Sou a porquinha do meu namorado e do meu ex

Vocês podem visitar meu novo blog em construção, onde vou postar novos contos toda semana. http://relatosfl.wordpress.com

Oi, meu nome é Noelia, tenho 27 anos, sou uma mina de 1,60, peso 54 kg, com um peito tamanho 105, toda curvilínea e com uma bunda bem gostosa. Meu cabelo é curtinho, a pele bem branquinha, com umas sardas no rosto, um nariz pequenininho e uns olhos verde escuro.
Fui criada num ambiente bem conservador, porque minha mãe é dona de casa, não trabalha, foi ela quem me criou, já que meu pai é vendedor numa empresa e sempre viajou pra caramba. Sou uma garota de pouca personalidade, minha tia sempre fala que não tenho sangue nas veias, que eu deveria me irritar de vez em quando e não ser que nem minha mãe, tão “submissa”, mas não tem o que eu fazer quanto a isso, a gente já nasce assim, não se torna. Tenho que admitir que sou muito confiante, não vejo maldade nas pessoas e sempre enxergo o lado bom. O mais curioso é que, por exemplo, com os caras, sempre gostei de tipos totalmente diferentes de mim, ousados, safados e metidinhos… gosto assim e pronto, cada um com seu gosto.
Bom, atualmente tô saindo com um cara chamado Luis, que conheci através do amigo dele, Tolo, meu ex, com quem terminei faz 4 meses. O Tolo como namorado não era nada atencioso, era descuidado, na real era bruto, dominador, atrevido e sem-vergonha, talvez tenha sido isso que me atraiu nele a ponto de me cegar, me deixava e ainda me deixa louca a arrogância dele, o jeito atraente, o jeito mau e a personalidade forte que ele exala, e o que me separou dele foi que ele cansou de mim, sem mais. Não é por falta de eu me dedicar, eu era atenciosa, prestativa, cedendo a todos os caprichos e perversões dele.
No começo do namoro, ele já deixou claro que gostava que eu usasse legging ou saia, pra por um lado marcar bem meu corpo, e por outro deixar meus buracos acessíveis pra ele. Três dias depois de conhecê-lo, já tínhamos dado nossos primeiros beijos bem dados, claro. Um dia, depois de algumas semanas, ele me chamou pra ir na casa dele, já que os pais não estavam, e a gente ia ficar sozinha. Naquele dia fui de carro até a casa dele. Para a ocasião, vesti um vestido e uma tanga preta, que contrastava bem com minha pele branca. Não usei sutiã, então o balanço dos meus peitos exuberantes era provocante, mas nada exibicionista, era mais elegante, porque não era do tipo de garota que gostava de andar peituda por aí mostrando o corpo todo; eu preferia ser sexy sem ser vulgar. Meu cabelo estava solto, descansando nos ombros, estava feita uma princesa, como minha mãe às vezes dizia.

— Oi, você demorou — disse Tolo com um tom de desagrado assim que abriu a porta.

— É... Desculpa... Eu... — ele me deixou falando sozinha, porque virou as costas e entrou na casa, me deixando na porta.

— Põe a tranca na porta quando entrar, vai! — gritou da sala.

Como ele mandou, coloquei a tranca na porta, não sei bem pra quê, mas fiz isso, e entrei na casa, chegando na sala, onde ele estava escarrapachado no sofá, só de cueca, uma samba-canção preta, com um volume enorme.

— Tô cansado, faz uma massagem nos meus pés — disse Tolo.

— Tá bem, amor, como você quiser — respondi, complacente.

— Tira minhas meias — ele disse, colocando os pés no meu colo e desviando o olhar para a televisão.

Devagar, comecei a tirar as meias dele, e depois comecei a massagear a sola do pé, alternando de um para o outro, massageando também os dedos. Enquanto isso, ele ficava vendo TV, com uma mão tocando todo aquele pacotão, que dava pra ver que era realmente grande por baixo da cueca que ele vestia, já que era a única roupa que ele usava.

Meu olhar não conseguia se desviar daquele volume, percebendo que aquela pica enorme estava completamente dura, marcando de um lado todo o tronco que passava da virilha, era monstruoso, pelo menos comparado com o que eu tinha visto até então.

