O Negro do Minha Irmã 3

Vocês podem visitar meu novo blog em construção, onde vou postar novas histórias toda semana. http://relatosfl.wordpress.com


Quando minha irmã apareceu, estávamos os dois sentados de um lado da mesa e, à minha esquerda, Kevin, que tinha um meio sorriso estampado no rosto.

—Bom dia —disse minha irmã, que apareceu com uma camiseta comprida que chegava até a metade da coxa, indo direto para o homem dela, para dar um beijo nos lábios dele.
—Bom dia… gostosa —Kevin respondeu, enfiando a mão por baixo da camiseta e agarrando as nádegas dela, levantando a camiseta devagar até mostrar a bunda toda da minha irmã, onde ele plantou a mãozona enquanto a beijava, fazendo um contraste forte entre o preto da mão de ébano dele e o branco leitoso das nádegas da minha irmã magrinha, me deixando ver que ela tinha o cu todo depilado.

Naquela situação, minha irmã não pareceu perceber que Kevin estava sem cueca, até olhar para baixo e, pela expressão de surpresa no rosto dela, ele devia estar com o pau duro e enorme de novo. Pude ouvir minha irmã se aproximar do ouvido dele para sussurrar.

—Como você sai sem nada, tá louco? Hahahaha. Minha irmã não viu, né? —perguntou minha irmã com uma risadinha.
—Não, quando ela chegou eu já tava sentado. Ontem minhas cuecas ficaram todas meladas de porra e eu tirei, sem saber onde deixei. Além disso, não vou botar cueca suja, esqueci de trazer roupa íntima na mala e só tenho essas hahahaha —Kevin respondeu.
—Mas olha como você tá, vai estourar e… minha irmã vai perceber… —disse minha irmã, me olhando de lado pra ver se eu não tava ouvindo.
—Então… bota uma calça ou algo assim, ué?
—Não, me dá uma sensação ruim o atrito da cabeça do pau com a calça.
—Então bota as outras enquanto isso, eu te trago e depois lavo, tá? —minha irmã falou.
—Mas… você sabe que o pau, do jeito que tá, mais da metade fica pra fora do elástico, e você sabe que, até você tirar minha porra, ele não abaixa —Kevin disse —então você vem comigo, que vai tomar seu copo de porra manhã, vai escorrer até pelas orelhas, te garanto — disse Kevin em seu papel inquestionável de macho dominante, levantando-se enquanto minha irmã tentava cobrir o corpo dele com o seu, colocando-se diante dele e acompanhando-o até a porta da cozinha, onde Kevin parou, sussurrando com minha irmã.

Eu olhava de soslaio, tentando fingir que não tinha percebido nada do que foi falado. Enquanto isso, era uma espectadora na minha própria casa, não servia pra nada. Olhava Kevin e minha irmã conversando entre eles enquanto eu parecia um simples vaso de planta. Na minha cabeça só passava o que Kevin me disse minutos antes: "como a gente vai se divertir…hahahaha. Vocês são as duas irmãzinhas igualmente putinhas e, como vadias que são, é assim que vou tratar vocês". Não queria nem pensar no que poderia acontecer com meu marido em casa, ele era uma pessoa boa, gentil, acolhedora, boa pessoa, isso não podia acontecer com a gente.

— Você tá olhando o quê, porra? — me disse Kevin olhando-me de soslaio, me atravessando com o olhar.
— Não… eu nada… eu… — disse absolutamente vermelha e sufocada por ter sido pega.
— Você não se mexe, fica aí quietinha que agora a gente volta, não toma o café da manhã, agora a gente continua juntinhos, espero que esteja com fome, porque você vai se fartar, vai ficar com a boca cheia — disse Kevin antes de ir junto com minha irmã para o meu quarto, com minha irmã indo atrás como sua putinha submissa e fiel.

Me levantei e saí um pouco para o corredor, pois dava pra ouvi-los conversar.
— Você vai me ordenhar no banheiro, assim depois eu lavo o pau — disse Kevin para minha irmã — me dá tesão ver você engolindo meu cacete enquanto sua irmã espera, porquinha branquinha. Vamos, que vou te encher igual a um peru, Safadinha. Mas antes… você vai se vestir com roupa da sua irmã. Vamos ver… coloca… isso e isso — dava pra ouvir Kevin dizer, podendo escutar como abria e fechava gavetas e portas do meu quarto.
— Mas… tá bom. Espero que minha irmã não nos veja… — dizia a ingênua dela.
— Relaxa, vi ela ligar a TV da cozinha antes — De sair, ele vai estar te vendo — Kevin mentiu.
— Então vamos rápido — ela disse.
— Mas você vai de quatro, como a putinha que é! — Pude ouvir ele dizendo, após um barulho sonoro, que parecia ser um tapa na bunda.
Estava claro que minha irmã era pra ele uma simples ordenhadora, tratada por aquele negro como sua vadia vulgar.
— Não queria pegar minhas cuecas? Então vai usá-las na cabeça! — Ouvi ele dizer pra ela — Anda, porca! Plaaaaaaaasssss! Cadela! Plaaaaaaaassss! — Dava pra ouvir no corredor, então rapidamente entrei na cozinha e sentei no meu lugar, esperando que terminassem, pra poder tomar café da manhã e que tudo passasse.
As vozes soavam cada vez mais perto, mais e mais e… mais… Comecei a ver a cabeça da minha irmã aparecendo no vão da porta, coberta pelas cuecas do Kevin cheias de grandes manchas brancas, cobrindo todo o rosto dela, impedindo totalmente a visão. Em seguida, atrás dela, apareceu Kevin com seu pau completamente inchado e venoso, olhando pro teto, imponente, enquanto por trás dava tapas sem pudor nas nádegas da minha pobre irmã, que vibravam cada vez que a grande mão do seu macho batia nelas, deixando sua marca gravada a fogo. Ela usava um dos meus vestidos, branco, que ia até a metade da perna, mas ela tinha a saia levantada mostrando toda a sua bunda bem dotada, firme, empinada e branca, embora já estivesse ficando rosada pela rudeza com que Kevin a tratava.
Kevin passou à frente da minha irmã e, colocando-se diante dela, agarrou a parte da frente da cueca onde minha irmã tinha a cabeça enfiada, e segurou como se fosse uma focinheira pra guiá-la pra dentro da cozinha, diante do meu olhar atento.
— Vamos, putinha, pro banheiro, porca! Plaaaaaaaaaaaasssss! Pra tomar seu café da manhã! — Kevin gritava pra ela.

