Parte 1http://www.poringa.net/posts/relatos/2895560/Los-Trios-con-las-Amigas-de-mi-mujer-Alejandra-parte-1.htmlAlejandra abraçava minha mulher, de repente a mão dela sumiu na buceta aberta pelo meu pau que ainda tinha porra grudada, Ale tirou a mão da buceta melada de sêmen e levou até a boca da minha mulher, que chupava lindamente depois disso, elas começaram a se beijar, fizeram uma tesourinha, acariciavam os peitos uma da outra e meu pau já tava duro de novo.
Fomos pro quarto, sentei na cama, a Ale chegou, cuspiu no meu pau e começou a chupar, minha mulher me empurrou e apoiou a buceta na minha cara, que delícia, uma buceta jorrando na minha cara e uma senhora puta chupando meu pau, o que mais eu podia pedir da vida? Não conseguia ver nada, só ouvia os gemidos das duas, eu me dedicava à buceta da minha mulher, toda molhada, quente e gostosa. Enquanto isso, a Ale saboreava meu membro, senti a língua dela brincando com minha glande, com minhas mãos tentei alcançar os peitos da minha mulher, senti os mamilos dela durinhos, apertei de leve, senti os gemidos dela mais intensos, enquanto a Ale chupava minhas bolas e me punhetava com força, a Ale ria — Trocamos? — Minha parceira levantou, comeu a boca da Ale, minha mulher não perdeu tempo, engoliu meu pau inteiro, a Ale me acariciou a cabeça e disse: como eu fico — Fica de frente pra ela — Ela fez, senti a buceta dela bem molhada, o boquete da minha mulher era mais que sensacional, os gemidos da Ale eram muito intensos e ela se molhava mais que a minha mulher, com minhas mãos puxei o quadril dela um pouco pra frente e comecei a chupar a bunda dela — Ah, esse cara adora uma bunda — dizia a Ale, minha mulher balbuciava com o pau na boca, comecei a passar os dedos na buceta da Ale, enquanto já tava comendo ela com a língua, meu pau era uma pedra que minha amada chupava com força, quando percebeu o estado do meu pau, me soltou — Ai, olha como ele tá, vai foder nós duas — minha mulher batia palmas, me levantei de repente e peguei minha parceira pelo pescoço, beijei a boca dela e encostei ela no escrivaninha do computador. Ale me abraçou por trás, apoiou os peitos dela nas minhas costas — você vai foder nós duas — me beijou, depois pegou na mão da minha mulher e elas se colocaram de quatro na beira da cama — Aqui estamos, fode a gente — fiquei atrás da minha mulher e enfiei nela, na Ale enfiei dois dedos na buceta toda molhada, as duas começaram a gemer em coro, de vez em quando trocava, colocava a pica na outra e com os dedos na outra, assim por um bom tempo elas gozaram, então minha mulher fez um sinal que era todo um código, abriu bem as nádegas e mostrou o cu — Por aqui também — ela disse, eu penetrei com tudo, ela soltou um grito, aproveitei e coloquei a mão como o Spock, dois dedos na buceta e dois dedos no cu, a Ale também soltou um grito espetacular, naquele momento percebi que estava fodendo duas gostosas, que ainda por cima para me deixar mais excitado se beijavam apaixonadamente enquanto eu as comia, o cu da minha mulher estava perfeito e sentia como o cu da Alejandra engolia meus dedos, mas me dediquei a continuar mais um pouco com a pica dentro da minha parceira até conseguir seu lindo orgasmo, depois disso a Ale me olhou — Vai que eu também quero — tirei minhas mãos dos buracos delas, chupei um pouco e saí da minha mulher que desabou na cama, as pernas tremendo e respirando muito ofegante, me ajoelhei no pé da cama e comecei a chupar o cu da Ale, de vez em quando descia para a