Romina e a Armadilha do Desejo 7
Eu tava morrendo de vontade de chegar em casa depois do rolê no escritório, tava doido pra Romi pelo menos me masturbar. Entrei em casa, a menina tava na sala de jantar e a Romi na cozinha, ela tava de roupão e salto agulha. Ela abriu o roupão e começou a acariciar os peitos, tava de meia-liga e a calcinha fio dental do conjunto sem sutiã.
— Gostou do de hoje...?
— Sim...
— Ficou todo excitado...?, disse ela tirando o roupão e começando a lavar a louça. Tava de saltinho, a bunda tava mais gostosa do que nunca, fui me aproximando dela.
— Fica aí onde você tá..., você só pode me olhar..., e se eu quiser, eu vou te tocar..., você gosta de ser corno...?
— Sim...
— Mas..., tanto assim????, — e ela riu — vai pro banheiro que vou ser boazinha e vou tirar essa sua tesão. — Entrei no banheiro e me despi. Na hora a Romi entrou.
— Que bom que você já se pelou, assim não perco tempo com punheteiros..., — e riu de novo. — Vou te aliviar agora não porque sou boazinha..., na real tô com vontade de dar pra você à noite..., e se eu não tirar essa sua porra..., — ela me rodeou por trás, me abraçando e me colocou perto da banheira, apontando meu pau pra ela. Com a mão esquerda começou a acariciar minhas bolas. E com a direita a brincar com meu pau.
— Que duro que tá..., você tava assim durinho enquanto tomava a porra do seu chefe da minha buceta... — meu pau deu um pulinho — Como ele se anima, responde por você..., — a mão esquerda dela parou de acariciar minhas bolas e foi pro meu cu, separou minhas nádegas e os dedos começaram a sondar meu cu. A mão direita começou a me masturbar mais rápido enquanto com o dedo indicador da outra mão ela me comia o cu.
— Vou ter que te humilhar cada dia mais..., Até onde vou ter que chegar...?, você me disse que seu pai era um senhor atraente..., não é??? — meu pau cuspiu porra pra todo lado. Romi ria enquanto apertava meu pau com força e me comia o cu com o dedo.
— É brincadeira a do seu pai... mas quem sabe né...? – e meu pau deu outra cabeçada. Romi se virou e saiu do banheiro dizendo:
– Vou preparar o mate..., limpa tudo.
Enquanto tomávamos mate, ela me perguntou, já mais calmos, pra contar algo da minha família.
Contei umas poucas coisas da minha mãe, da minha irmã, dos amantes delas e do meu pai, que era um cara de mau humor, bem durão e complicado. Que quando soube que o porteiro tinha transado com a minha mãe, falou calmamente com ele, sem nem levantar a voz, e o porteiro ficou tão assustado depois de conversar com ele que nem aparecia mais no prédio. Que ninguém sabia em que negócios ele tava metido e outras coisas. A maioria das coisas que eu sabia dele era por comentários, alguns diziam que ele era meio mafioso e tal.
Ela tomava o mate e me olhou nos olhos.
– Um dia eu queria conhecer ele..., – disse com voz de putinha. Meu pau reagiu um pouco e tentei disfarçar. Romi continuou com a voz de putinha.
– Ia ter que conhecer a neta..., né???. E a nora..., o que ela vai achar. – me aproximei, beijei ela e a levei pro quarto. A neném tava dormindo. Joguei ela na cama e comecei a meter.
– Que tesuda você tá, meu amor..., gosto quando você fica assim..., – enfiei bem fundo.
– Nem fode com a história do meu pai, a gente tá brigado e não quero que você toque no assunto nem de brincadeira.
– Tá bom..., será que ele vai gostar da minha bunda...?
meti mais forte e gozei na hora. Romi tava com uma cara de perversa que eu nunca tinha visto.
– É uma brincadeirinha, meu amor..., não seja bobo...
Já mais calmo, falei que não gostava, que já tinha sido traumático o bastante tudo que passei. Romi deitou no meu peito, envolveu meu pau com a mão e começou a acariciar de leve minhas bolas e o pau. Me beijou um tempão e depois falou no meu ouvido.
– Não seja bobinho, meu amor..., – apertou meu pau com força – É que você descreve seu pai de um jeito..., que dá vontade na gente conhecê-lo... -meu pau começou a crescer na mão da Romi. - Ai..., love!!!, de novo reage..., parece que nunca entra em acordo com você. E você sabe quem eu obedeço...
minha cara era da maior seriedade possível. Romi mudou de assunto e disse que no sábado não ia pra festa nenhuma, que não gostava que pensassem que podiam mandar nela, e que não, uma coisa era ela estar com tesão e provocar situações, outra era os caras acharem que podiam organizar a vida dela. Me beijou por mais um tempão, levantou pra ver a menina, eu fui tomar um banho. Jantamos bem tranquilos os dois e dormimos bem abraçados. Pensava na minha família e senti uma onda de medo. Lembrei do meu pai, como sempre me desacreditou e me considerou um pobre idiota, talvez ele tivesse razão, eu não era nada. Meu pai era um grande senhor, a maioria tinha medo dele, alguns o respeitavam. Nem pensava na situação de ele conhecer a Romi, sempre fui um putero, e sabendo que ele sempre gostou de me humilhar, preferia nem pensar. Naquela noite tive vários pesadelos. Romina parecia ter cada vez menos limites, na real os dois estavam totalmente fora de controle.
Romina e a armadilha do desejo 8
Passou o lance dessa última conversa e a atitude da Romi mudou completamente, ela mudou o jeito de se vestir, não usava mais tangas nem calcinhas fio dental, e em quase 20 dias que se passaram, não apareceu em nenhum momento no escritório. Não tinha nenhum tipo de flerte com ninguém e a relação entre nós foi perdendo aquela paixão do que era mórbido e perverso que a gente fazia. Uma noite na cama perguntei o que tava rolando com ela e ela disse que da última vez que a gente tinha conversado, a gente tinha ido longe demais e que com certeza eu preferia não continuar brincando porque a gente ia sair machucado. Sabia muito bem do que tava falando e minha voz travou, não sabia o que dizer, ela tinha me arrastado pro centro do conflito e eu não sabia como encarar.
-Vamos dormir melhor, love, que amanhã você tem que Trabalhar. Fomos dormir e percebi que queria continuar o jogo, que a Romi era minha paixão e, ao mesmo tempo, era óbvio pra mim que seria minha perdição, mas esse era o jogo e eu não podia desistir dele. Liguei pra ela do trabalho em casa, dizendo que queria vê-la elegante de novo, que ela quem mandava. Senti mais uma vez aquele sorriso perverso dela voltando de algum lugar, me garantindo que me esperava à tarde. Entrei em casa e a encontrei vestida com o conjunto de meia-liga, a calcinha fio dental combinando e os saltos altos.
