Primeiro, agradeço aos leitores dos meus contos anteriores; os comentários de vocês me deram vontade de continuar, então aqui vai este relato dos eventos que levaram a uma nova amiga.
Naquela época, corria o bom e velho 2009. Naquele ano, nasceu uma certa necessidade de diversão e, aos poucos, nas sextas-feiras, fui indo para uns encontros de pôquer com gente conhecida e nem tanto. Éramos uma espécie de grupo de 10 pessoas:
Matias,
Luis,
Germas,
O Pelado,
O Gendarme,
O Contador,
Daniel,
Fernando,
Ariel,
E eu.
Normalmente, jogávamos na minha casa, já que, como morava sozinho, podíamos usar meu apartamento sem incomodar ninguém. Do grupo, eu só era amigo de alguns; o resto só completava os times e a gente tinha o contato só para as noites de pôquer.
Sempre rolavam conversas sobre o que a gente fazia: umas de trabalho, outras de mulheres e, como era óbvio, por eu ser o único dark gótico e, além disso, ser sabido que praticava BDSM, sempre surgiam as perguntas. Eu não tenho conflitos com minha sexualidade nem com as coisas que faço de portas fechadas.
Assim, passaram meses de risadas e jogos, onde se perdia e se ganhava dinheiro, e, como sempre, tinha algum tempero extra, daqueles que animam. Mais ou menos em junho, um dos canos do apartamento estourou e inundou tudo, então eu teria que suspender o pôquer. O Gendarme, um homem de uns 60 anos, barrigudo, educado mas muito grosseiro ao falar, principalmente ao se referir às mulheres, ofereceu a casa dele como ponto de encontro.
O primeiro jogo na casa do Gendarme rolou naquela mesma sexta-feira. A casa do Gendarme é uma casa grande na região de Tigre, na verdade é um sítio. Era noite, usei um casacão estilo Matrix, bracelete e um conjunto preto que me dava um certo estilo. Pensei que a casa estaria vazia, mas quando cheguei, o portão foi aberto pela esposa do Gendarme. Embora eu não a conhecesse, ela era uma mulher de uns 47 anos naquela época, com um corpo muito gostoso e uns peitos muito mais que proeminentes, que claramente ela não queria esconder. Naquela época, eu andava de moto. Ela me mostrou por onde eu devia ir.
A noite começou com nossas mesas clássicas: muito tira-gosto, Jack Daniels e jogo. Pôquer é um jogo de análise, não só das cartas, mas dos jogadores. Por isso, quando jogo pôquer, não bebo; prefiro ficar com todos os sentidos alertas. Tem duas coisas que viram o jogo a meu favor: o bêbado e o que se droga. Na casa do gendarme, tinha os dois, e eles estavam enchendo meus bolsos.
A noite avançava, e as conversas com a mulher do gendarme, que ficava de testemunha por perto, esquentavam. O gendarme se gabava da esposa e me perguntava aos gritos sobre minhas aventuras, como eu tinha coragem de usar paus de plástico com as mulheres que eu pegava. Era uma situação desconfortável, não só pra mim; com a mulher do gendarme de testemunha, ela parecia corar e fazer cara de vergonha.
Assim passou a noite, e o gendarme estava cada vez mais doidão. Mas, com meus assuntos esquecidos, ele se dedicava a gastar com os outros. De vez em quando, a mulher vinha nos servir algo ou repor os tira-gostos, e ele passava a mão na bunda dela feito uma dançarina de cabaré, o que claramente a incomodava a ponto de vê-la com os olhos cheios d'água, segurando o choro. Numa das rodadas, já tinha ganhado o suficiente e decidi parar de jogar naquele dia. Então, me ofereci pra fazer uma tábua de frios enquanto o resto continuava jogando. O gendarme disse: "Entra na cozinha e faz a tábua."
Eu entrei na cozinha da casa. Era enorme, com uma mesa no meio, daquelas de madeira rústica. De um lado, ficava a área de cozinhar; do outro, armários e freezers grandes. Num canto da mesa, estava a mulher do gendarme no notebook. Coloquei a tábua na mesa e comecei a preparar os frios. Ela quis se levantar pra me ajudar, e eu falei:
— Não me ajuda, já te martirizamos o suficiente hoje.
