—Oi, meu nome é Raul e atualmente tenho 25 anos. O que vou contar aconteceu quando eu tinha 21 anos. Sou um cara magro, cabeludo e sempre fui tarado (principalmente por milfs).
Tudo começou quando uma prima distante, de uns 40 anos, veio morar aqui em casa com o filho mais novo, porque tinha se separado do marido e não tinha pra onde ir. Minha família deu um lugar pra ela ficar até conseguir algo estável. Minha prima se chama Fanny. Não é muito alta, 1,61 pra ser exato, mas tem um rostinho bonito, cabelo castanho claro, sempre sorridente com um olhar safado. De peito não era muito, tinha o suficiente, mas o que se destaca mesmo é a bunda enorme dela — dizer enorme é pouco (já dá pra ter uma ideia). Ela sempre usa roupas coladas, tipo leggings. Enfim, ela sempre foi muito apegada a mim, por isso achei de boa ela morar com a gente. O filho dela tem 10 anos. Com o passar dos dias, a presença da Fanny foi ficando normal em casa, o filho não causava problema nenhum, então tava tudo perfeito.
Uma noite, quando saí do meu quarto pra pegar algo na geladeira, ouvi uns choros. Rapidamente fui ver e era minha prima chorando, provavelmente por causa da separação e dos problemas.
— Fanny, cê tá bem?
— Oi, primo, desculpa, não queria que ninguém me ouvisse. Bom, assim, bem não tô, óbvio. Tô deprimida porque não sei mais o que fazer, preciso arrumar um emprego e agora tô sozinha com meu filho.
— Calma, você vai ver que arruma um trampo fácil e vai se virar. Você não é a primeira mulher que se separa do marido nem vai ser a última. Então para de chorar, por favor, tá?
— Valeu, primo. Como você cresceu, já não é mais aquele menininho que eu lembrava. Como o tempo passa rápido.
— Pois é, ha ha. Aliás, amanhã é sábado e meus pais vão sair pra uma festa. Como eu não posso sair porque não tenho planos, que tal amanhã a gente comprar uma bebida e tomar enquanto conversa?
— Humm, claro, primo. Você leu minha mente, mas não conta pra sua mãe, não quero que ela pense que sou má influência.
– Fica tranquila, ela nunca vai saber.
No dia seguinte, acordo umas 8h da manhã pra ir pras aulas da faculdade, vou até a cozinha e vejo ela fazendo o café da manhã. Tava vestida com um shortinho branco bem justinho e uma blusa preta.
– Oi, primo, bom dia. Quer café da manhã, coração?
– Oi, não, obrigado, mas já tô atrasado pras aulas. Vou só tomar um suco e pronto.
– Hum, tudo bem, mas come alguma coisa lá, não é bom ficar sem comer. E por sinal, tenho uma tequila na minha mala, hoje a gente termina ela, jiji.
– Claro, assim que meus pais forem embora e você colocar seu filho pra dormir, a gente resolve (falo piscando o olho).
– Fica tranquilo, umas 10 ou 11 da noite já tá tudo certo. Não me decepciona, primo.
Nisso, ela deixa cair uma colher e se abaixa pra pegar, me dando uma visão daquele rabão enorme que ela tinha, e dava pra ver a calcinha dela por baixo, que pra minha surpresa era uma fio dental roxa. Naquele momento, tava morrendo de vontade de agarrar aquela bunda, mas tive que me segurar e ir embora, senão não ia me responsabilizar pelas minhas ações. Depois, as horas passaram voando, voltei pra casa umas 7h da noite das aulas, jantei sozinho porque ninguém tava em casa, e fiquei lendo até umas 9h. Sinto alguém entrando, era a Fanny com o filho dela.
– Oi, prima, como foi?
– Bem, primo, adivinha? Consegui um emprego, que emoção!
– Uau, parabéns! Sabia que você ia conseguir.
*Nós nos abraçamos* e pude sentir o corpo dela colado no meu, puta merda, era só mais um passo e eu tocava aquela bunda, mas tive que me segurar. Nisso, meus pais saem já arrumados, parabenizam a Fanny pela notícia e vão pra festa que tinham.
