Fala, meu nome é Miriam e vou contar pra vocês o que rolou uma noite com meu irmão e umas amigas… foi o começo de tudo. Tenho 22 anos, corpo normal, meio magrinha, cabelo liso e comprido castanho escuro e uns peitos bonitos, verdade seja dita, faço bastante sucesso com os caras. Meu irmão Raúl tem 18 anos, deu um estirão danado e é um baita homenzinho de 1,85m e corpo atlético, porque joga futebol. Tava uma noite em casa com minhas amigas Pili e Nuria, meus pais tinham viajado no fim de semana e a casa era toda minha e do meu irmão, minhas amigas eram da minha idade e muito parecidas, a real é que nós três éramos aquelas patricinhas típicas que tentam estar na moda e querem agradar todos os caras do mundo. As três estávamos solteiras na época, a última a entrar na solteirice fui eu, porque meu ex me chifrou com outra. A noite começou abrindo umas pizzas e tomando umas cervejas.
— "Então, meninas, um brinde à solteirice!" – disse a Nuria com a cerveja levantada.
— "À solteirice!" – gritaram todas.
— "Que nojo de homem, não dá pra confiar neles" – falou a Pili.
— "É, tá claro que tem que usar e descartar, partir pra outro, são uns porcos" – falei eu.
— "Calma, gurias" – disse a Nuria tirando uma caixinha da bolsa – "que essa noite a gente vai se acabar com esse presentinho que meu primo Jose me deu" e mostrou a maconha que tava na caixinha.
— "Aiii que delícia, essa noite a gente vai ficar muito doidona, bora Miriam, liga a Mtv pra criar o clima" – falou a Pili.
A primeira hora passou entre um baseado e outro e uma cervejinha e outra, as três amigas já estavam meio "alegrinhas" e não paravam de xingar os homens, principalmente os ex-namorados. A Nuria deu uma pausa e foi ao banheiro – "Meninas? Me deixem ausentar uns segundos, vou ao banheiro… não acendam outro baseado até eu voltar, hein??"
— "Ok, fechado" – responderam.
— "Então Miriam, é isso, a real é que os caras são nojentos, só servem pra foder, e meu ex nem pra isso, por isso cansei dele"
-"Do meu só sinto falta das noites de sexo que a gente tinha, mas ele é muito mulherengo… embora tenha uma pica do caralho, isso sim" respondi.
-"A verdade é que já faz um tempo que estamos solteiras e, pra mim, pelo menos uma trepada não cairia mal."
-"É isso aí, amiga, você tem toda razão, a gente tem que sair pra aprontar e ver o que a gente pega" falei.
-"Anda, Miriam, tira essa Mtv que já tá me irritando, procura um canal pornô pra gente ficar de sacanagem"
-"Vamos ver o que eu acho" e comecei a zapear com o controle até encontrar um canal pornô onde umas mulheres faziam de juízas com uns caras pelados, pra ver quem tinha a maior e, pra eles crescerem, iam tocando e fazendo umas coisinhas pra excitar eles.
-"Aí Miriam, aí, olha que picas que esses caras têm, que grandes e grossas, seu ex tinha uma assim?"
-"Tá de brincadeira? Ele bem que queria e eu também, a dele é grande, mas igual a desses, esses se dopam hahahaha."
-"Você acha que um dia a gente vai pegar um cara desses com uma piroca gigante?"
-"Porra, espero que sim, pelo menos antes de sossegar, pelo menos uma vez na vida" falei.
-"Meninas, meninas, meninaaaaaaas…" Dizia a Nuria vindo a passos rápidos pra sala e balançando a mão pra elas não falarem alto.
-"O que foi, piranha" disse a Pili, "quanto tempo você demorou, garota"
-"Aposto que vocês não sabem o que acabei de ver" disse a Nuria. "Bom, não sei se é efeito dos baseados, mas antes de entrar no banheiro, vi que a luz lá dentro tava acesa e me aproximei sem fazer barulho e lá estava seu irmão, Miriam."
-"Uff, que filha da puta" disse a Pili.
-"O negócio é que fiquei lá sem fazer barulho, o Raúl tinha acabado de tomar banho, tava de cueca e secando a cabeça com a toalha…"
-"Não me diga que você ficou escondida pra ver meu irmão pelado, Nuria" Interrompi.
-"Que nada, que nada… bom, sei lá, pra ver e pronto, o negócio é que ele se virou, mas é claro, ela não me viu porque ainda estava com a toalha na cabeça, e eu pude ver ele de frente… puta merda!! Que paquete do caralho, impressionante, o cara marca mais que toureiro. Pili, seu irmão, Miriam, deve ter uma pica monstruosa"
-"Porra" disse Pili "então aquele pivete é bem dotado?"
-"Isso é do baseado, tia" eu falei "mas meu irmão é um fedelho"
-"Pois juro pra vocês que o volume na cueca era gigante, nunca vi nada igual, imagina como deve ser quando ele fica duro, hein??, tenho certeza que é maior que a daqueles atores pornô"
-"Sim, e chifre" eu disse "aquele idiota com 17 anos como vai ter uma igual a desses atores pornô, cê não vê como eles têm… porra, que duras que são, hahahaha"
Nisso, Raúl saiu do banheiro e sem dizer nada entrou no quarto dele.
-"Meu irmão é muito criança, meninas, agora mesmo vai passar horas jogando videogame"
-"Miriam" disse Nuria "Eu sei o que vi, não é efeito do baseado, seu irmão é um superdotado, não sei por que vocês não acreditam em mim, me irrita essa desconfiança de vocês… vai, chama ele e a gente convida pra uma cervejinha"
-"Cê tá louca" eu falei "que que meu irmão tem a ver com a gente aqui?"
-"Vai sim" disse Pili "deixa o guri vir, quem sabe a gente convence ele a mostrar a rola hahahahaha e aí a gente vê uma pica"
-"Isso aí, deixa ele mostrar e se for verdade vocês pagam minhas próximas bebedeiras"
-"Ah é?" eu falei "e como a gente faz pra ele mostrar? Como eu falo isso? Vocês são umas… Raúllllllllllllllllllll!!!!!" gritei pro meu irmão a plenos pulmões.
