Fala, amig@s do poringa.net.
Aqui vai mais um dos meus contos que nunca contei antes:
Ela é a Alejandra: a gente se conheceu numa viagem pro Brasil.
Já faz uns anos isso.
Pegamos o mesmo voo. O mesmo atraso pra viajar e todos os problemas que naquela época eram comuns.
Começamos batendo papo no aeroporto.
Era minha primeira vez num avião e ela, mais experiente, percebeu na hora.
Ela pediu pra trocar de lugar com outro passageiro. E ficou comigo.
Ela segurou minha mão.
Ale: — Não se preocupa, gatinho. Viajar de avião é mais seguro que o táxi que te trouxe.
— Não tenha medo.
Eu: — Não tô com medo, só tô nervoso.
Ela foi puxando conversa, foi muito amigável, e logo em seguida
me contou da vida dela e eu da minha.
Ela era de boa situação financeira graças ao marido, que era empresário têxtil. Que, por causa do trabalho, viajaria uma semana depois.
Eu não perdi a chance de mandar um elogio. Óbvio, com muito respeito.
Eu: — Seu marido deve ser maluco pra deixar uma mulher como a senhora viajar sozinha.
— Ou ele deve confiar muito em você, né?
Ale: — Não me trata de senhora, me faz sentir velha.
— hahaha Meu nome é Alejandra, mas pode me chamar de Ale.
— Já somos amigos, né?
— Valeu pelo elogio, mas ele não tem nada a temer, eu sei me virar muito bem sozinha.
— Com meus 50 anos, acho que dou conta sozinha, né? Quem parece que precisa de cuidado é você, gatinho.
Eu: — Não acredito... achei que você fosse bem mais nova.
— Eu tenho 21. Claro que sim.
Ale: — Uau... 21, quem me dera haha.
— Você vai amar o lugar. É muito lindo, já vai ver, é caro mas vale a pena.
— Eu sempre vou lá.
Eu: — Sim, sei, mas vou pra parte mais barata. Com meu salário não daria pra pagar.
Ao chegar no aeroporto, ela me convidou pra tomar um café e esperar um carro que viria nos buscar, que ela já tinha encomendado antes, e se ofereceu pra me levar.
Chegamos no hotel e cada um foi pro seu quarto.
Que, por azar, ficaram em lados totalmente opostos. Ela tinha reserva no lado vip e eu no mais barato, ou de classe. mídia.
saí pra dar uma volta e depois um pouco de praia, ver umas booties gostosas e negras quase peladas.
quando o sol baixou e ficou vermelho igual um tomate, voltei pro hotel. Empanturrado de ver booties de todos os tamanhos, formas e cores.
Mas o dia inteiro não consegui parar de pensar na mulher que viajou comigo e a gente virou amigo.
Quando cheguei no meu quarto. Com uma surpresa gostosa, encontro um papel que dizia assim:
"Oi, sou a Ale, passei aqui pra te chamar pra gente curtir uma tarde de piscina e conhecer o hotel, mas você já tinha saído.
To deixando o número do quarto.
Me liga se você quiser jantar comigo hoje.
Beijos, Ale."
Sem pensar nem um segundo. Peguei o telefone e disquei o número do ramal.
Combinamos de nos encontrar às 10 no restaurante do hotel.
Foram as duas horas mais longas da minha vida. Tomei banho, passei meu melhor perfume e a melhor roupa que tinha e fui encontrar ela.
Nunca na vida fui tão pontual quanto naquele dia. Poder ver de novo aquela loira gostosa.
Quando a gente se encontrou, ficamos pasmos, parecíamos dois tomates de tão queimados que a gente tava.
Ela não tanto quanto eu.
Comemos e bebemos cerveja pra caralho.
Conversamos e saímos pra dançar um pouco.
Parecíamos um casal de amigos que se conhecia há uma vida inteira. A gente ria e se divertia pra caramba.
Eu já não aguentava mais por causa das queimaduras no corpo, tava doendo tudo.
Ela, preocupada com minha dor, me perguntou se eu não tinha passado nada pra aliviar a queimação.
Falei que não, que não se preocupasse, que amanhã eu via o que conseguia.