— Oi, amor... a neném tá dormindo... vem tomar um mate... — fui pra cozinha, nos beijamos e nos acariciamos por um bom tempo. Romi falou:
— Love... quero que você ligue pros seus pais... — meu rosto foi se transformando — Você me contou que brigou feio com seu pai e que ele te ofendeu... você vai ligar pra ele... — disse me olhando nos olhos — e vai contar que tá casado... que tem uma filha... que quer que elas conheçam eles... e também... que quer se desculpar...
— Mas love... meu pai foi quem me desrespeitou. Ela se aproximou e apertou minha pica —
— Isso não importa... você vai pedir desculpas... e vai levar sua esposa pra ele conhecer...
— O que você mandar...
— Assim tá melhor... — ela se ajoelhou na minha frente e, liberando meu pau, começou a chupar devagar, parando de vez em quando.
— Vê se a gente pode ir esse fim de semana comer um churrasco... adoro carne... espero que seu pai goste... — ela me chupou de novo até eu gozar na boca dela. Ela se levantou e me beijou, passando o resto da minha porra pra mim.
— Liga agora.
Peguei o telefone e disquei o número da casa dos meus pais. Minha mãe atendeu, ficou feliz em me ouvir. Contei que tava junto, que tinha uma filha, que queria que eles conhecessem. Ela garantiu que falaria com meu pai e, depois de um tempo, eles me ligaram. Passei o telefone pra ela e desliguei.
— Muito bem... meu punheteiro... muito bem... — disse Romi e foi pro quarto ver a neném.
Pouco depois, meu pai ligou. Mãe dizendo que meu pai estava encantado, que nos esperavam no sábado à noite. Chegou o sábado.
Romi tomou banho primeiro, entrei no banho e ela foi se trocar. Quando ela veio ao banheiro se maquiar, me espiei pra olhar ela e quase morri, ela estava com o vestido vermelho transparente, uma calcinha muito parecida com a vermelha que tinham rasgado, não tinha sutiã, me olhou e sorriu, percebeu a dureza da minha ereção.
— Ai... love, não fala nada... — veio até o chuveiro e pegou no meu pau — vou te fazer uma punheta pra você ficar mais calminho, não seria legal sua mãe te ver de pau duro o tempo todo... e começou a me masturbar me olhando e sorrindo.
— Tô gostosa, né? Quero que seu pai me veja bem a bunda... quero ele excitado... — comecei a gozar em jorros. Romi riu e terminou de se maquiar no quarto. Coloquei a cueca e fui pro quarto me trocar. Quando entrei, Romi estava sentada na cama, me indicou o lado dela pra olhar, tinha uma fio dental branca.
— Que foi, love?
— É a fio dental que tirei... quero que você vista ela... assim, se você quer se fazer de machão... vai pensar duas vezes... se seu pai te trata de viadinho... alguma razão ele tem... — ela se levantou e saiu do quarto — coloquei e me senti excitado com toda a situação, primeiro cheirei a fio dental dela e me deixou muito tesudo. Ela veio me ver e sorriu.
— Que bunda linda você tem... espero que te ajude a se situar... a fio dental... corno punheteiro... — e saiu de novo.
Durante toda a viagem no carro, eu tava muito excitado, não conseguia evitar. Quando chegamos na casa, Romi entrou com a menina, minha mãe olhou pra ela, beijou e abraçou, meu pai estava acendendo o fogo. Fui com Romi do meu lado e a menina no colo pra apresentar. Quando meu pai nos viu chegando, ficou pasmo, olhou pra Romi e notei uma faísca.
— Te parabenizo, filho, você tem uma mulher muito gostosa.
— Obrigada — disse Romi. Já vejo de quem seu filho herdou a beleza.
Conversaram um pouco e Romi falou no meu ouvido e disse pra eu ir pro jardim e ver se meu pai Ele ficou olhando pra bunda dela enquanto ela se afastava. Ouvi a Romi dizer que ia ver se a mãe precisava de alguma coisa e, quando olhei pros olhos do meu pai, eles estavam cravados na bunda da Romi, sem nenhum disfarce, ele nem olhou pra ver onde eu tava ou se eu tava olhando pra lá.
Fui pra cozinha e a Romi me olhou sorrindo.
— Senti um calor na buceta quando vinha pra cozinha... — e sorriu.
Durante o jantar, conversamos normalmente, fiquei sabendo que minha irmã tinha casado com o Juan e que estavam morando em Córdoba, minha mãe ia na outra semana visitar eles. Num momento, no fim do jantar, meu pai me olhou e disse que a gente precisava conversar, que eu devia um pedido de desculpas. Romi me olhou e, enfiando a mão por baixo da calça, prendeu os dedos no elástico da calcinha fio dental. Claro que eu respondi.
— Vamos pro meu escritório — disse meu pai. Romi falou que ia levar uns cafés pra gente.
Quando entrei, vi a mesa grande oval, meu pai sentou numa ponta e mandou eu sentar na outra. Daí a pouco, Romi entrou com os cafés, me serviu um, colocou duas colheradas de açúcar e mexeu. Foi até meu pai e ficou do lado direito dele, com a bunda roçando o ombro dele. Notei que a mão dele se mexia pra baixo da mesa e vi a Romi largar a xícara e se apoiar na mesa, as pernas dela se afastaram um pouco. Baixei o olhar, olhei de novo e dessa vez pro rosto da Romi, que tava mordendo o lábio inferior. Depois vi as mãos dela com um movimento suave mas firme, como se o corpo dela subisse e descesse de leve. Aí vi a mão do meu pai aparecer e ele levar os dedos à boca. Romi falou com a voz trêmula, dizendo que ia deixar a gente a sós. Enquanto ela saía, e pra ela ouvir, falei pro meu pai que queria pedir desculpas pela má educação que eu tinha tido.
Romina e a Armadilha do Desejo 9
Passaram umas duas semanas, as festas já tavam perto. Romi queria passar o Natal na casa dos pais dela e o Ano Novo na dos meus. Eu tinha falado com minha mãe e iam vir de Córdoba, minha irmã, com o Juan, a... marido. A situação tava insuportável pra mim, Juan, aquele que tinha comido minha mãe e minha irmã, ele sozinho, com o pai dele, com amigos. Era demais. Obviamente, eu me sentia muito mal com isso. Passaram uns dois dias sem a gente falar sobre o assunto. Romi tinha me evitado sexualmente, dizia que tava cansada, mas ao mesmo tempo se vestia sensual como sempre e agia de forma provocante.