Kevin levava com ele meus protetores de ouvido que eu usava pra dormir e que estavam sobre minha mesinha de cabeceira. Em seguida, ele se aproximou de mim irmã e os enfiou em seus ouvidos, inibindo totalmente sua audição. Estava claro que ela não ia perceber nada do que acontecesse ali e, dada sua desorientação, nem sabia em que parte da casa estava. Kevin ajustou suas cuecas na cabeça da minha irmã, posicionando-as corretamente sobre seus olhos, deixando sua boca livre e fazendo um pequeno nó atrás da cabeça dela.

— Hoje vou dar um café da manhã bem grosso e quente, você vai ver — Kevin me disse — tenho duas branquinhas e ainda por cima irmãs, dizia enquanto abaixava a cabeça da minha irmãzinha para deixar a bunda à disposição, abrindo-a com suas duas mãos grandes, mostrando sua fenda rosada toda depilada.

Kevin amarrou as mãos da minha irmãzinha nas costas com um dos panos que estavam sobre a bancada, deixando minha irmã com a bunda totalmente empinada e o rostinho colado no chão. Ele começou a enfiar dois de seus dedos longos na boceta dela, já encharcada, e mais um dedo da mesma mão no cu, depois de tê-lo lambido antes, começando a meter e puxar os três dedos ao mesmo tempo, sendo audível o barulho molhado da boceta encharcada da minha irmã.

— Aaaaahhhhhhhhhhh! Uuuuuuuuuffffffffff! Caralhooooooo! — Minha irmã gemía de prazer.

— Vem aqui, gatinha! — Kevin me disse.

Eu, temerosa e ignorando o que meu instinto tentava me dizer, levantei-me como um zumbi, sem vontade nem dignidade, já que parecia até então não ter tido o prazer de conhecê-la. Lentamente, como se meu corpo não quisesse obedecer minhas ordens, fui me levantando da cadeira e me dirigindo até ele. Quando cheguei perto, ele me olhou com um sorriso que iluminava seu rosto, com dentes brancos e radiantes.

— Cospe na sua irmã — Kevin me ordenou.

— Co... como...? — Perguntei incerta, trêmula, sem entender bem a que ele se referia.

— Você tem problema de entendimento?! — Disse Kevin, encarando meus olhos de forma imponente.

De repente, com sua mão livre e, enquanto com a outra fodia a bunda e a buceta da minha irmã, que continuava gemendo como uma porca, ele agarrou meu cabelo e puxou meu rosto, colocando-o sobre a bunda da minha irmã.

—Se você não entende as coisas, vou ter que fazer eu mesmo! —Disse Kevin, posicionando a cabeça acima da minha —Olhe pra mim com esses olhinhos que você olha pro seu marido, porca! Já que gozei há alguns minutos, vai me custar bastante gozar de novo, mas isso é problema de vocês hahahaha—Ele disse, enquanto eu levantei meus olhos para encarar os dele lá de cima, observando como ele me encarava a uma distância de uns 25 centímetros acima de mim, com seu olhar triunfante.

Em seguida, observei que um grande fio de saliva começou a escorrer da sua boca, em forma de um fio grosso e branco, e lentamente foi caindo em direção ao meu rostinho, para então cair na minha testa e ir escorrendo por ela, atravessando todo o meu rostinho de cima a baixo, pelo meu nariz, meus lábios e, finalmente escorregando até meu queixo, para começar a cair no meio da bunda da minha irmãzinha e assim ir escorregando lentamente até chegar no cuzinho dela, onde Kevin tinha introduzido o dedo até a junta, metendo e tirando, agora com um estalido ainda mais audível.

—Cuspa na porca da sua irmã! —Ele repetiu.

Dessa vez me aproximei lentamente dela.

—Estou doido pra que o viadinho do seu marido chegue, as fodas que vou te dar na caminha dele... você vai chupar rola até eu cansar, hahahaha —Kevin me dizia, enquanto apertava minhas bochechas com a mão que antes segurava meu cabelo, me dando dois tapinhas na bochecha.

—Agora fique ao lado da sua irmãzinha e empina essa bundinha gostosa, pense no seu maridinho, que com certeza ele deve estar pensando em você —Kevin me disse, enquanto, lentamente e sem parar de olhar pra ele com respeito pela sua imponência, comecei a tomar posição ao lado da minha irmã —Abaixa a cabeça, Buceta! A bunda bem empinada! — Ele disse num tom que não dava margem para discussão, sem que eu ousasse contrariar minimamente tal exigência, dada minha delicada situação pessoal e, sobretudo, conjugal.

Fiquei com a bunda totalmente voltada para o céu e minha cabeça colada no chão frio, como uma vadia vulgar. Ele deu um puxão forte na minha calça e a baixou até os joelhos, e puxou minha calcinha para cima com um forte tranco, enfiando-a pelo meio da minha bunda, deixando-a como um fio-dental, com minhas duas nádegas brancas totalmente à mercê dele. Na posição em que eu estava, com a bunda empinada e meu rosto colado no chão, ele esticou o braço e me deu com toda a sua mão enorme uma grande palmada na minha nádega direta nua com a mão livre, enquanto continuava a foder minha irmã com os dedos da outra.