Momentos depois, Raúl apareceu com uma camiseta e um short de esporte "Fala, pirralha, o que você quer… vai, mas o que vocês tão vendo?? Hahaha que doideira"
-"já viu, anão" eu falei, era assim que a gente se chamava "Nada, a Nuria disse que como a gente tem muita cerveja, se você quiser tomar uma"
"Uma cerveja com vocês? E o que mais, desde quando você me considera, pirralha? Passo, passo, tô no videogame"
-"Já falei pra vocês, meninas" respondi "Meu irmão é muito criança Ainda é um pivete que..."
— "Raúl" — disse Nuria — "se quiser, pode fumar um baseado também, a gente convida."
— "Nuria!!!" — gritei, dando um tapa na bunda dela.
— "Mas, piriguete, cê acha que eu nunca fumei um beck? Cê viaja, tia, por um baseadinho eu fico sim, kkkk."
Acenderam mais dois baseados: um pro Raúl, que não quis dividir com elas, e outro pras três. E assim os minutos foram passando, e elas pegaram mais um baseado, e Raúl também tomou umas cervejas.
— "Ô, minas, que merda de viadagem vocês tão vendo? Não tem algum esporte num canal gringo?"
— "Qual é, mano" — disse Pili — "tamo na festa e queremos ver um pornô, pra ver umas pirocas que não existem no mundo real."
— "É porque" — interrompeu Nuria — "essas pirocas dos filmes pornô são de borracha, certeza, não existem, né Raúl? Você, no máximo, deve ter metade do tamanho daqueles caras."
— "E você já sabe, tia, vai nessa, eu tenho o dobro do tamanho desses viadinhos, pra você ficar sabendo."
— "É sim, e mais o quê, anão?" — falei — "Com essa magrelice que você tem, o que vai ter aí? Para de falar merda, que você tá falando com mulheres feitas e direitas, não com as piranhas das suas amigas."
— "É, então pergunta pra alguma das minhas amigas como eu sou, já sei que seus namorados também eram meio bichas, principalmente o seu, maninha, mas não me mete no mesmo saco."
— "Ô, anão, meu ex pode ser muitas coisas, mas era bem dotado e sabia usar."
— "Seu ex malha na minha academia, maninha, e tem uma piroca do tamanho de uma salsichinha, não me enche o saco, por favor!"
— "Kkkkkkk" — riram todas.
Nós quatro já estávamos bem chapados, vermelhos e felizes. Aí Nuria disse: — "Então vamos lá, mano, mostra logo de uma vez pra gente ver como ela é grande."
— "Olha essa aqui, não é boba nem nada" — disse meu irmão.
— "Bom, Raúl" — disse Pili — "você fala muito, mas a gente, se não ver o material, não acredita."
— "Eu tô nem aí pro que vocês acreditam, minas, vocês tão doidas pelo filme, já dá pra perceber."
— "Já falei pra vocês. Ei, meninas" — eu disse — "o anão fala muito, mas aposto que tem uma bolinha lá, hahahaha"
— "Bom, Raúl" — disse Nuria — "Por acaso você tá com vergonha porque sua irmã tá aqui? Ela já viu muita coisa, não se preocupa"
— "Não te incomoda, né Miriam?" — disse Pili
— "Pra mim, ele que faça o que quiser, o anão. Quem tá com vergonha é ele, não é como se eu fosse desmaiar"
— "Porra, minas, que chatas vocês são, quanto tempo tão sem ficar com um cara?"
— "Ele tá com vergonha por sua causa, Miriam, hahaha" — disse Pili — "E se sua irmã for embora? Você mostra pra gente? Vai lááá"
— "Ei" — eu disse — "Por que eu tenho que ir embora? É minha casa. Ah, Raúl, por favor, não fica com vergonha por minha causa, isso é besteira. Dá o gosto pra elas e elas calam a boca. Não sei que mosca mordeu elas com você, se você é só um moleque"
— "Vai, garoto" — disse Nuria — "Sua irmã não liga. Quero ver se é verdade que você tem uma igual a de um ator pornô"
— "Beleza, lá vai" — disse Raúl, e ficou só de cueca.
— "Tão vendo, meninas?" — disse Nuria
— "Porra, que bolsa enorme você tem aí dentro, garoto" — disse Pili.
Eu fiquei com um meio sorriso, olhando o volume do meu irmão. Que volume escondido naquela cueca.
— "Vai, cara, que não se diga. Só falta abaixar a cueca" — disse Nuria
Raúl abaixou a cueca, deixando à mostra uma rola em estado de descanso enorme. Dava pra ver as veias marcadas e uma cabecinha completamente exposta e grossa. Nós três ficamos mudas. Eu não conseguia acreditar, meu irmão ali na nossa frente, pelado. Eu tentava manter a calma, diferente das minhas duas amigas que estavam morrendo de rir.
— "Beleza, minas, vou sentar no sofá. Já viram" — e ele sentou no sofá, colocando uma almofada por cima pra se cobrir.
— "Ei, Raúl" — disse Nuria — "Assim não vale. Anda, dá mais um trago... Bate um pouco pra gente ver como ele é grande"
— "Tá bom, vai" — disse Raúl — "Lá vai" — e jogou a almofada no chão, começando a se masturbar devagar. A rola cresceu um pouco, mas não muito... "Isso é por causa do baseado, porra" — disse Raúl — "Se alguma de vocês quiser bater uma pra mim, eu trepo mais rápido"
— "Olha que esperto o anão" — eu disse.
— "Eu mesma" — disse Nuria, que estava... Ela se jogou no sofá e sentou à direita de Raul.
— "Porra" — disse Pili.
— "Que loucura, minas…" — falei — "Bom, isso aí tem que ver direito, não quero perder nenhum detalhe." — e sentei à esquerda do meu irmão, com a Pili sentada no chão na frente, alucinada.
Nuria pegou na pica do meu irmão e começou a masturbá-lo devagar, com movimentos lentos pra cima e pra baixo. Eu não perdia um detalhe ali do lado do meu irmão, até me acomodei no sofá e coloquei meu braço direito no ombro esquerdo dele. Passaram uns dois minutos e meu irmão, que tava no sétimo céu, respirava com uns gemidos baixinhos enquanto a pica dele já tinha atingido o tamanho máximo.
— "Mas que pica do caralho" — disse Pili — "É impossível crescer mais!"
— "É muito grande, anão" — falei pro meu irmão — "Como você faz pra esconder e não aparecer?"
— "É uma loucura" — disse Nuria enquanto continuava masturbando — "Eu subestimei na minha imaginação, é muito maior do que eu pensava, a maior que já vi na vida, cabe minhas duas mãos e sobra pica!! Olha, olha, e como é quente, que sensação."