— Por que você diz isso? — ela perguntou.
— Vi seus olhos, e acho que não deve ser legal ser apalpada na frente de estranhos, né? — falei.
Assim, enquanto conversávamos, fui consolando ela um pouco, e ela começou a se soltar.
— Você não bebe? Ela perguntou:
— Quando jogo, não. Só quando comemoro algo importante. Eu disse:
— Que coisas você comemora com álcool? — ela perguntou.
— Quando termino de fazer amor, por exemplo?
Ela sorriu e me deu um olhar safado. Montei a tábua de frios com uma apresentação digna das que vendem e fui com os caras. Como já não jogava mais, fiquei colocando música e conversando com os caras que iam rodando e com ela.
Ela, curiosa com o que ouviu, me perguntou se eu era violento, por causa das coisas que ouviu sobre mim — não só naquela noite, já que aparentemente o marido tinha contado sobre mim muito antes disso.
Eu comecei a contar que o marido dela era um reprimido que exagerava tudo. Que sim, é possível que eu goste de sexo pesado, já amarrei mais de uma garota, e mais de uma garota se tornou minha submissa. Mas que os atos de submissão fazem parte dos desejos tanto do dominante quanto do submisso, e que, embora seja intenso, não há violência num ato de comum acordo.
Rimos muito nessas conversas, com piadas no meio para o gendarme de que eu ia pegar a mulher dele (coisa que estavam certos), mas na machosidade dele, ele não acreditava que a esposa se interessaria por um cara jovem que se vestia como eu e, a olhos simples, era estranho para a visão dele.
Pela madrugada, o gendarme estava tão bêbado que não conseguia andar. Duas garrafas de Jack Daniel's cobravam seu preço. Os caras se dividiram nos carros e estavam prontos para ir embora. Alinharam os veículos e saíram. Eu saí por último, entre vestir a jaqueta da moto e deixar os outros bêbados saírem. Já ficávamos só nós três: o gendarme, a mulher e eu. Quando eu estava indo embora, ela me disse: "Me ajuda a levar ele para a cama, ele pesa muito." Era como empurrar um tanque de guerra com um triciclo. Subimos as escadas e o levamos até a cama. Fora de consciência, o gendarme disse a ela, ao deixá-lo na cama: "Chupa aqui que eu tô de pau duro." Ela, diante de um comentário desses, ficou vermelha e saiu comigo para me despedir e fechar o portão.
Foi tanto esforço que ela suou toda. A camiseta se colou no corpo dela, marcando a silhueta e deixando transparente, era como se estivesse pelada na minha frente. Quando a gente tava indo pra porta, peguei umas olhadas indiscretas que dei no decote e na raba dela. O beijo de despedida parecia que ia ser só um na bochecha, mas antes de sair da calçada ela falou: "Me dá uma voltinha? Nunca andei de moto grande."
— E seu marido não vai ficar bravo? — perguntei.
— Relaxa, ele tá tão bêbado que dorme até meio-dia.
Aí a gente saiu pra dar uma volta. Era impossível não sentir os peitos dela colados nas minhas costas, ela se segurava firme e passava a mão no meu peito disfarçando. Depois do passeio, deixei ela na porta de casa.
— Até a próxima. Se é que vai ter. — falei, e deixei ela feito uma adolescente apaixonada olhando o boy ir embora.
Passaram mais uns dias e as sextas-feiras voltaram a ser na minha casa, então parecia que a história com aquela coroa gostosa ia ficar por ali.
Quase três semanas depois, recebi uma mensagem de um número desconhecido. Dizia: "Quero fazer um presente pro meu marido e queria sua ajuda, porque o presente é de coisas que tão no seu ramo." Como não sabia quem era, fui respondendo as mensagens tentando descobrir. Tem várias casadas na minha agenda e muitos maridos que, se descobrissem, iam querer me bater. De mensagem em mensagem, veio o assunto do passeio de moto e aí já sabia quem era. Pelo meu trampo, achei que ela queria comprar um computador ou algo eletrônico, então falei pra gente se encontrar perto da Florida e Lavalle, que é um ponto comum pros dois.
