Seducida e fodida pelo meu sogro na casa dele

Oi, como vocês estão? No domingo, fui com meu marido e minha bebê na casa dos meus sogros. Eu tava com muito tesão porque ninguém sabia que eu tinha transado com meu sogro. Pra piorar, a gente ia dormir lá. Eles moram no interior, e meu marido tinha que voltar pra capital na segunda, enquanto eu e a bebê íamos ficar mais uns dias.

Durante o dia inteiro, vi com surpresa como meu sogro me olhava. Eu tava usando uma minissaia bem curta, e os olhares dele meio que me deixavam desconfortável por causa do meu marido, mas ao mesmo tempo eu gostava. Em algumas vezes, ele meio sem vergonha, se aproximava e roçava nos meus peitos quando passava a minha bebê pra eu pegar no colo. Eu pegava ela, continuava andando, e ele ficava atrás de mim. Quando eu virava, meu sogro tava com o olhar fixo nas minhas pernas e na minha bunda.

Meu sogro, com seus 52 anos, tinha passado por uma fase difícil. Minha sogra ficou inválida há 10 anos por causa de um acidente doméstico, então ele sempre cuidou dela e virou o anjo da guarda dela. Pensei que era meio injusto com ele, ver a nora tão gostosa, linda e provocante usando aquela minissaia, enquanto ele, por causa do destino, não podia aproveitar um corpo feminino como o meu. No olhar dele, dava pra ver o desejo e a provocação, e eu me senti meio culpada por estar usando a saia curta naquele dia.

Mas ao mesmo tempo, me senti muito desejada por ele, como já tinha acontecido no escritório, só que agora com a esposa dele e meu marido por perto.

Naquela noite, a gente jantou, viu um pouco de TV e, depois que minha bebê dormiu do lado da avó, fomos pra sala e começamos a conversar. Eu sentei do lado do meu marido e cruzei as pernas. Meu sogro se acomodou no sofá da frente pra curtir a conversa e a vista que eu tava dando. A minissaia deixava ele ver a parte de cima das minhas pernas. Quando eu me levantava pra pegar cervejas ou alguma comida pra eles, ele, sem problema nenhum, olhava como eu Descruzei as pernas e, por frações de segundo, minha saia deixou ele ver minha calcinha fio dental minúscula. Depois de conversar sobre vários assuntos, decidi subir pra dormir no quarto que eles tinham nos dado, enquanto meu marido e meu sogro ficavam tomando umas cervejas. Ao me despedir do meu marido com um beijo, ele passou a mão na minha bunda. Subindo as escadas, virei pra olhar eles e vi como os dois não tiravam os olhos de mim. Pouco depois, meu marido subiu com uns drinks na cabeça, mas com a firme intenção de cumprir o objetivo dele: me comer. Meu marido entrou no quarto, chegou perto da cama onde eu começava a pegar no sono, tirou o pijama que eu tava usando, me deixando pelada, e começou com a língua a lamber meus peitos e minha buceta. Como ele tava afetado pela bebida, se jogou em cima de mim de repente e eu senti o pau dele entrando na minha buceta ainda sem lubrificação. Ele sempre brincava com meu clitóris antes de me penetrar, mas dessa vez, por causa do álcool, ele se apressou. Senti uma dorzinha no começo quando ele começou a mexer a barriga e o pau dele começou a entrar e sair da minha buceta, mas depois meus fluidos ajudaram. Quando a dor tava virando prazer, e eu começava a ficar excitada, meu marido gozou. Ele soltou um gemidinho e na hora senti o líquido quente dele dentro de mim. Abracei ele forte pelas costas, enquanto ele tinha as contrações na barriga e curtia o orgasmo dele. Eu, claro, fiquei meio puta, porque queria algo mais duradouro e ele tinha estragado tudo. Nessa hora, olhei pra porta e vi ela entreaberta. Lá, vi a figura do meu sogro, que observava o filho dele comendo a nora. Enquanto isso, meu marido se sacudia em cima de mim, terminando de gozar. A visão do meu sogro na porta foi interrompida pelo meu marido, que me pediu pra ficar de quatro. Enquanto eu virava, vi de novo meu sogro, que continuava olhando. Essa situação me excitava pra caralho. Meu marido nunca percebeu que o pai dele ficava me olhando enquanto eu era comida.
Meu esposo pegou um vidro de óleo de bebê e despejou tudo no meu cu. Depois, abrindo minhas nádegas, foi me penetrando devagar. Mesmo com o óleo, senti dor também, mas aguentei. Quando ele enfiou a pica toda dentro do meu rabo, meu marido começou a me furar, mexendo o pau dele com movimentos calmos. Dessa vez foi diferente. Ele começou num ritmo lento e depois foi acelerando. Depois de dez minutos, nós dois gozamos gostoso pra caralho. Enquanto meu marido me segurava pelos peitos e eu sentia a porra quente dele no meu cu, nós dois soltamos um gemido de prazer. Aí, quando ele parou de tremer e a gozada acabou, virei pra olhar pra porta de novo e meu sogro continuava lá, olhando tudo sem perder um detalhe.

