Meu nome é Alex, sou um cara de 23 anos, tenho 1,79 de altura e constituição normal. Sempre fui heterossexual, mas sentia uma certa curiosidade de experimentar coisas novas. Desde mais jovem sempre tive namorada, então nunca tive oportunidade de experimentar.
Há pouco mais de um ano, terminei com minha namorada e passei por uma fase ruim. Foi aí que decidi aproveitar e saciar minha curiosidade. Como nunca tinha feito isso antes, não sabia por onde começar ou o que fazer, e pedi ajuda em um chat gay.
Fiquei vários dias até finalmente encontrar alguém disposto a me ajudar. Ele não me deu seu nome real, só disse para chamá-lo de H, e assim fiz. Conversamos muito no início, eu contava minhas inquietações e ele me dava conselhos.
Até que um dia...
— Ei, H, faz tempo que a gente conversa e confio bastante em você. Falta dar o próximo passo, que é ter uma experiência real. Você estaria disposto?
— Nossa, que proposta indecente, Alex! XD hahahaha
— Você sabe que vai ser só uma vez, e sou muito discreto.
— Relaxa, não precisa implorar. Mas vamos ter que nos deslocar, estamos bem longe um do outro.
— Sem problema, tem festa na minha cidade e não tenho aula.
— Ótimo. E o que você gostaria de experimentar na sua primeira vez?
— O que mais me atrai é chupar, então... eu te daria um boquete. Pode botar um pornô se quiser.
— Antes disso, preciso te dizer uma coisa: minha namorada sabe das nossas conversas e da sua situação. Antes de fazer qualquer coisa, preciso falar com ela.
— Ah... sim, claro, sem problema.
— Te falo amanhã.
Fiquei muito decepcionado porque, mesmo sabendo que ele tinha namorada, não esperava que ele fosse falar com ela sobre isso. Tinha certeza de que ela iria dizer não. Essa noite não consegui dormir nada, fiquei remoendo o assunto de novo e de novo, pensando em todas as respostas possíveis. E finalmente chegou o dia seguinte.
Entrei no chat muito nervoso e começamos a falar sobre os... assuntos habituais, eu morria de vontade de perguntar, mas tinha medo da resposta. Depois de um tempo, finalmente chegamos onde eu queria...
- Aliás, falei com minha namorada – Meu coração deu um salto no peito, os nervos estavam me corroendo.
- E... o que ela disse?
- Você precisa saber que ela é bem reservada com isso que vou te contar, e se estou contando é porque acho que posso confiar em você. Minha namorada... não é exatamente uma garota, é transsexual.
Eu estava chocado, transsexual, meu sonho erótico mais recorrente! Fiquei sem saber o que escrever, minha mente estava a mil, fiquei com uma ereção monstra, doía presa dentro da calça.
H esperava uma reação, mas eu não conseguia escrever, a cabeça estava girando.
- Ainda está aí? Acho que foi má ideia, esquece.
Finalmente me recompus e pude responder.
- Não, não, H espera! Não tem problema com isso, mas ela ser transsexual não influencia nosso acordo, né?
- Na verdade, sim. Ela me disse que aceita, mas que também quer participar como ativa, você seria o único passivo. Não sei o que vai pensar disso, é sua primeira vez, e serem dois... não sei, o que acha?
Não tinha o que pensar, só havia uma resposta possível:
- Claro que aceito.
Marcamos alguns dias depois, num motel de beira de estrada, pegamos quartos separados e combinamos de nos encontrar no deles. Cheguei à tarde e me dediquei a me preparar bem, coloquei uma calcinha fio dental preta de renda que tinha comprado especialmente para a ocasião, raspei e depilei o melhor que pude. Depois, peguei meu dilatador, lambi, lubrifiquei bem com minha saliva e enfiei até o fundo. Ainda faltavam duas horas para meu grande momento, então coloquei uma coleção de vídeos pornô que tinha reunido durante meses, todos de boquetes e sexo anal feitos por transsexuais.
