O que vou contar tem um toque de loucura e muita perversão. Loucura porque até hoje, longe de ter me apaixonado, continuo extremamente tesudo com tudo que essa mulher 10 anos mais velha que eu deixou na minha cabeça.
Tudo aconteceu 6 anos atrás, eu com 21, ela com 31. Nos conhecemos batendo papo online, no começo tudo bem softcore, rolou uma química boa. Entre idas e vindas, nos adicionamos no Facebook, claramente eu agradei ela, porque ela continuou me procurando com bastante insistência. Começamos a compartilhar fotos, as mensagens eram cada vez mais insinuantes, passamos do "o que você tá fazendo?" para "como você é gostoso", e daí em diante uma enxurrada de mensagens sobre como ela adoraria se engasgar com meu pau, dar uma chupada sem parar junto com minhas bolas e como ela queria ele duro bem dentro dela. Um monte de mensagens, tudo bem acompanhado de flashes de fotos dos seios lindos e redondos dela, dos lábios da buceta dela, molhados e safados. Todo material que eu guardo, quase sem precisar olhar, já tá na minha mente pervertida.
Tudo continuou rolando por um período de 2 a 3 semanas. O problema é que ela estava em Santa Fé e eu em Buenos Aires, ainda na faculdade. Por um desses acasos, caiu bem no recesso, então pensando com o pau e o tesão que me dava saber das chupadas gostosas de buceta que eu ia dar nela, juntei uma grana, peguei o primeiro ônibus pra Rosário e lá estava ela me esperando. Que mulher, senhores e senhoras, que pedaço de mulher. Nem lerdo nem preguiçoso, a primeira coisa que fiz foi beijar a boca dela. Ela muito doce, um pouco nervosa, dava pra perceber. Não parava de me agarrar, já dava pra notar que ela tava mais tesuda e menos nervosa. A química que a gente tinha era muito relaxante.
Subimos no carro e na hora eu falei: "Vamos logo pra sua casa que eu quero te foder toda". Ela, por outro lado, vendo que meu pedaço já não aguentava mais a pressão da calça, andou umas quadras e começou a passar a mão. Parou o carro e com a cara mais de puta que eu já vi Falou que não aguentava mais e disse: — 'Primeiro vou te chupar eu.' Com uma mão, apertava suavemente minhas bolas e, com a outra, me masturbava, subindo e descendo devagar, mas até o fundo, me fazendo sentir uma dor extremamente prazerosa. Na hora, puxei os peitos dela pra fora, sabendo que eu tava bem brincalhão e com muita vontade de chupar aquelas iguarias redondinhas. Ela tinha uns bicos bem marcados, hmmm, super chupáveis. Quando comecei a sentir que ia gozar, avisei pra ela não engolir (coisa que me deixa doido), mas, em vez de parar, ela começou a pedir: — 'Hoje não tomei café, bebê, goza tudo na minha boca.' Tremendo! Não aguentei nem 10 segundos a mais, gozei naquela boquinha linda, bem carnuda, e ela engoliu tudo. Isso me enlouqueceu, e eu já não via a hora de chegar na casa dela pra continuar experimentando tudo que aquela coroa gostosa tinha pra me ensinar... Continua...
Tudo aconteceu 6 anos atrás, eu com 21, ela com 31. Nos conhecemos batendo papo online, no começo tudo bem softcore, rolou uma química boa. Entre idas e vindas, nos adicionamos no Facebook, claramente eu agradei ela, porque ela continuou me procurando com bastante insistência. Começamos a compartilhar fotos, as mensagens eram cada vez mais insinuantes, passamos do "o que você tá fazendo?" para "como você é gostoso", e daí em diante uma enxurrada de mensagens sobre como ela adoraria se engasgar com meu pau, dar uma chupada sem parar junto com minhas bolas e como ela queria ele duro bem dentro dela. Um monte de mensagens, tudo bem acompanhado de flashes de fotos dos seios lindos e redondos dela, dos lábios da buceta dela, molhados e safados. Todo material que eu guardo, quase sem precisar olhar, já tá na minha mente pervertida.
Tudo continuou rolando por um período de 2 a 3 semanas. O problema é que ela estava em Santa Fé e eu em Buenos Aires, ainda na faculdade. Por um desses acasos, caiu bem no recesso, então pensando com o pau e o tesão que me dava saber das chupadas gostosas de buceta que eu ia dar nela, juntei uma grana, peguei o primeiro ônibus pra Rosário e lá estava ela me esperando. Que mulher, senhores e senhoras, que pedaço de mulher. Nem lerdo nem preguiçoso, a primeira coisa que fiz foi beijar a boca dela. Ela muito doce, um pouco nervosa, dava pra perceber. Não parava de me agarrar, já dava pra notar que ela tava mais tesuda e menos nervosa. A química que a gente tinha era muito relaxante.
Subimos no carro e na hora eu falei: "Vamos logo pra sua casa que eu quero te foder toda". Ela, por outro lado, vendo que meu pedaço já não aguentava mais a pressão da calça, andou umas quadras e começou a passar a mão. Parou o carro e com a cara mais de puta que eu já vi Falou que não aguentava mais e disse: — 'Primeiro vou te chupar eu.' Com uma mão, apertava suavemente minhas bolas e, com a outra, me masturbava, subindo e descendo devagar, mas até o fundo, me fazendo sentir uma dor extremamente prazerosa. Na hora, puxei os peitos dela pra fora, sabendo que eu tava bem brincalhão e com muita vontade de chupar aquelas iguarias redondinhas. Ela tinha uns bicos bem marcados, hmmm, super chupáveis. Quando comecei a sentir que ia gozar, avisei pra ela não engolir (coisa que me deixa doido), mas, em vez de parar, ela começou a pedir: — 'Hoje não tomei café, bebê, goza tudo na minha boca.' Tremendo! Não aguentei nem 10 segundos a mais, gozei naquela boquinha linda, bem carnuda, e ela engoliu tudo. Isso me enlouqueceu, e eu já não via a hora de chegar na casa dela pra continuar experimentando tudo que aquela coroa gostosa tinha pra me ensinar... Continua...
0 comentários - A madura, o êxtase dos meus pensamentos