Foi uma experiência sexual estranha, porque pela primeira vez na vida um homem tava vendo meu marido me comer.

No dia seguinte, meu marido viajou de manhã, então fiquei com meus sogros e minha bebê. Naquele dia, coloquei a outra mini saia que eu tinha. Pensei: "no fim das contas, meu sogro curtiu ontem à noite vendo o filho dele enfiar a pica na minha buceta, então não pensei duas vezes em mostrar minhas pernas e minha bunda de novo."

Eu tava realmente com tesão por tudo que tinha rolado e sabia que meu sogro também tinha ficado muito excitado. A segunda-feira passou sem novidades, mas meu sogro foi mais descarado ao olhar pra minha bunda. Parecia que não bastava ter visto a pica do filho dele se enterrando no meu cu enquanto ele se masturbava na porta.

Quando a noite chegou, minha sogra foi dormir bem cedo com a neta. Então fiquei sozinha com meu sogro, que me convidou pra jogar sinuca. Eles moram numa casa muito grande. A sala de jogos tinha uma mesa de sinuca enorme, com todas as bolas e os acessórios. Meu sogro jogava sinuca e adorava. Como eu nunca tinha jogado, ele se ofereceu pra me ensinar, e eu aceitei. Pra me mostrar como segurar o taco de sinuca, ele me abraçou por trás e as mãos dele roçaram meus peitos enquanto a barriga dele encostava na minha bunda. Os minutos foram passando e eu via ele olhando fixo pro meu rabo quando eu me abaixava na mesa na hora de dar a tacada. Claro, com a minissaia que eu tava usando, daquelas bem curtinhas, ela subia, deixando ele ver muito mais da parte de cima das minhas coxas e minha bunda redonda se moldava por baixo da saia curtíssima, fazendo ele viajar. Além disso, quando eu andava, o movimento das minhas nádegas dava pra ver através da saia justa.

Quando ele não tava atrás de mim olhando minha bunda, ele se colocava bem na frente pra ver como meus peitos, quando eu me abaixava, ficavam perfeitamente expostos pros olhos dele.

Em cada uma das jogadas que era minha vez, ele me abraçava pra me ensinar como bater na bola com o taco. Numa dessas, ele se posicionou atrás de mim e colocou as mãos na minha cintura.

Quando eu ia bater na bola sem a ajuda dele, senti uma das mãos dele sair da minha cintura e descer pro meu rabo. Ele apertou minha bunda com força, passando a mão duas vezes sobre minhas nádegas em movimentos circulares. Eu bati na bola e acertei no buraco. Pulei pra comemorar e ele me abraçou.

Mesmo já tendo rolado algo entre a gente, essa situação me deixou mais que excitada. Depois da vez dele, era minha vez de novo. A jogada me obrigava a quase deitar na mesa porque a bola tinha parado numa posição ruim. Me acomodei e meu corpo ficou dobrado e apoiado na mesa. Pela dificuldade que era fazer aquela jogada, comecei a rir. Meu sogro também começou a rir e, andando pela borda da mesa, se posicionou atrás de mim, só de olho na minha bunda. Meu corpo tava numa posição que qualquer homem ia querer pra transar comigo: de pé, minhas pernas longas entreabertas, a saia moldando meu rabo, subiu Ela tinha subido tanto que deixava minha virilha à mostra, e meu corpo quase deitado na mesa dava a ele, por trás, uma vista incrível. Num instante, senti as mãos dele pousarem na minha bunda e levantarem minha saia com facilidade. Passaram-se dois segundos. Dois segundos eternos em que passou pela minha cabeça a ideia de me virar e pedir pra ele se controlar. Pensei também em dar um tapa nele por ser tão atrevido. Pensei, claro, em gritar e chamar minha sogra. Ele, enquanto isso, esperava minha reação.