– Primo, meus tios já foram e o Fabrício (o filho dela) já tá quase dormindo. Vou preparar tudo, ok?
– Pode deixar, vai lá. Vou tomar um banho.
Enquanto ela arrumava tudo, eu tomava banho e na minha cabeça passavam ideias do que podia rolar se ela ficasse bêbada. Fazíamos? Ou talvez não fosse uma boa ideia e eu chorasse bêbada ou vomitasse? Muita coisa passava pela minha cabeça, mas, foda-se, me arrumei rapidinho com uma camisa preta e uma calça jeans. Olhei na sala e tinha uma garrafa de tequila, limão, sal e uns cigarros (eu gosto de fumar, então melhor pra mim). De repente, minha prima sai, também já arrumada.
— Como é que eu tô, Raul? Jiji
— Uau
Era ela, minha prima com um decote e uma calça branca apertada (quem visse ia achar que ela tava indo pra uma festa). Não conseguia parar de olhar pra ela, devo ter ficado com uma cara de idiota na hora.
— Isso é um "tô bem" ou não? Jiji
— Claro que você tá bem, Fanny, ha ha
— Você também tá bonitão hoje
— Emm, valeu
— Ah, não fica envergonhado, sou sua prima, mas também sou mulher e você é um cara muito gostoso. Bom, vamos começar
Ela sentou do meu lado e começou a servir uns shots de tequila. A gente começou a falar sobre meus estudos primeiro (a parte chata), o filho dela, o trabalho dela e outras coisas que, sinceramente, me entediavam, até que tocamos num assunto interessante: o ex-marido dela.
— Ah, Raul, eu me separei dele porque era óbvio que ele tinha uma amante. Chegava tarde em casa, não queria conversar comigo, nunca tava presente pro Fabricio
— Entendo, deve ser frustrante ter um marido assim
— Você não faz ideia. Não sei se é porque a bebida já subiu, mas vou te contar um segredo. Eu e ele não transamos há uns 8 meses. Sabe, isso é demais pra mim. Eu, que sou tão apaixonada, não aguentava. Cheguei ao ponto de comprar brinquedos sexuais pra me satisfazer porque meu marido não fazia nada (ela ficou vermelha e riu)
— Bom, isso eu não sabia e nem podia adivinhar. Mas, sei lá, você vai encontrar a pessoa ideal, ainda é nova e muito gostosa pra se conformar
— É, eu sei, mas por enquanto quero focar no meu trabalho e no meu filho
— Entendo
Aos poucos, a gente foi falando de assuntos mais íntimos até que decidimos jogar verdade ou consequência.
— Você começa Fanny
– ok coração, mmmm verdade ou desafio?
– Verdade
– mmmm você já transou?
– sim, com minha ex-namorada
– já imaginava, você tem cara de tarado haha
– haha acho que é de família porque você também tem
– haha ai não fala bobagem, assim tão na cara? haha
– bom, sua vez Fanny, verdade ou desafio?
– mmmmm desafio
– te desafio a dançar pra mim e fazer um twerk (pra quem não sabe, twerk é tipo rebolada)
– mmm claro, adoro dançar e já sei por que um twerk haha
Ela começou a rebolada com gosto, como se soubesse minha intenção e de propósito virava de costas pra mim pra eu ver a bunda dela se mexendo
– bom, minha vez Raul, mmmm verdade ou desafio?
– desafio, prima haha
– bom, te desafio a me dar um selinho, mas só um selinho hein haha
– vale haha
Dei um super rápido e pronto, ri pra não parecer estranho
– minha vez, vamos ver Fanny, verdade ou desafio?
– mmm verdade hehe
– qual a coisa mais louca que você já fez no sexo?
– mmmm então, te conto, fiz no carro do meu ex-marido haha, e te conto outra, teria dito sexo anal mas nunca deixei porque não sei, não me sentia segura
– uau haha, beleza
– mmm vamos ver Raul, verdade ou desafio?
