Vizinho Maduro 5

Insisto que a história não é minha, nenhum mérito, se houver algum é o de compartilhar algo que gostei muito, obrigado.

Ainda levei mais alguns dias para convencer a Raquel a ficar sexy no trabalho. No final chegamos a um meio-termo. Ela não iria com aquela calça de moletom justa que ela usava, nem iria com leggings de academia apertadas sem calcinha como eu queria.
Ela usaria umas leggings pretas bem justas e com um fio dental que marcasse bem naquele rabão.

Alguns dias depois desci com Miguel para a piscina do condomínio, aproveitando que a Raquel estava de tarde na loja, já nos últimos dias do verão.

- Gosto de como você está indo bem, convence ela em tudo, nossa putinha. Como eu adoraria ir ver ela na loja e como aquele rabo marca e os clientes ficam olhando, mas seria muito suspeito se eu aparecesse lá nesse dia, então vou ficar só na vontade. Por enquanto. Penso em curtir na primeira pessoa esse rabão quando estiver comendo a Raquel, disse totalmente convicto meu vizinho de 55 anos.

Minha rola ficou dura debaixo do bermuda. Miguel logo percebeu o efeito que suas palavras me causavam.

Justo nesse momento se levantou Laura, a aluna de Miguel com peitões, para se banhar junto com o marido.

- Como essa mulher me deixa excitado, você vai ver a reação que a Raquel vai ter quando você disser que eu comi ela, disse Miguel.

Ela acenou com a mão com um sorriso perfeito, de dentro da área da piscina a uns 30 metros de onde estávamos sentados. Nós não conseguíamos parar de olhar para os peitões dela.

- Imagina como deve ser comer essa daí de quatro? Os peitos dela devem balançar tanto que os mamilos vão ficar duros com o atrito na cama, disse eu, enquanto os dois acenávamos para ela de fora.

- Essa aqui é outro nível, cara, não parece ser do tipo que fica de quatro. Não se sinta mal, nada me daria mais prazer do que... Ver a bunda da Raquel de quatro na cama deve ser sublime, mas a Laura tem mais classe que isso, essas minas costumam ser bem sem graça na cama. Aposto que a "nossa putinha" fica de quatro assim que você pede, né?...

Me dava muito tesão aquela espécie de submissão que ela tinha pelo Miguel e que ela falasse assim da Raquel também. Eram conversas típicas na piscina durante aquele verão. Eu já estava com o pau duro dentro da sunga fazia tempo.

E pra completar, aparecem a Mercedes com a filha Berta. Entram no gramado e vêm na nossa direção.

— Olha quem tava faltando... caralho!!!!! Esqueci de te contar — o Miguel me diz —, esse sábado vai ter um torneio intensivo no clube da Mercedes e da Berta, e a Berta me perguntou se você quer jogar o misto com ela. Esqueci total de te falar. Eu vou jogar com a Mercedes.

Justo nesse momento, as duas chegam perto da gente e nos cumprimentam. Trocamos algumas palavras com elas, e depois elas estendem a toalha a uns três ou quatro metros da gente. Acho engraçado como o Miguel e a Mercedes mantêm distância em público e como fodem feito loucos no privado.

Falo baixinho pra ninguém ouvir:

— Então, não sei te dizer. Não sei como a Raquel vai reagir se eu passar o sábado inteiro, que ainda é folga dela, jogando padel. Vou perguntar pra ela.

Nossas duas novas vizinhas de toalha estão passando protetor pelo corpo.

— Não me diga que você não tem vontade de ficar o dia todo olhando essas pernas e esse bumbum da Berta — o Miguel me diz no ouvido, rindo. — Vamos dar um mergulho e subir pra sua casa bater uma?

Vinte minutos depois, de bermuda e com o cabelo molhado, estamos sentados no meu quarto.

— No final, sem querer, fiquei com o pau latejando na piscina, hahaha — diz o Miguel. — Só faltou mesmo o cuzão da nossa putinha!

— Pois é, dá vontade de tirar o pau no meio da piscina e bater uma... — eu falo. - É, é, o que acontece com você é que você fica bem duro com a Berta, cuidado que ela é jovem, mas parece que sabe o que faz, ela joga os verdes descaradamente pra você.

- Que nada, que nada... fujo de confusão...