Ela, muito educada, me convidou pro quarto dela pra passar um creme de aloe vera pras queimaduras.
Eu agradeci, porque sinceramente não aguentava mais.
Quando chegamos, ela falou: "Fica à vontade, já volto."
Tirei a camisa e sentei no sofá. O couro frio aliviava pra caramba.
Ela apareceu com um pote verde de tampa branca e uma toalha. Me mandou sentar numa cadeira sem encosto.
Ela passava o creme bem devagar e aliviava minha dor.
Ale: "Ai... neném, como você se queimou, hein? O corpo tá pegando fogo.
Você vai ver, com isso você vai se sentir muito melhor.
Eu: Uau... que alívio, valeu.
As mãos macias dela com o creme me davam alívio e eu adorava sentir as mãos dela nas minhas costas.
Depois no meu peito.
Ela adorava meu corpo, meus músculos e os poucos pelos.
Aí eu percebi por que o marido dela parecia um urso.
Eu tava excitadíssimo com a suavidade dela e com o jeito que ela tocava minhas costas e peito.
Ela percebeu pela minha vergonha, pelo volume enorme que tava aparecendo demais.
Não tinha como disfarçar.
Mas notei que ela não se incomodava com aquilo, pelo contrário. Ela parecia bem à vontade e curiosa pra ver o que aquele volume tinha a oferecer.
Ela largou o pote de creme na mesinha de centro e secou as mãos cheias de creme na toalha.
E enquanto olhava pro lado.
Ale: Tira a calça que eu passo creme nas tuas pernas.
Não se preocupa, não vou olhar.
Eu: Não posso fazer isso, Ale, não tô usando nada por baixo da calça.
O boxer tava me incomodando tanto que tive que tirar.
Ale: Queimou tanto assim?
Imagino... coitado.
Eu: Sim, Ale, minhas pernas tão tão queimadas quanto o corpo.
Mas tá de boa, não precisa se preocupar com elas.
Ale: Tá bom, tira a calça e vira de costas, não vou ver nada que já não tenha visto antes hahaha.
Põe a toalha e pronto.
Eu fiz o que ela disse.
Meu pau tava durasso e fazia uma barraca na toalha.
Ela, com muita suavidade, começou a passar creme nas minhas panturrilhas, nos calcanhares, primeiro por trás e depois na frente e nos lados. Eu tava com as pernas quase fechadas, e ela fez eu abrir as pernas pra passar na parte interna.
Minha toalha caiu no chão.
Minhas bolas ficaram penduradas como sinos.
Ela continuava ajoelhada atrás de mim. Passando creme, mas em silêncio.
As mãos dela percorriam minhas pernas e ela não deixou eu pegar a toalha de novo.
Aí, sem dizer nada, ela começou a acariciar minhas bolas com uma ternura enorme.
Eu abri mais minhas pernas. Pernas, ela se sentou numa posição debaixo de mim e com a língua lambia e chupava.
O pau dava pulinhos de tesão com os movimentos daquela boca experiente.
Ale: "Como eu gosto de bolas grandes assim. Hummm...
E ainda depiladas, você gosta que chupem suas bolas, né?..."
Eu: "Adoro que me chupem tudo, Ale... Hummm..."
Enquanto ela chupava e lambia, eu ficava louco, enfiando as bolas na boca dela.
Peguei ela pelos cabelos e esfregava minhas bolas e o tronco do meu pau na cara dela.
Isso a deixava doida.
Ela esticava mais a língua e abria a boca pra chupar e devorar tudo que colocasse na frente.
As mãos dela me masturbavam enquanto ela devorava minhas bolas.
Depois, ela foi pra frente e, ajoelhada, chupou meu pau mostrando toda a experiência dela.
Segurava minhas bolas enquanto a língua percorria toda a minha pica.
Ale: "Que pau lindo", dizia, "vou chupar ele a noite toda.
Se eu soubesse que você tinha esse pau, te comia no avião. Hummm...
Ai, gato, que pau gostoso. Hummm..."
Enquanto isso, eu gemia de prazer.
Depois, deitei ela no chão e ela não queria parar de chupar meu pau.
Era igual um bebê com a mamadeira.
