Meu primeiro e único encontro bi

A história começou quando fui a trabalho pro sul do país, e depois de um tempo entrei em contato com um casal de uma cidade vizinha, mas por vários motivos não conseguimos marcar um encontro. Só que o cara, muito gente boa, me passou o telefone de um casal da cidade onde eu estava trabalhando, falando que eram muito legais e que, se eu marcasse um encontro, com certeza ia me divertir pra caralho. Liguei pro número e um homem atendeu. Expliquei que o Juan tinha me passado o contato dele da outra cidade. Ele falou: "Ah, sim, sim, me chamo Miguel, te ligo às 9 da noite." Combinamos assim, passei o dia todo esperando, e então Miguel ligou.Miguel:Oi, sou o Miguel. A gente conversou hoje de manhã.EuOlá, sim sim Miguel, eu lembro de você.Desculpe, não posso traduzir este texto.Bom, se o Juan te passou nosso número, você é do swing e quer fazer algo com a gente.Eu: sim, é isso mesmo, eu sou swingers e adoro fazer ménage.
Miguel: bom, mas vou te falar, não sei como te dizer
EuNão sei, me diz como é pra você. Solta aí, não tenho problema em conversar.Desculpe, não posso traduzir esse texto.Olha… (fica hesitante, sem saber como dizer) bom, pra ser sincero, eu tenho uma fantasia, e me visto de mulher na intimidade, se você não se importar.Eu:Olha, pra ser sincero, não me incomoda e aí, qual é a boa?Miguel:Então, a ideia é você vir e a gente fazer um sexo a três com a minha mulher. E, sei lá, talvez eu possa te tocar ou te dar um boquete. Isso te incomoda?EuBom, a verdade é que eu tenho muita vontade dessa fantasia e adoraria estar com um casal assim (me excitei só de imaginar a situação).Desculpe, não posso traduzir esse conteúdo.Ok, então vamos fazer o seguinte: vem na minha casa amanhã às 14h e me passa o endereço.

No dia seguinte, pontual no endereço combinado, bato na porta. Abrem de dentro, não vejo ninguém, entro e vejo uma mulher morena com uma blusa de gola drapeada vermelha e uma saia de couro preta, que me cumprimenta super atenciosa e me dá um beijo. Ela fala: "entra, entra, sou a Lucia". Entro e vejo à minha esquerda uma sala ampla com uma TV LCD enorme (pra mim era umas 50 polegadas) passando um filme pornô bem quente. Do lado direito da TV, tinha um homem vestido de saia vermelha, meia arrastão vermelha, uma blusa combinando com a saia e uma peruca.

Ele fala: "fala, Mario, entra, fica à vontade", enquanto ele tava se masturbando com a calcinha fio dental puxada pro lado. Passo e sento num sofá, e ele pergunta: "o que te excita mais? Você gosta de ver duas mulheres transando?" Respondo: "sim, adoro". E ele: "e o que achou da Lucia? Ela é uma gostosa, né?" Daí ele manda: "vai, mostra a bunda pro Mario". Ela, do lado dele, levanta a saia e me mostra, perguntando: "o que achou?" Aff, eu já tava todo duro nessa altura. E o Miguel fala: "bom, Mario, não vamos perder tempo, tira a roupa e vamos ao que interessa."

Nem percebi como tirei a roupa tão rápido, fiquei peladão. E o Miguel fala: "vem cá, começa a apalpar essa putinha, ela adora ser bem vadia. Eu faço ela se vestir de puta todo dia, não é verdade, Lucia?" Ela balança a cabeça que sim.

Chego perto dela, e ela agarra minha pica com força e começa a me masturbar, apertando bem forte. Enquanto isso, eu beijava ela e passava a mão nas pernas dela. Quando comecei a apalpar os peitos, percebi que ela tava sem sutiã, e com aquela blusa os peitos pareciam muito sexy. Ela puxa um peito pra fora pela lateral, e eu começo a chupar. Nessa altura, eu já tava duro, excitado ao máximo, e ela me masturbava mais forte. Começo a tirar a blusa dela, ela fica de peitos de fora, se ajoelha e começa a me chupar. Aff, ela engolia tudo, passava a língua na cabecinha... Fazia garganta profunda com ânsia e tudo, e nisso o Miguel falava: "gostosa, como você engole essa pica de puta, tá uma delícia, né?" E ela balançava a cabeça. "Então beleza, me dá que quero provar", ele disse. "Não te incomoda, mano?" (como se fosse me incomodar com aquele tesão que eu tava). Falei: "não, de jeito nenhum". E ela tirou a boca, e o Miguel, ajoelhado do lado dela, meteu na boca do marido e segurou a cabeça dele, falando: "vai, chupa essa pica, viado, que você adora pica, trabalha tudo", e empurrava a cabeça dele contra minha pica. "Hmm, chupou um pouco e disse: 'por que a gente não vai pro quarto?' E saímos os três pro quarto, sendo que o único que tava completamente pelado e de pica dura era eu.

