Lo conoci en un chat (2)

Olá leitores, antes de tudo obrigada pelos comentários que vocês deixaram, espero que gostem desse novo encontro com Carlos. Também estou anexando uma foto, vocês vão entender por que cobri meu rosto.

Como eu tinha comentado no relato anterior, eu tinha confessado para o Carlos que ele tinha me dado a melhor transa da minha vida, aquele garoto tinha tirado algo de mim que nem eu sabia que tinha dentro, e por um lado eu sabia que isso era uma loucura, que sou casada e ele também é muito mais novo que eu, mas já não dava mais para negar, esse menino tinha aparecido na minha vida e me virado de cabeça para baixo, em todos os sentidos. Como eu disse, levei alguns dias para me recuperar daquele dia, felizmente quando meu marido voltou da viagem eu já estava, digamos, bem, não totalmente, mas pelo menos conseguia disfarçar.

Meu encontro com ele foi na segunda-feira, dia 12 deste mês, meu marido voltou na sexta-feira daquela semana, e tudo ficou como se nada tivesse acontecido. Por alguma razão, não senti muita culpa, só ficava pensando se meu marido não era um dos responsáveis pelo que tinha acontecido. Talvez se fosse ele quem tivesse tirado isso de dentro de mim, eu nunca teria ficado com o Carlos. E o que eu posso garantir é que, enquanto meu marido estava em casa e eu quase não conseguia me conectar, e não via o Carlos nem mesmo online, eu sentia saudade dele, queria saber dele. Conheço o amor e isso não era esse sentimento, é outra coisa, algo que nem eu consigo explicar. Meu marido viajou de novo na segunda-feira e voltaria na quarta-feira desta semana. Naquela segunda-feira, assim que ele saiu de manhã, eu entrei online, ansiosa para encontrar o Carlos, e ele não estava. Esperei a manhã toda e ele nunca apareceu.

Entrei de novo naquela tarde e esperei até que finalmente ele se conectou. Fui eu quem fui correndo para dar oi.[list]Oi Carlos! – eu disse.
Oi Susana, não te vi mais conectada, pensei que tinha me deletado do Messenger e não queria mais saber de mim – ele disse.
Não, meu marido estava aqui por isso não pude entrar, mas entrava quando dava e você não estava online – eu disse.
Ah, tá bom, e me diz: o que você achou do nosso encontro? – ele disse.
Vou ser sincera, e não é pra inflar seu ego nem nada, você me deu a melhor foda da minha vida Carlos, é exatamente como tô falando, nunca ninguém me fez sentir o que você conseguiu, percebi que na minha idade tem coisas que eu não conhecia, ou conhecia pouco, e você me mostrou um pouco disso – eu disse.
Percebi isso, sério, e agora tô certo que seu marido não sabe te satisfazer – ele disse.
Prefiro não falar disso, do meu marido, fui bem sincera e clara no que te falei, e você não é burro, com isso te disse um monte de coisas – eu disse.
Tá bom, sabe o que eu quero de você? – ele disse.
O quê? – eu disse.
Seu celular, quero que você me dê – ele disse.
Ok – eu disse.
Só te peço uma coisa Carlos, que respeite os momentos que meu marido estiver em casa, só isso – eu disse.
Ok, sem drama – ele disse.
Susana quero te convidar pra uma festa sexta-feira. Vai poder? – ele disse.
Sim, meu marido volta quarta mas sexta de manhã ele viaja de novo pro sul. Onde é a festa? – eu disse.
É na casa de um amigo, só vou te pedir uma coisa, melhor dizendo te obrigo kkkk – ele disse.
O quê? – eu disse.
Que essa noite você use a coisa mais sensual que tiver – ele disse.
Ok, vou ver o que ponho – eu disse.
Agora tenho que ir Susana, não sei se vou conseguir entrar esses dias, mas vou te mandar mensagens ou te ligo – ele disse.
Ok, lembra que de quarta até sexta meu marido vai estar aqui – eu disse.
Beleza – ele disse.
Tchau – ele disse.
Tchau Carlos – eu disse.[/list]Aquela noite me deitei e quando estava quase dormindo chegou uma mensagem, era ele, dizendo para eu salvar o número dele. Salvei como "Karina", por precaução, mesmo que meu marido nunca revirasse meu celular, mas preferi prevenir. Respondi dizendo que já tinha salvo e que estava deitada, quase pegando no sono. Ele respondeu que também já estava na cama e que me preparasse para a sexta, porque eu ia me divertir muito. Eu disse que não tinha dúvidas de que seria assim, desejei boa noite e que ele se cuidasse, e ele me retribuiu.