E num 69 gostoso, a gente se fundiu num mar de gemidos sem fim.
Era só prazer e gozo.
Gozei na boca dela e podia sentir ela tremer na minha boca.
Ela gemia e gritava entre choramingos.
Pedia pra eu não parar e dar mais prazer.
Já pronta pra penetração, ela abriu as pernas.
A cabeça do meu pau brincava com os lábios da buceta dela, molhados com os sucos dela e minha saliva.
Isso fazia ela vibrar.
Ale: "Não seja ruim... Ufs... Mete logo, quero sentir você bem dentro de mim."
A buceta dela era tipo uma capa perfeita pro meu pau, que entrava justinho e deslizava suave até bater no fundo dela.
Ale: mmm... como eu te sinto todo amor...
...ai... sim... que prazer... mmm...
ha... ah... ha...
Ela exclamava, entre gemidos suaves, e soava bem puta.
E quando eu aumentava o ritmo, ela explodia em orgasmos intermináveis.
Dava pra sentir o coração dela acelerar e a respiração.
Enquanto eu beijava e chupava os peitos dela.
Os gemidos e os gritos dela me excitavam cada vez mais.
Já não aguentava mais, tava prestes a explodir.
Tirei meu pau e enchi de porra toda a barriguinha e o umbigo dela.
Ale: ufs... que transa gostosa, garoto...
que foda linda, mas da próxima vez goza dentro, já não quero engravidar.
Eu: sim, eu sei, mas o bom é que vai ter próxima.
Ale: sim, você gostou de fazer com uma coroa? todas as vezes que quiser, meu bem.
Eu: você não é uma coroa, é uma gostosa infernal.
Fomos tomar banho juntos, meu pau era uma rocha de novo no chuveiro, com a esfregação e os beijos apaixonados daquela mulher.
Insaciáveis de sexo, fomos pro quarto e começamos tudo de novo.
Perdi a conta dos orgasmos que arranquei daquela mulher.
Sempre pronta pra receber cada estocada do meu pau incansável.
Coloquei ela de quatro e era algo de louco, a bunda enorme e firme dela era uma delícia.
Ela adorava ser comida como uma puta.
Gemendo e pedindo mais. E mais forte.
Enterrei minha cara na bunda dela e comecei a lamber.
Minha língua brincalhona percorria aquele cuzinho apertado.
Depois de lubrificar bem meu pau na buceta dela e brincar com o cu dela, cada vez mais dilatado com meus dedos.
Encaixei meu pau e não liguei se ela tava pronta ou não.
Ale: Devagar, love, não tenho muita experiência por aí.
Só fiz duas vezes com meu marido.
Se o pinto do meu marido já me fez doer, o teu vai me partir.
Não terminei a frase e já tava quase enfiando tudo.
Ale: Ai... meu Deus, arde muito, love, ai...
Ui... não, não, para... ai...
Devagar... ai...
Tô doendo, por favor...
A...i... meu Deus...
Ai... minha vida, você vai arrancar minhas entranhas...
Para... ai... por favor, ai...
Peguei ela pelos cabelos e enfiava mais e mais fundo.
Entre choros, ela implorava pra eu parar.
Só tirava pra cuspir no meu pau e meter de novo.
Os gemidos dela acalmaram um pouco e ela começou a acompanhar minhas estocadas.
Com o cu bem aberto e já curtindo o prazer que aquela dor causava, ela gozou.
Ficou entregue ao meu prazer. Depois de um tempo de prazer intenso, falei: vou encher sua bunda de porra, love, e ela pronta pra ser preenchida até o fundo. Entre gemidos, exclamou:
Ale: Ai, meu Deus, dá pra sentir, love, seu semen quente me inunda por completo.
Arde muito, mas adoro...
Valeu pela experiência, te quero, amigão...
Eu: De nada, amigona, quando quiser...
Assim passamos a noite dormindo juntos, pelados.
A semana toda foi assim: transando e curtindo os prazeres da carne.
Ela da minha juventude e eu da maturidade dela.
CONTINUA...
PS: Espero que tenham gostado. Deixem seu comentário.
As fotos são minhas mesmo, com autorização da protagonista.