— "Eu também quero" — disse Pili e começou a tocar nas bolas dele e na base da pica. Agora as duas estavam masturbando meu irmão e, por incrível que pareça, a pica cresceu mais um pouco.
— "Esse é meu limite, minas" — disse Raul — "Exatamente 26 cm, agora vocês sabem que tenho ela maior que os viadinhos dos filmes pornô… ficou sem saber o que falar, hein irmãzinha? A pica do seu ex é anã perto dessa, hahahaha."
— "Bom, a verdade é que sim, cagão, tenho que admitir que você tem uma gigante, isso não vou negar."
— "Ei, Miriam, por que você não toca também?" — disse Nuria — "Vai, mina, aproveita a chance que tá propícia, outro dia não vamos estar doidona assim… amanhã você vai se arrepender" — disse também Pili.
Dava pra ver que os efeitos dos baseados estavam batendo em todo mundo, não acreditava que minhas amigas estavam me falando com tanta naturalidade pra eu tocar nele. a pica do meu irmão, já foi um baita choque ver o que tava rolando e, pra ser sincera, eu tava muito excitada.
— "Pra vocês não falarem que eu sou o cagão" — disse meu irmão — "A cagona é essa putinha aí, hahaha"
— "Mas que porra é essa, mano, tu viaja, se eu quiser eu toco e pronto, mas é que tu vai gostar tanto que não vai conseguir viver sem isso e eu não tô a fim" — respondi.
— "Vai, Miriam" — disse a Nuria, que não tinha parado de masturbar o Raúl nem um segundo — "Se seu irmão não se importa, vai, estica a mão e toca, tá uma delícia, durona pra caralho e muito quente"
— "Não é que eu tenha vergonha, o problema é que ele é meu irmão, minhas amigas, vocês sabem que pra mim tocar numa pica é super normal"
— "Então toca, maninha, hahaha, no fundo tu tem medo do monstro que eu tenho, fica tranquila que não morde" — disse um Raúl super tarado.
— "Se não é vergonha, então o que é?" — falou a Pili — "Eu nunca toquei em nada igual, a Nuria também não, assume, Miriam, que você também não, e talvez nunca mais tenha essa chance, vai, não fica com vergonha, caralho, se joga, mulher!"
— "Não tô com vergonha, porra, será que não tô aqui vendo a putaria toda? É que não sei..."
— "Deixem minha pica em paz, minhas amigas" — disse o Raúl, que tava visivelmente doidão — "Tá claro que tu tá com vergonha, maninha, tu gosta é de pica pequena igual a do teu ex, hahaha, isso é grande demais pra você, hahaha"
— "Então, Miriam, fica sabendo que a gente sempre vai se gabar de ter tocado numa pica gigante e você só de ter visto, hahahaha, vai, esquece que ele é seu irmãozinho e agarra essa pica, toca nela, Miriam, bate uma punheta nele" — as duas amigas zoavam.
— "Vocês são um saco, sério" — falei puta — "Se vocês tão tão preocupadas que eu toque, fiquem tranquilas que eu toco, e você, anão, não se empolga que uma gostosa igual a mim tocar em você é só pra calar a boca dessas duas de uma vez"
— "Vai, maninha… aproveita de mim, olha como meu pinto lindo te olha, ele até te cumprimenta, hahaha" — disse o Raúl.
— "Você é doido, viado, mas beleza, vou dar o gosto pra vocês Tudo bem, se prepara, bicho" falei rindo. E então, enquanto continuava apoiada com meu braço direito no ombro esquerdo do meu irmão, estendi minha mão esquerda até pousá-la na pica do meu irmão, senti ela bem quente e logo fechei minha mão para agarrar bem a pica dele.
—"Caramba, Raúl, você tem ela grande, maior do que eu pensava, até custo pra fechar a mão, que forte hahaha... e vocês, minhas amigas, parem de rachar o bico de tanto rir, tão vendo como não tive vergonha? Como eu me atrevo? A verdade é que a pica tá uma delícia, que não suba à cabeça os elogios, pivete" falei satisfeita.
—"Bom, muito bem" disse Pili "mas bate uma pra ele, que vai encolher o coitado"
—"Tá se achando a gostosa, mas vai ser você que vai fazer eu perder a tesão, irmãzinha, muito mal, muito mal"
—"Que esperto, você quer que eu te faça uma punheta, né? Mas que cara!! Quer que eu te bata uma? Sério? Bom, então vou te fazer uma siririca, que não digam que também tenho vergonha, mas pra isso é melhor eu trocar de mão" e deslizei a esquerda até as coxas dele e com a direita comecei a bater uma pra pica do meu irmão, fiz bem devagar e do jeito que meu ex gostava, e assim a pica voltou ao máximo.
"Porra, Raúl, tão bem que eu faço a punheta? Tão vendo, meninas? Quem sabe, sabe, hahaha, olha como eu deixei ela, irmãozinho, pra depois você falar, abre mais um pouco as pernas e vê" meu irmão me obedeceu, eu queria que minhas amigas vissem que eu era uma máquina com os caras, a gente sempre compete entre nós e no fundo nos invejamos, e eu quis deixar claro que nisso eu era melhor que elas. Subi minha mão esquerda até os ovos dele e enquanto massageava eles, com o dedo indicador também ficava tocando bem de leve o cu dele, com a mão direita continuei masturbando ele, percorrendo a pica toda com meus movimentos, e muitas vezes, ao subir a mão, tocava a cabecinha com meus dedos, sem dúvida meu irmão ficou louco e soltou um suspiro de satisfação.
"Mas não goza, hein Raul?" falei "não seja porco".
Pili foi um instante pegar o Ipod pra tirar fotos — "Meninas, vou tirar umas fotos pra que as outras acreditem na gente, vão morrer de inveja quando virem esse pauzão"
"Ei, ei, mas sem mostrar meu rosto" falou Raul.
"Exato" respondi "só faltava todo mundo ver como eu punheto meu próprio irmão"
"Anda, Pili" Raul falou de novo "Me dá o Ipod que eu tiro as fotos, suas amigas vão morrer de inveja hahahaha"
Meu irmão começou a tirar fotos, como ele adorava se exibir com o membro, ficou de pé e o pau perpendicular ao corpo parecia ainda mais enorme, tava durasso, fomos posando as três uma por uma segurando o pau, também as três ao mesmo tempo juntamos nossas palmas e Raul posou o pau em cima, sobrava pra todo lado. Numa dessas a gente brincou que a Pili puxava meu irmão pra ela pelas costas e eu agarrada no pau dele com as duas mãos, puxava pra mim, foi muito divertido, com o efeito da maconha tudo era risada e putaria, a gente já fazia até pose besta com o pau do meu irmão, tudo continuou assim até que Raul propôs o seguinte.