Dois dias depois, pra ser exato uma quarta-feira, a gente se encontrou num bar na Lavalle. Ela, putona como sempre, decote bem marcado, uma calça jeans bem justa, e na pele branca dela o batom vermelho se destacava.
A gente tomou um café sob o olhar invejoso do povo ao redor. A conversa foi me fazendo conhecer ela melhor e, apesar do que eu podia ter pensado, ela se mostrava bem atrevida. com uma atitude totalmente oposta ao que ela mostrou na casa dela. Enfim, parecia que a tarde ia ser procurando em galerias e lojas o que ela precisava, então perguntei o que ela queria dar de presente pro marido.
Ela me olhou, mordeu os lábios como quem tenta vencer a timidez e disse:
— Quero dar uma noite especial pra ele, e como todo mundo fala que você vai em sex shops e essas coisas, pensei que em segredo você podia me ajudar...
A resposta me pegou de surpresa, me senti uma organizadora de eventos degenerados, então combinamos que isso seria um segredo absoluto e fiz umas ligações, porque pelos meus gostos, tenho amigos que têm sex shops e é melhor ir em lugares de confiança.
Peguei a moto e fomos pro sex shop de um amigo na avenida Santa Fé. Quando chegamos, começamos a andar pelas prateleiras, olhando fantasias, brinquedos, eu explicava pra que serviam algumas coisas que ela não conhecia. Cada prateleira que a gente percorria, ela ficava mais safada, e fazia comentários do tipo: "Isso vai me levar, mas também tenho que levar viagra pra ele, senão eu fico na vontade."
Então compramos umas coisas, como a fantasia de colegial, enfermeira e policial. Da minha parte, comprei umas algemas de couro que já tinha encomendado e outros brinquedos do tipo.
Na saída, tínhamos que andar três quarteirões até a garagem onde deixei a moto. Com as sacolas de compras, íamos conversando sobre como ela ia deixar o marido maluco quando chegasse com tudo aquilo. No caminho, passamos pela porta de um hotel, e aí tudo mudou de rumo. Na altura da entrada de pedestres do hotel, ela parou e me olhou nos olhos. Não disse nada, mas ao mesmo tempo pediu tudo. Peguei a mão dela e a levei pra dentro, e quando a excitação dela deixou ela reagir, já estávamos a caminho do quarto.
Não deu tempo de falar nada. Quando entramos no quarto, ela se descontrolou, me beijou com gosto e, sem rodeios, disse: "Me come como as putinhas que você fala, me faz gozar que eu já nem lembro mais como é." Joguei ela na cama e, puxando, tirei o jeans dela. Ela tinha a pele branca. decorada com uma fio dental vermelha, no triângulo de trás uma letra j, primeira letra do nome do marido, ela se mexia de quatro rebolando a bunda, eu a deitei com as pernas penduradas na cama e comecei a fazer sexo oral nela, estava decidido a fazê-la gozar com minha língua que nunca falhou nessa missão, assim entre contorções e mordidas no travesseiro ela não aguentou mais e encheu minha cara de fluidos. Ofegante e desesperada pra recuperar o fôlego, ela tirou minha boca da buceta dela.
Em pouco tempo eu tava pronto pro próximo round, ela foi pro chuveiro, longe de se sentir culpada, tava a todo vapor. Saiu do banho vestida de policial, pegou as algemas que eu comprei e começou a dizer que eu tava preso, que ia ter que passar pela revista de bagagem. Eu ri e num movimento rápido peguei as mãos dela e algemei com as algemas de couro pelas costas.
— Oficial, não abuse do seu poder, senão vou ter que me vingar. Falei
em seguida me dediquei a soltar os peitos dela e percorrê-los com minha língua, eles eram tão grandes que mesmo esticando meus dedos ao máximo eu não conseguia cobri-los por completo, ela começou em poucos minutos a pedir pra eu comer ela. Foi assim que joguei ela na cama, coloquei as perninhas dela no ombro, dei uma só estocada na buceta pra lubrificar a pica. Depois disso coloquei meu pau na entrada do cu dela, ela se exaltou mas tava com as mãos algemadas. Desesperada balançava a cabeça dizendo não, se você me der por aí ele vai descobrir, por favor, por aí não, eu nunca faço por aí, dizia sem conseguir evitar algo que já era evidente que ia acontecer.
