Amigo Amante 4...

Segunda-feira à noite, meu marido se reúne com os amigos pra jogar futebol. Eles vão pra uma daquelas quadrinhas debaixo do viaduto, jogam um pouco e depois continuam o rolê numa pizzaria perto. Quando ele chega, lá pela uma da manhã, eu já tô dormindo, porque no dia seguinte tenho que acordar cedo pra cuidar do Ro e ir trabalhar.
Já me acostumei com essa rotina. "Os jogos de segunda são sagrados", ele sempre fala quando eu tento dar qualquer ideia de plano pra esse dia em especial.
Quando a gente era recém-casado, eu me sentia "a viúva das segundas", mas com o tempo fui aceitando esse costume dele e comecei a arrumar tempo pra mim. Sair com amigas, "amigos", ou simplesmente ficar em casa vendo um filme. Até o Ro nascer e eu ter alguém pra me fazer companhia.
Claro que depois que meu filho nasceu, ficou mais complicado sair à noite. Não dava pra pedir pra minha sogra ficar cuidando dele justo quando meu marido não tava. Por mais que ela seja uma santa, ia acabar desconfiando. Mesmo assim, de vez em quando eu dava um jeito de escapar, usando de desculpa o aniversário de uma amiga. Mas só dava pra fazer isso em raras ocasiões, quando realmente valia a pena correr o risco.
Essa segunda, depois de dar um beijo de despedida no meu marido, levei o Ro pra minha cama e a gente começou a ver "A Era do Gelo". Já tínhamos jantado, então tava aproveitando uma sobremesa gostosa enquanto morríamos de rir com as aventuras doidoras do Sid, do Manny e do resto.
Nisso, tocam a campainha. Naquela hora, não fazia ideia de quem podia ser. Só pensei no meu marido, que por algum motivo o jogo de segunda tinha sido cancelado e ele tava voltando pra casa mais cedo.
Deixo o Ro com o filme e vou abrir a porta, pensando por que ele não abre sozinho, já que tem a chave.
— Não me diga que te deixaram... — falo ao abrir, sem conseguir terminar a frase por causa da surpresa que tive.
Não é meu marido quem está na porta. corredor, mas sim o Diego, vestido com roupa esportiva.
—O que cê tá fazendo aqui? — pergunto de mal jeito, porque esse tipo de surpresa não me agrada nada.
Por um momento, crio a esperança de que meu marido mandou ele buscar alguma coisa, sei lá, uma bola, umas caneleiras, qualquer merda.
—Vim te ver, isso que tô fazendo — ele fala, entrando como se fosse dono da casa, sem pedir permissão nem nada.
Olho pros dois lados do corredor pra garantir que não tem nenhum vizinho fofoqueiro, e fecho a porta, com ele lá dentro.
—Diego, cê não pode vir assim na minha casa, e o jogo? — reclamo.
Diego é outro dos habitués dos jogos de segunda, mas pelo visto pra ele não são tão sagrados quanto pro meu marido.
—Já devem estar começando, então a gente tem tempo — ele diz, me pegando pela cintura e me puxando pra perto.
Com ele tão colado, consigo sentir, bem clarinho, que o pau dele já tá meia-bomba.
—Tempo pra quê? — retruco, me fazendo de sonsa, porque no fundo não quero admitir o que ele tá tramando.
—Pra uma trepada — ele fala, como se fosse algo óbvio ou que eu tivesse esperando com muita vontade.
—Diego, isso aqui não é motel, a gente tá na minha casa e eu tô com meu filho, caso cê não tenha notado — falo, enfatizando bem "minha casa" e "meu filho".
—Quê? O Ro ainda não dormiu? — ele se surpreende, me soltando como se a qualquer momento uma porta fosse abrir e pegassem ele com as mãos na minha cintura.
—A gente tava vendo um filme — informo.
—Ah, então enquanto ele vê o filme dele, a gente pode... — ele fala, me agarrando de novo com força.
—Pode nada... — falo, me livrando dele sem muita delicadeza.
Viro de costas e vou em direção à porta, pra abrir e mandar ele embora, mas antes mesmo de tocar na maçaneta, ele me pega pela cintura e me encosta por trás. Tô só com uma camisola de cetim, então sinto a ereção dele se encaixando direitinho na minha racha. Meu Booty.
—Sinto como tô— ela diz, se esfregando safada —Tô com os ovos cheios de porra por sua causa—
Ela me prensa contra a porta, me encurralou, sem chance de escapar.
Sem parar de se esfregar, me pega nos peitos e aperta, e a gente já sabe o que rola quando tocam nos meus peitos. Fico do caralho. É algo que não consigo evitar, sei que depois vou me arrepender, mas...
...Me viro, penduro no pescoço dele e beijo com gosto, agora me esfregando na frente.
—Você é um filho da puta...— falo, me derretendo toda nos braços dele.
Mas peraí..., meu filho tá no outro quarto, e se ele resolver vir ver porque a mãe tá demorando?
Me solto do Diego e vou pro meu quarto, abrindo a porta bem devagar. O Ro dorme igual um anjo. Cubro ele com um cobertor, baixo o volume do filme e volto pra sala com o Diego.
—Ele dormiu— falo num sussurro.
—É um fera! Na próxima vou ter que trazer um presente pra ele— ele se anima.
—Por quê?— pergunto —Por comer a mãe dele?—
—Ah, então a gente vai transar mesmo— ele comemora, me apertando de novo.
Não consigo resistir e já tô beijando ele e me esfregando no corpo dele. Ele tenta tirar minha camisola, mas antes que consiga, dou um tapa na mão dele.