Nos dias seguintes não tivemos nenhum contato, até a sexta ao meio-dia, quando ele mandou uma mensagem perguntando se meu marido já tinha saído. Respondi que sim, e ele perguntou até quando eu ficaria sozinha. Disse que até segunda. Ele perguntou se eu não tinha me arrependido da decisão de ir com ele para a festa, e eu falei que nada disso, que continuava com a mesma decisão. Por fim, ele mandou uma mensagem lembrando para eu não esquecer como tinha que me vestir. Eu disse que não ia esquecer, mas ainda não tinha decidido o que vestir. Ele mandou outra mensagem perguntando se eu podia buscá-lo naquela noite. Eu disse que sim, sem problemas. Ele me passou o endereço e disse que me esperava às 23h.

O dia passou e jantei leve mais cedo. Às 21h, a banheira estava pronta para eu tomar um banho. Deitei na banheira e isso relaxou meu corpo todo. Fiquei um bom tempo até pensar que ia me atrasar. Quando chegou a hora de escolher o que vestir, foi bem difícil. Não sabia se colocava uma saia ou um vestido, já que tinha que ficar sensual como o Carlos tinha pedido. Joguei várias opções na cama e não me decidia por nada. Quando olhei de novo para o guarda-roupa, vi um vestido que minha melhor amiga tinha me dado de aniversário e que eu nunca tinha usado, por vários motivos. Um deles era que meu marido dizia que com aquele vestido eu ficaria... como uma vadia qualquer, e por um lado ele tinha razão, era muito sugestivo. Tirei do armário e fiquei olhando um tempo, nem sabia como ficaria em mim. Decidi experimentar e, quando me vi no espelho, pensei: "se eu sair na rua com esse vestido balançando a bolsa, vou parecer uma prostituta de verdade".

O vestido era preto, justo, e na frente era todo aberto, deixando parte dos meus peitos e meu umbigo à mostra, amarrado com duas tiras atrás do pescoço. Apesar de ser comprido, tinha duas fendas que mostravam bem minhas pernas, e grande parte das minhas costas ficava descoberta. Enquanto dava voltas para me admirar no espelho, desisti de usar aquele vestido, porque realmente me parecia extravagante. Nesse momento, meu celular tocou. Fui atender e era o Carlos.[list]- Oi, Carlos – eu disse.
- Oi, Susana. Tá pronta? – ele me perguntou.
- Ainda não, falta um pouquinho – respondi.
- Tá bom, já tô imaginando o que você vai vestir, e isso tá me deixando excitado – ele falou.
- Haha, a verdade é que você não tem ideia, acho que vai se surpreender – eu disse.
- Espero que sim, tô te esperando – ele respondeu.
- Beleza, em 30 minutos eu passo aí – falei.[/list]Cheguei no endereço que ela tinha me dado e mandei uma mensagem no celular dela dizendo que estava na porta. Na hora ela saiu e entrou no carro.[list]Oi, Susana – ele disse e, sem me deixar responder à saudação, se atirou sobre mim e começou a me beijar.
Nossa, você me surpreendeu, que vestido é esse que você colocou, tá uma putinha, hein hahaha – ele falou.
Sempre tão educado você, menino – eu disse.
Haha parece que você não tá desgostando, porque te tenho aqui e pra fazer o que eu quiser – ele disse, passando a mão pela minha perna descoberta.
Bom, vamos lá, a festa é na outra quadra – ele me disse.[/list]Chegamos no lugar, estacionei e descemos. Quando ele me viu, me olhou de cima a baixo e, sem nenhum pudor, apertou minha bunda com a mão.[list][*] Que gostosa que você está, filha da puta, esse vestido que escolheu faz você parecer bem o que é – ele me disse.[/list]Não respondi nada, e longe de ficar brava com o jeito que ele me tratava, eu gostei. Entramos na festa, e ele me apresentou pro amigo dele, que também me olhou de cima a baixo, e sem se importar que eu estivesse ali, disse pro amigo: "Que gostosa que o cara tá comendo", e os dois saíram rindo. Quando olhei pros lados, vi que eram todos jovens, meninos e meninas me encarando e comentando entre si, e eu imaginava o que seria, porque percebi que todo mundo ali tava vestido informalmente, de jeans, camiseta, nenhuma das meninas usava vestido. Eu era a única, e me senti uma otária, tipo um cu de fora.

