Romina, minha puta caps 42 a 45

Romina e a Armadilha do Desejo 15

Chegamos em casa perto do meio-dia, minha sogra tinha ficado com a pequena e elas se divertiram pra caralho. De tarde fomos pra praia. Deitamos com a Romi na lona pra descansar, ela ficava falando no meu ouvido o tempo todo, enquanto a gente via a pequena brincar com a avó.

- Gostou do hoje, hein?... Que tarado você tá... Ficou com o pau duro?
- Quero te comer
- Depois desse ataque de machão que você deu, não sei quando vou deixar você de novo... Por enquanto bate uma punheta, que você manda bem pra caralho... – ela disse, irritada, e foi andando em direção à água. Ficou na água brincando com a mãe e a pequena. Quando voltamos pra casa, a pequena tomou a mamadeira e, com o cansaço, dormiu. A gente tava na cozinha tomando mate, minha sogra tava linda com o bronzeado. Romi foi pro quarto e me chamou. No quarto, ela disse:

- Se me levar pra passear à noite, eu mostro a mamãe de novo pra você... Quer?... – Romi tava deitada na cama de bunda pra cima, mesmo com uma sunga maior, ela tinha enfiado ela entre as bandas da bunda. Eu não respondia, imaginava o que podia rolar numa saída, já tinha sido suficiente o que aconteceu no dia. Mas mesmo assim, minha tesão era mais forte, morria de vontade de imaginar minha sogra pelada. Foi nessa hora que ela chamou a gente da cozinha com a voz sensual. Romi me olhava sorrindo.

- Tô com vontade de caçar... Não deu conta da rola de hoje... Quero mais... Você não tem coragem? – minha sogra chamou a gente de novo da cozinha.
- O que você quiser – Romi sorriu e disse que depois do mate eu falasse que ia passear, que a gente faria igual da outra vez. Minha sogra foi tomar banho, mas dessa vez Romi ficou no nosso quarto, chegou perto do banheiro pra falar com a mãe. Elas não tinham vergonha entre si. Romi puxou a cortina do banheiro e eu vi minha sogra se esfregando. Romi tinha deixado claro que eu não podia bater punheta, que me queria bem tarado pra noite. Eu via minha sogra debaixo do chuveiro e morria de vontade de comer ela ali mesmo, ela me parecia uma mulher gostosa pra caralho. Romi ajudou ela a se secar depois e disse pra irem pro nosso quarto pra passar creme pós-sol. Minha sogra se deitou na cama de bunda pra cima e Romi começou a passar creme suavemente pelo corpo todo. Quando terminou, minha sogra tava dormindo. Romi saiu do quarto e me fez chegar perto da porta do quarto, ficou atrás de mim.

- Viu que bundão lindo que ela tem...? Olha bem..., pensa na pica que vou comer hoje à noite..., seu pervertido..., degenerado..., você tá se comportando mal, não tá...?
- Tô
- Merece um castigo...? - me deu um tapa na bunda.
- Sim. - ela me pegou pela cintura e me levou até a porta
- Vai embora e volta daqui a pouco..., pra clarear as ideias... - me empurrou pra fora e, sorrindo, fechou a porta.

No jantar, tava tudo ótimo. Romi tinha vestido uma minissaia, tava pronta pra sair, parecia uma deusa. Minha sogra tava muito elegante. O jantar foi super tranquilo até que Romi me lembrou que a gente ia sair, que eu não demorasse muito. Ela foi colocar a menina pra dormir e, quando saiu da cozinha, me deu um beijo e falou no meu ouvido pra eu olhar bem pra bunda da mãe dela sem vergonha enquanto ela lavava a louça, que de qualquer jeito ia me sair caro.

Já no carro, Romi pensava pra onde a gente podia ir. Decidiu finalmente que a gente fosse dançar. A gente foi em umas duas baladas que ela não gostou, só tinha cara, não tinha lugar pra ir.

- E se a gente for pra Gessell..., visitar o chefe...? - minha pica deu um pulo
- Mas você não queria sair?
- Me dá seu celular... - discou o telefone do chefe e ele confirmou que tava indo dormir, mas que adoraria nos receber. Romi pegou um papel do porta-luvas e uma caneta e anotou o endereço. - A cara de Romi tava brilhando. - Ele tá nos esperando.