– verdade
– quanto mede seu pau hahaha ai meu deus que coisa que eu pergunto
– sério que quer saber?
– sim, coração, não sei se é curiosidade ou as bebidas, mas quero saber
– bom, nunca medi mas uma média de 19 cm a 20 cm
– uau, isso é enorme, você é dotado, se soubesse que meu ex-marido tinha só 14 a 15 no máximo
– haha alguns têm sorte, acho
– bom, sua vez, bombom
– verdade ou desafio Fanny?
– mmmmm verdade hehe
– como é a calcinha que você tá usando agora?
– olha só, temos um pervertido aqui, bom, vou te mostrar e fazer uma dancinha de extra hehe
Ela se levantou e começou a rebolada devagar no ritmo da música enquanto desabotoava a calça e abaixava ela, se virando, dava pra ver uma fio dental preta enquanto rebolava cu, como me provocando pra eu tocar
– olha bem, Raul, eu adoro fio dental e fica bom em mim, né?
– cla... claro que sim, Fanny, hehe
– bom, vou deixar assim então, já que vi que você gosta mais do que eu ficar de calça pra baixo. bom, é minha vez de verdade ou desafio, Raul?
– desafio...
– bom, combinado, você vai me ajudar a realizar meu sonho frustrado. eu queria aprender a fazer dança erótica pro meu marido, mas aquele idiota nunca quis pagar as aulas. mas eu vi mais ou menos como fazem. meu desafio é você me deixar tentar, ok?
– vale, pode fazer, hehe (falei nervoso, sem saber se ia me segurar ou se ia conseguir conter uma ereção)
Ela me sentou num sofá particular e começou a dançar pra mim (sem a calça). eu via como ela rebolava os quadris no ritmo da música, e se aproximava de mim, ficava em cima de mim e colava meu rosto no decote dela, enquanto ria.
– tá gostando, Raul?
– claro, Fanny
– e isso que ainda falta o melhor, hehe
Do nada, ela sentou em cima de mim e rebolava a bunda no meu volume, como me provocando a ter uma ereção, e me olhava com cara de safada, era óbvia a intenção. depois, virou de costas e, olhando pra frente, balançava a bunda de um lado pro outro. foi tanta insistência que no final eu não aguentei mais e meu pau subiu, e ela percebeu.
– mas olha só, se excitando com a sua prima, você é o pior, Chris, haha, mas acho que eu mesma me meti nessa, então vou ter que te ajudar com essa ereção, jiji
Ela começou a puxar minha calça e minha cueca pra baixo, e puxou meu pau, que tava duro. eu olhava pra ela com um pouco de vergonha.
– uau, que grande, você não exagerou. vamos dar uns beijinhos nele, sim?
Começou a dar beijos na ponta do meu pau, e depois dava lambidinhas enquanto me olhava. era o paraíso, até que ela resolveu começar a chupar com força. eu olhava pra ela enquanto ela também me olhava, devorando meu pedaço de pau.
– tá gostoso, né, primo? (falava com meu pau na boca)
– é o paraíso, Fanny, continua assim, por favor continuava chupando meu pau com um cuidado danado e não só isso, também enfiava minhas bolas na boca, era uma sensação tão incrível. depois de um bom tempo, ela se levantou e me olhou nos olhos
– Raul, não aguento mais, você tem que me comer aqui mesmo, tudo isso é seu (virando-se e mostrando a bunda) faz o que quiser comigo, mas faz logo
– nem precisa falar
comecei a apalpar aquela bunda enorme e dei umas palmadas, ouvia ela ficando excitada e meti a mão dentro da calcinha dela pra apalpar aquela buceta que já tava molhada, e comecei a passar os dedos por lá, acariciando o clitóris dela e depois enfiando o dedo maior, sentia ela gemendo e fechando os olhos, então coloquei ela de quatro e puxei a fio dental pra baixo.
