Compartilho esse relato que encontrei há vários anos.
CAPÍTULOS ANTERIORES:
Misael, a Mãe e a Irmã [Capítulo 1]..........................................................................................
Depois de terminar as compras na loja, e voltando pra casa, passamos numa sapataria perto da nossa casa. O dono, seu Saul, um cara de uns 55 anos, que já conhecíamos porque sempre compramos nossos sapatos lá, e que, pra falar a verdade, me irrita pra caralho porque ele sempre olha pra minha mãe e minha irmã com um olhar cheio de tesão quando tá perto delas. Quando entramos, ele já veio nos cumprimentar, falou um "e aí, Misael" pra mim, e quando se virou pra elas, notei que foi com desejo e safadeza que cumprimentou, abraçando as duas com muito entusiasmo, dando um beijo na bochecha de cada uma, e segurando minha mãe abraçada por mais tempo que o normal. Ela se afastou, meio nervosa por a gente estar ali. Depois, ele mandou a gente sentar e mostrou vários pares de sapato pra cada um. Num certo momento, como minha irmã não se decidia por nenhum, ele sugeriu ir ao depósito buscar mais peças, enquanto eu e minha mãe escolhíamos os nossos. Depois de um bom tempo, minha irmã voltou do depósito, e atrás dela vinha seu Saul. Ela tava com dois pares de sapato, parecia contente e com o rosto corado. Já ele, eu notei com um sorriso de satisfação, e sem tirar os olhos da bunda dela, vi pelo jeans que ele tava com o pau duro e uma mancha que tentava esconder com a mão. Aí, me ignorando e olhando fixo pra minha mãe, ele convida ela pra ir ao depósito escolher os sapatos dela.
— *Brenda, no depósito tenho mais variedade de modelos, e vejo que você ainda não escolheu os seus. Vem comigo, dá uma olhada no que tenho guardado pra você lá dentro, porque sua filha gostou do que eu tenho, né, Gaby? ……. Ela, visivelmente nervosa, responde que sim.
Seu Saul, pegando minha mãe pela mão, com uma certa intimidade, foram pro depósito. Ficamos eu e a Gaby escolhendo meu sapato. Pouco tempo depois, aproveitando que minha irmã tava distraída olhando mais botas, eu me virei... Nos fundos, procurando minha mãe, pressentindo que o safado do seu Saúl pudesse se aproveitar dela, chego e abro a porta devagarinho. Vejo os dois: minha mãe levemente curvada, escolhendo seus modelos entre várias caixas, e seu Saúl sentado num banco, a uns meros metro e meio atrás dela. A visão da bunda linda dela é sensacional — tanto o velho quanto eu vemos o vestido subindo um pouco até a metade da coxa por causa da posição dela, deixando a gente ver e apreciar o começo daquelas nádegas gostosas, os quadris largos e as pernas bonitas. Diante desse espetáculo, vejo seu Saúl esfregando o pau por cima da calça, que já deve estar bem duro, e sem minha mãe perceber, ele se aproxima e se abaixa um pouco pra ver melhor a bunda e a calcinha dela.
Minha mãe, sem desconfiar do tesão visual que tá nos dando, pega um par de sapatos de salto alto e, quando tenta calçá-los, seu Saúl, todo solícito, se oferece pra ajudar. Ele faz ela sentar num banquinho, com o vestido subindo acima dos joelhos. Agachado na frente das pernas lindas dela, segura a panturrilha com uma mão e coloca o sapato. Quando termina, deixa a mão ali como se fosse sem querer, depois vai subindo devagar e sutil, sentindo palmo a palmo a pele macia até chegar no joelho, onde para, esperando a reação da minha mãe. Ela só fica em silêncio, olhando pros sapatos, como se não tivesse nada de anormal. Aí, ele começa a abrir as pernas dela devagar, e dá pra ver claramente o começo da calcinha vermelha dela. Excitado, a mão dele segue por baixo do vestido, encorajado pela passividade da minha mãe. Seu Saúl já tá agarrando as coxas grossas dela inteiras, e até roça de leve com os dedos a buceta da minha mãe. Com certeza já estava molhada, porque soltou um gemidinho leve ao sentir o toque na sua buceta. Com isso, ela, nervosa e excitada, levantou do assento e, com um sorriso safado, foi caminhando devagar e de forma sensual na frente do espelho pra ver como os sapatos estavam ficando nela. Dava pra ver que as pernas dela estavam muito lindas, porque o salto alto destacava as panturrilhas e marcava os músculos das pernas de um jeito sexy, além de deixar a bunda dela mais empinada.