—Plaaaaaaaaaassss!!! Tem que ser foxy, adúltera!!! — Kevin me atirou.
—Aaaayyyyyyyyy! — Soltei pelo susto, mais do que pela palmada em si.
Só pensava no coitado do meu marido, enquanto ele se matava para trazer um salário e me dar uma boa vida, eu de quatro na nossa cozinha, onde diariamente comemos e conversamos os dois, com a bunda ao vento oferecida como uma vadia, violando a fidelidade, embora não de forma voluntária, mas, de alguma forma, uma situação propiciada pela minha má atuação, por não saber agir de forma taxativa diante dos acontecimentos que me levaram a um beco sem saída, que me empurraram para o abismo, um abismo de propriedade daquele negro enorme e pervertido, que me levou a engolir até meu esôfago seu membro descomunal e, enquanto isso, não conseguia tirar da cabeça meu pobre esposo, a quem prometi fidelidade, a quem vou ter que olhar nos olhos e dar um beijo de boas-vindas com a mesma boca com a qual chupei aquele pau, com a mesma língua com a qual lambi o cu daquele garanhão de ébano.
— Você está com vontade que seu marido venha, não é? — Kevin me disse com um ar que percebi compassivo. —Sss...sssiii... —Assenti com derrotismo, olhando nos olhos dele, esperando clemência.
—Tá, entendo, tudo isso é muito difícil pra você, né? —Ele disse, ajoelhando-se na minha frente.
—Muuu...muito... —Assenti.
—Bem, não quero te traumatizar, então... espera aí —Disse Kevin, saindo da cozinha.

Fiquei na mesma posição, assim como minha irmã, da qual ele acabara de tirar os dedos do cu e da buceta para sair da cozinha, deixando ela com a bunda empinada, esperando que seu macho continuasse. Vinte segundos depois, ele apareceu com meu celular.

—Por que a gente não liga pra ele pra ver como ele tá? hahahaha —Disse o filho da puta.
—Não, por favor, não! —Falei, levantando do chão feito uma mola —não, Kevin, não nos humilha desse jeito, por favor —Supliquei desesperada.
—Humilhar eu? Você chupa meu pau, lambe minhas bolas, curte e ainda faz de vítima? —Disse o cínico nojento, parecia até que ele acreditava nisso.
—O quê? Isso não é verdade! —Falei, tomando fôlego.
—Ah não? Alguém te obrigou? Te forcei ou em algum momento te segurei ou amordacei? Te proibi de ir embora? —Ele disse, sem me dar tempo pra pensar ou responder —Você poderia ter tido fácil, tipo só sair por aquela porta e contar tudo pra sua irmã, mas não, você se ajoelhou e, voluntariamente, começou a chupar meu pau, até colaborou —Ele falou, e eu não consegui responder a essa manipulação porque, contado assim... realmente ele não me forçou, não fisicamente, não me proibiu de ir embora... Por que eu não fui? As consequências teriam sido menores... embora... ainda dava tempo.

—Posso dizer que aqui não aconteceu nada, que tudo é invenção sua, meu marido vai acreditar mais em mim do que num gostoso de merda como você —Soltei, me sentindo corajosa.
—É, você tem razão. Quem vai acreditar nesse neguinho...? —Disse ironicamente, fazendo biquinho —mas, sabe, uma imagem vale mais que mil palavras... olha seu e-mail —Ele falou, me oferecendo meu celular.

Peguei meu celular desconfiada da mão dele, encarando ele fixamente, o celular estava desbloqueado, já que não tenho senha, basta deslizar o dedo. No topo aparece o ícone de que tenho um e-mail, onde posso ver um endereço que não conheço. Abro o e-mail enquanto meu coração fica audível nos meus ouvidos, sinto as batidas na minha garganta, minha boca seca e minha língua parece inchar e não caber na boca, começo a ter suores frios, abro o e-mail e... uma foto carregou, não, são duas... não, são três... nelas aparece... eu, apareço eu e ele, uma foto tirada de cima, na qual ele aparece sorrindo, comigo mais abaixo, estou de joelhos, com minha cabeça colada nas suas grandes bolas e o seu pau por cima da minha cabeça. A segunda foto estou com o seu enorme pau na boca, até quase a metade e tampando meu nariz com meus próprios dedos, apareço com os olhos fechados e apertados pelo esforço de ter tamanho monstro alojado na minha garganta, e na terceira estou segurando as comissuras dos meus lábios e esticando elas para facilitar a sua foda de garganta. Não percebi em nenhum momento que o filho da puta estava me fotografando, não sei em que momento ele fez isso, mas o mais importante é que nas três fotos aparece a cabeça dele na foto sorrindo enquanto eu, sem ser forçada, apareço com as bolas dele na minha boca e o pau dentro dela. Naqueles momentos minha alma tinha saído do meu corpo e tinha fechado a porta, minha dignidade foi embora sem passagem de volta e sozinha fiquei como um pedaço de carne, sem palavras na boca nem ar nos meus pulmões, estou completamente muda e ofegante pelo estresse acumulado, a ansiedade fruto do pânico, o olhar penetrante daquele negro enorme que me olha com ares de superioridade da altura como se fosse um Deus absoluto.

—Se quiser... Mandamos pro seu marido? hahahaha Aposto que assim ele vem mais rápido —Ele disse zombando da situação.

—Não... não... Kevin, chega, por favor... para! —Falei com angústia e desespero.

—Essas fotos são muito Cara. Eu não sei o que você vê nelas, mas visto em terceira pessoa, dá pra ver uma mulher casada, adúltera, dando um banquete numa barra de carne negra e, pelo visto, não tá nada mal, hahahaha, não acredito nessa história de "invenção" e você também não parece muito descontente nem forçada. Além disso, como eu disse, essas fotos têm cara de ser muito, muito caras — disse Kevin, me permitindo ver um feixe de luz na mais imensa escuridão.

— Eu... te pago o que você quiser... de verdade, Kevin! — falei com um pingo de esperança.

— Que vai me pagar "o que eu quiser"? hahahaha, não, gostosa, troca a frase "o que quiser" por "como quiser" e aí talvez a gente comece a conversar — ele disse, dando mais uma volta nas minhas tripas e deixando meu estômago de cabeça pra baixo com o novo impacto que minha moral recebia.

Minha cabeça tentava buscar uma saída, pensava a toda velocidade, meus olhos olhavam pra todos os lados como se procurassem uma saída material, já que não encontrava na forma de argumento. Minha cabeça estava fora de serviço, tinha desligado pela minha inconsciência, me deixado abandonada como um trapo. Com razão, essas fotos não davam margem pra defesa nem argumentos, eram absolutamente destrutivas no pessoal e no psicológico. Vendo a falta de ideias...