– vai, Raul, me come como ninguém nunca fez
comecei a devorar a buceta dela, tava depilada e tinha um gosto delicioso, porra, ela gemia alto enquanto eu fazia isso, batia com a mão e isso excitava ela mais ainda, dava pra ver que com a mão dela me apertava contra a buceta pra eu continuar. depois de uns minutos assim, levantei e enfiei meu pau na buceta dela e comecei a comer ela sem piedade
– ahm, sim, assim, gostoso, me dá duro, porra
– ohh, Fanny, que delícia sua buceta
– vai, ummm, assim, me dá mais. me dá com tudo
continuei metendo, enfiava com tudo que podia por uns 15 minutos, metia e metia, até que do nada ela gozou, pude sentir ela gozando e gemendo forte
– ahhhhhhh, sim, que gostoso, Deus, não gozava assim há um bom tempo
– desculpa, Fanny, mas eu tenho que fazer
do nada enfiei meu pau no cu dela, era super apertado, no final consegui enfiar a cabeça e um pouco mais
– aggggg, Deus, o que cê tá fazendo? por aí não, eu não falei, mas não tira porque vai doer mais, é estranho, mas foda-se, já que você quer tanto, come meu cu, amor
– obrigado, prima, lá vou eu
comecei a enfiar mais e mais e ouvia ela gritando de dor e prazer, mas isso me excitava mais e continuei comendo ela, depois mudei de posição Ela sentou em cima de mim, ficava olhando como ela mesma dava sentadas no meu pau e me encarava.
– Ahhh assim, bebê, monta na minha buceta, vai sem medo, coração.
Continuei comendo ela e depois coloquei ela de quatro de novo no sofá grande, o cu dela já tava bem aberto, meu pau entrava e saía com mais facilidade, mas eu já não aguentava mais.
– Fanny, vou gozar, não tô mais dando conta.
– Isso, mamãe, goza no meu cu, enche ele, Raul.
– Tô gozando, ahhhh.
Comecei a soltar tanta porra que o cu dela ficou completamente cheio, e ainda escorreu um pouco pelas pernas dela. Só consegui admirar o corpo dela largado no sofá, rindo e sem forças, enquanto eu arrumava minha calça.
Tudo começou quando uma prima distante, de uns 40 anos, veio morar aqui em casa com o filho mais novo, porque tinha se separado do marido e não tinha pra onde ir. Minha família deu um lugar pra ela ficar até conseguir algo estável. Minha prima se chama Fanny. Não é muito alta, 1,61 pra ser exato, mas tem um rostinho bonito, cabelo castanho claro, sempre sorridente com um olhar safado. De peito não era muito, tinha o suficiente, mas o que se destaca mesmo é a bunda enorme dela — dizer enorme é pouco (já dá pra ter uma ideia). Ela sempre usa roupas coladas, tipo leggings. Enfim, ela sempre foi muito apegada a mim, por isso achei de boa ela morar com a gente. O filho dela tem 10 anos. Com o passar dos dias, a presença da Fanny foi ficando normal em casa, o filho não causava problema nenhum, então tava tudo perfeito.
Uma noite, quando saí do meu quarto pra pegar algo na geladeira, ouvi uns choros. Rapidamente fui ver e era minha prima chorando, provavelmente por causa da separação e dos problemas.
— Fanny, cê tá bem?
— Oi, primo, desculpa, não queria que ninguém me ouvisse. Bom, assim, bem não tô, óbvio. Tô deprimida porque não sei mais o que fazer, preciso arrumar um emprego e agora tô sozinha com meu filho.
— Calma, você vai ver que arruma um trampo fácil e vai se virar. Você não é a primeira mulher que se separa do marido nem vai ser a última. Então para de chorar, por favor, tá?
— Valeu, primo. Como você cresceu, já não é mais aquele menininho que eu lembrava. Como o tempo passa rápido.
— Pois é, ha ha. Aliás, amanhã é sábado e meus pais vão sair pra uma festa. Como eu não posso sair porque não tenho planos, que tal amanhã a gente comprar uma bebida e tomar enquanto conversa?
