QUANDO SAÍ DO BANHO TODO PELADO E LIMPO COMO TINHAM PEDIDO, OS TRÊS TAVAM SENTADOS SE BATENDO UMA, COM OS PAU JÁ DUROS DE NOVO.
ME APROXIMEI E ELES ME MANDARAM AJOELHAR E CHUPAR DE NOVO, OS TRÊS PAU FICARAM DURÍSSIMOS IGUAL O MEU. UM FALOU PRO MAIS VELHO: "OLHA QUE PUTA QUE TÁ ESSE VIADO KKK O PAU DELE VAI EXPLODIR".
ME MANDARAM: "VIRA AÍ, VAGABUNDA, DEITA DE BARRIGA PRA CIMA".
— QUE PEDAÇO DE PAU QUE CÊ TEM, HEIN? TÁ TÃO DURO QUE DÓI, VIADO?
— SIM, SENHOR.
UM VIROU E FALOU PRO MEU DONO:
— TEM CORDA?
— KKK TENHO SIM, JÁ VAI FAZER COM ELE TAMBÉM? EU FAÇO ISSO QUANDO A VAGABUNDA NÃO AGUENTA E QUER GOZAR.
TROUXERAM UMA CORDA DE UNS DOIS METROS, QUE EU JÁ CONHECIA.
DEITADO DE BARRIGA PRA CIMA NO CHÃO, COMO MANDARAM, OS TRÊS SE AJOELHARAM EM VOLTA E COMEÇARAM A ME AMARRAR. PRIMEIRO AS BOLAS, BEM APERTADO, DEPOIS A BASE DO PAU, QUE JÁ TAVA ROXO E PARECIA QUE IA EXPLODIR. SEGUIRAM PELA CABEÇA DO MEU PAU, ME CAUSANDO DOR, E COM O QUE SOBROU AMARRARAM UMA PEDRA QUE MEU DONO TEM DE ENFEITE, DEVE PESAR QUASE UM QUILO. ISSO FAZIA PARECER QUE IA ARRANCAR MEU PAU, DOÍA, MAS ME DAVA MUITO PRAZER.
— TÁ DOENDO? ISSO VAI TE FAZER CONTROLAR ESSA PUTICE. SÓ VAI GOZAR QUANDO A GENTE QUISER E SE A GENTE QUISER, TÁ CLARO?
— SIM, SENHOR.
— AGORA LEVANTA E ANDA. SENTE O PESO E A DOR, VAGABUNDA NOJENTA.
QUANDO LEVANTEI, SENTI UMA DOR PUNGENTE, PENSEI QUE IA ARRANCAR MEU PAU. FUI ME ACOSTUMANDO COM O PESO, MAS CADA PASSO ERA UMA TORTURA.
O PAU DELES TAVA DURÍSSIMO.
O CHEFE ME CHAMOU: "FICA DE QUATRO".
CUZIU MEU CU, ESSA FOI TODA A LUBRIFICAÇÃO QUE USOU. APONTOU O PAU.
— QUER, VAGABUNDA? NÃO? TEM MEDO? RESPONDE, IMBECIL.
— QUERO, SENHOR.
— ENTÃO TOMA.
E SEM NENHUMA DELICADEZA METEU TUDO. GRITEI ALTO, SENTI ARDOR, TAVA ME RASGANDO. ERA O QUE TINHA O MAIOR PAU, TAVA ME MATANDO DE DOR.
E NÃO PARAVA DE GEMER E SE MEXER. OUTRO SE LEVANTOU NA MINHA FRENTE E FALOU: "CHUPA, VAGABUNDA, ASSIM CÊ NÃO GRITA MAIS".
E O TERCEIRO... Puxava a corda pra me fazer doer, tava quase desmaiando de dor, mas também de prazer.
Com a mesma força que enfiou, tirou, senti um vazio enorme, mas durou pouco, logo minha bunda encheu de novo com outro, e assim foram se revezando por uma hora na minha bunda, na minha boca, torturando minhas bolas e meu pau. Até que estavam prestes a gozar.
– Ajoelha, vai pro segundo prato.
E os três gozaram na minha boca, e eu tive que engolir. Já fazia quatro horas que estavam me usando, comendo e torturando à vontade, e eu não tinha conseguido gozar.
Me deixaram deitado de barriga pra cima, aos pés deles. Os três apoiaram os pés em cima de mim como se eu fosse um tapete, enquanto continuavam bebendo cerveja.
Meu dono se aproximou e, depois de olhar pros três, disse:
– Vou jogar meu gozo nesse cachorrinho.
– Sim, tá no direito dele.
– Toma o meu também, não esquece quem é teu dono, viado.
O chefe me disse:
– Vai pro teu lugar, no vaso, haha. Tamo com vontade de novo, mas dessa vez vai ser no banheiro.