Carlos me pegou pela mão e me levou até onde estavam as bebidas, me perguntou o que eu queria tomar, e eu disse que uma cerveja tava bom. Ele me deu uma garrafinha e ele tava tomando fernet. Quando olhava pros lados, continuava vendo os mesmos olhares grudados em mim, tanto dos meninos quanto das meninas. Carlos, nessa hora, me chamou pra dançar. Aceitei e ficamos dançando enquanto ele, de vez em quando, me agarrava pela cintura, puxando-me pra perto dele e me beijando, e eu correspondendo aos beijos. Ficamos dançando um tempinho até que ele disse que ia ao banheiro.

Quando ele seguiu pro banheiro, eu fiquei num canto vendo os jovens dançarem e se divertirem. Depois de um tempo, vejo Carlos saindo do banheiro e cumprimentando uma menina, e eles começam a conversar. Na hora, meus pelos ficaram em pé. Não sabia se era amiga, conhecida, ou o quê, mas não importava. Me incomodava ele estar falando com essa mina. Queria ir lá e tirar ele daquela situação na hora. Esperei um pouco e tentei me acalmar. Passou um tempo e eu via eles rindo e conversando no ouvido. Isso me deixou ainda mais furiosa e fui até eles.[list] Você não vai me apresentar sua amiga, Carlos? – disse, passando meu braço pelas costas dele.

Não é amiga, Susana, é só irmã de um conhecido – ele me falou.

Mesmo assim, você pode me apresentar, né? – falei.

Ou melhor, eu me apresento sozinha – disse.

Oi, meu nome é Susana – falei para ela.

Oi, sou Camila – ela me disse.

Prazer, gatinha – falei desdenhosamente.

Esse "gatinha" deve ter escapado sem querer – ela retrucou.

Não, de jeito nenhum, você é uma gatinha mesmo – respondi.

Olha só a velhinha, além de piranha é mal-educada – ela disparou.

Piranha eu posso ser, mas você está longe de ter um homem como este – retruquei, abraçando Carlos.

Que puta que você é, devia ter vergonha – ela falou.

Sou puta mesmo, mas não de qualquer um, gatinha. Pode ir indo, quero ficar com meu macho – disse com um sorriso.[/list]A mina brava foi embora, olhei nos olhos do Carlos e sorri, ele respondeu meu sorriso com o dele, passei meus braços pelo pescoço dele e ele me pegou pela cintura.[list][*]Nunca imaginei que você ia reagir assim – ela me disse.

A culpa é sua por me deixar sozinha e ficar conversando com aquela mina feia, tenho que defender o que é meu – eu disse.[/list]Fui eu quem o beijei apaixonadamente, enfiando minha língua bem fundo na sua boca e brincando com a dele. Comecei a acariciar a nuca dele com minha mão enquanto nosso beijo ficava cada vez mais intenso. Senti ele acariciando minhas costas, e a suavidade das mãos dele foi me deixando excitada aos poucos. Fui eu que me agarrei mais ao corpo dele, continuando a acariciar sua nuca e puxando seus cabelos. Nesse momento, senti as mãos dele descerem e começarem a acariciar minha bunda, agarrando minhas nádegas com as duas mãos e apertando, me pressionando ainda mais contra ele. Naquela hora, não me importava se alguém estava olhando ou onde estávamos. Me apoiei na parede e nos devoramos selvagemente, meu corpo já estava em chamas, minha excitação me fazia soltar pequenos gemidos abafados pelo beijo que estávamos nos dando, ou melhor, pela "comilança" que estávamos fazendo.