Com minhas mãos segurei o rosto dela pra poder olhar e começou o ato de vencer o cu, quando a cabeça passou ela ainda gritava por aí não, foi um ato lento, continuou entrando até não ter mais o que entrar. Nesse ponto ela começou a dizer arrebenta meu cu filho da puta, já que se aproveitou agora enche ele de porra.
O ato durou umas meia hora, de vez em quando a pica saía inteira e voltava a entrar, ela se contorcia diante do pecado cometido. Sem soltar, martirizei a bunda dela mais 3 vezes, até o ponto que ela não conseguia mais segurar a porra que eu tinha depositado nela. Quando soltei, ela tava se tocando na bunda e falava: "você é um filho da puta, arrombou minha bunda toda..."
Assim continuamos trepando parte da tarde, embora tenha deixado a bunda dela em paz. Com a pica cansada de foder, estávamos quase indo embora, já trocados, quando ela disse: "é hora da vingança", me olhando nos olhos. Ela se ajoelhou e começou a chupar. Uma sensação estranha entre dor e prazer era o que aquela mandíbula de puta conseguia tirar da minha pica. A língua dela fazia mágica dolorosa na pica até que finalmente tirou o último gozo, sem desperdiçar nada além da ânsia. Ela continuou chupando e chupando, provocando aquela sensação que parecia que até os nervos das pernas doíam. Graças a Deus me recuperei, e ela conseguiu tirar um segundo gozo, curto e fraco, já que meu corpo começava a dizer "chega, foi muito sexo por um dia".
Quando fomos pra moto, os dois mal conseguiam andar: ela com a bunda arrebentada e eu com a pica espremida. Desde então, ela me liga de vez em quando pra lembrar daquele dia e reviver o momento.
Pelo que sei, o gendarme nunca viu os conjuntinhos, e eu estreiei todos!!!
Como sempre, acompanho com umas fotos da mulher do gendarme...


Naquela época, corria o bom e velho 2009. Naquele ano, nasceu uma certa necessidade de diversão e, aos poucos, nas sextas-feiras, fui indo para uns encontros de pôquer com gente conhecida e nem tanto. Éramos uma espécie de grupo de 10 pessoas:
Matias,
Luis,
Germas,
O Pelado,
O Gendarme,
O Contador,
Daniel,
Fernando,
Ariel,
E eu.
Normalmente, jogávamos na minha casa, já que, como morava sozinho, podíamos usar meu apartamento sem incomodar ninguém. Do grupo, eu só era amigo de alguns; o resto só completava os times e a gente tinha o contato só para as noites de pôquer.
Sempre rolavam conversas sobre o que a gente fazia: umas de trabalho, outras de mulheres e, como era óbvio, por eu ser o único dark gótico e, além disso, ser sabido que praticava BDSM, sempre surgiam as perguntas. Eu não tenho conflitos com minha sexualidade nem com as coisas que faço de portas fechadas.
Assim, passaram meses de risadas e jogos, onde se perdia e se ganhava dinheiro, e, como sempre, tinha algum tempero extra, daqueles que animam. Mais ou menos em junho, um dos canos do apartamento estourou e inundou tudo, então eu teria que suspender o pôquer. O Gendarme, um homem de uns 60 anos, barrigudo, educado mas muito grosseiro ao falar, principalmente ao se referir às mulheres, ofereceu a casa dele como ponto de encontro.
O primeiro jogo na casa do Gendarme rolou naquela mesma sexta-feira. A casa do Gendarme é uma casa grande na região de Tigre, na verdade é um sítio. Era noite, usei um casacão estilo Matrix, bracelete e um conjunto preto que me dava um certo estilo. Pensei que a casa estaria vazia, mas quando cheguei, o portão foi aberto pela esposa do Gendarme. Embora eu não a conhecesse, ela era uma mulher de uns 47 anos naquela época, com um corpo muito gostoso e uns peitos muito mais que proeminentes, que claramente ela não queria esconder. Naquela época, eu andava de moto. Ela me mostrou por onde eu devia ir.