Fomos pro banheiro, e um por um eu chupava enquanto eles ficavam em pé na frente do vaso. Assim que soltavam o primeiro jato, colocavam direto na minha boca.
ME APROXIMEI E ELES ME MANDARAM AJOELHAR E CHUPAR DE NOVO, OS TRÊS PAU FICARAM DURÍSSIMOS IGUAL O MEU. UM FALOU PRO MAIS VELHO: "OLHA QUE PUTA QUE TÁ ESSE VIADO KKK O PAU DELE VAI EXPLODIR".
ME MANDARAM: "VIRA AÍ, VAGABUNDA, DEITA DE BARRIGA PRA CIMA".
— QUE PEDAÇO DE PAU QUE CÊ TEM, HEIN? TÁ TÃO DURO QUE DÓI, VIADO?
— SIM, SENHOR.
UM VIROU E FALOU PRO MEU DONO:
— TEM CORDA?
— KKK TENHO SIM, JÁ VAI FAZER COM ELE TAMBÉM? EU FAÇO ISSO QUANDO A VAGABUNDA NÃO AGUENTA E QUER GOZAR.
TROUXERAM UMA CORDA DE UNS DOIS METROS, QUE EU JÁ CONHECIA.
DEITADO DE BARRIGA PRA CIMA NO CHÃO, COMO MANDARAM, OS TRÊS SE AJOELHARAM EM VOLTA E COMEÇARAM A ME AMARRAR. PRIMEIRO AS BOLAS, BEM APERTADO, DEPOIS A BASE DO PAU, QUE JÁ TAVA ROXO E PARECIA QUE IA EXPLODIR. SEGUIRAM PELA CABEÇA DO MEU PAU, ME CAUSANDO DOR, E COM O QUE SOBROU AMARRARAM UMA PEDRA QUE MEU DONO TEM DE ENFEITE, DEVE PESAR QUASE UM QUILO. ISSO FAZIA PARECER QUE IA ARRANCAR MEU PAU, DOÍA, MAS ME DAVA MUITO PRAZER.
— TÁ DOENDO? ISSO VAI TE FAZER CONTROLAR ESSA PUTICE. SÓ VAI GOZAR QUANDO A GENTE QUISER E SE A GENTE QUISER, TÁ CLARO?
— SIM, SENHOR.
— AGORA LEVANTA E ANDA. SENTE O PESO E A DOR, VAGABUNDA NOJENTA.
QUANDO LEVANTEI, SENTI UMA DOR PUNGENTE, PENSEI QUE IA ARRANCAR MEU PAU. FUI ME ACOSTUMANDO COM O PESO, MAS CADA PASSO ERA UMA TORTURA.
O PAU DELES TAVA DURÍSSIMO.
O CHEFE ME CHAMOU: "FICA DE QUATRO".
CUZIU MEU CU, ESSA FOI TODA A LUBRIFICAÇÃO QUE USOU. APONTOU O PAU.
— QUER, VAGABUNDA? NÃO? TEM MEDO? RESPONDE, IMBECIL.
— QUERO, SENHOR.
— ENTÃO TOMA.
E SEM NENHUMA DELICADEZA METEU TUDO. GRITEI ALTO, SENTI ARDOR, TAVA ME RASGANDO. ERA O QUE TINHA O MAIOR PAU, TAVA ME MATANDO DE DOR.
E NÃO PARAVA DE GEMER E SE MEXER. OUTRO SE LEVANTOU NA MINHA FRENTE E FALOU: "CHUPA, VAGABUNDA, ASSIM CÊ NÃO GRITA MAIS".
E O TERCEIRO... Puxava a corda pra me fazer doer, tava quase desmaiando de dor, mas também de prazer.
Com a mesma força que enfiou, tirou, senti um vazio enorme, mas durou pouco, logo minha bunda encheu de novo com outro, e assim foram se revezando por uma hora na minha bunda, na minha boca, torturando minhas bolas e meu pau. Até que estavam prestes a gozar.
– Ajoelha, vai pro segundo prato.
E os três gozaram na minha boca, e eu tive que engolir. Já fazia quatro horas que estavam me usando, comendo e torturando à vontade, e eu não tinha conseguido gozar.
Me deixaram deitado de barriga pra cima, aos pés deles. Os três apoiaram os pés em cima de mim como se eu fosse um tapete, enquanto continuavam bebendo cerveja.
Meu dono se aproximou e, depois de olhar pros três, disse:
– Vou jogar meu gozo nesse cachorrinho.
– Sim, tá no direito dele.
– Toma o meu também, não esquece quem é teu dono, viado.
O chefe me disse:
– Vai pro teu lugar, no vaso, haha. Tamo com vontade de novo, mas dessa vez vai ser no banheiro.
Fomos pro banheiro, e um por um eu chupava enquanto eles ficavam em pé na frente do vaso. Assim que soltavam o primeiro jato, colocavam direto na minha boca.
2 comentários - Escravo submisso gay