—Não, aqui não!— grito, mas logo baixo a voz —Imagina se ele acorda e me pega transando com o tio dele, vou ter que hipotecar o que não tenho pra pagar a terapia—
—E onde então?— ele se impacienta, roçando em mim com a barraca enorme que tem debaixo do moletom.
Penso um pouco, e finalmente escolho o lavandero.
—Vem— falo, pego na mão dele e levo ele comigo.
Quando chegamos, tiro a camisola pela cabeça e, ficando só de calcinha e sutiã, abraço ele e encho de beijos.
—Você não pode fazer isso comigo, Diego— falo entre chupões e mordidas —Tô na minha casa, com meu filho, e você vem assim...— pegando na pica dele por cima do moletom —..., isso é... jogar sujo-
Me ajoelho no chão e, puxando a calça e a cueca dele de uma vez, deixo à mostra o motivo da minha loucura. Agarro com as duas mãos e meto na boca, chupando com um frenesi raivoso. Como ele inteiro, do meu jeito, levando até o fundo da garganta. Chupo, mordo e mastigo com violência, esticando a pele quase até a raiz. Quero que doa, que sofra como eu sofro. Não pode vir de graça na minha própria casa e sair tão barato.
Depois de um bom boquete, solto e cuspo várias vezes, banhando com minha saliva. Desço com a língua até as bolas, e enquanto masturbo ele, chupo e rechupo, enchendo o paladar com aquele calor testicular que tanto me agrada.
Satisfeita de tanta pica, levanto e tiro o sutiã e a calcinha. Me apoio na borda da máquina de lavar e, abrindo as pernas, passo a mão na minha buceta. Tenho o clitóris duro e inchado, do tamanho de um polegar.
Diego se ajoelha na minha frente, como eu fiz antes, e passa a língua pelos meus lábios, lambendo avidamente as gotinhas grossas de fluido que pendem dos meus pelinhos. Enfia a pontinha da língua pra dentro e me lambe toda, fazendo até os pelinhos da nuca se arrepiarem. Gozo só de sentir o calor da boca dele no meu sexo.
Diego saboreia meu orgasmo e se levanta. Pega a calça jogada de lado e tira uma camisinha do bolso. Enquanto ele coloca, me sento em cima da máquina de lavar, me ajeitando pra receber ele.
Há pouco tempo eu tava vendo "A Era do Gelo" com meu filho e agora tô aqui, pelada, no tanque da minha casa, toda aberta e molhada, pronta pra dar pro meu melhor amigo a foda que ele veio buscar.
Com o pau mais duro e ereto do que nunca, Diego se encaixa entre minhas pernas, que ainda tão doloridas da foda recente, e mete de uma vez. Me agarro nos ombros dele e solto um suspiro longo ao sentir aquela Forte enfiada.
Ainda não tinha terminado de gozar aquele primeiro orgasmo e já estava me encaminhando para o segundo.
As penetrações do Diego se intensificam, firmes e decididas, sacudindo a máquina de lavar no ritmo que a pélvis dele marca. Acho que até dava pra lavar roupa sem precisar ligar o aparelho.
De vez em quando ele se afasta, sem parar de me comer, como se quisesse ter uma visão mais ampla do pau dele se perdendo na minha buceta. Em outras, me abraça e investe com tudo, como se tentasse se enfiar inteiro dentro de mim.
Entre espasmos violentos de prazer, arranho as costas dele e mordo o pescoço, deixando marcadas a ferro e fogo as marcas da minha paixão. Que a esposa dele veja, que descubra e ponha fim a toda essa loucura. Porque é isso que é: uma loucura!
Nós dois somos loucos, não tem outra explicação para o que a gente faz. Deixando o pau todo dentro de mim, ele me levanta e me carrega no ar até a pia do tanque. Me senta na bancada e continua me comendo, metendo até o talo, se enterrando em mim com força e bravura. Agarro ele pela nuca e, puxando pra perto, beijo ele com desespero enquanto sinto que ele me fulmina a cada estocada.
Depois de um tempo, ele tira e pede pra eu chupar de novo. Desço da pia, me ajoelho de novo na frente dele e, arrancando a camisinha, chupo ele, saboreando com gosto o líquido pré-seminal que cobre o pau inteiro.
Passando a língua com gosto, me levanto, viro de costas e me apoio na pia, oferecendo toda a minha retaguarda. Diego coloca outra camisinha e, vindo por trás, me fode de pé. Bem agarrado nos meus peitos, ele me ataca com tudo, sem pausa nem descanso, me fazendo pular cada vez que chega no fundo.
Como se isso não bastasse, levanto uma perna e apoio na borda da pia, me abrindo mais do que já estou, deixando ele me foder até sentir o prazer implodir dentro de mim de novo. Diego para e, deixando o pau dentro, as mãos colada nos meus peitos, ele me arrasta com ele, deitando no chão comigo por cima. Sinto aquela pulsação furiosa dentro de mim, então começo a me mexer, pra cima e pra baixo, batendo minha bunda contra a pélvis dele toda vez que enfio até o talo.
Diego tá tão tarado que a gozada demora, mesmo estando ali, inchando os ovos dele, fervendo, igual panela de pressão.
— Quero... gozar... na sua... boca...! — ele pede entre gemidos roucos.
Diego já tinha se acostumado a fazer comigo o que não faz com a esposa dele. E gozar na minha boca era uma dessas coisas. Segundo ele, a Paula tem nojo de porra. Por isso quase nem chupa a rola dele, só beija dos lados. Mas eu tava pronta pra isso e muito mais. Pra isso que servem as amantes, né?