Maury-solo-yo
Aqui vai mais um dos meus contos que nunca contei antes:
Ela é a Alejandra: a gente se conheceu numa viagem pro Brasil.
Já faz uns anos isso.
Pegamos o mesmo voo. O mesmo atraso pra viajar e todos os problemas que naquela época eram comuns.Começamos batendo papo no aeroporto.
Era minha primeira vez num avião e ela, mais experiente, percebeu na hora.
Ela pediu pra trocar de lugar com outro passageiro. E ficou comigo.
Ela segurou minha mão.
Ale: — Não se preocupa, gatinho. Viajar de avião é mais seguro que o táxi que te trouxe.
— Não tenha medo.
Eu: — Não tô com medo, só tô nervoso.
Ela foi puxando conversa, foi muito amigável, e logo em seguida
me contou da vida dela e eu da minha.
Ela era de boa situação financeira graças ao marido, que era empresário têxtil. Que, por causa do trabalho, viajaria uma semana depois.
Eu não perdi a chance de mandar um elogio. Óbvio, com muito respeito.
Eu: — Seu marido deve ser maluco pra deixar uma mulher como a senhora viajar sozinha.
— Ou ele deve confiar muito em você, né?
Ale: — Não me trata de senhora, me faz sentir velha.
— hahaha Meu nome é Alejandra, mas pode me chamar de Ale.
— Já somos amigos, né?
— Valeu pelo elogio, mas ele não tem nada a temer, eu sei me virar muito bem sozinha.
— Com meus 50 anos, acho que dou conta sozinha, né? Quem parece que precisa de cuidado é você, gatinho.
Eu: — Não acredito... achei que você fosse bem mais nova.
— Eu tenho 21. Claro que sim.
Ale: — Uau... 21, quem me dera haha.
— Você vai amar o lugar. É muito lindo, já vai ver, é caro mas vale a pena.
— Eu sempre vou lá.
Eu: — Sim, sei, mas vou pra parte mais barata. Com meu salário não daria pra pagar.
Ao chegar no aeroporto, ela me convidou pra tomar um café e esperar um carro que viria nos buscar, que ela já tinha encomendado antes, e se ofereceu pra me levar.
Chegamos no hotel e cada um foi pro seu quarto.
Que, por azar, ficaram em lados totalmente opostos. Ela tinha reserva no lado vip e eu no mais barato, ou de classe. mídia.
saí pra dar uma volta e depois um pouco de praia, ver umas booties gostosas e negras quase peladas.
quando o sol baixou e ficou vermelho igual um tomate, voltei pro hotel. Empanturrado de ver booties de todos os tamanhos, formas e cores.
Mas o dia inteiro não consegui parar de pensar na mulher que viajou comigo e a gente virou amigo.
Quando cheguei no meu quarto. Com uma surpresa gostosa, encontro um papel que dizia assim:
"Oi, sou a Ale, passei aqui pra te chamar pra gente curtir uma tarde de piscina e conhecer o hotel, mas você já tinha saído.
To deixando o número do quarto.
Me liga se você quiser jantar comigo hoje.
Beijos, Ale."
Sem pensar nem um segundo. Peguei o telefone e disquei o número do ramal.
Combinamos de nos encontrar às 10 no restaurante do hotel.
Foram as duas horas mais longas da minha vida. Tomei banho, passei meu melhor perfume e a melhor roupa que tinha e fui encontrar ela.
Nunca na vida fui tão pontual quanto naquele dia. Poder ver de novo aquela loira gostosa.
Quando a gente se encontrou, ficamos pasmos, parecíamos dois tomates de tão queimados que a gente tava.
Ela não tanto quanto eu.
Comemos e bebemos cerveja pra caralho.
Conversamos e saímos pra dançar um pouco.
Parecíamos um casal de amigos que se conhecia há uma vida inteira. A gente ria e se divertia pra caramba.
Eu já não aguentava mais por causa das queimaduras no corpo, tava doendo tudo.
Ela, preocupada com minha dor, me perguntou se eu não tinha passado nada pra aliviar a queimação.
Falei que não, que não se preocupasse, que amanhã eu via o que conseguia.
Ela, muito educada, me convidou pro quarto dela pra passar um creme de aloe vera pras queimaduras.