Entreabri os olhos e vi vários caras e minas nos olhando, impressionados com o espetáculo que estávamos dando. Alguns comentavam entre si e riam, outros olhavam com cara de quem não acreditava no que via. Nesse momento, Carlos largou minha boca para cuidar do meu pescoço, e eu me concentrei em fechar os olhos e deixá-lo fazer, me aproximei do ouvido dele para que ouvisse meus gemidos cada vez mais ofegantes.[list]Como você me deixa excitada, como eu gosto do que você faz comigo, você me deixa louca mmmmmm – eu disse entre gemidos[/list]Ela colocou uma das pernas entre as minhas e eu abri um pouco mais as pernas para facilitar o que ela queria. Suas mãos não paravam de apertar e massagear minha bunda, eu sentia um fogo crescer na minha barriga e minha respiração acelerava cada vez mais, enquanto ela continuava lambendo meu pescoço, alternando com minha boca.[list][*]Preciso que você me coma, gato, preciso de você dentro de mim, não aguento mais, por favor – eu disse entre gemidos

Põe a mão entre minhas pernas e vê como você me deixou, gato – eu disse.[/list]Com sua mão direita, ele parou de acariciar minha bunda e a passou pela frente, eu ajudei abrindo um pouco mais minhas pernas e ele meteu a mão. Senti seus dedos roçando meus lábios vaginais e quase gozei ali mesmo, senti um arrepio que invadiu todo meu corpo. Depois, senti um de seus dedos entrar na minha buceta molhada e quente. Ele tirou o dedo e meus olhos, que brilhavam de excitação naquele momento, minha cara deve ter sido o retrato perfeito de uma putinha no cio esperando ser comida pelo seu macho.[list][*] Você tá toda molhada, sua puta de merda – ele me disse.

Foi você que me deixou assim, você tem que tirar essa tesão, só você e seu pau – eu disse com a voz entrecortada, baixando minha mão e apertando o pau dele.

Você gosta disso, puta? – ele me disse, se referindo ao pau dele.

Você sabe que eu adoro seu pau – eu disse, apertando com força.

Tá bom, puta, vamos pra sua casa – ele me disse.

Não, por favor, não me peça isso – eu disse.

Vai, puta, vai me dizer que não te dá tesão eu te comer na cama onde você dorme com o corno do seu marido – ele me disse.

Por favor, não me faça isso – eu disse.

Vem, puta, pega na minha mão e me leva, quero que vejam que a puta me leva pra foder – ele me disse.[/list]Agarrei sua mão e comecei a caminar olhando para frente, sentindo os olhares se cravando em mim. O que estariam pensando pouco me importava, só queria que ele me comesse como sabia fazer, e acalmasse a excitação que tomava meu corpo. Subimos no carro e partimos em direção à minha casa. Naquele momento, passou pela minha cabeça se isso já não era demais. Foi justo quando senti a mão do Carlos nos meus peitos. Ele os acariciava, tirou-os do vestido beliscando meus mamilos, e novamente me fez suspirar de prazer. A viagem até em casa foi só mão boba e me deixar ainda mais molhada, até que chegamos. Pedi que ele não saísse do carro até entrar na garagem, por precaução de algum vizinho espiar. Ajeitei os peitos dentro do vestido e desci.

Uma vez dentro da garagem, entramos em casa e ele observava tudo, conhecendo o lugar. Me agarrou pela bunda e me levantou, erguendo-me enquanto eu me segurava em seu pescoço. Perguntou onde ficava meu quarto e eu disse a última porta à direita.

Entramos e ele me jogou na cama, fazendo-me quicar. Caiu sobre mim e começou a me beijar com a mesma paixão da festa, e eu respondia com minha boca e língua, acariciando e apertando suas costas. Ele desceu até meu pescoço, começou a lamber e chupar. Soltou as alças amarradas atrás do meu pescoço e foi puxando o vestido para baixo, deixando meus peitos nus, com os mamilos duros como pedra. Começou a chupá-los com força, causando prazer e dor ao mesmo tempo. Mordia, esticava com a boca. Eu me contorcia com seu corpo sobre o meu enquanto ele agarrava meus peitos com as duas mãos, juntando-os para chupar um mamilo e depois o outro. Eu jogava a cabeça para trás e gemía sem parar.