- Tá, tá, imagina aquele bum-bum, ela sentando em cima de você, você se deixa foder por ela, caralho, se ela transa metade do que a mãe dela, te garanto que você gozaria mais rápido que o normal, não aguenta nem 30 segundos, hahaha, me diz Miguel num tom que soa humilhante pra mim.

Ele está mexendo no meu laptop procurando as fotos da Raquel que temos guardadas pra nossas punhetas. Abre uma delas.

- Esse rabo me deixa louco, caralho!!!! Adoro, vou tirar o pau e vou bater uma na sua frente, você gosta que eu faça isso olhando pra Raquel?

- Sim, digo timidamente.

- Que desperdício, com certeza você não é capaz nem de ficar três minutos metendo nela de quatro, estou errado?

Eu já nem respondo ao Miguel, só vejo ele se masturbando e tiro meu pau pra ele ver como fica duro, mas mal consigo mexer nele.

- Caralho, que gozada vou dar nela!!!!!, não se preocupa, garoto, que pretendo deixar sua namorada bem fodida. Talvez você gostasse de assistir, hein, me diz, você gostaria de ver como a gente transa?.

Ele continua passando fotos como um louco, de vez em quando me olha, mas não para de falar e me provocar. Cada frase que ele solta faz meu pau ficar mais e mais duro.

- Você gosta de ver como eu gozo olhando pra ela?, me diz que você gosta!!! você gosta de ver como eu gozo olhando pro rabão da sua putinha da namorada???????

De repente ele fica de pé a um metro de mim, me encarando enquanto se masturba.

- Quer ver como eu gozo?????

- Sim, quero ver!!! digo eu também muito excitado.

Miguel se aproxima de mim.

- Pois claro que você quer ver, tanto pau que você tem pra nada, caralho vou foder sua namorada e parece que você vai curtir mais que ela, tá claro que você adora isso, já que me deixa foder sua namorada acho que até poderia gozar em cima de você...

Ao ouvir essas palavras, meu coração acelera. Estou sentado numa cadeira com as pernas abertas e o pau pra fora sobre minha barriga. Miguel de pé se enfia entre minhas pernas. Quase está esfregando o pau na minha cara.

- Vou gozar em cima de você!!!

E seu sêmen começa a sair do pau dele e cai pra baixo sem força nenhuma. Assim que percebo a porra dele caindo sobre meu pauzão, ele explode numa gozada tremenda que não tem nada a ver com a do Miguel.

Meu sêmen sai disparado pra todos os lados sem nem tocar no meu pau.

Começo a parecer a putinha do Miguel. Já até deixo ele gozar em cima de mim.

Chega finalmente a sexta-feira, o dia que marquei com Raquel que vai colocar as leggings pra ir trabalhar. Ela também me deixa jogar o torneio de padel no dia seguinte com Berta, nem eu mesmo sabia as consequências que isso ia me trazer, mas volto ao assunto da Raquel na loja.

Uma hora antes do fechamento da loja, entro e lá vejo minha mina arrumando uns tênis. Mmmmmmm. Meu olhar vai direto pra sua bunda. Não consigo evitar. Uma das colegas dela me vê e me cumprimenta.

- E aí? Veio buscar a Raquel?
- Sim, vou dar uma voltinha enquanto isso, ver se vejo alguma coisa... digo eu.

Me invade uma sensação de frustração. A loja está quase vazia e não tem nenhum cara que parece reparar na minha namorada. Saio da loja e fico um tempo esperando perto da entrada. Quando entra um grupo de três caras com uns 30 anos, me coloco atrás deles pra ver se olham pra minha namorada. Bingo!!!! Eles vão pra área de calçados onde está a Raquel.

Pode parecer besteira, mas naquele momento meu pau já começou a ficar duro. Eles começam a olhar uns tênis ao lado da Raquel e um deles pega um modelo e pergunta pra Raquel se ela pode pegar o número dele. Raquel pega o tênis e antes de entrar no estoque olha pra mim, mas não diz nada. Me sinto como um voyeur. E essa cara que a minha mina tá fazendo???? Pareceu que os olhos dela brilhavam de tesão e luxúria. Ela tá curtindo tudo isso, a putinha safada.

Os três caras se sentam na frente das prateleiras de tênis e a Raquel pega o par para um deles experimentar. Depois vira de costas pra eles, a uns dois metros de distância, enquanto continua organizando um dos pedidos.