buceta dela e também passava minha língua no clitóris dela — Humm, que bom, garoto — a mão dela apertou minha cabeça contra as nádegas dela, eu enfiei a língua o mais fundo que pude naquele cu grandão e carnudo — Você vai cuidar de mim agora, né? Sim, mais assim, chupa mais, seu merda — a Alejandra estava louca — Vem, vagabunda — senti a cama se mexer mas tinha meu rosto coberto pelo cu da Alejandra, comecei a ouvir gemidos, quando ela soltou minha cabeça olhei e estava minha parceira contra a cabeceira da cama com as pernas abertas e a Alejandra chupando a buceta dela, o quanto minha mulher estava sensível já fez ela gozar novo -mmm que gostoso- dizia a Ale -olha como você fica quando te comem- ela se virou, abriu bem as nádegas -vai, bebê, mete essa yummy cock no meu bum- eu não me fiz de rogado, mas sentia que ela queria tomar as rédeas de tudo e não ia permitir. Enfiei até o fundo, ela soltou um gemido longo -ufff que delícia- ela começou a se mexer -assim, bem slut, do jeito que você gosta, né?- dizia Alejandra, minha parceira olhava e se masturbava em silêncio, com uma carinha de felicidade e satisfação. Ale continuava se movendo até que eu a segurei bem forte pelos quadris e comecei a meter com tudo, os ovos batendo na pussy dela, que eu sentia bem molhada. Comecei a meter até com raiva pelo cu, ela gritava e gemia -Ahh, mais assim, neném, assim- dizia alto -Assim, me dá como a slut que sou, me dá mais, guy- ela estava descontrolada. Mais umas estocadas e eu gozei aos gritos, senti como se uma eletricidade percorresse todo o corpo dela e as pernas ficaram moles. Eu a acomodei melhor de lado e voltei a garchá-la pela booty com tudo que podia -toma, slut, agora não aguenta mais, né?- eu continuava metendo -vou encher esse cu de cum- metia mais forte -sim, me enche de cum como a slut que sou- de repente, minha mulher estava abraçada nas minhas costas, tirei de dentro da Ale e minha mulher salivou minha cock, chupou com vontade e maestria por um tempinho -Mete de novo e enche ela de cum- eu perfurei a Ale de novo, dessa vez de barriga pra cima. O cu dela engolia minha cock bonner. De repente, minha mulher se jogou sobre ela e começou a fazer um 69 enquanto eu comia a Ale, os gemidos delas se misturavam com o plop plop dos meus ovos contra as nádegas. De repente, minha mulher tremeu toda e gritou descontrolada, tinha gozado com a chupada da Ale. Pouco depois, senti o cu da Ale espremendo minha cock e gozamos juntos. Eu, sinceramente, não sei de onde saiu tanta cum, soltei três jorros potentes dentro da booty da Ale -Siiim, que tesuda- relaxei e caí ao lado delas, me desprendi da Alejandra como pude e De repente, me deitei de lado na cama, de barriga pra cima. Minha mulher tava chupando o cu da Ale, fazendo ela gemer bem devagar — "Olha pra essa puta" — a Ale me falou. A verdade é que minha mulher é super puta comigo, sempre engole minha porra e tá sempre pras minhas loucuras (e eu pras dela), mas ver ela tão puta com a amiga — "Ahh, me dá mais, me dá mais, neguinha, mais dessa língua" — meu pau começou a reagir, mas meu corpo não aguentava mais, minhas pernas quase não sentia. A Alejandra chegou o rosto perto do meu e me beijou de língua, ela beija muito bem, foi o último impulso que faltava pro meu pau subir. Quando a Ale tirou a boca da minha — "Olha quem acordou" — minha parceira viu meu pau duro e enfiou na boca dela, me fez um boquete que tremeu até as unhas dos meus pés — "Nossa, essa é pior que eu" — falou a Ale, que se