— Humm, claro, primo. Você leu minha mente, mas não conta pra sua mãe, não quero que ela pense que sou má influência.
– Fica tranquila, ela nunca vai saber.
No dia seguinte, acordo umas 8h da manhã pra ir pras aulas da faculdade, vou até a cozinha e vejo ela fazendo o café da manhã. Tava vestida com um shortinho branco bem justinho e uma blusa preta.
– Oi, primo, bom dia. Quer café da manhã, coração?
– Oi, não, obrigado, mas já tô atrasado pras aulas. Vou só tomar um suco e pronto.
– Hum, tudo bem, mas come alguma coisa lá, não é bom ficar sem comer. E por sinal, tenho uma tequila na minha mala, hoje a gente termina ela, jiji.
– Claro, assim que meus pais forem embora e você colocar seu filho pra dormir, a gente resolve (falo piscando o olho).
– Fica tranquilo, umas 10 ou 11 da noite já tá tudo certo. Não me decepciona, primo.
Nisso, ela deixa cair uma colher e se abaixa pra pegar, me dando uma visão daquele rabão enorme que ela tinha, e dava pra ver a calcinha dela por baixo, que pra minha surpresa era uma fio dental roxa. Naquele momento, tava morrendo de vontade de agarrar aquela bunda, mas tive que me segurar e ir embora, senão não ia me responsabilizar pelas minhas ações. Depois, as horas passaram voando, voltei pra casa umas 7h da noite das aulas, jantei sozinho porque ninguém tava em casa, e fiquei lendo até umas 9h. Sinto alguém entrando, era a Fanny com o filho dela.
– Oi, prima, como foi?
– Bem, primo, adivinha? Consegui um emprego, que emoção!
– Uau, parabéns! Sabia que você ia conseguir.
*Nós nos abraçamos* e pude sentir o corpo dela colado no meu, puta merda, era só mais um passo e eu tocava aquela bunda, mas tive que me segurar. Nisso, meus pais saem já arrumados, parabenizam a Fanny pela notícia e vão pra festa que tinham.
– Primo, meus tios já foram e o Fabrício (o filho dela) já tá quase dormindo. Vou preparar tudo, ok?
– Pode deixar, vai lá. Vou tomar um banho.
Enquanto ela arrumava tudo, eu tomava banho e na minha cabeça passavam ideias do que podia rolar se ela ficasse bêbada. Fazíamos? Ou talvez não fosse uma boa ideia e eu chorasse bêbada ou vomitasse? Muita coisa passava pela minha cabeça, mas, foda-se, me arrumei rapidinho com uma camisa preta e uma calça jeans. Olhei na sala e tinha uma garrafa de tequila, limão, sal e uns cigarros (eu gosto de fumar, então melhor pra mim). De repente, minha prima sai, também já arrumada.
— Como é que eu tô, Raul? Jiji
— Uau
Era ela, minha prima com um decote e uma calça branca apertada (quem visse ia achar que ela tava indo pra uma festa). Não conseguia parar de olhar pra ela, devo ter ficado com uma cara de idiota na hora.
— Isso é um "tô bem" ou não? Jiji
— Claro que você tá bem, Fanny, ha ha
— Você também tá bonitão hoje
— Emm, valeu
— Ah, não fica envergonhado, sou sua prima, mas também sou mulher e você é um cara muito gostoso. Bom, vamos começar
Ela sentou do meu lado e começou a servir uns shots de tequila. A gente começou a falar sobre meus estudos primeiro (a parte chata), o filho dela, o trabalho dela e outras coisas que, sinceramente, me entediavam, até que tocamos num assunto interessante: o ex-marido dela.