No terceiro dia, ela me esperava vestida com uma calcinha fio dental e uma regatinha curta, o chimarrão pronto, me beijou e acariciou, me esquentando na hora. Ela se ajoelhou, soltou meu pau e chupou ele um pouquinho. Levantou e, sentando, continuou com o chimarrão.
— Por que você não quer passar o Ano Novo na casa dos seus pais? — atacou direto.
— Ahh..., sei lá..., que eu saiba...
— Alguma coisa estranha tá rolando..., né? — ela se ajoelhou na minha frente de novo, tirou meu pau da calça e passou a língua na cabeça, mas só isso. — Nosso amigo aqui me diz que tem algo errado..., tá bem durinho..., igual quando tá muito excitado..., o que foi, amiguinho? — falou, dando uma lambida no meu pau e como se tivesse conversando com ele.
— Bom..., na verdade, minha irmã vai vir.
— Adoraria conhecer ela — disse enquanto me dava outra lambida lenta, percorrendo meu pau. Eu não aguentava mais de tesão.
— Bom, o marido, Juan..., era ele que fazia a festa com ela, com minha mãe e todas as outras coisas que rolavam.
— E..., você tem medo que ele coma a putinha? — eu não respondi.
— Ah... amor, se você não quer mais brincar, sem problemas..., eu vou me vestir com a roupinha de antes..., mais tranquila e a gente acaba o joguinho... — ela se levantou e me serviu outro chimarrão. Disse que ia pro jardim trabalhar com as plantas. De noite, deitou de calcinha fio dental, com a bunda bem oferecida pro meu lado. Quando eu acariciei ela, disse que tava cansada.
— Por favor, amor... — falei. Ela virou e me olhou nos olhos.
— Resolve pra passar a festa na casa dos teus pais..., senão amanhã mesmo o jogo acabou..., além disso, vai saber se eu vou agradar Esse Juan... deve ter comido um monte de putinhas...
Obviamente não consegui dormir, não queria voltar atrás nos nossos jogos, mas a simples ideia de vê-la com Juan doía pra caralho, mas tenho que admitir que também me excitava.
Voltei do trabalho no dia seguinte com um buquê de flores, Romi me olhou com um sorriso, sabia que tinha vencido de novo.
— Que vestidinho eu vou vestir... vamos escolher... — fomos pro quarto e ela começou a provar várias combinações, no fim escolheu o vermelho com uma tanga preta, pensei que era demais.
Finalmente chegou o dia da festa. Romi estava pronta e veio me ver no banheiro, enquanto eu tomava banho. Meu pau reagiu na hora. Romi pegou ele e começou a me punhetar.
— Vou aliviar um pouco essa sua tesão... senão... — e me masturbou até eu gozar, apertando forte quando eu jorrava, depois me beijou e mandou eu me apressar.
Fomos com a menina e ela no carro. Quando chegamos, meu pai pegou ela pela cintura e beijou sua bochecha bem perto dos lábios. Minha irmã estava grávida de oito meses, Juan estava mais velho, vi de novo a tatuagem da faca no braço dele e vieram imagens do passado à minha mente. Olhei pra Romi e me parabenizei.
— Que pedaço de mulher, irmão... — durante o jantar inteiro, Juan ficou de olho nos movimentos de Romi, fazendo comentários e piadas com ela. Num momento, a menina estava cansada e Romi perguntou onde podia deitá-la, minha mãe sugeriu que o quarto da minha irmã estava vago, Juan se ofereceu pra acompanhá-la pra mostrar e pegou a menina no colo, embalando-a. Eu me esgueirei como pude pra cima e tentei me esconder, o único lugar que encontrei foi debaixo da cama. Entraram no quarto e ouvi quando Juan colocou a menina na cama.
— A menina ficou bonitinha.
— Obrigada...
— Se sair putinha como a mãe...
— O que você tá dizendo, qual é o seu problema!!! — disse Romi irritada
— Me escuta... você vem com esse vestidinho, com essa tanga, e vai se fazer de difícil — imaginei que ele tinha agarrado o braço dela, puxando-a. — Me solta, que a menina tá dormindo...!!
— Cê tá com vontade de levar uma foda, não é...? Romi deu um empurrão no peito dele e foi em direção à porta. Juan segurou ela pelo braço e puxou pra perto, Romi resistiu um pouco, mas logo já estavam se beijando e o cara apalpava ela à vontade.
— Que bunda gostosa você tem, garota... vai adorar sentir o meu amigo te enterrando... – e eu percebi que ela levou a mão até o pau dele.
— Hmmm... sei não...
— Vai, putinha, ajoelha e cumprimenta ele, não temos muito tempo... – Romi se ajoelhou e eu imaginei que tava chupando ele.
— Cê gosta... já comi sua sogra e sua cunhada... só falta você agora...
— Mas não temos tempo agora... por que não vem amanhã em casa...?
— E seu marido...?
— Ele gosta de olhar quando me comem... – senti o grunhido do Juan gozando com o que Romi disse – Vou falar com meu marido... quer...?
— O que cê vai falar, putinha...?
— Pra ele te perguntar se pode vir em casa... tem uma mancha de umidade na parede... me disseram que você era pedreiro... – Juan sorriu com ironia.
— E ele vai ficar olhando a gente trepar...?
— Se quiser, claro...
— Fala pra ele me convidar...
Juan saiu do quarto, eu saí de debaixo da cama, Romi tinha restos de porra na boca, me beijou, um beijo bem longo...
— Vai sentindo o gostinho... já ouviu – e apertou meu pau antes de sair do quarto.
— Quando desci, falei pra minha irmã se podia pegar o Juan emprestado um tempinho, amanhã à tarde quando terminássemos de comemorar, pra ele ver uma mancha de umidade na parede. Naquela noite ficamos pra dormir na casa dos meus pais, Romi me disse.
— Que pena, queria ter terminado o ano fodendo...
— Então vamos aproveitar.
— Cê tem que guardar sua porra pra amanhã – ela disse e me beijou.
Romina e a Armadilha do Desejo 10
A gente tava quase dormindo quando ouvimos uma batida leve na porta. Senti a voz do meu pai falando baixinho.
— Abre, putinha... quero terminar o ano trepando... – Romi calçou os saltos e foi só de fio dental. em direção à porta. Ela abriu e meu pai entrou na hora.