— Eu... Kevin... — falei, olhando pra ele com medo.

— Sim? Fala, gostosa, tô te ouvindo — ele disse enquanto colocava a mão na buceta da minha irmã, que continuava de quatro e com o rosto colado no chão, ainda molhada, começando a esfregar enquanto a beijava nos lábios e acariciava a bochecha com sensualidade, mantendo o olhar fixo no meu. E com a mão que estimulava a buceta, começou a alternar pra dar palmadas fortes na bunda, sendo correspondido pelos gemidos da minha irmã.

— Tô esperando... — continuou me dizendo.

— Que eu...

— Sim? Que você...? — ele respondeu, enquanto se aproximava da bunda da minha irmã e, enfiando os dedos indicador e médio na buceta, aproximou os lábios carnudos com a língua pra fora em direção ao cu minha irmã, começando a deslizar desde sua bunda até o rabo, deixando um rastro de saliva no caminho enquanto enfiava e tirava seus dedos grossos da boceta encharcada dela, para começar a introduzir sua língua enorme no cu da minha irmã no ritmo das palmadas que dava com a mão livre.
— Eu... eu te pago... como você quiser... — falei com um fio de voz tímido e quase inaudível.
— Desculpa, não ouvi nada e sua irmã também acho que não — disse Kevin se aproximando do ouvido da minha irmã — Né verdade que você também não, porquinha? — disse Kevin dando duas palmadas na bochecha da minha irmã enquanto continuava metendo e sacando os dedos girando nela mesma como se estivesse enfiando um parafuso, introduzindo até o fundo, girando dentro da boceta dela, para depois tirá-los brilhantes e viscosos pela lubrificação intensa da minha irmã, que fazia soltar sons altos e molhados ao enfiar as duas linguiças que Kevin tinha por dedos.
— Que... eu te pago como... você quiser... — repeti tentando normalizar a voz.
— Chega mais perto, ainda não tô te ouvindo, mas igual às cachorras, vem de quatro — disse Kevin enquanto seu corpo nu estava de costas para mim chupando o cu da minha irmã.

Eu me aproximei mais dele como ele mandou, com minhas nádegas brancas ao ar como ele deixou e minha calcinha no estilo fio dental, vibrando conforme eu avançava, até ficar a uns 20 centímetros.

— Que... eu te pago... como você quiser... — repeti como uma imbecil.
— Continua vindo pra frente que não tô te ouvindo — continuou dizendo sem parar de dar palmadas e foder com os dedos a boceta da minha irmã, enquanto deixava cair um fio de saliva na fenda da bunda, que escorreu até seu cu, permitindo a lubrificação necessária para enfiar um dedo até o fundo do ânus e começar a foder ele, diante dos gemidos desproporcionais da minha irmãzinha.
Continuei avançando até ficar a uns 10 centímetros de suas nádegas negras e carnudas.
— Que... eu te pago como... você quiser... — repeti com temeridade. Diante de sua presença tão corpulenta, enquanto esperava como uma putinha aguardando aprovação, o sinal verde.
—Vamos, chega mais perto, porca, sem medo, que eu quero te ouvir bem onde preciso ouvir, hahahaha.
—Mas... não consigo... avançar mais —disse, ingênua de mim.
—Claro que consegue, continue até que fisicamente seja impossível avançar, eu te digo quando tem que parar, só aí você repete, hahahaha.

Engoli saliva e continuei avançando, suas nádegas estavam cada vez mais perto, sem um único pelo, empinadas, atléticas, continuei avançando até que, a dois centímetros, parei e me preparei para dizer minha frase.
— Eu... te... pago... —Kevin me interrompeu.
—Eu disse para você parar?! —falou de forma autoritária.
—Não... eu...

Avancei um pouco mais e meu rosto ficou em contato com suas nádegas, numa posição ridícula e vexatória.
— Eu... te... pago... c... —interrompeu de novo.
—Continua, bucetinha, até eu sentir sua boca na minha bunda! —disse, empinando o bumbum e abrindo a fenda.

Engoli saliva e enfiei minha cabeça na fenda de sua bunda, forçando até tocar com meus lábios nela.
—Mas põe a língua pra fora! —exigiu.

Coloquei minha língua para fora e, mantendo-a em contato com sua bunda, repeti a frase.
—eeee...aaa...aaa...eee...ooo...ooo...eeeeeaaaassss...

Minha vocalização era nula, meu nariz e todo meu rosto estavam incrustados na fenda inteira de seu cu. O contraste que dava ter uma mulher casada e adúltera, de pele branquíssima, com a carinha enfiada na fenda de seu cu tentando vocalizar, enquanto na frente dele estava a irmã, infiel também, de quatro e oferecida enquanto ele esquentava a bunda dela dando palmadas e metendo na buceta e no cu com seus dedos grossos, dava para ver que a situação o deixava muito excitado, dado o tamanho descomunal de seu enorme pau, alguns centímetros maior do que quando enfiou na minha boca.

Kevin pegou a calcinha enfiada pela cabeça dela e a puxou em direção ao seu pau bem duro e ereto. Posicionou a ponta de seu enorme cabeção nos lábios da minha irmã e o esfregou em círculos por eles, como se fosse um batom, ao que minha irmã correspondeu abrindo a boca e colocando a língua para fora, ela sabia bem qual era o ritual. Kevin deu dois tapas nela enquanto mantinha a ponta do seu enorme pau na língua babosa dela e, lentamente, começou a enfiar até que minha irmã fez o gesto de recuar por reflexo, provocado pelo engasgo, mas, impassível, ele continuou sem parar, fazendo sair uma saliva grossa e abundante que escorria pelo seu lábio inferior e pelos cantos da boca, por onde dava, já que os espaços que sobravam na sua boca sem estar tampados eram poucos.

—Me diz, quanto você ama seu bom marido? —O filho da puta me perguntou, enquanto mantinha minha cabeça enfiada na sua bunda.

—...uuu...ho... —Eu disse como pude.

—Enfia a língua na minha bunda e lambe se não quiser que eu foda sua garganta como faço com sua irmãzinha —Kevin me ordenou.