Saio de cima dele, arranco a camisinha e com uma mão bato punheta com força. A explosão vem violenta e impactante. O primeiro jato acerta em cheio meus peitos, mas eu me abaixo mais ainda e, enfiando na boca, engulo o resto todo.
— Grrrrrrrr... agggghhhhh... buuuuffffff...! — ele grunhe, tensionando os músculos ao máximo, como se quisesse expulsar até a última gota de porra do corpo.

Deitada ali no chão do lavabo, fico bem agarrada na pica pulsante dele, chupando com gosto o néctar delicioso dos ovos dele.
Como é que tem mulher que recusa um banquete desses?
Não tô falando de sair engolindo porra de todo cara que a gente transa, mas sim daqueles que são mais que uma simples foda. No caso do Diego, eu me assustava que ele tivesse virado mais que isso, mais que uma aventura, mais que uma trepada de amigos bêbados, porque sentia que não ia conseguir lidar com uma situação assim. A gente tem uma amizade próxima demais pra disfarçar e fingir que não tem nada, que não sentimos o chão tremer toda vez que a gente se olha.

Não sei o que pode rolar, a única coisa que importa naquele momento é saborear a porra dele, sentir ela escorrendo. pela minha garganta, e me deixar levar por sensações tão gostosas.
Quando não tem mais nada pra extrair, levanto e saio correndo pro meu quarto. O Ro continua dormindo, completamente alheio ao mundo de depravação e luxúria em que a mãe dele está metida. Deixo ele com seus sonhos inocentes e volto pro lavandero, onde o Diego já tá se vestindo.
— Diego — falo — Isso não pode acontecer de novo. Aliás, me diz, como é que você entrou?
— O porteiro me conhece há anos — ele explica.
— É, te conhece — concordo — Por isso mesmo, o que você acha que ele pode pensar de você vir me ver quando o M... não tá em casa? Porque te garanto que ele sabe muito bem que segunda-feira ele vai jogar bola —
Diego fica pensando, claramente não tinha levado isso em conta.
— Não se preocupa, acho que ele não vai pensar mal — ele se defende.
Fico olhando pra ele como quem diz: cê acha?
Despeço ele na porta igual faço com meu marido, com um beijo. Levo o Ro pra cama dele e me deito, sentindo que cada dia que passa essa história toda fica mais complicada.
Quando meu marido chega, finjo que tô dormindo, pra não correr o risco de ele querer fazer amor e encontrar tudo aberto e dilatado. Mesmo que ele tenha ido embora faz uma hora, ainda sinto o Diego dentro de mim, como se minha buceta se recusasse a aceitar a ausência dele.
Meu Deus! Em que merda eu me meti!