—Eu tô com a mesma vontade... de terminar a foda... — começaram a se beijar, mordendo as bocas um do outro, a menina dormia no quarto ao lado.
—Que arriscado... e se sua mulher acordar e não te encontrar?
—Que importa, garota... — e as mãos dele percorriam toda a bunda da Romi. Romi virou a cabeça na direção da cama e me olhou com cara de puta.
—Levanta... que a gente tem que usar ela... — e enquanto se abraçavam, caíram na cama.
—Que sorte que alguém se lembra de me comer... — dizia Romi enquanto meu pai puxava a tanga pro lado e metia com tudo.
—Cê gosta, meu amor... como a gente termina o ano...? Chega aqui pra me beijar... e bate uma devagar... coloca minha tanga... — eu fiz isso, meu pai me olhou com um sorriso.
—Ela tem uma bunda gostosa, né...? — disse Romi. Meu pai começou a bombar ela cada vez mais forte.
—Que grossa que cê tem... não quer leite no meu peito...? ainda sai um pouco... — meu pai começou a chupar os peitos dela com gosto.
—Que delícia... se você fosse minha mulher...
—E... o que eu sou...? não sou sua fêmea...?
—Tô falando se fosse só minha...
—E... me faz tua...
—E como eu faço, se você já tá com o infeliz do seu marido.
—Bom, eu amo ele... mas se eu quiser, ele não me toca mais... — meu pai não aguentou mais e encheu a buceta dela de porra. Mordeu os peitos dela de novo e saiu na hora do quarto. Fui direto pra buceta da Romi, ela segurou minha cabeça com força e me esfregava na pussy.
—E como eu faria pra te tirar dele? — falei levantando a cabeça só um momento.
—Ué... se eu parar de me cuidar... — meu pau explodiu assim mesmo contra os lençóis e Romi teve outro orgasmo. A gente dormiu, fomos acordados pelas batidas na porta, era hora do almoço, a menina tinha ficado com a mamãe, as duas bem felizes.
Durante todo o almoço, os olhares do Juan saboreavam a bunda da Romi de antemão e ele ainda me olhava, eu não entendia nada. Tinha comido muitas gostosas. nunca tinha acontecido algo assim comigo, acho que eu já tava gostando de antemão. Num momento em que nós três tava junto, o Juan falou pra gente.
- Pensando na foda que vou te dar hoje, vocês não sabem a foda que eu dei na grávidinha...
- Você vai ficar sem gozar..., a Romi falou como se fosse a coisa mais normal.
- Fica tranquila que aquele rabo divino que você tem eu vou deixar bem cheio.
Finalmente fomos no carro, passamos um minuto na casa dos pais da Romi, ela teve a ideia de que era bom a menina ficar um tempo com os outros avós. Quando ela subiu no carro e eu arranquei, ela passou pro banco de trás, começaram a se pegar. A Romi soltou a rola dele e chupou um pouco, depois se ajeitou e, puxando a calcinha fio dental pro lado, enfiou no cuzinho dela. O Juan mordia os peitos dela, eu via a bunda da Romi pelo retrovisor com o vestido vestido e a calcinha puxada pro lado.
- Tá gostando de olhar, cunhado...?
- Sim.
- Que sorte a nossa..., né?
Chegamos em casa e a Romi se arrumou e entrou. O Juan ficou comigo esperando eu fechar o carro e me olhava.
- Não te entendo, sabe que não te entendo. – eu só baixei a cabeça e entramos. A Romi tava apoiada na mesa com os saltos altos, a bunda oferecida com a calcinha puxada pro lado e o vidrinho de óleo do lado do rabo dela. O Juan sorriu ao ver ela. Me olhou e falou.
- Que família política mais maravilhosa eu arrumei..., se meu pai tivesse aqui... – ele colocou as mãos nas laterais do corpo da Romi e foi mordendo e chupando o pescoço e as costas dela, depois desceu pelas costas e se demorou mordendo e chupando a bunda dela, aí se pelou. E me deu um saquinho, daqueles que ele usava com a minha mãe, coloca numa cerveja e traz. Servi dois copos pra eles que brindaram.
- O que você colocou...?, a Romi falou.
Como resposta, ele deu um tapa na bunda dela, eu lembrava a sensação de quando tinha tomado daquela mistura. Tava totalmente louco. O Juan começou a dar tapas na bunda da Romi, que rebolava pedindo mais.
- Que gostosa..., me dá duro..., enfia de uma vez sem lubrificar..., quero teu pau já...!!! –Juan sorriu e enfiou, Romi estava transtornada.
–Sim... duro..., arrebenta bem..., filho da puta..., me dá bem duro..., não tem nenhum amigo pra trazer...? –Romi estava totalmente louca, nem me notava mais.
–Juan sorrindo disse que sim, que eu ia buscar ele...
–Anda, infeliz, o que tá esperando...!!! –Juan se separou de Romi e me deu um endereço, por sorte ou não, não sei, não era longe.
–É o Sebastián, um amigo. Ia passar pra vê-lo, diz que surgiu uma festa, pra ele vir.
Quando voltei, Romi estava sentada em Juan com o pau todo enterrado no cu,
–Vem chupar minha buceta, infeliz...!!! –o amigo de Juan começou a se despir, se aproximou de Romi, que engoliu o pau desesperada. Esse cara também tomou cerveja e me fez correr, e enfiou em Romi. Ela tava cada vez mais louca. Pedia pra arrebentarem ela toda.
Juan puxava o cabelo dela e o cara mordia os peitos dela. Comeram ela por um tempão e gozaram os dois ao mesmo tempo dentro de Romi, que ficou como desmaiada. Primeiro, Sebastián saiu. Romi se levantou, e Juan também, que a fez ajoelhar e deram os paus pra ela limpar, e assim ajoelhada como estava, começaram a mijar nela. Romi abria a boca querendo engolir. Depois se vestiram e foram embora. Romi deitou na cama e dormiu. Tava mais relaxada do que nunca. Me despi, ainda tinha a calcinha fio dental que tinha colocado na noite anterior, baixei só um pouco e enfiei o pau no cu dela, que entrou fácil. Senti a porra do Juan lubrificando bem. Levantei e fui tomar um gole de cerveja, voltei pro quarto e enfiei de novo, agarrei ela pelo cabelo e enquanto arrebentava o cu dela, xingava e mordia o pescoço. Romi, inconsciente, pedia mais o tempo todo. Finalmente me contraí e deixei minha descarga no fundo do cu dela. Bom ano, pensei, e caí no sono ao lado dela.