Quando a gente chegou no endereço, Romi desceu do carro. O chefe abriu a porta e começou a apertar ela ali mesmo, enquanto eu fechava o carro. Quando eles entraram, era como se eu não existisse, se pegavam como desesperados.

- Você veio pra mais putaria?
- Sim..., não foi o suficiente..., você me deixou com vontade. Com vontade..., quero seu pau... - ela se ajoelhou na frente do chefe, que abriu o roupão e mostrou o pau bem duro, que na mesma hora já estava na boca da Romi. O chefe a acomodou no sofá, ela ajoelhada no chão, levantou a minissaia dela até a cintura e ficou olhando pra bunda dela. Ele se levantou, foi até a cozinha, trouxe uma garrafa de champanhe e uma de óleo. Me olhou e perguntou com qual a gente brindava. Romi tinha virado a cabeça e estava sorrindo. Ela mesma puxou a calcinha fio dental pro lado e arqueou mais a cintura, oferecendo a raba.

O chefe serviu uma taça e me deu, se ajoelhou atrás da Romi e, jogando champanhe na bunda dela, começou a chupar que nem um desesperado. A língua dele ia do cu pra buceta da Romi, que gemia e pedia mais o tempo todo. O chefe ficou um tempão nessa tarefa, depois se levantou e pediu pra eu colaborar. Mandou eu separar os glúteos da Romi, que me olhou de um jeito perverso.

- Abre minha bunda... assim você vê bem como eles vão me arrombar... punheteiro...

O chefe deixou cair um jorro de óleo, que foi enfiando com os dedos. Depois se posicionou de pé ao lado da Romi e foi encaixando. Enfiou só a cabeça, me olhando.

- Segura as nádegas dela, não solta... - ele disse, me zoando. Ficou um tempão enfiando só a cabecinha e tirando. Finalmente, meteu tudo até o fundo.

- Já não precisamos mais de você - ele disse e começou a bombar bem forte. Depois de um tempão, saiu e sentou no sofá, mandando a Romi se ajeitar. Ela foi sentando devagar, ainda com toda a roupa.

- Faz alguma coisa, vem chupar a buceta da sua mulher, pelo menos. - Eu me ajoelhei na borda do sofá e comecei a chupar. Romi apertava minha cabeça com força enquanto virava o rosto e mordia os lábios com o chefe.

- Você vai encher minha bunda também...? Vou ter seu gozo por toda parte...?

- Você quer?

- Adoro seu gozo..., mas me come mais..., que baita prévia de férias...

- Eu queria que você tomes...
- Como vocês mandarem...
Fez ela ficar de pé enquanto me empurravam e a ajoelhou na frente dele, deu o pau pra ela e Romi começou a chupar. Quando ele ia gozar, segurou a nuca dela com as duas mãos e enfiou até o fundo, Romi parecia estar se engasgando. Deixou ela assim por um bom tempo, depois soltou e pegou a taça de champanhe brindando por nós. Romi se levantou e me beijou, quase não tinha porra na boca dela, tinha engolido quase tudo. O chefe disse que precisava viajar pra capital no dia seguinte por causa do trabalho, que tinha que acordar cedo, se quiséssemos podíamos ficar ou ir embora. Romi falou que era melhor ir, no caminho foi me provocando verbalmente, mas não deixou eu tocar nela, falava como as férias iam ser boas e que se continuasse naquele ritmo ia acabar cheia.
Depois atacou com o assunto do pai, por que não íamos visitá-lo.
- Onde ele tava...? Porque ele me comeu uma vez só na pressa... quero que me dê mais... onde ele tá...?
- Segunda ele começa as férias. Vem pra San Bernardo.
- E sua mãe foi pra Córdoba...?
- Sim.
- Já temos planos pra semana que vem... Não é...?
- Acho que não...
- Ninguém te perguntou o que você acha... vamos começar a curtir antes das férias...
Na cama me deixou todo excitado, disse pra guardar a tesão que me queria bem quente pra segunda, sentia minhas bolas prestes a explodir, mas me excitava estar à mercê de Romi. Fui dormir e acordei cedo pra correr na praia, queria gastar um pouco de energia.
Romina e a armadilha do desejo 16