— *Esses sapatos ficaram muito bem em você, Brenda. Você tá mais gostosa do que já era.* — ele disse. Ela só sorria de um jeito provocante e continuou na frente do espelho, desfilando os sapatos e o corpo.
— *Fica aí, Brenda, que vou te mostrar outro par* — ele falou pra minha mãe, que ficou de pé. Ele se ajoelhou na frente dela pra colocar o novo par. Quando terminou, ela se virou pra se olhar no espelho e continuava igualmente gostosa. Ele, notando e vendo a bunda gostosa dela ao alcance, se aproximou pra tocá-la de novo. Primeiro, passou as mãos nas panturrilhas, dizendo como as pernas dela estavam bonitas, e começou a subir as mãos devagar pelas pernas da minha mãe, acariciando a pele atrás dos joelhos. Ela se deixava fazer, então, animado, ele continuou com os toques, agora enfiando as mãos por baixo do vestido. Seguiu subindo até chegar na bunda grande dela. Minha mãe continuava em silêncio, se deixando fazer e gemendo baixinho. Quando chegou nas nádegas, ele apalpou e acariciou por cima da calcinha fio dental. Eu vi os dedos dele se enfiando entre os glúteos, acariciando a buceta e o cu dela ao mesmo tempo. Minha mãe continuava na frente do espelho, de olhos fechados, curtindo as carícias que recebia. Seu Saúl, dono total da situação e da vontade da minha mãe, levantou o vestido dela até a altura do quadril e, devagar, foi puxando a calcinha vermelha dela pra baixo, que foi deslizando pelas pernas até ele tirar completamente, com a ajuda e cumplicidade dela. Mãe, que continua soltando gemidinhos baixinhos de tão excitada que está naquele momento, e com a voz rouca de tesão e pouco convincente diz:
- *Para, Saúl, que meus filhos podem vir me procurar, e ele, ignorando e diante da nudez da bunda dela, começa a lamber e mordiscar, com tanta excitação que com uma mão começa a tirar o pau da calça, já liberado vejo que é grande e grosso, e diante da situação e da bunda nua da minha mãe, eu tiro meu pau e começo a me masturbar vendo o grande espetáculo sexual da minha mãe submissa e entregue a tudo que o velho safado faz com ela.
- *Que bunda gostosa você tem, Brenda, você tá bem quente, porque sinto sua buceta bem molhada, vou te dar uma boa fodida agora que você tá escorrendo de tesão, kkkkkk... ela excitada com as carícias safadas do velho e com a pouca vontade que lhe resta:
- *Espera, Saúl, aqui é muito perigoso, pois meus filhos ou seus funcionários podem nos descobrir, dizia minha mãe, sem impedir as mãos dele que já estavam apertando os peitos dela, e beijando seu pescoço e boca para calar as fracas protestos dela, que já entregue começou a corresponder do mesmo jeito, abrindo a boca para receber a língua quente do velho, num beijo molhado e safado, que minha mãe recebia já mais excitada, pegando com a mão o pau grosso dele e começando a esfregar e masturbar freneticamente.
Diante disso, não aguento mais e, me masturbando mais forte, começo a gozar uma grande quantidade de esperma na moldura da porta, onde estou vendo a iminente fodida na minha mãe.
Seu Saúl continuava acariciando e apalpando à vontade a bunda da minha mãe, o que ela permitia, até chegar ao ponto de estar nua da cintura pra baixo, o velho tendo à disposição a bunda espetacular dela, que acariciava, lambia e saboreava à vontade, e minha mãe se deixando fazer tudo, já presa da excitação em que o cara a colocou com suas intenções habilidosas. que era comer ela ali mesmo, e diante de tamanho espetáculo, fiz a punheta mais gostosa da minha vida, gozando pra caralho. Ao terminar e ficar realmente satisfeito de ver minha mãe com suas yummy nalgas totalmente expostas, continuo vendo a ação em que seu Saúl segue atrás da minha mãe, acariciando e curtindo a nudez daquela bunda gostosa. Ele inclina ela um pouco, apoiando no encosto de uma cadeira, vejo os peitos lindos dela balançando, e abre ligeiramente as pernas dela. Apontando a cock ereta, ele direciona pra entrada da buceta dela, onde consigo ver a umidade que tem, porque minha mãe já está toda excitada, submissa e totalmente entregue pra putaria que vai rolar, que ela espera com muito tesão. E seu Saúl, colocando a cabeça do pau entre os lábios da buceta dela, começa a meter devagar, mas firme, o membro inchado. Com isso, minha mãe solta gemidos de prazer:
— Aaaaaahhhhh, mmmmmhhhhh...