Para acompanhar o momento, peguei o consolo maior que tinha e comecei a chupar enquanto via os vídeos, depois de quase meia hora chupando, afastei um pouco o... Thong, tirei o dilatador e aos poucos fui me enfiando o consolo, doeu um pouco no começo, mas eu queria estar preparado para um pau de verdade, me concentrei nesse pensamento enquanto os gemidos de prazer vinham do vídeo do meu laptop, e sentia meu cu se abrindo cada vez mais, enterrando aquele consolo cada vez mais fundo até minhas nádegas tocarem a cadeira.
Quase nem percebi que tinha acabado de enfiar 25cm de consolo até o fundo das minhas entranhas, era uma sensação maravilhosa, me sentia cheio.
E assim passei a tarde antes do nosso encontro.
Finalmente, chegou a hora, ajustei o thong, sem tirar meu amado consolo do meu cu, que estava enfiado até a base, vesti um roupão daqueles que deixam nos hotéis para o banho, e sem mais nenhuma peça de roupa, saí do meu quarto e fui para o que me disseram.
Meu nervosismo estava no mesmo nível da minha excitação, o pequeno thong mal conseguia prender minha ereção brutal, meu pau estava tão duro que até doía. Levantei a mão para bater na porta, mas minha mão não respondia, estava tremendo, e então a porta se abriu sozinha.
Na minha frente estava uma mulher, uns 30 anos, um pouco mais baixa que eu, magra e em forma pela definição do abdômen, plano e estreito. Seus peitos eram perfeitos, aquele tipo de peito, bem colocados, redondos, com formato de globo, mas, como descobriria mais tarde, túrgidos e firmes, eram os peitos mais perfeitos que já vi na vida, e não só os peitos, sua bunda também estava à altura, firme e túrgida, e assim como sua cintura, estreita, mas não plana. Aquela mulher me cativou desde o primeiro instante, e quando olhei para o rosto dela... Meu mundo balançou, ela tinha uns lindos olhos negros, lábios carnudos, carinha de menina direita, mas com experiência, um olhar de segurança em si mesma e um leve sorriso que me encantou.
Não sei quanto tempo fiquei olhando para ela, mas foi o suficiente, porque ela quebrou o silêncio.
- Você deve ser o Alex, né? H me he Já falei muito sobre você, você é ainda mais gato do que ele me disse, não fique aí, entra.
Nem percebi quando ele entrou, a próxima coisa que soube foi que estava sentado no sofá dele.
- O H já vem, foi buscar algo pra beber. Enquanto isso, que tal a gente se conhecer melhor?
- Cla...claro – As palavras mal saíam, mas consegui esboçar um sorriso.
Ela sentou do meu lado e ficamos conversando um pouco sobre nós. Me disse que se chamava Laura, que estava com o H há quase dois anos, contou que trabalhava como vendedora numa loja de roupas, que queria juntar dinheiro pra voltar a estudar e outras coisas que, sinceramente, não lembro. Eu a ouvia encantado, a cena devia ser curiosa: um cara vestindo um roupão, empalado num consolo de 25 cm e uma linda mulher trans de minissaia e uma camisa que deixava à mostra seu abdômen firme e liso.
Um gemido distraiu minha atenção. Quando entrei, estava tão concentrado na mulher que não tinha percebido: na TV passava um filme pornô. Duas trans enfiavam na boca e no cu de um cara que parecia curtir cada centímetro que recebia. Recuperei minha ereção rapidinho.
Laura percebeu na hora e, sorrindo, dirigiu o olhar pra televisão.
- Eu estava bem excitada e botei algo pra me entreter. Vejo que você curtiu o filme – Disse, baixando os olhos pra minha virilha saliente. - Eu tô na mesma, talvez você queira me dar uma mãozinha.
