Aqui vai um mix de fotos da viagenzinha de 4 dias pra cidade com meu pai, espero que vocês curtam tanto quanto eu curti a chupada de cú e pica e a porra cremosa matinal do meu pai depois de oito dias sem ele transar. A verdade é INCRÍVEL......


Fica à vontade, pá...
Lembro que naquela manhã quando saímos de casa o dia estava ensolarado, sabíamos que ia ser uma viagem tranquila, a estrada tava bem vazia igual ao céu, muito calor,
num momento a gente decide parar num lugar bem confortável à beira da estrada, meu pai desceu e foi andando na direção da sombra que umas árvores faziam, respirou ar fresco, caminhou um pouco, fez uns exercícios de alongamento nas pernas e voltou. Quando tava chegando no carro, tirou a regata e ali eu podia ver o torso dele todo peludo, deixando à vista de qualquer um que passasse por ali,
eu ainda tava sentado instalando o aquecedor pra água do termo,
ele abriu a porta traseira do carro, soltou o cinto e desabotoou a calça, que abaixou junto com a cueca branca,
eu conseguia ver tudo isso pelo espelho retrovisor, enquanto me virei e falei:
pai, quer comer um sanduíche?
ahh, bora filho, não seria má ideia!
eu me enfiei entre os bancos do carro e vi ele, o que cê tá fazendo assim aí? vão te ver pelado!
não, porque pra isso eu abri a porta, além disso tô com calor e precisava arejar um pouco,
passei um sanduíche pra ele, mas antes falei pra ele subir no carro pra ninguém ver, se acomodar lá atrás, abaixar um pouco o vidro da outra porta e deixar a do lado dele aberta pra pegar um ventinho fresco.
ele subiu no carro e sentou, eu enquanto cuidava da água e comia meu sanduíche podia ver ele sentado lá atrás com o pau e as bolas bem peludas penduradas até o chão do carro,
num momento ele falou entre mastigadas: cê gosta, né?
sim, tão bons,
não, os sanduíches não, o que cê tá olhando,
eu me fiz de besta,
falei: sim, bastante, até porque cê sabe pra que perguntar
não, porque eu vi que cê não tira os olhos do espelho, por isso.
Eu me virei e ela abriu as pernas e começou a se tocar um pouco até se levantar de novo. Eu arrumei o termo, fechei e deixei no chão do carro, tirei meu moletom e fiquei só de camiseta. Peguei com a mão e sacudi mais um pouco, puxei bem pelo tronco e tirei a cabeça toda, que tinha uns restos brancos, com certeza resquícios de porra virada queijo da chupada da manhã. Meu pai se ajeitou mais um pouco, se jogando pra trás com as mãos na nuca, e eu ali mesmo comecei outra chupada de pau no meu pai.....









Enfiei tudo com gosto até o talo, tinha um sabor gostoso, lembro que era salgada, tirei e enfiei de novo várias vezes, outras vezes só batia uma punheta. Os primeiros gemidos já tinham virado mais profundos, pareciam de rasgar, aiiii aggggggggg ahhhhhhhhhhh ahhhh que calor que tô, filho, minha bunda tá suando, aguenta aí, pai, mais um pouquinho, vai.
Para, vou deitar. Então saí do carro e pela porta de trás abaixei um pouco mais a calça jeans dela e meti a cabeça na virilha dela e continuei chupando a rola que já tava bem grande naquela hora. Uma boa cuspida e lá dentro de novo, e fiquei assim um tempão até que sem avisar gozei na boca dela. Eu engasguei, cuspi um pouco e o resto consegui engolir.
Conto pra vocês que ainda saiu bem grossa, parecia que era a primeira vez que ele batia uma no dia.
Depois de um bom boquete matinal, ele ficou deitado um tempo, depois virou de lado e eu chupei bem chupado e ensalivei a bunda suada dele por um tempo.
Abri minha porta, me limpei com um pouco de papel higiênico que tinha no bolso da porta do carro.
Ele desceu, andou uns passos e parou com as pernas abertas e a calça jeans e a cueca nos tornozelos e mijou.
Levantou um pouco a calça jeans que ainda tava aberta, subiu no carro, sentou atrás e falou: "Agora dirige você um pouco até eu me recuperar..." Ligamos o carro e seguimos viagem.