No domingo, falei com meu pai, que me deu a notícia de que não poderia viajar, tinha problemas no trabalho e teve que suspender as férias. Senti um alívio enorme, Romi ficou de mau humor, disse que eu abusava babando pela mãe dela, que não era justo. A raiva dela tinha muito de brincadeira, me garantiu que a gente ia dar um jeito. Por outro lado, minha sogra ia ficar mais uma semana. então ele viria pra Gesell com a gente, isso nos deixava meio desconfortáveis, não sabíamos como lidar com a situação com o chefe.
Finalmente estávamos em Gesell, o chefe tava encantado com minha sogra e a Romi tava mais puta e ciumenta, o chefe mostrou o chalé pra gente e mandou a gente se acomodar, fomos todos juntos pra praia à tarde. Na praia ele não teve nenhum contato com a Romi, conversava animado com minha sogra, era óbvio que tava afim dela e tentava seduzir ela. A Romi, enquanto a gente tava na água, me enchia o saco dizendo que parecia que o chefetinho ia comer o que eu nem podia desejar. Dava pra ver que ela tava bem ciumenta. Na barraca, enquanto a gente tomava mate e o dia caía, o chefe sugeriu que a gente podia jantar todos juntos à noite no chalé dele, minha sogra ficou toda feliz e a Romi tava com cara de puta.

O chefe encomendou um jantar de luxo, as duas mulheres estavam lindas, a menina brincava na sala enquanto a gente conversava no jantar, o chefe o tempo todo elogiava minha sogra enquanto cuidava pra taça dela estar sempre cheia, a Romi tava bem desconfortável e ciumenta, o jantar foi normal, a Romi disse que ia deitar a menina, perguntei se ela queria que eu fizesse, ela pediu pra eu acompanhar ela. Depois de deitar a menina, a Romi fazia comentários, puta com a situação. Quando a gente entrou no chalé, o chefe dançava com a mãe da Romi, tinha colocado uma música suave e eles dançavam devagar, minha sogra, ao nos ver, se separou do chefe e disse que tava meio bêbada, que já era tarde e que tinha que se deitar, além de ir cuidar da netinha. O chefe acompanhou ela até a porta do nosso chalé. Quando ele voltou, a Romi olhava pra ele parada no meio da sala com cara de raiva, o chefe pegou uma taça da mesa e levantou brindando com a gente. A Romi continuava olhando pra ele com cara de puta, eu fiquei de pé calado sem dizer nada, o chefe diminuiu a distância até a Romi e parou na frente dela, ficaram parados frente a frente, ele O chefe olhava nos olhos dela, pegou ela pela mão e, num movimento rápido, sentou-se no sofá colocando a Romi no colo dele na posição de levar uma surra. Com a mão esquerda, apertava o pescoço dela contra o sofá, enquanto com a direita levantou o vestido dela e começou a apalpar a bunda dela devagar.

— Me solta...!!!, Filho da puta...!!! — o chefe deu um primeiro tapa bem forte numa das nádegas da Romi, que soltou um gemido.

— Ai...!!!, Tá doendo...!!! — ela começou a rebolar a bunda no ar, levando uma segunda palmada ainda mais forte, que arrancou um gemido mais alto ainda. Ele puxou a calcinha fio dental dela pro lado e começou a brincar com os dedinhos nos dois buraquinhos da Romi. O chefe falou:

— Acho que você precisa se ajeitar, garota...

— Mm..., mmm... — outro tapa sonoro estourou nas nádegas dela.

— Me perdoa...

— Pra eu te perdoar, amanhã depois do almoço você vai deixar sua mãe sozinha.

— Mas... — outro tapa caiu na bunda da Romi, que já tava cada vez mais quente.

— Eu vou visitar ela, e vou aproveitar bem aproveitado — Romi gemia cada vez mais enquanto o chefe brincava com os dedinhos. — Deve estar molhada, tanto tempo sem pica, essa bunda tão gostosa eu vou comer. Romi já não falava nada e teve um orgasmo que sacudiu ela toda.

— Hoje você vai ficar sem pica, tem que aprender o que é respeito. Se quiser que eu te perdoe, já sabe o que tem que fazer amanhã. Senão, vou comer sua mãe do mesmo jeito, mas outra hora. Dá pra ver que ela tá afim de ficar com outro homem... quer experimentar outras coisas... dá pra notar. — Romi continuava gemendo, agora mais alto, enquanto o chefe falava e dedava ela. — Tô achando que essa bunda deve estar virgem.

— Ahhh...!!!, Seu filho da puta...!!!, Você vai comer ela...?

