Vou contar pra vocês como foi meu segundo encontro com Luquitas.
Depois do nosso encontro nos vestiários do jogo, fiquei pensando muito em como as coisas iriam seguir depois daquilo. Por um lado, eu sabia que ele tinha namorada e uma vida bem consolidada, por outro, fiquei fascinada com a sensação de dominar um homem e estava morrendo de vontade que ele chupasse de novo.
Uma semana depois do encontro, marquei um encontro com ele na minha casa, numa quarta-feira à tarde, já que nenhum de nós tinha aula nesse dia. Fiz todo um plano para ver até onde eu podia dominá-lo e quanto prazer podia tirar dele.
Lucas chegou no horário combinado na minha casa. Assim que entrou e depois dos cumprimentos, eu disse:
— Lucas, vou esclarecer uma coisa pra você não se confundir: eu quero uma putinha, não um namorado. Se você quer ser minha putinha, tudo ótimo. Se quer outra coisa, a gente termina aqui.
Lucas respondeu:
— Eu quero ser sua putinha, mas sua putinha mais usada!
Eu retruquei:
— Então o que você está fazendo de roupa? Uma boa putinha já esquenta seu macho desde que entra!
Nesse momento, Lucas ficou parado por alguns segundos e começou a tirar a roupa. Começou pela camisa, que revelou seu abdômen definido e peito liso. Depois, tirou os sapatos e o jeans, e ao abaixar a calça, a cueca desceu junto, libertando seu pau lindo, já meio ereto.
Eu ordenei:
— Vem e se ajoelha na minha frente!
Ele obedeceu rapidamente, com cara de quem estava esperando por um pau.
Eu perguntei:
— Sei que você tem uma namorada promíscua, chamada Julieta. Ela sabe que você faz isso?
Lucas respondeu:
— Sabe, e ela deixa. Temos uma relação diferente, mas nos amamos muito!
Eu disse:
— Bom, muito melhor assim.
Ao dizer isso, abri minha braguilha e tirei meu pau para fora, começando a esfregá-lo no rosto dele. Depois de alguns segundos, ele começou a lamber meu pau enquanto eu continuava brincando. Uma atitude que parei com um tapa.
Eu adverti:
— Putinha, não pode lamber meu pau sem que eu mande! Estou brincando com sua cara agora! Fica de quatro, preciso te punir!
Lucas obedeceu sem reclamar. Eu abri a boca dele com meus dedos e enfiei meu pau. ainda meio adormecida, começo a dar tapas fortes na bunda dele até ficar toda vermelhinha. Então tiro o pau da boca dele já bem duro pela ação da língua
Eu: — Entendeu a lição?
Lucas: — Sim, foi uma lição deliciosa
Eu: — Quero arrombar seu cu, hoje pode?
Lucas: — Claro que pode, papi!
Como ele continuava de quatro, dou a volta completa e me posiciono atrás dele, cuspo um pouco no cu e, sem muita cerimônia, enfio metade do pau de uma vez. Sinto que ele começa a gritar, mas segura.
Eu: — Grita que nem a puta que você é! Grita o quanto você adora meu pau! O quanto você me deseja! Quero que a cada enfiada você grite algo!
Enquanto isso, começo a meter com força e ele grita: — Sou sua puta! Adoro seu pau! Arromba meu cu, papi! Sou escravo do seu pau! Como me excita seu cheiro de suor!
Quando canso, deito no chão e digo: — Sabe de uma coisa? Arromba seu cu sozinho!
Ele, sem hesitar, monta no meu pau por uns cinco minutos, até que sinto que estou quase gozando.
Digo: — Desce e me chupa bem o pau e me diz qual é o gosto!
Ele desce sem reclamar e faz um boquete tão gostoso quanto o da outra vez, não deixa um centímetro do pau nem dos ovos sem explorar com a língua. Pouco tempo depois, seguro a nuca dele, forço um garganta profunda e encho a garganta dele com meu gozo delicioso.
Lucas: — Adoro ser sua puta, seu pau é uma delícia e adoro que você seja tão macho comigo!
Eu: — Sabe que hoje você foi uma puta excelente! Se comportou muito bem, merece um prêmio. Vai sentar no sofá!
Quando ele se senta, eu me aproximo e digo: vou chupar seu pau, mas esquece que isso vai ser algo comum, só tô fazendo porque tô com vontade de experimentar.
Por dentro, eu estava morrendo de medo, nunca tinha chupado um pau antes, não sabia como fazer, só sabia que o pau lindo dele e ele sentado no sofá, ainda com cara de quem tava com o cu doendo, me deram muita vontade de chupar.
Ao me aproximar do pau dele, o cheiro me embriaga, começo a lamber as bolas e me surpreendo com o quanto são salgadas, depois começo no pau dele, chupo a ponta e, ao olhar pra cima, vejo a cara de excitação dele, que por alguma razão me irritou e prossigo enfiando 3 dedos no cu dolorido dele, o que muda essa expressão.
Depois de alguns segundos chupando e com metade do pau na boca, penso: que merda eu tô fazendo! Sou hétero, filho da puta! Ou não!
No instante, tiro o pau da boca e faço ele gozar com uma punheta.
Quando ele vai embora, fico pensando no que poderia fazer pra não me sentir tão viado! E encontrei uma solução que acho que satisfaz a todos. Mas isso conto no próximo relato.
Peço, por favor, que deixem comentários, a Lucas e a mim, isso nos deixa muito excitados! E nos permite criar novas histórias para quando as do passado acabarem.