Eu, tenho que confessar, não é a primeira bunda que chupo, pois minha primeira experiência foi com um garoto 7 anos mais novo que eu, que meses depois de terminar comigo começaria a sair com minha irmã, com quem tive um namoro de um ano, sem que ela ou minha família soubessem, já que eu tinha vergonha de que soubessem que era um garoto tão jovem, pois ele tinha então a idade da minha irmã, 19 anos, enquanto eu tinha 26. Embora ele tivesse um rosto infantil, era lindíssimo e ficamos juntos por uns 6 meses, até que ele me deixou sem eu entender muito bem o porquê, até que minha irmã o apresentou meses depois em casa como seu namorado, doeu pra caralho. Lembro que ele era um garoto muito safado e pervertido, com um pau enorme, de uns 21 cm, que não consigo esquecer, ele se encarregou de gravar isso a ferro e fogo na minha mente, me deu rola até pelas orelhas. A partir daquele momento, encantada pelo seu jeito e físico, totalmente apaixonada, cedi aos seus caprichos e desejos, deixando que usasse meu corpo à vontade. Ainda lembro como minha irmã, sem saber nada da nossa relação, com toda a sua inocência, tinha encontros com ele enquanto ela às vezes assistia televisão, pois ele dizia que ia para que eu explicasse não sei o quê dos estudos e, claro, minha irmã não teria pensado, dada a diferença de idade, que acontecia o que realmente estava acontecendo às suas costas entre nós dois, pois enquanto ela assistia televisão, ele me fazia chupar sua bunda com as cuecas abaixadas até os joelhos e de quatro na cama da minha irmã, enquanto eu ficava com o rosto enfiado na fenda do seu cu, de um garoto de 19 anos, fazendo com que eu enfiasse minha língua até o mais profundo de sua bunda, completamente humilhada, com sua rudeza ainda mais solta do que quando saíamos juntos, enquanto, com a outra mão, ele me ordenava que masturbasse seu grande membro, pois devia medir uns 21 cm de pica, impressionante para mim, para minha boca e para meu cuzinho. Chupando sua bunda de joelhos ele podia me ter por uns 20 minutos, até que ele gozava sobre o cobertor da cama da minha irmã de quatro, como ele ficava enquanto eu chupava sua bunda, jorrando grandes e grossas quantidades de sêmen, jatos enormes que produziam uma poça branca no cobertor da cama, que depois ele me fazia recolher com a língua de quatro enquanto me dava palmadas fortes com a calcinha abaixada, enquanto pegava um tubo de rímel da minha irmã e enfiava no meu cu, enquanto na minha buceta ele introduzia seus dedos, me fodendo simultaneamente até me fazer gozar como uma verdadeira porca.

Em outras ocasiões, ele se deliciava perfurando meu cu, abaixava meus shorts de pijama e a calcinha, leggings ou levantava minha saia, dependendo da roupa que eu estivesse usando naquele momento e, sem contemplações, me colocava de quatro na cama dos meus pais ou da minha irmã enquanto me enrabava, me empalava a bunda sem compaixão, lubrificando com cusparadas grossas que ele deixava cair lá de cima da sua posição, pegando às vezes as calcinhas da minha mãe da sua mesinha de cabeceira para enfiá-las na minha boca, depois de gozar abundantemente no fundo do meu cu e me fazer limpar o pau com elas, para então dobrá-las e guardá-las de volta na gaveta da minha mãe, podendo ver no dia seguinte como minha mãe as colocava com todos os respingos amarelos.

Em outras ocasiões, enquanto minha irmã tomava banho, Luís dizia a ela que ele se encarregava de levar as roupas ao cesto, aproveitando para pegar suas calcinhas recém-tiradas e usá-las como mordaça na minha boca, ou enfiá-las pela minha cabeça como um capuz enquanto esquentava minha bunda com palmadas fortes, puxando meu rabo de cavalo ou coque, dependendo do penteado que eu estivesse usando na hora, enquanto me colocava em cima dele para cavalgar, segurando minhas mãos nas minhas costas enquanto ele metia com raiva e com a mão livre me dava palmadas fortes, até mesmo me fazia gritar o nome da minha irmã enquanto me colocava de quatro na beirada da cama e me arrebentava o cu.

Raramente ele me dava pela buceta, quase sempre fodía o cu ou me fodía a garganta. Uma vez perguntei por que sempre no cu, e ele se limitou a dizer que, "a namorada dele, bem, minha irmãzinha, ele fodía pela buceta e, às porquinhas como eu, pelo cu, que agora eu já não era mais a namorada dele, era uma fresca que ainda não merecia". Então, dado o encantamento e cegueira que eu sentia naquela época por aquele garoto sexy e prepotente, pensei que era melhor isso do que não tê-lo, além do mais, isso me excitava demais, só de vê-lo já molhava as calcinhas, era sua "molha-calcinhas", uma garota doce e recatada, embora mais velha que ele, mas com a buceta escorrendo quando o via.

Em outras ocasiões, ele trancava meu quarto com trinco e se divertia fodendo minha garganta, o garoto ria enquanto enfiava todo seu pau jovem até minha campainha, amarrando minhas mãos nas costas com os elásticos de cabelo da minha irmã enquanto ela batia na porta, dada a nossa... tarde, mas sem piedade ele arremetia seus quadris e me fazia responder como podia para minha irmã, às vezes dizendo coisas como... "Tô comendo um sanduíche". Embora fossem apenas invenções dele, ele se divertia ouvindo minha pobre pronúncia, enquanto minha irmã permanecia do outro lado da porta, sem entender bem minha vocalização ruim e acreditando piamente no que eu dizia.

—"eee...tô... comendo... uuu... sanduícheee...."

Enquanto isso, ele não ficava quietinho.

—Vamos, engole, engole, espera que fuck you de beber...! —Dizia o safado, enquanto forçava minha cabeça com todas as suas forças fazendo com que minha baba saísse em jatos enchendo o chão com os fios grossos e longos —Bebeeeeee...bebeeeee...engole...! —Dizia o filho da puta enquanto dava tapas na minha coronha para enfiar todo seu pauzão até o fundo da minha garganta.