Eu tava morrendo de vontade de chegar em casa depois do rolê no escritório, tava doido pra Romi pelo menos me masturbar. Entrei em casa, a menina tava na sala de jantar e a Romi na cozinha, ela tava de roupão e salto agulha. Ela abriu o roupão e começou a acariciar os peitos, tava de meia-liga e a calcinha fio dental do conjunto sem sutiã.
— Gostou do de hoje...?
— Sim...
— Ficou todo excitado...?, disse ela tirando o roupão e começando a lavar a louça. Tava de saltinho, a bunda tava mais gostosa do que nunca, fui me aproximando dela.
— Fica aí onde você tá..., você só pode me olhar..., e se eu quiser, eu vou te tocar..., você gosta de ser corno...?
— Sim...
— Mas..., tanto assim????, — e ela riu — vai pro banheiro que vou ser boazinha e vou tirar essa sua tesão. — Entrei no banheiro e me despi. Na hora a Romi entrou.
— Que bom que você já se pelou, assim não perco tempo com punheteiros..., — e riu de novo. — Vou te aliviar agora não porque sou boazinha..., na real tô com vontade de dar pra você à noite..., e se eu não tirar essa sua porra..., — ela me rodeou por trás, me abraçando e me colocou perto da banheira, apontando meu pau pra ela. Com a mão esquerda começou a acariciar minhas bolas. E com a direita a brincar com meu pau.
— Que duro que tá..., você tava assim durinho enquanto tomava a porra do seu chefe da minha buceta... — meu pau deu um pulinho — Como ele se anima, responde por você..., — a mão esquerda dela parou de acariciar minhas bolas e foi pro meu cu, separou minhas nádegas e os dedos começaram a sondar meu cu. A mão direita começou a me masturbar mais rápido enquanto com o dedo indicador da outra mão ela me comia o cu.
— Vou ter que te humilhar cada dia mais..., Até onde vou ter que chegar...?, você me disse que seu pai era um senhor atraente..., não é??? — meu pau cuspiu porra pra todo lado. Romi ria enquanto apertava meu pau com força e me comia o cu com o dedo.
— É brincadeira a do seu pai... mas quem sabe né...? – e meu pau deu outra cabeçada. Romi se virou e saiu do banheiro dizendo:
– Vou preparar o mate..., limpa tudo.
Enquanto tomávamos mate, ela me perguntou, já mais calmos, pra contar algo da minha família.
Contei umas poucas coisas da minha mãe, da minha irmã, dos amantes delas e do meu pai, que era um cara de mau humor, bem durão e complicado. Que quando soube que o porteiro tinha transado com a minha mãe, falou calmamente com ele, sem nem levantar a voz, e o porteiro ficou tão assustado depois de conversar com ele que nem aparecia mais no prédio. Que ninguém sabia em que negócios ele tava metido e outras coisas. A maioria das coisas que eu sabia dele era por comentários, alguns diziam que ele era meio mafioso e tal.
Ela tomava o mate e me olhou nos olhos.
– Um dia eu queria conhecer ele..., – disse com voz de putinha. Meu pau reagiu um pouco e tentei disfarçar. Romi continuou com a voz de putinha.
– Ia ter que conhecer a neta..., né???. E a nora..., o que ela vai achar. – me aproximei, beijei ela e a levei pro quarto. A neném tava dormindo. Joguei ela na cama e comecei a meter.
– Que tesuda você tá, meu amor..., gosto quando você fica assim..., – enfiei bem fundo.
– Nem fode com a história do meu pai, a gente tá brigado e não quero que você toque no assunto nem de brincadeira.
– Tá bom..., será que ele vai gostar da minha bunda...?
meti mais forte e gozei na hora. Romi tava com uma cara de perversa que eu nunca tinha visto.
– É uma brincadeirinha, meu amor..., não seja bobo...
Já mais calmo, falei que não gostava, que já tinha sido traumático o bastante tudo que passei. Romi deitou no meu peito, envolveu meu pau com a mão e começou a acariciar de leve minhas bolas e o pau. Me beijou um tempão e depois falou no meu ouvido.
– Não seja bobinho, meu amor..., – apertou meu pau com força – É que você descreve seu pai de um jeito..., que dá vontade na gente conhecê-lo... -meu pau começou a crescer na mão da Romi. - Ai..., love!!!, de novo reage..., parece que nunca entra em acordo com você. E você sabe quem eu obedeço...
minha cara era da maior seriedade possível. Romi mudou de assunto e disse que no sábado não ia pra festa nenhuma, que não gostava que pensassem que podiam mandar nela, e que não, uma coisa era ela estar com tesão e provocar situações, outra era os caras acharem que podiam organizar a vida dela. Me beijou por mais um tempão, levantou pra ver a menina, eu fui tomar um banho. Jantamos bem tranquilos os dois e dormimos bem abraçados. Pensava na minha família e senti uma onda de medo. Lembrei do meu pai, como sempre me desacreditou e me considerou um pobre idiota, talvez ele tivesse razão, eu não era nada. Meu pai era um grande senhor, a maioria tinha medo dele, alguns o respeitavam. Nem pensava na situação de ele conhecer a Romi, sempre fui um putero, e sabendo que ele sempre gostou de me humilhar, preferia nem pensar. Naquela noite tive vários pesadelos. Romina parecia ter cada vez menos limites, na real os dois estavam totalmente fora de controle.
Romina e a armadilha do desejo 8
Passou o lance dessa última conversa e a atitude da Romi mudou completamente, ela mudou o jeito de se vestir, não usava mais tangas nem calcinhas fio dental, e em quase 20 dias que se passaram, não apareceu em nenhum momento no escritório. Não tinha nenhum tipo de flerte com ninguém e a relação entre nós foi perdendo aquela paixão do que era mórbido e perverso que a gente fazia. Uma noite na cama perguntei o que tava rolando com ela e ela disse que da última vez que a gente tinha conversado, a gente tinha ido longe demais e que com certeza eu preferia não continuar brincando porque a gente ia sair machucado. Sabia muito bem do que tava falando e minha voz travou, não sabia o que dizer, ela tinha me arrastado pro centro do conflito e eu não sabia como encarar.
-Vamos dormir melhor, love, que amanhã você tem que Trabalhar. Fomos dormir e percebi que queria continuar o jogo, que a Romi era minha paixão e, ao mesmo tempo, era óbvio pra mim que seria minha perdição, mas esse era o jogo e eu não podia desistir dele. Liguei pra ela do trabalho em casa, dizendo que queria vê-la elegante de novo, que ela quem mandava. Senti mais uma vez aquele sorriso perverso dela voltando de algum lugar, me garantindo que me esperava à tarde. Entrei em casa e a encontrei vestida com o conjunto de meia-liga, a calcinha fio dental combinando e os saltos altos.