De repente, Tolo virou a cabeça e Me pegou com meu olhar fixo no volume da calça dele.
—O que foi, gostou da minha pica? hahaha —Ele disse, me segurando pela nuca e me puxando para a dois centímetros dela.
—Ah… siiiim… parece muito… grande… kkkk —Respondi
—Você gosta de pica grande, porca? —Falou rangendo os dentes e esfregando minha cara com força contra o volume, apertando minha cabeça firme pela nuca —Você é uma putinha fogosa mesmo, hein, piranha!
—Bom… melhor chupar meu pé, que tá cansado e me relaxa muito, todas as minhas namoradas chupam meus pés —Disse colocando o pé na altura da minha boca, e eu, tímida, peguei com a mão e comecei a chupar o dedão, tentando agradar, tinha que ser melhor que as outras, se é que ele tava falando a verdade…
—Mas enfia na boca, sua puta! —Falou enquanto forçava todos os dedos pra dentro da minha boca com força, como se estivesse fodendo ela —Parece que tenho que te falar tudo, sua vadiazinha! —Disse meio irritado.
—Aaaaaggggggggghhhhhh!!! Aaaaaggggggggghhhhhh!!! —Eu tentava abrir a boca o máximo que podia.
Enquanto isso, ele abaixou a frente da cueca e tirou pra fora a pica enorme, cheia de veias, com um saco gigante, tipo bola de tênis, tudo depilado, e começou a bater uma devagar, deixando cair um jorro de cuspe na ponta do enorme cabeçote roxo, escorrendo lentamente até a base do saco. Começou a deslizar a mão pra cima e pra baixo, dando pra ouvir os estalos da mão esfregando no cuspe, enquanto continuava fodendo minha boca com o pé, me fazendo engasgar, com fios grossos de saliva escorrendo pelo meu queixo.
—Chega mais perto, porca, vai me fazer uma siririca de peito —Falou num tom autoritário que não deixava espaço pra reclamar.
—Tá… vou… —Falei timidamente…
Eu, feita uma idiota, com a mente nublada pela situação e, por que não dizer, também pela excitação de ser tratada assim por ele Com aquela segurança toda, me aproximei dele, ficando de joelhos entre as pernas dele. Ele se inclinou sobre mim e, pegando na parte de cima do vestidinho pelas abas, puxou para os lados e rasgou os três primeiros botões, deixando meus peitos balançando no ar. Depois, se jogou pra trás na altura da minha bunda, levantou minha saia até a cintura e começou a me dar uma série de palmadas fortes, alternando de uma nádega pra outra.

— **Plaaaaaaaaaaaassssss!!!** — **Cuzão de puta!!!** — **Plaaaaaaaaaaaassssss!!!** — **É assim que se trata vagabundas como você!!!** — **Plaaaaaaaaaaaassssss!!!** — Ele dizia, enquanto batia a mãozona nas minhas nádegas branquinhas, que ficaram todas avermelhadas.

— **Aaaaiiiiiii!!!** — **Aaaaiiiiiii!!!** — Eu respondia a cada palmada, o que deixava ele ainda mais excitado.

— **Bota essa bunda de porca bem pra fora e arqueia as costas, quero essa raba de puta bem à minha disposição, de quatro!!!** — Ele gritava com autoridade, e eu obedeci na hora.

Minhas nádegas branquinhas, já rosadas e marcadas pelas mãos grandes dele, tremiam a cada palmada. Ele colou minha cara no chão e colocou o pé em cima dela, deixando minha bunda totalmente apontada pro teto. Enquanto me espancava com uma mão, com a outra enfiava o polegar no meu cu e o indicador na minha buceta, metendo e tirando no ritmo de uma foda.

Quando ele se cansou de esquentar minha bunda, se recostou no sofá de novo e puxou meus mamilos pra perto dele, me aproximando daquele pauzão enorme.