Os olhos dos três caras ficam colados na bunda da minha namorada!!!!!!!

Pouco depois, ela se vira.

- Tudo bem? Serviu?
- Sim, sim, acho que é meu número - diz o cara andando um pouco com eles - fico com eles.
- Beleza, no caixa minha colega te cobra - diz a Raquel, virando de novo pra prateleira.

Os caras se olham entre si com cara de espanto e depois pra raba da Raquel. Cochicham algo e depois dão risada. Não aguento mais. Não consigo evitar me aproximar da cena. Foda-se os tênis e pergunto pra Raquel se tem meu número. Ela, como se não me conhecesse de nada, diz que vai ver no estoque.

Me sento ao lado dos caras e olho pra eles. Os quatro ficamos observando a bunda da minha namorada enquanto ela desaparece.

No estilo colegas, digo pra eles...

- Nossa, como tá moreninha, hein?

E um deles responde:

- Nem me fala, tem a melhor bunda de todo o shopping, a gente vem muito na loja só por causa dela, mas hoje ela tá ainda mais gostosa!!!!!

Aparece a Raquel com meus tênis na mão e me entrega pra eu experimentar. Depois se vira de novo e nos dá a bunda de vitrine. Ainda tô em estado de choque com a confidência casual desses caras desconhecidos. E meu pau tá latejando como nunca. Pego o celular e tiro uma foto da bunda da Raquel.

- De lembrança - digo pra eles, e um deles faz o mesmo e me imita.

Os quatro damos risada. Um cara acabou de tirar foto da bunda da minha namorada na minha frente e eu tô com o pau quase explodindo.

Deixo os tênis no chão, Me levantei e fui até a Raquel, segurei ela pela cintura e sussurrei no ouvido que a esperava lá fora. Dei um tapa na sua bunda e voltei.

Cruzei com os três caras que ainda estavam sentados e olhei pra eles. A expressão que fizeram foi daquelas que não se esquece. Meu coração batia a mil por hora. Nem sei como me sentia. Só sei que estava excitadíssimo com o que tinha acabado de acontecer...

Esperei lá fora pacientemente até o fechamento da loja. Logo depois, os três caras saíram de dentro e me cumprimentaram com um "até logo". Ainda estava de pau duro. Assim que a colega da minha namorada saiu e ela ficou sozinha na loja, entrei. Ela mal teve tempo de trancar. Tava morrendo de vontade de comer ela dentro da loja. Nunca tínhamos feito isso.

- Espera, eu tenho que fazer umas coisas... não posso... não... aqui não... aqui não, seu safado... para...

Ela reclamou um pouco, mas não muito, enquanto eu segurava ela pela cintura com uma mão, empurrando-a para os provadores, e com a outra mão enfiava entre suas pernas.

- Você não pode esperar até chegar em casa?, disse Raquel.

- Cala a boca, vou te foder agora mesmo!!!

Forçando-a a entrar em um provador, segurei ela pelo pescoço, esmagando seu rosto contra o vidro dos provadores, com a outra mão puxei sua calça legging para baixo e vi como sua calcinha ficou grudada na sua buceta por causa da umidade que a Raquel tinha entre as pernas.

- Aqui não, podem me demitir se nos pegarem, mmmmmmm, disse Raquel no momento em que meu pau entrou nela, ela só conseguiu colocar as mãos contra o vidro e se deixar levar.

Eu queria ter uma visão perfeita da foda que ia dar nela. Ver meu corpo batendo contra sua bunda, a legging e a calcinha pela metade e no reflexo do espelho ver seu rosto de prazer enquanto meu pauzão perfurava sua buceta.

Agarrei-a pelo cabelo na nuca, puxando com um pouco de força.

- Você viu como aqueles caras estavam te olhando? Essa noite os três vão bater punheta pensando na sua bunda!! Eles já te conheciam. Em outros dias, me disseram que você tinha a melhor bunda de todas as vadias do shopping.

Foi uma rapidinha. Apenas um minuto. Eu também não precisava de mais nada para gozar. Bem na hora que eu estava quase lá, me coloquei ao lado da Raquel encostando meu pau na bochecha dela e gozei no espelho do provador, mirando no reflexo do rosto dela. Toda minha porra disparou no vidro com muita violência.

Quando tudo acabou, Raquel subiu a calça legging rapidamente.