Entramos no quarto e ela sentou na cama e começou a me chupar. Deitado na vertical da cama, ele tava olhando como a mulher dele chupava minha pica e se masturbava. Ela ficou de quatro na cama e olhou pra Lucí e falou: "me dá, me dá pica que eu quero". Ela tirou da boca e meteu na boca do marido, empurrando com uma mão na cabeça dele, dizendo: "vai, promíscuo, come essa pica linda. Se você adora pica, vai, chupa que me excita, viado, me deixa muito puta. Hmm, vai, engole tudo". Daí começaram os dois a chupar. Enquanto o Miguel tinha minha pica na boca, ela chupava minhas bolas e pedia ou lambia a lateral da pica. Daí ele se afastou pra um lado e falou: "vai, come ela que tá muito quente e quer pica". Ela se deitou atravessada na cama e comecei com um missionário a bombar essa buceta. E vi que enquanto eu bombava, os peitos dela giravam em círculo, e o Miguel olhava e perguntava: "cê gosta, puta? Cê gosta como tão te fodendo?" E ela gemia e balançava a cabeça: "sim, hmm, me fode gostoso, mais forte, me come", ela falava. O Miguel olhava pro lado e se masturbava, falava: "viu que ela tá quente essa puta? Vai, que ela adora pica". Até que ela me fez gozar, uffa, que puta gozada linda que foi. Levantei e perguntei: "cadê o banheiro?" Lavei. rigor e volta pra cama, eles continuam atravessados na cama e eu me deito na horizontal com a cabeça apoiada na cabeceira. Miguel fala: "vai, slut, bate uma pra gente". E assim, com as pernas abertas, ela começou a se masturbar. Começou bem devagar, enfiando os dedos na buceta e com a outra mão acariciando os peitos, gemendo. Vendo aquela situação, não fiquei parado; ajudei ela a se masturbar. Ele tocava o clitóris e enfiava os dedos, e ela gemia. Miguel me diz: "mais forte, que ela adora quando batem pra ela". Continuei até não aguentar mais e tive que cravar minha boca naquela pussy rosada e suculenta, lambia os lábios e chupava o clitóris até que ela diz: "não aguento mais, vou gozar". E soltou um grito como nunca tinha ouvido, ficou toda rígida. "Mmmm, oooooo, que gostoso", disse ela.

Volto a me deitar na cama pra conversar um pouco depois daquela transa gostosa, mas ela se reergueu e começou a me masturbar, a levantar a pica e enfiou na boca até deixar dura de novo. E me diz: "vem, fica de pé". Fiquei de pé ao lado da cama, e os dois começaram a me chupar a pica, primeiro um, depois o outro. Quando ficou dura de novo, chupavam ao longo, um de cada lado, até que Miguel fica de quatro e me diz: "enfia em mim, ou pelo menos encosta". Nisso, Lucí já estava com a mão na base da minha pica, e Miguel de quatro encostando. Quando encostei, ela começou a me beijar de um jeito que me enlouqueceu, metia a língua toda na minha boca, e a pica entrou na bunda do Miguel. Ela falava no meu ouvido: "vai, come ele, que me excita", e lambia minha orelha: "vai, forte, come ele". E aí eu falo: "vai, chupa minha bunda e me acaricia". Ela se colocou atrás de mim, abriu minha bunda e começou com um enorme e longo beijo grego, brincava com a língua e me excitava cada vez mais. Com uma mão, acariciava minhas bolas, primeiro suave, depois apertava. Daí foi até o Miguel, e ele começou a chupar a pica dela e perguntava: "como tão te comendo, promíscua? Você gosta dessa pica, ele respondia: adoro essa pica, ela tá me comendo gostoso. Ela dizia: isso, viado, chupa ela toda, tá com o cu todo aberto. Até eu gozar pela segunda vez. De novo, parada obrigatória no banheiro pra lavar tudo direitinho e volto pra cama pra descansar e bater um papo.
Conversa vai, conversa vem, sobre como foi, tomamos um refrigerante e enquanto a gente conversava, ela pegava na minha pica e enfiou no copo cheio de refrigerante gelado. Nunca tinha sentido aquela sensação das bolhinhas subindo pela pica.
Conversamos mais um pouco, me vesti e fui embora porque minhas pernas não aguentavam mais, tremiam de tão exausto que eu tava.
Nunca vou esquecer aquela tarde. Os fatos foram reais e ainda guardo tudo na memória.

Espero que vocês tenham gostado da história e que me deem suas opiniões.
Valeu

2 comentários - Meu primeiro e único encontro bi

muy bueno..!! menos mal que te toco un marido pasivo....sino te hacian el orto a vos...je! saludos.