— **Faz uma siririca de peitos, santinha.**

Eu peguei meus peitões e enrolei a vara de carne neles, deixando mais da metade do pau pra fora, deslizando meus peitos por todo o tronco dele enquanto ele olhava fixo pra televisão. De vez em quando, ele se inclinava pra cuspir cusparadas grossas entre meus peitos pra lubrificar. Quando eu tava concentrada na siririca, sem desconfiar de nada que pudesse rolar, já... que o desgraçado não deu nenhum sinal e tava vidrado na televisão, começou de repente a esguichar jatos fortes de porra na minha cara e nos meus peitos, e quando um deles caiu nos meus olhos, eu me afastei na hora por instinto, mas ele rapidamente me segurou pela nuca.
— Não para agora não, piranha!!! — Falou, guiando minha boca até o pau duro dele, que enfiou sem pena nenhuma até o fundo da minha garganta, me fazendo engasgar forte, enquanto ele sacudia minha cabeça pra cima e pra baixo rápido, e os jatos de porra continuavam saindo até pelo meu nariz.
— Vou te transformar numa chupadora de rola, vaca!!! hahahaha — Ele ria de mim enquanto se deliciava com meu sofrimento.
— Aaaaaggggggggghhhhhh!!! — Era tudo que saía da minha garganta sofrida, minha máscara de cílios borrou e meus olhos começaram a encher de lágrimas por causa da congestão, enquanto minha boca só soltava sons guturais e borbulhantes por causa da quantidade de saliva que escorria.
— Aaaaaggggghhhhhhh!!! Uuuuuuugggggghhhhhhh!!! — Eu conseguia soltar pelos poucos espaços livres na minha boca, acompanhados de bolhas de saliva que estouravam no meu rosto.
— Aaaahhhhhhhhhh!!! Uuuuuuffffffggg!!! — Soltou o triunfante, finalmente liberando minha cabeça entre tosses e engolindo ar em bocadas.
Ele se levantou e me deu um beijo que soube a glória, sabia como me tratar, como me conquistar, me sentia feliz de vê-lo satisfeito, meu olhar pra ele era de felicidade, perdoando toda a grosseria dele.
Tolo é um cara impulsivo, faz o que quer e do jeito que quer, pensa no prazer dele, reconheço que é meio egoísta, mas eu amava ele do jeito que era, mesmo que às vezes me incomodasse um pouco… mas era meu garoto e cada um tem seus defeitos.
Eu e Luis finalmente combinamos de ir ao cinema, ver um filme que eu sabia que era bem ruim, mas ele disse que queria ver. Eu fui com um vestidinho bem bonito e comportado, com um bom decote. Tenho 1,60m, peito tamanho 105, uma bunda boa e pele branca. Luis era um putão e um bruto na cama, igual meu ex, adorava me tratar como uma porca.
Ontem mesmo, me fez chupar o cu dele na minha própria casa, com minha mãe no banheiro. Ele e eu estávamos sentados na sala, eu aninhada junto dele enquanto ele via TV sem me dar muita atenção. Minha mãe saiu da cozinha:
— Vou tomar banho — disse ela.
— Acho ótimo, gostosa — respondeu Luis num tom malicioso.
Minha mãe olhou pra ele e deu um sorriso doce, enquanto Luis não tirava os olhos da bunda dela, e descaradamente se tocava no pau por cima da calça, enquanto ela preparava a roupa, ele curtindo a visão.
— Mete a mão na calça e bate uma pra mim, Promíscua! — ordenou.
— Mas… minha mãe… — gaguejei, já que ela estava na frente, bom… de costas na verdade, vestindo uma camiseta que batia abaixo da bunda, marcando as curvas das nádegas redondas, principalmente quando se abaixava e ficava de bunda empinada, o que sei que deixou meu namorado com muito tesão, mas ele é muito safado, é assim mesmo kkkkk.
— Bate uma pra mim, piranha, ou foda-se e vazo! — disse irritado, mostrando o pau todo duro e tesudo, com líquido escorrendo da ponta da cabecinha enorme, de tão excitado, sem se importar se minha mãe virasse. Coloquei minha mão na cabecinha incrivelmente inchada, olhando fixamente como hipnotizada, e espalhei o líquido pelo tronco devagar, tentando envolver toda a grossura do membro enorme com minha mão pequena, sem conseguir, até deslizar até a base das bolas enormes, que agarrei com a outra mão, voltando a deslizar a mão por toda a vara de carne, pegando todo o líquido que escorria, deixando a mão melada. completamente encharcada, ouvindo o som de sua mão estalando enquanto esfregava o enorme pau por toda sua extensão até chegar de novo na ponta, onde apertava com a mão pra forçar mais líquido desse macho a sair, fazendo minha boca encher d'água, enquanto ele jogava a cabeça pra trás sem tirar os olhos da minha mãe, que continuava na dela.
—¡¡¡OOOOOOOHHHHHHHH!!! ¡¡¡UUUUUUUUUFFFFFF!!!
—¡¡¡CONTINUAAAAAAAAA!!! —Ele falou alto pra minha mãe ouvir e alimentar ainda mais a putaria do desgraçado, tendo a filha ordenhando aquela pica enorme com as mãos.
Minha mãe, instintivamente, virou a cabeça e se deparou exatamente com aquela cena, algo que me deixou paralisada, assim como ela, mas que não afetou o Luis, que olhava fixamente pra minha mãe enquanto se levantava e cuspia um rio de saliva na ponta da cabeça do pau, cobrindo ela toda e escorrendo pelo tronco até chegar na minha mão, onde transbordou pelos meus dedos.
—¡¡¡Que filha gostosa você tem!!! —Ele disparou na cara da minha mãe com toda a cara de pau e atrevimento, enquanto o rosto dela ficava de todas as cores.
—¡¡¡Plaaaaaaaaaaaaaaasssss!!! —Luis me deu um tapa forte na bunda que me tirou do transe —¡¡¡Continua, pussy!!! —Ele me ordenou.
—Ssssiii…. —Falei que nem uma idiota, com a cara completamente vermelha, desviando o olhar e continuando a bater uma pra aquela pica enorme.
Minha mãe desviou o olhar assim que percebeu a situação, tentando normalizar tudo começando a cantarolar como se nada tivesse acontecido, acho que pensando que assim a situação se normalizaria e, com sorte, tudo passaria num instante, então continuou dentro do quarto com os preparativos dela.
Mas o Luis tinha outros planos.
—Levanta, amor —Ele falou com um tom carinhoso… algo que me encantou, fazendo eu ficar com cara de satisfação e submissão, me recompensando com um beijo profundo e babado que me deixou tremendo.