Ela levantou a minissaia, mostrando seu pau quase totalmente ereto. Não usava calcinha, devia ter uns 18 cm naquele momento, e nem tinha chegado ao máximo ainda. Minha resposta foi quase automática: levantei num pulo, deixei o roupão cair no chão, me ajoelhei na frente da Laura e enfiei aquele pau grande, grosso e quente na minha boca, lambendo tudo que dava, babando bem por toda a extensão. Dava pra sentir ele atingindo o tamanho máximo – eram facilmente 20 ou 21 centímetros de rola dura. Eu adorava. A cada Com a cabeça abaixada, tentava engolir mais um pedaço da carne. Laura ajudava, empurrando o quadril na minha direção, entrando cada vez mais fundo.
— Pelo visto você tem praticado bastante, não tem problemas com meu pau, assim que eu gosto.
Me senti lisonjeado e isso me fez chupar com mais vontade. Laura gemía no ritmo da chupada e a respiração dela acelerava a cada momento. Peguei as bolas dela com a mão e comecei a massageá-las enquanto não parava de sugar aquela barra de prazer. Consegui enfiar até a base e, com o pau todo na minha garganta, lambi as bolas dela com a língua. Laura soltou um gritinho de prazer que me excitou demais.
— Continua chupando, gostosa. Agora você é minha putinha, vou fazer você engolir toda minha porra, até a última gota.
Minha mente estava em chamas, nunca tinha estado tão excitado como naquele momento. Queria que ela gozasse, que enchesse minha boca de porra, que metesse forte enquanto fodia minha garganta.
Foi então que ouvi uma voz masculina, a do H, que tinha acabado de chegar.
— Parece que vocês estão se divertindo, hein?
— Você trouxe uma putinha boa, amor. Não vê como ela chupa? Tô quase pra encher ela.
H se aproximou, agarrou meu cabelo com uma mão e começou a mover minha cabeça para guiar os movimentos de sucção, cada vez mais rápido. Pelo canto do olho, vi ele beijando a Laura, de língua. Estar com a boca cheia de pau enquanto eles se beijavam me lembrou de novo o quanto o pau estava duro, e pelo visto não fui o único que ficou excitado com isso. Na calça do H começou a crescer um volume. Ele estava ajoelhado no sofá, então a virilha dele ficou a um palmo do meu rosto.
Enquanto pensava em como o pau do H devia ser delicioso, Laura agarrou minha cabeça, me pressionando contra o quadril dela enquanto se levantava do sofá, enfiando o pau o mais fundo possível na minha garganta. E aí eu senti.
Algo quente, levemente salgado — embora mal percebesse o gosto, de tão fundo que estava — se derramou dentro de mim. Laura continuou gemendo em intervalos, a cada gemido uma nova descarga. Senti o pau dele pulsar, eu não parava de acariciar as bolas dele com uma mão enquanto a outra agarrava suas nádegas, apertando-as contra meu rosto. Com a língua, tentava lamber as bolas também, mas não conseguia porque me afogava com a porra que descia pela garganta. A força pareceu abandonar Laura, que caiu sentada no sofá com cara de satisfação, olhando para H.
— Você foi muito bem, mesmo sendo a primeira vez. Agora lambe o que sobrou, quero que deixe ele limpinho.
Fiz exatamente isso, obedientemente lambi e engoli até a última gota que encontrei. No processo, Laura começou a ficar excitada de novo. A voz de H soou atrás de mim.
— Bom, Alex, sua viciada safada, agora é a minha vez. — Ainda não tinha visto o rosto dele, mas sabia que ele estava sorrindo.
Obrigado por ler essa história, é a primeira que escrevo. Se vocês gostaram, vou postar a próxima parte assim que puder.
Para dúvidas, sugestões ou qualquer coisa, meu e-mail é alopx90@gmail.com.
Saudações a todos os pornguers.
