Olá, sou Laura, vou contar sobre minha relação com meu pai e a separação dele com minha mãe.
Aqueles dias tinham sido difíceis, muitas brigas e gritos em casa. Meu pai sem trabalho e minha mãe odiando ele, e eu, um pouco também, naquele ano repeti de ano e, embora não tenha me refugiado nas drogas, estive perto. Como uma adolescente idiota que era, chupei quanta roca aparecesse na minha frente, isso sim, e por medo de engravidar, entreguei a bunda cedo.
Foi meu professor quem arrombou minha bunda pela primeira vez, na própria sala de aula, enquanto eu implorava por uma nota melhor. Ah, mas isso eu conto outro dia.
Vou falar do meu pai, Nicolás se chama, como dizia, primeiro odiei ele, via ele como um perdedor e me aproximei mais da minha mãe, com quem fui morar quando ele saiu de casa. Mas não durou muito, foi aí que percebi a puta que era minha santa mãe, todo dia sendo fodida por um cara diferente que conhecia por aí, ou amigos velhos, ou até amigos meus passavam pelo quarto dela ou em qualquer lugar da casa gozavam dentro dela. Era comum que no café da manhã eu percebesse que em cima daquela mesa tinham transado na noite anterior. Minha mãe agia como se nada fosse, e me tratava bem e até me mimava muito, embora eu me comportasse mal e também fizesse das minhas, hehe.
Decidi ir para a casa do pai, voltei pro meu quarto e esperava que ele já tivesse outras parceiras, mas não, o idiota ainda esperava pela esposa dele, minha mãe puta.
Fui a filhinha dele, tomava café da manhã de novo no colo dele, preparava comida pra ele, jogava cartas com ele.
Um dia ele estava tomando banho e eu entrei com ele, não sei por que fiz isso e, embora ele não quisesse, implorei pra acompanhá-lo, como se nunca tivesse deixado de ser a filhinha dele. E não tinha deixado de ser.
Foi aí que, debaixo do chuveiro, vi a roca enorme dele dura talvez pela primeira vez e, enquanto ele falava comigo e me xingava por aquela besteira que tinha me dado na cabeça, meus mamilos endureciam, minha buceta reagia.
Me virei, meio nervosa na frente dele e falei:— Papi, ensaboa minhas costas, por favorzinho...E ele fez isso, as mãos enormes dele percorreram meu corpo desde o pescoço até quase onde começa minha bunda. E como eu queria que ele fosse mais pra baixo, até minha bunda e minha buceta, enquanto eu ensaboava meus peitos adolescentes, mas empinadinhos, mmm. Mas ele não fez isso 😞
Com carinho, ensaboou minhas costas todas, com doçura. E foi aí que meu papai deve ter visto minha bunda de adolescente, com certeza, porque de repente ele saiu do chuveiro e eu notei como o pau dele estava duro antes mesmo de se enrolar na toalha e sair do banheiro, nervoso.
Meu Deus.
Saí do chuveiro, fui pro meu quarto, fiquei pensando um pouco e fui pro quarto dele.
Deitei de bruços na cama e esperei ele, que já tinha se secado e ido fazer outras coisas, voltar:
— Papai, por favor, eu sei que sou chata, mas…Você massagearia minha bunda pra mim?— falei, corada e ridícula, porque não fazia sentido o que eu dizia e, ao falar, me arrependi.
Mas ele sentou ao meu lado, me olhou e sorriu, e carinhosamente me acariciou, massageou a bunda de um jeito tão peculiar, mmm..
— Assim, Lau?disse o meu papi.
Nada seria mais o mesmo pra mim, nem pro meu papi..
Continua…
Continua aqui.
Aqueles dias tinham sido difíceis, muitas brigas e gritos em casa. Meu pai sem trabalho e minha mãe odiando ele, e eu, um pouco também, naquele ano repeti de ano e, embora não tenha me refugiado nas drogas, estive perto. Como uma adolescente idiota que era, chupei quanta roca aparecesse na minha frente, isso sim, e por medo de engravidar, entreguei a bunda cedo.
Foi meu professor quem arrombou minha bunda pela primeira vez, na própria sala de aula, enquanto eu implorava por uma nota melhor. Ah, mas isso eu conto outro dia.
Vou falar do meu pai, Nicolás se chama, como dizia, primeiro odiei ele, via ele como um perdedor e me aproximei mais da minha mãe, com quem fui morar quando ele saiu de casa. Mas não durou muito, foi aí que percebi a puta que era minha santa mãe, todo dia sendo fodida por um cara diferente que conhecia por aí, ou amigos velhos, ou até amigos meus passavam pelo quarto dela ou em qualquer lugar da casa gozavam dentro dela. Era comum que no café da manhã eu percebesse que em cima daquela mesa tinham transado na noite anterior. Minha mãe agia como se nada fosse, e me tratava bem e até me mimava muito, embora eu me comportasse mal e também fizesse das minhas, hehe.
Decidi ir para a casa do pai, voltei pro meu quarto e esperava que ele já tivesse outras parceiras, mas não, o idiota ainda esperava pela esposa dele, minha mãe puta.
Fui a filhinha dele, tomava café da manhã de novo no colo dele, preparava comida pra ele, jogava cartas com ele.
Um dia ele estava tomando banho e eu entrei com ele, não sei por que fiz isso e, embora ele não quisesse, implorei pra acompanhá-lo, como se nunca tivesse deixado de ser a filhinha dele. E não tinha deixado de ser.
Foi aí que, debaixo do chuveiro, vi a roca enorme dele dura talvez pela primeira vez e, enquanto ele falava comigo e me xingava por aquela besteira que tinha me dado na cabeça, meus mamilos endureciam, minha buceta reagia.
Me virei, meio nervosa na frente dele e falei:— Papi, ensaboa minhas costas, por favorzinho...E ele fez isso, as mãos enormes dele percorreram meu corpo desde o pescoço até quase onde começa minha bunda. E como eu queria que ele fosse mais pra baixo, até minha bunda e minha buceta, enquanto eu ensaboava meus peitos adolescentes, mas empinadinhos, mmm. Mas ele não fez isso 😞
Com carinho, ensaboou minhas costas todas, com doçura. E foi aí que meu papai deve ter visto minha bunda de adolescente, com certeza, porque de repente ele saiu do chuveiro e eu notei como o pau dele estava duro antes mesmo de se enrolar na toalha e sair do banheiro, nervoso.
Meu Deus.
Saí do chuveiro, fui pro meu quarto, fiquei pensando um pouco e fui pro quarto dele.
Deitei de bruços na cama e esperei ele, que já tinha se secado e ido fazer outras coisas, voltar:
— Papai, por favor, eu sei que sou chata, mas…Você massagearia minha bunda pra mim?— falei, corada e ridícula, porque não fazia sentido o que eu dizia e, ao falar, me arrependi.
Mas ele sentou ao meu lado, me olhou e sorriu, e carinhosamente me acariciou, massageou a bunda de um jeito tão peculiar, mmm..

— Assim, Lau?disse o meu papi.
Nada seria mais o mesmo pra mim, nem pro meu papi..
Continua…
Continua aqui.
12 comentários - Entreguei a buceta pro meu pai
Espero la 2da parte.
Van puntos. 🙂
Y con fotos tuyas desnuda
Si el tuyo es asi, te pongo contra el ropero y de la chupada de concha que te mando, te hago pasar a narnya....jeje!! Sigue...?
van p