— Oi, amor... a neném tá dormindo... vem tomar um mate... — fui pra cozinha, nos beijamos e nos acariciamos por um bom tempo. Romi falou:
— Love... quero que você ligue pros seus pais... — meu rosto foi se transformando — Você me contou que brigou feio com seu pai e que ele te ofendeu... você vai ligar pra ele... — disse me olhando nos olhos — e vai contar que tá casado... que tem uma filha... que quer que elas conheçam eles... e também... que quer se desculpar...
— Mas love... meu pai foi quem me desrespeitou. Ela se aproximou e apertou minha pica —
— Isso não importa... você vai pedir desculpas... e vai levar sua esposa pra ele conhecer...
— O que você mandar...
— Assim tá melhor... — ela se ajoelhou na minha frente e, liberando meu pau, começou a chupar devagar, parando de vez em quando.
— Vê se a gente pode ir esse fim de semana comer um churrasco... adoro carne... espero que seu pai goste... — ela me chupou de novo até eu gozar na boca dela. Ela se levantou e me beijou, passando o resto da minha porra pra mim.
— Liga agora.
Peguei o telefone e disquei o número da casa dos meus pais. Minha mãe atendeu, ficou feliz em me ouvir. Contei que tava junto, que tinha uma filha, que queria que eles conhecessem. Ela garantiu que falaria com meu pai e, depois de um tempo, eles me ligaram. Passei o telefone pra ela e desliguei.
— Muito bem... meu punheteiro... muito bem... — disse Romi e foi pro quarto ver a neném.
Pouco depois, meu pai ligou. Mãe dizendo que meu pai estava encantado, que nos esperavam no sábado à noite. Chegou o sábado.
Romi tomou banho primeiro, entrei no banho e ela foi se trocar. Quando ela veio ao banheiro se maquiar, me espiei pra olhar ela e quase morri, ela estava com o vestido vermelho transparente, uma calcinha muito parecida com a vermelha que tinham rasgado, não tinha sutiã, me olhou e sorriu, percebeu a dureza da minha ereção.
— Ai... love, não fala nada... — veio até o chuveiro e pegou no meu pau — vou te fazer uma punheta pra você ficar mais calminho, não seria legal sua mãe te ver de pau duro o tempo todo... e começou a me masturbar me olhando e sorrindo.
— Tô gostosa, né? Quero que seu pai me veja bem a bunda... quero ele excitado... — comecei a gozar em jorros. Romi riu e terminou de se maquiar no quarto. Coloquei a cueca e fui pro quarto me trocar. Quando entrei, Romi estava sentada na cama, me indicou o lado dela pra olhar, tinha uma fio dental branca.
— Que foi, love?
— É a fio dental que tirei... quero que você vista ela... assim, se você quer se fazer de machão... vai pensar duas vezes... se seu pai te trata de viadinho... alguma razão ele tem... — ela se levantou e saiu do quarto — coloquei e me senti excitado com toda a situação, primeiro cheirei a fio dental dela e me deixou muito tesudo. Ela veio me ver e sorriu.
— Que bunda linda você tem... espero que te ajude a se situar... a fio dental... corno punheteiro... — e saiu de novo.
Durante toda a viagem no carro, eu tava muito excitado, não conseguia evitar. Quando chegamos na casa, Romi entrou com a menina, minha mãe olhou pra ela, beijou e abraçou, meu pai estava acendendo o fogo. Fui com Romi do meu lado e a menina no colo pra apresentar. Quando meu pai nos viu chegando, ficou pasmo, olhou pra Romi e notei uma faísca.
— Te parabenizo, filho, você tem uma mulher muito gostosa.
— Obrigada — disse Romi. Já vejo de quem seu filho herdou a beleza.
Conversaram um pouco e Romi falou no meu ouvido e disse pra eu ir pro jardim e ver se meu pai Ele ficou olhando pra bunda dela enquanto ela se afastava. Ouvi a Romi dizer que ia ver se a mãe precisava de alguma coisa e, quando olhei pros olhos do meu pai, eles estavam cravados na bunda da Romi, sem nenhum disfarce, ele nem olhou pra ver onde eu tava ou se eu tava olhando pra lá.
Fui pra cozinha e a Romi me olhou sorrindo.
— Senti um calor na buceta quando vinha pra cozinha... — e sorriu.
Durante o jantar, conversamos normalmente, fiquei sabendo que minha irmã tinha casado com o Juan e que estavam morando em Córdoba, minha mãe ia na outra semana visitar eles. Num momento, no fim do jantar, meu pai me olhou e disse que a gente precisava conversar, que eu devia um pedido de desculpas. Romi me olhou e, enfiando a mão por baixo da calça, prendeu os dedos no elástico da calcinha fio dental. Claro que eu respondi.
— Vamos pro meu escritório — disse meu pai. Romi falou que ia levar uns cafés pra gente.
Quando entrei, vi a mesa grande oval, meu pai sentou numa ponta e mandou eu sentar na outra. Daí a pouco, Romi entrou com os cafés, me serviu um, colocou duas colheradas de açúcar e mexeu. Foi até meu pai e ficou do lado direito dele, com a bunda roçando o ombro dele. Notei que a mão dele se mexia pra baixo da mesa e vi a Romi largar a xícara e se apoiar na mesa, as pernas dela se afastaram um pouco. Baixei o olhar, olhei de novo e dessa vez pro rosto da Romi, que tava mordendo o lábio inferior. Depois vi as mãos dela com um movimento suave mas firme, como se o corpo dela subisse e descesse de leve. Aí vi a mão do meu pai aparecer e ele levar os dedos à boca. Romi falou com a voz trêmula, dizendo que ia deixar a gente a sós. Enquanto ela saía, e pra ela ouvir, falei pro meu pai que queria pedir desculpas pela má educação que eu tinha tido.
Romina e a Armadilha do Desejo 9
Passaram umas duas semanas, as festas já tavam perto. Romi queria passar o Natal na casa dos pais dela e o Ano Novo na dos meus. Eu tinha falado com minha mãe e iam vir de Córdoba, minha irmã, com o Juan, a... marido. A situação tava insuportável pra mim, Juan, aquele que tinha comido minha mãe e minha irmã, ele sozinho, com o pai dele, com amigos. Era demais. Obviamente, eu me sentia muito mal com isso. Passaram uns dois dias sem a gente falar sobre o assunto. Romi tinha me evitado sexualmente, dizia que tava cansada, mas ao mesmo tempo se vestia sensual como sempre e agia de forma provocante.