Depois de chupar meus peitos, foi descendo e tirando meu vestido. Levantei minha bunda para ajudá-lo a terminar de tirar o vestido, ficando completamente nua. Ele se ajoelhou entre minhas pernas e, enquanto tirava a camiseta, eu desabotoava seu cinto e... ele despirocou a calça com desespero, assim que ficou pelado, se jogou entre minhas pernas e dessa vez eu mesma entreguei minha buceta, me abrindo o máximo que podia, e como da primeira vez ele começou a chupar minha buceta de um jeito espetacular, meus gemidos ficavam cada vez mais altos e meu corpo se arqueava de prazer com o que ele estava me proporcionando, agarrei seu cabelo e acariciava sua cabeça enquanto respirava pesado e gemia ao sentir sua língua invadindo meu interior, sentia aquela língua grossa e longa percorrer as paredes da minha buceta, quando senti um de seus dedos me penetrando abri a boca para tomar ar e com minhas mãos apertar meus peitos[list] Que delícia usar a palavra: buceta, sua puta, olha como você goza só com meu dedo – ele disse.

Mmmmmm tudo em você me faz gozar, cara – eu disse entre gemidos.

É assim que o corno safado chupa? – ele disse enquanto enfiava o dedo inteiro na minha buceta.

Aaaaahhhhh mmmmmm não, cara, você é o único que tira a puta de dentro de mim e eu adoro! – gritei para ele.

Toma meus dedos, puta, goza neles – ele disse, enfiando mais um dedo e acelerando o ritmo.

Filho da puta, você vai me fazer gozar!!! – gritei.

Isso, puta, acaba, vai, grita como a boa puta que você é! – ele gritou para mim.

Aaaaahhhhhh aggghssshhhiii ahhhhh – eu gritava enquanto meu corpo arqueava com o orgasmo intenso que ele me deu.[/list]Minhas pernas, que estavam um pouco levantadas, caíram de uma vez na cama, estavam tremendo, minha respiração super ofegante e meus gemidos ecoavam pelo quarto, tinha encharcado os lençóis e a mão dele com meus fluidos e um pouco de xixi que não consegui segurar no meu êxtase.[list][*]Que delícia, sua putinha acabada, olha como você se mijou toda kkkk – ele me disse.

Olha como você me deixou, à sua disposição, pode fazer o que quiser comigo, deixa eu chupar essa rola – eu disse, recuperando minha excitação.[/list]Ela se sentou na cama com as pernas abertas, apoiando as costas na cabeceira. Eu fui engatinhando até ela e beijei sua boca, só com os lábios. Depois, soltei minha língua e passei pelos lábios dela, lambi sua boca, seu rosto, voltei à boca e enfiei minha língua o mais fundo que pude. Mexi dentro, brincando com a língua dela. Fui descendo, lambendo seu pescoço, dando pequenas mordidas com meus dentes, sugando suavemente com meus lábios, para continuar descendo e percorrer com minha língua e lamber seu peito. O sabor do seu suor me excitava ainda mais. Lambi seus mamilos, dando chupadas que a faziam suspirar. Continuei percorrendo com minha língua sua barriga, até chegar ao umbigo. Brinquei com minha língua ao redor do umbigo e enfiei minha língua dentro, começando a movê-la, olhando em seus olhos, e vendo como ela estava gostando, assim como eu.

Desci com minha língua roçando seu corpo até sua pelve. Vi seu pau semi ereto apoiado na pelve, peguei com minha mão, afastando-o para o lado, e dei beijos molhados em sua pelve, em suas pernas. Recuei um pouco mais e me encarreguei de dar prazer aos seus testículos, passando minha língua neles, dando chupadas. Essas bolas do tamanho de um ovo de galinha tinham um sabor delicioso. Pela respiração cada vez mais ofegante e seus gemidos abafados, e ao vê-la fechar os olhos, quando coloquei uma de suas bolas na minha boca e depois a outra, chupando-as, abri um pouco mais suas pernas com minhas mãos e fui passar minha língua embaixo das bolas. Quando levantei minha cabeça para vê-la, vi seu pau em todo seu esplendor a poucos centímetros do meu nariz. Seu pau era do comprimento do meu rosto, parecia incrível daquele ângulo, grande, grosso, como a grossura do meu pulso. Soltei minha língua e percorri desde a base até a ponta, que começava a soltar aquelas gotinhas gostosas de pré-gozo. Peguei o pau com minha mão e, olhando em seus olhos, lambi aquele líquido, deixando na minha língua para depois engolir.[list]Você gosta do que seu putinho tá fazendo com você? – eu disse.