"Ei, minas, que tal a gente brincar de eu passar chantilly no pau e vocês meterem na boca pra ver até onde entra, quem ficar com mais chantilly perde e a vencedora leva 20 reais das outras duas"
"Simmmmm, ihuuuuuuu" falou Nuria pulando na sala "na minha boca cabe esse pau todo com certeza"
"Até parece" respondeu Pili "eu ganho na certa, sou mais alta que vocês e isso me dá vantagem, aliás Miriam, você vai participar?? Hahahahaha"
"Minha irmã? Essa perde na certa, se só chupou o pau do ex dela hahahaha"
"Vamos lá" respondi "você me punheta e quer que eu te chupe, né?"
"Não, irmãzinha, não é pra chupar, é só pra ver quem consegue enfiar mais"
"Tá bom, mas sou a última"
Raul enfiou na Nuria e a coitada quase vomitou, mal conseguiu enfiou a pontinha e mais um pouco, teve que desistir na hora por causa de um ataque de tosse e a Pili se deu melhor, entrou um pouco mais da metade, a tia aproveitou e lambeu o que pôde, fazendo um boquete daqueles depois que medimos as distâncias. Agora era minha vez, sentei no sofá e "Vai, anão, mete pra dentro" Raúl foi enfiando e que grande, mal passava a ponta, mas no final fiquei em segundo.
"Porra com o anão" falei "Que cock do caralho, não passou da metade, que loucura, que experiência, vem cá que vou continuar batendo uma pra você não broxar" e continuei a masturbação, a cock continuava duríssima e agora com o leite estava muito mais lubrificada e era uma delícia tocar assim.
"Você manda bem, mana"
"É, mas não se acostuma, hoje é especial"
A Nuria baixou a calça e tirou a calcinha, tava molhadíssima.
"Quero que você meta em mim, Raúl, quero saber como é ter essa sua cock dentro de mim."
"Sai pra lá, mana, vou foder sua amiga" e dito e feito, Raúl enfiou a ponta na entrada da buceta da Nuria e foi empurrando devagar até meter boa parte, a buceta tão lubrificada da minha amiga ajudou pra caralho, a Nuria não parava de gritar de prazer.
"Uauuuuuuuuuu minas, que loucura, ha ha... porraaaaaaaaaa, siiiiiiiim isso eu nunca vivi na vida, na vida, vou ter um orgasmo... aaaaaahhhh, Pili, você tem que provar, nunca sentiu isso com certeza..."
A Pili não demorou pra reagir "Miriam, desculpa, é seu irmão e tal, mas quero sentir essa cock" e abriu as pernas no chão pro meu irmão repetir a operação, eu não acreditava, em um segundo molhei minha calcinha completamente, tava excitadíssima, não podia acreditar, mas entre o barato e ver meu irmão comendo minhas amigas fiquei a mil, a Nuria que tava exausta mal conseguia falar sem respirar a cada dois segundos.
"Miriam, acabei de viver a experiência de sexo da minha vida,... Você tem que deixar ele te Man... você tem que viver isso"
"Porra, que vadias vocês são, justo o cara com a maior pica que já vimos é meu irmão!! Que merda" rosnei de raiva "Não podia ser outro, não, tem que ser meu irmão e claro eu fico na vontade e depois vocês aí se gabando da experiência... me diz, é tão bom assim?"
"É uma loucura, Miriam, ele te fode, te fode mesmo, de verdade, você vai alucinar"
"É que me dá uma raiva!!" respondi "Por que eu tenho que ficar na vontade?... Raúl, Raúl, Raúllll, mano, agora em mim, vai" falei com raiva, não podia deixar passar a chance, era meu irmão sim, mas tava muito tesuda e se minhas amigas tinham provado aquela pica, eu também queria provar.
"Quê, irmãzinha?" disse Raúl "Agora você passou dos limites, quer que eu meta?"
"Mete logo, porra" disse a Nuria, "A Pili já tá quase desmaiada, e sua irmã quer"
"É, mano, quero sentir como é ser fodida pela sua pica, você tem uma de cavalo e eu tô muito molhada, se eu secar não vai entrar... vai, porraaaaa!!"
"Beleza, então, mas que loucura" Raúl colocou a ponta da cabeça dele e começou a esfregar por toda a minha fenda.
"Vai, anão, devagarzinho, vai empurrando, vai..." se já tava metendo, a sensação superou todas as minhas expectativas, que prazer do caralho, fechei os olhos e decidi me deixar levar "Vai Raúl, agora mais forte, mais forte" e meu irmão foi me comendo cada vez mais forte, pra surpresa das minhas amigas, a pica dele entrou toda em mim.
"Porra, Miriam" disse meu irmão "É a primeira vez que meto inteira numa mina"
"TÁ VENDO, idiota" falei entre gemidos "Sou a melhor fodendo, vai, continua, continua, continua que eu vou gozar..."
"Eu também tô quase..."
"Então goza dentro, quero sentir todo seu leite dentro de mim"
Raúl gozou dentro de mim, foi tanta quantidade que começou a escorrer enquanto ele continuava me comendo. Quando ele tirou a pica, saiu um jorrinho imenso de leite quente da minha buceta e eu fiquei super aliviada, a melhor foda da minha vida, sem dúvida.
Raúl, que ainda tava com gás, começou... a se masturbar como um possesso e gozou dentro de uma taça de vinho, e mesmo sendo a segunda gozada, encheu ela bem…
"Bem, meninas" disse meu irmão "que tal brindarem por mim com um gole do meu yummy cum?"
Minhas amigas disseram sim em meio segundo.
"Vai, maninho, eu também vou brindar por você, já não é mais um pirralho, amanhã quando a ressaca passar a gente vai se arrepender"
"É, e nem uma palavra pra mamãe... bom, eu te mataria, eu sou o caçula hahahaha"
Pili e Nuria beberam a parte delas de porra na hora e saborearam… "Vai, Miriam, agora você"
"Já vou, já vou…" peguei o copinho e de uma vez enfiei na boca, achei estranho tomar a porra do meu irmão, mas tava gostoso.