ajoelhou do meu lado e começou a acariciar minha cabeça — "Você me destruiu, garoto" — ela dizia. Eu tava no limite do coma sexual, é a mágica dos boquetes da minha mulher. Ela tirou o pau da boca e se acomodou em cima de mim, guiou ele até a buceta dela e se penetrou, começando uma cavalgada lenta e gostosa. A Alejandra fez o mesmo e apoiou a buceta dela no meu rosto. Eu me agarrei nas bundas dela e enfiei a língua o mais fundo que dava, enchi a boca do mel dela. As duas gemiam, e de repente os gemidos se misturaram nas bocas delas, começaram a se beijar. O orgasmo da Alejandra na minha cara foi glorioso, o líquido gostoso dela encheu minha boca. Minha mulher seguiu uns minutos depois, se levantou como pôde e voltou a chupar meu pau — "Eu... eu também quero" — a Alejandra também foi pro meu pau e começaram a me masturbar, chupar e bater uma até eu gozar na cara da Alejandra, um jato forte e grosso. Minha mulher lambeu o rosto dela e a gente deitou os três exaustos. A Ale levantou, começou a se vestir — "Vou chamar um táxi" — Eu me sentei — "Fica, a gente tem espaço" — A Ale continuou se vestindo — "Não, vou embora, já deu, a gente se divertiu, mas vou embora" — falou um pouco mais séria. Firmei — o que sobra pra elas amanhã é só delas, não me cabe. Mas podem me chamar de novo quando quiserem. Bom, levantei, chamei o táxi, me vesti meio na pressa e acompanhei ela no elevador. Alejandra me deu outro beijo. Quando chegamos na porta, o táxi já estava lá. Ela entrou e eu vi ela sumir nas luzes da cidade. Subi de volta e ela ainda estava pelada na cama. Fiz o mesmo e deitei do lado dela, acariciando a maciez da pele dela. Ela sorriu. — Gostou? — perguntou, retribuindo os carinhos. Me enrolei nela de conchinha. — Tudo que você faz eu gosto — beijei ela e dormi abraçado nela depois de um ménage que foi a glória máxima. Ainda tenho 3 sessões com 3 minas, como será? Já compartilhei mais pra frente.
Abraços
Fomos pro quarto, sentei na cama, a Ale chegou, cuspiu no meu pau e começou a chupar, minha mulher me empurrou e apoiou a buceta na minha cara, que delícia, uma buceta jorrando na minha cara e uma senhora puta chupando meu pau, o que mais eu podia pedir da vida? Não conseguia ver nada, só ouvia os gemidos das duas, eu me dedicava à buceta da minha mulher, toda molhada, quente e gostosa. Enquanto isso, a Ale saboreava meu membro, senti a língua dela brincando com minha glande, com minhas mãos tentei alcançar os peitos da minha mulher, senti os mamilos dela durinhos, apertei de leve, senti os gemidos dela mais intensos, enquanto a Ale chupava minhas bolas e me punhetava com força, a Ale ria — Trocamos? — Minha parceira levantou, comeu a boca da Ale, minha mulher não perdeu tempo, engoliu meu pau inteiro, a Ale me acariciou a cabeça e disse: como eu fico — Fica de frente pra ela — Ela fez, senti a buceta dela bem molhada, o boquete da minha mulher era mais que sensacional, os gemidos da Ale eram muito intensos e ela se molhava mais que a minha mulher, com minhas mãos puxei o quadril dela um pouco pra frente e comecei a chupar a bunda dela — Ah, esse cara adora uma bunda — dizia a Ale, minha mulher balbuciava com o pau na boca, comecei a passar os dedos na buceta da Ale, enquanto já tava comendo ela com a língua, meu pau era uma pedra que minha amada chupava com força, quando percebeu o estado do meu pau, me soltou — Ai, olha como ele tá, vai foder nós duas — minha mulher batia palmas, me levantei de repente e peguei minha parceira pelo pescoço, beijei