Acho que avaliei tudo isso muito rápido, mas não disse nada, então ele começou a acariciar minhas nádegas com as mãos. Fiquei imóvel, com o tronco apoiado na mesa, olhando as bolas de sinuca. Depois, vendo que eu não tinha recusado, ele se ajoelhou e puxou minha calcinha fio dental completamente.

Na mesma hora, os dedos dele entraram na minha buceta pra dar passagem à língua. Ele lambeu meus lábios vaginais, chupou meu clitóris e deixei que brincasse com minha xota por um bom tempo. O suficiente pra minha buceta começar a soltar uma porrada de fluidos femininos e a respiração dele ficar ofegante, de tanta excitação que a língua dele sentia ao percorrer minha vulva, me preparando pra penetração. Na minha cabeça passavam os sentimentos mais estranhos e conflitantes: me sentia uma puta total, na casa dos meus sogros, prestes a ser comida enquanto meu marido e minha sogra dormiam. Aí ele parou. Como eu não me mexia nem ousava me virar, ele se levantou e ouvi o cinto da calça dele se abrindo e o barulho que fez ao bater no chão.

Sem perder tempo, as mãos do meu sogro abriram minha bunda, procurando minha buceta já lubrificada e pronta pra ser penetrada. Fechei os olhos e, na mesma hora, um pau grosso começou a se enfiar dentro da minha buceta. As paredes da minha vagina se esticaram pra deixar entrar aquele pedaço enorme de carne. Ele me penetrou devagar, do jeito que eu mais gostava, e como meu marido não tinha conseguido fazer na noite anterior. Quando ele sentiu que a porra toda do pau dele tava dentro da minha buceta, a gente ficou parado um tempão, meio que esperando pra ver qual ia ser a reação do outro. Enquanto isso, eu sentia minha buceta se ajustando, aí ele começou a mexer a barriga devagar. O pau dele era bem mais grosso que o do meu marido, então fiquei excitada rapidão. Cada movimento de entrar e sair vinha acompanhado de gemidos e suspiros dos dois, que foram aumentando de volume conforme ele me sacudia o pau com mais velocidade. Imaginei que ele ia gozar rápido, mas tava muito enganada. Ele continuou me dando com mais força, cravando o pau com firmeza até eu começar a me sentir muito puta. Senti que ia gozar primeiro. Como eu tava deitada na mesa, tentei pegar as bolas de sinuca que estavam do meu lado. Percebi que tava quase gozando, então queria ter algo nas mãos pra apertar e aproveitar o orgasmo que meu sogro tava prestes a me dar. Quando meu marido me prendia na cama, eu me agarrava nos lençóis. Como agora tava na mesa de sinuca e não conseguia me segurar na borda, peguei a bola 5 do meu lado direito, virei o rosto pra pegar alguma bola do lado esquerdo e agarrei a 2. Nessa hora, meu corpo e o dele tremiam por causa dos movimentos da barriga dele, enquanto o pau entrava e saía da minha buceta sem problema. Como se pressentisse que ele também tava pronto, meu sogro me pegou pela cintura, me levantou um pouco e se agarrou nos meus peitos. Agüentei o máximo que pude e vi que meu orgasmo era iminente, gemi com a voz entrecortada, avisando que não agüentava mais. E naquele momento a gente teve um orgasmo espetacular. Uma sensação de prazer sexual intenso me invadiu por completo. Na hora senti jorros abundantes de porra fervendo sendo bombeados dentro da minha buceta. Cada gozada violenta foi... acompanhada dos seus gemidos e contrações abdominais.
Não posso negar, foi um orgasmo maravilhoso, porque me senti inundada. Ele, claro, estava se derramando todo dentro das minhas tetas. O corpo dele continuou se sacudindo até parar. A posição confortável que a gente tinha permitia que ele dominasse meu corpo, então, depois de um bom tempo, ele decidiu tirar o pau das minhas tetas. Ele tirou devagar, me deixava muito excitada ter o pau dele entre meus peitos, e se sentou no sofá. Finalmente me virei e ajustei a minissaia. Minha calcinha fio dental, a calça e a cueca dele estavam no chão, a camiseta e o rosto dele encharcados de suor mostravam como ele estava ofegante, o pau dele, pra minha surpresa, ainda estava duro, mostrando como ele tinha aproveitado meu corpo. Fiquei olhando pro pênis dele e não acreditava que aquele membro todo tinha estado dentro de mim. A cabeça do pau era imensa e o tamanho todo era enorme, eu já tinha sentido antes, mas dessa vez tinha uma sensação diferente, será que é porque não estávamos sozinhos?