Minha pobre irmã jamais imaginaria que o sanduíche que eu estava comendo era sua imensa barra de carne e, o que me dava para beber, era sua porra, que me saía quase pelas orelhas, meu engasgo era claramente audível, cheio de gorgolejos produzidos pela grande quantidade de saliva misturada com os abundantes jatos de porra acumulados na minha boca, tampando até meu nariz com seus dedos até gozar abundantemente no meu esôfago, fazendo com que a porra me saísse até pelo nariz, fazendo depois que eu limpasse seu pau com cuidado, com minha irmã do outro lado da porta, com uma calcinha da minha irmã para depois fazer que eu a vestisse cheia de porra.

—Você tá bem? —Me perguntava minha irmã do outro lado enquanto eu tentava recuperar o fôlego.
—Sim, tranquila, amor, eu dou umas palmadinhas nas costas dela para passar, a bebida foi pelo lugar errado! Espera aí na porta, não se afasta, que já saímos! —Dizia ele, enquanto me virava de costas para ele e, de pé como estava, de uma puxada me baixava a calça e a calcinha deixando minhas nádegas empinadas ao ar, me Ele abaixou minha cabeça com a mão na minha nuca, na altura dos meus joelhos, fazendo meus braços apoiarem no chão, mantendo as pernas juntas, oferecendo minhas duas nádegas brancas e empinadas para começar a dar palmadas, diante da presença da minha irmã do outro lado da porta, que ouvia tudo.
— Plaaaaaaaaaaaassssss! Plaaaaaaaaaaaassssss! Estou dando palmadinhas nas costas dela! — Ele dizia para ela de dentro do quarto enquanto esquentava minha bunda.
— Vai com carinho, vai ver se ela vai se afogar! — Dizia a ignorante.
— Plaaaaaaaaaaaassssss! Plaaaaaaaaaaaaaaasssss! É que tenho medo de bater forte...! — Ele dizia enquanto esquentava minha bunda.
— Bate sem medo, querido...! — Repetia minha irmã.
Então ele me colocou de quatro na cadeira de escritório com rodas, me aproximou até a porta do quarto, de modo que apenas 4 centímetros de porta me separavam da minha irmã e, com a calcinha e a calça abaixadas até os joelhos e, enrolando meu cabelo na mão e puxando, começou a me dar palmadas sem nenhuma delicadeza. Minhas nádegas ondulavam a cada tapa, alternando de uma para a outra, até deixá-las bem avermelhadas, com um rosa marcado a fogo pela mão dele.
— Não está melhor? — Ele me perguntava para que eu respondesse.
— Sss.... sim… Aaaaayyyyyyy! — Tentando disfarçar o tom.
Em outra ocasião, essa foi muito forte, minha mãe estava deitada no sofá, com uma máscara de base transparente e dois pepinos sobre os olhos, então ela me pediu que por favor trouxesse o creme anti-rugas do banheiro e, Luís foi rápido mentalmente, mas para nada de bom.
— Calma, Sandra (é assim que se chama minha mãe), agora a gente procura e passa para você — Luís dizia para ela.
— Muito obrigada, Luisinho (apelido carinhoso que minha mãe deu para ele) — Respondeu minha mãe.

O porco, abaixou as calças ali mesmo, ficou de cueca, tirando seu enorme pau de linguiça por um lado dela e, sem tirar a cueca, diante de mim e sobre o rosto da minha mãe, ele começou a se masturbar, deslizando a mão inteira de trás para frente, enquanto cuspia grandes golfadas na cara da minha mãe, escorrendo pela testa e bochechas dela, e ele espalhava por todo o rosto dela passando toda a extensão do pau duro e comprido no rostinho da minha mãe, pelo nariz, bochechas e até pelos lábios fechados dela, sem que minha pobre mãe tivesse consciência das sacanagens e humilhação que Luís a fazia passar, achando ela que seria creminha espalhada pelas minhas mãozinhas, enquanto ela deitada ali, com duas rodelas de pepino nos olhos, enquanto um garoto de 19 anos batia uma a um centímetro do rosto dela, chegando até a dar pancadas com o pau nas bochechas e lábios dela, enquanto dizia “que bem sua filha espalha o creminha”. Ele puxou meu shortinho e a calcinha que eu usava e me fez subir em uma das ilhas da sala de jantar, posicionando minha bunda nua bem para fora sobre o rostinho da minha mãe, ficando minhas nádegas uns 40 centímetros acima do rosto dela e, aproximando-se Luís da fenda da minha bunda, cuspiu uma golfada abundante nela, fazendo escorrer por toda a fenda, estancando parte da saliva no cu, para continuar descendo até minha boceta, e terminar caindo em fileira no rosto da minha mãe. Estava claro que Luís ia ao limite, para ele não existiam meias medidas nem terrenos instáveis, ele estava seguro de si, uma segurança esmagadora que me arrastava a situações tão incoerentes quanto dolorosas sem eu ter a força de vontade necessária para resistir. As situações que ele me fazia passar eram horríveis e vergonhosas, ainda mais quando, vendo o pau completamente empinado, cheio de líquido pré-gozo que escorria da ponta até o tronco venoso e musculoso, que servia de lubrificante para sua mão, deslizar de cima a baixo, lentamente, exercendo mais pressão ao chegar na cabecinha para fazer sair ainda mais líquido, Luis me diz...

— Continua você movendo o barco no rosto da sua mãe — ele me sussurrou no ouvido, piscando um olho.
— Eu olhei para ele, abrindo a boca e apontando para minha mãe, fazendo sinal com o dedo na têmpora, dando a entender que ele era louco, embora com um sorriso nervoso no rosto.
— Bom, então vou dizer para sua mãe que ela mesma faça...
— Não, não... deixa... — eu disse.

Agarrei o pauzão dele, que não consegui envolver completamente com a mão, e comecei a esfregar minha mão nele, deslizando desde a enorme cabeça — pela qual minha mão inteira passava para estimulá-lo — até a base, enquanto ele colocava as mãos nos quadris e jogava a cabeça para trás, aproveitando ao máximo ter uma garota 7 anos mais velha que ele à sua disposição, completamente excitada, batendo uma punheta com o pau dele no rosto de uma milf, que ainda por cima é a mãe dela. Luis puxou sua cueca mais para o lado, tirando para fora suas enormes bolas, nas quais coloquei minha outra mão para segurá-las enquanto eu "ordenhava" ele.