No terceiro dia, ela me esperava vestida com uma calcinha fio dental e uma regatinha curta, o chimarrão pronto, me beijou e acariciou, me esquentando na hora. Ela se ajoelhou, soltou meu pau e chupou ele um pouquinho. Levantou e, sentando, continuou com o chimarrão.
— Por que você não quer passar o Ano Novo na casa dos seus pais? — atacou direto.
— Ahh..., sei lá..., que eu saiba...
— Alguma coisa estranha tá rolando..., né? — ela se ajoelhou na minha frente de novo, tirou meu pau da calça e passou a língua na cabeça, mas só isso. — Nosso amigo aqui me diz que tem algo errado..., tá bem durinho..., igual quando tá muito excitado..., o que foi, amiguinho? — falou, dando uma lambida no meu pau e como se tivesse conversando com ele.
— Bom..., na verdade, minha irmã vai vir.
— Adoraria conhecer ela — disse enquanto me dava outra lambida lenta, percorrendo meu pau. Eu não aguentava mais de tesão.
— Bom, o marido, Juan..., era ele que fazia a festa com ela, com minha mãe e todas as outras coisas que rolavam.
— E..., você tem medo que ele coma a putinha? — eu não respondi.
— Ah... amor, se você não quer mais brincar, sem problemas..., eu vou me vestir com a roupinha de antes..., mais tranquila e a gente acaba o joguinho... — ela se levantou e me serviu outro chimarrão. Disse que ia pro jardim trabalhar com as plantas. De noite, deitou de calcinha fio dental, com a bunda bem oferecida pro meu lado. Quando eu acariciei ela, disse que tava cansada.
— Por favor, amor... — falei. Ela virou e me olhou nos olhos.
— Resolve pra passar a festa na casa dos teus pais..., senão amanhã mesmo o jogo acabou..., além disso, vai saber se eu vou agradar Esse Juan... deve ter comido um monte de putinhas...
Obviamente não consegui dormir, não queria voltar atrás nos nossos jogos, mas a simples ideia de vê-la com Juan doía pra caralho, mas tenho que admitir que também me excitava.
Voltei do trabalho no dia seguinte com um buquê de flores, Romi me olhou com um sorriso, sabia que tinha vencido de novo.
— Que vestidinho eu vou vestir... vamos escolher... — fomos pro quarto e ela começou a provar várias combinações, no fim escolheu o vermelho com uma tanga preta, pensei que era demais.
Finalmente chegou o dia da festa. Romi estava pronta e veio me ver no banheiro, enquanto eu tomava banho. Meu pau reagiu na hora. Romi pegou ele e começou a me punhetar.
— Vou aliviar um pouco essa sua tesão... senão... — e me masturbou até eu gozar, apertando forte quando eu jorrava, depois me beijou e mandou eu me apressar.
Fomos com a menina e ela no carro. Quando chegamos, meu pai pegou ela pela cintura e beijou sua bochecha bem perto dos lábios. Minha irmã estava grávida de oito meses, Juan estava mais velho, vi de novo a tatuagem da faca no braço dele e vieram imagens do passado à minha mente. Olhei pra Romi e me parabenizei.
— Que pedaço de mulher, irmão... — durante o jantar inteiro, Juan ficou de olho nos movimentos de Romi, fazendo comentários e piadas com ela. Num momento, a menina estava cansada e Romi perguntou onde podia deitá-la, minha mãe sugeriu que o quarto da minha irmã estava vago, Juan se ofereceu pra acompanhá-la pra mostrar e pegou a menina no colo, embalando-a. Eu me esgueirei como pude pra cima e tentei me esconder, o único lugar que encontrei foi debaixo da cama. Entraram no quarto e ouvi quando Juan colocou a menina na cama.
— A menina ficou bonitinha.
— Obrigada...
— Se sair putinha como a mãe...
— O que você tá dizendo, qual é o seu problema!!! — disse Romi irritada
— Me escuta... você vem com esse vestidinho, com essa tanga, e vai se fazer de difícil — imaginei que ele tinha agarrado o braço dela, puxando-a. — Me solta, que a menina tá dormindo...!!
— Cê tá com vontade de levar uma foda, não é...? Romi deu um empurrão no peito dele e foi em direção à porta. Juan segurou ela pelo braço e puxou pra perto, Romi resistiu um pouco, mas logo já estavam se beijando e o cara apalpava ela à vontade.
— Que bunda gostosa você tem, garota... vai adorar sentir o meu amigo te enterrando... – e eu percebi que ela levou a mão até o pau dele.
— Hmmm... sei não...
— Vai, putinha, ajoelha e cumprimenta ele, não temos muito tempo... – Romi se ajoelhou e eu imaginei que tava chupando ele.
— Cê gosta... já comi sua sogra e sua cunhada... só falta você agora...
— Mas não temos tempo agora... por que não vem amanhã em casa...?
— E seu marido...?
— Ele gosta de olhar quando me comem... – senti o grunhido do Juan gozando com o que Romi disse – Vou falar com meu marido... quer...?
— O que cê vai falar, putinha...?
— Pra ele te perguntar se pode vir em casa... tem uma mancha de umidade na parede... me disseram que você era pedreiro... – Juan sorriu com ironia.
— E ele vai ficar olhando a gente trepar...?
— Se quiser, claro...
— Fala pra ele me convidar...
Juan saiu do quarto, eu saí de debaixo da cama, Romi tinha restos de porra na boca, me beijou, um beijo bem longo...
— Vai sentindo o gostinho... já ouviu – e apertou meu pau antes de sair do quarto.
— Quando desci, falei pra minha irmã se podia pegar o Juan emprestado um tempinho, amanhã à tarde quando terminássemos de comemorar, pra ele ver uma mancha de umidade na parede. Naquela noite ficamos pra dormir na casa dos meus pais, Romi me disse.
— Que pena, queria ter terminado o ano fodendo...
— Então vamos aproveitar.
— Cê tem que guardar sua porra pra amanhã – ela disse e me beijou.
Romina e a Armadilha do Desejo 10
A gente tava quase dormindo quando ouvimos uma batida leve na porta. Senti a voz do meu pai falando baixinho.
— Abre, putinha... quero terminar o ano trepando... – Romi calçou os saltos e foi só de fio dental. em direção à porta. Ela abriu e meu pai entrou na hora.