—Você me deixa com o pau pedaço duro pra caralho da foxy —Ele me disse acariciando meu rosto, enquanto eu olhava pra ele com cara de orgulho —Você é minha foxy? —Ele perguntou me encarando, gelando minha alma e inundando toda minha buceta e minha calcinha.
—Siiim…sou sua foxy…amor… —Respondi completamente rendida aos desejos dele.
—Levanta, amor —Ele disse
Ele se levantou e ficou de quatro no sofá, baixando a calça até os tornozelos junto com a cueca, deixando no ar aquele pedaço de pica e aqueles dois ovos grandes e imponentes.
—Chega aqui e chupa meu cu, porca! —Ele disse sem dar chance de contestar.
—Mas…por favor…não…Luis…amor…isso não…minha mãe… —Falei suplicando com o rosto, dessa vez, completamente pálido.
Nessa hora ele me encarou com autoridade, um olhar que disse absolutamente tudo, me atravessou até a espinha, não precisou levantar a voz, aquele olhar me perfurou.
Em câmera lenta e sem parar de olhar pra porta atrás da qual minha mãe estava, engoli seco rezando pra ela não sair, e fui me aproximando bem devagar das nádegas dele, onde ele ficava de quatro com o cu todo empinado, vendo toda aquela bunda com os dois ovos balançando.
Devagar comecei a passar a língua pelo cóccix, descendo lentamente por toda a fenda do cu, enquanto ele suspirava e gemia. Continuei descendo até chegar na bunda dele, onde estiquei a língua e comecei a chupar.
—Mee…eee…te a língua…vadiaaaa…! —Ele falava entre suspiros, enquanto agarrou minha cabeça com uma mão e enfiou ela na fenda do cu dele, começando a passar com força de cima pra baixo, do cóccix até os ovos —Assiiim…porca…faz uma lavagem no meu cu —Ele dizia enquanto eu tentava me aplicar o melhor possível, tentando enfiar a língua no buraco dele.
Ali estava eu, uma garota de 27 anos chupando o cu de um moleque de 19, parecia um pornô dos bons, que cena.
—Clara!!! Claaaaara…!!! —Gritou Luis entre suspiros, gritando o nome da minha mãe.
Nessa hora minha mãe abriu a porta, ficando gravada em sua retina a imagem de sua filha angelical com o rosto enfiado na bunda de um garoto de 19 anos que estava de quatro no próprio sofá dela, com uma barra de carne descomunal. Sem dúvidas de que a filha tinha se tornado uma puta, algo que a envolvia e ela não sabia como reagir, não sabia lidar com aquela situação que era grande demais para ela, sua insegurança diante da segurança esmagadora daquele garoto a deixava sem argumentos, feita um monte de inseguranças.
Minha mãe ficou com a expressão congelada, olhando para Luís e para mim sem saber se esperava ou ia embora. Luís a tirou daquele estado. Eu não ousava parar de fazer o que ele tinha mandado, era meu macho e se era o que ele queria, eu daria, ia mostrar que estava mais entregue do que qualquer outra namorada dele, mesmo que custasse minha dignidade, ou o pouco que restava dela.
— Uuuuuuuffffffffffffffffff!!! Que lavagem de cu a porca da sua filha tá me dando — Ele disse para minha mãe.
— Porca, enquanto chupa meu cu passa as mãos entre minhas pernas e com uma mão estimula minhas bolas e com a outra começa a ordenhar, puta!!! — Ele me ordenou imperativamente, então enquanto ele me segurava firme pela cabeça, passei minhas mãozinhas e com uma segurei suas bolas enormes e com a outra agarrei o que consegui do tronco do pau dele e comecei a bater uma punheta, tudo isso enquanto ele mexia a bunda para cima e para baixo dirigindo a comida de cu na vista da minha pobre mãe.
Dava para ouvir o chupão de cu que eu dava e ouvir o estalo da saliva que começava a escorrer em grossos fios debaixo das bolas dele, vindo da minha língua, que eu tinha completamente para fora e usava como se fosse um pincel.
— Uuuuuuuuuffffffffffffffffffff!!! Aaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhhhhhhhh!!! Clarita, vou gozar uma porra imensa e grudenta no seu sofá, isso não sai com nada, já viu seu maridinho quando chegar e ver as manchas brancas de esperma no sofá Negro... ¡¡¡Aaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhhhhhhh!!! – Falou pra minha mãe, deixando ela com cara de espanto.
– Luís, por favor, não... faz isso... – Disse ela implorando.
– Se não trouxer alguma coisa, vou te deixar toda feita em pedaços!!! – Dizia ele enquanto cuspia um baita cusparada no próprio pau, que caiu nele feito um fio grosso, e eu tratei de espalhar por aquele pedaço de nabo.
Minha mãe correu pra cozinha e trouxe guardanapos de papel, oferecendo pra ele.
– Toma, Luís... – Disse ela, oferecendo com a mão trêmula e indecisa.
– Não vou limpor nada, quem tá me ordenhando é sua filha. Limpa você, se quiser!!! – Falou pra minha mãe, que ficou muda. – Se quiser, eu te aviso quando for gozar e você põe os guardanapos – Disse pra ela.
– Ma... mas... eu... tá... beleza... – Respondeu minha mãe com cara de otária, ficando ali esperando enquanto a filha batia uma pra aquele moleque de 19 anos.
– Bom... pensando melhor... se quiser que eu te avise quando for sair e não te deixar na saia justa com seu marido... merece isso ¡¡¡Aaaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhh!!! – Disse Luís, gemendo de prazer.
– O que... você quer dizer, Luís...? Não entendi... – Falou ela com cara de "queria que a terra me engolisse", sem nem ousar me olhar, enquanto tinha que ver minha mão deslizando inteira naquele pauzão e eu continuava chupando a bunda dele.
– Vira de costas e abaixa a cabeça, porca!!! – Ordenou ele pra minha mãe, que devagar começou a se virar, baixando a cabeça pro chão, enquanto com as mãos puxava a camisola pra baixo pra não mostrar a calcinha com a bunda empinada.
– Tira as mãos daí, vagabunda!!! – Exigiu Luís, dando um tapa que fez minha mãe tirar as mãos na hora e apoiar no chão pra se equilibrar.