— Você deve ter ficado bem satisfeito, né? Agora limpa tudo isso enquanto eu fecho a loja. E me deixou lá no provador limpando minha gozada.

De novo eu tinha deixado ela com o tesão todo lá.

À noite, já em casa, começamos a ouvir os gemidos do Miguel e da Mercedes.

— Porra, Raquel, tenho uma fofoca pra te contar, tinha esquecido de te falar, é bem pesada...
— É? De quem?
— Da sua professora de padel, nossa vizinha, você nem imagina quem ela comeu...
— A Mercedes, não?
— Bom, sim, a Mercedes, mas outra também, uma que você gosta *muito*...
— De mim? Daqui do condomínio?
— Sim, daqui, casada...
— Casada????
— Sim, a Laura!!!!
— Laura?????? Que Laura?????
— Ora, quem vai ser, sua colega de aula de padel...
— Ah, para!!!!!... Nem fodendo!!!!!

Fiz a cara mais séria que pude para continuar minha mentira.

— Nem pense em falar nada!!!!! É verdade, eu sei de primeira mão...
— O Miguel te contou???
— Claro
— É que é muito pesado, não consigo acreditar!!!
— Pois acredita, que ele comeu aquela gostosa da peitão... e depois ainda se acha o maior galo do condomínio, se achando o melhor.

Raquel estava morrendo de vontade de saber toda a minha história inventada. Ela estava adorando aquilo. Sua maior rival nas aulas de padel. A mais descolada do condomínio, casada, a mulher perfeita, comida pelo professor de padel de 55 anos.

— Mas como foi, onde??? Ela disse Raquel

- Acho que só aconteceu uma vez, nem sei como, nem quando, nem onde, mas se você tá tão interessada assim, posso perguntar os detalhes pro Miguel...

- Porra, sim, sim! Você tem que perguntar, não tô acreditando nisso, é pesado demais!!!!!!!!!!

- Cuidado, esse fdp quer comer todo o grupo de pádel dele, hahaha!!!, disse, enfiando a mão entre as pernas da Raquel, não sei o que ele tem, mas parece que ninguém reclama (ao fundo, davam pra ouvir os gemidos da Mercedes)

- Ah, para com essa bobagem!!!!

- Bobagem nada, você tá uma gostosa!!!! Não me surpreenderia se ele também quisesse te comer, igual aqueles três caras da loja, disse, tirando a calcinha dela.

Tirei meu pau e, quando estava prestes a me posicionar sobre ela pra enfiar, ela pegou meu pau, afastou e me empurrou pro lado.

- Faz eu gozar!!!! Enfia os dedos!!!!!

Não quis ser ruim e decidi dar um orgasmo pra minha mina. Me propus a fazer ser quase tão intenso quanto o que a Mercedes tava tendo no andar de baixo. Raquel esperou meus dedos numa posição na cama como se fosse dar à luz, pernas abertas e com os cotovelos apoiados na cama. Enfiei dois dedos na sua bocetinha molhada.

- Ainda tá molhada desde que mostrou sua bunda na loja pra aqueles caras? Ou ficou excitada ouvindo seu professor de pádel fodendo?

Raquel não respondeu, só começou a mover os quadris atrás dos meus dedos, gemendo mais alto. Enfiei um terceiro dedo dentro dela.

- Vamos, mais alto!!!! Deixa o Miguel ouvir você gozando!!!!

- Shhhh, cala a boca...

- Você não quer que o Miguel goze te ouvindo enquanto ele come a Mercedes??

- Que tarado você é!!!

- Euuuu???? E você? Fazendo pose na loja pra aqueles três caras olharem sua bunda!!! E ainda ficando excitada!!! Te deixa excitada saber que eles tão batendo uma pensando em você agora????

Raquel se movia um pouco mais rápido. Ela estava quase gozando. Enfiei um quarto dedo dentro dela. Tinha minha mão inteira dentro da sua buceta.

- Pra outro dia que você usar aquela legging da Foxy no trabalho, eu vou com o Miguel e vamos olhar sua bunda juntos!!!!! Depois disso ele não vai ter dúvidas de que quer te foder igual às putinhas da Laura e da Mercedes!!!!

Naquele momento, a Raquel explodiu num orgasmo tremendo. Fazia semanas que ela não gozava comigo e não precisei trabalhar muito pra conseguir. A Mercedes, debaixo da gente, continuava gemendo alto. Era como uma competição pra ver quem gemia mais. Como castigo por essas semanas, a Raquel deixou meu pau quieto na hora.