E o velho, já dono da vontade dela, segura as cadeironas dela e começa a enfiar pausadamente toda a cock grande. E, com espanto, vejo que minha mãe coopera, recuando a bunda, tentando engolir o pau inteiro do cara. E consegue, porque vejo que ele está totalmente colado no cuzão dela, com certeza tem a cock toda dentro da minha mãe, que na hora começa a rebolar o rabão em movimentos circulares eróticos, gemendo de tesão. E o velho, amassando as cadeiras dela, começa a comer ela com movimentos lentos, curtindo a bunda linda da minha mãe...
— Aaaaahhhhh, ooooohhhhh, que cuzinho gostoso você tem, Brenda, e como sabe rebolar, como você engole bem minha cock, putinha linda, mmmmmhhhh...
Vejo como entra e sai a cock do velho entre o par de yummy nalgas que a minha, até pouco tempo santa mãe, possui. Também vejo como a buceta dela engole com gula a tranca ereta dele. Ao ver tudo isso, começo a ficar excitado de novo, com a cock totalmente dura outra vez, assistindo minha... Ex abnegada, doce e honesta mãe, que tá levando uma foda que faz ela gemer e gozar de prazer...
- Oooooohhhhhh, siiiim, me come assim, enfia com força essa sua piroca gostosa, Saúl, meu amor, aaaahhhhhh, já tava com saudade de sentir você dentro de mim de novo, aaahhhhhh, continua e não para, mmmmmmhhhhhh...
- Claro que sim, meu amor, sempre que você quiser, tô pronto pra comer essa sua bunda gostosa, agora se mexe você sozinha e enfia o que quiser, sua puta de rabão, kkkkkkk... Apesar da minha excitação, sinto ciúmes ao saber que não é a primeira vez que minha mãe dá a bunda pra aquele velho odiento, e ver como aquele cara curte minha mãe chamando ela de gostosa. Procuro um jeito de parar aquele show quente, aproveito o momento em que minha irmã Gabriela vem na minha direção, perguntando por que minha mãe demora tanto. Faço barulho atrás da porta do depósito e, com voz alta pra eles ouvirem, falo pra minha irmã:
--- Vem, Gaby, vamos buscar a mãe, que já demorou demais... Viro pra ver a reação deles. Minha mãe tava inclinada, com o vestido todo arregaçado na cintura, a bunda nua completamente exposta, se enfiando sozinha na vara dura do Seu Saúl, que, agarrado firme na cintura dela, continuava comendo ela, agora mais rápido. Mas que pena pra eles, porque tudo acabou quando minha mãe, assustada ao ouvir minha voz, se levanta rápido, se desencaixa da piroca que tava comendo ela, empurra Seu Saúl bruscamente pro lado, e ele cai no chão, sentado, com a piroca dura e brilhando dos sucos que a boceta da minha mãe quente deixou nela. Nervosa, assustada e ainda excitada, ela ajeita o vestido como pode, pega os sapatos e sai correndo pra porta, notando que ela tava meio aberta. Ao sair, nos encontra esperando por ela. Vejo ela nervosa, com a respiração ofegante por causa da foda que levou, e com a dúvida de que talvez a gente tenha visto tudo, ela fala pra gente: Turbada e nervosa:
—Vamos embora, filhos, já está tarde demais… — e continuou andando com seus novos tênis calçados, pegou a bolsa guardando o calçado velho e se dirigiu apressada para a saída da loja. Antes disso, minha irmã perguntou se ela já tinha pago pelos calçados que levamos, e ela respondeu que já tinha se acertado com o seu Saúl. E olha que bem que se acertaram, pensei ao lembrar da fodida que deram nela como pagamento pelos sapatos que pegamos. Pegando nossas sacolas, saímos atrás dela, e ao olhar para a bunda da minha mãe, notei por baixo do vestido leve que ela não estava usando o biquíni, já que tinha deixado no depósito quando tiraram dela pra comer ela. Antes de sair da loja, virei pra trás e vi o velho encostado na porta do depósito, com um sorriso cínico, nos dando tchau com a mão, que segurava o biquíni vermelho da minha mãe, balançando ele como se fosse um troféu.Continua...