Eu agradeci, porque sinceramente não aguentava mais.
Quando chegamos, ela falou: "Fica à vontade, já volto."
Tirei a camisa e sentei no sofá. O couro frio aliviava pra caramba.
Ela apareceu com um pote verde de tampa branca e uma toalha. Me mandou sentar numa cadeira sem encosto.
Ela passava o creme bem devagar e aliviava minha dor.
Ale: "Ai... neném, como você se queimou, hein? O corpo tá pegando fogo.
Você vai ver, com isso você vai se sentir muito melhor.
Eu: Uau... que alívio, valeu.
As mãos macias dela com o creme me davam alívio e eu adorava sentir as mãos dela nas minhas costas.
Depois no meu peito.
Ela adorava meu corpo, meus músculos e os poucos pelos.
Aí eu percebi por que o marido dela parecia um urso.
Eu tava excitadíssimo com a suavidade dela e com o jeito que ela tocava minhas costas e peito.
Ela percebeu pela minha vergonha, pelo volume enorme que tava aparecendo demais.
Não tinha como disfarçar.
Mas notei que ela não se incomodava com aquilo, pelo contrário. Ela parecia bem à vontade e curiosa pra ver o que aquele volume tinha a oferecer.
Ela largou o pote de creme na mesinha de centro e secou as mãos cheias de creme na toalha.
E enquanto olhava pro lado.
Ale: Tira a calça que eu passo creme nas tuas pernas.
Não se preocupa, não vou olhar.
Eu: Não posso fazer isso, Ale, não tô usando nada por baixo da calça.
O boxer tava me incomodando tanto que tive que tirar.
Ale: Queimou tanto assim?
Imagino... coitado.
Eu: Sim, Ale, minhas pernas tão tão queimadas quanto o corpo.
Mas tá de boa, não precisa se preocupar com elas.
Ale: Tá bom, tira a calça e vira de costas, não vou ver nada que já não tenha visto antes hahaha.
Põe a toalha e pronto.
Eu fiz o que ela disse.
Meu pau tava durasso e fazia uma barraca na toalha.
Ela, com muita suavidade, começou a passar creme nas minhas panturrilhas, nos calcanhares, primeiro por trás e depois na frente e nos lados. Eu tava com as pernas quase fechadas, e ela fez eu abrir as pernas pra passar na parte interna.
Minha toalha caiu no chão.
Minhas bolas ficaram penduradas como sinos.
Ela continuava ajoelhada atrás de mim. Passando creme, mas em silêncio.
As mãos dela percorriam minhas pernas e ela não deixou eu pegar a toalha de novo.
Aí, sem dizer nada, ela começou a acariciar minhas bolas com uma ternura enorme.
Eu abri mais minhas pernas. Pernas, ela se sentou numa posição debaixo de mim e com a língua lambia e chupava.
O pau dava pulinhos de tesão com os movimentos daquela boca experiente.
Ale: "Como eu gosto de bolas grandes assim. Hummm...
E ainda depiladas, você gosta que chupem suas bolas, né?..."
Eu: "Adoro que me chupem tudo, Ale... Hummm..."
Enquanto ela chupava e lambia, eu ficava louco, enfiando as bolas na boca dela.
Peguei ela pelos cabelos e esfregava minhas bolas e o tronco do meu pau na cara dela.
Isso a deixava doida.
Ela esticava mais a língua e abria a boca pra chupar e devorar tudo que colocasse na frente.
As mãos dela me masturbavam enquanto ela devorava minhas bolas.
Depois, ela foi pra frente e, ajoelhada, chupou meu pau mostrando toda a experiência dela.
Segurava minhas bolas enquanto a língua percorria toda a minha pica.
Ale: "Que pau lindo", dizia, "vou chupar ele a noite toda.
Se eu soubesse que você tinha esse pau, te comia no avião. Hummm...
Ai, gato, que pau gostoso. Hummm..."
Enquanto isso, eu gemia de prazer.
Depois, deitei ela no chão e ela não queria parar de chupar meu pau.
Era igual um bebê com a mamadeira.
E num 69 gostoso, a gente se fundiu num mar de gemidos sem fim.