"Que noite do caralho, amanhã não quero nem pensar, anão, não vou saber o que te dizer"
"Eu também não, maninha, que vergonha quando a lombra passar"
"Escutem" disse a Nuria "vocês são tão filhos da puta que com certeza vão foder mais vezes hahahaha"
"Não seja porca" falei "O de hoje foi muito estranho, enfim, não ia ficar na vontade, né?? Hahahaha
— "Então, meninas, um brinde à solteirice!" – disse a Nuria com a cerveja levantada.
— "À solteirice!" – gritaram todas.
— "Que nojo de homem, não dá pra confiar neles" – falou a Pili.
— "É, tá claro que tem que usar e descartar, partir pra outro, são uns porcos" – falei eu.
— "Calma, gurias" – disse a Nuria tirando uma caixinha da bolsa – "que essa noite a gente vai se acabar com esse presentinho que meu primo Jose me deu" e mostrou a maconha que tava na caixinha.
— "Aiii que delícia, essa noite a gente vai ficar muito doidona, bora Miriam, liga a Mtv pra criar o clima" – falou a Pili.
A primeira hora passou entre um baseado e outro e uma cervejinha e outra, as três amigas já estavam meio "alegrinhas" e não paravam de xingar os homens, principalmente os ex-namorados. A Nuria deu uma pausa e foi ao banheiro – "Meninas? Me deixem ausentar uns segundos, vou ao banheiro… não acendam outro baseado até eu voltar, hein??"
— "Ok, fechado" – responderam.
— "Então Miriam, é isso, a real é que os caras são nojentos, só servem pra foder, e meu ex nem pra isso, por isso cansei dele"
-"Do meu só sinto falta das noites de sexo que a gente tinha, mas ele é muito mulherengo… embora tenha uma pica do caralho, isso sim" respondi.
-"A verdade é que já faz um tempo que estamos solteiras e, pra mim, pelo menos uma trepada não cairia mal."
-"É isso aí, amiga, você tem toda razão, a gente tem que sair pra aprontar e ver o que a gente pega" falei.
-"Anda, Miriam, tira essa Mtv que já tá me irritando, procura um canal pornô pra gente ficar de sacanagem"
-"Vamos ver o que eu acho" e comecei a zapear com o controle até encontrar um canal pornô onde umas mulheres faziam de juízas com uns caras pelados, pra ver quem tinha a maior e, pra eles crescerem, iam tocando e fazendo umas coisinhas pra excitar eles.
-"Aí Miriam, aí, olha que picas que esses caras têm, que grandes e grossas, seu ex tinha uma assim?"
-"Tá de brincadeira? Ele bem que queria e eu também, a dele é grande, mas igual a desses, esses se dopam hahahaha."
-"Você acha que um dia a gente vai pegar um cara desses com uma piroca gigante?"
-"Porra, espero que sim, pelo menos antes de sossegar, pelo menos uma vez na vida" falei.
-"Meninas, meninas, meninaaaaaaas…" Dizia a Nuria vindo a passos rápidos pra sala e balançando a mão pra elas não falarem alto.
-"O que foi, piranha" disse a Pili, "quanto tempo você demorou, garota"
-"Aposto que vocês não sabem o que acabei de ver" disse a Nuria. "Bom, não sei se é efeito dos baseados, mas antes de entrar no banheiro, vi que a luz lá dentro tava acesa e me aproximei sem fazer barulho e lá estava seu irmão, Miriam."
-"Uff, que filha da puta" disse a Pili.
-"O negócio é que fiquei lá sem fazer barulho, o Raúl tinha acabado de tomar banho, tava de cueca e secando a cabeça com a toalha…"
-"Não me diga que você ficou escondida pra ver meu irmão pelado, Nuria" Interrompi.
-"Que nada, que nada… bom, sei lá, pra ver e pronto, o negócio é que ele se virou, mas é claro, ela não me viu porque ainda estava com a toalha na cabeça, e eu pude ver ele de frente… puta merda!! Que paquete do caralho, impressionante, o cara marca mais que toureiro. Pili, seu irmão, Miriam, deve ter uma pica monstruosa"
-"Porra" disse Pili "então aquele pivete é bem dotado?"
-"Isso é do baseado, tia" eu falei "mas meu irmão é um fedelho"
-"Pois juro pra vocês que o volume na cueca era gigante, nunca vi nada igual, imagina como deve ser quando ele fica duro, hein??, tenho certeza que é maior que a daqueles atores pornô"
-"Sim, e chifre" eu disse "aquele idiota com 17 anos como vai ter uma igual a desses atores pornô, cê não vê como eles têm… porra, que duras que são, hahahaha"
Nisso, Raúl saiu do banheiro e sem dizer nada entrou no quarto dele.
-"Meu irmão é muito criança, meninas, agora mesmo vai passar horas jogando videogame"
-"Miriam" disse Nuria "Eu sei o que vi, não é efeito do baseado, seu irmão é um superdotado, não sei por que vocês não acreditam em mim, me irrita essa desconfiança de vocês… vai, chama ele e a gente convida pra uma cervejinha"
-"Cê tá louca" eu falei "que que meu irmão tem a ver com a gente aqui?"
-"Vai sim" disse Pili "deixa o guri vir, quem sabe a gente convence ele a mostrar a rola hahahahaha e aí a gente vê uma pica"
-"Isso aí, deixa ele mostrar e se for verdade vocês pagam minhas próximas bebedeiras"
-"Ah é?" eu falei "e como a gente faz pra ele mostrar? Como eu falo isso? Vocês são umas… Raúllllllllllllllllllll!!!!!" gritei pro meu irmão a plenos pulmões.
Momentos depois, Raúl apareceu com uma camiseta e um short de esporte "Fala, pirralha, o que você quer… vai, mas o que vocês tão vendo?? Hahaha que doideira"
-"já viu, anão" eu falei, era assim que a gente se chamava "Nada, a Nuria disse que como a gente tem muita cerveja, se você quiser tomar uma"
"Uma cerveja com vocês? E o que mais, desde quando você me considera, pirralha? Passo, passo, tô no videogame"
-"Já falei pra vocês, meninas" respondi "Meu irmão é muito criança Ainda é um pivete que..."
— "Raúl" — disse Nuria — "se quiser, pode fumar um baseado também, a gente convida."
— "Nuria!!!" — gritei, dando um tapa na bunda dela.