— Ah, Raul, eu me separei dele porque era óbvio que ele tinha uma amante. Chegava tarde em casa, não queria conversar comigo, nunca tava presente pro Fabricio
— Entendo, deve ser frustrante ter um marido assim
— Você não faz ideia. Não sei se é porque a bebida já subiu, mas vou te contar um segredo. Eu e ele não transamos há uns 8 meses. Sabe, isso é demais pra mim. Eu, que sou tão apaixonada, não aguentava. Cheguei ao ponto de comprar brinquedos sexuais pra me satisfazer porque meu marido não fazia nada (ela ficou vermelha e riu)
— Bom, isso eu não sabia e nem podia adivinhar. Mas, sei lá, você vai encontrar a pessoa ideal, ainda é nova e muito gostosa pra se conformar
— É, eu sei, mas por enquanto quero focar no meu trabalho e no meu filho
— Entendo
Aos poucos, a gente foi falando de assuntos mais íntimos até que decidimos jogar verdade ou consequência.
— Você começa Fanny
– ok coração, mmmm verdade ou desafio?
– Verdade
– mmmm você já transou?
– sim, com minha ex-namorada
– já imaginava, você tem cara de tarado haha
– haha acho que é de família porque você também tem
– haha ai não fala bobagem, assim tão na cara? haha
– bom, sua vez Fanny, verdade ou desafio?
– mmmmm desafio
– te desafio a dançar pra mim e fazer um twerk (pra quem não sabe, twerk é tipo rebolada)
– mmm claro, adoro dançar e já sei por que um twerk haha
Ela começou a rebolada com gosto, como se soubesse minha intenção e de propósito virava de costas pra mim pra eu ver a bunda dela se mexendo
– bom, minha vez Raul, mmmm verdade ou desafio?
– desafio, prima haha
– bom, te desafio a me dar um selinho, mas só um selinho hein haha
– vale haha
Dei um super rápido e pronto, ri pra não parecer estranho
– minha vez, vamos ver Fanny, verdade ou desafio?
– mmm verdade hehe
– qual a coisa mais louca que você já fez no sexo?
– mmmm então, te conto, fiz no carro do meu ex-marido haha, e te conto outra, teria dito sexo anal mas nunca deixei porque não sei, não me sentia segura
– uau haha, beleza
– mmm vamos ver Raul, verdade ou desafio?
– verdade
– quanto mede seu pau hahaha ai meu deus que coisa que eu pergunto
– sério que quer saber?
– sim, coração, não sei se é curiosidade ou as bebidas, mas quero saber
– bom, nunca medi mas uma média de 19 cm a 20 cm
– uau, isso é enorme, você é dotado, se soubesse que meu ex-marido tinha só 14 a 15 no máximo
– haha alguns têm sorte, acho
– bom, sua vez, bombom
– verdade ou desafio Fanny?
– mmmmm verdade hehe
– como é a calcinha que você tá usando agora?
– olha só, temos um pervertido aqui, bom, vou te mostrar e fazer uma dancinha de extra hehe
Ela se levantou e começou a rebolada devagar no ritmo da música enquanto desabotoava a calça e abaixava ela, se virando, dava pra ver uma fio dental preta enquanto rebolava cu, como me provocando pra eu tocar
– olha bem, Raul, eu adoro fio dental e fica bom em mim, né?
– cla... claro que sim, Fanny, hehe
– bom, vou deixar assim então, já que vi que você gosta mais do que eu ficar de calça pra baixo. bom, é minha vez de verdade ou desafio, Raul?
– desafio...
– bom, combinado, você vai me ajudar a realizar meu sonho frustrado. eu queria aprender a fazer dança erótica pro meu marido, mas aquele idiota nunca quis pagar as aulas. mas eu vi mais ou menos como fazem. meu desafio é você me deixar tentar, ok?
– vale, pode fazer, hehe (falei nervoso, sem saber se ia me segurar ou se ia conseguir conter uma ereção)
Ela me sentou num sofá particular e começou a dançar pra mim (sem a calça). eu via como ela rebolava os quadris no ritmo da música, e se aproximava de mim, ficava em cima de mim e colava meu rosto no decote dela, enquanto ria.
– tá gostando, Raul?