Sim, putinho, eu gosto muito, não para, chupa bem a minha pica – ele me disse.[/list]Comecei a lamber a cabeça dele, dando voltas com a língua, apertando para sair mais gozo, abri minha boca para enfiar a cabeça e chupar, olhando como ele estava gostando, como fechava os olhos e colocava uma mão na minha cabeça, tentava enfiar mais fundo na minha boca, não dava, não entrava por ser tão grossa, tentava de novo e de novo enquanto masturbava ele com minha mão, com muita força e abrindo o máximo que podia minha boca, e com a ajuda da mão dele fazendo força na minha cabeça consegui enfiar um pouco mais, mas logo sentia falta de ar e tirava, e voltava a repetir o ato.[list][*] Respira pelo nariz e não pela boca, assim você não fica sem ar – ele me disse.[/list]E foi assim, era exatamente como ele tinha me dito, comecei a respirar pelo nariz quando enfiava na minha boca e assim conseguia ficar chupando e lambendo a cabeça dentro da minha boca, tirei da boca deixando o pau dele todo molhado pela minha saliva, enfiei de novo na boca mas dessa vez pra meter bem fundo, senti bater na minha garganta, ele me empurrava com a mão pra enfiar mais, eu olhava pra ele e meus olhos iam enchendo de lágrimas, e ele começou a mover minha cabeça usando minha boca, como pude tirei da boca dando fungadas pra pegar ar, vendo o pau dele molhado até a metade, até a metade eu tinha engolido.[list][*] Que pau gostoso você tem, cara, não me cansaria de chupá-lo – disse olhando para ele.
É todo seu, putinha, agora quero te foder bem fodida – ele me disse.
Pega uma camisinha na gaveta do criado-mudo – falei enquanto masturbava ele e dava as últimas lambidas no seu pau.[/list]Peguei a camisinha da gaveta e ele me entregou, querendo que eu colocasse. Rasguei a embalagem e encaixei na ponta do pau dele, começando a desenrolar com a mão. Estava difícil por causa da grossura do cacete. Tirei a camisinha, deixei cair saliva na cabeça e lubriquei tudo com ela. Coloquei a camisinha de novo na ponta e dessa vez foi deslizando pelo pau dele, embora não cobrisse tudo. Ele se deitou na cama e eu fui de joelhos até ficar na altura do pau dele. Peguei o rosto dele e beijei com paixão, nos matando com as línguas. Passei a mão por baixo e agarrei o pau dele, encostando na entrada da minha buceta. Olhando no rosto dele, fui recuando para enfiar devagar. Como da primeira vez, comecei a sentir que me abria a buceta e queimava. Fui para frente e voltei para trás para enfiar um pouco mais.

Comecei a me mexer devagar e sentir como entrava e saía dentro de mim, como as paredes da minha buceta apertavam aquele pedaço de carne quente. Olhando nos olhos dele, com a boca aberta buscando ar, gemendo de prazer e um pouco de dor — embora nada comparado com a primeira vez. Apoiei as mãos no peito dele e comecei a me mover um pouco mais rápido. Sabia que aquele pau não estava entrando nem na metade, e ainda assim estava me dando um prazer enorme. As mãos dele, que apertavam minhas pernas, foram para os meus peitos, apertando e beliscando meus mamilos. Nesse momento, meus gemidos eram quase gritos de prazer. A dor daquele pau me abrindo a buceta era gostosa, e sentia que cada vez enfiava mais o pau dele nos meus movimentos. Sentia as mãos dele nos meus peitos e isso me excitava ainda mais. Quando senti aquele calor que queima no ventre e começar a descer pela minha pelve, e um arrepio pelas costas e o corpo todo tensionando, era meu segundo orgasmo da noite. Sentia que vinha em alta velocidade. Aumentei o ritmo o máximo que pude e senti minha buceta... tremer e sentir meu fluxo se agitando dentro da minha buceta, e comecei a gemer como uma louca, apertando as mãos dele que estavam nos meus peitos, e caí rendida no seu peito.