— "Mas, piriguete, cê acha que eu nunca fumei um beck? Cê viaja, tia, por um baseadinho eu fico sim, kkkk."
Acenderam mais dois baseados: um pro Raúl, que não quis dividir com elas, e outro pras três. E assim os minutos foram passando, e elas pegaram mais um baseado, e Raúl também tomou umas cervejas.
— "Ô, minas, que merda de viadagem vocês tão vendo? Não tem algum esporte num canal gringo?"
— "Qual é, mano" — disse Pili — "tamo na festa e queremos ver um pornô, pra ver umas pirocas que não existem no mundo real."
— "É porque" — interrompeu Nuria — "essas pirocas dos filmes pornô são de borracha, certeza, não existem, né Raúl? Você, no máximo, deve ter metade do tamanho daqueles caras."
— "E você já sabe, tia, vai nessa, eu tenho o dobro do tamanho desses viadinhos, pra você ficar sabendo."
— "É sim, e mais o quê, anão?" — falei — "Com essa magrelice que você tem, o que vai ter aí? Para de falar merda, que você tá falando com mulheres feitas e direitas, não com as piranhas das suas amigas."
— "É, então pergunta pra alguma das minhas amigas como eu sou, já sei que seus namorados também eram meio bichas, principalmente o seu, maninha, mas não me mete no mesmo saco."
— "Ô, anão, meu ex pode ser muitas coisas, mas era bem dotado e sabia usar."
— "Seu ex malha na minha academia, maninha, e tem uma piroca do tamanho de uma salsichinha, não me enche o saco, por favor!"
— "Kkkkkkk" — riram todas.
Nós quatro já estávamos bem chapados, vermelhos e felizes. Aí Nuria disse: — "Então vamos lá, mano, mostra logo de uma vez pra gente ver como ela é grande."
— "Olha essa aqui, não é boba nem nada" — disse meu irmão.
— "Bom, Raúl" — disse Pili — "você fala muito, mas a gente, se não ver o material, não acredita."
— "Eu tô nem aí pro que vocês acreditam, minas, vocês tão doidas pelo filme, já dá pra perceber."
— "Já falei pra vocês. Ei, meninas" — eu disse — "o anão fala muito, mas aposto que tem uma bolinha lá, hahahaha"
— "Bom, Raúl" — disse Nuria — "Por acaso você tá com vergonha porque sua irmã tá aqui? Ela já viu muita coisa, não se preocupa"
— "Não te incomoda, né Miriam?" — disse Pili
— "Pra mim, ele que faça o que quiser, o anão. Quem tá com vergonha é ele, não é como se eu fosse desmaiar"
— "Porra, minas, que chatas vocês são, quanto tempo tão sem ficar com um cara?"
— "Ele tá com vergonha por sua causa, Miriam, hahaha" — disse Pili — "E se sua irmã for embora? Você mostra pra gente? Vai lááá"
— "Ei" — eu disse — "Por que eu tenho que ir embora? É minha casa. Ah, Raúl, por favor, não fica com vergonha por minha causa, isso é besteira. Dá o gosto pra elas e elas calam a boca. Não sei que mosca mordeu elas com você, se você é só um moleque"
— "Vai, garoto" — disse Nuria — "Sua irmã não liga. Quero ver se é verdade que você tem uma igual a de um ator pornô"
— "Beleza, lá vai" — disse Raúl, e ficou só de cueca.
— "Tão vendo, meninas?" — disse Nuria
— "Porra, que bolsa enorme você tem aí dentro, garoto" — disse Pili.
Eu fiquei com um meio sorriso, olhando o volume do meu irmão. Que volume escondido naquela cueca.
— "Vai, cara, que não se diga. Só falta abaixar a cueca" — disse Nuria
Raúl abaixou a cueca, deixando à mostra uma rola em estado de descanso enorme. Dava pra ver as veias marcadas e uma cabecinha completamente exposta e grossa. Nós três ficamos mudas. Eu não conseguia acreditar, meu irmão ali na nossa frente, pelado. Eu tentava manter a calma, diferente das minhas duas amigas que estavam morrendo de rir.
— "Beleza, minas, vou sentar no sofá. Já viram" — e ele sentou no sofá, colocando uma almofada por cima pra se cobrir.
— "Ei, Raúl" — disse Nuria — "Assim não vale. Anda, dá mais um trago... Bate um pouco pra gente ver como ele é grande"
— "Tá bom, vai" — disse Raúl — "Lá vai" — e jogou a almofada no chão, começando a se masturbar devagar. A rola cresceu um pouco, mas não muito... "Isso é por causa do baseado, porra" — disse Raúl — "Se alguma de vocês quiser bater uma pra mim, eu trepo mais rápido"
— "Olha que esperto o anão" — eu disse.
— "Eu mesma" — disse Nuria, que estava... Ela se jogou no sofá e sentou à direita de Raul.
— "Porra" — disse Pili.
— "Que loucura, minas…" — falei — "Bom, isso aí tem que ver direito, não quero perder nenhum detalhe." — e sentei à esquerda do meu irmão, com a Pili sentada no chão na frente, alucinada.
Nuria pegou na pica do meu irmão e começou a masturbá-lo devagar, com movimentos lentos pra cima e pra baixo. Eu não perdia um detalhe ali do lado do meu irmão, até me acomodei no sofá e coloquei meu braço direito no ombro esquerdo dele. Passaram uns dois minutos e meu irmão, que tava no sétimo céu, respirava com uns gemidos baixinhos enquanto a pica dele já tinha atingido o tamanho máximo.
— "Mas que pica do caralho" — disse Pili — "É impossível crescer mais!"
— "É muito grande, anão" — falei pro meu irmão — "Como você faz pra esconder e não aparecer?"
— "É uma loucura" — disse Nuria enquanto continuava masturbando — "Eu subestimei na minha imaginação, é muito maior do que eu pensava, a maior que já vi na vida, cabe minhas duas mãos e sobra pica!! Olha, olha, e como é quente, que sensação."
— "Eu também quero" — disse Pili e começou a tocar nas bolas dele e na base da pica. Agora as duas estavam masturbando meu irmão e, por incrível que pareça, a pica cresceu mais um pouco.
— "Esse é meu limite, minas" — disse Raul — "Exatamente 26 cm, agora vocês sabem que tenho ela maior que os viadinhos dos filmes pornô… ficou sem saber o que falar, hein irmãzinha? A pica do seu ex é anã perto dessa, hahahaha."