Há pouco mais de um ano, terminei com minha namorada e passei por uma fase ruim. Foi aí que decidi aproveitar e saciar minha curiosidade. Como nunca tinha feito isso antes, não sabia por onde começar ou o que fazer, e pedi ajuda em um chat gay.
Fiquei vários dias até finalmente encontrar alguém disposto a me ajudar. Ele não me deu seu nome real, só disse para chamá-lo de H, e assim fiz. Conversamos muito no início, eu contava minhas inquietações e ele me dava conselhos.
Até que um dia...
— Ei, H, faz tempo que a gente conversa e confio bastante em você. Falta dar o próximo passo, que é ter uma experiência real. Você estaria disposto?
— Nossa, que proposta indecente, Alex! XD hahahaha
— Você sabe que vai ser só uma vez, e sou muito discreto.
— Relaxa, não precisa implorar. Mas vamos ter que nos deslocar, estamos bem longe um do outro.
— Sem problema, tem festa na minha cidade e não tenho aula.
— Ótimo. E o que você gostaria de experimentar na sua primeira vez?
— O que mais me atrai é chupar, então... eu te daria um boquete. Pode botar um pornô se quiser.
— Antes disso, preciso te dizer uma coisa: minha namorada sabe das nossas conversas e da sua situação. Antes de fazer qualquer coisa, preciso falar com ela.
— Ah... sim, claro, sem problema.
— Te falo amanhã.
Fiquei muito decepcionado porque, mesmo sabendo que ele tinha namorada, não esperava que ele fosse falar com ela sobre isso. Tinha certeza de que ela iria dizer não. Essa noite não consegui dormir nada, fiquei remoendo o assunto de novo e de novo, pensando em todas as respostas possíveis. E finalmente chegou o dia seguinte.
Entrei no chat muito nervoso e começamos a falar sobre os... assuntos habituais, eu morria de vontade de perguntar, mas tinha medo da resposta. Depois de um tempo, finalmente chegamos onde eu queria...
- Aliás, falei com minha namorada – Meu coração deu um salto no peito, os nervos estavam me corroendo.
- E... o que ela disse?
- Você precisa saber que ela é bem reservada com isso que vou te contar, e se estou contando é porque acho que posso confiar em você. Minha namorada... não é exatamente uma garota, é transsexual.
Eu estava chocado, transsexual, meu sonho erótico mais recorrente! Fiquei sem saber o que escrever, minha mente estava a mil, fiquei com uma ereção monstra, doía presa dentro da calça.
H esperava uma reação, mas eu não conseguia escrever, a cabeça estava girando.
- Ainda está aí? Acho que foi má ideia, esquece.
Finalmente me recompus e pude responder.
- Não, não, H espera! Não tem problema com isso, mas ela ser transsexual não influencia nosso acordo, né?
- Na verdade, sim. Ela me disse que aceita, mas que também quer participar como ativa, você seria o único passivo. Não sei o que vai pensar disso, é sua primeira vez, e serem dois... não sei, o que acha?
Não tinha o que pensar, só havia uma resposta possível:
- Claro que aceito.
Marcamos alguns dias depois, num motel de beira de estrada, pegamos quartos separados e combinamos de nos encontrar no deles. Cheguei à tarde e me dediquei a me preparar bem, coloquei uma calcinha fio dental preta de renda que tinha comprado especialmente para a ocasião, raspei e depilei o melhor que pude. Depois, peguei meu dilatador, lambi, lubrifiquei bem com minha saliva e enfiei até o fundo. Ainda faltavam duas horas para meu grande momento, então coloquei uma coleção de vídeos pornô que tinha reunido durante meses, todos de boquetes e sexo anal feitos por transsexuais.