— Claro..., ela tá morrendo de vontade. — Ele abaixou o vestido da Romi e mandou ela levantar. Nos indicou o caminho até a porta, deu um beijo nela na saída enquanto apertava a bunda dela.

— Você não precisa... Ser ciumenta, tem que compartilhar. Aprende com teu marido - e dei mais um tapa na bunda dela, nos mandando pra fora do apartamento, ouvimos a risada dela quando fechava a porta.

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Antes de dormir, Romi ficou só de fio dental, colocou o travesseiro por baixo e, deitada de bruços, começou a se masturbar. Me disse pra me segurar e que eu não podia bater punheta, ela pareceu ficar mais calma e acabou dormindo. De manhã, quando acordamos, mesmo sem saber muito bem como tocar no assunto, falei que queria ficar escondido vendo o que rolava com o chefe e a mãe dela, pra poder contar depois. Tava com medo da reação da Romi. Ela sorriu e me chamou de tarado, disse que tudo bem, mas que se me desse essa permissão, eu ia ficar devendo pra ela por um tempão. Meu corpo tava tremendo.
- Cê sabe que eu cobro tudo que me devem... e vai te sair muuuuito caro...
- E o que você vai me cobrar?
- Não seja bobinho... já vou pensar em algo... você vai satisfazer até o menor dos meus caprichos de agora em diante... quer ver como comem a mamãe...? se ela deixar...
- Sim.
- Então arruma um lugar pra se esconder e depois me conta o que aconteceu.
Durante a manhã, tudo foi normal, fomos pra praia onde o chefe falava o tempo todo com minha sogra, voltamos pra casa pra almoçar. Eu tinha preparado um quartinho pequeno que dava uma visão panorâmica da sala e da cozinha, parecia um lugar feito pra espiar, tava mais nervoso do que nunca. Depois de comer, minha mulher disse pra mãe que a gente ia sair com a menina e que umas 18 horas voltava, minha sogra falou que ia aproveitar pra descansar. Romi me mandou me esconder e saiu com a menina, ia passar na casa do chefe pra avisar que o caminho tava livre. Daí a pouco bateram na porta, minha sogra saiu da cozinha onde tava terminando de lavar a louça e foi abrir, o chefe se anunciou e minha sogra perguntou o que ele queria, ele respondeu. comentei que só queria bater um papo, minha sogra abriu a porta meio desconfiada, o chefe deu um beijo na bochecha dela segurando na cintura. Minha sogra foi pra cozinha continuar lavando a louça. O chefe ficou parado na entrada, encostado na parede, olhando pra ela.
— Fazia muito tempo que não conhecia uma mulher tão gostosa.
— Bom, agradeço o elogio, mas te lembro que sou uma mulher casada.
— E gostosa, muito gostosa — disse o chefe, começando a se aproximar devagar enquanto ela continuava com os pratos. Ele apoiou as duas mãos dos lados da minha sogra, prendendo ela contra a pia de leve, enquanto beijava o pescoço dela. Minha sogra se virou e deu um empurrão nele, que o jogou contra a mesa.
— Acho que a gente tem que parar por aqui.
O chefe soltou o pau da sunga, mostrando pra ela.
— Olha como você me deixa.
Minha sogra tentou sair em direção à sala, mas o chefe pegou ela pelo braço, puxou pra perto e a beijou, apertando ela pra sentir o membro dele que ainda estava pra fora da sunga. Minha sogra abriu a boca e correspondeu ao beijo. O chefe pegou a mão dela e levou até o pau dele. Se beijaram por um tempo e, segurando na cintura, sentou ela na mesa da cozinha, puxou a sunga dela pro lado e foi enfiando devagar. Minha sogra parecia fora de si.
— Isso não tá certo...!!! Nunca traí meu marido...!!! — e começou a gemer cada vez mais loucamente enquanto o chefe tinha descido a sunga inteira, soltando os peitos dela, que ele chupava com gosto. — Não tá certo...!!!
— Mas você gosta, hein, puta?
— Não fala assim comigo... pelo amor... — O chefe tirou ela da mesa, deixando ela em pé na frente dele, arrancou praticamente a sunga dela e virou ela, apoiando contra a mesa. Ajoelhou entre as pernas dela e começou a chupar a buceta dela. Minha sogra tava adorando, gemia cada vez mais alto. Depois, o chefe começou a chupar o cu dela, tirava a cabeça de vez em quando e falava com ela.
— Que lindo. — Bunda, hein... Sabe como vou encher ela de porra?
— Não, o cu não... Nunca fizeram isso comigo... Vai doer...
— Se você fala que vai doer é porque sabe que vou meter — disse o chefe, se levantou, pegou a garrafa de óleo e começou a lubrificar a bunda da minha sogra.
— Se doer, para...
— Sim... Fica tranquila — disse ele sorrindo, se posicionou atrás dela e primeiro só encostou um pouco, pegou minha sogra pelo cabelo, virou ela e deu um beijo profundo na boca, com a mão esquerda ajustou o pau e bem devagar penetrou ela, ficou parado enquanto a beijava, minha sogra não se mexia. O chefe ficou um tempão sem se mover, esperando ela se acostumar.
— Que apertadinho que é... Seu marido nunca fez isso com você?
— Não...
— Que otário!!! — e na hora enfiou um pouco mais, ficando parado, minha sogra tentava se escapar pra frente.
— Que rabo lindo, é tão gostoso quanto o da sua filha. — minha sogra virou o rosto, olhando pra ele arregalada.
— Tem mais alguma bunda linda dessas na família que eu possa comer? — nessa hora ele começou a bombar bem forte, minha sogra tava com um tesão que nunca teve, o comentário da Romi deixou ela ainda mais molhada, ela gemia e pedia mais.
— É um segredinho o da sua filha... Não conta pra ninguém... Viu o que você tava perdendo?
— Sim, adoro... Mete forte... Que estranho que eu sinto... Mas tô gostando...
— Imagina com a tripa cheia da minha porra...
— Não fala assim comigo...
— Como você quer que eu fale se você tá na mesa que nem uma puta com meu pau enfiado no seu cu?
Minha sogra começou a ter um orgasmo muito forte, se mexia e empurrava a bunda mais pra trás, o chefe parou e ficou dando beijinhos doces, tentando prolongar o máximo possível o momento.
— Quer sentir minha porra?
— Sim!!! Me dá!!! — o chefe bombou até enfiar bem fundo e gozar enquanto minha sogra, fascinada, dizia que amava o que ele tava fazendo. Ficaram um tempão até que a pica do chefe saiu sozinha. Ele saiu de cima dela e a acariciou por um bom tempo enquanto a beijava.
- Isso vai ser só o começo, eu adoro sexo anal e sua bunda tá pedindo pra ser saboreada.
- Não me trata assim, não sou um cu. - O chefe não disse mais nada e saiu, deixando minha sogra pelada na cozinha, com cara de raiva.