As nádegas da minha pobre mãe ficaram totalmente expostas, com a calcinha aparecendo por baixo da camiseta, então Luís, num movimento rápido, levantou a camisola até a cabeça dela, enquanto minha mãe ficava naquela posição. vexatória.
—Plaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaassssssssssssssssss!!! Plaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaasssssssssssssssss!!! Plaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaasssssssssssssssssss!!! —Uma chuva de palmadas começou a cair na bunda da minha pobre mãe, com sua calcinha branca e justa, que tentou se coçar levando um tapa de Luís.
Aaaaaaaaaiiiiiiiii!!! —Minha mãe respondia com gritinhos, enquanto a bunda dela vibrava no ritmo das palmadas.
Aaaaaaaaaaaahhhhhhhhhh!!! Tô gozandooooooooooooooo!!! —Gritou Luís —Foxy, fica na minha frente e coloca as mãos debaixo das minhas bolas, porque vai jorrar tudo no sofá!!! —Ele disse pra minha mãe, enquanto Luís pegava minha cabeça e esfregava contra a bunda dele com mais força, enquanto eu ordenhava o pau dele e amassava aqueles dois ovo de touro.
Minha mãe se colocou rapidamente na frente dele e se abaixou na altura do pau dele, colocando as duas mãozinhas debaixo das bolas dele, aproximando o rostinho, sem querer, a dois centímetros do rabo que a filhinha dele estava ordenhando naquele pivete de 19 anos, vendo como eu deslizava minha mão inteira desde as bolas até a cabeça do pau, com grandes jorros de pré-gozo que serviam de lubrificante pra facilitar a ação.
Aaaaaaahhhhhh!!! Uuuuufff—uuufffff—uffffffff!!! Aaaaaaaaaaahhhhhhhhhhhhhhhhhh!!! —Gritou Luís, jogando na cara da minha mãe, sem ela esperar, um jorro potente e grosso de porra que saiu disparado e foi parar naquela cara linda dela, cobrindo desde o queixo até a testa, enquanto eu continuava com minha língua dentro do cu dele e ainda ordenhando, sendo cúmplice da gozada que continuava caindo na cara e nos peitos da minha mãe. Os jorros continuaram cruzando a cara e o cabelo dela, os olhos dela estavam totalmente cobertos por uma camada grossa de porra, assim como a boca, embora ela ficasse feito uma boba com o guardanapo intacto debaixo das bolas do Luís.
Hahahahahahahahaha!!! O que a sua mãe queria era uma gozada na cara!!! —Disse, humilhando-a ainda mais, se é que era possível.
—Tá bem, Clarita? —Perguntou Luís com toda a maldade, só pra fazer minha mãe abrir a boca e deixar a poça de porra acumulada nos lábios escorrer pra dentro.
—Mmmmmmmmm….mmm…
—Não tamo entendendo porra nenhuma!!! —Respondeu Luís.
—mmm…ssssiiiiim….uuupppmmmmmm…. —Quando minha mãe tentou abrir a boca, uma quantidade enorme de porra grossa entrou até o fundo. Ela então se limpou com o guardanapo que tinha nas mãos e saiu cambaleando pro banheiro.