Misael, a Mãe e a Irmã [Capítulo 3]
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Vizinha Gostosa 1-2-3-4-5-6-7.
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Depois de terminar as compras na loja, e voltando pra casa, passamos numa sapataria perto da nossa casa. O dono, seu Saul, um cara de uns 55 anos, que já conhecíamos porque sempre compramos nossos sapatos lá, e que, pra falar a verdade, me irrita pra caralho porque ele sempre olha pra minha mãe e minha irmã com um olhar cheio de tesão quando tá perto delas. Quando entramos, ele já veio nos cumprimentar, falou um "e aí, Misael" pra mim, e quando se virou pra elas, notei que foi com desejo e safadeza que cumprimentou, abraçando as duas com muito entusiasmo, dando um beijo na bochecha de cada uma, e segurando minha mãe abraçada por mais tempo que o normal. Ela se afastou, meio nervosa por a gente estar ali. Depois, ele mandou a gente sentar e mostrou vários pares de sapato pra cada um. Num certo momento, como minha irmã não se decidia por nenhum, ele sugeriu ir ao depósito buscar mais peças, enquanto eu e minha mãe escolhíamos os nossos. Depois de um bom tempo, minha irmã voltou do depósito, e atrás dela vinha seu Saul. Ela tava com dois pares de sapato, parecia contente e com o rosto corado. Já ele, eu notei com um sorriso de satisfação, e sem tirar os olhos da bunda dela, vi pelo jeans que ele tava com o pau duro e uma mancha que tentava esconder com a mão. Aí, me ignorando e olhando fixo pra minha mãe, ele convida ela pra ir ao depósito escolher os sapatos dela.
— *Brenda, no depósito tenho mais variedade de modelos, e vejo que você ainda não escolheu os seus. Vem comigo, dá uma olhada no que tenho guardado pra você lá dentro, porque sua filha gostou do que eu tenho, né, Gaby? ……. Ela, visivelmente nervosa, responde que sim.
Seu Saul, pegando minha mãe pela mão, com uma certa intimidade, foram pro depósito. Ficamos eu e a Gaby escolhendo meu sapato. Pouco tempo depois, aproveitando que minha irmã tava distraída olhando mais botas, eu me virei... Nos fundos, procurando minha mãe, pressentindo que o safado do seu Saúl pudesse se aproveitar dela, chego e abro a porta devagarinho. Vejo os dois: minha mãe levemente curvada, escolhendo seus modelos entre várias caixas, e seu Saúl sentado num banco, a uns meros metro e meio atrás dela. A visão da bunda linda dela é sensacional — tanto o velho quanto eu vemos o vestido subindo um pouco até a metade da coxa por causa da posição dela, deixando a gente ver e apreciar o começo daquelas nádegas gostosas, os quadris largos e as pernas bonitas. Diante desse espetáculo, vejo seu Saúl esfregando o pau por cima da calça, que já deve estar bem duro, e sem minha mãe perceber, ele se aproxima e se abaixa um pouco pra ver melhor a bunda e a calcinha dela.
Minha mãe, sem desconfiar do tesão visual que tá nos dando, pega um par de sapatos de salto alto e, quando tenta calçá-los, seu Saúl, todo solícito, se oferece pra ajudar. Ele faz ela sentar num banquinho, com o vestido subindo acima dos joelhos. Agachado na frente das pernas lindas dela, segura a panturrilha com uma mão e coloca o sapato. Quando termina, deixa a mão ali como se fosse sem querer, depois vai subindo devagar e sutil, sentindo palmo a palmo a pele macia até chegar no joelho, onde para, esperando a reação da minha mãe. Ela só fica em silêncio, olhando pros sapatos, como se não tivesse nada de anormal. Aí, ele começa a abrir as pernas dela devagar, e dá pra ver claramente o começo da calcinha vermelha dela. Excitado, a mão dele segue por baixo do vestido, encorajado pela passividade da minha mãe. Seu Saúl já tá agarrando as coxas grossas dela inteiras, e até roça de leve com os dedos a buceta da minha mãe. Com certeza já estava molhada, porque soltou um gemidinho leve ao sentir o toque na sua buceta. Com isso, ela, nervosa e excitada, levantou do assento e, com um sorriso safado, foi caminhando devagar e de forma sensual na frente do espelho pra ver como os sapatos estavam ficando nela. Dava pra ver que as pernas dela estavam muito lindas, porque o salto alto destacava as panturrilhas e marcava os músculos das pernas de um jeito sexy, além de deixar a bunda dela mais empinada.