Com a cabeça no ombro dele, respirava ofegante, faltava-me ar, meu corpo estava em convulsão, tremia toda, meus gemidos não paravam, eram como queixos por não aguentar tanto prazer, naquele momento ele me agarrou pelo cabelo e levantou minha cabeça, meu olhar perdido e nublado buscando os olhos dele[list]Vamos, putinha, não pense que acabou, continua – ele me disse.[/list]Como fui me incorporando, no sei, mas com tanto prazer continuei com o pau dele dentro de mim. Fui me levantando como pude e, ao tirar o pau da minha buceta, caiu um jato de lubrificação misturado com urina no pau dele, molhando ainda mais a cama. Já de pé na cama, fui descendo até sentir a ponta do pau dele na minha buceta, encaixei e desci um pouco. Entrou com mais facilidade. Fiquei de cócoras e comecei a subir e descer, pouco a pouco retomando o prazer que esse cara me provocava, e a gemer como uma puta. Sentia o cabelo na minha cara, todo despenteado, movendo a cabeça pra trás, pra frente, gemidos engasgados saíam da minha boca. A cada descida, ele enfiava um pouco mais o pau. Ele me agarrava pelos tornozelos, apertava, isso me indicava que ele estava gozando, e me excitava ainda mais. Em uma das minhas descidas, senti minhas nádegas batendo nas bolas dele. Ele tinha enfiado aquele pedaço todo dentro, e a cada subida e descida já entrava por completo.[list][*] Olha como você enfia tudo, sua puta, que prazer me dá essa buceta mmmm – ele me disse entre gemidos.
Agghhhmmmm aaaahhhhhhh ahhhhhhhh – eu gemia.
Assim, puta, goza, goza sua puta de merda! De quem você é, puta? – ele me disse.
Ahhhgggmmmmmm sua eu sou ahhhhhh – eu disse entre gritos.
GRITA, puta! – ele gritou para mim.
SUAAAAA FILHO DA PUTA!!! SUA EU SOU!!! SOU SUA PUTA PRA O QUE VOCÊ QUISER, CABRÃO DE MERDA! AAAAHAHHHHHH – eu gritava como uma louca.[/list]Meus gritos ecoavam por toda a casa, naquele momento comecei a sentir que vinha um novo orgasmo, aquela ardência na minha buceta que aquela rola estava me causando estava me matando, senti chegar, meu terceiro orgasmo, meu corpo desfalecia, gritei como se estivessem me matando e caí na cama de costas, caí sobre as pernas dele, meu corpo não reagia, abri bem os olhos mas via tudo embaçado, meu coração saltava do peito, me queixei como nunca tinha me queixado antes, senti medo, não sabia o que estava acontecendo comigo, nunca tinha sentido uma coisa assim, meu corpo fervia, estava suada e tremia toda, me contorcia na cama, quando senti as mãos dele me virando, me colocou de bruços, pôs o travesseiro na minha pelve, e senti o corpo dele esmagando o meu, e como me penetrava, fazia uma penetração profunda, estava longe de reagir pelo meu orgasmo anterior, meus braços ao lado do corpo, não podia fazer nada, me custava até abrir os olhos, ele se movia rápido, selvagemente, está me matando, eu pensava, mas na minha semi-inconsciência quase não conseguia sentir sua penetração bestial, dava para ouvir o barulho da cabeceira batendo na parede e até os pés da cama arrastando no chão, era um animal como ele estava me comendo, minha cama de casal nunca tinha tido uma sessão de sexo como essa.[list][*]Vadia de merda, olha como você ficou, vou te arrebentar até você desmaiar, sua buceta – ele disse, me puxando pelo cabelo.
AHHHH vadia, EU VOU GOZAR!!! – ele gritou.[/list]Isso foi a última coisa que me lembro, não sei se tive um novo orgasmo que me fez perder totalmente a consciência, mas quando acordei estava na cama de uma das minhas filhas, nua, de bruços. Ao me mexer, doía tudo, mas sentia frescor entre as pernas. Quando reparei, haviam colocado um pano com gelo entre minhas pernas; apesar do pano estar encharcado com água fresca, ainda havia restos de gelo. Apesar da noite que tive, minha buceta não doía tanto, só sentia um incômodo, apenas meus lábios vaginais estavam inchados e vermelhos. Vi o relógio sobre a mesa de cabeceira e era meio-dia. Levantei e senti uma tontura. Fui ao meu quarto e lá estava Carlos dormindo na minha cama, nu. Vi as consequências da nossa noite nos lençóis, todos manchados. Fui ao banheiro, urinei, tomei um banho e isso me acalmou bastante. Coloquei um camisola sem fazer barulho para não acordá-lo.