— "Bom, a verdade é que sim, cagão, tenho que admitir que você tem uma gigante, isso não vou negar."
— "Ei, Miriam, por que você não toca também?" — disse Nuria — "Vai, mina, aproveita a chance que tá propícia, outro dia não vamos estar doidona assim… amanhã você vai se arrepender" — disse também Pili.
Dava pra ver que os efeitos dos baseados estavam batendo em todo mundo, não acreditava que minhas amigas estavam me falando com tanta naturalidade pra eu tocar nele. a pica do meu irmão, já foi um baita choque ver o que tava rolando e, pra ser sincera, eu tava muito excitada.
— "Pra vocês não falarem que eu sou o cagão" — disse meu irmão — "A cagona é essa putinha aí, hahaha"
— "Mas que porra é essa, mano, tu viaja, se eu quiser eu toco e pronto, mas é que tu vai gostar tanto que não vai conseguir viver sem isso e eu não tô a fim" — respondi.
— "Vai, Miriam" — disse a Nuria, que não tinha parado de masturbar o Raúl nem um segundo — "Se seu irmão não se importa, vai, estica a mão e toca, tá uma delícia, durona pra caralho e muito quente"
— "Não é que eu tenha vergonha, o problema é que ele é meu irmão, minhas amigas, vocês sabem que pra mim tocar numa pica é super normal"
— "Então toca, maninha, hahaha, no fundo tu tem medo do monstro que eu tenho, fica tranquila que não morde" — disse um Raúl super tarado.
— "Se não é vergonha, então o que é?" — falou a Pili — "Eu nunca toquei em nada igual, a Nuria também não, assume, Miriam, que você também não, e talvez nunca mais tenha essa chance, vai, não fica com vergonha, caralho, se joga, mulher!"
— "Não tô com vergonha, porra, será que não tô aqui vendo a putaria toda? É que não sei..."
— "Deixem minha pica em paz, minhas amigas" — disse o Raúl, que tava visivelmente doidão — "Tá claro que tu tá com vergonha, maninha, tu gosta é de pica pequena igual a do teu ex, hahaha, isso é grande demais pra você, hahaha"
— "Então, Miriam, fica sabendo que a gente sempre vai se gabar de ter tocado numa pica gigante e você só de ter visto, hahahaha, vai, esquece que ele é seu irmãozinho e agarra essa pica, toca nela, Miriam, bate uma punheta nele" — as duas amigas zoavam.
— "Vocês são um saco, sério" — falei puta — "Se vocês tão tão preocupadas que eu toque, fiquem tranquilas que eu toco, e você, anão, não se empolga que uma gostosa igual a mim tocar em você é só pra calar a boca dessas duas de uma vez"
— "Vai, maninha… aproveita de mim, olha como meu pinto lindo te olha, ele até te cumprimenta, hahaha" — disse o Raúl.
— "Você é doido, viado, mas beleza, vou dar o gosto pra vocês Tudo bem, se prepara, bicho" falei rindo. E então, enquanto continuava apoiada com meu braço direito no ombro esquerdo do meu irmão, estendi minha mão esquerda até pousá-la na pica do meu irmão, senti ela bem quente e logo fechei minha mão para agarrar bem a pica dele.
—"Caramba, Raúl, você tem ela grande, maior do que eu pensava, até custo pra fechar a mão, que forte hahaha... e vocês, minhas amigas, parem de rachar o bico de tanto rir, tão vendo como não tive vergonha? Como eu me atrevo? A verdade é que a pica tá uma delícia, que não suba à cabeça os elogios, pivete" falei satisfeita.
—"Bom, muito bem" disse Pili "mas bate uma pra ele, que vai encolher o coitado"
—"Tá se achando a gostosa, mas vai ser você que vai fazer eu perder a tesão, irmãzinha, muito mal, muito mal"
—"Que esperto, você quer que eu te faça uma punheta, né? Mas que cara!! Quer que eu te bata uma? Sério? Bom, então vou te fazer uma siririca, que não digam que também tenho vergonha, mas pra isso é melhor eu trocar de mão" e deslizei a esquerda até as coxas dele e com a direita comecei a bater uma pra pica do meu irmão, fiz bem devagar e do jeito que meu ex gostava, e assim a pica voltou ao máximo.
"Porra, Raúl, tão bem que eu faço a punheta? Tão vendo, meninas? Quem sabe, sabe, hahaha, olha como eu deixei ela, irmãozinho, pra depois você falar, abre mais um pouco as pernas e vê" meu irmão me obedeceu, eu queria que minhas amigas vissem que eu era uma máquina com os caras, a gente sempre compete entre nós e no fundo nos invejamos, e eu quis deixar claro que nisso eu era melhor que elas. Subi minha mão esquerda até os ovos dele e enquanto massageava eles, com o dedo indicador também ficava tocando bem de leve o cu dele, com a mão direita continuei masturbando ele, percorrendo a pica toda com meus movimentos, e muitas vezes, ao subir a mão, tocava a cabecinha com meus dedos, sem dúvida meu irmão ficou louco e soltou um suspiro de satisfação.
"Mas não goza, hein Raul?" falei "não seja porco".
Pili foi um instante pegar o Ipod pra tirar fotos — "Meninas, vou tirar umas fotos pra que as outras acreditem na gente, vão morrer de inveja quando virem esse pauzão"
"Ei, ei, mas sem mostrar meu rosto" falou Raul.
"Exato" respondi "só faltava todo mundo ver como eu punheto meu próprio irmão"
"Anda, Pili" Raul falou de novo "Me dá o Ipod que eu tiro as fotos, suas amigas vão morrer de inveja hahahaha"
Meu irmão começou a tirar fotos, como ele adorava se exibir com o membro, ficou de pé e o pau perpendicular ao corpo parecia ainda mais enorme, tava durasso, fomos posando as três uma por uma segurando o pau, também as três ao mesmo tempo juntamos nossas palmas e Raul posou o pau em cima, sobrava pra todo lado. Numa dessas a gente brincou que a Pili puxava meu irmão pra ela pelas costas e eu agarrada no pau dele com as duas mãos, puxava pra mim, foi muito divertido, com o efeito da maconha tudo era risada e putaria, a gente já fazia até pose besta com o pau do meu irmão, tudo continuou assim até que Raul propôs o seguinte.