—Eu tô com a mesma vontade... de terminar a foda... — começaram a se beijar, mordendo as bocas um do outro, a menina dormia no quarto ao lado.
—Que arriscado... e se sua mulher acordar e não te encontrar?
—Que importa, garota... — e as mãos dele percorriam toda a bunda da Romi. Romi virou a cabeça na direção da cama e me olhou com cara de puta.
—Levanta... que a gente tem que usar ela... — e enquanto se abraçavam, caíram na cama.
—Que sorte que alguém se lembra de me comer... — dizia Romi enquanto meu pai puxava a tanga pro lado e metia com tudo.
—Cê gosta, meu amor... como a gente termina o ano...? Chega aqui pra me beijar... e bate uma devagar... coloca minha tanga... — eu fiz isso, meu pai me olhou com um sorriso.
—Ela tem uma bunda gostosa, né...? — disse Romi. Meu pai começou a bombar ela cada vez mais forte.
—Que grossa que cê tem... não quer leite no meu peito...? ainda sai um pouco... — meu pai começou a chupar os peitos dela com gosto.
—Que delícia... se você fosse minha mulher...
—E... o que eu sou...? não sou sua fêmea...?
—Tô falando se fosse só minha...
—E... me faz tua...
—E como eu faço, se você já tá com o infeliz do seu marido.
—Bom, eu amo ele... mas se eu quiser, ele não me toca mais... — meu pai não aguentou mais e encheu a buceta dela de porra. Mordeu os peitos dela de novo e saiu na hora do quarto. Fui direto pra buceta da Romi, ela segurou minha cabeça com força e me esfregava na pussy.
—E como eu faria pra te tirar dele? — falei levantando a cabeça só um momento.
—Ué... se eu parar de me cuidar... — meu pau explodiu assim mesmo contra os lençóis e Romi teve outro orgasmo. A gente dormiu, fomos acordados pelas batidas na porta, era hora do almoço, a menina tinha ficado com a mamãe, as duas bem felizes.
Durante todo o almoço, os olhares do Juan saboreavam a bunda da Romi de antemão e ele ainda me olhava, eu não entendia nada. Tinha comido muitas gostosas. nunca tinha acontecido algo assim comigo, acho que eu já tava gostando de antemão. Num momento em que nós três tava junto, o Juan falou pra gente.
- Pensando na foda que vou te dar hoje, vocês não sabem a foda que eu dei na grávidinha...
- Você vai ficar sem gozar..., a Romi falou como se fosse a coisa mais normal.
- Fica tranquila que aquele rabo divino que você tem eu vou deixar bem cheio.
Finalmente fomos no carro, passamos um minuto na casa dos pais da Romi, ela teve a ideia de que era bom a menina ficar um tempo com os outros avós. Quando ela subiu no carro e eu arranquei, ela passou pro banco de trás, começaram a se pegar. A Romi soltou a rola dele e chupou um pouco, depois se ajeitou e, puxando a calcinha fio dental pro lado, enfiou no cuzinho dela. O Juan mordia os peitos dela, eu via a bunda da Romi pelo retrovisor com o vestido vestido e a calcinha puxada pro lado.
- Tá gostando de olhar, cunhado...?
- Sim.
- Que sorte a nossa..., né?
Chegamos em casa e a Romi se arrumou e entrou. O Juan ficou comigo esperando eu fechar o carro e me olhava.
- Não te entendo, sabe que não te entendo. – eu só baixei a cabeça e entramos. A Romi tava apoiada na mesa com os saltos altos, a bunda oferecida com a calcinha puxada pro lado e o vidrinho de óleo do lado do rabo dela. O Juan sorriu ao ver ela. Me olhou e falou.
- Que família política mais maravilhosa eu arrumei..., se meu pai tivesse aqui... – ele colocou as mãos nas laterais do corpo da Romi e foi mordendo e chupando o pescoço e as costas dela, depois desceu pelas costas e se demorou mordendo e chupando a bunda dela, aí se pelou. E me deu um saquinho, daqueles que ele usava com a minha mãe, coloca numa cerveja e traz. Servi dois copos pra eles que brindaram.
- O que você colocou...?, a Romi falou.
Como resposta, ele deu um tapa na bunda dela, eu lembrava a sensação de quando tinha tomado daquela mistura. Tava totalmente louco. O Juan começou a dar tapas na bunda da Romi, que rebolava pedindo mais.
- Que gostosa..., me dá duro..., enfia de uma vez sem lubrificar..., quero teu pau já...!!! –Juan sorriu e enfiou, Romi estava transtornada.
–Sim... duro..., arrebenta bem..., filho da puta..., me dá bem duro..., não tem nenhum amigo pra trazer...? –Romi estava totalmente louca, nem me notava mais.
–Juan sorrindo disse que sim, que eu ia buscar ele...
–Anda, infeliz, o que tá esperando...!!! –Juan se separou de Romi e me deu um endereço, por sorte ou não, não sei, não era longe.
–É o Sebastián, um amigo. Ia passar pra vê-lo, diz que surgiu uma festa, pra ele vir.
Quando voltei, Romi estava sentada em Juan com o pau todo enterrado no cu,
–Vem chupar minha buceta, infeliz...!!! –o amigo de Juan começou a se despir, se aproximou de Romi, que engoliu o pau desesperada. Esse cara também tomou cerveja e me fez correr, e enfiou em Romi. Ela tava cada vez mais louca. Pedia pra arrebentarem ela toda.
Juan puxava o cabelo dela e o cara mordia os peitos dela. Comeram ela por um tempão e gozaram os dois ao mesmo tempo dentro de Romi, que ficou como desmaiada. Primeiro, Sebastián saiu. Romi se levantou, e Juan também, que a fez ajoelhar e deram os paus pra ela limpar, e assim ajoelhada como estava, começaram a mijar nela. Romi abria a boca querendo engolir. Depois se vestiram e foram embora. Romi deitou na cama e dormiu. Tava mais relaxada do que nunca. Me despi, ainda tinha a calcinha fio dental que tinha colocado na noite anterior, baixei só um pouco e enfiei o pau no cu dela, que entrou fácil. Senti a porra do Juan lubrificando bem. Levantei e fui tomar um gole de cerveja, voltei pro quarto e enfiei de novo, agarrei ela pelo cabelo e enquanto arrebentava o cu dela, xingava e mordia o pescoço. Romi, inconsciente, pedia mais o tempo todo. Finalmente me contraí e deixei minha descarga no fundo do cu dela. Bom ano, pensei, e caí no sono ao lado dela.
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