- Eu já terminei, hahaha, ela disse, se quiser termina sozinho. Além do mais, você tá ficando meio chato com essa história do Miguel.

Foi aí que coloquei as cartas na mesa.

- Perdão, foi pelo tesão da situação. Por um momento eu fantasiei que você estava transando com o Miguel e gozando igual a Mercedes... não sei por que me deu tesão, mas te garanto que ele ficou muito, muito duro.

Fiquei de joelhos ao lado dela, balançando meu pau. A Raquel estava com cara de surpresa com minha confissão.

- Você disse pra eu terminar a masturbação sozinho, é isso que vou fazer, mas não disse que não posso gozar em cima de você. Vou gozar em cima de você!!! Vou encher seus peitinhos de porra, só te peço uma coisa, mesmo que seja como fantasia, me diz se você já ficou com tesão ouvindo os vizinhos de baixo...

- Beeem... um pouquinho sim, ela disse com cara de santa, anda vem, deixa comigo, disse a Raquel, agarrando meu pau e me masturbando sobre o corpo dela.

Pouco a pouco, tudo estava saindo como o Miguel tinha previsto. Mas ainda tinha muito chão pela frente. Só a parte fácil do plano dele pra foder minha mina tinha se cumprido.

Na manhã seguinte, eu tinha combinado com o Miguel, a Mercedes e a Berta de ir ao clube de pádel das meninas pra jogar um torneio intensivo que durava o dia todo. Mas antes que o despertador tocasse O despertador, mas eu já estava acordado. Raquel dormia ao meu lado e eu ainda estava pensando no que tinha acontecido no dia anterior. Tinha confessado parte das minhas fantasias com Miguel, embora ela também não tivesse dado muita bola. Ela tinha levado mais como uma brincadeira, mesmo que com isso tivesse tido um dos melhores orgasmos da vida dela.

Também me deixava inquieto o fato de que ia ver Miguel de novo. Desde que ele tinha gozado em cima de mim, não tínhamos nos encontrado de novo e, no fundo, eu estava envergonhado pela minha atitude. Aquela submissão a ele que, por um lado, me dava vergonha e, por outro, me deixava com tanto tesão que meu pauzão de 20 cm ficava bem duro.

Marcamos de nos encontrar os quatro e Miguel agiu comigo como se nada tivesse acontecido. De manhã, jogamos a primeira fase, Miguel com Mercedes e eu com Berta.

A filha de Mercedes não se separou de mim o dia todo. Eu não perdia um detalhe das coxas e da bunda dela. Era um suplício conseguir me concentrar para jogar com ela. Não dava pra ela usar conjuntinhos com a saia mais curta. Passei o dia inteiro olhando pra sua bunda juvenil.

Além disso, com o azar de que Mercedes se machucou no tornozelo e não ia poder ir pra fase final da noite.

— Ouviu, hoje a noite a gente não vai poder vir, me disse Miguel, te importa de trazer o carro e vir sozinho com a Berta?

— Sim, tudo bem, sem problema.

— Valeu, outra coisa, já faz dias que a gente não se vê, tô com vontade de bater uma, você passa lá em casa agora antes do almoço?? E aí você me conta como tá o plano com a "nossa garota", me pareceu escutar ontem entre os "berros" da Mercedes que ela gozou, você deixou ela gozar ontem?

— Sim, depois te conto...

Tomamos banho e voltamos pra casa. Antes, passei na casa do Miguel. Nos sentamos no sofá da sala dele com uma cerveja na mão.

— Bom, me conta como tá tudo com a Raquel, ontem era o dia que ela ia usar as leggings bem justinhas na loja, né?

Contei pra ele o que tinha acontecido com os três caras. A coisa da foto, como ela tinha Aqui está a Raquel, toda safada com as leggings justas, se exibindo pra eles e como tinha deixado eu comer ela no provador. Depois contei também sobre a Laura. Como no começo ele não tinha acreditado muito e depois ficou boquiaberto. No final como terminei masturbando ela com 4 dedos enquanto dizia pra ela gozar ouvindo como você estava comendo a Mercedes e como ela gemía e o grande orgasmo que teve. Também revelei minha confissão pra Raquel, que me dava tesão imaginar ela transando com o Miguel e gemendo igual a Mercedes.