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Durante o tempo que minha sogra ficou conosco nas férias, três vezes ela saiu de noite, supostamente pra dar uma volta, mas a gente sabia que, mesmo se fazendo de ofendida pelo tratamento do chefe, ela tinha adorado como ele a tratou e voltava sempre que podia pra receber mais. Romi me fez contar com todos os detalhes o que tinha rolado com a mãe dela e tava meio ansiosa pro chefe dar uma pica pra ela também, assim ela me mostrava, me deixando com tesão. A mãe dela finalmente foi embora, levou o carro dela, então ficamos a pé. A rodoviária era perto de casa, minha sogra tinha levado a menina porque iam continuar as férias com meu sogro em outro ponto da costa e ficariam mais tempo que a gente. Voltamos pros chalés andando e o chefe pegou Romi pela cintura, acariciando a bunda dela, puxava a fio dental pro lado e brincava com o dedinho no cu dela diretamente, falando alto.
- Agora que saboreei bem o cu da mãe e que ela tá louca por mais... vou voltar a comer o da filha...
- Que nojento você é...!
- Não se faz de santinha, sua putinha, deixando apalpar o cu em plena luz do dia na rua, não tem vergonha? - e virando a cabeça, beijou ela enquanto continuava a passar a mão na bunda dela e enfiava o dedinho.
- Essa noite vou te levar pra dançar, vou te apresentar a um amigo que é dono do lugar, você vai ver como vai se divertir.
Entramos no nosso chalé e o chefe entrou com a gente, me mandou buscar algo pra beber, quando voltei, Romi já estava... De joelhos na frente do chefe, chupando ele.
— Como eu gosto da bunda da sua mãe, ela é mais apertadinha que a sua... e bem carnuda... — Romi ia tirar a rola da boca, mas o chefe apertou ela contra ele — falei que também vou arrebentar seu cu, quem sabe um dia eu junto as duas... — Romi estava com o olhar desvairado. O chefe empurrou ela contra o sofá, puxou a tanga dela pro lado e meteu seco no cu dela. Romi soltou um gritinho.
— Cê gosta, vagabunda?
— Sim, chefe, adoro... tava com saudade da sua rola no cu... e do punheteiro olhando como você me arrebenta... — Romi virou a cabeça pra me ver — Cê gosta de ver como eu sou comida...? Pede pro chefe meter bem forte... sem piedade... me encher de leite pra você... vamos...
— Chefe, pega ela com força, arrebenta bem a bunda dessa vagabunda e deixa ela cheia de porra. — O chefe sorriu e começou a meter forte em Romi, ficou comendo ela por um tempão sem parar. Romi gemia e se contorcia, até que o chefe se tensionou e enfiou tudo até o fundo.
— Vem tomar a porra, infeliz... saboreia o sêmen que seu chefe deixou no meu cu... viado... maricona... punheteiro olheiro... me limpa bem com essa língua de chupadora... — Eu me ajoelhei atrás de Romi e comecei a passar a língua por toda a bunda dela, tentando enfiar o mais fundo possível. O chefe disse que a gente precisava de privacidade e saiu do chalé.
— Continua assim... me limpa bem... tá gostoso...? Não tem vergonha...? Você vai usar minhas calcinhas de novo quando eu tirar elas... tá claro...? — Parei de chupar e falei que sim. — E vamos arrumar alguém pra arrebentar seu cu... que arrebente o cu dos dois... quero ver como te comem com a tanga vestida... pena que o chefe não curte bundas de homem... que tal hoje à noite... na balada...
— Não, por favor.
— Adoro ouvir você dizer por favor... e o que me oferece em troca...? Acho que não tem nada interessante pra oferecer...
— O que você quiser, mas o cu eu não quero. — Quem vai decidir isso sou eu... dependendo de como você se comportar, a gente vê... — ele se levantou e me deu um beijo — vou tomar um banho, prepara a comida.