A noite começou com nossas mesas clássicas: muito tira-gosto, Jack Daniels e jogo. Pôquer é um jogo de análise, não só das cartas, mas dos jogadores. Por isso, quando jogo pôquer, não bebo; prefiro ficar com todos os sentidos alertas. Tem duas coisas que viram o jogo a meu favor: o bêbado e o que se droga. Na casa do gendarme, tinha os dois, e eles estavam enchendo meus bolsos.
A noite avançava, e as conversas com a mulher do gendarme, que ficava de testemunha por perto, esquentavam. O gendarme se gabava da esposa e me perguntava aos gritos sobre minhas aventuras, como eu tinha coragem de usar paus de plástico com as mulheres que eu pegava. Era uma situação desconfortável, não só pra mim; com a mulher do gendarme de testemunha, ela parecia corar e fazer cara de vergonha.
Assim passou a noite, e o gendarme estava cada vez mais doidão. Mas, com meus assuntos esquecidos, ele se dedicava a gastar com os outros. De vez em quando, a mulher vinha nos servir algo ou repor os tira-gostos, e ele passava a mão na bunda dela feito uma dançarina de cabaré, o que claramente a incomodava a ponto de vê-la com os olhos cheios d'água, segurando o choro. Numa das rodadas, já tinha ganhado o suficiente e decidi parar de jogar naquele dia. Então, me ofereci pra fazer uma tábua de frios enquanto o resto continuava jogando. O gendarme disse: "Entra na cozinha e faz a tábua."
Eu entrei na cozinha da casa. Era enorme, com uma mesa no meio, daquelas de madeira rústica. De um lado, ficava a área de cozinhar; do outro, armários e freezers grandes. Num canto da mesa, estava a mulher do gendarme no notebook. Coloquei a tábua na mesa e comecei a preparar os frios. Ela quis se levantar pra me ajudar, e eu falei:
— Não me ajuda, já te martirizamos o suficiente hoje.
— Por que você diz isso? — ela perguntou.
— Vi seus olhos, e acho que não deve ser legal ser apalpada na frente de estranhos, né? — falei.
Assim, enquanto conversávamos, fui consolando ela um pouco, e ela começou a se soltar.
— Você não bebe? Ela perguntou:
— Quando jogo, não. Só quando comemoro algo importante. Eu disse:
— Que coisas você comemora com álcool? — ela perguntou.
— Quando termino de fazer amor, por exemplo?
Ela sorriu e me deu um olhar safado. Montei a tábua de frios com uma apresentação digna das que vendem e fui com os caras. Como já não jogava mais, fiquei colocando música e conversando com os caras que iam rodando e com ela.
Ela, curiosa com o que ouviu, me perguntou se eu era violento, por causa das coisas que ouviu sobre mim — não só naquela noite, já que aparentemente o marido tinha contado sobre mim muito antes disso.
Eu comecei a contar que o marido dela era um reprimido que exagerava tudo. Que sim, é possível que eu goste de sexo pesado, já amarrei mais de uma garota, e mais de uma garota se tornou minha submissa. Mas que os atos de submissão fazem parte dos desejos tanto do dominante quanto do submisso, e que, embora seja intenso, não há violência num ato de comum acordo.
Rimos muito nessas conversas, com piadas no meio para o gendarme de que eu ia pegar a mulher dele (coisa que estavam certos), mas na machosidade dele, ele não acreditava que a esposa se interessaria por um cara jovem que se vestia como eu e, a olhos simples, era estranho para a visão dele.
Pela madrugada, o gendarme estava tão bêbado que não conseguia andar. Duas garrafas de Jack Daniel's cobravam seu preço. Os caras se dividiram nos carros e estavam prontos para ir embora. Alinharam os veículos e saíram. Eu saí por último, entre vestir a jaqueta da moto e deixar os outros bêbados saírem. Já ficávamos só nós três: o gendarme, a mulher e eu. Quando eu estava indo embora, ela me disse: "Me ajuda a levar ele para a cama, ele pesa muito." Era como empurrar um tanque de guerra com um triciclo. Subimos as escadas e o levamos até a cama. Fora de consciência, o gendarme disse a ela, ao deixá-lo na cama: "Chupa aqui que eu tô de pau duro." Ela, diante de um comentário desses, ficou vermelha e saiu comigo para me despedir e fechar o portão.