— Calma, Sandra, sua filha já está movendo o barco para tirar o creme — disse Luis, sorrindo enquanto me olhava.
— Hahahaha, eu, como você vê, não tenho muita pressa — minha mãe respondeu, incentivando Luis a levar seu tempo.
Quando ele começou a tensionar o corpo, e pude sentir como o pau dele inchou por completo e suas veias ficaram ainda mais definidas, ele agarrou minha cabeça e juntou com a da minha mãe. — Já vai sair, Julia! Vai com mais força! Joga tudo no rosto da sua mãe e no seu, que tem suficiente para as duas! — disse o tarado, desejando ver o rosto de sua ex, irmã de sua atual namorada e mãe delas, coberto de porra.

Eu continuei "ordenhando" ele, olhando de soslaio para minha pobre mãe, sendo cúmplice do batismo de sêmen que Luis ia celebrar em nossos rostos, até que pude sentir subir pelo tronco, através da minha mão, uma vibração interna que indicava que um grande fluxo de sêmen estava... subindo, até que... jatos grossos e densos, brancos como porra, começaram a sair, de forma lenta mas constante, certamente devido à grande espessura que mostravam e o peso do jato, já que o primeiro que caiu sobre nós, cobriu todo o meu rosto até o nariz da minha mãe, atravessou o rosto das duas, deu pra notar o peso e a consistência do jato ao cair sobre nossos rostos, os três seguintes nos atravessaram pelos olhos e pela boca, encharcando nossos rostos completamente. Acabamos as duas com o rosto completamente encharcado em jatos de sêmen.

— Espalha a creminha na sua mãe, não é? — Ele me disse com malícia.
— Ss...siii...claro... — Eu disse começando a espalhar todo o sêmen por toda a superfície facial.
— Que quente está a crema, não? — Disse minha mãe.
— Sim, sim, está bem quentinha, sim — Luís respondeu pra ela — agora espalha você na sua filha, que também queria crema — Ele disse pra minha mãe.
— Pois claro que sim — Disse a mãe dela se levantando, vendo a filha ao retirar as rodelas de pepino dos olhos, como o rosto da filha tinha jatos de um lado ao outro do rosto, toda a blusa preta com fios brancos que haviam caído em fileiras desde o queixo dela.

Pude ver como Luís deixava aparecer meio pau que despontava pela parte superior da cueca, com a cabeça ainda branca de sêmen, percebendo imediatamente minha mãe de onde tinha saído a creminha, pela cara que ela fez e a abertura dos olhos dela.

— Mas vamos mulher, espalha logo a crema na sua menina... — Eu disse.
— Siiii...sii... — Ela disse totalmente envergonhada diante do que acabara de ver, tentando disfarçar o acontecido, começando a espalhar na filha todo o sêmen pelo rosto dela, sem conseguir assimilar o que passava pela cabeça, por isso era mais simples fazer como se não soubesse de nada, agir com naturalidade.

Até me lembro, numa ocasião, em que ele me fez punhetar aquele pedaço de rola na cozinha, enquanto minha irmã terminava de se arrumar no banheiro e, mirar o pau dele no copo de porra que ela tinha preparado uma bebida para tomar, enquanto me fazia segurar... enfim... não quero entediar... embora deva esclarecer que, naquela ocasião, eu fazia tudo de boa vontade, por amor, com o Kevin não, já que sou casada, sempre fui uma mulher fiel cem por cento... bem... não cem por cento... devo admitir que, quando faltavam alguns dias para o casamento, Luís veio para a cerimônia e ficou hospedado em nossa casa, Fernando, logicamente, não sabia nada sobre ele, apenas que era um velho amigo. O que aconteceu na minha casa com meu noivo lá... contarei mais tarde, talvez, ou talvez não, pode ser que não interesse muito como Luís encheu o saco da minha mãe.

Bem, então como estava contando, o Kevin me ordenou enfiar minha língua na bunda dele.

— Quanto você ama o corno do seu marido? — Ele repetiu.
—... uuu... hhhhooooo... — Eu tentava vocalizar enfiando minha língua o máximo possível no cu dele.
— Vem aqui, fica atrás da sua irmã! — Ele ordenou.
Eu, agradecendo a Deus por aquele calvário acabar, tirei minha língua da bunda dele e me afastei, me colocando atrás da minha irmãzinha, que não entendia nada, coitada, as ideias que aquele semental pervertido podia ter me apavoravam.
— Você vai fazer sua irmã engolir meu pau até o fundo, quero que você faça ela engolir inteiro, até o fundo e não tenha pena, eu poderia fazer sozinho, mas acho mais divertido ver como sua irmãzinha a faz sofrer, ou posso fazer você engolir até o fundo... O que você prefere, ela ou você? — Ele me disse, me dando a escolher entre uma opção ruim e outra pior.
— Eee... ela... — Eu detestava profundamente o que ele ia me obrigar a fazer, mas não seria dura com ela, pois preferia que fosse ela, já que é a amante, namorada... ou seja lá o que for, do que eu.
Eu olhava para minha irmãzinha, que tinha pouco menos da metade na garganta, ela salivava abundantemente.
— Você ama o corno do seu maridinho?! — Ele perguntou com meio sorriso.
— Ssss... simmm... eu amo... — Respondi com tom derrotado.
— Então te sugiro trate-a como eu trataria, pense que seu casamento está em jogo... pense no corno do seu marido, você só precisa tratar sua irmãzinha da forma mais dura possível! – ele disse, aproximando o rosto violentamente do meu, puxando-me pelo cabelo.