a boca dela e encostei ela no escrivaninha do computador. Ale me abraçou por trás, apoiou os peitos dela nas minhas costas — você vai foder nós duas — me beijou, depois pegou na mão da minha mulher e elas se colocaram de quatro na beira da cama — Aqui estamos, fode a gente — fiquei atrás da minha mulher e enfiei nela, na Ale enfiei dois dedos na buceta toda molhada, as duas começaram a gemer em coro, de vez em quando trocava, colocava a pica na outra e com os dedos na outra, assim por um bom tempo elas gozaram, então minha mulher fez um sinal que era todo um código, abriu bem as nádegas e mostrou o cu — Por aqui também — ela disse, eu penetrei com tudo, ela soltou um grito, aproveitei e coloquei a mão como o Spock, dois dedos na buceta e dois dedos no cu, a Ale também soltou um grito espetacular, naquele momento percebi que estava fodendo duas gostosas, que ainda por cima para me deixar mais excitado se beijavam apaixonadamente enquanto eu as comia, o cu da minha mulher estava perfeito e sentia como o cu da Alejandra engolia meus dedos, mas me dediquei a continuar mais um pouco com a pica dentro da minha parceira até conseguir seu lindo orgasmo, depois disso a Ale me olhou — Vai que eu também quero — tirei minhas mãos dos buracos delas, chupei um pouco e saí da minha mulher que desabou na cama, as pernas tremendo e respirando muito ofegante, me ajoelhei no pé da cama e comecei a chupar o cu da Ale, de vez em quando descia para a buceta dela e também passava minha língua no clitóris dela — Humm, que bom, garoto — a mão dela apertou minha cabeça contra as nádegas dela, eu enfiei a língua o mais fundo que pude naquele cu grandão e carnudo — Você vai cuidar de mim agora, né? Sim, mais assim, chupa mais, seu merda — a Alejandra estava louca — Vem, vagabunda — senti a cama se mexer mas tinha meu rosto coberto pelo cu da Alejandra, comecei a ouvir gemidos, quando ela soltou minha cabeça olhei e estava minha parceira contra a cabeceira da cama com as pernas abertas e a Alejandra chupando a buceta dela, o quanto minha mulher estava sensível já fez ela gozar novo -mmm que gostoso- dizia a Ale -olha como você fica quando te comem- ela se virou, abriu bem as nádegas -vai, bebê, mete essa yummy cock no meu bum- eu não me fiz de rogado, mas sentia que ela queria tomar as rédeas de tudo e não ia permitir. Enfiei até o fundo, ela soltou um gemido longo -ufff que delícia- ela começou a se mexer -assim, bem slut, do jeito que você gosta, né?- dizia Alejandra, minha parceira olhava e se masturbava em silêncio, com uma carinha de felicidade e satisfação. Ale continuava se movendo até que eu a segurei bem forte pelos quadris e comecei a meter com tudo, os ovos batendo na pussy dela, que eu sentia bem molhada. Comecei a meter até com raiva pelo cu, ela gritava e gemia -Ahh, mais assim, neném, assim- dizia alto -Assim, me dá como a slut que sou, me dá mais, guy- ela estava descontrolada. Mais umas estocadas e eu gozei aos gritos, senti como se uma eletricidade percorresse todo o corpo dela e as pernas ficaram moles. Eu a acomodei melhor de lado e voltei a garchá-la pela booty com tudo que podia -toma, slut, agora não aguenta mais, né?