Luís, ainda de calças arriadas e o pau durasso, parecia não ter se satisfeito completamente e me olhava de cima a baixo devagar.
—Com você ainda não terminei, porca. Vai pro quarto da sua mãe, vou te foder como se fode uma marrã —Disse ele, cheio de confiança.

Sem me dar chance de responder, me agarrou pelo braço e me jogou dentro do quarto dos meus pais. Me colocou de quatro na beira da cama, enfiou minha cara no colchão, abaixou minha calça rosa com ovelhas e minha calcinha de florzinha, deixando minhas nádegas brancas e meus buracos completamente expostos. Senti ele começar a acariciar devagar uma…depois a outra…se deliciando com elas, abrindo com as mãos pra ver a rachadura bem clarinho.

Começou a me foder, e nessa fodida ele se esbaldou em dar tapas na minha bunda e me comer como uma porca em cima da roupa que minha mãe ia vestir, que ela tinha passado antes. Me deixou de quatro em cima dela e me meteu no cu com aquele pauzão durante uns 15 minutos, que foram acompanhados de palmadas nas nádegas e cusparadas na minha carinha, que ele deixava cair lá de cima e que batiam nas minhas bochechas, nos meus olhos e no meu nariz. Não satisfeito com o tratamento, um boquete fudido como gran finale: ele pegou uma das meias da minha mãe e amarrou minhas mãos nas minhas costas, me ajoelhou entre as pernas dele com meus peitos pra fora da camiseta e, segurando minha cabeça pelo rabo de cavalo, começou a... investindo contra o fundo da minha garganta, batendo no topo da minha cabeça quando o pau dele tava tocando meu esôfago como se quisesse me atravessar. Minha baba escorria feito um regueiro pelos sacos enormes dele, que descansavam em cima da roupinha da minha mãe, onde já tinha se formado uma poça de baba grossa e meleca saindo da minha garganta, culminando numa gozada generosa pra qual, pra prolongar minha agonia, ele tampou meu nariz com os dedos bem naquele momento, me causando uma crise de tosse misturada com ânsia que fez jorrar rios de porra e saliva sob pressão na roupa da minha mãe, enquanto ele me pressionava com toda força o pauzão até o fundo que minha garganta permitia. Nessa hora, minha mãe apareceu na porta e ficou paralisada, não esperava. O olhar dela se cravou no do Luis, que continuou subindo e descendo minha cabeça no piru dele com ainda mais raiva e agressividade enquanto me segurava pelo topete e pelo rabo de cavalo, tudo sob o olhar atento da minha mãe, que ficou completamente petrificada, sem saber o que fazer nem o que dizer, até que minha mãe reagiu e acabou voltando rápido pro banheiro pra não repetir nenhuma situação humilhante e vexatória como a de antes. Depois dessa situação, a relação entre minha mãe e o Luis mudou radicalmente, demais, até que um dia encontrei minha mãe de joelhos... enfim... isso eu conto no próximo capítulo, tava falando do cinema, né? 1. Chegamos no cinema, e na porta dele tava o Tolo, encostado na parede com as mãos nos bolsos, num estilo sexy, verdade seja dita, os dois me deixavam louca, sempre gostei de marmanjos e eles eram isso, dominadores, seguros, sem vergonha. Quando nos viu, ele cumprimentou o Luis com um aperto de mão que soou como um trovão e, com cara de pau, me deu um selinho na frente do Luis, o que me deixou sem graça, embora o Luis não tenha falado nada, essa situação me deixou sem saber como reagir. Entramos na sala, e ela tava praticamente vazia, exceto dois casais que estavam lá embaixo, nas primeiras filas. Tolo e Luís me deixaram subir primeiro, e enquanto subia na frente deles, percebi que levantaram minha saia e cochichavam entre si com risadas, me sentindo humilhada e, contraditoriamente, reconheço que, um pouco excitada. Eles podiam ver perfeitamente minhas duas nádegas se mexendo com a tanguinha enfiada no meio da minha bunda gostosa. Como a sala era numerada, os números das fileiras de poltronas estavam nos degraus, e por causa da escuridão não dava pra ver nada, então eu tinha que me abaixar pra tentar enxergar alguma coisa.
— Noelia, vê se você enxerga alguma coisa, eu não tô vendo nada — disse Luís
— Não tô vendo nada — respondi.
— Mas abaixa bem a cabeça, piranha!!! — disse Tolo, me segurando pela nuca. Luís abaixou minha cabeça até eu encostar o nariz no degrau.
— Tá vendo? Olha direito — ele dizia enquanto minha bunda ficava totalmente exposta, com minha tanguinha branca à mostra e minhas duas nádegas carnudas bem visíveis.
— Não tô vendo, Luís — respondi ingenuamente.
De repente, senti um tapa violento na minha bunda que, embora não desse pra ouvir por causa do volume do filme, fez minha nádega arder e vibrar. Tolo, por trás, começou a me dar uma saraivada de tapas que me faziam cambalear. Tenho que admitir que esse era o jeito dele quando me comia como uma porca na casa dele, como uma puta, e eu já tinha me acostumado a ponto de me molhar de tesão.
— Plaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaassssss!!! Plaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaassssssssssss!!! — ele começou a me bater como fazia sempre quando estava com ele.
Luís parecia não perceber nada, porque o rosto dele estava colado no meu, fingindo que procurava junto comigo, embora por um momento eu tenha achado que vi um sorriso no rosto dele, de cumplicidade?
— Não tenham pressa, hein!!! — dizia Tolo enquanto continuava deixando minha bunda vermelha.
— Calma, a gente tá cuidando disso hahahaha — respondeu Luís num tom irônico.
— Se coloca no meu lugar, Tolo, eu tô Cansando –disse Luis, e então trocaram de posição.
Agora era o Tolo quem estava do meu lado, e o Luis quem começou a bater na minha bundinha, de uma nádega à outra, fazendo-as vibrar violentamente, sentindo a mão dele se chocar com força e raiva.
—Poooooooooooooooooooooooom!!! Poooooooooooooooooooooooom!!! Poooooooooooooooooooooooom!!! –dessa vez o Luis me esbofeteava com força, minha bunda vibrava a cada tapa, meu cu tava vermelho, enquanto eu mantinha a posição tentando disfarçar, como se nada tivesse acontecendo.
—Ô, eu também bati nela enquanto você tava aqui com ela vendo o número!!! Ela não te contou? –disse o Tolo pro Luis.
—O quê? Ela te bate e você não fala nada, sua puta? Tava tentando me chifrar, sua gostosa? –Luis cuspiu furioso.
—Não… amor… eu não… eu…
—Agora a gente vai te dar um jeito, sua porca!!! De quatro, no degrau!!!