Agarrei minha irmã pela nuca com a mão e pressionei para que engolisse um pouco mais, mas rapidamente parei porque, com os engasgos dela, a soltei, algo que parece não ter agradado muito o Kevin, pois ele me agarrou pelo cabelo e, tapando meu nariz, enfiou o pau viscoso coberto pela baba da minha irmã, com grossos fios pendurados, até o fundo da minha garganta, mas lentamente, notei como o filho da puta fazia isso com consciência, enfiando primeiro a enorme cabeça para ir avançando até começar a ser rejeitado pelo reflexo da minha garganta, que começou a produzir uma quantidade abundante de saliva, continuando em direção ao meu esôfago sem parar, me prendendo perfeitamente com uma mão, enquanto com a outra começou a nos dar palmadas nas duas, minha irmã com a bunda totalmente oferecida para ser empalada, assim como a minha, ele tinha à disposição uma esposa fiel e uma namorada infiel, mesmo que tentássemos disfarçar, éramos suas putas e com o cu aquecido. Kevin me colocou novamente ao lado da minha irmã e, desta vez, eu já havia aprendido a lição.

— Você já sabe o que tem que fazer! — Kevin me disse com autoridade.
Enquanto olhava para Kevin com respeito, agarrei a cabeça da minha irmãzinha e a direcionei para o pau enorme, que mal parecia que ia caber na boca dela — Quero que entre inteiro, ou vou enfiar em você pelo cu até o fundo! — ele me disse.
Melhor eu fazer com que entrasse... então comecei a empurrar sua cabecinha que, ao contato dos lábios dela com a grossa cabeça, minha irmã agiu como uma mola e abriu a boca ao máximo e pôs a língua para fora o máximo que pôde para dar espaço ao monstro, embora ela achasse que era ele quem segurava sua cabecinha, não sua irmã mais velha.

Comecei a empurrar até enfiar o pau na boca dela, que já enchia suas bochechas, continuei um pouco mais sob o olhar atento de Kevin, que nos observava de cima, de uma perspectiva de macho dominante. Minha irmãzinha teve seu primeiro engasgo, acompanhado por um jorro de saliva grossa, mas, lembrando da ameaça de Kevin, continuei empurrando com minhas duas mãos.

—Aaaagggggggghhhhhhh! Uuuuuuugggggggggggggg! —Eram os sons guturais que saíam de sua pobre garganta.

Ainda faltava mais da metade do pau e eu continuei empurrando.

—Empurra com força e raiva ou troca de lugar, bucetinha! —Ele gritou para mim.

Em seguida, com toda a dor do meu coração pela minha irmã, empurrei sua cabeça com força e tentei enfiar de uma vez e com desespero na sua garganta, de repente.

—Uuuuaaaaaaagggggggghhhhhhh! —Uma vez —Uuuuuuuaaaaaaaaaagggggggghhhhhh! —E mais uma, com fúria, tentando acabar com isso o quanto antes, puxando um pouco sua cabeça para trás para, com um empurrão seco, enfiá-lo até bater na garganta dela, ouvindo seus terríveis engasgos, vendo sua mistura de baba e catarro escorrer em fios como se fossem cipós pendurados no seu queixo, balançando a cada empurrão, vendo como o rostinho da minha irmã, branquinho e angelical, tinha ficado vermelho de tanto esforço, com o pescoço inchado, sinal de que seu esôfago estava recebendo aquele pauzão, ainda que com dificuldade.

Kevin pegou uma cadeira e sentou-se lentamente nela, para continuar aproveitando a humilhação das duas irmãzinhas, vendo como a mais velha dava um tratamento duríssimo à sua irmã mais nova, para o prazer do negro, dono daquele pauzão engolido por ela e macho dominante daquela casa e suas duas fêmeas.

—Tampa o nariz dela e empurra com a outra mão, estou quase lá —Disse Kevin jogando a cabeça para trás.

De repente, meu celular tocou, virei a cabeça imediatamente. Kevin agarrou o telefone e, olhando a tela, atendeu diante do meu olhar impotente.

—Sim, fala? —Respondeu Kevin colocando no viva-voz. —Eeeehhh... Mas... quem é você? — Respondeu do outro lado "meu marido".
— Eu sou Kevin, o cunhado da Julia e namorado da sua Clara.
— O cunhado da Julia? Não sabia que Clara traria o namorado...? Então, muito prazer, eu sou Fernando! — Respondeu meu maridinho.
— Poderia colocar a Julia?
— Não, no momento não, ela está bem ocupada ajudando a irmã a preparar a festa — Respondeu Kevin, enquanto, olhando para ele, continuava empurrando a cabecinha da minha querida irmã contra seu membro, do qual escorriam grossos fios de baba, deslizando até suas enormes bolas.
— Eeehhhh... bom... então, poderia por favor dizer que já estou subindo? Não tenho chaves — Meu rosto se desfez, não esperava ele tão cedo... não me avisou, meu Deus, se meu marido me encontrasse assim...
— Sim, claro, hahahaha, eu falo pra ela, agora ela abre... até logo.
— Seu maridinho está subindo pra casa, mas até você terminar seu trabalho, ninguém sai daqui — Kevin me respondeu diante do meu olhar aterrorizado — Quanto mais dura você for e mais humilhar ela, mais rápido eu gozo hahahaha — Ria o desgraçado sem vergonha.
Não tive outro jeito, cega pelo desespero, enquanto observava o rosto de Kevin tentando adivinhar o que o excitava pelos gestos do rosto e da boca, deixei cair um cuspe grosso de cima no rostinho da minha irmã e, tapando o nariz dela com uma mão, com a outra empurrei sua cabecinha até o fundo, começando a fazer círculos nela para prolongar o prazer de Kevin, mesmo que também prolongasse a agonia e os terríveis engasgos dela. Para deleite de Kevin, me veio a ideia de dar tapas na bunda da minha irmã e, sabendo que isso o deixava muito excitado, comecei a bater com força, enquanto com a outra mão forçava sua garganta ao máximo, dando tapas no rostinho dela às vezes enquanto olhava para Kevin.

— Ding... dong... ding... dong...! — A campainha tocou...
— Seu maridinho... Abrimos? — Disse Kevin sorrindo...

Continua...

5 comentários - O Negro do Minha Irmã 3

crack genio muy bueno! parte 4 5 6 que se lo coja al marido ala fuerza jajajaa que aparezcan otros familiares mas minas humilladas madres cosas a si jajj esta muy bueno