— *Esses sapatos ficaram muito bem em você, Brenda. Você tá mais gostosa do que já era.* — ele disse. Ela só sorria de um jeito provocante e continuou na frente do espelho, desfilando os sapatos e o corpo.
— *Fica aí, Brenda, que vou te mostrar outro par* — ele falou pra minha mãe, que ficou de pé. Ele se ajoelhou na frente dela pra colocar o novo par. Quando terminou, ela se virou pra se olhar no espelho e continuava igualmente gostosa. Ele, notando e vendo a bunda gostosa dela ao alcance, se aproximou pra tocá-la de novo. Primeiro, passou as mãos nas panturrilhas, dizendo como as pernas dela estavam bonitas, e começou a subir as mãos devagar pelas pernas da minha mãe, acariciando a pele atrás dos joelhos. Ela se deixava fazer, então, animado, ele continuou com os toques, agora enfiando as mãos por baixo do vestido. Seguiu subindo até chegar na bunda grande dela. Minha mãe continuava em silêncio, se deixando fazer e gemendo baixinho. Quando chegou nas nádegas, ele apalpou e acariciou por cima da calcinha fio dental. Eu vi os dedos dele se enfiando entre os glúteos, acariciando a buceta e o cu dela ao mesmo tempo. Minha mãe continuava na frente do espelho, de olhos fechados, curtindo as carícias que recebia. Seu Saúl, dono total da situação e da vontade da minha mãe, levantou o vestido dela até a altura do quadril e, devagar, foi puxando a calcinha vermelha dela pra baixo, que foi deslizando pelas pernas até ele tirar completamente, com a ajuda e cumplicidade dela. Mãe, que continua soltando gemidinhos baixinhos de tão excitada que está naquele momento, e com a voz rouca de tesão e pouco convincente diz:
- *Para, Saúl, que meus filhos podem vir me procurar, e ele, ignorando e diante da nudez da bunda dela, começa a lamber e mordiscar, com tanta excitação que com uma mão começa a tirar o pau da calça, já liberado vejo que é grande e grosso, e diante da situação e da bunda nua da minha mãe, eu tiro meu pau e começo a me masturbar vendo o grande espetáculo sexual da minha mãe submissa e entregue a tudo que o velho safado faz com ela.
- *Que bunda gostosa você tem, Brenda, você tá bem quente, porque sinto sua buceta bem molhada, vou te dar uma boa fodida agora que você tá escorrendo de tesão, kkkkkk... ela excitada com as carícias safadas do velho e com a pouca vontade que lhe resta:
- *Espera, Saúl, aqui é muito perigoso, pois meus filhos ou seus funcionários podem nos descobrir, dizia minha mãe, sem impedir as mãos dele que já estavam apertando os peitos dela, e beijando seu pescoço e boca para calar as fracas protestos dela, que já entregue começou a corresponder do mesmo jeito, abrindo a boca para receber a língua quente do velho, num beijo molhado e safado, que minha mãe recebia já mais excitada, pegando com a mão o pau grosso dele e começando a esfregar e masturbar freneticamente.
Diante disso, não aguento mais e, me masturbando mais forte, começo a gozar uma grande quantidade de esperma na moldura da porta, onde estou vendo a iminente fodida na minha mãe.