- eu continuava metendo -vou encher esse cu de cum- metia mais forte -sim, me enche de cum como a slut que sou- de repente, minha mulher estava abraçada nas minhas costas, tirei de dentro da Ale e minha mulher salivou minha cock, chupou com vontade e maestria por um tempinho -Mete de novo e enche ela de cum- eu perfurei a Ale de novo, dessa vez de barriga pra cima. O cu dela engolia minha cock bonner. De repente, minha mulher se jogou sobre ela e começou a fazer um 69 enquanto eu comia a Ale, os gemidos delas se misturavam com o plop plop dos meus ovos contra as nádegas. De repente, minha mulher tremeu toda e gritou descontrolada, tinha gozado com a chupada da Ale. Pouco depois, senti o cu da Ale espremendo minha cock e gozamos juntos. Eu, sinceramente, não sei de onde saiu tanta cum, soltei três jorros potentes dentro da booty da Ale -Siiim, que tesuda- relaxei e caí ao lado delas, me desprendi da Alejandra como pude e De repente, me deitei de lado na cama, de barriga pra cima. Minha mulher tava chupando o cu da Ale, fazendo ela gemer bem devagar — "Olha pra essa puta" — a Ale me falou. A verdade é que minha mulher é super puta comigo, sempre engole minha porra e tá sempre pras minhas loucuras (e eu pras dela), mas ver ela tão puta com a amiga — "Ahh, me dá mais, me dá mais, neguinha, mais dessa língua" — meu pau começou a reagir, mas meu corpo não aguentava mais, minhas pernas quase não sentia. A Alejandra chegou o rosto perto do meu e me beijou de língua, ela beija muito bem, foi o último impulso que faltava pro meu pau subir. Quando a Ale tirou a boca da minha — "Olha quem acordou" — minha parceira viu meu pau duro e enfiou na boca dela, me fez um boquete que tremeu até as unhas dos meus pés — "Nossa, essa é pior que eu" — falou a Ale, que se ajoelhou do meu lado e começou a acariciar minha cabeça — "Você me destruiu, garoto" — ela dizia. Eu tava no limite do coma sexual, é a mágica dos boquetes da minha mulher. Ela tirou o pau da boca e se acomodou em cima de mim, guiou ele até a buceta dela e se penetrou, começando uma cavalgada lenta e gostosa. A Alejandra fez o mesmo e apoiou a buceta dela no meu rosto. Eu me agarrei nas bundas dela e enfiei a língua o mais fundo que dava, enchi a boca do mel dela. As duas gemiam, e de repente os gemidos se misturaram nas bocas delas, começaram a se beijar. O orgasmo da Alejandra na minha cara foi glorioso, o líquido gostoso dela encheu minha boca. Minha mulher seguiu uns minutos depois, se levantou como pôde e voltou a chupar meu pau — "Eu... eu também quero" — a Alejandra também foi pro meu pau e começaram a me masturbar, chupar e bater uma até eu gozar na cara da Alejandra, um jato forte e grosso. Minha mulher lambeu o rosto dela e a gente deitou os três exaustos. A Ale levantou, começou a se vestir — "Vou chamar um táxi" — Eu me sentei — "Fica, a gente tem espaço" — A Ale continuou se vestindo — "Não, vou embora, já deu, a gente se divertiu, mas vou embora" — falou um pouco mais séria. Firmei — o que sobra pra elas amanhã é só delas, não me cabe. Mas podem me chamar de novo quando quiserem. Bom, levantei, chamei o táxi, me vesti meio na pressa e acompanhei ela no elevador. Alejandra me deu outro beijo. Quando chegamos na porta, o táxi já estava lá. Ela entrou e eu vi ela sumir nas luzes da cidade. Subi de volta e ela ainda estava pelada na cama. Fiz o mesmo e deitei do lado dela, acariciando a maciez da pele dela. Ela sorriu. — Gostou? — perguntou, retribuindo os carinhos. Me enrolei nela de conchinha. — Tudo que você faz eu gosto — beijei ela e dormi abraçado nela depois de um ménage que foi a glória máxima. Ainda tenho 3 sessões com 3 minas, como será? Já compartilhei mais pra frente.
Abraços
6 comentários - Trios com as Amigas da Minha Mulher (Alejandra Parte 2)
Muy bueno el relato... Felicitaciones