Para acompanhar o momento, peguei o consolo maior que tinha e comecei a chupar enquanto via os vídeos, depois de quase meia hora chupando, afastei um pouco o... Thong, tirei o dilatador e aos poucos fui me enfiando o consolo, doeu um pouco no começo, mas eu queria estar preparado para um pau de verdade, me concentrei nesse pensamento enquanto os gemidos de prazer vinham do vídeo do meu laptop, e sentia meu cu se abrindo cada vez mais, enterrando aquele consolo cada vez mais fundo até minhas nádegas tocarem a cadeira.
Quase nem percebi que tinha acabado de enfiar 25cm de consolo até o fundo das minhas entranhas, era uma sensação maravilhosa, me sentia cheio.
E assim passei a tarde antes do nosso encontro.
Finalmente, chegou a hora, ajustei o thong, sem tirar meu amado consolo do meu cu, que estava enfiado até a base, vesti um roupão daqueles que deixam nos hotéis para o banho, e sem mais nenhuma peça de roupa, saí do meu quarto e fui para o que me disseram.
Meu nervosismo estava no mesmo nível da minha excitação, o pequeno thong mal conseguia prender minha ereção brutal, meu pau estava tão duro que até doía. Levantei a mão para bater na porta, mas minha mão não respondia, estava tremendo, e então a porta se abriu sozinha.
Na minha frente estava uma mulher, uns 30 anos, um pouco mais baixa que eu, magra e em forma pela definição do abdômen, plano e estreito. Seus peitos eram perfeitos, aquele tipo de peito, bem colocados, redondos, com formato de globo, mas, como descobriria mais tarde, túrgidos e firmes, eram os peitos mais perfeitos que já vi na vida, e não só os peitos, sua bunda também estava à altura, firme e túrgida, e assim como sua cintura, estreita, mas não plana. Aquela mulher me cativou desde o primeiro instante, e quando olhei para o rosto dela... Meu mundo balançou, ela tinha uns lindos olhos negros, lábios carnudos, carinha de menina direita, mas com experiência, um olhar de segurança em si mesma e um leve sorriso que me encantou.
Não sei quanto tempo fiquei olhando para ela, mas foi o suficiente, porque ela quebrou o silêncio.
- Você deve ser o Alex, né? H me he Já falei muito sobre você, você é ainda mais gato do que ele me disse, não fique aí, entra.
Nem percebi quando ele entrou, a próxima coisa que soube foi que estava sentado no sofá dele.
- O H já vem, foi buscar algo pra beber. Enquanto isso, que tal a gente se conhecer melhor?
- Cla...claro – As palavras mal saíam, mas consegui esboçar um sorriso.
Ela sentou do meu lado e ficamos conversando um pouco sobre nós. Me disse que se chamava Laura, que estava com o H há quase dois anos, contou que trabalhava como vendedora numa loja de roupas, que queria juntar dinheiro pra voltar a estudar e outras coisas que, sinceramente, não lembro. Eu a ouvia encantado, a cena devia ser curiosa: um cara vestindo um roupão, empalado num consolo de 25 cm e uma linda mulher trans de minissaia e uma camisa que deixava à mostra seu abdômen firme e liso.
Um gemido distraiu minha atenção. Quando entrei, estava tão concentrado na mulher que não tinha percebido: na TV passava um filme pornô. Duas trans enfiavam na boca e no cu de um cara que parecia curtir cada centímetro que recebia. Recuperei minha ereção rapidinho.
Laura percebeu na hora e, sorrindo, dirigiu o olhar pra televisão.
- Eu estava bem excitada e botei algo pra me entreter. Vejo que você curtiu o filme – Disse, baixando os olhos pra minha virilha saliente. - Eu tô na mesma, talvez você queira me dar uma mãozinha.