À noite, Romi vestiu um vestido preto curtinho sem sutiã e de fio dental, e me deu uma calcinha dela para eu vestir. O chefe tocou a campainha e gritou que a gente esperava no carro. Romi sentou do lado dele e eu atrás. Ele pegou a mão de Romi e levou até o pau dele. — Acaricia devagarzinho. O chefe me olhou pelo espelho e sorriu.

— Que férias gostosas, hein, amigo? — eu não respondi nada.

Quando entramos no baile, sentamos os três no balcão, Romi olhando para a pista e o chefe para o bar, eu do lado dele. O chefe começou a passar a mão entre as pernas de Romi, bem na vista de todo mundo.

— Abre bem as pernas e me fala se alguém tá te olhando.
— Tem vários olhando... mas um mais insistente que os outros...
— Quero que você levante esse cara, vai até o banheiro e seduz ele, leva pra um reservado e chupa o pau dele, tira a porra dele, guarda na boquinha e vem dar um beijo no seu maridinho. — Ele me olhou de novo com um sorriso. Romi se levantou e caminhou sensual até o banheiro. — Segue ela, se quiser, não perde os detalhes.

Romi passou do lado do cara sorrindo pra ele, foi por um corredor até o banheiro, e o cara se posicionou no corredor na saída dos banheiros. Quando Romi saiu, ele pegou ela pelo braço e puxou pra perto, Romi abriu a boca e beijou ele, pegou na mão dele e levou pros reservados. Eu segui de longe. O cara começou a passar a mão nela por todo lado, Romi se ajoelhou entre as pernas dele, soltou o pau e começou a chupar, subindo e descendo. O cara colocou uma mão na cabeça de Romi, pegou o cabelo dela num punhado e começou a guiar o movimento. Ficaram um tempão assim. Eu me afastei e voltei pro chefe, sabendo que não faltava muito pro final.

— Como foi sua mulher? — o chefe falou de novo, sorrindo. Daí a pouco, Romi apareceu andando. Cadenciosamente, me deu um beijo na boca e passou um esperma bem grosso e azedo.
- Que fofos, quanto amor. Que sorte que você tem – disse o chefe, voltando a sorrir.

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