Depois do nosso encontro nos vestiários do jogo, fiquei pensando muito em como as coisas iriam seguir depois daquilo. Por um lado, eu sabia que ele tinha namorada e uma vida bem consolidada, por outro, fiquei fascinada com a sensação de dominar um homem e estava morrendo de vontade que ele chupasse de novo.Uma semana depois do encontro, marquei um encontro com ele na minha casa, numa quarta-feira à tarde, já que nenhum de nós tinha aula nesse dia. Fiz todo um plano para ver até onde eu podia dominá-lo e quanto prazer podia tirar dele.
Lucas chegou no horário combinado na minha casa. Assim que entrou e depois dos cumprimentos, eu disse:
— Lucas, vou esclarecer uma coisa pra você não se confundir: eu quero uma putinha, não um namorado. Se você quer ser minha putinha, tudo ótimo. Se quer outra coisa, a gente termina aqui.
Lucas respondeu:
— Eu quero ser sua putinha, mas sua putinha mais usada!
Eu retruquei:
— Então o que você está fazendo de roupa? Uma boa putinha já esquenta seu macho desde que entra!
Nesse momento, Lucas ficou parado por alguns segundos e começou a tirar a roupa. Começou pela camisa, que revelou seu abdômen definido e peito liso. Depois, tirou os sapatos e o jeans, e ao abaixar a calça, a cueca desceu junto, libertando seu pau lindo, já meio ereto.
Eu ordenei:
— Vem e se ajoelha na minha frente!
Ele obedeceu rapidamente, com cara de quem estava esperando por um pau.
Eu perguntei:
— Sei que você tem uma namorada promíscua, chamada Julieta. Ela sabe que você faz isso?
Lucas respondeu:
— Sabe, e ela deixa. Temos uma relação diferente, mas nos amamos muito!
Eu disse:
— Bom, muito melhor assim.
Ao dizer isso, abri minha braguilha e tirei meu pau para fora, começando a esfregá-lo no rosto dele. Depois de alguns segundos, ele começou a lamber meu pau enquanto eu continuava brincando. Uma atitude que parei com um tapa.
Eu adverti:
— Putinha, não pode lamber meu pau sem que eu mande! Estou brincando com sua cara agora! Fica de quatro, preciso te punir!
Lucas obedeceu sem reclamar. Eu abri a boca dele com meus dedos e enfiei meu pau. ainda meio adormecida, começo a dar tapas fortes na bunda dele até ficar toda vermelhinha. Então tiro o pau da boca dele já bem duro pela ação da língua
Eu: — Entendeu a lição?
Lucas: — Sim, foi uma lição deliciosa
Eu: — Quero arrombar seu cu, hoje pode?
Lucas: — Claro que pode, papi!
Como ele continuava de quatro, dou a volta completa e me posiciono atrás dele, cuspo um pouco no cu e, sem muita cerimônia, enfio metade do pau de uma vez. Sinto que ele começa a gritar, mas segura.
Eu: — Grita que nem a puta que você é! Grita o quanto você adora meu pau! O quanto você me deseja! Quero que a cada enfiada você grite algo!
Enquanto isso, começo a meter com força e ele grita: — Sou sua puta! Adoro seu pau! Arromba meu cu, papi! Sou escravo do seu pau! Como me excita seu cheiro de suor!
Quando canso, deito no chão e digo: — Sabe de uma coisa? Arromba seu cu sozinho!
Ele, sem hesitar, monta no meu pau por uns cinco minutos, até que sinto que estou quase gozando.
Digo: — Desce e me chupa bem o pau e me diz qual é o gosto!
Ele desce sem reclamar e faz um boquete tão gostoso quanto o da outra vez, não deixa um centímetro do pau nem dos ovos sem explorar com a língua. Pouco tempo depois, seguro a nuca dele, forço um garganta profunda e encho a garganta dele com meu gozo delicioso.
Lucas: — Adoro ser sua puta, seu pau é uma delícia e adoro que você seja tão macho comigo!
Eu: — Sabe que hoje você foi uma puta excelente! Se comportou muito bem, merece um prêmio. Vai sentar no sofá!
Quando ele se senta, eu me aproximo e digo: vou chupar seu pau, mas esquece que isso vai ser algo comum, só tô fazendo porque tô com vontade de experimentar.Por dentro, eu estava morrendo de medo, nunca tinha chupado um pau antes, não sabia como fazer, só sabia que o pau lindo dele e ele sentado no sofá, ainda com cara de quem tava com o cu doendo, me deram muita vontade de chupar.
Ao me aproximar do pau dele, o cheiro me embriaga, começo a lamber as bolas e me surpreendo com o quanto são salgadas, depois começo no pau dele, chupo a ponta e, ao olhar pra cima, vejo a cara de excitação dele, que por alguma razão me irritou e prossigo enfiando 3 dedos no cu dolorido dele, o que muda essa expressão.
Depois de alguns segundos chupando e com metade do pau na boca, penso: que merda eu tô fazendo! Sou hétero, filho da puta! Ou não!
No instante, tiro o pau da boca e faço ele gozar com uma punheta.
Quando ele vai embora, fico pensando no que poderia fazer pra não me sentir tão viado! E encontrei uma solução que acho que satisfaz a todos. Mas isso conto no próximo relato.
Peço, por favor, que deixem comentários, a Lucas e a mim, isso nos deixa muito excitados! E nos permite criar novas histórias para quando as do passado acabarem.
6 comentários - Lucas me volvio Bi! 2
yo lo trataaria mas suavemente como si fuera lo mas lindo que se me presento en la vida, sin violencia muchas caricias mimos etc. no es facil encontrar un machito asi tan dulce tan pasivo tan sumiso y si, chupale la chota permiti que tambien goce con un chupada de su macho
besos