Fica à vontade, pá...
Lembro que naquela manhã quando saímos de casa o dia estava ensolarado, sabíamos que ia ser uma viagem tranquila, a estrada tava bem vazia igual ao céu, muito calor, num momento a gente decide parar num lugar bem confortável à beira da estrada, meu pai desceu e foi andando na direção da sombra que umas árvores faziam, respirou ar fresco, caminhou um pouco, fez uns exercícios de alongamento nas pernas e voltou. Quando tava chegando no carro, tirou a regata e ali eu podia ver o torso dele todo peludo, deixando à vista de qualquer um que passasse por ali,
eu ainda tava sentado instalando o aquecedor pra água do termo,
ele abriu a porta traseira do carro, soltou o cinto e desabotoou a calça, que abaixou junto com a cueca branca,
eu conseguia ver tudo isso pelo espelho retrovisor, enquanto me virei e falei:
pai, quer comer um sanduíche?
ahh, bora filho, não seria má ideia!
eu me enfiei entre os bancos do carro e vi ele, o que cê tá fazendo assim aí? vão te ver pelado!
não, porque pra isso eu abri a porta, além disso tô com calor e precisava arejar um pouco,
passei um sanduíche pra ele, mas antes falei pra ele subir no carro pra ninguém ver, se acomodar lá atrás, abaixar um pouco o vidro da outra porta e deixar a do lado dele aberta pra pegar um ventinho fresco.
ele subiu no carro e sentou, eu enquanto cuidava da água e comia meu sanduíche podia ver ele sentado lá atrás com o pau e as bolas bem peludas penduradas até o chão do carro,
num momento ele falou entre mastigadas: cê gosta, né?
sim, tão bons,
não, os sanduíches não, o que cê tá olhando,
eu me fiz de besta,
falei: sim, bastante, até porque cê sabe pra que perguntar
não, porque eu vi que cê não tira os olhos do espelho, por isso.

Eu me virei e ela abriu as pernas e começou a se tocar um pouco até se levantar de novo. Eu arrumei o termo, fechei e deixei no chão do carro, tirei meu moletom e fiquei só de camiseta. Peguei com a mão e sacudi mais um pouco, puxei bem pelo tronco e tirei a cabeça toda, que tinha uns restos brancos, com certeza resquícios de porra virada queijo da chupada da manhã. Meu pai se ajeitou mais um pouco, se jogando pra trás com as mãos na nuca, e eu ali mesmo comecei outra chupada de pau no meu pai.....









Enfiei tudo com gosto até o talo, tinha um sabor gostoso, lembro que era salgada, tirei e enfiei de novo várias vezes, outras vezes só batia uma punheta. Os primeiros gemidos já tinham virado mais profundos, pareciam de rasgar, aiiii aggggggggg ahhhhhhhhhhh ahhhh que calor que tô, filho, minha bunda tá suando, aguenta aí, pai, mais um pouquinho, vai. Para, vou deitar. Então saí do carro e pela porta de trás abaixei um pouco mais a calça jeans dela e meti a cabeça na virilha dela e continuei chupando a rola que já tava bem grande naquela hora. Uma boa cuspida e lá dentro de novo, e fiquei assim um tempão até que sem avisar gozei na boca dela. Eu engasguei, cuspi um pouco e o resto consegui engolir.
Conto pra vocês que ainda saiu bem grossa, parecia que era a primeira vez que ele batia uma no dia.
Depois de um bom boquete matinal, ele ficou deitado um tempo, depois virou de lado e eu chupei bem chupado e ensalivei a bunda suada dele por um tempo.
Abri minha porta, me limpei com um pouco de papel higiênico que tinha no bolso da porta do carro.
Ele desceu, andou uns passos e parou com as pernas abertas e a calça jeans e a cueca nos tornozelos e mijou.
Levantou um pouco a calça jeans que ainda tava aberta, subiu no carro, sentou atrás e falou: "Agora dirige você um pouco até eu me recuperar..." Ligamos o carro e seguimos viagem.




4 comentários - Chupada de pau e cu com cheiro de cidade