"Ei, minas, que tal a gente brincar de eu passar chantilly no pau e vocês meterem na boca pra ver até onde entra, quem ficar com mais chantilly perde e a vencedora leva 20 reais das outras duas"
"Simmmmm, ihuuuuuuu" falou Nuria pulando na sala "na minha boca cabe esse pau todo com certeza"
"Até parece" respondeu Pili "eu ganho na certa, sou mais alta que vocês e isso me dá vantagem, aliás Miriam, você vai participar?? Hahahahaha"
"Minha irmã? Essa perde na certa, se só chupou o pau do ex dela hahahaha"
"Vamos lá" respondi "você me punheta e quer que eu te chupe, né?"
"Não, irmãzinha, não é pra chupar, é só pra ver quem consegue enfiar mais"
"Tá bom, mas sou a última"
Raul enfiou na Nuria e a coitada quase vomitou, mal conseguiu enfiou a pontinha e mais um pouco, teve que desistir na hora por causa de um ataque de tosse e a Pili se deu melhor, entrou um pouco mais da metade, a tia aproveitou e lambeu o que pôde, fazendo um boquete daqueles depois que medimos as distâncias. Agora era minha vez, sentei no sofá e "Vai, anão, mete pra dentro" Raúl foi enfiando e que grande, mal passava a ponta, mas no final fiquei em segundo.
"Porra com o anão" falei "Que cock do caralho, não passou da metade, que loucura, que experiência, vem cá que vou continuar batendo uma pra você não broxar" e continuei a masturbação, a cock continuava duríssima e agora com o leite estava muito mais lubrificada e era uma delícia tocar assim.
"Você manda bem, mana"
"É, mas não se acostuma, hoje é especial"
A Nuria baixou a calça e tirou a calcinha, tava molhadíssima.
"Quero que você meta em mim, Raúl, quero saber como é ter essa sua cock dentro de mim."
"Sai pra lá, mana, vou foder sua amiga" e dito e feito, Raúl enfiou a ponta na entrada da buceta da Nuria e foi empurrando devagar até meter boa parte, a buceta tão lubrificada da minha amiga ajudou pra caralho, a Nuria não parava de gritar de prazer.
"Uauuuuuuuuuu minas, que loucura, ha ha... porraaaaaaaaaa, siiiiiiiim isso eu nunca vivi na vida, na vida, vou ter um orgasmo... aaaaaahhhh, Pili, você tem que provar, nunca sentiu isso com certeza..."
A Pili não demorou pra reagir "Miriam, desculpa, é seu irmão e tal, mas quero sentir essa cock" e abriu as pernas no chão pro meu irmão repetir a operação, eu não acreditava, em um segundo molhei minha calcinha completamente, tava excitadíssima, não podia acreditar, mas entre o barato e ver meu irmão comendo minhas amigas fiquei a mil, a Nuria que tava exausta mal conseguia falar sem respirar a cada dois segundos.
"Miriam, acabei de viver a experiência de sexo da minha vida,... Você tem que deixar ele te Man... você tem que viver isso"
"Porra, que vadias vocês são, justo o cara com a maior pica que já vimos é meu irmão!! Que merda" rosnei de raiva "Não podia ser outro, não, tem que ser meu irmão e claro eu fico na vontade e depois vocês aí se gabando da experiência... me diz, é tão bom assim?"
"É uma loucura, Miriam, ele te fode, te fode mesmo, de verdade, você vai alucinar"
"É que me dá uma raiva!!" respondi "Por que eu tenho que ficar na vontade?... Raúl, Raúl, Raúllll, mano, agora em mim, vai" falei com raiva, não podia deixar passar a chance, era meu irmão sim, mas tava muito tesuda e se minhas amigas tinham provado aquela pica, eu também queria provar.
"Quê, irmãzinha?" disse Raúl "Agora você passou dos limites, quer que eu meta?"
"Mete logo, porra" disse a Nuria, "A Pili já tá quase desmaiada, e sua irmã quer"
"É, mano, quero sentir como é ser fodida pela sua pica, você tem uma de cavalo e eu tô muito molhada, se eu secar não vai entrar... vai, porraaaaa!!"
"Beleza, então, mas que loucura" Raúl colocou a ponta da cabeça dele e começou a esfregar por toda a minha fenda.
"Vai, anão, devagarzinho, vai empurrando, vai..." se já tava metendo, a sensação superou todas as minhas expectativas, que prazer do caralho, fechei os olhos e decidi me deixar levar "Vai Raúl, agora mais forte, mais forte" e meu irmão foi me comendo cada vez mais forte, pra surpresa das minhas amigas, a pica dele entrou toda em mim.
"Porra, Miriam" disse meu irmão "É a primeira vez que meto inteira numa mina"
"TÁ VENDO, idiota" falei entre gemidos "Sou a melhor fodendo, vai, continua, continua, continua que eu vou gozar..."
"Eu também tô quase..."
"Então goza dentro, quero sentir todo seu leite dentro de mim"
Raúl gozou dentro de mim, foi tanta quantidade que começou a escorrer enquanto ele continuava me comendo. Quando ele tirou a pica, saiu um jorrinho imenso de leite quente da minha buceta e eu fiquei super aliviada, a melhor foda da minha vida, sem dúvida.
Raúl, que ainda tava com gás, começou... a se masturbar como um possesso e gozou dentro de uma taça de vinho, e mesmo sendo a segunda gozada, encheu ela bem…
"Bem, meninas" disse meu irmão "que tal brindarem por mim com um gole do meu yummy cum?"
Minhas amigas disseram sim em meio segundo.
"Vai, maninho, eu também vou brindar por você, já não é mais um pirralho, amanhã quando a ressaca passar a gente vai se arrepender"
"É, e nem uma palavra pra mamãe... bom, eu te mataria, eu sou o caçula hahahaha"
Pili e Nuria beberam a parte delas de porra na hora e saborearam… "Vai, Miriam, agora você"
"Já vou, já vou…" peguei o copinho e de uma vez enfiei na boca, achei estranho tomar a porra do meu irmão, mas tava gostoso.
"Que noite do caralho, amanhã não quero nem pensar, anão, não vou saber o que te dizer"
"Eu também não, maninha, que vergonha quando a lombra passar"
"Escutem" disse a Nuria "vocês são tão filhos da puta que com certeza vão foder mais vezes hahahaha"
"Não seja porca" falei "O de hoje foi muito estranho, enfim, não ia ficar na vontade, né?? Hahahaha
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