- parece que você tá avançando muito e "nossa garota" tá entrando no jogo. Já tá tudo preparado pra começar minha parte de conquistar a Raquel. Devagarinho, mas no final vamos acabar transando na sua cama, te garanto. Se o que você quer é ser corno, você vai ser. O que acontecer depois entre vocês é problema de vocês. Continua decidido a seguir em frente?

- sim, claro, disse ele desafiando o Miguel, sinceramente não acho que com isso você vá conseguir fazer nada com a Raquel.

- já sei que você continua achando que não vai acontecer nada, só tô te avisando pra ir se preparando pro que vem por aí porque as consequências já são imprevisíveis. Uma vez que eu meter meu pau dentro dela não sei o que vai acontecer depois.

Ali estava o Miguel sentado no sofá da casa dele falando com toda segurança sobre comer minha mina. Era como se ele tivesse uma personalidade dupla. Um cara de 55 anos com muita liderança, atraente, cabelo meio grisalho, penteado com risca, educado e culto. Mas quando tava comigo se transformava num tarado punheteiro. Não tinha nenhum problema em tirar o pau na minha frente e balançar ele enquanto me contava como ia foder a Raquel.

- que tenham sorte hoje à tarde no torneio, me disse o Miguel, e toma cuidado com a Berta que não tira o olho de você, tem que ver como essa putinha tá se insinuando pra você!!!!

- não curto essas paradas, você já sabe, além do mais ela é muito nova

- nova?? o que você tá dizendo, elas tão na melhor, em um mês começa a faculdade, você viu que pernas e que bumbum?, não me diga que deve ser uma delícia apertar aquele bumbum redondinho, duro e macio, essas putinhas hoje em dia com essa idade já chuparam algumas picas... você imagina ela te olhando com aquela carinha, aqueles olhos claros enquanto te chupa?... só de pensar nisso já fico duro, disse tocando o pacote

- bom, vou indo pra casa, quero ir descansar um pouco...

- espera aí, Miguel me disse, me mostra a foto que você tirou da Raquel na loja ontem.

Peguei o celular e mostrei para Miguel a foto do bumbum da Raquel de leggings no trabalho. Na hora ele tirou o pau pra fora. Com uma mão olhava o celular e com a outra batia uma.

- caralho!!!, a Berta tem um bumbum bom, mas o da "nossa garota" é coisa séria, ela tem um rabão da porra!!!!!, a primeira vez que eu fodo ela vou fazer por trás olhando o bumbum dela e vou gozar em cima.

Eu só observava a cena, era meio estranho, sentado no sofá ao lado dele, vendo o Miguel batendo uma olhando uma foto da Raquel no meu celular. No entanto, tinha uma espécie de submissão a ele que me paralisava. Não conseguia parar de contemplar aquilo. Me dava um tesão do caralho ver ele se masturbando olhando para a Raquel. Eu já estava de pau duro faz tempo. E o Miguel sabia.

- tira o pau pra fora!!!! ele ordenou.

Sem dizer nada, tirei meu pau pra fora e segurando ele fiquei olhando para o Miguel esperando novas instruções.

- reclina um pouco, assim, abaixa mais a bermuda, levanta um pouco o quadril, isso aí!!!

Nessa posição, com o quadril um pouco pra fora e segurando ele, meu pau de 20 cm parecia ainda maior sobre meu púbis depilado.

Miguel ficou de pé na minha frente, sem parar de olhar o celular.

- você gostou que eu gozei em cima de você outro dia???

- não, disse envergonhado

- nããão????, kkkk, e por que você tá tão duro então?, por que continua me mostrando o pau e aí?

Eu continuava sem dizer nada.

— Tá bom, se você não quer, não vou gozar em cima de você... — disse Miguel, começando a se virar para sentar de novo.

Então, não sei por que fiz aquilo, mas estiquei a perna e passei por trás das pernas de Miguel, impedindo que ele fosse embora. Naquele momento, devia estar parecendo capa de revista gay, recostado no sofá, mostrando meu tanquinho e segurando meu pau sobre meu corpo depilado.

— Olha só, olha só, então é assim? No final das contas, você vai ser mais putinha do que eu pensava...

Putinha.