Era só prazer e gozo.
Gozei na boca dela e podia sentir ela tremer na minha boca.
Ela gemia e gritava entre choramingos.
Pedia pra eu não parar e dar mais prazer.
Já pronta pra penetração, ela abriu as pernas.
A cabeça do meu pau brincava com os lábios da buceta dela, molhados com os sucos dela e minha saliva.
Isso fazia ela vibrar.
Ale: "Não seja ruim... Ufs... Mete logo, quero sentir você bem dentro de mim."
A buceta dela era tipo uma capa perfeita pro meu pau, que entrava justinho e deslizava suave até bater no fundo dela.
Ale: mmm... como eu te sinto todo amor... ...ai... sim... que prazer... mmm...
ha... ah... ha...
Ela exclamava, entre gemidos suaves, e soava bem puta.
E quando eu aumentava o ritmo, ela explodia em orgasmos intermináveis.
Dava pra sentir o coração dela acelerar e a respiração.
Enquanto eu beijava e chupava os peitos dela.
Os gemidos e os gritos dela me excitavam cada vez mais.
Já não aguentava mais, tava prestes a explodir.
Tirei meu pau e enchi de porra toda a barriguinha e o umbigo dela.
Ale: ufs... que transa gostosa, garoto...
que foda linda, mas da próxima vez goza dentro, já não quero engravidar.
Eu: sim, eu sei, mas o bom é que vai ter próxima.
Ale: sim, você gostou de fazer com uma coroa? todas as vezes que quiser, meu bem.
Eu: você não é uma coroa, é uma gostosa infernal.
Fomos tomar banho juntos, meu pau era uma rocha de novo no chuveiro, com a esfregação e os beijos apaixonados daquela mulher.
Insaciáveis de sexo, fomos pro quarto e começamos tudo de novo.
Perdi a conta dos orgasmos que arranquei daquela mulher.
Sempre pronta pra receber cada estocada do meu pau incansável.
Coloquei ela de quatro e era algo de louco, a bunda enorme e firme dela era uma delícia.
Ela adorava ser comida como uma puta.
Gemendo e pedindo mais. E mais forte.
Enterrei minha cara na bunda dela e comecei a lamber. Minha língua brincalhona percorria aquele cuzinho apertado.
Depois de lubrificar bem meu pau na buceta dela e brincar com o cu dela, cada vez mais dilatado com meus dedos.
Encaixei meu pau e não liguei se ela tava pronta ou não.
Ale: Devagar, love, não tenho muita experiência por aí.
Só fiz duas vezes com meu marido.
Se o pinto do meu marido já me fez doer, o teu vai me partir.
Não terminei a frase e já tava quase enfiando tudo.
Ale: Ai... meu Deus, arde muito, love, ai...
Ui... não, não, para... ai...
Devagar... ai...
Tô doendo, por favor...
A...i... meu Deus...
Ai... minha vida, você vai arrancar minhas entranhas...
Para... ai... por favor, ai...
Peguei ela pelos cabelos e enfiava mais e mais fundo.
Entre choros, ela implorava pra eu parar.
Só tirava pra cuspir no meu pau e meter de novo.
Os gemidos dela acalmaram um pouco e ela começou a acompanhar minhas estocadas.
Com o cu bem aberto e já curtindo o prazer que aquela dor causava, ela gozou.
Ficou entregue ao meu prazer. Depois de um tempo de prazer intenso, falei: vou encher sua bunda de porra, love, e ela pronta pra ser preenchida até o fundo. Entre gemidos, exclamou:
Ale: Ai, meu Deus, dá pra sentir, love, seu semen quente me inunda por completo.
Arde muito, mas adoro...
Valeu pela experiência, te quero, amigão...
Eu: De nada, amigona, quando quiser...
Assim passamos a noite dormindo juntos, pelados.
A semana toda foi assim: transando e curtindo os prazeres da carne.
Ela da minha juventude e eu da maturidade dela.
CONTINUA...
PS: Espero que tenham gostado. Deixem seu comentário.
As fotos são minhas mesmo, com autorização da protagonista.
Maury-solo-yo
7 comentários - Fodendo com Ale... com fotos
hermosa mujer!!