27 comentários - Amigo Amante 4...

Como me calientas tus posts!! Subite una fotito x la banda!!beso
Esas frases que me enloquecen de calentura...jajaja

"Se la agarro con las dos manos y me la meto en la boca, chupándosela con rabioso frenesí. Me la como entera, como me gusta, haciéndola llegar hasta lo más profundo de mi garganta"

"...se la escupo varias veces, bañándola con mi saliva. Bajo con la lengua hasta las bolas, y mientras lo pajeo se las chupo y recontrachupo..."

"...y me pasa la lengua por sobre los labios, lamiendo ávidamente las espesas gotitas de flujo que me cuelgan de los pendejos."

"Diego está tan caliente que la eyaculación se demora, aunque está ahí, inflándole los huevos, hirviendo, como en una olla a presión."

"Echada ahí en el suelo del lavadero, me mantengo bien aferrada a su pulsante poronga, succionando con avidez el delicioso néctar de sus huevos."
[/i]

No cabe duda amiga que la calentura sexual tu la llevas a flor de piel, porque aunque tratas de safar de esta incomoda situación con tu "amigo-amante", que se reflejan en estos diálogos..."¿Que hacés acá?- le pregunto de mal modo, ya que esa clase de sorpresas no me gustan para nada."[/i], aún así no desperdicias la ocasión para disfrutar de una exquisita sesión de intenso y caliente sexo...jajaja, aunque esa última frase (¡Dios! ¡En que quilombo estoy metida!)[/i]resume lo que pasa por tu mente pensando en el futuro!!
Excelente y exquisito relato como de costumbre querida, y para variar quedé a punto de explotar de la calentura linda!!
FELICITACIONES Mary... +10 Besos!!💋
LEO



Amigo amante 4...
Jo jo. Problemonbien post igual. Te voy a seguir a ver que pasa.
Buen relato, muy excitante, van 9 puntos
Mi novia es de las que les da asco el semen, dice que si un día le acabo en la boca vomita jajjjajajaaja Y yo le digo que realmente no sabe tan malo
juste
Antes no te repetias tanto hermosa, aparte te estas complicando demasiado y este no le importa nada, cuidado
Que trola hermosa que sos Marita. Besos en esas tetas deliciosas
Te dejo 10 puntos y te pregunto.... podremos ver fotos tuyas alguna vez? Por mp jamas respondes
Mary faltó en tu cama y era morbo completo o como lo llames pero en tu casa ,sos una bomba ,que un hombre como amante quisiera tener besos genia y por muchos morbos más ,me llamó Diego jjjjjjjjjaaaa 😘😘🍸🍸🍻🍺😂😂
Excelente relato. Me calenté mal. Te dejo +10 y por favor segui subiendo tus experiencias.
Tu marido se merece que le encajes otro hijo que no se suyo.
que calidad, y como aprende uno, felicitaciones amiga, muy caliente
Por un momento pensé que la cordura y el instinto de protección de una madre hacia su hijo, ganaba la batalla, pero no, evidentemente te pueden mas las porongas. De todas las que te mandaste Mariela, con esta desbarrancaste, debo aceptar q me calientan y mucho tus relatos. Mari de onda hay una linea que no hay q sobrepasar, estas a tiempo de quedarte tras de ella aún y seguir disfrutando de las buenas vergas q devorás.
QUE NO LO LEA PROTECCIÓN INFANTIL DE ARGENTINA PORQUE TE QUITAN AL NIÑO JAJAJAAJA.
El relato buenisimo como siempre, ahora si seguís así, le veo un muy mal final a tu matrimonio, entiendo que te guste jugar con fuego, pero vos te estas metiendo en el horno! 😉
muy buen relato @maritainfiel aunque te he leído mejores !!! sin duda que la situacion de morbo resulta por demas excitante, te dejo de nuevo +10 y sale una recomendacion tambien para este
MI mejor amigo, mi hermano se coje a mi esposa y yo a la de el, a quien considero también como una hermana. Los cuatro lo sabemos y seguimos siendo tan amigos Blanquealo, no vas a dejar de ser buena esposa y madre porque te guste la pija mas que el dulce de leche, al contrario. Tuve una amante durante veinte años, todo lo que tenía de puta (un poco mas que vos incluso) lo tenía y lo tiene de buena esposa y madre. la cosa pasa por por otro lado, disfrutá que la vida es una sola, y mujeres como vos merecen ser patrimonio de la humanidad Van puntos.