Foi a primeira vez que ele me chamou assim. Daquele dia até hoje, sempre que estávamos a sós, ele me chamava de putinha. Nunca mais parou. E eu gostava. Na primeira vez que ele disse, meu pau ficou duríssimo. Miguel sabia, e eu estava disposto a aceitar, a partir daquele dia, ser a putinha dele.

Por que eu tinha envolvido ele com a perna para impedir que fosse embora? Queria que ele gozasse em cima de mim? Claro que queria. Desejava que aquele homem jogasse a porra dele em mim. Queria ser a putinha dele e sentir o sêmen dele no meu corpo enquanto ele batia uma vendo fotos da Raquel.

Nunca questionei minha sexualidade. Sou hétero, gosto de mulheres, gosto de todas as mulheres. Mas nunca tinha experimentado com elas nada tão tarado e prazeroso quanto essa espécie de submissão que eu tinha com Miguel.

— Então você quer que eu goze em cima de você, é? Vamos fazer algo melhor — disse com um sorrisinho enquanto segurava o pau.

Ele sentou ao meu lado e continuou batendo uma olhando no celular uma foto da bunda da Raquel.

— Toma, segura o celular na minha frente — disse, passando o telefone.

Eu peguei e coloquei na frente da cara dele, ele não parava de olhar enquanto continuava se masturbando.

— Porra!!! Que rabo gostoso a sua novinha tem, e você aqui segurando meu celular enquanto eu bato uma olhando pra ele. Você gosta que eu goze vendo a bunda dela, putinha?

— Sim, eu... gostei

Naquele momento, guardei meu pau dentro da bermuda. Continuei segurando o celular na frente do rosto do Miguel.

- O que você tá fazendo??, não guarda o pau não!!!!, eu adoro ver esse pirocão bem duro enquanto eu me esfrego com a bunda da sua namorada.

Obedeci na hora e tirei o pau pra fora de novo na frente dele.

- Quer que eu foda a Raquel??

- Sim, quero que você foda ela...

- E você vai ser minha puta a partir de hoje?

- Sim...

- Me responde direito, fala que vai ser minha puta, caralho

- Sim, vou ser sua puta a partir de hoje...

- Muito bem... e você vai fazer tudo que eu pedir, né???

- Sim, vou fazer tudo que você pedir

- Muito bem, parece que você vai ser uma putinha muito boa, caralho tô quase gozando, disse o Miguel enquanto batia uma punheta mais rápido.

Minha atitude com ele não podia ser mais submissa. Ou podia. Ele pegou meu celular e agarrou minha mão, levando até o pau dele.

- O que você tá fazendo, cara??, falei eu, tirando a mão...

- Calma... não quero coisas esquisitas, nunca deixei um cara tocar no meu pau, mas te garanto que é a melhor coisa do mundo estar aqui me masturbando com sua namorada com você na frente... e me deu uma vontade enorme de você terminar de me masturbar...

Naquele momento, voltei mais de 10 anos no tempo, minha época de faculdade, tive um amigo de punheta, só punheta. Era o único pau diferente do meu que eu tinha tocado. E pra falar a verdade, sentia saudade de tocar num pau. É muito gostoso bater punheta pra outro cara até ele gozar. Eu tinha lembrado disso muitas vezes. E agora tinha na minha frente meu vizinho de 55 anos que queria que eu fizesse uma punheta nele enquanto olhava fotos da bunda da minha namorada. Eu tinha acabado de dizer que era a putinha dele, o que eu ia fazer, fingir um ataque de masculinidade naquela hora???

Me coloquei no lugar do Miguel naquele momento. Imaginei como deve ser gostoso um cara te masturbar com fotos da namorada dele na frente.

Na hora, me inclinei sobre ele e agarrei o pau dele. Era menor que a minha era menor e menos grossa, mas eu não ligava. Só queria fazer ele gozar. Estávamos os dois no sofá. Eu com o pau pra fora e batendo uma punheta pro Miguel, que segurava o celular na frente do rosto olhando pra bunda da Raquel de legging.

- Isso, assim... um pouco mais forte e mais rápido, porra putinha que delícia... porra putinha... isso é foda, vou gozar, vou gozar!!!!!

Continuei masturbando o Miguel até ele começar a gozar. Do pau dele começou a sair porra sem força nenhuma, escorrendo pela minha mão que continuava subindo e descendo no pau dele todo.