Me fizeram ficar de quatro no degrau com a bunda empinada, igual uma vagabunda, oferecida pro meu ex e pro meu namorado, os dois caras que mais me deixam puta. Luis levantou minha saia cobrindo meu rosto e…
—Poooooooooooooooooooooooom!!! Poooooooooooooooooooooooom!!! Poooooooooooooooooooooooom!!! –eu sentia cada tapa, cada um começou a bater numa nádega diferente, deixando as marcas das mãos deles queimando na minha bunda branquinha. Meu cu ardia.
—Sua porca!!! Poooooooooooooooooooooooom!!! –Luis dizia enquanto me batia.
—Sua vaca!!! Poooooooooooooooooooooooom!!! –Tolo dizia.

Eles ficaram me batendo até se cansarem, aí me puxaram pelo cabelo até as poltronas onde sentaram juntos, me deixando de joelhos na frente deles, sem saber o que fazer.
—Abre a boca, puta!!! Você vai tomar uma boa dose de porra, Promíscua!!!" —disse Tolo, enquanto os dois começavam a desabotoar as calças e a baixar o zíper, revelando uns caralhos enormes que metiam medo, com os colhões enormes pendurados pra fora da calça, imponentes, mesmo eu já conhecendo eles, sempre me deram um certo medo, aquele tamanho, e aquela jeito que tentavam enfiar em mim como se quisessem me atravessar.
—"Abre a boca e põe a língua pra fora, foxy!!!" —disse Luis, obedecendo e abrindo a boca e esticando a língua na frente deles.
—"AAAAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHHHH!!!" —eu gritei, colocando a língua pra fora e abrindo a boca o máximo que podia, com medo, excitada e com a mente meio turva pela situação, pela insegurança.