Foi tanto esforço que ela suou toda. A camiseta se colou no corpo dela, marcando a silhueta e deixando transparente, era como se estivesse pelada na minha frente. Quando a gente tava indo pra porta, peguei umas olhadas indiscretas que dei no decote e na raba dela. O beijo de despedida parecia que ia ser só um na bochecha, mas antes de sair da calçada ela falou: "Me dá uma voltinha? Nunca andei de moto grande."
— E seu marido não vai ficar bravo? — perguntei.
— Relaxa, ele tá tão bêbado que dorme até meio-dia.
Aí a gente saiu pra dar uma volta. Era impossível não sentir os peitos dela colados nas minhas costas, ela se segurava firme e passava a mão no meu peito disfarçando. Depois do passeio, deixei ela na porta de casa.
— Até a próxima. Se é que vai ter. — falei, e deixei ela feito uma adolescente apaixonada olhando o boy ir embora.
Passaram mais uns dias e as sextas-feiras voltaram a ser na minha casa, então parecia que a história com aquela coroa gostosa ia ficar por ali.
Quase três semanas depois, recebi uma mensagem de um número desconhecido. Dizia: "Quero fazer um presente pro meu marido e queria sua ajuda, porque o presente é de coisas que tão no seu ramo." Como não sabia quem era, fui respondendo as mensagens tentando descobrir. Tem várias casadas na minha agenda e muitos maridos que, se descobrissem, iam querer me bater. De mensagem em mensagem, veio o assunto do passeio de moto e aí já sabia quem era. Pelo meu trampo, achei que ela queria comprar um computador ou algo eletrônico, então falei pra gente se encontrar perto da Florida e Lavalle, que é um ponto comum pros dois.
Dois dias depois, pra ser exato uma quarta-feira, a gente se encontrou num bar na Lavalle. Ela, putona como sempre, decote bem marcado, uma calça jeans bem justa, e na pele branca dela o batom vermelho se destacava.
A gente tomou um café sob o olhar invejoso do povo ao redor. A conversa foi me fazendo conhecer ela melhor e, apesar do que eu podia ter pensado, ela se mostrava bem atrevida. com uma atitude totalmente oposta ao que ela mostrou na casa dela. Enfim, parecia que a tarde ia ser procurando em galerias e lojas o que ela precisava, então perguntei o que ela queria dar de presente pro marido.
Ela me olhou, mordeu os lábios como quem tenta vencer a timidez e disse:
— Quero dar uma noite especial pra ele, e como todo mundo fala que você vai em sex shops e essas coisas, pensei que em segredo você podia me ajudar...
A resposta me pegou de surpresa, me senti uma organizadora de eventos degenerados, então combinamos que isso seria um segredo absoluto e fiz umas ligações, porque pelos meus gostos, tenho amigos que têm sex shops e é melhor ir em lugares de confiança.
Peguei a moto e fomos pro sex shop de um amigo na avenida Santa Fé. Quando chegamos, começamos a andar pelas prateleiras, olhando fantasias, brinquedos, eu explicava pra que serviam algumas coisas que ela não conhecia. Cada prateleira que a gente percorria, ela ficava mais safada, e fazia comentários do tipo: "Isso vai me levar, mas também tenho que levar viagra pra ele, senão eu fico na vontade."
Então compramos umas coisas, como a fantasia de colegial, enfermeira e policial. Da minha parte, comprei umas algemas de couro que já tinha encomendado e outros brinquedos do tipo.
Na saída, tínhamos que andar três quarteirões até a garagem onde deixei a moto. Com as sacolas de compras, íamos conversando sobre como ela ia deixar o marido maluco quando chegasse com tudo aquilo. No caminho, passamos pela porta de um hotel, e aí tudo mudou de rumo. Na altura da entrada de pedestres do hotel, ela parou e me olhou nos olhos. Não disse nada, mas ao mesmo tempo pediu tudo. Peguei a mão dela e a levei pra dentro, e quando a excitação dela deixou ela reagir, já estávamos a caminho do quarto.