Ela levantou a minissaia, mostrando seu pau quase totalmente ereto. Não usava calcinha, devia ter uns 18 cm naquele momento, e nem tinha chegado ao máximo ainda. Minha resposta foi quase automática: levantei num pulo, deixei o roupão cair no chão, me ajoelhei na frente da Laura e enfiei aquele pau grande, grosso e quente na minha boca, lambendo tudo que dava, babando bem por toda a extensão. Dava pra sentir ele atingindo o tamanho máximo – eram facilmente 20 ou 21 centímetros de rola dura. Eu adorava. A cada Com a cabeça abaixada, tentava engolir mais um pedaço da carne. Laura ajudava, empurrando o quadril na minha direção, entrando cada vez mais fundo.
— Pelo visto você tem praticado bastante, não tem problemas com meu pau, assim que eu gosto.
Me senti lisonjeado e isso me fez chupar com mais vontade. Laura gemía no ritmo da chupada e a respiração dela acelerava a cada momento. Peguei as bolas dela com a mão e comecei a massageá-las enquanto não parava de sugar aquela barra de prazer. Consegui enfiar até a base e, com o pau todo na minha garganta, lambi as bolas dela com a língua. Laura soltou um gritinho de prazer que me excitou demais.
— Continua chupando, gostosa. Agora você é minha putinha, vou fazer você engolir toda minha porra, até a última gota.
Minha mente estava em chamas, nunca tinha estado tão excitado como naquele momento. Queria que ela gozasse, que enchesse minha boca de porra, que metesse forte enquanto fodia minha garganta.
Foi então que ouvi uma voz masculina, a do H, que tinha acabado de chegar.
— Parece que vocês estão se divertindo, hein?
— Você trouxe uma putinha boa, amor. Não vê como ela chupa? Tô quase pra encher ela.
H se aproximou, agarrou meu cabelo com uma mão e começou a mover minha cabeça para guiar os movimentos de sucção, cada vez mais rápido. Pelo canto do olho, vi ele beijando a Laura, de língua. Estar com a boca cheia de pau enquanto eles se beijavam me lembrou de novo o quanto o pau estava duro, e pelo visto não fui o único que ficou excitado com isso. Na calça do H começou a crescer um volume. Ele estava ajoelhado no sofá, então a virilha dele ficou a um palmo do meu rosto.
Enquanto pensava em como o pau do H devia ser delicioso, Laura agarrou minha cabeça, me pressionando contra o quadril dela enquanto se levantava do sofá, enfiando o pau o mais fundo possível na minha garganta. E aí eu senti.
Algo quente, levemente salgado — embora mal percebesse o gosto, de tão fundo que estava — se derramou dentro de mim. Laura continuou gemendo em intervalos, a cada gemido uma nova descarga. Senti o pau dele pulsar, eu não parava de acariciar as bolas dele com uma mão enquanto a outra agarrava suas nádegas, apertando-as contra meu rosto. Com a língua, tentava lamber as bolas também, mas não conseguia porque me afogava com a porra que descia pela garganta. A força pareceu abandonar Laura, que caiu sentada no sofá com cara de satisfação, olhando para H.
— Você foi muito bem, mesmo sendo a primeira vez. Agora lambe o que sobrou, quero que deixe ele limpinho.
Fiz exatamente isso, obedientemente lambi e engoli até a última gota que encontrei. No processo, Laura começou a ficar excitada de novo. A voz de H soou atrás de mim.
— Bom, Alex, sua viciada safada, agora é a minha vez. — Ainda não tinha visto o rosto dele, mas sabia que ele estava sorrindo.
Obrigado por ler essa história, é a primeira que escrevo. Se vocês gostaram, vou postar a próxima parte assim que puder.
Para dúvidas, sugestões ou qualquer coisa, meu e-mail é alopx90@gmail.com.
Saudações a todos os pornguers.
2 comentários - Transformación en puta (relato) 1/2
Muy buena historia, algunas cosas un poco inverosímiles, pero le dan morbo y sustancia al relato.
No pongas datos privados (mail) está prohibido y te pueden borrar el post.
Gracias por compartir 👍
Yo comenté tu post, la mejor manera de agradecer es comentando alguno de los míos...