Tolo agarrou minhas alças e puxou elas pra baixo de uma vez, soltando meus peitos pra fora, me deixando ridícula na frente deles, que estavam com aqueles pedaços enormes de carne dura, ameaçadores, com as cabecinhas brilhando de tanto líquido pré-seminal que a excitação tinha soltado. Tolo subia e descia a pele do pauzão dele, cuspindo uma cusparada enorme que caiu na cabecinha e escorreu por todo o tronco até a mão dele, onde foi se acumulando, aproveitando a lubrificação pra começar a deslizar a mão ao longo da pica, da cabecinha até a base do caralho, devagar, dando pra ver os colhões dele subindo e descendo. Tolo, enquanto se masturbava e me olhava, me deu um tapa não muito forte, excitante, que Luis imitou enquanto se masturbava também, mas sem lubrificação.

Sem esperar, Tolo agarrou minha cabeça, cuspiu em mim e a cusparada bateu na minha bochecha, e com a mão me segurou e guiou minha boca até o caralho imponente do Luis, colocando minha boquinha na cabecinha dele e, com um empurrão na minha cabeça, Tolo enfiou ela na pica do Luis até o esôfago.
—"Assim mesmo, Promíscua, engole bem, até o fundo, que nem a porca que você é!!! Kkkkkk" —disse Tolo enquanto segurava minha cabeça com as duas mãos e começava a empurrar com força. força, sem parar, entrando só na minha boquinha, nada mais que meio pau do amigo dele, por mais que ele empurrasse.
—¡¡¡Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaagggggggggggggggggggghhhhhhhhhhhhhhh!!! ¡¡¡aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaggggggggggggggggggggggghhhhhhhhhhhhhhhhh —meus engasgos não demoraram, comecei a babar, fios de saliva grossa balançando no meu queixo e no tronco da estaca enorme do Luis.
—¡¡¡pedaço de porca!!! ¡¡¡Engole direito, vai sair porra até pelas orelhas!!! —Falou Luis enquanto, se levantando, deixou cair um rio de cuspe na minha testa que escorreu pelo meu rosto todo até minha bochecha.
O pau do Luis começou a ficar coberto de saliva grossa escorrendo pelo tronco, enquanto Tolo apertava os dentes com raiva e levantava minha cabecinha até tirar o rabo dele da minha boca e, depois de deixar a um centímetro dela, ligado por fios de baba grossa que escorriam nos meus peitos, enfiou de novo com um empurrão, sem dó, até bater na minha garganta e, ignorando meus engasgos violentos que vinham com rios de cuspe e lágrimas, ouvindo o borbulhar da minha respiração tentando sair pela boca junto com saliva espumosa e borbulhante.
Luis não parecia satisfeito com isso, então tirou o cinto e amarrou meus pulsos nas costas, me deixando imobilizada.
—¡¡¡hahahahahahaha —disse Tolo, enquanto tampava meu nariz com os dedos, vendo minhas lágrimas escorrerem pelas bochechas, se misturando no meu queixo com minha saliva grossa.
Tolo puxou minha cabeça pra longe do membro enorme do Luis, e foi ele quem, dessa vez, agarrou minha cabeça e a levou até o pedaço de pau do amigo, que depois de me aproximar…
—¡¡¡Boca bem aberta, puta!!! —me disse Luis, enquanto começava a enfiar lentamente o membro na minha boca, até bater na minha garganta, começando a fazer pressão com as duas mãos na minha cabeça.
Tolo tirou o cinto dele e passou no meu pescoço, colocando como uma coleira. —Isso mesmo, sua puta! Hahahahaha —disse Tolo, rindo junto com o amigo, enquanto eu só conseguia revirar os olhos.
Luis começou a empurrar minha cabeça pra cima e pra baixo com força no pau do amigo, violentamente, com raiva, como se eu fosse uma boneca inflável.
—Aaaaaaaaaaagggggghhhhhhhh!!! —meus engasgos eram horríveis, eu começava a tossir, e isso fazia jorrar cuspe e meleca pelos cantos da boca e do nariz, batendo no púbis do Tolo, escorrendo toda a gosma pelos sacões dele.
Luis não ia soltar minha cabeça, segurava firme e, com a outra mão, colocou em cima da minha cabeça e começou a apertar ainda mais, movendo de um lado pro outro enquanto pressionava. Enquanto isso, Tolo ria, me vendo ali de joelhos, submissa diante de dois manos, com meus peitões pra fora da blusa, toda a maquiagem borrada pelas lágrimas escorrendo no rosto, minha baba pendurada nas bolas do Tolo em fios grossos e pesados, e com engasgos fortes que só eles ouviam, por causa do volume do filme. Minhas mãos estavam nas costas, cruzadas, sem mexer. De vez em quando, Tolo se levantava, levantava minha saia e começava a dar tapas fortes na minha bunda.
—Tô tendo uma ideia —disse Luis pro Tolo…

Continua…

1 comentários - Sou a porquinha do meu namorado e do meu ex