Quando acabou, decidi que meu trabalho tinha terminado e saí de lá correndo sem dizer nada nem olhar pra trás. Miguel estava falando alguma coisa, mas eu não ouvi. Subi a escada pro meu apartamento enquanto limpava a porra da mão com um lenço.

Almocei com a Raquel e disse que depois ia tirar uma soneca pra estar descansado pro torneio de pádel no final da tarde. Ela disse que ia fazer compras com uma amiga num shopping e já ia jantar com ela. Tentei esvaziar a mente e caí num sono profundo. Dormi quase três horas de soneca e fui acordado por uma ligação da Berta. Ela já estava me esperando na garagem.

Desci na hora e lá estava ela com um conjunto de pádel preto e branco que ficava um tesão nela. Como sempre, não podia ser mais curto.

Chegamos no clube e ganhamos a primeira partida. Depois o torneio parou e teve um jantar entre os jogadores. Tomamos umas cervejas e jogamos a semifinal. Também ganhamos. Outro intervalo curto. No final, íamos começar a final depois da meia-noite. Acabamos perdendo, mas terminamos de jogar quase uma e meia da manhã. Tomamos um banho antes da entrega dos prêmios.

A Berta saiu do chuveiro com um vestidinho branco de verão, super justo, o cabelo molhado, e nos pés usava sandálias com as unhas pintadas. Fiquei de pau duro. Mal posso vê-la. Durante a entrega dos prêmios, ela tomou mais algumas cervejinhas e já estava ficando bem alegrinha. Enquanto o pessoal ia pegando os troféus, Berta estava apoiada com as mãos no meu ombro e mais de uma vez me esfregou com os peitinhos. Ela estava me deixando bem excitado, a safadinha.

Depois entramos no carro e ela dobrou uma perna, apoiando o pé no banco onde estava sentada, então eu podia ver toda a sua coxa grossa. Nem sei que porra ela estava falando, eu só ficava pensando em olhar de soslaio para ela e suas pernas. Algumas vezes ela deixou o joelho cair na minha direção e me tocou no quadril, mas logo levantava de novo. Era como um jogo para ela.

Estacionei o carro na garagem desejando acabar com aquele suplício e ir para casa para bater uma boa punheta. Com um pouco de sorte, mesmo sendo quase três da manhã, pegaria a Raquel acordada e daria uma rapidinha.

Fui dar dois beijos na Berta para me despedir dela...

— Não me acompanha até a porta do elevador?? Está meio tarde, anda, por favor... — ela me disse, agarrando meu braço.

Era a garagem do condomínio, mas morávamos em blocos diferentes. Acompanhei-a até a porta que dava para o bloco e o elevador dela. Entramos pela porta e fomos por um corredor estreito até a porta do elevador.

— Obrigada por tudo — Berta me disse —, o torneio foi incrível —, ela falou, me dando um beijo na bochecha.

Eu fui dar os dois beijos, mas ela se jogou em mim e me deu um selinho nos lábios.

— Ei, ei, ei... para, para, para, Berta, para!!!

Mas ela não me ouvia, já estava chupando meu pescoço, me colocando contra a parede e tinha pegado minhas mãos para colocá-las na sua cintura, bem onde começava sua bunda.

— Não, Berta, não!!! — eu disse, aspirando o cheiro do cabelo dela que estava na frente do meu rosto.

O pouco sangue que ainda tinha no meu cérebro desceu de vez para o pau quando toquei a bunda dela com as duas mãos por cima da vestido.

Ela continuava me mordendo pelo pescoço e me apertando contra a parede. Não tinha nenhuma intenção de me deixar escapar. Meti as mãos por baixo do seu vestidinho e agarrei uma nádega com cada mão. Estava acariciando sua bunda praticamente nua. Só impedia um minúsculo fio-dental. Uma bunda perfeita. Jovem, macia, redondinha, dura e suave.

- não Berta, por favor nãoooo... para... para... Berta não... disse quase ofegante. Aquilo não era uma ordem, soou mais como uma súplica para que parasse. Mas nenhum de nós dois queria que isso acontecesse.

Puxei o fio do seu fio-dental para enfiá-lo na sua buceta. Ela me olhou com uma cara de viciada total.

- assim que eu gosto dos caras que sabem o que têm que fazer, disse Berta desabotoando meu bermuda e enfiando a mão para pegar no meu pau...

1 comentários - Vizinho Maduro 5