Não resisti à tentação, então me ajoelhei na frente dele e, com minha calcinha fio dental, limpei o pau dele, que estava todo lambuzado de sêmen. Me senti tão puta e excitada ao mesmo tempo, enquanto levava o delicioso tronco do meu sogro à minha boca. Nos cinco minutos seguintes, chupei o pau do meu sogro, dando muito prazer a ele com minha boca. Quando percebi que ele estava prestes a explodir, tirei o pau da boca e coloquei na minha frente. Levantei a camiseta com a outra mão e posicionei o pau dele na frente dos meus peitos pra que ele visse como a porra dele saía disparada do pau, espirrando nos meus peitos e deixando-os completamente lambuzados de sêmen.

De fato, tive tempo apenas suficiente pra levantar a camiseta antes do pau dele explodir. Ele se derramou e deixou meu pescoço, o sutiã, as tetas e minha barriga cobertos de porra branca e grossa. Esperei ele terminar de gozar e, sem trocar uma palavra, me levantei, ajustei camiseta e a minissaia, e subi as escadas. Ele me seguiu depois de vestir a calça. Bem na hora que eu abria a porta do meu quarto, ele se aproximou, me entregando minha calcinha fio dental que ele segurava. Ele olhou pra minha camiseta encharcada de porra dele, que marcava meus peitos e deixava meus bicos durinhos de tesão e safadeza. Ele não parava de olhar pras minhas tetas, e aí entramos no meu quarto. Me coloquei na frente do espelho e ele ficou atrás de mim. Pegou minha camiseta molhada e levantou, depois desabotoou meu sutiã e tirou. Por último, abriu o zíper da saia e deixou cair no chão. Já completamente pelada, as mãos dele percorreram meu corpo enquanto a língua dele passava pela minha bunda, minha buceta e meus peitos. Os dedos dele entraram na minha buceta e no meu cu. Quando o pau dele ficou duro de novo, ele me pegou pela mão e me levou pra cama. Lá ele me comeu de novo, me colocou de quatro e foi ele quem curtiu minha bunda naquela noite. Gozei igual uma puta, ele me fez gozar várias vezes, enquanto continuava me penetrando, apertava minhas tetas com força, até que num momento senti toda a porra dele nas minhas costas. Adorei como ele comeu minha bunda, meu sogrão, e gozei pra caralho. Realmente gostei e foi tudo muito safado. Na terça já tinha voltado pro meu boy, mas curti muito aquela noite. Beijos pra todos.

15 comentários - Seducida e fodida pelo meu sogro na casa dele

Me gusto la exactitud de los detalles y se noto el sentimiento! Quede muy exitado
Me has puesto a mil, yo también te haría de todo.
TREMENDO RELATO YO TBN TE QUIERO HACER DE TODO BOMBONAZO
Me encantó cmo siempre una foto de tu mini y tanga
Sos muy,pero muy puta!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!Van10 y a fav,Saludos.
me encanta ser bien gata , mas cuando estoy caliente
Gran experiencia e increíble relato! Van punto!
me encantas hermosa...me imagino cada instante y me vuelvo loco!!!! Gracias por ser tan putona.....
no puedo parar de leer tus relatos los estoy leyendo en orden me encanta lo puta que sos
lo haces seguido con tu suegro q lindas historias realmente son reales