– claro, Fanny
– e isso que ainda falta o melhor, hehe
Do nada, ela sentou em cima de mim e rebolava a bunda no meu volume, como me provocando a ter uma ereção, e me olhava com cara de safada, era óbvia a intenção. depois, virou de costas e, olhando pra frente, balançava a bunda de um lado pro outro. foi tanta insistência que no final eu não aguentei mais e meu pau subiu, e ela percebeu.
– mas olha só, se excitando com a sua prima, você é o pior, Chris, haha, mas acho que eu mesma me meti nessa, então vou ter que te ajudar com essa ereção, jiji
Ela começou a puxar minha calça e minha cueca pra baixo, e puxou meu pau, que tava duro. eu olhava pra ela com um pouco de vergonha.
– uau, que grande, você não exagerou. vamos dar uns beijinhos nele, sim?
Começou a dar beijos na ponta do meu pau, e depois dava lambidinhas enquanto me olhava. era o paraíso, até que ela resolveu começar a chupar com força. eu olhava pra ela enquanto ela também me olhava, devorando meu pedaço de pau.
– tá gostoso, né, primo? (falava com meu pau na boca)
– é o paraíso, Fanny, continua assim, por favor continuava chupando meu pau com um cuidado danado e não só isso, também enfiava minhas bolas na boca, era uma sensação tão incrível. depois de um bom tempo, ela se levantou e me olhou nos olhos
– Raul, não aguento mais, você tem que me comer aqui mesmo, tudo isso é seu (virando-se e mostrando a bunda) faz o que quiser comigo, mas faz logo
– nem precisa falar
comecei a apalpar aquela bunda enorme e dei umas palmadas, ouvia ela ficando excitada e meti a mão dentro da calcinha dela pra apalpar aquela buceta que já tava molhada, e comecei a passar os dedos por lá, acariciando o clitóris dela e depois enfiando o dedo maior, sentia ela gemendo e fechando os olhos, então coloquei ela de quatro e puxei a fio dental pra baixo.
– vai, Raul, me come como ninguém nunca fez
comecei a devorar a buceta dela, tava depilada e tinha um gosto delicioso, porra, ela gemia alto enquanto eu fazia isso, batia com a mão e isso excitava ela mais ainda, dava pra ver que com a mão dela me apertava contra a buceta pra eu continuar. depois de uns minutos assim, levantei e enfiei meu pau na buceta dela e comecei a comer ela sem piedade
– ahm, sim, assim, gostoso, me dá duro, porra
– ohh, Fanny, que delícia sua buceta
– vai, ummm, assim, me dá mais. me dá com tudo
continuei metendo, enfiava com tudo que podia por uns 15 minutos, metia e metia, até que do nada ela gozou, pude sentir ela gozando e gemendo forte
– ahhhhhhh, sim, que gostoso, Deus, não gozava assim há um bom tempo
– desculpa, Fanny, mas eu tenho que fazer
do nada enfiei meu pau no cu dela, era super apertado, no final consegui enfiar a cabeça e um pouco mais
– aggggg, Deus, o que cê tá fazendo? por aí não, eu não falei, mas não tira porque vai doer mais, é estranho, mas foda-se, já que você quer tanto, come meu cu, amor
– obrigado, prima, lá vou eu
comecei a enfiar mais e mais e ouvia ela gritando de dor e prazer, mas isso me excitava mais e continuei comendo ela, depois mudei de posição Ela sentou em cima de mim, ficava olhando como ela mesma dava sentadas no meu pau e me encarava.
– Ahhh assim, bebê, monta na minha buceta, vai sem medo, coração.
Continuei comendo ela e depois coloquei ela de quatro de novo no sofá grande, o cu dela já tava bem aberto, meu pau entrava e saía com mais facilidade, mas eu já não aguentava mais.
– Fanny, vou gozar, não tô mais dando conta.
– Isso, mamãe, goza no meu cu, enche ele, Raul.
– Tô gozando, ahhhh.
Comecei a soltar tanta porra que o cu dela ficou completamente cheio, e ainda escorreu um pouco pelas pernas dela. Só consegui admirar o corpo dela largado no sofá, rindo e sem forças, enquanto eu arrumava minha calça.
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