Fui à cozinha e preparei algo para o almoço. Quando estava descascando algumas batatas, senti que ele me abraçou por trás, dando um beijo na minha nuca.[list]- Você acordou – eu disse.
- Sim – ele me respondeu.
- Por minha culpa? – perguntei.
- Não, já dormi bastante e estou bem descansado – ele falou.
- O que aconteceu ontem à noite, Carlos? Lembro que você estava em cima de mim me comendo e daí não lembro mais nada, nem quando você me levou para a cama da minha filha. – eu disse.
- Hahaha, sim, você desmaiou. Só deu um suspiro profundo quando eu gozei, e você gozou pela última vez, se mijou toda – ele disse.
- Não lembro quando gozei dessa vez – falei.
- E o que você achou? – ele perguntou.
- Acho que a resposta é óbvia, Carlos – respondi.
- Quero ouvir da sua boca, putinha – ele disse.
- Se da primeira vez você tinha me dado a melhor foda, dessa vez você passou dos limites, me fez desmaiar, não consegui aguentar tanto prazer – falei, olhando nos olhos dele.
- Hahaha, em um momento você disse que era minha putinha, para o que eu quisesse – ele falou.
- Sim, isso eu lembro – respondi.
- Então posso te usar para o que eu quiser? – ele perguntou.
- Sim, já é tarde para voltar atrás, sou sua – eu disse.
- Quero algo seu – ele falou.
- O quê? – perguntei.
- Seu cu, putinha – ele disse.[/list]Naquele momento, meus pelos se arrepiaram. Meu cuzinho era virgem, ninguém nunca tinha me penetrado ali, nem mesmo meu marido, que nunca gostou dessas coisas, ainda mais pelo tamanho do pau dele.[list]Mas Carlos... - eu disse.

Já sei, putinha, já sei que você nunca fez por ali, tem tudo bem fechadinho, disso eu já percebi – ele me falou.

Sim, mas também... – eu disse.

Tá com medo do meu pau, não é? – ele perguntou.

Sim Carlos, você ia me machucar com certeza – eu disse.

Então cadê a putinha que ia fazer o que eu quisesse? – ele falou.

Ma...mas Carlos, não sei – eu disse, baixando o olhar.

Olha aqui, putinha, se quer continuar com isso é hora de se decidir, sim ou não, a escolha é sua – ele disse irritado, puxando meu cabelo.

Tá...tá bem Carlos, vou fazer o que você quiser, sou sua, de mais ninguém – eu disse.

Tá bom, putinha, hoje vai ser o dia, continua preparando a comida que tô com fome – ele falou.[/list]


Este fue nuestro segundo encuentro, ese sábado almorzamos y él se quedo hasta el domingo en casa, el sábado por la noche no me lo voy a olvidar nunca mas en mi vida, ustedes se imaginaran porque, solo les diré que escribí este relato y apenas que puedo estar sentada, y de costado, y mi marido llega en unas horas…Continuará…

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11 comentários - Lo conoci en un chat (2)

Muy bueno el relato y la foto tramenda, muy buenas gomas
Muy bueno, sos hermosa mamita. Mi pija también está a tus ordenes
muy bueno , te dejo puntos y espero el prox
Impreosinante este relato espero elmproximo
Q rica q estas?? Como me gustaría estar en lugar de Carlos.. ja