Seu Saúl continuava acariciando e apalpando à vontade a bunda da minha mãe, o que ela permitia, até chegar ao ponto de estar nua da cintura pra baixo, o velho tendo à disposição a bunda espetacular dela, que acariciava, lambia e saboreava à vontade, e minha mãe se deixando fazer tudo, já presa da excitação em que o cara a colocou com suas intenções habilidosas. que era comer ela ali mesmo, e diante de tamanho espetáculo, fiz a punheta mais gostosa da minha vida, gozando pra caralho. Ao terminar e ficar realmente satisfeito de ver minha mãe com suas yummy nalgas totalmente expostas, continuo vendo a ação em que seu Saúl segue atrás da minha mãe, acariciando e curtindo a nudez daquela bunda gostosa. Ele inclina ela um pouco, apoiando no encosto de uma cadeira, vejo os peitos lindos dela balançando, e abre ligeiramente as pernas dela. Apontando a cock ereta, ele direciona pra entrada da buceta dela, onde consigo ver a umidade que tem, porque minha mãe já está toda excitada, submissa e totalmente entregue pra putaria que vai rolar, que ela espera com muito tesão. E seu Saúl, colocando a cabeça do pau entre os lábios da buceta dela, começa a meter devagar, mas firme, o membro inchado. Com isso, minha mãe solta gemidos de prazer:
— Aaaaaahhhhh, mmmmmhhhhh...
E o velho, já dono da vontade dela, segura as cadeironas dela e começa a enfiar pausadamente toda a cock grande. E, com espanto, vejo que minha mãe coopera, recuando a bunda, tentando engolir o pau inteiro do cara. E consegue, porque vejo que ele está totalmente colado no cuzão dela, com certeza tem a cock toda dentro da minha mãe, que na hora começa a rebolar o rabão em movimentos circulares eróticos, gemendo de tesão. E o velho, amassando as cadeiras dela, começa a comer ela com movimentos lentos, curtindo a bunda linda da minha mãe...
— Aaaaahhhhh, ooooohhhhh, que cuzinho gostoso você tem, Brenda, e como sabe rebolar, como você engole bem minha cock, putinha linda, mmmmmhhhh...
Vejo como entra e sai a cock do velho entre o par de yummy nalgas que a minha, até pouco tempo santa mãe, possui. Também vejo como a buceta dela engole com gula a tranca ereta dele. Ao ver tudo isso, começo a ficar excitado de novo, com a cock totalmente dura outra vez, assistindo minha... Ex abnegada, doce e honesta mãe, que tá levando uma foda que faz ela gemer e gozar de prazer...
- Oooooohhhhhh, siiiim, me come assim, enfia com força essa sua piroca gostosa, Saúl, meu amor, aaaahhhhhh, já tava com saudade de sentir você dentro de mim de novo, aaahhhhhh, continua e não para, mmmmmmhhhhhh...
- Claro que sim, meu amor, sempre que você quiser, tô pronto pra comer essa sua bunda gostosa, agora se mexe você sozinha e enfia o que quiser, sua puta de rabão, kkkkkkk... Apesar da minha excitação, sinto ciúmes ao saber que não é a primeira vez que minha mãe dá a bunda pra aquele velho odiento, e ver como aquele cara curte minha mãe chamando ela de gostosa. Procuro um jeito de parar aquele show quente, aproveito o momento em que minha irmã Gabriela vem na minha direção, perguntando por que minha mãe demora tanto. Faço barulho atrás da porta do depósito e, com voz alta pra eles ouvirem, falo pra minha irmã:
--- Vem, Gaby, vamos buscar a mãe, que já demorou demais... Viro pra ver a reação deles. Minha mãe tava inclinada, com o vestido todo arregaçado na cintura, a bunda nua completamente exposta, se enfiando sozinha na vara dura do Seu Saúl, que, agarrado firme na cintura dela, continuava comendo ela, agora mais rápido. Mas que pena pra eles, porque tudo acabou quando minha mãe, assustada ao ouvir minha voz, se levanta rápido, se desencaixa da piroca que tava comendo ela, empurra Seu Saúl bruscamente pro lado, e ele cai no chão, sentado, com a piroca dura e brilhando dos sucos que a boceta da minha mãe quente deixou nela. Nervosa, assustada e ainda excitada, ela ajeita o vestido como pode, pega os sapatos e sai correndo pra porta, notando que ela tava meio aberta. Ao sair, nos encontra esperando por ela. Vejo ela nervosa, com a respiração ofegante por causa da foda que levou, e com a dúvida de que talvez a gente tenha visto tudo, ela fala pra gente: Turbada e nervosa:
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4 comentários - Misael, a Mãe e a Irmã. [Capítulo 2]