Não deu tempo de falar nada. Quando entramos no quarto, ela se descontrolou, me beijou com gosto e, sem rodeios, disse: "Me come como as putinhas que você fala, me faz gozar que eu já nem lembro mais como é." Joguei ela na cama e, puxando, tirei o jeans dela. Ela tinha a pele branca. decorada com uma fio dental vermelha, no triângulo de trás uma letra j, primeira letra do nome do marido, ela se mexia de quatro rebolando a bunda, eu a deitei com as pernas penduradas na cama e comecei a fazer sexo oral nela, estava decidido a fazê-la gozar com minha língua que nunca falhou nessa missão, assim entre contorções e mordidas no travesseiro ela não aguentou mais e encheu minha cara de fluidos. Ofegante e desesperada pra recuperar o fôlego, ela tirou minha boca da buceta dela.
Em pouco tempo eu tava pronto pro próximo round, ela foi pro chuveiro, longe de se sentir culpada, tava a todo vapor. Saiu do banho vestida de policial, pegou as algemas que eu comprei e começou a dizer que eu tava preso, que ia ter que passar pela revista de bagagem. Eu ri e num movimento rápido peguei as mãos dela e algemei com as algemas de couro pelas costas.
— Oficial, não abuse do seu poder, senão vou ter que me vingar. Falei
em seguida me dediquei a soltar os peitos dela e percorrê-los com minha língua, eles eram tão grandes que mesmo esticando meus dedos ao máximo eu não conseguia cobri-los por completo, ela começou em poucos minutos a pedir pra eu comer ela. Foi assim que joguei ela na cama, coloquei as perninhas dela no ombro, dei uma só estocada na buceta pra lubrificar a pica. Depois disso coloquei meu pau na entrada do cu dela, ela se exaltou mas tava com as mãos algemadas. Desesperada balançava a cabeça dizendo não, se você me der por aí ele vai descobrir, por favor, por aí não, eu nunca faço por aí, dizia sem conseguir evitar algo que já era evidente que ia acontecer.
Com minhas mãos segurei o rosto dela pra poder olhar e começou o ato de vencer o cu, quando a cabeça passou ela ainda gritava por aí não, foi um ato lento, continuou entrando até não ter mais o que entrar. Nesse ponto ela começou a dizer arrebenta meu cu filho da puta, já que se aproveitou agora enche ele de porra.
O ato durou umas meia hora, de vez em quando a pica saía inteira e voltava a entrar, ela se contorcia diante do pecado cometido. Sem soltar, martirizei a bunda dela mais 3 vezes, até o ponto que ela não conseguia mais segurar a porra que eu tinha depositado nela. Quando soltei, ela tava se tocando na bunda e falava: "você é um filho da puta, arrombou minha bunda toda..."
Assim continuamos trepando parte da tarde, embora tenha deixado a bunda dela em paz. Com a pica cansada de foder, estávamos quase indo embora, já trocados, quando ela disse: "é hora da vingança", me olhando nos olhos. Ela se ajoelhou e começou a chupar. Uma sensação estranha entre dor e prazer era o que aquela mandíbula de puta conseguia tirar da minha pica. A língua dela fazia mágica dolorosa na pica até que finalmente tirou o último gozo, sem desperdiçar nada além da ânsia. Ela continuou chupando e chupando, provocando aquela sensação que parecia que até os nervos das pernas doíam. Graças a Deus me recuperei, e ela conseguiu tirar um segundo gozo, curto e fraco, já que meu corpo começava a dizer "chega, foi muito sexo por um dia".
Quando fomos pra moto, os dois mal conseguiam andar: ela com a bunda arrebentada e eu com a pica espremida. Desde então, ela me liga de vez em quando pra lembrar daquele dia e reviver o momento.
Pelo que sei, o gendarme nunca viu os conjuntinhos, e eu estreiei todos!!!
Como sempre, acompanho com umas fotos da mulher do gendarme...



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