda surpreso, foi tudo que consegui dizer.
Imediatamente comecei a pensar no que diabos fazer, sou casado há 4 anos e não tô mal, mas também sou muito tarado e uma gostosa dessas se oferecendo assim na sua vida (ainda não acredito kkk)...
Vou pro banheiro pra pensar um pouco, eram 3 da manhã, então... que pelo menos 2 ou 3 horinhas a mais de liberdade eu tinha antes de voltar pra casa. Saio do banheiro e agarro meu amigo que tinha vindo comigo no carro:
- Cara, preciso dar um rolê.
- Que foi? Aconteceu alguma coisa?
Contei pra ele.
- Vou ver o que posso fazer, se for assim como o Walter falou, vou me mandar logo.
- Beleza, se você não voltar até as 6, peço pro seu irmão me levar.
- Valeu, mano, obrigado.
Com a aprovação do Ezequiel, me dirijo até ela. Tava com as amigas, todas gatas, mas sem dúvida ela era a que tinha entrado na minha cabeça e eu só conseguia pensar nisso.
Me aproximo com um drink na mão e entro na roda com meu irmão e o Walter. Ela, toda safada, rebolando como nunca, eu a mil.
Ela me olha e eu encaro firme, como se dissesse "você sabe que se pudesse, já te bagunçava toda", com aquela habilidade que as gostosas têm de te deixar maluco num instante. Dançamos um pouco até que ela vai pro lado dos banheiros. Obviamente, vou atrás dela que nem um louco.
Fico do lado de fora do banheiro, fazendo cara de bobo, até que ela sai e me vê:
- Ei, tudo bem?
- Tudo, e você? - falo sem tirar os olhos por um segundo daqueles lindos olhos verdes dela.
- Tudo, um pouco cansada já... - faz carinha de coitadinha.
- Ah, é? Trampo pesado hoje?
- É, e aqui tá meio parado - era verdade, no bar tinha pouca gente.
- Eu também tava meio na fossa. Quer beber alguma coisa?
- Sei lá, porque não sei o que as meninas vão fazer - pensei que tudo tava perdido.
- Ah, beleza, se quiser a gente vai pra lá, elas tão sentadas com os caras.
- Você faz o que aqui? Não tava casado? - continuava me afundando aos poucos.
- É, mas agora tô solteiro, por assim dizer.
- Ahhh, hahaha - ela dá uma risada, como se dissesse "não pode ser puro papo furado".
- E você, como é que tá?
- Nada, solteira, de boa.
- Olha só, sem compromisso.
- Claro, é isso aí.
- Então, não quer beber nada?
- Sei lá, o que você vai trazer? - voltei a ver uma luz no fim do túnel, haha.
Imediatamente fui até o bar. e com toda a dor do mundo gastei 350 pila num shampoo, tudo por essa gatinha infernal que eu tava tentando pegar.
- Olha - mostro o troféu
- Bom, assim até que eu fico pra tomar alguma coisa com você - ela faz cara de menininha
Continuamos conversando enquanto bebíamos, eu já tava meio alterado então com o shampoo já tava meio alegre, ela bem mais alegre mas ainda consciente.
- Quer tomar outra? - pergunto já querendo ir embora
- Mmmm não, não sei o que vou fazer
- Bom, se quiser eu tô de carro
- Ah é? Você veio sozinho?
- (desculpa Eze) sim, vim sozinho, se quiser te levo. Você tá de que?
- Vamo, vamo! Eu vim com as amigas, mas sem problema - meio gol já tá feito.
- Vou pegar minha jaqueta e já volto.
- Sim, eu também
Saí voando, peguei minha jaqueta que já nem tava ligando, dei tchau pro Ezequiel, Walter e pro meu irmão. Cheguei na saída e lá tava ela esperando. Apontei onde tava meu carro, subimos e aí começou a putaria:
- Pra onde vamos? Pra sua casa?
- Não sei, você dirige - ela me olha como dizendo, se me levar pra minha casa te mato
- Bom, então eu escolho
- Haha vamo, você decide
Saimos do estacionamento e começamos a andar, eu morava a 15 minutos do bar, no meio do caminho continuamos conversando até que chega o momento inevitável:
- Você é amigo do Walter?
- Sim, sim, ele trabalha com meu irmão, a gente se conhece há muito tempo - imagino que ela já saiba que o Walter falou dela pra mim, afinal ela mesma deve ter mandado ele falar comigo.
- Ele é um cara legal
- Sim, gente fina
- Eu confio muito nele
- Sim, eu também, ele falou bem de você - aí já tinha chutado o formigueiro
- Ah é? E o que ele disse? - ela ficou provocante
- Não sabe o que ele pode ter dito? - falo eu insinuando que ela tinha planejado
- Não, não sei
- Bom, não importa, só falou bem de você
- E você o que acha de mim? - ela vira pro meu assento me encarando fixo
- Bom, te conheço agora mas se tem uma coisa que tenho certeza é que você é linda
- Obrigada, você também é lindo - ela toca na minha perna, quase explodi. para-brisa da gostosa que eu tô levando
Começa a me acariciar, impossível me concentrar em dirigir com essa visão. A gente começa a se beijar e a se esfregar bem gostoso, quero parar em qualquer lugar, não tô nem aí.
Entramos no primeiro hotel que encontro perto de onde estamos, subimos sem olhar nada ao nosso redor. Começamos a transar, ela é linda, um corpo todo trabalhado (depois fico sabendo que ela faz pole dance ou dança do cano pra falar na nossa língua) com curvas perfeitas. Ela se mexe como se nunca tivesse dado essa bucetinha, e solta um gemido tão gostoso que dá pra ouvir a três quarteirões de distância, coloco ela de quatro e gozo também.
Deitamos por uns minutos e imediatamente partimos pro segundo round, dessa vez mais tranquilos os dois por ter tirado a vontade absurda que a gente vinha acumulando na viagem. Ela se move de um jeito incrível, goza pela segunda vez e chupa meu pau de um jeito lindo, enfia até o fundo, é uma putinha. E depois de mamar, engole toda a porra como se fosse água. Quero ficar pra dormir, pra viver, pra comer ela de novo! mas já são 6 e 30, tenho que chegar em casa.
Continua....(?)
3 comentários - Una chica llamada Aldana...
Hubiera estado bueno que le dediques más a los detalles en el telo....
Y porque no alguna imágen...
Saludos y ojalá siga